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Los españoles somos, según los datos recogidos en un estudio realizado por Euromonitor, los más limpios de Europa. Un 72% de los españoles se duchan todos los días, un ritual que muchos dejarían de hacer por dinero. Concretamente por 100.000 euros al día.
La Comisión Europea busca ayudar a las autoridades a abordar la crisis de vivienda en los principales destinos turísticos. Concretamente, propone armonizar las normas en todo el bloque después de que las autoridades de ciudades como París, Barcelona y Venecia recurrieran a diversas regulaciones individuales para controlar a los operadores de viviendas turísticas de corto plazo.
Como siempre, comenzaremos el programa discutiendo la actualidad. La primera conversación tratará sobre una propuesta de la UE de pasar de la unanimidad a una mayoría cualificada para las decisiones de política exterior. Once países de la UE aseguran que el sistema de veto es un obstáculo que, en los últimos años, ha entorpecido la política exterior y las acciones del grupo a nivel internacional. Continuaremos con el "No" de Islandia en una votación para reanudar las negociaciones de adhesión con la Unión Europea. ¿Se trata de un abrumador rechazo a Europa, o más bien de un apoyo al statu quo? En la sección de ciencia, discutiremos un estudio que informa de un ensayo médico de edición genética cuyo objetivo es rebajar los niveles peligrosamente altos de colesterol. Y concluiremos la primera parte del programa de hoy recordando a Yayoi Kusama, la artista japonesa de vanguardia cuyos lunares, esculturas fálicas y "habitaciones infinitas" cautivaron al mundo. El resto del episodio de hoy lo dedicaremos a la lengua y la cultura españolas. La primera conversación incluirá ejemplos del tema de gramática de la semana, Non-personal forms of a verb. Participle - Part I. En esta conversación hablaremos del mercado del vehículo eléctrico en España y lo compararemos con otros países de Europa. De hecho, los datos nos muestran que Europa avanza a diferentes velocidades en materia de vehículos eléctricos. Se demuestra, por tanto, que la transición no depende únicamente de la tecnología disponible. Y, en nuestra última conversación, aprenderemos a usar una nueva expresión española, Ponerse rojo como un tomate. Hablaremos de política… Bueno, en realidad hablaremos de políticos y de sus reacciones fisiológicas. Concretamente de cómo se ruborizan en público. ¿Qué políticos españoles se ruborizan más, los de derechas o los de izquierda? O, ¿cuando se les inquiere con dureza en el Congreso…? ¿Cuando se les pregunta directamente en rueda de prensa por asuntos más personales o íntimos…? La verdad es que también son humanos… Un intento por poner fin a la regla de la UE sobre la unanimidad en política exterior Islandia vota en contra de reanudar las negociaciones de adhesión con la Unión Europea ¿Puede una revolucionaria técnica de edición genética reducir el colesterol malo para toda la vida? Yayoi Kusama, icono pop y del arte de vanguardia, muere a los 97 años El dilema del coche eléctrico en España El rubor de un Presidente
O Major-General do exército português Carlos Branco que tem partilhado periodicamente na RFI as suas análises sobre os conflitos vigentes no Médio Oriente e entre Kiev e Moscovo, lançou no passado mês de Julho um livro especificamente dedicado às raízes da guerra na Ucrânia. Intitulado "Ucrânia, variações de uma guerra inacabada", este livro compila uma série de artigos que o Major-General publicou nestes últimos anos sobre a história recente da Ucrânia. Autor de cinco livros publicados sobre a Guerra Fria, o Afeganistão, ou ainda sobre o conflito na ex-Jugoslávia, o Major-General Carlos Branco analisa ao pormenor e desfaz o discurso oficial em torno do conflito na Ucrânia, baseando-se em fontes documentais e na sua experiência em diversas organizações internacionais, nomeadamente a Aliança Atlântica, no seio da qual ocupou o cargo de Director da Divisão de Cooperação e Segurança Regional, do Estado-Maior Militar Internacional da NATO, em Bruxelas. Em entrevista à RFI, o Major-General Carlos Branco começa por apresentar no que consiste a sua obra sobre a Ucrânia. RFI: Do que fala concretamente o seu livro? Major-General Carlos Branco: Este livro é a compilação de mais de 70 artigos que eu fui publicando sobre o tema da guerra na Ucrânia, com uma série de artigos anteriores ao início da guerra propriamente dita em 2022, artigos publicados a seguir a 2014. Porque, na prática, a guerra não começa em 2022, começa em 2014 e é fundamentalmente uma reflexão no seu conjunto, claro, de uma uma interpretação realista das relações internacionais aplicadas ao caso concreto da guerra na Ucrânia. Basicamente, é uma análise centrada no papel das grandes potências na cena internacional. Neste caso concreto, o papel dos Estados Unidos e da Rússia e, no fundo, apresentar este conflito fundamentalmente com duas vertentes: a vertente internacional que envolve a afirmação hegemónica dos Estados Unidos. É apenas um capítulo, a guerra na Ucrânia, como outros, o Irão, como agora mais recentemente estas iniciativas para a Gronelândia, o controlo da Venezuela, o controlo do Canal do Panamá, etc. Portanto, uma dinâmica de conflito entre grandes potências e, nesse caso, uma tentativa dos Estados Unidos chegarem às fronteiras da Rússia, algo que uma grande potência não autoriza, não autoriza a Rússia, como também não autorizam os Estados Unidos, como também não autoriza a China. E depois há a outra dinâmica, que é um conflito que é fundamentalmente interno na Ucrânia, entre os diferentes grupos ucranianos. Porque a Ucrânia não é um país uno, é um país multinacional, é um país com vários grupos étnicos. E o que nós estamos a assistir é a tentativa de um grupo prevalecer relativamente aos outros, impondo-lhes uma série de coisas que para eles são inaceitáveis. Podíamos começar pelo exemplo da língua. O grupo que nesta altura se encontra no poder na Ucrânia, tenta que a língua ucraniana seja a única língua falada na Ucrânia. Quando nós sabemos perfeitamente que por toda a Europa democrática existem vários países multilingues e isso não é de modo nenhum uma excepção. São vários os países em que isso acontece. Não se compreende porque é que isto também não acontece na Ucrânia, um país que tem vários grupos étnicos e linguísticos. Portanto, a estes dois confrontos, este segundo confronto acabou por ser um confronto Ucrânia-Rússia. Uma vez que a esmagadora maioria da população do leste da Ucrânia é a população russa. Quando a população russa começou a ser atacada no rescaldo de um golpe de Estado de 2014 que derrubou um governo, um Presidente da República democraticamente eleito e instrumentalizado, sem qualquer margem para dúvidas e com a imensa evidência, por parte dos Estados Unidos, essas populações naturalmente reagiram. E houve, portanto, depois, uma solidariedade russa entre Moscovo e os seus 'irmãos' russos, que se encontravam inseridos na Ucrânia. Portanto, o livro elabora muito à volta dessas duas dinâmicas. Como é que elas se interceptam, como é que elas se influem mutuamente e como é que, em última análise, uma acaba por servir de instrumento à materialização da outra. Concretamente, refiro-me ao projecto hegemónico norte-americano que procura impor à Rússia uma derrota estratégica. Uma derrota estratégica essa que terá seguramente várias matizes, mas que fundamentalmente passa por colocar um governo que lhe seja favorável no Kremlin. E, portanto, a partir daí, desenvolver todas as suas acções, nomeadamente no domínio económico, do controlo energético, etc, etc. Se isso acontecesse, seria um controlo mundial por parte dos Estados Unidos e isso não vai acontecer. O que é de salientar, é mais um erro de cálculo estratégico dos Estados Unidos que nos tem vindo a habituar. Tiveram erros de cálculo no Vietname, no Afeganistão, no Iraque, na Líbia. É mais um erro de cálculo estratégico no Irão, porque as coisas saíram quase que diametralmente opostas àquilo que eles queriam fazer. E é sempre a mesma tentativa de substituir um governo por outro que lhe seja favorável. E a partir daí, conseguem manobrar. Foi o que fizeram em Kiev. E portanto, Kiev, na prática, é peão deste grande xadrez entre as grandes potências. RFI: Precisamente, desfaz uma série de mitos em torno das raízes da guerra, aquilo que foi apresentado como uma revolução em 2014, também desfaz os mitos sobre o que acontece dentro da própria Ucrânia, também sobre o estado da oposição dentro da Rússia e também dos próprios interesses, não só dos Estados Unidos, como também da Europa. No meio deste conflito, como é que está a Europa no meio disto tudo? Major-General Carlos Branco: A Europa está num beco sem saída porque com estes dirigentes que estão no poder nesta altura, é difícil ver uma saída para este conflito. Inicialmente, a Europa acabou por aliar-se aos Estados Unidos e apoiar os Estados Unidos neste esforço contra a Rússia. Temos presente, por exemplo, a questão das sanções, etc. Mas a Europa, no meio disto tudo, foi extremamente prejudicada. Por exemplo, a questão energética. O modelo de desenvolvimento industrial europeu baseava-se muito na energia barata que era fornecida pela Rússia e isso acabou. E nós sabemos quem é que fez isso. Os Estados Unidos não permitiram que existisse essa relação entre a Europa, mas fundamentalmente, entre a Alemanha e a Rússia. Isso não é nada de agora, é uma coisa antiga. E a Europa, nesta altura, acaba por, em termos energéticos, consumir muito mais caro. O gás natural, vai comprá-lo aos Estados Unidos e não só, mas é muito mais caro e está a ter grandes dificuldades do ponto de vista do desenvolvimento económico e industrial, fundamentalmente porque não tem as matérias-primas que são indispensáveis para o novo paradigma económico, que passa fundamentalmente pela computação, a computação quântica, grande consumo de dados e a Europa não tem terras raras, para não falar na questão energética. Portanto, tem uma grande dependência. Mas o que é curioso é que a Europa está a falar para dentro, porque quando fala de autonomia, tem que perceber que não é autónoma e portanto, tem que considerar este elemento no processo de decisão e provavelmente terá que se adaptar do ponto de vista das políticas. Mas eu acho que o problema da Europa não é só a questão das matérias-primas. Repare, se nós tivermos em consideração as grandes tecnológicas mundiais, as 'sete magníficas' são todas americanas e nenhuma delas é europeia. E além disso, temos também a juntar-se a este grupo de grandes tecnológicas, também as chinesas. E quando falamos, por exemplo, de 'chips', a Europa é absolutamente deficitária nessa matéria. E se quisermos fazer uma análise mais profunda e verificarmos, por exemplo, as patentes nos mais variados domínios registadas pelos europeus e registadas pelos americanos e pela China, então pela China, muito mais, nós cada vez percebemos que existe uma 'décalage' aí. Repare, há cerca de talvez 20 anos, o PIB agregado da Europa era muito semelhante ao dos Estados Unidos. Hoje é cerca de dois terços. Portanto, quando falamos em dados concretos, nós podemos ter uma dimensão despida de preconceitos ideológicos e perceber que a Europa está numa regressão. Portanto, devia ter tomado uma série de medidas que pudessem inverter esse caminho. Mas as pessoas que estão nesta altura à frente da União Europeia e também dos países da Europa, não são pessoas qualificadas e, portanto, o caminho é escuro. Por exemplo, o comportamento da Europa relativamente a esta guerra na Rússia é uma coisa absolutamente difícil de explicar. RFI: Precisamente, no seu livro fala da deterioração das relações da Europa não só com a China, mas também com a Rússia. E, portanto, tendo em conta que a Europa, ou pelo menos os seus dirigentes, conhecem qual é a agenda dos Estados Unidos relativamente a este conflito, como é que se explica que hoje em dia, os líderes europeus, nomeadamente do Reino Unido, da Alemanha e da França, estejam actualmente com um discurso que tende a dar crédito à possibilidade de um conflito aberto com a Rússia? Major-General Carlos Branco: A explicação é difícil. Há várias possíveis. Uma delas é o facto de terem prometido às suas populações mundos e fundos e agora têm um nada para lhes dar. Não têm nada para lhes dar porque andaram a enganar as suas populações. Andaram a dizer que a Rússia não tinha mísseis, não tinha tecnologia, era apenas uma estação de serviços com armas nucleares. Portanto, deram uma imagem absolutamente errada da situação. Inclusivamente alinharam também num erro de cálculo estratégico, descurando a história. E nós sabemos o que tem sido o comportamento dos europeus relativamente às diferentes Rússias desde o século XVII que tem havido sempre tentativas de invasão da Rússia. A última foi no século XX, esta levada a cabo pelo presidente Biden. Era mais uma aventura, mas essa aí a iniciativa vinha do outro lado do Atlântico. A situação dos europeus relativamente à Rússia é diferente de país para país. Há um ódio visceral entre os russos e os ingleses. Relativamente à Alemanha, a situação tem outros matizes. Mas para responder à sua questão, esta gente andou a dizer que o caminho era a vitória, que íamos ser todos muito felizes e iriam fazer-se grandes negócios na Rússia, aliás, preferencialmente provocando a implosão da Federação e fazer negócios com as diferentes federações e ganhar muito dinheiro. Onde é que estamos? Agora estamos passados cinco anos numa Rússia que está na mó de cima do ponto de vista militar, como do ponto de vista económico, independentemente dos ataques que sofreu na sua profundidade, fundamentalmente nos últimos dois meses, o que é um facto, é que a Rússia não vai claudicar. E cada vez apresenta uma capacidade bélica maior. Como se está a verificar agora, há quase uma semana que Kiev está em permanente ataque e parece que estes dirigentes não perceberam ainda que se atingiu o 'impasse doloroso' e que se calhar, era altura de negociar. Era a altura de falar, era altura de pôr a diplomacia em cima da mesa. Mas isso não vai acontecer porque não estou a ver a Kaja Kallas (chefe da diplomacia da UE) com os requisitos mínimos para se encontrar na função em que se encontra. Tivemos, aliás, uma coisa absolutamente chocante. Houve uma reunião dos ministros das Finanças do G20 (esta semana) nos Estados Unidos. Repare bem nisto: o ministro das Finanças russo foi convidado pelo ministro das Finanças americano porque os Estados Unidos eram a nação anfitriã do evento e os países europeus recusaram-se a tirar uma fotografia dos participantes na reunião. Portanto, com esta gente, não vai haver nunca diplomacia. A situação vai-se agravar ou vai continuar. A isto acrescentam-se as iniciativas de Trump relativamente ao Médio Oriente, o petróleo, independentemente daquelas tiradas de Trump para que o petróleo afinal suba menos um bocadinho. O que é um facto é que continua a subir a inflação na Europa, salvo erro, já vai na casa dos 3% e eu não vejo como é que isto vai ser revertido, porque os europeus parecem estar empenhados em ir para o confronto militar. E hoje tivemos este caso absolutamente estúpido o argumento do tal drone que os alemães não conseguiram descobrir quem e que lhes rebentou com o Nord Stream (gasoduto Alemanha-Rússia), mas descobriram agora, passado um mês, que teria sido a Rússia, mas não apresentaram provas. Eu não estou a dizer que não foram os russos que fizeram aquilo, embora eu não perceba para quê. Eu não entendo. Mas não vamos excluir a possibilidade de terem sido os russos. Apresentem provas. Isso é a primeira questão. Mas isto só está a ser trazido ao de cima, porque Merz (o chanceler alemão) leva nesta altura cerca de 20 pontos de atraso relativamente à AFD (partido de extrema-direita) e vai ter eleições dentro de menos de uma semana. Isto é que é o problema e portanto estão a utilizar uma situação destas para procurar tirar benefícios em termos de política interna. Não há outra palavra. Mas isto cria dinâmicas. Por exemplo, ouvimos o secretário-geral da NATO a fazer uma série de afirmações absolutamente ignóbeis que, no fundo estava a alinhar com esta farsa toda e no fundo a criar situações que depois são extremamente difíceis de serem revertidas. RFI: No seu livro diz que no começo do conflito tinha havido uma possibilidade de eventualmente se chegar a um acordo de paz que foi impossibilitada, nomeadamente por líderes europeus, que convenceram Zelensky de que poderiam ter um acordo melhor e, portanto, relativamente a esta situação, quais são as possibilidades que existem neste momento de eventualmente negociar, sentar à mesa, discutir, chegar a um acordo? Major-General Carlos Branco: Eu vejo isso de forma muito remota. Isso só será possível, isso que eu vou dizer é incómodo, mas penso que nesta altura não há outra volta que é a vitória militar de uma das partes. Só haverá negociações quando se atingir aquilo que se chama de 'impasse doloroso', quando as partes perceberem que têm mais a ganhar à mesa das negociações do que no campo de batalha. Quando psicologicamente interiorizarem essa situação -e é o que nós dizemos- atingiu-se a maturidade e, portanto, há portas abertas para se avançar nesse caminho. Agora estamos longe de isso acontecer, porque a Ucrânia está a ser partida todos os dias. Há um sofrimento brutal para o povo ucraniano, mas os seus dirigentes estão a alimentar uma situação que está perdida. E eu sublinho isto. Mas vai ser até ao último ucraniano. Exactamente. Estes líderes não têm maturidade para perceber isto que eu estou a dizer e portanto vão continuar até ao fim. Para isto contribui também o papel dos europeus, porque se os europeus não dessem fogo a esta fornalha, se não criassem nos ucranianos o sonho de que isto pode ser revertido, de que podem derrotar a Rússia, quer dizer, eu não consigo perceber como é que isso acontece. O próprio chefe de gabinete do presidente Zelensky, Kyrylo Budanov, mas não só, foi também o seu lugar-tenente, que vieram dizer que a Ucrânia precisa de 30.000 soldados por mês. Não sou eu que digo. Portanto, um país que se encontra numa situação destas, que tem largos milhões de cidadãos fora das suas fronteiras, que está a recrutar da forma que é conhecida, que as pessoas são apanhadas no meio da rua e levadas à força, um país que está numa situação destas, a meu ver, está numa situação de grande vulnerabilidade. Mas os seus dirigentes continuam a achar que não. 'Não, isto ainda a gente ainda pode ganhar'. Portanto, é exactamente por causa disso e pela irresponsabilidade do estímulo que é dado pelos presidentes europeus. Aliás, vimos agora quando foi das comemorações do 35.º aniversário da independência da Ucrânia e que foram lá uma série de dirigentes a Kiev. E eles estavam com uma cara muito sorridente a tirar uma fotografia com o presidente. E eu interrogo-me: estão sorridentes porquê? Quer dizer, isto é de uma falta de senso e de uma falta de capacidade de análise da situação. Esta gente não sabe o que é que está a acontecer. Vivem numa bolha exactamente por causa disso. O futuro não pode ser brilhante. Para já, veremos se não há nenhuma movimentação incauta por parte de determinados países da Europa e que venham depois chamar a NATO. Até porque a tentativa de envolver a NATO com este argumento do ataque directo e na tentativa de provocar o artigo quinto (defesa colectiva no caso de um membro ser atacado), já houve várias. Portanto, nós estamos recordados quando houve o míssil ucraniano que caiu na Polónia e que matou, salvo erro, dois agricultores (em Novembro de 2022). O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco e a Ucrânia começaram logo a dizer 'isso foi à Rússia, foi à Rússia' e, portanto, já abriu portas para Zelenksy, porque sabe que não consegue sozinho ganhar a guerra. Precisa dos europeus. E o Biden veio mandá-los calar. Objectivamente, foi isso que aconteceu. Portanto, não alinhou nesse projecto porque o que queria, não era criar uma guerra na Europa. O que queria era remover o Putin do poder e colocar lá um seu apaniguado. Mas é que as pessoas às vezes não conseguem distinguir uma coisa da outra. Aliás, isso é outra coisa importantíssima. Biden nunca esteve muito empenhado na vitória militar da Ucrânia. Isso é outra questão que está profusamente documentada. O que ele queria era provocar uma alteração do poder em Moscovo. São coisas diferentes. poderão ter caminhos paralelos, poderão interceptar-se nalgumas fases, mas são coisas diferentes porque, em última análise, o objectivo estratégico é distinto. Portanto, não ter clarividência sobre esta matéria é dramático. RFI: Outro aspecto também importante do seu livro tem a ver com a forma como também são apresentados os acontecimentos pela comunicação social aqui na Europa. É bastante crítico relativamente ao papel da comunicação social. Major-General Carlos Branco: Sim, é verdade. A comunicação social está, com algumas excepções, mas muito reduzidas, plenamente alinhada com uma das partes, está entrincheirada e, portanto, não é um espaço de debate sobre o que está a acontecer, mas é fundamentalmente um espaço onde se divulga de uma forma exclusiva e frequentemente propagandística, os pontos de vista de uma das facções. E o espaço de debate está extremamente reduzido. E muitas das vezes quem tem uma opinião que não coincide com a do meio, acaba por ser marginalizado. Associado a isso, a União Europeia tem-se tornado cada vez mais um organismo autoritário, porque há indivíduos que tiveram maior protagonismo no espaço público e o que lhes aconteceu foi inclusivamente congelarem-lhes as contas bancárias. Portanto, isto que está a acontecer é uma deriva autoritária na qual a comunicação social está a alinhar. Relativamente a estas matérias, não vi estas notícias na televisão e muito menos manifestação de desconforto e de discussão destes assuntos, porque estes assuntos são cruciais. Os americanos saberão muito bem o que aconteceu no rescaldo do 11 de Setembro e as tentativas de calar opiniões, críticas e outras opiniões, vamos pôr isto nesses termos, e a Europa vai por esse caminho.
Este 1 de septiembre, los alumnos franceses vuelven a las aulas. Entre los grandes temas de este inicio de curso escolar está la prohibición, de momento fallida, de las redes sociales para los menores de 15 años. Por Ricardo Dorado Los niños y niñas franceses le pueden dar las gracias al Consejo Constitucional. Los sabios, como los llaman en este país, han considerado inconstitucional la propuesta de ley del Gobierno para prohibir las redes sociales a los menores de 15 años. Una decisión que supone un revés para Emmanuel Macron, que había convertido esta prohibición en una de sus principales apuestas para el final de su mandato. Ahora el presidente le ha pedido a su primer ministro, Sébastien Lecornu, que prepare un nuevo texto más robusto. “Como una zona de confort” Tara es una de las menores que se habría visto afectada por la prohibición: “Desde nuestro punto de vista, prohibir las redes sociales no sería una muy buena idea, porque siempre habrá jóvenes que buscarán otras alternativas para llenar este vacío después de que se las haya retirado. Y serán forzosamente menos seguras y será más peligroso para ellos”, estima. “Las redes sociales pueden de alguna manera considerarse como una zona de confort para los jóvenes y prohibirles el acceso a estas plataformas no arreglaría nada. Todo lo contrario, los perjudicaría. Es verdad que las redes sociales pueden ser peligrosas, pero siempre hay un lado malo en la vida”, subraya la joven. El Consejo Constitucional considera que la prohibición vulnera la libertad de expresión y de comunicación de los menores, pero también el derecho a la vida privada. “Hay cosas más importantes” La madre de Tara, Mónica, lamenta la decisión del Tribunal Constitucional: “Para mí que un niño, un menor de 10, 11 años, pueda tener acceso a ese tipo de conversaciones no se me hace nada productivo. Se la pasan pegados en el teléfono únicamente viendo lo que hacen los demás, diciendo está bien o está mal y al final queriendo copiar. Entonces yo pienso que a esa edad hay otras cosas más importantes que tienen que aprender y en las que se deberían concentrar”, comenta. “Creo que el problema como padres que tenemos es que nos vemos confrontados a salir todos los días al trabajo. Entonces, para asegurarnos, nosotros mismos les damos ese medio, ¿no? Lo más que pudimos hacer era evitarles que accedieran a las redes sociales, se las estuvimos bloqueando”, agrega. Esta decisión se enmarca en un contexto internacional más amplio en el que se empieza a poner en el foco las consecuencias nefastas de dichas plataformas en la salud mental de los menores. Concretamente, en Estados Unidos, la empresa Meta se estuvo enfrentando a un juicio histórico en el que 29 estados la acusaban de diseñar Instagram y Facebook para que resultaran adictivos a los jóvenes. Con su propuesta, Francia sigue la línea política de Australia, que ya ha optado por la prohibición de las redes sociales a los menores de 16 años en diciembre de 2025, pero con resultados no satisfactorios.
Hace un mes, finalizaba la primera emergencia nacional motivada por los incendios forestales en nuestro país. Concretamente los que asolaron más de 70.000 hectáreas de Ávila, Toledo y la Sierra Oeste de Madrid. En esta última ponemos la vista, con nuestros invitados de hoy: dos apicultores que tienen colmenas en los términos municipales de San Martín de Valdeiglesias y Fresnedillas de la Oliva. Verónica Peña y José Giménez -presidente de Apiscam- nos cuentan cómo vivieron el incendio, los impactos que han tenido en su actividad y cómo afrontan el futuro.Escuchar audio
El Parlamento francés aprobó una inédita ley para frenar el fenómeno de la ultra fast-fashion, la moda ultrarrápida que termina alimentando los basurales del mundo entero con prendas nuevas de las últimas temporadas. Informe especial de Thea de Turckheim para RFI en español Francia se ha convertido en el primer país del mundo en crear una legislación que penaliza la ultra fast-fashion. La jurista experta Marie Tixier-Habar, miembro del Centro Europeo de los Consumidores, nos explica su contenido. «Esta ley define la moda ultraexprés, de la cual hasta ahora no teníamos una definición, y establece un marco para los productores que venden este tipo de prendas en el mercado francés. El objetivo es limitar al máximo la venta de este tipo de productos, previendo sanciones para estos vendedores, así como medidas relativas a la gestión de los residuos que generan posteriormente.» El gobierno galo está apuntando en particular contra el gigante chino Shein, que en 2025 abrió en París su primera tienda no virtual en el mundo (y fue un fracaso), y excluye, por ahora, a otros grandes actores del sector, como Zara, Uniqlo, Primark o H&M. Entrará en vigor a partir del 1 de septiembre de 2026. La denominada ultra fast-fashion va un paso más allá de la moda rápida tradicional. Gracias al análisis de datos y a una producción extremadamente acelerada, algunas plataformas son capaces de lanzar miles de nuevos modelos cada día a precios muy bajos. Este modelo tiene un importante impacto ambiental, tanto por el uso de recursos como por la enorme cantidad de residuos que produce. Para limitar la generación de residuos, el sistema prevé multas progresivas por prenda destruida. Podrán llegar hasta los 20 euros por unidad en 2030. Para quienes consumen esos productos cotidianamente, es un cambio repentino. ¿Pero cuáles serán realmente las consecuencias para ellos? Marie Tixier-Habar indica que la ley se basa en dos ejes: menos publicidad y más información. «Concretamente, se trata de la desaparición de la publicidad para este tipo de marcas, tanto por parte de los influencers como de los medios más tradicionales. Pero también de que los consumidores dispongan de más información sobre el origen del producto, sobre cómo puede ser reciclado o reutilizado y sobre su composición.» En la tienda de segunda mano Bis Boutique Solidaire, en el noreste parisino, los empleados están todos al tanto de esta nueva ley contra la fast fashion. Para ellos, es un cambio significativo. Pero antes de la aprobación de esta ley ya tenían una clientela fiel, con buenas razones para comprar ropa de ocasión. Violaine, responsable del negocio, tiene muy claro cuál es la principal. «La segunda mano, para cada vez más gente, empieza a convertirse en un reflejo. Pienso que es sobre todo por una cuestión de precio, porque la vida es cada vez más cara y quieren productos muy lindos a menor coste. Y para muchos, la segunda mano ha evolucionado: en las mentalidades, ya no es esa cosa sucia en la que hay que rebuscar… Puede haber tiendas bastante agradables donde todo está bien presentado.»Esta legislación podría entonces incitar a los franceses a vestirse de manera más responsable. Jules abrió hace poco el "Atelier Lune", su propio negocio de prendas de segunda mano en el barrio de Montmartre. Las elige con esmero y presta una atención particular a los materiales y al saber hacer. «Hay muchísima gente que no se da cuenta de lo que supone coser una prenda… Realmente se trata de consumir mejor, pero menos. Y luego, en realidad, ¡cuidarla! Hacerse las preguntas adecuadas cuando se compra algo. También está la parte del reciclaje: que después sea posible donarla, pasarla a otra persona, porque es de buena calidad y dura toda la vida. Me parece súper importante frente a la fast fashion, donde las prendas duran un año o dos.»
Bienvenidos al podcast donde hablamos de accesibilidad y productos de Apple con la sinceridad que te mereces y un toque de humor para hacerlo más ameno. Reflexionamos, exploramos y, sobre todo, nos divertimos mientras descubrimos cómo la tecnología puede ser más inclusiva y accesible para todos. ¡Únete a nosotros y déjate sorprender! En este episodio celebramos un pequeño gran hito: ¡ya hemos superado los 200 episodios de nuestro podcast! Concretamente, este es el episodio 202, después de varios años compartiendo noticias, opiniones, demostraciones y muchas risas. Como siempre, repasamos la actualidad del mundo Apple. Hablamos de la Beta 4 de iOS 27, las últimas novedades que siguen llegando al sistema y la subida de precio de Apple Music. También comentamos algunos rumores sobre nuevos modelos de iPhone y una posible suscripción para renovar dispositivos con mayor frecuencia. Además, hablamos de algunas novedades relacionadas con ChatGPT y su nuevo modo de voz, así como de otros temas tecnológicos que han ido apareciendo durante la semana. Y, por supuesto, no faltan nuestras opiniones, el buen humor de siempre y alguna que otra crítica cuando creemos que toca hacerla. Enlaces comentados durante el episodio: • iOS 27 Beta 4 https://cincodias.elpais.com/smartlife/smartphones/2026-07-21/ios-27-beta-4-llegada-oficial-novedades.html • Apple Music sube de precio https://cincodias.elpais.com/smartlife/lifestyle/2026-07-18/apple-music-sube-precio.html • Cambios en la Beta 4 de iOS 27 https://www.applesfera.com/ios/no-dramas-ios-26-ios-27-hay-movida-beta-4-acaba-hacer-anicos-efecto-al-bloquear-iphone • Rumores sobre una suscripción para renovar dispositivos Apple https://www.applesfera.com/rumores/rumores-iphone-caros-se-filtra-nuevo-apple-suscripcion-para-renovar-dispositivos-frecuencia Métodos de contacto. manzanitaaccesible@gmail.com https://lnk.bio/lamanzanitaaccesible Gracias por escucharnos, un saludo de parte de todo el equipo.
Como siempre, dedicaremos la primera parte del programa a comentar la actualidad. Primero, echaremos un vistazo a dos guerras por elección. Ambas comenzaron con la expectativa de una victoria rápida: una por parte de Putin, y la otra por parte de Trump. Después, discutiremos una polémica sobre los médicos cubanos que proporcionan atención médica de urgencia y otros servicios médicos en Calabria, Italia. La siguiente discusión será sobre el Índice de Desempeño Ambiental 2026, publicado la semana pasada. Me enorgullece decir que los países europeos encabezan el índice. Y, para acabar, hablaremos sobre las finales de Wimbledon, que fueron disputadas el pasado fin de semana. El resto del episodio de hoy lo dedicaremos a la lengua y la cultura españolas. La primera conversación incluirá ejemplos del tema de gramática de la semana, Imperative Mood - Part II. En esta conversación hablaremos de la Inteligencia Artificial en los adolescentes. Concretamente en el mundo de la Educación. Hoy en día, tanto los docentes como los alumnos usan esta herramienta. Sin embargo, quizá dentro de unos años nos arrepentiremos de haberla empezado a usar en las aulas, tal como pasó con el móvil hace unos años. Y, en nuestra última conversación, aprenderemos a usar una nueva expresión española, Sin ton ni son. Hablaremos de la gastronomía española: en qué regiones de España se come mejor, si se come mucho o quizá demasiado, y especialmente si es mejor apostar por la gastronomía de vanguardia o la tradicional. Cada una de ellas aporta algo distinto al comensal, pero también a la economía del país. Recordemos que la gastronomía española representa el 27% del Producto Interior Bruto nacional, generando muchos empleos. Putin y Trump están ambos enmarañados en guerras supuestamente cortas y victoriosas EE. UU. presiona a la región más pobre de Italia para que deje de depender de los médicos cubanos Los países europeos encabezan el Índice de Desempeño Ambiental 2026 Wimbledon 2026 muestra determinación y resiliencia en las remontadas La Inteligencia Artificial y los adolescentes españoles ¿Gastronomía de vanguardia o tradicional?
Ogni problema ha la sua soluzione. Ma non tutte le soluzioni sono uguali. E non sempre, è facile riconoscere quelle giuste. Risolvere, concretamente, significa sapere che strada devi seguire, quale sia la soluzione migliore, ma anche, le altre che migliori non sono, e poi, attivarti per cambiare le cose. Che cambiano, tanto quanto cambi tu. Ci sono degli approcci che ti permettono di risolvere ed evolvere, ed altri, che non ti portano davvero oltre. In questa puntata ti dico qual è il punto di partenza fondamentale per risolvere, nel modo migliore, ogni problema, che vale per tutti, anche per te. Ma per poterlo praticare c'è una scelta sostanziale da fare. Perché ogni soluzione inizia nel momento della decisione.- Leggi/ascolta: https://annarosapacini.com/problem-solving/ - Qui puoi iscriverti a “Comunicare per essere®”: https://annarosapacini.com/podcast/ una via di evoluzione personale profonda, per una vita che ti corrisponda - Counselcoaching, comunicazione valoriale, relazioni, professione, benessere. Scrittura evolutiva®, Grafologia evolutiva®, Pedagogia evolutiva®, metodi esclusivi, soluzioni e percorsi sempre su misura. Per informazioni https://annarosapacini.com/contatti/ - YouTube https://www.youtube.com/@AnnarosaPacini - Rinforza la tua motivazione e la tua visione interiore: seguimi sul tuo social preferito, cerca @AnnarosaPacini
Jaume Segalés y su equipo analizan los temas de actualidad y comentan la agenda cultural.‘Farsa y licencia de la reina castiza' Sátira despiadada de la España isabelina, escrita en 1920 por el maestro del esperpento y la ironía, Ramón María del Valle- Inclán, que la compañía Nao d´amores representa hasta el 26 de julio en la Sala Margarita Xirgu del Teatro Español con funciones de martes a domingos a las 19:30. La obra trata sobre un pícaro que llega a la corte de Isabel II con la intención de chantajear a la reina con un material comprometedor. Concretamente con unas cartas de amor de contenido escandaloso firmadas por la propia reina. El rey, al enterarse, busca obtener su propio beneficio con la situación, lo cual desencadena diversas intrigas palaciegas. Las distintas camarillas de la corte se enfrentan en un ambiente de corrupción y doble moral, pero finalmente aceptan el chantaje y se unen para ocultar sus miserias. Entrevistamos a la adaptadora y directora, Ana Zamora, ganadora del premio Nacional de Teatro 2023.Bus-VAO de la A-2 Entrevistamos a la concejala de Urbanismo, Infraestructuras, Vivienda y Movilidad del Ayuntamiento de Alcalá de Henares, Cristina Alcañiz, ya que la edil ha solicitado al Ministerio de Transportes y Movilidad Sostenible y a la Dirección General de Tráfico que aplacen la puesta en marcha del carril Bus-VAO de la A-2 hasta que existan garantías suficientes de que esta medida no agravará los problemas de movilidad que ya sufren a diario los vecinos de Alcalá de Henares y del conjunto del Corredor.Enoturismo en Madrid La Comunidad de Madrid ha lanzado el Plan de Digitalización y Promoción del Enoturismo con una inversión de un millón de euros procedentes de fondos europeos. Esta iniciativa, englobada en el programa Pueblos con Vida, busca modernizar y dar visibilidad a 44 pequeñas bodegas de la Denominación de Origen Vinos de Madrid ubicadas en municipios rurales de menos de 20.000 habitantes. El proyecto se gestiona a través de una aplicación móvil con una asistencia virtual que guía al usuario por los viñedos, reservas online, catas virtuales con códigos QR y control de aforos. La Comunidad de Madrid también colabora con la Asociación Madrid Rutas del Vino, destinando más de 300.000 euros de ayuda directa para reformar instalaciones y salas de cata en los pueblos más pequeños. Entrevistamos al presidente de la Asociación Madrid Rutas del Vino (también conocida como Madrid Enoturismo) y de la Denominación de Origen Vinos de Madrid, Francisco José García Paredes.
Este es el error 21 de 21 de esta serie especial en donde hemos estado detectando pensamientos que nos hacen acumular peso. Y el pensamiento con el que quiero cerrar esta serie es este: "Nunca termino lo que empiezo." Quiero preguntarte algo. ¿Te has descubierto diciéndote esto? Porque quiero compartirte que es uno de los pensamientos que más escucho dentro de Mi Mejor Versión. Y curiosamente no aparece cuando todo va mal. Aparece cuando una mujer iba muy bien. Cuando llevaba varios días cuidándose. Cuando estaba avanzando. Y de pronto... aparece la imperfección. Un día diferente. Una comida diferente. Una decisión que no salió como esperaba. Y entonces llega esa voz que dice: "¿Ya ves? Nunca terminas lo que empiezas." Y lo más impresionante es que nos la creemos. Nos la creemos al cien por ciento. Aunque tengamos evidencia de todo lo contrario. Mujeres que terminaron una carrera. Que han sacado adelante una familia. Que han construido un negocio. Que han atravesado momentos dificilísimos. Y aun así se siguen diciendo: "Yo nunca termino lo que empiezo." Yo también me repetía esa historia. Y durante mucho tiempo la di por verdadera. Hasta que entendí algo. Una historia que has repetido muchas veces no necesariamente es verdad. Solo significa que la has repetido muchas veces. Y aquí quiero compartirte lo que para mí ha sido uno de los descubrimientos más importantes acompañando a cientos de mujeres. Muchas creemos que lo más difícil de este camino es decirle que no al pastel. O no comernos las papitas. O seguir un plan de alimentación. Yo ya no lo creo. Lo más difícil es otra cosa. Lo más difícil es que llega un día en el que no hacemos las cosas perfecto... y aun así seguir creyendo en nosotras. Bajarle el volumen a esa voz que dice: "Ya ves... eres un caso perdido." "Nunca terminas lo que empiezas." Eso sí es incómodo. Pero también es ahí donde empieza el verdadero crecimiento. Y eso es justamente lo que comprobamos una y otra vez dentro de Mi Mejor Versión. No aprendemos a hacerlo perfecto. Aprendemos a dejar de abandonar el camino cada vez que aparece la imperfección. Porque vivir teniendo al peso como el proyecto de nuestra vida... es profundamente desgastante. Sí, queremos lograr un peso que nos haga sentir bien. Claro que sí. Pero no a costa de seguir viviendo peleadas con nosotras mismas. Mi deseo es ayudarte a que el peso deje de ser el centro de tu vida. Que aprendas a entender tu cuerpo. A confiar en él. A cuidarlo. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "A mí siempre me pasa lo mismo." Por un: "Abrazo mi imperfección y sigo adelante." Porque tu historia no termina donde has estado. Tu historia continúa donde decides seguir avanzando. Y si durante estos 21 episodios te viste reflejada… si más de una vez sentiste que estaba describiendo tu historia… quiero invitarte a dar el siguiente paso. Las puertas de Mi Mejor Versión ya están abiertas. Visita monicasosa.com/mimejorversion. No vas a empezar una dieta más. Vas a empezar a crear una relación diferente contigo, con tu cuerpo y con la comida. Vas a empezar a crear tu mejor versión. Y además, este es un muy buen momento para hacerlo, porque puedes aprovechar el precio de lanzamiento que estamos ofreciendo. No esperes a que pase el verano, a que llegue el lunes o a que empiece el siguiente mes. Tu mejor versión no necesita una fecha perfecta para comenzar. Me encantará acompañarte. Te espero en monicasosa.com/mimejorversion. Te espero
Este es el error 20 de 21 de esta serie especial en donde estoy compartiendo pensamientos que nos hacen acumular peso. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "No me da la vida para cuidarme." Y sí. A veces la vida se siente así. Hay responsabilidades. Pendientes. Personas que amamos. Situaciones inesperadas. Pero quiero invitarte a notar algo. Cuando nos repetimos: "No me da la vida." Terminamos sintiéndonos sin tiempo, sin energía y sin opciones. Y desde ahí es muy fácil abandonarnos. Por eso hoy quiero proponerte un pensamiento diferente: "Hoy sí puedo cuidar un poquito de mí." Respira. "Hoy sí puedo cuidar un poquito de mí." Porque quizá hoy no puedes hacerlo todo. Pero sí puedes hacer algo. Y muchas veces ese algo es suficiente para volver a conectar contigo. Este tema es tan importante que le dediqué un episodio completo del podcast titulado justamente: "No me da la vida." Te invito a escucharlo. Porque descubrirás que muchas veces no se trata de que no tengas tiempo para cuidarte. Se trata de revisar en dónde estás poniendo tu energía. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "No me da la vida para cuidarme." Por un: "Hoy sí puedo cuidar un poquito de mí." Con mi cariño, Tu coach, Mónica Sosa.
Hoy comparto contigo este que es el error 19 de 21 de esta serie especial. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "No, no, no. A mí hablarme bonito no me sirve. Yo necesito disciplina." Y quiero invitarte a cuestionar esta idea. Porque muchas de nosotras hemos vivido creyendo que la manera de lograr resultados es siendo más duras con nosotras mismas. Exigiéndonos más. Presionándonos más. Criticándonos más. Y sí, quizá eso funciona por un tiempo. Pero también cansa. Agota. Y muchas veces termina alejándonos exactamente de lo que queremos crear. Porque una cosa es ser responsable. Y otra muy distinta es vivir peleada contigo misma. Y aquí está la diferencia que me parece importante hacer. No se trata solamente de hablarte bonito. No se trata de repetir afirmaciones frente al espejo y ya. Se trata de observar desde qué espacio estás tomando acción. Porque no es lo mismo hacer ejercicio desde: "Tengo que hacerlo porque estoy fatal." Que hacerlo desde: "Quiero cuidar de mí." No es lo mismo elegir una comida desde el castigo. Que elegirla desde el respeto. No es lo mismo vivir desde la exigencia. Que vivir desde la responsabilidad. Y sí, los resultados también son diferentes. Por eso hoy quiero invitarte a practicar este pensamiento: "Elijo moverme desde el amor y no desde la exigencia." Respira. "Elijo moverme desde el amor y no desde la exigencia." Porque cuando soltamos ese estrés innecesario que genera la pelea constante con nosotras mismas... descubrimos algo muy poderoso: Que sí podemos crear nuestra mejor versión. Y además disfrutar el camino. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "Yo necesito más disciplina." Por un: "Elijo moverme desde el amor y no desde la exigencia." Y observa qué cambia. Si quieres llevar a un siguiente nivel todo lo que comparto en el podcast y hacerlo vida, mantente al pendiente porque pronto podrás ser parte del más bonito espacio para lograrlo. Por lo pronto sígueme en instagram https://www.instagram.com/monicasosacoach Con mi cariño, Tu coach, Mónica Sosa.
Este es el error 17 de 21 de esta serie especial en donde estamos detectando pensamientos que nos hacen acumular peso y vivir este camino mucho más pesado de lo que realmente necesita ser. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "Si yo comiera todo lo que quisiera, engordaría muchísimo." Y quiero que notes algo. Este pensamiento nos coloca automáticamente en desventaja. Porque el mensaje de fondo es: "Yo no puedo confiar en mí." "Algo está mal conmigo." "Yo soy diferente." Y desde ahí, claro que terminamos viviendo entre el control y la resignación. Controlándome. O rindiéndome. Pero rara vez confiando en mí. Y hoy quiero proponerte algo diferente. ¿Qué tal si dejamos de repetirnos que somos el problema? ¿Qué tal si nos abrimos a la posibilidad de aprender a confiar más en nosotras mismas? Porque honestamente... ¿de verdad quieres vivir pensando que la vida es injusta contigo? ¿Que tu cuerpo está en tu contra? ¿Que tú eres la excepción? Yo no. Y no quiero eso para ti. Por eso hoy quiero invitarte a practicar este pensamiento: "Decido confiar en mí. Quiero confiar en mi cuerpo." Respira. "Decido confiar en mí. Quiero confiar en mi cuerpo." Y desde ahí, pausa. Escúchate. Pregúntate: ¿Tengo hambre? ¿Lo quiero? ¿No lo quiero? ¿Qué me haría sentir bien? Sin drama. Sin culpa. Sin juicio. Porque la libertad no está en comer todo lo que quieras. La libertad está en confiar en que puedes elegir. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "Si yo comiera todo lo que quisiera, engordaría muchísimo." Por un: "Decido confiar en mí. Quiero confiar en mi cuerpo." Prueba y comprueba cómo un pequeño cambio en tu manera de pensar puede transformar espectacularmente tu manera de vivir. Con mi cariño, Tu coach, Mónica Sosa.
Este es el error 16 de 21 de esta serie especial en donde estamos detectando pensamientos que nos hacen acumular peso y vivir este camino mucho más pesado de lo que realmente necesita ser. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "Sé lo que debería hacer y no lo hago" Quizá te suena más como: "Debería." Debería comer mejor. Debería bajar de peso. Debería hacer más ejercicio. Debería ser más disciplinada. Y quiero que notes algo. Hay mujeres que viven tan saturadas de "deberías" que llegan agotadas. No agotadas por lo que hacen. Agotadas por la conversación que tienen consigo mismas. Porque el mensaje constante es: "No es suficiente." "Tú no eres suficiente." "Necesitas hacer más." Y desde ahí es muy difícil sentir paz. Por eso hay un ejercicio que me encanta proponer dentro de Mi Mejor Versión. Si llevas días, semanas o años repitiéndote lo que deberías hacer... haz un acto de justicia. Equilibra esa energía. Y prueba repetir: "Soy suficiente." "Estoy haciendo suficiente." Respira. "Soy suficiente." "Estoy haciendo suficiente." Porque la energía que crea tu mejor versión no es la exigencia constante. Es la combinación de amor y responsabilidad. Y para responsabilizarnos no necesitamos atacarnos. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "Debería." Por un: "Soy suficiente. Estoy haciendo suficiente." Prueba y comprueba cómo un pequeño cambio en tu manera de pensar puede transformar espectacularmente tu manera de vivir. Con mi cariño, Tu coach, Mónica Sosa.
Este es el error 14 de 21 de esta serie especial en donde estamos detectando pensamientos que nos hacen acumular peso y vivir este camino mucho más pesado de lo que realmente necesita ser. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "Tengo que comer de todo hoy porque mañana empiezo la dieta." Y aunque quizá no lo dices exactamente así, quiero que notes cuántas veces aparece esta misma energía:
Este es el error 13 de 21 de esta serie especial en donde estamos detectando pensamientos que nos hacen acumular peso y vivir este camino mucho más pesado de lo que realmente necesita ser. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "Mi cuerpo no responde." "O hago un montón de esfuerzo y sigo igual." Y quiero que notes algo. Cuando pensamos así, es muy fácil caer en el desánimo. Es muy fácil sentir impotencia. Y desde ese espacio dejamos de ver algo muy importante. Dejamos de ver lo que sí está funcionando. Dejamos de ver lo que sí hemos avanzado. Dejamos de ver las pequeñas victorias. Y honestamente... cuando dejamos de ver nuestras victorias, también dejamos de sentir ganas de seguir adelante. Porque ¿quién quiere seguir esforzándose cuando siente que nada vale la pena? Por eso este pensamiento es tan peligroso. No porque sea verdad o mentira. Sino porque nos coloca en un estado que nos desconecta de seguir cuidándonos. Y aquí quiero proponerte algo diferente. Quiero invitarte a practicar la gratitud. Sí, la gratitud. Porque la gratitud tiene algo muy especial. La gratitud nos ayuda a ver lo que el desánimo no nos deja ver. Y no estoy diciendo que ignores la incomodidad. No estoy diciendo que finjas que todo está perfecto. Estoy diciendo que te permitas reconocer lo que sí hay. Lo que sí funciona. Lo que sí estás haciendo. Lo que sí has aprendido. Por eso hoy quiero invitarte a practicar este pensamiento: "Agradezco mi cuerpo y lo guío con amor, aun ante la incomodidad." Respira. "Agradezco mi cuerpo y lo guío con amor, aun ante la incomodidad." Porque eso es justamente lo que hacemos con alguien a quien amamos. No dejamos de acompañarlo porque esté batallando. No dejamos de creer en él porque el proceso esté siendo lento. Lo seguimos guiando. Lo seguimos cuidando. Y eso mismo podemos hacer con nuestro cuerpo. Porque cuando dejamos de pelear con él... empezamos a escucharlo. Cuando dejamos de exigirle... empezamos a acompañarlo. Y cuando dejamos de enfocarnos solamente en lo que falta... podemos reconocer todo lo que ya está bien. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "Mi cuerpo no responde." Por un: "Agradezco mi cuerpo y lo guío con amor, aun ante la incomodidad." Prueba y comprueba cómo un pequeño cambio en tu manera de pensar puede transformar espectacularmente tu manera de vivir. Si estás disfrutando esta serie, te invito a suscribirte al podcast para recibir una notificación cada vez que comparta un nuevo episodio. Puedes hacerlo en: www.monicasosa.com/podcast Y mantente muy pendiente... porque algo maravilloso viene para ti que estás decidida a crear tu mejor versión mucho más allá del peso. Con mi cariño, Tu coach, Mónica Sosa.
Este es el error 12 de 21 de esta serie especial en donde estamos detectando pensamientos que nos hacen acumular peso y vivir este camino mucho más pesado de lo que realmente necesita ser. Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "Las críticas me duelen más de lo que deberían" Y quizá no lo dices exactamente así. Pero alguien hace un comentario sobre tu cuerpo. Sobre tu edad. Sobre tu peso. Sobre lo que comes. Sobre una decisión que estás tomando. Y sin darte cuenta... empiezas a darle vueltas. Y vueltas. Y más vueltas. Y de pronto ya no estás pensando en lo que esa persona dijo. Estás pensando en lo que tú empezaste a creer acerca de lo que dijo. Y aquí quiero que pauses. Porque este tema es muchísimo más importante de lo que parece. Y además, casi nadie habla de esto. Nos enseñan a comer mejor. Nos enseñan a hacer ejercicio. Nos enseñan a seguir planes. Pero muy pocas veces nos enseñan qué hacer cuando alguien hace un comentario que nos duele. Y sí. A veces duele. A veces incomoda. A veces nos sentimos juzgadas. Yo no te voy a decir que no lo sientas. Porque sí se siente. Lo que sí quiero invitarte a hacer es algo diferente. Quédate contigo. Respira. Y observa qué pensamientos empiezas a repetir. Porque muchas veces el comentario dura unos segundos. Pero nosotras podemos pasar horas. Días. Incluso semanas. Repitiéndonos la historia. Y ahí es donde perdemos una cantidad enorme de energía. Energía que podríamos estar usando para cuidarnos. Para movernos. Para descansar. Para crear. Para disfrutar. Para vivir. Y en lugar de eso, seguimos atrapadas en una conversación que muchas veces ni siquiera sabemos si entendimos correctamente. Porque la verdad es que nunca podemos saber exactamente qué quiso decir alguien. Nunca podemos saber exactamente cuál era su intención. ¿Cuántas veces tú misma has dicho algo que fue interpretado de una manera totalmente distinta a lo que querías comunicar? A todas nos pasa. Por eso me gusta mucho recordar esto: No tomes personal algo que quizá nunca fue personal. Y aun si lo fue... sigue sin definirte. Porque aquí hay una verdad que ha transformado profundamente mi vida y la de muchas de mis clientas: No puedo controlar lo que alguien piensa de mí. No puedo controlar lo que alguien dice de mí. No puedo controlar cómo alguien me interpreta. Pero sí puedo elegir lo que pienso acerca de mí. Y esa libertad cambia todo. Por eso hoy quiero invitarte a practicar este pensamiento: "Les doy permiso de pensar lo que quieran de mí. Yo elijo lo que pienso acerca de mí." Respira. "Les doy permiso de pensar lo que quieran de mí. Yo elijo lo que pienso acerca de mí." Y nota cómo se siente. Porque cuando dejamos de intentar controlar lo que pasa afuera... recuperamos el poder de crear lo que pasa adentro. Y honestamente, esto es parte fundamental de crear nuestra mejor versión. No porque vayamos a lograr que nadie nos critique. Eso nunca va a pasar. Sino porque ya no necesitamos que el mundo entero nos apruebe para sentirnos bien con nosotras mismas. Y quiero decirte algo más. Este es uno de los temas que más trabajamos dentro de Mi Mejor Versión. Porque esto sí cambia vidas. Esto sí nos quita un peso enorme de encima. Esto sí nos ayuda a dejar de vivir reaccionando a lo que otros dicen para empezar a vivir conectadas con quienes realmente queremos ser. Y no puedo enseñarte todo lo que sé sobre este tema en un episodio de unos minutos. Pero sí puedo invitarte a empezar por aquí: La próxima vez que alguien haga un comentario que te incomode... antes de engancharte... quédate contigo. Respira. Y recuerda: Tú eliges lo que piensas acerca de ti. Concretamente, hoy te invito a cambiar el: "Las críticas me duelen más de lo que deberían" Por un: "Les doy permiso de pensar lo que quieran de mí. Yo elijo lo que pienso acerca de mí." Prueba y comprueba cómo un pequeño cambio en tu manera de pensar puede transformar espectacularmente tu manera de vivir. Si estás disfrutando esta serie, te invito a suscribirte al podcast para recibir una notificación cada vez que comparta un nuevo episodio. Puedes hacerlo en: www.monicasosa.com/podcast Y mantente muy pendiente... porque algo maravilloso viene para ti que estás decidida a crear tu mejor versión mucho más allá del peso. Con mi cariño, Tu coach, Mónica Sosa.
Y el pensamiento del que quiero hablar hoy es este: "Yo soy un caso perdido." Y quiero que notes algo. Muchas veces estamos haciendo cambios. Estamos aprendiendo. Estamos practicando. Y de pronto un día comemos sin pensar. O tenemos una semana más difícil. O la báscula sube. O nos sentimos inflamadas. Y entonces aparece el pensamiento: "Yo soy un caso perdido." Y aquí quiero que pauses. Porque el problema no es lo que pasó. El problema es la historia que empiezas a contarte acerca de lo que pasó. Porque una cosa es reconocer: "Esta semana fue diferente." Y otra muy distinta es concluir: "Yo no puedo." "Yo nunca voy a cambiar." "Yo soy un caso perdido." Y cuando nos creemos estos pensamientos... empezamos a actuar desde ellos. Nos desanimamos. Nos desconectamos. Nos dejamos de cuidar. Y terminamos creando exactamente aquello que más temíamos. Por eso me parece tan importante hablar de algo de lo que casi nadie habla: Las fluctuaciones son normales. Hay semanas más fáciles y semanas más difíciles. Hay momentos de mucha conexión y momentos de más distracción. Hay días en los que nos sentimos espectaculares y días en los que no tanto. Eso no significa que algo está mal. Eso no significa que vas para atrás. Eso no significa que eres un caso perdido. Significa que estás viviendo. Y por eso una de las habilidades más importantes que podemos desarrollar es dejar de creernos todo lo que pensamos. Porque no todo lo que pensamos es verdad. Y no todo lo que pensamos merece dirigir nuestras decisiones. La pregunta no es: "¿Por qué me pasó esto?" La pregunta es: "¿Qué información hay aquí para mí?" "¿Qué puede estar necesitando hoy mi cuerpo?" "¿Cómo si puedo crear mi mejor versión? Porque cuando dejamos de usar nuestras experiencias como evidencia de que estamos fallando... podemos empezar a utilizarlas como información para seguir creciendo. Y honestamente... eso cambia todo. Concretamente, te invito a cambiar el: "Yo soy un caso perdido" Por un: "Hoy me nutro con intención y con amor, no con perfección" Prueba y comprueba como es que cambiando nuestra manera de pensar, puede cambiar espectacularmente. Si estás disfrutando esta secuencia, te invito a suscribirte al podcast, para que recibas una notificación cada vez que comparta un nuevo episodio. Suscríbete dando click aquí www.monicasosa.com/podcast Y mantente al pendiente, porque algo maravilloso viene para tu que estás decidida a crear tu mejor versión mucho más allá del peso. Con mi cariño Tu coach Mónica
Quando parliamo della sovranità di un paese la prima cosa che viene in mente è la sicurezza delle frontiere e l'indipendenza di una nazione rispetto alle ingerenze estere. Con la digitalizzazione la certezza dei confini è però venuta meno. Infatti tanti nostri dati, anche informazioni sensibili, sono stoccati in banche dati di aziende estere, pensiamo in particolare al Cloud di Microsoft. Paghiamo molto per questo servizio e resta il timore che queste big tech potrebbero usare l'accesso privilegiato alle informazioni altrui a loro vantaggio. Al Consiglio degli Stati è in discussione una mozione, presentata da Heidi Z'graggen dell'Alleanza del Centro, per chiedere al Consiglio federale di ideare e promuovere un programma per incentivare e rafforzare la sovranità digitale in Svizzera. Concretamente occorrerà un finanziamento iniziale mirato per sviluppare dei progetti congiunti tra Stato, mondo economico e quello scientifico per aumentare le performance della Svizzera e la sua competitività nelle infrastrutture digitali, nella cybersicurezza e nel campo dell'intelligenza artificiale. Ne abbiamo discusso con: Mauro Poggia, Consigliere agli Stati del Mouvement des Citoyens Genevois e membro del Gruppo dell'Unione democratica di Centro Bruno Storni, Consigliere nazionale ticinese per il Partito SocialistaVi proponiamo anche un'intervista registrata a Franz Grüter, consigliere nazionale UDC
El Abierto de Hoy por Hoy con el Análisis de Estefanía Molina, Joan Subirats y Lourdes Pérez. En los documentos del sumario de la UCO también hay mensajes entre los que Leire Díez da a entender que Pedro Sánchez conocía estas operaciones que hacía la conocida 'fontanera del PSOE'. Concretamente citan un mensaje en el que la exmilitante dice: "ONE dice que seguir. Que estoy haciendo cosas grandes. Que no me rinda". Ese ONE sería, según la Guardia Civil, el propio presidente del Gobierno.
El Abierto de Hoy por Hoy con el Análisis de Estefanía Molina, Joan Subirats y Lourdes Pérez. En los documentos del sumario de la UCO también hay mensajes entre los que Leire Díez da a entender que Pedro Sánchez conocía estas operaciones que hacía la conocida 'fontanera del PSOE'. Concretamente citan un mensaje en el que la exmilitante dice: "ONE dice que seguir. Que estoy haciendo cosas grandes. Que no me rinda". Ese ONE sería, según la Guardia Civil, el propio presidente del Gobierno.
La cosecha de cereal ha comenzado también en la provincia de Teruel. Concretamente en la Comarca del Bajo Aragón, pero se espera que en los próximos días se inicien las labores de recolección en el resto de la provincia turolense. Desde Aragón Ecológico organizan el próximo jueves, 4 de junio, una jornada sobre la viticultura en producción ecológica. El lugar elegido es el Museo del Vino del Monasterio de Santa María de Veruela, en Vera del Moncayo. La jornada pretende ser un encuentro de profesionales en el que compartir sus experiencias del sector vitivinícola.
La tasa de paro de la eurozona se mantuvo en abril en el 6,3%, según las cifras publicadas por Eurostat. El dato se sitúa por encima de lo esperado. En toda la UE, es del 6% en abril, también sin cambios. En total, en el cuarto mes del año había 13,23 millones de personas desempleadas en la UE, de las cuales 11,07 millones pertenecen a la zona euro. El sector manufacturero de la eurozona muestra en mayo “signos de dificultades” debido al aumento de los precios y a las interrupciones en el suministro derivadas de la guerra en Oriente Medio. Concretamente, el PMI del sector manufacturero de la zona euro descendió de los máximos de casi cuatro años registrados en abril, 52,2, a 51,6 en mayo. Y el croata Boris Vujcic asume desde este lunes 1 de junio la vicepresidencia del BCE, en sustitución de Luis de Guindos, que ha finalizado su mandato de ocho años. Entrevistaremos a Giovanni Alessandrello, de BIP Iberia, para hablar de la nueva ley IA aprobada por el gobierno. Y hoy hace ochos años de la llegada de Pedro Sánchez al Ejecutivo. Lo debatiremos en la Tertulia de Cierre de Mercados, con José Ignacio Gutiérrez, de la Confederación de Cuadros y Profesionales, y Francisco Canós, inversor y partner en Cyber C.
Hay algo que nadie te dice cuando consigues que tu negocio aparezca en primera posición en Google.Que eso es el principio, no el final.El episodio 80 llega con Ana Mata y una pregunta que tiene trampa: ¿de qué sirve que te encuentren si no recuerdan haberte visto?No es retórica. Tiene respuesta. Y pasa por entender cómo el cerebro de tu cliente descarta el 99% de lo que percibe antes de que tú puedas abrir la boca.Hablamos de neurociencia. De porteros de discoteca cognitivos. De por qué la mayoría de los negocios locales sirven el menú mucho antes de que nadie tenga hambre.Y de la pregunta que Sergio intenta responder sobre Collac en tiempo real, con un resultado que merece la pena escuchar.También sale la coherencia de marca. Con un par de ejemplos tan reales que duelen, uno de ellos protagonizado por una revista de tirada internacional que predicaba una cosa y hacía la contraria.Y casi al final, la IA. Concretamente, lo que ocurrió cuando le pidieron que mejorara el mito de la caverna de Platón. Lo que respondió dice más sobre sus límites que cualquier debate sobre si nos va a reemplazar.Para dueños de negocio local que sienten que hacen las cosas bien y siguen sin destacar. Y para quien sospeche que el problema no está en la visibilidad, sino en lo que viene después de ella.RECURSOS MENCIONADOSLa Vaca Púrpura — Seth Godin (libro referencia central del episodio)Content Shock — artículo o post de Mark Schaefer (2014)Pensar rápido, pensar despacio — Daniel Kahneman (libro, sistemas 1 y 2)El círculo de oro — Simon Sinek (charla TED o libro)Skin in the Game — Nassim Taleb (libro)Post del blog de Ana Mata sobre el efecto Pratfall aplicado al marketing
Volvemos la mirada al monte Olimpo, y es que viajaremos a la antigua Grecia para conocer su cosmogonía y su teogonía. Será en los Viajes de Aspasia, con Mariajo Noain, que nos dará cuenta de las principales deidades del panteón clásico, desde Zeus a Neptuno, pasando por Apolo o Atenea. Será la primera de dos entregas que no os deberíais perder. Concretamente, hoy hablaremos de Zeus, Hera, Afrodita, Ares y Efesto. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Falleció el 30 de mayo 2026 Edgar Morin, una de las figuras más influyentes del pensamiento francés en los últimos 50 años, especialmente por su aporte al enfoque transdisciplinario y su teoría del pensamiento complejo. Nacido en París en 1921, Edgar Morin mantuvo lazos estrechos con América Latina. En los micrófonos de RFI varios profesores e intelectuales le rinden homenaje. Las ideas de Edgar Morin sobre la complejidad marcaron el pensamiento contemporáneo en ámbitos tan diversos como la sociología, la filosofía, la educación y la ecología. Fue el autor, entre otros, de "El método", obra monumental en seis tomos que terminó de publicar en 2004 y en la que desarrolla su teoría del pensamiento complejo. En 1999 publicó con la UNESCO uno de sus libros más comentados "Los Siete saberes necesarios para la educación del futuro". "Edgar Morin era el humanismo hecho persona. Con su benevolencia y su curiosidad no dejó nunca de iluminarnos. Pensamiento complejo, vida fecunda, espíritu universal", escribió este sábado el presidente Emmanuel Macron en un mensaje de condolencias a sus allegados. Para muchos, descubrir sus ideas fue una auténtica revelación. Éste fue el caso, entre otros, de Virginia Gonfiantini, doctora en Pensamiento Complejo de la Multiversidad Mundo Real Edgar Morin en México. "Conocí a Edgar Morin hace 25 años, cuando yo estaba comenzando a dar una clase de posgrado en Rosario, Argentina. Me llegó un texto que hacía referencia a la introducción del pensamiento complejo de Edgar Morin. Yo no lo conocía. Cuando empecé a leerlo, me estalló la cabeza porque presentaba una nueva teoría del conocimiento que tiene que ver con este ‘complexus', este entramado de elementos heterogéneos. Lo que construyó Morin fue cómo poder entrelazar los diferentes saberes que son necesarios para poder vivir en el siglo XXI". Al profesor colombiano Rubén Fontalvo, doctor en ciencias de la educación, la lectura de sus libros le permitió abrir su pensamiento: "Con Edgar Morin uno aprende a ser demócrata en el conocimiento, a comprender a los opositores, a los opuestos, a los contrarios". En Cuba, Carlos Jesús Delgado, profesor de filosofía en la Universidad de La Habana, destaca un pensamiento, "muy metafórico, muy rico en su naturaleza simbólica, pero al mismo tiempo muy preciso. Morin es un autor capaz de pensar la realidad desde sí mismo como autor, como hace cualquier otro autor, pero pensándola también en clave colectiva, en clave simbólica y cultural, es un autor profundamente francés y profundamente universal". Una vida de resistente Edgar Morin nació el 8 de julio de 1921 en París, en el seno de una familia judía sefardita. Su madre, llamada Luna, murió cuando él tenía diez años. Su padre era propietario de una mercería en la calle Abukir. Cuando empezó la Segunda Guerra Mundial, tenía 18 años. "Edgar Morin fue un resistente [contra la invasión nazi] durante la Segunda Guerra Mundial", recuerda Carlos Moreno, promotor de la ciudad de los 15 Minutos y miembro de la Academia Francesa de Tecnología. "Su apellido, Morin, viene de su alias. Era su nombre de guerra. Cuando alguien entra en resistencia, como fue en ese momento en la Segunda Guerra Mundial contra el fascismo, cuando ingresa a círculos de resistencia, sabe perfectamente que puede morir en cualquier instante", sostiene Carlos Moreno, quien sostuvo una relación intelectual y de amistad con el sociólogo francés. Esta etapa como resistente, tan joven, marcó el resto de su vida, según Moreno. "El motor principal de Edgar Morin siempre fue cuestionar el orden establecido. Esto fue lo que lo llevó a ser resistente, lo que lo llevó a ser comunista. Pero también es lo que llevó luego a dejar de ser comunista. Es lo que le llevó a apoyar las manifestaciones juveniles de ‘Mayo del 68'. Pero es lo que lo llevó a dejar de apoyar los postulados de Mayo del 68. Es lo que lo llevó a criticar los regímenes totalitarios; lo que lo llevó a apoyar los movimientos de lucha en América Latina contra las dictaduras". Lejos del comunismo, el guevarismo y el maoísmo En América Latina su pensamiento ha sido clave, según Moreno, porque "cuando en América Latina el guevarismo y el castrismo, el maoísmo, el comunismo, son fuentes de pensamiento de ciertos sectores de la población, Edgar Morin ofrece un pensamiento transversal que aporta claves para pensar desde un lugar en el que se puede vivir de una manera menos sectaria y mucho más abierta, mucho más asequible. Ofrece, digamos, un pensamiento no dogmático. Este es su principal aporte. Aquellos que toman el pensamiento de Edgar Morin como un elemento clave para el análisis socioeconómico, es la gente de mayor libertad de pensamiento, la gente más altruista, la menos sectaria. Esto es importante en América Latina porque forma parte del legado de Edgar Morin". Esto es lo que también resalta Rubén Fontalvo, profesor en la Universidad Simón Bolívar en Barranquilla: "Yo venía de las corrientes del pensamiento crítico clásico. Con Morin aprendí a ver que las cosas, muy a pesar de que eran contrarias, opuestas, a pesar de todo podían complementarse. Ese sentido de buscar la complementariedad en las cosas fue el activador para que yo me dedicara con más tiempo al pensamiento de Edgar Morin". En Cuba una visita de Edgar Morin a comienzos de los años 2000, fue clave para la difusión de su pensamiento, en particular en el campo de la educación, anota Jesús Delgado Díaz, profesor de Filosofía. "En el caso de Cuba fue muy notable su influencia cuando Morin vino a un congreso en 2004. En ese momento se produjo un giro total en el estudio de su pensamiento. Muchas personas se interesaron y se amplió el círculo de las personas que trabajamos en el pensamiento moral en el campo de la educación. Concretamente, en centrar la atención en el vínculo entre la educación y la vida. La moral no promueve una educación para el trabajo, sino para el trabajo y la vida. Es un aprender a vivir, un enseñar a vivir, a no perder de vista la vida cuando se estudia una carrera universitaria. Es una conexión profunda entre conocimiento, vida, reflexión humana, interpretación humana, simbolismo humano. Creo que ese es un legado fundamental en el campo de la educación". Pensamiento de Sur La influencia del pensamiento complejo de Edgar Morin en América Latina ha tenido muchos aspectos. Virginia Gonfantini, profesora de pensamiento complejo en varias universidades latinoamericanas, resalta una noción en particular. "Morin hace muchísimos años depositó la mirada en América Latina en función de los regionalismos y de esta concepción de pensamiento de Sur que acuñó. Esta concepción de las diferentes epistemologías que utilizamos para poder conocer la realidad de los pueblos originarios, de los pueblos europeos, los del norte y los del sur. Fue esa riqueza que le llamó la atención a Morin y por eso pudo concretar una epistemología, y una epistemología educativa, pensada desde Latinoamérica y nutrida también con algunos autores y algunas perspectivas teóricas de América Latina". Nelson Vallejo-Gómez, quien sostuvo una larga relación intelectual y de amistad con Morin, resalta su principal legado. "La urgencia de reformar de manera estructural la política y la sociedad a través lo que él llamaba la reforma educativa y que se encuentra en 'los Siete saberes necesarios para la educación del futuro'. Eso implica, desde su punto de vista, una reforma del entendimiento para tener lo que él llamaba una política de civilización que tiene como nudo central una ética de la civilidad. El legado de Morin para mí es, ante todo, la posibilidad de un comportamiento ético cotidiano desde la noción de civilidad, es decir, tejer aquello que religa la relación entre los seres humanos. Por eso a él le gustaba mucho citar la divisa de la Unión Europea 'Unidos en la Diversidad'", apunta Vallejo-Gómez, inspector del ministerio francés de la Educación. Autodidacta Edgar Morin obtuvo una modesta doble licenciatura en derecho e historia-geografía. Él mismo se consideraba un autodidacta. Esto no le impidió publicar más de 80 libros. En uno de los últimos, publicado en 2025, se preguntaba por las lecciones de la historia. Recibió más de 30 Honoris Causa, cerca de una decena de ellos en universidades de América Latina.Pero, ¿cómo una persona con una obra así sobre las espaldas, soñaba sus últimos momentos? Carlos Moreno intenta una respuesta evocando un deseo que Morin compartió con él en uno de sus cumpleaños. "Antes de llegar a los 100 años, Edgar reunió a un grupo de amigos en los que yo me encontraba con un objetivo: hacer una película. Él quería filmarla en América Latina. Su pensamiento ha iluminado muchas personalidades en América Latina. Allá es muy conocido. Le dicen Edgar 'Morín'. Su pensamiento está muy presente. Su obra ha sido traducida. Han sido creadas cátedras Edgar Morin. Él se rememoraba perfectamente los lugares que había visitado en América Latina, pero con detalles increíbles. Me decía: 'Carlos, te acuerdas en Recife, María, la que tenía trenzas y ojos claros'. Él quería rodar ese documental y llamarlo 'La despedida' porque decía: 'Lo mejor que me puede pasar es que, rodando esa película, me despida de todo el mundo'". Humanista creativo e inspirador Pero no ha sido así. Edgar Morin ha fallecido sin despedirse de sus amigos como él quería. Hoy varios de ellos le rinden homenaje. "A Edgar le encantaba estar jugando constantemente, creando nuevas palabras. Era generoso y egoísta al mismo tiempo, tierno e indiferente al mismo tiempo, ingenuo y muy oportunista al mismo tiempo, era curioso y chistoso. Un humanista ante todo; creativo, inspirador. Era un festival de inteligencia cuando uno conversaba con él", dice Nelson Vallejo Gómez. "Esa sensibilidad, ese cariño humano de Edgar Morin, estuvo muy presente en muchos de los que logramos estar en alguna convivencia con él. Siempre tenía un saludo muy afectuoso para todos los amigos. Le gustaba estar permanentemente rodeado de los amigos. Nunca negaba una conversación. Nunca, nunca. Eso nos animaba mucho porque uno se sentía con el amigo, no con el intelectual, el pensador. Además, siempre tenía un consejo para uno. Siempre, siempre. Y siempre andaba con una sonrisa, siempre andaba muy estimulado pese a todas las cosas que le tocaba trabajar en su devenir", sostiene Rubén Fontalvo. "Me hubiera encantado conocerlo", dice Virginia Gonfantini. "Hace 25 años que lo estudio. Estudié en una universidad dedicada a su pensamiento en México. Me parece que fue un pensador adelantado a su tiempo, pudo abordar diferentes dimensiones de análisis y construir un proyecto cognitivo adecuado a los signos de los tiempos". Desde Cuba, el profesor Jesús Delgado Díaz afirma que Morin "sobresalió por ser una persona curiosa, amable, una persona capaz de conversar con cualquiera. Era un hombre abierto al conocimiento y a los sentimientos humanos, a la pasión. Fue un hombre apasionado. Un hombre extraordinario. Su capacidad de escuchar era impresionante. La mirada al frente, siempre con una mirada abierta, unas muestras de curiosidad mezcladas con ternura e ingenuidad de niño".
Falleció el 30 de mayo 2026 Edgar Morin, una de las figuras más influyentes del pensamiento francés en los últimos 50 años, especialmente por su aporte al enfoque transdisciplinario y su teoría del pensamiento complejo. Nacido en París en 1921, Edgar Morin mantuvo lazos estrechos con América Latina. En los micrófonos de RFI varios profesores e intelectuales le rinden homenaje. Las ideas de Edgar Morin sobre la complejidad marcaron el pensamiento contemporáneo en ámbitos tan diversos como la sociología, la filosofía, la educación y la ecología. Fue el autor, entre otros, de "El método", obra monumental en seis tomos que terminó de publicar en 2004 y en la que desarrolla su teoría del pensamiento complejo. En 1999 publicó con la UNESCO uno de sus libros más comentados "Los Siete saberes necesarios para la educación del futuro". "Edgar Morin era el humanismo hecho persona. Con su benevolencia y su curiosidad no dejó nunca de iluminarnos. Pensamiento complejo, vida fecunda, espíritu universal", escribió este sábado el presidente Emmanuel Macron en un mensaje de condolencias a sus allegados. Para muchos, descubrir sus ideas fue una auténtica revelación. Éste fue el caso, entre otros, de Virginia Gonfiantini, doctora en Pensamiento Complejo de la Multiversidad Mundo Real Edgar Morin en México. "Conocí a Edgar Morin hace 25 años, cuando yo estaba comenzando a dar una clase de posgrado en Rosario, Argentina. Me llegó un texto que hacía referencia a la introducción del pensamiento complejo de Edgar Morin. Yo no lo conocía. Cuando empecé a leerlo, me estalló la cabeza porque presentaba una nueva teoría del conocimiento que tiene que ver con este ‘complexus', este entramado de elementos heterogéneos. Lo que construyó Morin fue cómo poder entrelazar los diferentes saberes que son necesarios para poder vivir en el siglo XXI". Al profesor colombiano Rubén Fontalvo, doctor en ciencias de la educación, la lectura de sus libros le permitió abrir su pensamiento: "Con Edgar Morin uno aprende a ser demócrata en el conocimiento, a comprender a los opositores, a los opuestos, a los contrarios". En Cuba, Carlos Jesús Delgado, profesor de filosofía en la Universidad de La Habana, destaca un pensamiento, "muy metafórico, muy rico en su naturaleza simbólica, pero al mismo tiempo muy preciso. Morin es un autor capaz de pensar la realidad desde sí mismo como autor, como hace cualquier otro autor, pero pensándola también en clave colectiva, en clave simbólica y cultural, es un autor profundamente francés y profundamente universal". Una vida de resistente Edgar Morin nació el 8 de julio de 1921 en París, en el seno de una familia judía sefardita. Su madre, llamada Luna, murió cuando él tenía diez años. Su padre era propietario de una mercería en la calle Abukir. Cuando empezó la Segunda Guerra Mundial, tenía 18 años. "Edgar Morin fue un resistente [contra la invasión nazi] durante la Segunda Guerra Mundial", recuerda Carlos Moreno, promotor de la ciudad de los 15 Minutos y miembro de la Academia Francesa de Tecnología. "Su apellido, Morin, viene de su alias. Era su nombre de guerra. Cuando alguien entra en resistencia, como fue en ese momento en la Segunda Guerra Mundial contra el fascismo, cuando ingresa a círculos de resistencia, sabe perfectamente que puede morir en cualquier instante", sostiene Carlos Moreno, quien sostuvo una relación intelectual y de amistad con el sociólogo francés. Esta etapa como resistente, tan joven, marcó el resto de su vida, según Moreno. "El motor principal de Edgar Morin siempre fue cuestionar el orden establecido. Esto fue lo que lo llevó a ser resistente, lo que lo llevó a ser comunista. Pero también es lo que llevó luego a dejar de ser comunista. Es lo que le llevó a apoyar las manifestaciones juveniles de ‘Mayo del 68'. Pero es lo que lo llevó a dejar de apoyar los postulados de Mayo del 68. Es lo que lo llevó a criticar los regímenes totalitarios; lo que lo llevó a apoyar los movimientos de lucha en América Latina contra las dictaduras". Lejos del comunismo, el guevarismo y el maoísmo En América Latina su pensamiento ha sido clave, según Moreno, porque "cuando en América Latina el guevarismo y el castrismo, el maoísmo, el comunismo, son fuentes de pensamiento de ciertos sectores de la población, Edgar Morin ofrece un pensamiento transversal que aporta claves para pensar desde un lugar en el que se puede vivir de una manera menos sectaria y mucho más abierta, mucho más asequible. Ofrece, digamos, un pensamiento no dogmático. Este es su principal aporte. Aquellos que toman el pensamiento de Edgar Morin como un elemento clave para el análisis socioeconómico, es la gente de mayor libertad de pensamiento, la gente más altruista, la menos sectaria. Esto es importante en América Latina porque forma parte del legado de Edgar Morin". Esto es lo que también resalta Rubén Fontalvo, profesor en la Universidad Simón Bolívar en Barranquilla: "Yo venía de las corrientes del pensamiento crítico clásico. Con Morin aprendí a ver que las cosas, muy a pesar de que eran contrarias, opuestas, a pesar de todo podían complementarse. Ese sentido de buscar la complementariedad en las cosas fue el activador para que yo me dedicara con más tiempo al pensamiento de Edgar Morin". En Cuba una visita de Edgar Morin a comienzos de los años 2000, fue clave para la difusión de su pensamiento, en particular en el campo de la educación, anota Jesús Delgado Díaz, profesor de Filosofía. "En el caso de Cuba fue muy notable su influencia cuando Morin vino a un congreso en 2004. En ese momento se produjo un giro total en el estudio de su pensamiento. Muchas personas se interesaron y se amplió el círculo de las personas que trabajamos en el pensamiento moral en el campo de la educación. Concretamente, en centrar la atención en el vínculo entre la educación y la vida. La moral no promueve una educación para el trabajo, sino para el trabajo y la vida. Es un aprender a vivir, un enseñar a vivir, a no perder de vista la vida cuando se estudia una carrera universitaria. Es una conexión profunda entre conocimiento, vida, reflexión humana, interpretación humana, simbolismo humano. Creo que ese es un legado fundamental en el campo de la educación". Pensamiento de Sur La influencia del pensamiento complejo de Edgar Morin en América Latina ha tenido muchos aspectos. Virginia Gonfantini, profesora de pensamiento complejo en varias universidades latinoamericanas, resalta una noción en particular. "Morin hace muchísimos años depositó la mirada en América Latina en función de los regionalismos y de esta concepción de pensamiento de Sur que acuñó. Esta concepción de las diferentes epistemologías que utilizamos para poder conocer la realidad de los pueblos originarios, de los pueblos europeos, los del norte y los del sur. Fue esa riqueza que le llamó la atención a Morin y por eso pudo concretar una epistemología, y una epistemología educativa, pensada desde Latinoamérica y nutrida también con algunos autores y algunas perspectivas teóricas de América Latina". Nelson Vallejo-Gómez, quien sostuvo una larga relación intelectual y de amistad con Morin, resalta su principal legado. "La urgencia de reformar de manera estructural la política y la sociedad a través lo que él llamaba la reforma educativa y que se encuentra en 'los Siete saberes necesarios para la educación del futuro'. Eso implica, desde su punto de vista, una reforma del entendimiento para tener lo que él llamaba una política de civilización que tiene como nudo central una ética de la civilidad. El legado de Morin para mí es, ante todo, la posibilidad de un comportamiento ético cotidiano desde la noción de civilidad, es decir, tejer aquello que religa la relación entre los seres humanos. Por eso a él le gustaba mucho citar la divisa de la Unión Europea 'Unidos en la Diversidad'", apunta Vallejo-Gómez, inspector del ministerio francés de la Educación. Autodidacta Edgar Morin obtuvo una modesta doble licenciatura en derecho e historia-geografía. Él mismo se consideraba un autodidacta. Esto no le impidió publicar más de 80 libros. En uno de los últimos, publicado en 2025, se preguntaba por las lecciones de la historia. Recibió más de 30 Honoris Causa, cerca de una decena de ellos en universidades de América Latina.Pero, ¿cómo una persona con una obra así sobre las espaldas, soñaba sus últimos momentos? Carlos Moreno intenta una respuesta evocando un deseo que Morin compartió con él en uno de sus cumpleaños. "Antes de llegar a los 100 años, Edgar reunió a un grupo de amigos en los que yo me encontraba con un objetivo: hacer una película. Él quería filmarla en América Latina. Su pensamiento ha iluminado muchas personalidades en América Latina. Allá es muy conocido. Le dicen Edgar 'Morín'. Su pensamiento está muy presente. Su obra ha sido traducida. Han sido creadas cátedras Edgar Morin. Él se rememoraba perfectamente los lugares que había visitado en América Latina, pero con detalles increíbles. Me decía: 'Carlos, te acuerdas en Recife, María, la que tenía trenzas y ojos claros'. Él quería rodar ese documental y llamarlo 'La despedida' porque decía: 'Lo mejor que me puede pasar es que, rodando esa película, me despida de todo el mundo'". Humanista creativo e inspirador Pero no ha sido así. Edgar Morin ha fallecido sin despedirse de sus amigos como él quería. Hoy varios de ellos le rinden homenaje. "A Edgar le encantaba estar jugando constantemente, creando nuevas palabras. Era generoso y egoísta al mismo tiempo, tierno e indiferente al mismo tiempo, ingenuo y muy oportunista al mismo tiempo, era curioso y chistoso. Un humanista ante todo; creativo, inspirador. Era un festival de inteligencia cuando uno conversaba con él", dice Nelson Vallejo Gómez. "Esa sensibilidad, ese cariño humano de Edgar Morin, estuvo muy presente en muchos de los que logramos estar en alguna convivencia con él. Siempre tenía un saludo muy afectuoso para todos los amigos. Le gustaba estar permanentemente rodeado de los amigos. Nunca negaba una conversación. Nunca, nunca. Eso nos animaba mucho porque uno se sentía con el amigo, no con el intelectual, el pensador. Además, siempre tenía un consejo para uno. Siempre, siempre. Y siempre andaba con una sonrisa, siempre andaba muy estimulado pese a todas las cosas que le tocaba trabajar en su devenir", sostiene Rubén Fontalvo. "Me hubiera encantado conocerlo", dice Virginia Gonfantini. "Hace 25 años que lo estudio. Estudié en una universidad dedicada a su pensamiento en México. Me parece que fue un pensador adelantado a su tiempo, pudo abordar diferentes dimensiones de análisis y construir un proyecto cognitivo adecuado a los signos de los tiempos". Desde Cuba, el profesor Jesús Delgado Díaz afirma que Morin "sobresalió por ser una persona curiosa, amable, una persona capaz de conversar con cualquiera. Era un hombre abierto al conocimiento y a los sentimientos humanos, a la pasión. Fue un hombre apasionado. Un hombre extraordinario. Su capacidad de escuchar era impresionante. La mirada al frente, siempre con una mirada abierta, unas muestras de curiosidad mezcladas con ternura e ingenuidad de niño".
Em Cabo Verde, a descentralização do poder continua a marcar o debate político, nomeadamente na cidade do Mindelo, na ilha de São Vicente. Marco Cruz, professor universitário e autor do livro "Cabo Verde Entre o Partidarismo e a Esperança de Descentralização" defende a adopção de um roteiro gradual e faseado para a descentralização e regionalização, sublinhando que só desta forma o país conseguirá combater o fenómeno do “feudalismo partidário”. Quando se fala em regionalização, um dos argumentos mais utilizados contra esta reforma é o custo. Na sua opinião, esse argumento faz sentido? Eu comecei por falar de descentralização, até para não dar a ideia de que se trata de algo muito complexo. A ideia é precisamente chegar à regionalização, mas eu defendo uma abordagem pragmática. Temos de começar pela descentralização administrativa. Isto não implica grandes custos. O Governo já tem delegados, funcionários e representações ministeriais em cada ilha. É nesse sentido que devemos caminhar: atribuir mais competências às ilhas e permitir que as pessoas possam decidir até determinado nível. É aí que começaria a verdadeira descentralização. E quais seriam os benefícios dessa descentralização faseada? Com este Estado hipercentralizado, o que está a acontecer é que muitos jovens estudam, qualificam-se e regressam às suas ilhas cheios de competências, mas acabam por encontrar poucas oportunidades de decisão. A ilha de São Vicente, por exemplo, já foi uma ilha com grande dinâmica. Hoje, mesmo quem integra a administração pública sente limitações enormes. Um delegado ou responsável local percebe rapidamente que tem pouca margem de decisão. Não consegue desenvolver programas ou planear a actividade da sua instituição porque tudo depende de autorizações vindas do centro. O resultado é que as pessoas entendem que, para progredirem profissionalmente, têm de sair da ilha. Cabo Verde vive num regime de forte centralismo, que acaba por promover uma descapitalização dos recursos humanos nas ilhas. Essa partilha de poder não vai gerar conflitos entre o Governo central e as regiões? Naturalmente, isso exige aprendizagem. O primeiro-ministro tem de aprender a conviver com um certo nível de poder das ilhas. O Governo central mantém as suas competências e as ilhas terão as delas. É um novo paradigma e requer maturidade política. No modelo que proponho, não se trata de uma ruptura abrupta que possa tornar o Estado disfuncional. Por isso defendo um roteiro progressivo de descentralização. Começaríamos pela descentralização administrativa, com o Governo a transferir gradualmente mais competências para as delegações nas ilhas. Mais tarde, essas estruturas poderiam começar também a desenvolver programas regionais, alinhados com a visão do Governo. Numa fase seguinte, os responsáveis nas ilhas poderiam deixar de ser nomeados directamente pelo Governo e passar a ser indicados pelos deputados eleitos por cada ilha. Isso permitiria uma maior legitimidade política e um alinhamento mais forte entre as decisões executivas e os representantes locais. É um modelo progressivo e responsável. Concretamente, que impacto poderá esse roteiro progressivo ter nas ilhas? A ideia é criar, gradualmente, uma verdadeira capacidade administrativa e técnica nas ilhas. À medida que os delegados, representações ministeriais e institutos ganham mais responsabilidades, também aumentam a sua capacidade de planear e executar políticas públicas. Chegará um momento em que poderão desenvolver programas e projectos regionais de acordo com a estratégia do Governo. Isso permitirá criar quadros qualificados capazes de pensar o desenvolvimento das ilhas, algo que actualmente ainda é muito limitado. Mas isso permitiria resolver os problemas de forma mais rápida? Exactamente. As decisões passariam a ser tomadas por pessoas que vivem nas ilhas, conhecem melhor a realidade local e têm maior capacidade para agir rapidamente. Isso criaria uma dinâmica muito mais forte no desenvolvimento das ilhas. Considera que se devia realizar um referendo sobre a regionalização e descentralização? Eu considero que a descentralização e a regionalização não devem ser vistas como uma opção facultativa. Não devemos transformar isto numa dúvida permanente, deixando apenas para a população decidir se quer ou não. É preciso liderança política firme para avançar com este processo. Não tenho dúvidas de que existem actores políticos que não têm interesse na descentralização, porque isso implicaria perder poder. Para mim, trata-se de uma urgência nacional. Cabo Verde pode implementar este modelo de forma responsável e, em cinco anos, alcançar avanços significativos. O país tem de decidir: quer continuar centralizado durante mais 50 anos ou quer dar um salto no desenvolvimento? Existe energia e capacidade nas ilhas, mas, se continuarmos assim, vamos continuar a perder recursos e talento. Porque é que existe tanta resistência ao avanço da regionalização? Para mim, o centralismo em Cabo Verde funciona quase como uma ideologia. É uma força muito enraizada. Podemos falar de uma herança da colonização? Sim, em certa medida. Basta olhar para a quantidade de quadros qualificados das outras ilhas que estão concentrados na Praia. Muitas dessas pessoas poderiam desenvolver um trabalho importante nas suas próprias ilhas, caso existisse autonomia suficiente para criar iniciativas locais. É necessário que Cabo Verde confie mais nas ilhas e lhes permita emanciparem-se até determinado nível. Naturalmente, continuará a existir um Governo central para matérias como defesa, diplomacia e relações internacionais. Mas as ilhas precisam de ter maior capacidade de iniciativa e desenvolvimento próprio. Mas como se explica, então, esta recusa em avançar? Trata-se de medo de perder poder? É uma luta entre o MpD e o PAICV? Existe, de certa forma, uma elite política, empresarial e profissional que já se habituou a este modelo centralizado. Com a descentralização, muita coisa mudaria. O orçamento do Estado teria de ser distribuído de forma diferente pelas ilhas, e o poder central perderia algum controlo. Há também uma cultura de controlo muito forte. Em vez de ser facilitador, o Estado assume frequentemente uma postura excessivamente centralizadora. Quando tudo depende de autorização para as questões mais simples, o país perde dinamismo. Por isso considero urgente mudar esta mentalidade. O desafio não está na complexidade nem nos custos. O verdadeiro desafio é existir liderança política - homens e mulheres de Estado - capazes de dar este passo. A descentralização representaria um novo momento para Cabo Verde. Permitiria criar um verdadeiro governo multinível e combater aquilo que muitos já vêem como um fenómeno de "feudalismo partidário". Hoje, muitas vezes, o partido acaba por ser o verdadeiro centro do poder. E, para mim, é isso que está a limitar o desenvolvimento de Cabo Verde.
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Sinopsis ¿Se puede navegar el actual ciclo de tipos sin las restricciones de los índices tradicionales de renta fija y obtener retornos más estables? Concretamente, carteras que combinen empresas, cat bonds, covered bonds, deuda frontera, trade finance y retorno absoluto pueden proteger nuestro patrimonio del efecto de la inflación y al mismo tiempo hacer que durmamos tranquilos. A lo largo de esta sesión, el gestor Carlos Santiso nos explicará el fundamento teórico de este tipo de carteras y nos ilustrará con ejemplos de diversificación mediante fondos de deuda. Breve perfil del invitado Carlos Santiso es gestor senior en Andbank Wealth Management, donde gestiona más de 200 millones de euros en activos a través de vehículos como MyInvestor Cartera Permanente (5 estrellas Morningstar), Icaria Renta FIL e Icaria Patrimonio FIL. Es cofundador de un proyecto de formación financiera independiente y miembro del consejo asesor de C3 Patrimonial. Formado en la London School of Economics y número 2 de su promoción del Máster del IEB, ha desarrollado su carrera entre el trading cuantitativo en Londres y la gestión patrimonial para grandes patrimonios. Combina la gestión institucional con una intensa labor divulgativa a través de Icaria Capital, su Substack y sus canales de YouTube y X (@IcariaCap).
1362. Amazon apuesta por el podcasting con movimientos que muestran hasta qué punto el sector está evolucionando hacia algo mucho más grande que un simple archivo de audio distribuido por RSS, y precisamente sobre eso reflexiono en el episodio de hoy. Si lo piensas un momento, llevamos tiempo viendo cómo el ecosistema del podcasting cambia poco a poco. Por un lado, las herramientas cada vez quieren hacer más cosas: grabar, editar, alojar, distribuir o monetizar desde el mismo sitio. Pero por otro lado, las grandes compañías tecnológicas también están redefiniendo lo que significa realmente tener un podcast. En este episodio recupero un tema del que ya hablé al inicio de la temporada. Concretamente en el episodio 1203 comenté la reestructuración de Wondery, la red de podcasts de Amazon. En aquel momento la compañía había tomado decisiones bastante drásticas: integración del catálogo en Audible, despidos en la división de podcasting y muchas dudas sobre cuál iba a ser la estrategia real de Amazon dentro de este sector. Wondery, reestructuración y consecuencias del cambio de estrategia de Amazonhttps://alotroladodelmicrofono.com/wondery-reestructuracion-amazon/Pues bien, seis meses después empezamos a ver hacia dónde va realmente ese cambio de rumbo. La primera noticia tiene que ver con el acuerdo exclusivo firmado entre Oprah Winfrey y Amazon, que trasladará varios de sus contenidos al ecosistema Wondery. Entre ellos se encuentran The Oprah Podcast, Oprah's Book Club, Oprah's Favorite Things y el archivo completo de The Oprah Winfrey Show, con nada menos que 25 temporadas. Además, el programa pasará a publicar dos episodios por semana y comenzará a distribuirse a través de Prime Video, Amazon Music, Fire TV Channels y Audible.Oprah Winfrey y Amazon acuerdan con Wondery la distribución de ‘The Oprah Podcast'https://efe.com/cultura/2026-04-28/oprah-winfrey-amazon-wondery-podcast/ Sin embargo, la segunda noticia es la que realmente me parece más interesante desde el punto de vista del podcasting. Amazon está probando un modelo que no busca monetizar únicamente el podcast como contenido, sino todo el universo que gira alrededor de sus creadores. Y el ejemplo más claro es el podcast New Heights, presentado por los hermanos Jason y Travis Kelce.Taylor Swift anuncia su disco en un podcast: impacto y récord en New Heightshttps://alotroladodelmicrofono.com/taylor-swift-podcast-anuncio/ El proyecto incluye ahora Kelce Clubhouse, una página dentro del propio Amazon donde los fans pueden encontrar prácticamente de todo relacionado con el programa: merchandising, promociones de contenidos en Audible, el próximo libro de los presentadores o incluso productos relacionados con el mundo del fútbol americano. La idea es clara: mezclar contenido y comercio en el mismo espacio.It Was Just a Podcast. Now, It's Kelce Land.https://www.nytimes.com/2026/04/24/business/media/jason-travis-kelce-amazon-podcast.htmlDe esta manera Amazon no se limita a vender publicidad dentro de los episodios. Lo que pretende es construir un ecosistema completo alrededor del creador y su comunidad. Eventos en directo, productos propios, colaboraciones con marcas o contenido en otras plataformas de Amazon. Esto demuestra hasta qué punto las fronteras entre podcast, vídeo y contenido de creadores están empezando a difuminarse. Y aunque estas estrategias parezcan muy lejanas para quienes producimos podcast desde estudios más modestos, lo cierto es que reflejan algo importante: el podcasting cada vez tiene más peso dentro del ecosistema digital. Y sinceramente, ojalá que este tipo de movimientos sirvan para que proyectos como los que producimos desde EOVE Productora sigan creciendo gracias a la visibilidad que está ganando este formato._____________ ¡Gracias por pasarte 'Al otro lado del micrófono' un día más para seguir aprendiendo sobre podcasting! Si quieres descubrir cómo puedes unirte a la comunidad o a los diferentes canales donde está presente este podcast, te invito a visitar https://alotroladodelmicrofono.com/unete Además, puedes apoyar el proyecto mediante un pequeño impulso mensual, desde un granito de café mensual hasta un brunch digital. Descubre las diferentes opciones entrando en: https://alotroladodelmicrofono.com/cafe. También puedes apoyar el proyecto a través de tus compras en Amazon mediante mi enlace de afiliados https://alotroladodelmicrofono.com/amazon La voz que puedes escuchar en la intro del podcast es de Juan Navarro Torelló (PoniendoVoces) y el diseño visual es de Antonio Poveda. La dirección, grabación y locución corre a cargo de Jorge Marín. La sintonía que puedes escuchar en cada capítulo ha sido creada por Jason Show y se titula: 2 Above Zero. 'Al otro lado del micrófono' es una creación de EOVE Productora.
Iker Jiménez recuerda a Pedro Alcántara, apodado como el Kung-Fu, quien fuera el terror de las gasolineras tras ser acusado de cometer varios atracos. Su vida cambió cuando, un día, en un cine de barrio, vio las andanzas de un grupo de chavales en el denominado ‘cine quinqui’. “Nadie sabe exactamente si fue el cine quien preconfiguró el modus operandi o el cine bebió de una forma de actuar porque hay dudad, todavía hoy, en los sociólogos. Les estoy hablando de la influencia cultura del cine, en cada pensamiento”, comienza a reflexionar Iker en el ‘Cierre’ de esta semana. Concretamente, habla de la película ‘Perros callejeros’, y que tenía como protagonista a ‘El Torete’. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
La escalada de tensión en Oriente Medio ya se nota en las gasolineras. En 'Herrera en COPE', Jorge Bustos y Pilar Cisneros han abordado la subida de los precios de los combustibles a raíz del conflicto en Irán. Desde una estación de servicio, Pilar Cisneros ha constatado el encarecimiento, con precios que rondan los 1,64 euros por litro. Concretamente, ha detallado que el diésel normal se encuentra a 1,639 euros y la gasolina 95, al mismo precio.Los conductores que repostaban a primera hora de la mañana han mostrado una mezcla de resignación e indignación. Mientras algunos, como Javier, asumían la subida como inevitable, otros como Dionisio, se quejaban amargamente: "Aquí es pagar el ciudadano de pie, es lo que pasa". La sensación general es de incertidumbre y preocupación ante nuevas subidas que parecen inminentes.Para analizar la situación, ha intervenido en el programa Nacho Rabadán, director general de la Confederación Española de Empresarios de Estaciones de ...
México se convierte en el epicentro de un gran proyecto para estudiar el español y la cultura hispánica en la región gracias a un nuevo centro: el Observatorio del Español para América Latina y el Caribe. Concretamente, tiene su sede en el Centro de Enseñanza para Extranjeros de la Universidad Nacional Autónoma de México y va a formar parte de la red del Observatorio Global del Español que impulsa el Instituto Cervantes. Para conocer todos los detalles sobre sus objetivos y su proyección internacional, entrevistamos en la Casa de la Radio a Francisco Moreno Fernández, director del Observatorio Global.Además, en nuestro repaso a la actualidad, nos centramos en las amenazas comerciales del presidente de Estados Unidos, Donald Trump, a España, en la ruptura entre el presidente chileno saliente y del presidente electo o en la reducción de la jornada laboral en México. Y terminamos hablando de Ibagué, una ciudad colombiana ubicada en la cordillera de los Andes, que será la sede de la primera Cumbre Glocal de Economía Circular.Escuchar audio
Empezamos este Manzanas Enfrentadas comentando las novedades presentadas por Samsung en su nueva gama top, su familia Galaxy S26.Como el gran producto que es, tiene grandes novedades que a los amantes de la tecnología nos llaman la atención. Y que podemos echar de menos en nuestros dispositivos. Concretamente ha llamado mucho la atención la novedosa opción de la privacidad. Tener esa característica a un solo clic, se nos hace muy apetecible. ¿Debería ser Apple quien copia? También ha llamado la atención la nueva característica bloqueo del horizonte. Un sistema avanzado de estabilización que parece brujería. Gran trabajo realizado en hardware y software para conseguir estabilizar tus videos al máximo y poner en apuros a estabilizadores dedicados e incluso a cámaras de acción. Ante la proximidad a la Semana Loca de Apple, hemos creado un Bingo sobre lanzamientos posibles y otros acontecimientos que pueden darse en estos tres días mágicos.Continuamos con los rumores de dispositivos porque empieza a hablarse del Apple Watch Ultra 4. Nada parece señalar que sea un cambio señalado.Como adelantábamos en nuestro Manzanas Informadas, la OTAN a certificado a iPad y iPhone como dispositivos seguros para almacenar información restringida. Una buena llamada en la espalda para todo lo que apuesta Apple por la seguridad y la privacidad.Remataremos nuestro podcasts con encuestas, noticas de Apple TV, Netflix y juegos para Mac.Este podcasts es parte del compromiso 7 de 7 de Manzanas Enfrentadas. Lo tenemos!
Enric Juliana nos invita a un viaje al pasado. Concretamente, a 1981. Un viaje no al 23-F, sino al 22-F.
Está previsto que esta mañana el Ministro de Agricultura, pesca y alimentación, Luis Planas, visite una zona agrícola de Moguer afectada por el temporal. Tras ello visitará el ayto y mantendrá una visita con Freshuelva. quienes precisamente han denunciado pérdidas en el sector a causa del carrusel de borrascas que la provincia ha atravesado desde que comenzó el año.Un hombre ha fallecido en Almonte tras ser alcanzado por el disparo de un agente de la Guardia Civil, a quien supuestamente intentó agredir con un arma blanca durante una intervención policial en una finca agrícola.En materia de vivienda, La junta de Andalucía ha adjudicado la construcción de 34 viviendas VPO en Huelva capital.Concretamente en el barrio de San antonioY hoy en la víspera de carnaval os traemos un reportaje en el que hacemos un recorrido por la historia de esta festividad en Huelva. Escuchar audio
Ponemos el foco en la crisis humanitaria que afronta Haití. Concretamente, en el aumento de la violencia sexual en la capital, Puerto Príncipe, controlada en su mayoría por las pandillas. Médicos Sin Fronteras ha publicado dos informes en los que denuncian este hecho. Entrevistamos a Diana Manilla Arroyo, coordinadora general de la organización en Haití. Además, repasamos lo más relevante de la actualidad en el continente, centrándonos sobre todo en Cuba, y hablamos de la actuación del cantante puertorriqueño Bad Bunny en el descanso de la final de la Super Bowl.Escuchar audio
¡Hola, amiguis! En el programa de hoy volvemos a nuestra sección en la que hablamos de cosas que hemos visto uno de los dos pero no el otro, Desemparejados. Concretamente, hoy Dani comenta los 2 primeros episodios del thriller de Prime Video, Steal, mientras que Valen ha visto completa la última serie que ha conquistado el mundo (que viene de la plataforma canadiense Crave), Heated Rivalry, y os cuenta qué le ha parecido. ¿Habéis visto alguna de las dos? ¿Qué os ha parecido? ¡Nos escuchamos pronto! Nos podéis escuchar (y dejar reseñas/comentarios) en Apple Podcasts, Spotify, iVoox, Amazon Music o en cualquier sitio en el que escuchéis podcast. Dejadnos vuestros mensajes en Instagram, Bluesky, Mastodon, Twitter, Facebook… o mandadnos un e-mail. Podéis comprar en Amazon a través de este enlace y nos llegará una comisión por vuestro pedido de forma anónima. Si os apetece, también podéis «invitarnos a un café» con Ko-fi, una web para apoyar a los creadores, en la que podéis decirnos que os gusta lo que hacemos pagándonos una tacita virtual :) -Este es nuestro episodio número 498.
Hoy nos damos una vuelta por el Camino Portugués por la costa. Concretamente, visitamos la zona de A Guarda cono una guía muy especial.Puedes encontrar a Rocío aquí: https://www.thefluencyhub.comY aquí, las transcripciones, guías de vocabulario y otros extras: https://spanishforcamino.com/podcast
¿Te imaginas que un día tu mejor amigo un día te llama para decirte que no eres quien creías ser? Concretamente, para decirte que eres saharaui y que, además, desciendes de un célebre poeta-guerrero beduino del siglo XIX, una auténtica leyenda del desierto. Este es, a grandes rasgos, el argumento del documental 'La Duna de Chinguetti'. Este martes hablamos con su productor Jerónimo Carrillo. El 25 de octubre se publicó en Vogue Reino Unido un artículo que utilizaba el siguiente titular: ¿Es ahora vergonzoso tener novio? El artículo se hizo viral y empezó un gran debate en redes sociales sobre si las mujeres jóvenes han dejado de estar orgullosas de sus parejas masculinas y de sí la pareja heterosexual está en crisis. Carla Mouriño es periodista y escritora. Publicó un artículo haciendo referencia a Vogue en el medio Sustrato titulado 'Vergüenza da querer estar con alguien por estatus'. Hablamos con ella y con la psicóloga de parejas Silvia Manjavacas. El atragantamiento es la tercera causa de muerte no natural en España. Ahora que estamos en época de celebraciones, en plenas fiestas navideñas, fin de año, aumenta el riesgo de atragantamiento, al consumirse más frutos secos, y sobre todo, caramelos, uvas. El médico e intensivista y fundador de Proyecto Reanimación Borja Díez nos lo explica. A Vigo le ha surgido un duro competidor en cuanto a decoración navideña. No en cantidad ni en watios de iluminación pero sí en originalidad sostenible. ¿Se imaginan un lugar donde todos sus adornos navideños estén hechos con botellas de plástico recicladas? Nos lo cuenta Diana García, alcaldesa de San Esteban de Valdueza.
Irene de Miguel, candidata a la presidencia de la Junta de Extremadura por Unidas por Extremadura ha hablado esta mañana en Las Mañanas de RNE dentro de las intervenciones fijadas por la Junta Electoral en los medios de comunicación públicos. De Miguel ha querido resaltar la importancia que tiene para ella y su formación el acudir a votar. "Que nadie se quede en casa, nos jugamos nuestro sistema del bienestar" La candidata ha hecho un alegato a lo público con la, según ella, carente gestión del PP en la última legislatura y sus pactos con Vox. "El PP junto con Vox han demostrado que su objetivo es deteriorar lo público para el negocio de lo privado. Hemos sido campeones en listas de espera. Tenemos un sistema de dependencia con residencias infrafinanciadas."En voz del partido al que representa, Unidas por Extremadura, de Miguel ha remarcado que quieren "recuperar los derechos perdidos por las derechas y avanzarlos." Concretamente ha avanzado que propondrán la gratuidad en los comedores públicos e incluir la sanidad bucodental en el sistema de salud gratuito. También ha hecho mención a la cuestión de la central nuclear de Almaraz. "Extremadura lleva décadas con un sistema colonial donde las grandes empresas se han llevado los recursos. Almaraz es un claro ejemplo, nos ha dejado los empleos directos pero la energía se ha ido a Madrid." Ha indicado que desde su formación quieren "generar beneficios directamente de nuestros recursos con una propuesta fiscal que no beneficie a los de siempre"Les recordamos que las intervenciones en campaña electoral en los medios de comunicación públicos están fijadas por la Junta Electoral Central.Escuchar audio
En la tertulia de Capital Intereconomía analizamos con Inmaculada Sánchez Ramos, Kamal Romero y Tomás Gómez un arranque de semana marcado por el récord del techo de gasto, que el Gobierno eleva un 8,5% con la vista puesta en presentar los Presupuestos de 2025 en febrero. Los expertos valoran el impacto sobre el déficit, la sostenibilidad fiscal y las tensiones entre el Ejecutivo y las comunidades autónomas. El debate se centra también en la tecnología y la duda creciente del mercado sobre el retorno real de las altas inversiones en inteligencia artificial. Concretamente, las enormes operaciones cruzadas entre Anthropic, Nvidia y Microsoft, que suman 39.000 millones de dólares, y que han coincidido con un fuerte castigo bursátil: Nvidia pierde 450.000 millones de capitalización en solo tres días, alimentando el temor a una posible burbuja tecnológica. En la Entrevista Capital, Juan Antonio Muñoz Gallego, fundador de Skiller Academy y experto en IA, profundiza en el sentimiento del mercado: ¿están las inversiones en IA justificadas?, ¿hay riesgo real de sobrevaloración?, ¿cómo puede afectar a empresas, empleo y productividad?
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La noche del 25 al 26 de octubre hemos podido dormir una hora más, porque a las 3 de la mañana los relojes han pasado a las 2. Bueno, al menos el reloj del móvil, porque se cambia de forma automática. Pero luego hay otros en casa que tenemos que cambiar de manera manual. Sin embargo, hoy no vamos a hablar de eso, sino de algo mucho más serio. Me refiero al aborto, a la interrupción del embarazo. Y es que esta semana he escuchado una noticia muy interesante sobre ese tema. La vamos a escuchar en unos minutos, pero antes me gustaría darte algo de contexto. Lo primero que debes saber es que, durante muchos años el aborto fue ilegal en España. No fue hasta 1985 cuando se permitió en tres casos muy concretos: si había riesgo para la salud de la madre, si el embarazo era fruto de una violación, o si el feto presentaba malformaciones graves. Mucho más tarde, ya en 2010, se aprobó una nueva ley que permitió a las mujeres interrumpir su embarazo libremente hasta la semana 14, sin necesidad de justificar su decisión. Como te puedes imaginar, esta ley marcó un cambio muy importante. Y más recientemente, en 2023, se reformó la ley para facilitar aún más el acceso al aborto en la sanidad pública. Por ejemplo, ya no es obligatorio que las menores de 16 y 17 años pidan permiso a sus padres, y se eliminó el periodo obligatorio de reflexión antes de abortar. Así que, podemos decir que la legislación sobre el aborto en España ha evolucionado desde una prohibición total hasta un modelo que reconoce el derecho de las mujeres a decidir sobre su maternidad. Eso con respecto a España. Pero como ahora vivo en Luxemburgo, me gustaría contarte lo que sucede en ese país. En Luxemburgo, el aborto es legal y accesible para todas las mujeres desde la reforma de la ley en 2014. Esta legislación reconoce el derecho de la mujer a decidir si desea continuar o no con su embarazo, sin necesidad de justificar su decisión. En concreto, el aborto puede realizarse hasta la semana 12 de embarazo. Después de ese plazo, solo se permite si dos médicos certifican que existe un riesgo grave para la salud o la vida de la mujer o del feto. Y hay dos tipos de aborto disponibles: el aborto médico, con pastillas, que se realiza en las primeras 7 semanas. Y el aborto quirúrgico, que se ofrece entre las semanas 7 y 12 en una clínica. En cuanto a los requisitos previos, pues es obligatorio asistir a una consulta médica y pasar por un periodo de reflexión de 3 días antes del procedimiento. Y las menores de edad pueden abortar, pero si no quieren informar a sus padres, deben acudir acompañadas por un adulto de confianza y recibir apoyo psicosocial. Con respecto al coste, para las mujeres residentes con seguro médico en Luxemburgo, el aborto está cubierto por la seguridad social. En el caso del aborto quirúrgico, hay un pequeño copago de 25,50 €. Y una vez explicado todo esto, volvemos a España para escuchar la noticia de hoy, donde se ofrecen las estadísticas del aborto en mi país durante 2024. Como te puedes imaginar, la información pertenece a Radio Nacional de España. Presta mucha atención. “Acaban de hacerse públicas las cifras de la interrupción voluntaria del embarazo durante 2024. Crecieron moderadamente y la mayoría de las intervenciones se produjeron en centros privados, Luis Vallés. Concretamente el 80% de los abortos se produjeron en esos centros privados. Hablamos de 83.609 abortos en la privada frente a 30.900 en la pública. Aunque ha habido un leve repunte en la sanidad pública, la Ministra incide en que todavía queda mucho por hacer y mira a las Comunidades Autónomas. Mónica García. Vamos a la dirección correcta, pero aún no es suficiente. 8 de cada 10 interrupciones voluntarias del embarazo siguen realizándose fuera de la red pública. Y desgraciadamente sabemos que hoy muchas comunidades siguen sin cumplir con su parte. En términos globales, en 2024 se produjeron en España 106.000 abortos, un 3% más que en 2023. Además, en este informe de Sanidad se recoge que el 94% de las interrupciones se realizó a petición de la mujer y el 76% se llevaron a cabo antes de la octava semana de gestación. El mayor incremento de la tasa de incidencia se registró en mujeres de entre 35 a 39 años.” Bien, pues como has podido escuchar, el número de abortos creció en España en 2024 con respecto al año anterior, aunque no demasiado, un 3%. Y después de conocer los datos, vamos con las palabras clave. La primera es muy sencilla, interrupción, que es la detención o suspensión temporal o definitiva de algo que estaba en marcha. Ejemplos: Hubo una interrupción en la clase porque se fue la luz. La película sufrió una interrupción por problemas técnicos. Segunda palabra, esta vez en plural: intervenciones. Son acciones realizadas para cambiar una situación, especialmente en medicina o en asuntos sociales o políticos. En el contexto de la noticia se usa como sinónimo de operaciones quirúrgicas. Ejemplos: El cirujano realizó tres intervenciones en un solo día. El gobierno anunció nuevas intervenciones para controlar la inflación. Pasamos ahora a la palabra repunte, que es un aumento repentino, una subida, o una recuperación después de una bajada. Ejemplos: Se espera un repunte en las ventas durante la temporada navideña. Después de varios meses de descenso, hubo un repunte en el precio del petróleo. Lo siguiente que tenemos es un verbo: incidir. Significa enfatizar, subrayar o poner especial atención en algo. También puede significar influir en algo. Ejemplos: El entrenador incidió en la importancia de trabajar en equipo. Las condiciones climáticas pueden incidir en la producción agrícola. Lo que viene ahora se usa mucho más que el verbo anterior: llevar a cabo. Quiere decir realizar o ejecutar una acción, proyecto o actividad. Ejemplos: Vamos a llevar a cabo una investigación sobre el cambio climático. El artista llevó a cabo una exposición con sus obras más recientes. Otra palabra fácil: gestación. Se trata del proceso de desarrollo de un ser vivo dentro del útero de la madre, desde la concepción hasta el nacimiento. Ejemplos: Durante la gestación, es importante llevar una dieta equilibrada. La gestación de un elefante puede durar hasta 22 meses. Por último tenemos la tasa de incidencia. Es una medida que indica la frecuencia con la que ocurre algo (como una enfermedad o un evento) en una población durante un periodo de tiempo. Ejemplos: La tasa de incidencia de gripe aumentó este invierno en las zonas rurales. En los últimos años, ha bajado la tasa de incidencia de accidentes de tráfico. Todo claro, ¿verdad? Hoy el vocabulario no era muy difícil. Así que, estamos preparados para escuchar la noticia por segunda vez. “Acaban de hacerse públicas las cifras de la interrupción voluntaria del embarazo durante 2024. Crecieron moderadamente y la mayoría de las intervenciones se produjeron en centros privados, Luis Vallés. Concretamente el 80% de los abortos se produjeron en esos centros privados. Hablamos de 83.609 abortos en la privada frente a 30.900 en la pública. Aunque ha habido un leve repunte en la sanidad pública, la Ministra incide en que todavía queda mucho por hacer y mira a las Comunidades Autónomas. Mónica García. Vamos a la dirección correcta, pero aún no es suficiente. 8 de cada 10 interrupciones voluntarias del embarazo siguen realizándose fuera de la red pública. Y desgraciadamente sabemos que hoy muchas comunidades siguen sin cumplir con su parte. En términos globales, en 2024 se produjeron en España 106.000 abortos, un 3% más que en 2023. Además, en este informe de Sanidad se recoge que el 94% de las interrupciones se realizó a petición de la mujer y el 76% se llevaron a cabo antes de la octava semana de gestación. El mayor incremento de la tasa de incidencia se registró en mujeres de entre 35 a 39 años.” Como siempre, ahora voy a intentar contarte la misma noticia, pero cambiando algunas palabras para que puedas ampliar tu vocabulario. Vamos allá. El Ministerio de Sanidad ha difundido recientemente los últimos datos sobre los abortos voluntarios realizados en España durante el año 2024. Las estadísticas reflejan un ligero incremento respecto al año anterior, y revelan que la mayoría de estos procedimientos se realizaron en instituciones médicas privadas. En total, se contabilizaron 83.609 casos en centros privados, mientras que 30.900 tuvieron lugar en hospitales públicos, lo que indica una clara predominancia del sector privado en este ámbito. Aunque se ha observado una subida discreta en el número de abortos realizados en la red sanitaria pública, la Ministra de Sanidad ha remarcado que aún queda mucho por avanzar. Además, ha dirigido su atención hacia las autoridades regionales, a las que ha instado a asumir sus responsabilidades. En sus declaraciones, la ministra afirmó que “estamos progresando, pero todavía no hemos alcanzado el objetivo. Ocho de cada diez interrupciones del embarazo siguen realizándose fuera del sistema público. Y, lamentablemente, muchas comunidades autónomas aún no están haciendo lo que les corresponde”. En conjunto, durante el año pasado se efectuaron aproximadamente 106.000 abortos en todo el país, lo que supone un aumento del 3% en comparación con 2023. El informe también señala que el 94% de los procedimientos se realizaron por decisión propia de la mujer, y que el 76% tuvieron lugar antes de completar las primeras ocho semanas de embarazo. Finalmente, el grupo de mujeres de entre 35 y 39 años fue el que experimentó el mayor crecimiento en el número de casos, según el informe. Muy bien. Pues volvemos a escuchar la noticia y luego te cuento más datos del aborto en otros países. Hay diferencias muy grandes. Enseguida lo vemos. “Acaban de hacerse públicas las cifras de la interrupción voluntaria del embarazo durante 2024. Crecieron moderadamente y la mayoría de las intervenciones se produjeron en centros privados, Luis Vallés. Concretamente el 80% de los abortos se produjeron en esos centros privados. Hablamos de 83.609 abortos en la privada frente a 30.900 en la pública. Aunque ha habido un leve repunte en la sanidad pública, la Ministra incide en que todavía queda mucho por hacer y mira a las Comunidades Autónomas. Mónica García. Vamos a la dirección correcta, pero aún no es suficiente. 8 de cada 10 interrupciones voluntarias del embarazo siguen realizándose fuera de la red pública. Y desgraciadamente sabemos que hoy muchas comunidades siguen sin cumplir con su parte. En términos globales, en 2024 se produjeron en España 106.000 abortos, un 3% más que en 2023. Además, en este informe de Sanidad se recoge que el 94% de las interrupciones se realizó a petición de la mujer y el 76% se llevaron a cabo antes de la octava semana de gestación. El mayor incremento de la tasa de incidencia se registró en mujeres de entre 35 a 39 años.” Bueno, como hemos visto, España es uno de los países donde el aborto está legalizado a petición de la mujer durante las primeras 14 semanas de embarazo. Además, en casos graves, como riesgo para la salud de la madre o malformaciones del feto, se puede interrumpir el embarazo hasta la semana 22 o incluso más allá. Sin embargo, esta situación no es común en todo el mundo. Existen grandes diferencias entre países: En al menos 24 países, el aborto está completamente prohibido, incluso si la vida de la mujer está en peligro. Algunos ejemplos son El Salvador, Honduras, Nicaragua, Filipinas, Egipto o Madagascar. En estos lugares, las mujeres pueden enfrentarse a penas de cárcel por abortar. Otros países solo permiten el aborto si hay riesgo de muerte para la madre, como ocurre en Venezuela, Paraguay, Nigeria o Afganistán. En estos casos, ni siquiera se acepta la violación o las malformaciones del feto como motivos válidos. En países como Chile, Irán o Japón, el aborto está permitido solo en ciertas circunstancias, como violación, malformaciones graves o problemas de salud física o mental. La mujer debe justificar su decisión y cumplir con requisitos legales. Y además de España, otros países como Francia, Alemania, Argentina, Uruguay, Noruega o Grecia permiten el aborto libremente durante las primeras semanas (normalmente hasta la semana 12 o 14). Después de ese plazo, se exigen razones médicas o legales. También hay casos especiales. Por ejemplo, en Estados Unidos, la situación cambió en 2022. El Tribunal Supremo eliminó la protección federal del derecho al aborto, y ahora cada estado decide su propia ley. Algunos lo han prohibido casi por completo, como Texas o Misuri, mientras que otros lo permiten sin restricciones, como California o Nueva York. Esta diversidad legal muestra cómo el acceso al aborto depende mucho del país en el que se viva. Mientras en algunos lugares es un derecho reconocido, en otros sigue siendo un tema tabú o incluso un delito. Perfecto. Nos queda una última cosa, repasar las palabras que hemos aprendido hoy. -Interrupción: Detención o suspensión temporal o definitiva de algo que estaba en marcha. -Intervenciones: Acciones realizadas para cambiar una situación, especialmente en medicina o en asuntos sociales o políticos. En el contexto de la noticia es sinónimo de operación quirúrgica. -Repunte: Aumento repentino, subida o recuperación después de una bajada. -Incidir: Enfatizar, subrayar o poner especial atención en algo. También puede significar influir en algo. -Llevar a cabo: Realizar o ejecutar una acción, proyecto o actividad. -Gestación: Proceso de desarrollo de un ser vivo dentro del útero de la madre, desde la concepción hasta el nacimiento. -Tasa de incidencia: Medida que indica la frecuencia con la que ocurre un fenómeno, como una enfermedad o un evento, en una población durante un periodo de tiempo. Pues ahora sí que hemos terminado. Te agradezco muchísimo todo tu apoyo una vez más y te espero la próxima semana con más contenido extra. Adiós. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214
Hoy toca hablar de test genéticos, Concretamente de los que cada vez usan más nutricionistas en consulta y nos sirven para mapear el genotipo de los pacientes y así conocer la predisposición que tienen a muchas condiciones. Una nota: Estos test no son esos que rulan por internet de intolerancias a alimentos, y dirigidos a público general. Y para este vídeo centrado en nutrigénetica vamos a tener de invitada a Marta Alonso, es asesora científica en N-Gene. La empresa que patrocina este vídeo. Ya sabéis política de publicidad: el contenido es independiente y no está pactado. En el vídeo veréis que me he hecho un test genético, vamos a analizar mis resultado, hablaremos de cómo podemos usar esta herramienta en consulta, y a qué horizonte nos dirigimos con la nutrigenética. ¡Disfrutadlo! Podéis consultar la política de colaboraciones en: https://www.midietacojea.com/politica-de-publicidad-y-colaboraciones/ También disponéis del video completo en YouTube: https://youtu.be/fvcHFXtmJDE 📌 VIAJETAL: Gastronomía y viajes 100% vegetales -Ivoox: https://www.ivoox.com/podcast-viajetal-gastronomia-viajes-100-vegetales_sq_f11809058_1.html -YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCG2i9bO4xksDxPoiChYIRzQ -Instagram: https://www.instagram.com/viajetal/ -Spotify: https://open.spotify.com/show/0giAlYsGKs2GWSmXb3ZlJf 📖 Mi quinto libro, '¿Qué pasa con la nutrición?', ya a la venta: https://amzn.to/3KkuNp8 Blog: https://www.midietacojea.com Twitter: https://bit.ly/twitter-mdc Instagram: https://instagram.com/midietacojea/ Facebook: https://www.facebook.com/Midietacojea Canal de Youtube: https://www.youtube.com/midietacojea TikTok: https://bit.ly/TikTok-mdc
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1======a==============================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================01 de SeptiembreLuz Para el mundo«Vosotros sois la luz del mundo» (Mat. 5: 14a).Viganella es un pequeño pueblo italiano escondido en el fondo del valle de Antrona (Alpes del Piamonte) que carece por completo de luz solar directa durante casi todo el invierno. Concretamente, el sol deja esa localidad el 11 de noviembre y regresa el 2 de febrero, lo que supone que durante más de ochenta días al año Viganella no ve ni por un solo momento los rayos del sol.A Giacomo Bonzani, un arquitecto y diseñador de relojes de sol, que vive en un pueblo de montaña cercano a Viganella, se le ocurrió una idea para que ese «desgraciado» pueblo dejara de estar sumido en la oscuridad durante tantos días de invierno. Y diseñó un espejo de paneles capaz de reflejar la luz solar sobre el pueblo. Muy lejos de allí, la ciudad de Huelva es uno de los lugares con más horas de luz solar de España. Al enterarse un técnico local de que en Italia existía un pueblo que, durante tres largos meses de invierno, no recibía luz solar ni un solo instante, decidió ayudar como fuera para hacerle llegar algo de luz. Y se prestó a construir el prodigioso espejo, allí en Huelva.El espejo mide 40 metros cuadrados de superficie (8 metros de ancho por 5 de altura) y fue colocado con la ayuda de un helicóptero a unos 870 metros por encima de la localidad, en una montaña de más de 1.200 metros de altura. El espejo está controlado por un programa informático que rastrea el sol y hace que sus paneles se inclinen y giren, de manera que los rayos sigan al sol siempre y lo reflejen hacia el pueblo.El día 17 de diciembre del año 2006, a las 11 en punto de la mañana, una niña de Huelva, llamada Alba (bonito sinónimo de «amanecer» r»), apretó un botón en un ordenador y el sol brilló por primera vez en la historia, en medio del invierno, en la localidad de Viganella.Esta anécdota me impactó porque tiene para nosotros una hermosa enseñanza. Es emocionante que ciudadanos de dos poblaciones distantes más de dos mil kilómetros hayan unido sus esfuerzos y se hayan puesto de acuerdo para que una localidad que estaba largos periodos de tiempo casi en tinieblas gozara todo el año de «luz solar». En ellos se cumplía literalmente la Palabra inspirada: «El pueblo que habitaba en tinieblas vio gran luz, y a l los que moraban en región de sombra de muerte, luz les resplandeció» (Mat. 4: 16).¿Qué puedo hacer hoy, Señor, para contribuir a la tarea de aportar algo de tu luz a los que viven en tinieblas?
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Décima meditación de una convivencia de agregadas del Opus Dei celebrada en Julio y Agosto de 2025, predicada en el viernes de la XVII semana del Tiempo Ordinario. En el Evangelio de hoy, los paisanos de Jesús no acaban de creer que sea el Mesías: estaban demasiado acostumbrados a Él. Nosotros hemos de evitar la rutina y dejarnos conmover por el mensaje de Jesús. Concretamente, por la fuerza del mandamiento del amor. San Josemaría extraía una consecuencia: la de ser «sembradores de paz y de alegría» allá donde nos encontremos.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Meditaciones diarias. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/874295
Hoy te traigo un episodio que puede marcar un antes y un después en tu historia con el tema del peso. Quédate conmigo si alguna vez has bajado de peso… y has vuelto a subir. Si formas parte del 80 % de las personas que recuperan el peso que perdieron en menos de 5 años, este episodio es para ti. Hoy te comparto tres errores por los que, desde mi experiencia, se regresa una y otra vez al peso no deseado. No son los únicas, pero son los que confirmo una y otra vez. Si algo de esto te hace sentido, considéralo. Puedes Hacerlo