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Stephen Grootes speaks to Evan Rice from the South African Electricity Traders Association, (SAETA) and CEO of Etana Energy, about the latest Krutham report, unpacking how South Africa can strengthen electricity reforms, accelerate private investment and secure long‑term energy reliability through the ten priority actions outlined. The Money Show is a podcast hosted by well-known journalist and radio presenter, Stephen Grootes. He explores the latest economic trends, business developments, investment opportunities, and personal finance strategies. Each episode features engaging conversations with top newsmakers, industry experts, financial advisors, entrepreneurs, and politicians, offering you thought-provoking insights to navigate the ever-changing financial landscape. Thank you for listening to a podcast from The Money Show Listen live Primedia+ weekdays from 18:00 and 20:00 (SA Time) to The Money Show with Stephen Grootes broadcast on 702 https://buff.ly/gk3y0Kj and CapeTalk https://buff.ly/NnFM3Nk For more from the show, go to https://buff.ly/7QpH0jY or find all the catch-up podcasts here https://buff.ly/PlhvUVe Subscribe to The Money Show Daily Newsletter and the Weekly Business Wrap here https://buff.ly/v5mfetc The Money Show is brought to you by Absa Follow us on social media 702 on Facebook: https://www.facebook.com/TalkRadio702 702 on TikTok: https://www.tiktok.com/@talkradio702 702 on Instagram: https://www.instagram.com/talkradio702/ 702 on X: https://x.com/CapeTalk 702 on YouTube: https://www.youtube.com/@radio702 CapeTalk on Facebook: https://www.facebook.com/CapeTalk CapeTalk on TikTok: https://www.tiktok.com/@capetalk CapeTalk on Instagram: https://www.instagram.com/ CapeTalk on X: https://x.com/Radio702 CapeTalk on YouTube: https://www.youtube.com/@CapeTalk567 See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O documentário recém-estreado em Portugal “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” revela a sabedoria, o humor e a resistência feminina através das lentes e do olhar sensível de dois brasileiros: o cineasta Rafaê e o diretor de fotografia Daniel Saeta. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal Filmado em Marvão, na região do Alentejo, interior do país, o filme é um tributo à força, à simplicidade e a beleza das mulheres alentejanas. Rodado integralmente em preto e branco, com direção do carioca Rafaê, a obra mergulha nas histórias de vida das mulheres que carregam a memória e a identidade de uma região onde o tempo parece correr em outro ritmo. Entre o silêncio do campo e o eco das vozes femininas, a obra busca captar o que há de mais humano: o pertencimento, a resistência e a beleza do cotidiano. A origem do projeto Rafaê, conta que a ideia nasceu de um convite da Dora Efer Pereira, coordenadora do CLDS 5G Social da Câmara Municipal de Marvão de um convite. “Ela me pediu algumas fotografias para uma exposição sobre mulheres empreendedoras no campo, mas percebi que essas histórias precisavam ir além da fotografia. Precisavam se transformar em um documentário, dar voz e visibilidade a essas mulheres extraordinárias”, explica Rafaê. O cinesta teve então o desejo de registrar o universo feminino em pequenas aldeias do Alentejo, onde o envelhecer e o viver ganham contornos próprios. “O documentário surgiu da vontade de olhar para essas mulheres e perceber o que as move. Elas são as guardiãs da memória do interior português — e, ao mesmo tempo, espelhos de uma força silenciosa. Era sobre o tempo, sobre elas e sobre nós também”, explica o documentarista, vencedor do Prêmio de Direção de Fotografia pelo filme Mais Humano (Reebok) e do Prêmio Bugil de Cinema, na Espanha, pelo documentário Domingo Todos los Días. A decisão de rodar o filme integralmente em preto e branco foi uma escolha estética e emocional. “O preto e branco nos parecia inevitável”, diz Rafaê. “Essas histórias pediam uma linguagem mais crua, atemporal. Era como se as cores distraíssem da essência do que elas diziam”, detalha. O olhar através da lente Para Daniel Saeta, diretor de fotografia com longa experiência em documentários, o desafio foi criar imagens que traduzissem intimidade. “Eu filmava com duas câmeras e, enquanto o Rafa mantinha o tripé fixo, eu me movia muito. A sensação era de procurar, quase como se a câmera fosse uma lupa, buscando uma emoção, um gesto, um fragmento de verdade”, relembra. Essa aproximação com as personagens resultou em planos fechados e movimentos sutis, que revelam tanto as rugas quanto os sorrisos. “O objetivo era esse: fazer parte. Eu mergulhei naquele lugar sem conhecer ninguém e acabei me sentindo pertencente. Estar perto delas era também uma forma de me aproximar de mim mesmo”, completa Saeta. A fotografia do filme traz influências diretas de obras que exploram o cotidiano. Além das influências locais, Saeta cita mestres do retrato e do cinema mundial: “Sempre fui fascinado por fotógrafos da Magnum, como Cartier-Bresson e Robert Capa. Essa ideia de capturar um instante que conta uma história inteira sempre me guiou. No cinema, referências como Akira Kurosawa e Alain Resnais também nos inspiraram a buscar enquadramentos mais densos, quase filosóficos”, indica. Para Daniel, fotografar, no cinema ou na vida, é um ato de síntese. “A boa fotografia fala por si só. É capturar um fragmento da realidade em que se consegue ver uma história inteira. No cinema, esse fragmento ganha movimento, luz e som. Mas a essência é a mesma: captar o que há de verdadeiro”, afirma. Ele lembra que, mesmo com luz montada, a equipe buscava manter a naturalidade das casas e das ruas. “Queríamos que o público sentisse que estávamos apenas abrindo a porta e observando. Que aquelas mulheres tinham nos deixado entrar, não como cineastas, mas como visitantes de suas vidas”, conta. Silêncio, pertencimento e transformação pessoal Durante as filmagens, o convívio com as protagonistas e com o próprio Alentejo deixou marcas profundas em Daniel Saeta. “Lembro que, no primeiro dia, cheguei à casa do Rafa e a primeira coisa que comentei foi sobre o silêncio. Um silêncio sepulcral, que eu já não ouvia há muito tempo. E depois vieram as noites, a luz azulada do céu, a lua, as estrelas. Parecia dia. Foi experiência única”, garante. O reencontro com o tempo e a natureza o levou também a refletir sobre o sentido da vida e do fazer artístico. Segundo ele, “essas senhoras me ensinaram que a vida segue. Mesmo com perdas, solidão ou dificuldades, todas falavam de continuar, de acordar para um novo dia. Havia sempre alegria, mesmo nas falas mais tristes. Isso me marcou muito.” Um cinema de escuta O resultado desse encontro entre olhar e escuta é um filme sensível, que devolve protagonismo a quem, muitas vezes, é invisível nas telas. Para Daniel, esse processo reafirmou o valor da fotografia documental. “Toda vez que você aponta uma câmera, faz uma escolha. É uma afirmação. E, nesse filme, eu quis que cada imagem dissesse: 'isso importa. Essas mulheres importam'.” Entre risos, memórias e silêncios, “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” é mais do que um retrato do Alentejo. É um lembrete universal sobre envelhecer, resistir e seguir vivendo, um dia de cada vez. Para o diretor do documentário muitas memórias desta experiência vão deixar marcas. Ele revela que "o que mais surpreendeu durante as filmagens foi a generosidade delas. Mesmo com vidas duras, são mulheres de uma alegria imensa. E eu percebi que o filme estava ganhando, de alguma forma, um poder maior de inspirar e de dar orgulho à própria comunidade”. Rafaê conclui: “Eu gostaria que o público levasse essa informação de que o interior tem vida, tem força, tem futuro, tem verdade, tem acolhimento. E que as mulheres são a alma desse lugar. Quero que as pessoas olhem para elas com admiração e respeito”.
O documentário recém-estreado em Portugal “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” revela a sabedoria, o humor e a resistência feminina através das lentes e do olhar sensível de dois brasileiros: o cineasta Rafaê e o diretor de fotografia Daniel Saeta. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal Filmado em Marvão, na região do Alentejo, interior do país, o filme é um tributo à força, à simplicidade e a beleza das mulheres alentejanas. Rodado integralmente em preto e branco, com direção do carioca Rafaê, a obra mergulha nas histórias de vida das mulheres que carregam a memória e a identidade de uma região onde o tempo parece correr em outro ritmo. Entre o silêncio do campo e o eco das vozes femininas, a obra busca captar o que há de mais humano: o pertencimento, a resistência e a beleza do cotidiano. A origem do projeto Rafaê, conta que a ideia nasceu de um convite da Dora Efer Pereira, coordenadora do CLDS 5G Social da Câmara Municipal de Marvão de um convite. “Ela me pediu algumas fotografias para uma exposição sobre mulheres empreendedoras no campo, mas percebi que essas histórias precisavam ir além da fotografia. Precisavam se transformar em um documentário, dar voz e visibilidade a essas mulheres extraordinárias”, explica Rafaê. O cinesta teve então o desejo de registrar o universo feminino em pequenas aldeias do Alentejo, onde o envelhecer e o viver ganham contornos próprios. “O documentário surgiu da vontade de olhar para essas mulheres e perceber o que as move. Elas são as guardiãs da memória do interior português — e, ao mesmo tempo, espelhos de uma força silenciosa. Era sobre o tempo, sobre elas e sobre nós também”, explica o documentarista, vencedor do Prêmio de Direção de Fotografia pelo filme Mais Humano (Reebok) e do Prêmio Bugil de Cinema, na Espanha, pelo documentário Domingo Todos los Días. A decisão de rodar o filme integralmente em preto e branco foi uma escolha estética e emocional. “O preto e branco nos parecia inevitável”, diz Rafaê. “Essas histórias pediam uma linguagem mais crua, atemporal. Era como se as cores distraíssem da essência do que elas diziam”, detalha. O olhar através da lente Para Daniel Saeta, diretor de fotografia com longa experiência em documentários, o desafio foi criar imagens que traduzissem intimidade. “Eu filmava com duas câmeras e, enquanto o Rafa mantinha o tripé fixo, eu me movia muito. A sensação era de procurar, quase como se a câmera fosse uma lupa, buscando uma emoção, um gesto, um fragmento de verdade”, relembra. Essa aproximação com as personagens resultou em planos fechados e movimentos sutis, que revelam tanto as rugas quanto os sorrisos. “O objetivo era esse: fazer parte. Eu mergulhei naquele lugar sem conhecer ninguém e acabei me sentindo pertencente. Estar perto delas era também uma forma de me aproximar de mim mesmo”, completa Saeta. A fotografia do filme traz influências diretas de obras que exploram o cotidiano. Além das influências locais, Saeta cita mestres do retrato e do cinema mundial: “Sempre fui fascinado por fotógrafos da Magnum, como Cartier-Bresson e Robert Capa. Essa ideia de capturar um instante que conta uma história inteira sempre me guiou. No cinema, referências como Akira Kurosawa e Alain Resnais também nos inspiraram a buscar enquadramentos mais densos, quase filosóficos”, indica. Para Daniel, fotografar, no cinema ou na vida, é um ato de síntese. “A boa fotografia fala por si só. É capturar um fragmento da realidade em que se consegue ver uma história inteira. No cinema, esse fragmento ganha movimento, luz e som. Mas a essência é a mesma: captar o que há de verdadeiro”, afirma. Ele lembra que, mesmo com luz montada, a equipe buscava manter a naturalidade das casas e das ruas. “Queríamos que o público sentisse que estávamos apenas abrindo a porta e observando. Que aquelas mulheres tinham nos deixado entrar, não como cineastas, mas como visitantes de suas vidas”, conta. Silêncio, pertencimento e transformação pessoal Durante as filmagens, o convívio com as protagonistas e com o próprio Alentejo deixou marcas profundas em Daniel Saeta. “Lembro que, no primeiro dia, cheguei à casa do Rafa e a primeira coisa que comentei foi sobre o silêncio. Um silêncio sepulcral, que eu já não ouvia há muito tempo. E depois vieram as noites, a luz azulada do céu, a lua, as estrelas. Parecia dia. Foi experiência única”, garante. O reencontro com o tempo e a natureza o levou também a refletir sobre o sentido da vida e do fazer artístico. Segundo ele, “essas senhoras me ensinaram que a vida segue. Mesmo com perdas, solidão ou dificuldades, todas falavam de continuar, de acordar para um novo dia. Havia sempre alegria, mesmo nas falas mais tristes. Isso me marcou muito.” Um cinema de escuta O resultado desse encontro entre olhar e escuta é um filme sensível, que devolve protagonismo a quem, muitas vezes, é invisível nas telas. Para Daniel, esse processo reafirmou o valor da fotografia documental. “Toda vez que você aponta uma câmera, faz uma escolha. É uma afirmação. E, nesse filme, eu quis que cada imagem dissesse: 'isso importa. Essas mulheres importam'.” Entre risos, memórias e silêncios, “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” é mais do que um retrato do Alentejo. É um lembrete universal sobre envelhecer, resistir e seguir vivendo, um dia de cada vez. Para o diretor do documentário muitas memórias desta experiência vão deixar marcas. Ele revela que "o que mais surpreendeu durante as filmagens foi a generosidade delas. Mesmo com vidas duras, são mulheres de uma alegria imensa. E eu percebi que o filme estava ganhando, de alguma forma, um poder maior de inspirar e de dar orgulho à própria comunidade”. Rafaê conclui: “Eu gostaria que o público levasse essa informação de que o interior tem vida, tem força, tem futuro, tem verdade, tem acolhimento. E que as mulheres são a alma desse lugar. Quero que as pessoas olhem para elas com admiração e respeito”.
¡Vótame en los Premios iVoox 2025! Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! En 1952, el propio Willy Messerschmitt fue contratado por el gobierno español para crear el núcleo de una fuerza aérea moderna autóctona con entrenadores y cazas a reacción. Si bien el HA-100 Triana y el HA-200 Saeta fueron pequeños éxitos para la industria aeronáutica, el diseño de un avanzado caza ligero bi-sónico denominado HA-300 fue un verdadero reto, ¿Por qué fracasó el pequeño y prometedor caza en delta? Pero no fue el final del proyecto, porque el HA-300, sin perder la denominación, se fue a otros continentes y probó suerte en una época donde todos los países con cierto poder querían la independencia de su propia industria aeronáutica de combate. Te lo contamos en la serie de Expedientes, donde trataremos todos aquellos proyectos polémicos, y envueltos en una nube de duda y niebla informativa. Con Álvaro Ruiz Doblado y Dani CarAn. 🆕 ENLACE A TODOS LOS CB FANS 💥 https://t.me/+1uHtwikQTZ85ZWRk Imagen basada en un modelo a escala del HA de danielzamarbide@hotmail.com https://dzmodels.blogspot.com/2025/09/hispano-aviacion-ha-300.html Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books zeppelinbooks.com es un sello editorial de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 👉 https://podcastcasusbelli.com 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎵 La música incluida en el programa es Ready for the war de Marc Corominas Pujadó bajo licencia CC. https://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/ El resto de música es bajo licencia privada de Epidemic Music, Jamendo Music o SGAE SGAE RRDD/4/1074/1012 de Ivoox. 📧¿Queréis contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/391278 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
¡Vótame en los Premios iVoox 2025! En agosto de 2025 se cumplían 70 años del primer vuelo del histórico Hispano Aviación Saeta, y no podíamos hacer menos que dedicarle un episodio. Pero no podíamos hablar del Saeta sin hablar del Super Saeta, del Triana, del Alacrán o del Ha-300. ¿Nos acompañas en este epispdio? P.D.: Si la intro y la despedida os son familiares, que no os sorprenda. En un ejercicio de nostalgia podcasteril he hablado con Javier Lago para pedirle permiso y utilizar la introducción que hizo para el que, si no recuerdo mal, fue el primer podcast español sobre aviación: Remove Before Flight RBF podcast
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Durante los difíciles años de la posguerra , en España se trato de construir los que se pudo con lo que se tenía, así nacerían los Pedros y los Buchones, pero España no se conformó con eso, quería aviones modernos y uno de ellos fue el Hispano Aviación HA200 Saeta, entrenador, avión de ataque y mucho más. Salva Rus nos trae hoy la historia de este avión y de su predecesor el HA100 Triana Si quieres apoyar nuestra labor de divulgación y quieres disfrutar de estos especiales para fans mecenas, dale al botón azul de APOYAR y desde 1,49€ al mes los tendrás disponibles a la vez que no tendrás publicidad en los programas en abierto Musica intro: Fallen Soldier,licencia gratuita, de Biz Baz Estudio Licencia Creative Commons Fuentes: Propias del colaborador Audios y música: Fragmentos del NO DO y de noticiarios Portada : Sergio Murata Productor: Vega Gónzalez Director /Colaborador: Sergio Murata Espero que os guste y os animo a suscribiros, dar likes, y compartir en redes sociales y a seguirnos por facebook y/o twitter. Recordad que esta disponible la opción de Suscriptor Fan , donde podréis acceder a programas en exclusiva. Podéis opinar a través de ivoox, en twitter @Niebladeguerra1 y ver el material adicional a través de facebook https://www.facebook.com/sergio.murata.77 o por mail a niebladeguerraprograma@hotmail.com Telegram Si quieres acceder a él sigue este enlace https://t.me/niebladeguerra Además tenemos un grupo de conversación, donde otros compañeros, podcaster ,colaboradores y yo, tratamos temas diversos de historia, algún pequeño juego y lo que sea, siempre que sea serio y sin ofensas ni bobadas. Si te interesa entrar , a través del canal de Niebla de Guerra en Telegram, podrás acceder al grupo. También podrás a través de este enlace (O eso creo ) https://t.me/joinchat/Jw1FyBNQPOZtEKjgkh8vXg NUEVO CANAL DE YOUTUBE https://www.youtube.com/channel/UCaUjlWkD8GPoq7HnuQGzxfw/featured?view_as=subscriber BLOGS AMIGOS https://www.davidlopezcabia.es/ con el escritor de novela bélica David López Cabia https://www.eurasia1945.com/ Del escritor e historiador, Rubén Villamor Algunos podcast amigos LA BIBLIOTECA DE LA HISTORIA https://www.ivoox.com/biblioteca-de-la-historia_sq_f1566125_1 https://blog.sandglasspatrol.com/ blog especializado en temas de aviación Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Extremadura se prepara para vivir la Semana Santa a compás de saetas flamencas. Del 20 de marzo al 10 de abril las 7 localidades que cuentan con la distinción de interés turístico en su Semana Santa (Badajoz, Cáceres, Jerez de los Caballeros, Mérida, Plasencia, Trujillo y Zafra) acogerán el espectáculo "Exaltación de la saeta. Plegaria del Flamenco" que fusiona una conferencia sobre La Saeta y la Pasión de Cristo a cargo de Juan Pedro López Godoy "Perico de la Paula" con el cante por saetas de 14 saeteros extremeños. Se trata de una iniciativa del Centro de las Artes Escénicas y de la Música de la Junta de Extremadura (CEMART) en colaboración con Mariscal Producciones Artísticas.
Ya comienza a oler a incienso en Extremadura. Se acerca la Semana Santa y hoy les presentamos "Exaltación de la Saeta. La plegaria del flamenco" que comenzará el 20 de marzo. Se trata de un ciclo de conferencias ilustradas organizadas por Mariscal Producciones Artísticas que financia el CEMART de la Junta de Extremadura. El encargado de ofrecer esas conferencias será Juan Pedro López Godoy "Perico de la Paula" con el que charlamos en nuestro programa. También entrevistamos a la bailaora malagueña Águeda Saavedra que estará el 22 de marzo en el Tablao Íntimo del Centro de Flamenco y Danza Jesús Ortega en Badajoz. Si no la conocen, aprovechen esta oportunidad porque su baile no deja indiferente a nadie. Y terminamos con nuestra agenda flamenca donde entre otras citas les contamos la presentación del ciclo Pasión por el flamenco 2025 de la Diputación de Badajoz. Con Laura Zahínos.
En este episodio del podcast, tenemos a una invitada muy especial: Cristina Saeta, fundadora de la marca de bolsos artesanales y sostenibles #Azorín. Cristina cuenta con una trayectoria impresionante en el mundo del marketing, con 16 años de experiencia trabajando en empresas multinacionales como Red Bull y Llaollao.
Pelé y Maradona lo consideraron mejor que ellos. Fue figura histórica en el Real Madrid donde reina eternamente, pero Alfredo Di Stéfano solamente pudo defender a la albiceleste solo en un campeonato.
La artista malagueña, Diana Navarro, actuará el próximo sábado 22 de junio en el Auditorio Municipal de Rincón de la Victoria. La cantante que ofrecerá este concierto, enmarcado en las actividades con motivo del 50 aniversario de la cavidad, “brindará al público rinconero canciones de su último trabajo `De La Piquer a La Navarro´, haciendo un repaso por sus grandes éxitos de su amplia discografía”, señala el concejal de Turismo y Cueva del Tesoro, Antonio José Martín (PP). El alcalde de Rincón de la Victoria, Francisco Salado (PP), ha destacado “la excepcionalidad que supone disfrutar de una artista consagrada como Diana Navarro, que cuenta con numerosos reconocimientos, entre ellos nuestro galardón Boquerón de Plata 2023”. “Es un placer y orgullo recibir nuevamente a Diana Navarro en Rincón de la Victoria, su segunda tierra a la que está muy vinculada, donde ha disfrutado de los veranos junto a su familia. Por ello, recibirla en casa será muy satisfactorio para todos y sabemos que nos ofrecerá un concierto muy especial”, señala Salado. El regidor ha lanzado una invitación para que vecinos, visitantes y turistas “no se pierdan esta inmejorable oportunidad de disfrutar de una velada musical única, al aire libre, en el Auditorio Municipal”. En este sentido, Martín ha explicado que “se trata de una actuación muy personal, en la que Diana Navarro con su voz inigualable, nos llegará al alma y enamorará a todos los asistentes”. El concierto, con entradas gratuitas hasta completar aforo, se une al resto de programación que se llevará a cabo durante todo el año con un calendario de actividades, con unas 30 acciones, que seguirá abierto y en el que se irán añadiendo propuestas para todos los públicos durante todos los meses. El concierto, enmarcado en las actividades con motivo del 50 aniversario de la Cueva del Tesoro, está organizado por el Ayuntamiento de Rincón de la Victoria, y cuenta con el patrocinio de la Junta de Andalucía, y la colaboración de la Diputación Provincial de Málaga y Turismo Costa del Sol. Diana Navarro Trayectoria de Diana Navarro Diana Navarro es una cantante, compositora, y actriz (1978. Málaga) hecha a sí misma. Su necesidad creativa y artística hizo que desde muy temprana edad y de manera independiente, participase en todo tipo de eventos culturales, galas benéficas y concursos, ganando 29 premios de los cuales 17 fueron primeros premios de Copla, ganadora del programa de variedades “Tu gran día” de Tve presentado por Lolita y Juan y Medio y 2 premios Nacionales de Saeta. Este camino convirtió a Diana en una joven promesa de la música andaluza en la década de los 90 con cientos de conciertos por Málaga y provincia. Gracias a ellos y a la ayuda familiar, financió su primer casete “Nuevos valores de la copla malagueña” en 1996 y grabó dos discos con la colaboración de patrocinadores: “Noche de Coplas” en 1997 y “Homenaje a Lorca” en 1999, presentando ambos en Peñas y Casas de Andalucía de España y Suiza así como numerosas intervenciones en Canal Sur y TVE. En el año 1999 conoce al pianista y A&R Chico Valdivia y deciden grabar una maqueta que llega a manos de Warner Music Spain. Buscando un estilo personal, Diana tenia claro que no quería dejar de cantar los estilos más puros de los que procedía como son: Copla, Saeta, Flamenco y Folkclore. Con esa premisa, forman un equipo de trabajo junto al creador de números uno Luis Gómez Escolar, el arreglista Miguel Ángel Collado y el productor e ingeniero de sonido, galardonado con 8 Grammys Latino; Bori Alarcón. En 2005 terminan la creación de “No te olvides de mi” con el éxito “Sola” vendiendo más de 250.000 copias físicas, realizando una gira de 130 conciertos, nominación a los Grammy Latinos, Premio Ondas, Premio Cadena Dial entre otros, y lo mas importante; la consagración de una voz única. Nueve discos después, cuatro Discos de Oro, tres Discos de platino, otra nominación a los Grammy Latino por el disco FLAMENCO, dos Premios de la Música, Micrófono de Oro y un largo etc. Es reclamada por los mejores artistas nacionales e internacionales para hacer duetos entre los que se encuentran: Armando Manzanero, Mago de Oz, María Dolores Pradera, Luz Casal, Vanesa Martín o su ahijado artístico Pablo Alborán al que Diana amadrinó en su primer disco “Solamente tu”. Artista invitada en la gira americana de Flamenco Festival con el espectáculo “Mujeres” dirigido por Mario Maya y protagonizado por Belén Maya, Merche Esmeralda y Rocío Molina, Diana interpretó una Saeta en el City Center Theatre de Nueva York recibiendo una de las ovaciones más importantes del espectáculo. Esa noche Diana fue invitada al Dizzy´s en el Jazz Licoln Center frente a Central Park a cantar “Ojos Verdes” convirtiéndose en la primera española en cantar Copla en ese templo del Jazz. Años después debutaría como actriz de teatro en el Teatro Español con la obra “En Tierra Extraña” dirigida y escrita por Juan Carlos Rubio, donde daría vida a Doña Concha Piquer interpretando una vez más “Ojos Verdes” y siendo nominada como Mejor Actriz a los Premios Max, Premios de Teatro Musical, Premios Broadway World y Premios Met y premiando a todo el equipo en los Premios Diversa. Para llegar a ser la actriz que es hoy, quiso formarse con el Master de interpretación para Cine y Tv de la Escuela de Artes Escénicas TAI para dar mayor excelencia a sus interpretaciones musicales, descubriendo que le apasionaba la interpretación actoral, realizando trabajos como “Yocasta” o “Las pesadillas de Alberto Soto” con directores independientes y debutando en la gran pantalla con Santiago Segura en la trilogía familiar “Padre no hay más que uno”. También ha sido dirigida por Antonio Banderas en su documental sobre la Semana Santa Malagueña donde Diana interpreta una Saeta compuesta por el actor y director y más adelante en la Gala de los Premios Goya que presentó y dirigió en su teatro Soho CaixaBank interpretando junto a Carlos Latre caracterizado de Pepe Isbert “Coplas de las Divisas”. Participó en el programa de imitaciones de Antena 3 TV “Tu Cara Me Suena”, donde imitó a mas de 20 personajes entre los que se encontraban María Callas, Mónica Naranjo, Aretha Franklin, Ella Fiztgerald o Antonio Molina entre otros. Su capacidad multidisciplinar ha hecho que destaque como jurado en el Talent Show de Canal Sur “Tierra de Talento” con récords de audiencia, copresentando la Gala de Navidad de Canal Sur, Las Campanadas de Fin de Año en directo en Malaga TV y como presentadora en la Gala de Premios Málaga del Ayuntamiento de la ciudad. También presentó la Gala de Clausura del Festival de Cine de Málaga 2017 donde se premió con la Biznaga de Oro a uno de sus referentes en la interpretación y amigo Antonio Banderas. Sigue en constante investigación fusionando copla, flamenco y zarzuela con estilos tan dispares como el Pop Sinfónico o la Electrónica, creando el término Neocopla Sinfoelectrónica para denominar su estilo musical. Su impresionante voz, más conmovedora que nunca, sigue traspasando con cada nota y palabra, por sus acrobáticos melismas y su poesía directa. Actualmente sigue recorriendo toda España como actriz en “En tierra extraña” y como cantante con la Orquesta Carlos III con el espectáculo: El Amor…Falla, donde interpreta la obra de Manuel de Falla y Maria de la O Lejarraga, y “Diana Navarro En Concierto” haciendo un repaso por su carrera artística.
Sintonía: "Song # 2" - Miles Davis"The Pan Piper", "Saeta", "Soleá" y "Will O´ The Wisp", extraídas del álbum "Sketches Of Spain" (Columbia Records, 1960/Destination Moon Records, 2023)"Aos pés da cruz" y "Corcovado", extraídas del álbum "Quiet Nights" (Columbia Records, 1964/Destination Moon Records, 2023)"Concierto de Aranjuez" extraída de "Sketches of Spain"Todas las músicas interpretadas por Miles Davis a la trompeta y arregladas/dirigidas por Gil EvansEscuchar audio
El asunto es polémico, y de momento no parece que decaiga. La electrónica al servicio del folk, o el folk al servicio de la electrónica. ¿Qué más da?. A las propuestas de semanas anteriores como las de Terrae, Casapalma, Castora Herz, Delameseta, El Gato con Jotas, Dulzaro y otras muchas más, añadimos hoy la de Radizi, el dúo que forman Francesco di Cristófano y Ramón Rodríguez, que también traen su ración de folktrónica con su reciente disco “Cal y Cemento” en el que hasta colabora Eliseo Parra en una canción. Pero no va a ser solo folk para robots, también somos siempre orgánicos, y hablamos de la gira que hace estos días por Suecia la vallisoletana Vanesa Muela, además de presentar a las asturianas 6 Riales y anunciar conciertos de Azarbe, El Pelujáncanu, hoy mismo en el Guitarvera, y de Carles Dénia.Lo dicho (o escrito) se cuenta en La Tarataña con esta selección musical:1.- Groupa con Vanesa Muela, “Para empezar a cantar” 3:47 y “El palillo del tío Roque” 4:152.- Azarbe, “Joteando (con Vanesa Muela) 4:27 y “Dos rosales” 4:393.- 6 Riales, “Romances” 4:384.- El Pelujáncanu, “El olivito” (con Miriam Cantero) 2:375.- Carles Dénia, “La festa” 4:206.- Radizi, “Junto al romero” (con Eliseo Parra) 4:07, “Cal y cemento” 1:56, “Saeta al gran poder” (Aroa Fernández) 2:33, “Lobo blanco” 403 y “Charro de madrugada” 5:43Escuchar audio
Hablamos con el Vaticano, con monseñor Fisichella, sobre el Año Jubilar de las Cofradías de 2025 y la presencia en Roma del Cachorro, con cuyo hermano mayor, José Luis Aldea, hablamos también. Repasamos con el pregonero de 2024, Juan Miguel Vega, los mejores momentos de su pregón de Semana Santa. Repasaremos el proyecto del nuevo manto morado de la Esperanza de Triana. Y terminamos con la marcha Saeta pero tocada en Minneapolis por un trompetista de Baza y con una orquesta estadounidense.
Programa de radio en COFRADEMANÍA.
SER Cofrade Granada del 16 de febrero de 2024: Anotamos las principales convocatorias y actos de las cofradías de la capital para el fin de semana y hablamos con Juan Luis Álvarez sobre el Concurso Internacional de la Saeta de Oro de Granada
¡Nuestra primera comparativa Vintage de camiones! ¡Y menudo podcast nos ha salido! Tiene trampa, hemos contado con un experto de lujo Joan Garriga responsable de la web www.encamion.com. Pero es que la rivalidad entre Barreiros, una empresa privada, y Pegaso, una empresa estatal, llegó a su punto álgido con estos dos modelos, el Saeta y el Comet. ¡Incluso contaremos un chiste! De camiones y de época… y habrá anécdota. Ha sido un lujo contar con Joan para hacer este podcast y lo veréis en el resultado. Si os gustan los camiones, pon en tu buscador www.encamion.com y vas a disfrutar. ENASA, es decir, la Empresa Nacional de Autocamiones S.A., nace en 1946. La dictadura de la época quería imponer una autarquía, es decir, que todo lo que se consumiese en España se fabricase en España. Y en esos años, una de las cosas más necesarias eran los camiones. La marca comercial de ENASA era Pegaso y jugaban con muchas ventajas: Estaba promovida por el gobierno, tenía financiación oficial, contaba con las instalaciones y los técnicos de la antigua Hispano suiza y, lo más importante, repescaron para este proyecto al brillante ingeniero Wifredo Ricart. En esta rivalidad con Barreiros parecía que tenía las de ganar… Hicimos un vídeo sobre la historia de Barreiros titulado: “La Historia de Barreiros como nunca te la habían contado”. Tanto si lo has visto como si no, es buena idea que lo veas para entender mejor todo esto… Tanto el Saeta de Barreiros como el Comet de Pegaso fueron dos camiones muy avanzados en su momento, a inicios de los 60. No tenían mucho que envidiar a los mejores modelos europeos del momento. Y es que, de hecho ambos contaban con tecnología europea de marcas de primer orden a nivel mundial. En el caso de Barreiros llegó a un acuerdo con Berliet de Francia para usar sus diseños de cabinas. El Comet de Pegaso supone un verdadero punto de inflexión un cambio de época dentro de la marca. ¿El motivo? Pues que ENASA abandonó al mítico ingeniero Wifredo Ricart, creador del Barajas. El Barajas era un camión casi “deportivo”, con prestaciones de turismo, pero delicado. El Comet era otra cosas, un camión menos atractivo que el Barajas, sin duda más incómodo, pero mucho más fiable y racional. El Comet heredó el nombre y el eslogan de los británicos Leyland. De hecho el Pegaso Comet fue un desarrollo a partir del Leyland Comet, pero con muchas mejoras que se dejaban notar, tanto en la cabina como en el motor, que pasó de 110 a 125 CV. El Barreiros Saeta tenía versiones más ligeras, que arrancaban en las 3.5 toneladas de carga útil y llegaban a las 14 T de peso total en el modelo tope. El Pegaso Comet llegaba más lejos con un peso total de entre 10 y las 16 T que permitía una carga útil de 10 toneladas e incluso algo más. En ambos casos las versiones que triunfaron comercialmente eran las versiones de entre 12 y 16 T, lo que en aquellos años en el argot se llamaba un "Normal", o sea, camiones de dos ejes con entre 7 y 10 toneladas de carga útil. Más o menos ya conocéis las marcas y la situación, vamos a hablar de los camiones y vamos a comparar. Y os anticipo algo: El hecho de que una marca fuese privada y otra estatal, tenía reflejo en sus productos. Barreiros, además de ser una empresa privada era innovadora. Se esforzaban mucho en ofrecer más versiones y a mejor precio que su rival. No eran tan potentes, pues los motores más grandes rondaban los 90 CV, pero sí eran muy fiables y, sobre todo, la cabina resultaba mucho más cómoda. Además del asiento del conductor con suspensión, contaba con una banqueta de dos plazas para los acompañantes que era amplia y podía servir al conductor para dormir un rato. Pegaso era otra cosa y el Comet era muy racional y práctico sin ningún guiño al confort. Tan incómodo que no disponía de ningún tipo de suspensión en el asiento. A cambio, era más potente, 125 CV que luego llegaron a 135 CV y duros como el granito. Además eran, en su interior, muy ruidosos. Y los Pegaso eran duros como rocas, igual o puede que más que los Barreiros. Lo aguantaban todo, desde excesos de kilómetros o de kilos. Los Comet eran, desde luego, más fiables y económicos que los Barajas que le antecedieron. Eso sí, el Pegaso era más caro que el Saeta. En una empresa estatal y más en esa época, el tema comercial se lo tomaban con calma, con mucha calma y no eran tan competitivos en precio, financiación o entregas. Los Comet tenían muy buena fama en casi todo, pero se les consideraba camiones muy incómodos y duros para el conductor. Camión del día. Voy a elegir el camión Barreiros 300 Turbo que pude conducir en la “la mili”.
BRETÓN: Coplas de Don Hilarión “Tiene razón Don Sebastián” (3.49). Habanera – concertante “Dónde vas con mantón de manila” (4.34). (La verbena de la Paloma, sainete lírico en un acto) (selec.). P. Domingo (ten.). M. Bayo (sop.), R. Castejón (actor, ten. cómico), R. Pierotti (sop.), A.-M. Amengual (sop.), Coro de la Comunidad de Madrid, Orq. Sinf. de la Comunidad de Madrid. Dir.: A. Ros Marbá. Escenas andaluzas (Bolero, Polo gitano, Zapateado, Marcha y Saeta) (24.21). Gran Orq. Sinf. Dir.: A. Argenta. Dúo "Dolores mía" (La Dolores) (6.26). M. Caballé (sop.), B. Martí (ten.), Orq. Sinf. Dir.: E.-M. Marco.Escuchar audio
El pequeño Pascual nació en la Sevilla de 1950, en el barrio de la Calzada, antes de que le pusieran al lao la estación de Santa Justa, que no vea lo contento que se puso el padre haciendo las cuentas de lo que se iba a revalorizá el piso. La madre de Pascual tuvo un embarazo un poco incómodo por las ardentías del pelaso que traía el niño, que parecía Mario Vaquerizo. Desde chico se veía que el niño era una jartá de avispao, le preguntaba a la madre por qué se había casao con el padre, le preguntaba al padre que porqué se escondía pa beber anís… así que la madre lo metió en un colegio monjas hasta que el niño empezó a decir cosas raras como que en el colegio se comían el cuerpo de un hombre y se bebían su sangre. Miedosa de que se perdiera el talento de su hijo, lo metió en la Academia Orad, que tenía muy buena puntuación en el EDUCADVISOR. En esta academia estuvo bajo la tutoría del fundador de la academia y gran matemático Don Urbano Orad de la Torre, que dijo: “este es el que me va a rellenar a mí la declaración de la renta”. Con él estuvo hasta 3º de magisterio, para luego ingresar en la Escuela Normal Nebrija y validar su titulación, que era el proyecto de fin de carrera de antes. Luego volvió con Don Urbano para trabajar de profesor de matemáticas. Pero todos sabemos que las matemáticas son más aburridas que la misa de un bautizo, así que Pascual desarrolló desde pequeño una extraordinaria habilidad para las artes y las letras; Era como un filósofo griego, que lo mismo ayudaba al niño con las derivadas que escribía un poema que te hacía una berza con pringá. También fue tuno, que nadie es perfecto. Aunque si por algo suena a todo el mundo el nombre de este fanático de los Beattles es por reinventar al grupo de Liverpool a la forma Sevillana, fundado “Los Cantores de Híspalis” y convirtiendolo en el grupo de sevillanas más relevante del panorama nacional. Su 1er disco, “Cosas de mi tierra”, lo grabaron en 1978, pero no en España, sino en Suiza, en una iglesia convertida en estudio por el ingeniero de sonido de los Rolling Stones, pq era un disco de canción protesta y Franco era capaz de levantarse na má que pa asustá. Tal era la calidad de este grupo que llegaron a grabar con la filarmónica de Londres, transformando las sevillanas en piezas sinfónicas. Pascual alzó el género de las sevillanas a un nivel que consiguieron que bailaran sevillanas hasta los gaditanos. El grupo recibió en 1988 en Düsseldorf el Premio a la mejor producción europea por su disco “Danza”. Pero la cabeza de Pascual iba al 15%, necesitaba crear más y escribió temas para Paloma San Basilio, Massiel, El Dúo Dinámico, la musiquita de Simago. Él no podía parar. En esta época ya tenía las gafa, la melena como Sandokan, recogida siempre en una cola, porque no vea el caló que da ese pelo con los focos y un bigote que si iba a una boda, se llevaba oliendo a gambas 3 semanas. A Pascual también le gustaba la Semana Santa más que a un Vasco levantá una piedra, así que no es extraño que parte de su creación artística estuviera íntimamente ligada al mundo de las cofradías. Bético de los de “Musho Beti, manquepierda” en 1985 compuso un himno, porque este equipo tiene más himnos que la sección de Kike, e inauguró el 1 de octubre de 2012 Radio Alcosa, que más quisiera Onda Cero que la hubiera inaugurado este genio. Se casó 3 veces y tuvo 4 hijos: Rocío y Pascual con su primera pareja, Elisabeth con la segunda y uno más con la tercera, María Dolores Vergés, llamado Cristofer, no el de Ganímedes que arreglaba las naves, otro que por el nombre parece que no lo buscaron. A Pascual le gustaba más una cama que una Saeta en un balcón de la carrera oficial, por eso no llegó nunca al buffet libre del desayuno del hotel. Tampoco llegó nunca a dar el pregón de Semana Santa, pero eso fue por otra historia, que ahora hasta un vicepresidente lleva coleta, pero antes estaba peor visto que contestarle a una persona mayor. Pascual era muy querido, en Sevilla o en donde lo conocieran, de gran corazón colaboraba siempre en cualquier acción benéfica que se le presentara, siempre cogía el teléfono, contestaba a los mensajes, mandaba felicitaciones de navidad y siempre saludaba. Desgraciadamente, el 6 de febrero de 2022, un bichito que tenía en la garganta se lo llevó a cantar sevillanas por encima de la Torre Pelli, aunque ustedes siempre podrán recordarlo cada vez que vean a un gaditano bailando sevillanas o haya un vicepresidente del gobierno con coleta.
Música: Solo Cello Passion - Doug Maxwell_Media Right Productions Spotify: https://open.spotify.com/show/4ddtKTMUUKPOS3YpC9MMfF?fbclid=IwAR2ahnAOofvzKs2bLJ7Zapc5WWburwTHfLSlF2TLFCyW83devbGexPsAsTY Deezer: https://www.deezer.com/es/show/2816092 Instagram: https://www.instagram.com/yo.te.lo.narro/ Youtube: https://www.youtube.com/@yotelonarro #AntonioMachado #España #Lasaeta #narracion #declamacion #literatura #lectura #poesia #arte #literatura_hispanoamericana #arts #poetry #poem #amamoslapoesia #podcastenespañol #cuentosenespañol #poesiaenespañol ---- "¿Quien me presta una escalera, para subir al madero para quitarle los clavos a Jesús el Nazarano?" Saeta popular ¡Oh la saeta, el cantar al Cristo de los gitanos, siempre con sangre en las manos siempre por desenclavar! ¡Cantar del pueblo andaluz que todas las primaveras anda pidiendo escaleras para subir a la cruz! ¡Cantar de la tierra mía, que echa flores al Jesús de la agonía, y es la fe de mis mayores! ¡Oh, no eres tú mi cantar! ¡No puedo cantar, ni quiero, a ese Jesús del madero, sino al que anduvo en el mar! ----
Segunda parte del especial de SEMANA SANTA antes de la vacaciones ven a disfrutar aqui en ESCUCHAME5G de mano de PEKEDJ
Fue el primer jugador de fútbol a escala mundial. Pasó de ser campeón en 1947 con River Plate y con la Selección Argentina, a formar parte del elenco estelar del Ballet Azul de Millonarios en Colombia que fue tricampeón en 1949, 50 y 52, marcando 90 goles en 101 partidos. Y fue tan notable su actuación frente al Real Madrid en uno de esos encuentros que resultó en que saltara de continente en 1953 para ocupar el centro del ataque de aquel renombrado club español. Fue allí donde Alfredo di Stéfano, «la Saeta Rubia», dio inicio al ciclo más brillante que jugador alguno haya tenido en un equipo. Ganó 10 títulos, se adjudicó dos veces el Balón de Oro, y fue cinco veces el máximo goleador de la temporada. Su cuota de 418 goles en total en 518 partidos oficiales contribuyó a que el equipo blanco de la capital española ganara, una tras otra, las primeras cinco ediciones de la Copa de Campeones de Europa entre 1956 y 1960, ocho Ligas de España entre 1954 y 1964, y la primera Copa Intercontinental en 1960. Por si todo eso fuera poco, en calidad de director técnico en 1971 sacó campeón de la Liga Española al Valencia. Y de vuelta en su natal Buenos Aires, llegó a ser el único director técnico en la historia de Argentina en ganar el Campeonato Nacional con los dos clubes más reconocidos y de mayor rivalidad: el Boca Juniors en 1969, y el River Plate en 1981.1 Durante la temporada de 1996-97, habiendo pasado de ser director técnico a ser asesor de la Presidencia del Real Madrid, Di Stéfano veía y evaluaba desde el palco los partidos. Tras la derrota de su equipo una tarde en que cayó un aguacero, disgustado por lo mucho que uno de sus volantes demoraba en volver a posiciones defensivas, se lo recriminó con su característica ironía, cantándole la atinada letra de la canción de Armando Manzanero que dice: «Esta tarde vi llover, / vi gente correr, / y no estabas tú...»2 Es que cuando a «la Saeta» le preguntaban cuál era su puesto en la cancha, el solía responder: «Mi quinta mide 110 por 70.»3 ¡Y en esa quinta corría como una gacela y jugaba como un genio! Como uno de sus personajes favoritos era Martín Fierro, la revista argentina El Gráfico declaró que, tal «como lo quería Martín Fierro», don Alfredo, que acababa de cumplir los setenta años, «seguía representando un grande que... fue “toro en su rodeo y torazo en rodeo ajeno”».4 Así como Di Stéfano amó a tal grado el fútbol que erigió en el fondo de su casa un monumento a la pelota con la inscripción: «Gracias, vieja», determinemos nosotros amar a tal grado a Dios nuestro Creador que le erijamos un monumento en el fondo de nuestro corazón que diga: «Gracias, Padre celestial. ¡Tuyo es el reino, el poder y la gloria por todos los siglos!»5 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Daniel Guiñazú, «Gracias, Alfredo», Diario Página 12, 8 julio 2014 En línea 21 julio 2022; Alfredo di Stéfano (con la colaboración de Enrique Ortego y Alfredo Relaño), Gracias, vieja: Las memorias del mayor mito del fútbol (Madrid: Grupo Santillana de Ediciones, 2000), pp. 397-99. 2 Di Stéfano, Gracias, vieja, pp, pp. 397-400; Diego Torres, «El sueño del pibe», Diario El País, 7 julio 2014 En línea 21 julio 2022; Carlos Matallanas, «Esta tarde vi llover», Leyendas balompédicas: Di Stéfano, Diario El Confidencial, 3 enero 2006 En línea 19 julio 2022. 3 Guiñazú 4 Di Stéfano, Gracias, vieja, pp. 57,166,355. 5 Guiñazú; Mt 6:9,13
En 1947, Alfredo di Stéfano, a los veintiún años, marcó veintisiete goles jugando por el Club Atlético de River Plate los treinta partidos del campeonato de fútbol argentino. Fue durante esa temporada, su primera como máximo goleador de Primera División, que recibió el apodo de «la Saeta Rubia» debido al color de su cabello y a que era tan rápido como una flecha. Era tal su velocidad que, cuando salía disparado en el terreno de juego, la hinchada de River vitoreaba esas arrancadas cantando: «¡Socorro, socorro! / ¡Ahí viene la Saeta / con su propulsión a chorro!» Ese mismo año Di Stéfano integró la Selección Argentina que ganó el Campeonato Suramericano de Guayaquil, marcando seis goles en seis partidos. Con semejante talento, era de esperarse que tuviera la oportunidad de jugar en tres Copas del Mundo antes de cumplir los treinta y dos años. Pero tuvo más bien la mala suerte de que en el Mundial de Brasil 1950 y en el de Suiza 1954 Argentina decidió no participar, y en el Mundial de Suecia 1958, jugando él por el Real Madrid y por la Selección Española luego de obtener la ciudadanía, España no clasificó. Su última oportunidad habría de ser, entonces, el Mundial de Chile 1962, al que sí clasificó la Selección de España que él integraba. Di Stéfano no había podido jugar contra el Brasil en que figuró Pelé en el Mundial de Suecia, y no había enfrentado a Pelé sino una sola vez en un partido amistoso entre Real Madrid y Santos en el Estadio Bernabéu en 1959. Pero en Chile él y Pelé formarían parte de sus respectivas selecciones nacionales, programadas para enfrentarse en el tercer partido de la primera ronda del torneo. Lamentablemente, ni el uno ni el otro jugaron ese 6 de junio en el único partido de un Mundial en que pudieron haberse enfrentado, siendo dos de los mejores jugadores de la historia del fútbol. Pelé había sufrido una lesión que lo había inhabilitado en el partido anterior, y Di Stéfano no se había repuesto de una lesión que había sufrido antes de viajar a Chile. Los padres de Di Stéfano, que viajaron en avión de Buenos Aires a Viña del Mar con pasajes que él les había comprado, regresaron decepcionados de que su hijo no llegó a jugar un solo minuto, por lo que no pudo hacer nada para evitar que Brasil, que repitió como campeón, eliminara a su equipo español con goles marcados por el jugador que reemplazó a Pelé.1 En el transcurso de la vida de «la Saeta Rubia», siempre había quienes proclamaban que él era el mejor jugador del mundo, incluso Pelé, que llegó a decir, con encomiable modestia, que Di Stéfano era mejor que él.2 Pero una de las frases lapidarias por las que se recuerda a Di Stéfano mismo es la que él dio como respuesta a su propio interrogante: «¿Yo el mejor del mundo? ¡Ahora llaman el mejor a cualquiera!»3 Con mayor razón determinemos nosotros que vamos a acatar el proverbio del sabio Salomón que dice: «No presumas de ti mismo; deja que te alaben los demás.»4 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Alfredo di Stéfano (con la colaboración de Enrique Ortego y Alfredo Relaño), Gracias, vieja: Las memorias del mayor mito del fútbol (Madrid: Grupo Santillana de Ediciones, 2000), pp. 392,191-95; Ian Hawkey, Alfredo di Stéfano: La historia completa, trad. Enrique Alda (Barcelona: Editorial Córner, Roca Editorial de Libros, 2017), pp. 286-88. 2 Ángel Sastre, «Desde Brasil, un llanto mundial», Diario La Razón, Buenos Aires, 8 julio 2014 En línea 10 julio 2022. 3 Luis Miguel González, «Un año sin Di Stéfano: recuerdo de sus geniales y lapidarias frases», Diario El Confidencial, 7 julio 2015 En línea 9 julio 2022. 4 Pr 27:2 (TLA)
Welcome to Leslie Saeta from My 100 Year Old Home ABOUT LESLIE SAETA Leslie lives in Pasadena, CA with her husband Dave. They've raised three son's in their 100-Year-Old Home. Leslie is the creator of the blog “My 100-Year-Old Home” and an Instagram Superstar @my100yearoldhome. She can now add best-selling author to her list of accomplishments with the release on September 27th of the book “A Home to Share” WHAT YOU WILL HEAR ABOUT IN THIS EPISODE: - How we know each other - All about her home & book - Her book tour so far - A huge renovation at the beach house - Her home has been in movies, tv series, and commercials - What's on the horizon RESOURCES/LINKS MENTIONED: “A Home to Share” by Leslie Saeta CONNECT WITH LESLIE Website: https://www.my100yearoldhome.com Instagram: https://www.instagram.com/my100yearoldhome CONNECT WITH ME: Website: https://www.livinglargeinasmallhouse.com Instagram: @livinglargeinasmallhouse Facebook: @livinglargeinasmallhouse YouTube: @livinglargeinasmallhouse Email: lynn@livinglargeinasmallhouse.com There are affiliate links in these notes. I may receive a small commission at no cost to you if you choose to use them. You can find my full disclosure policy HERE --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app
Escribe Juan José Pereyra Twitter@juano500 Vivió su infancia y adolescencia en su ciudad natal. Ingresó a Facultad de Humanidades para estudiar Filosofía y al poco tiempo se encontró entre cables y micrófonos. Ha desarrollado una importante carrera desde hace cuarenta años. Estuvo en prensa, radio y televisión, canal 5 y luego Saeta. Hace casi treinta ingresó al 10, estuvo 17 años en Subrayado y hoy es la productora general del programa de la mañana. En entrevista con Hay otra historia de radio Fortaleza, María de los Ángeles contó su experiencia y su trabajo. Sueña con hacer radio en Rocha una vez que se retire.
Para comenzar la semana llegó el espacio de espectáculos al programa Hacemos lo que podemos (lunes a viernes de 16 a 18 hs por 970 Universal). El periodista Pablo Cayafa contó detalles de la despedida de La Culpa es de Colón versión mujeres pero no es el único ciclo que Teledoce decidió bajar, en breve se terminará un proyecto que no tuvo el éxito esperado para reestrenar un ciclo que le dio muy buen rating siempre que fue emitido. Por otra parte, son horas claves en Saeta porque tras no haberse presentado en el Juzgado de Faltas el pasado 21 de julio, Canal 10 evalúa qué hacer con el conductor Humberto De Vargas y la interna arde. Además, todo sobre la vuelta de Marcelo Tinelli a la TV el enigmático de la semana: ¿Qué famoso conductor uruguayo recibió una importante oferta del canal de la competencia?
Activamos una semana mas nuestra señal de televisión para continuar recorriendo los puntos más interesantes que tienen durante esta Cuaresma a la saeta como protagonista, tanto en Jerez como más allá de nuestra fronteras. En esta ocasión, nos marchamos hasta la ciudad autónoma de Ceuta, donde el pasado día 13 de marzo del corriente tuvo lugar la Exaltación de la Saeta de la Tertulia Flamenca de Ceuta, con una importante presencia de artistas jerezanos. Con nuestro director, David Montes, ejerciendo de maestro de ceremonias y presentador, así como Juan Antonio García Ponferrada en calidad de exaltador, durante algo más de una hora podrán disfrutar ustedes todas las veces que quieran en nuestro canal YouTube de la maestría saetera de Juan Lara, Eva del Cristo, Manuel Fernández 'Borrico' y Lucía Aliaño, además del quinteto de viento metal 'Mater Dei'.
XXXIII Exaltación de la Saeta de Jerez organizada por la Peña Flamenca 'Buena Gente' en la Iglesia de San Mateo y pronunciada por Pedro Garrido 'Niño de la Fragua' bajo presentación de Antonio García 'El Platero'. Como ilustradores saeteros el evento contó con la participación de Luis Moneo, Carmen Grilo y Manuel de la Fragua, además de la Agrupación Musical 'La Sentencia' que interpretó las marchas 'Alma de Dios', La Saeta y Bulerías en la Plazuela
Continuamos con el capítulo 13, “Gryffindor contra Ravenclaw”. EL FIN de la amistad entre Ron y Hermione; el mejor entrenamiento de Quidditch de la historia gracias a la Saeta de Fuegah; un partido de Quidditch en el que conocemos a Cho Chang, la futura Mrs. Potter ahre; dementores fake; y un final lleno de tensión porque Sirius Black volvió a entrar al castillo! Sabías que podes regalarnos cafecitos para apoyar este hermoso podcast? cafecito.app/lasquisquillosas También podes encontrar todas nuestras plataformas y redes acá linktr.ee/LasQuisquillosas --- Send in a voice message: https://anchor.fm/lasquisquillosas/message
Leemos el capítulo 12, “El Patronus”, y arrancamos con los pibes enojados con Hermione por botonear con la Saeta; Wood está intensísimo y con cero registro del otre; Harry comienza las clases con Lupin y aprende el Encantamiento Patronus, con algunas conversaciones para shorar; Minerva AL FIN puede devolverle la Saeta al Chico Potter; pero como Harry no puede vivir sin preocupaciones, terminamos este capítulo con una escena muy tensa entre Ron y Hermione. Sabías que podes regalarnos cafecitos para apoyar este hermoso podcast? cafecito.app/lasquisquillosas También podes encontrar todas nuestras plataformas y redes acá linktr.ee/LasQuisquillosas --- Send in a voice message: https://anchor.fm/lasquisquillosas/message
Espacio realizado por “Siéntelo con oído”, de Zaragoza (España), en colaboración con Carlos Azcona, de Azul (Argentina); en él queremos intercambiar información alternativa y veraz, música, poesía, paisajes sonoros, cultura en fin. Todo ello con buen humor y buen amor. Hoy escuchamos a: 1 - Cristo de los Gitanos (la Saeta, Joan Manuel Serrat) 2 - Poema en línea recta de Fernando Pessoa por Tom Lupo 3 - Quilapayun - Que la tortilla se vuelva 4 - Miguel Ángel Estrella - Chakay Manta 5 - Araceli Matus - Formas Foto Portada: Camino a la lluvia (Carlos Azcona)
¿Qué hace una música tan capillita como tú... en un disco de jazz como este?
Un año después volvemos a la sede de la Agrupación de Cofradías para sentarnos a hablar con Andrés Camino. Andrés es el director de La Saeta, la revista de la Semana Santa de Málaga que cumple en este año su primer siglo de vida. Esta es su historia. Referencias: La revista La Saeta repasa sus 100 años de historia en una edición especial: https://www.diariosur.es/semana-santa/revista-saeta-repasa-20220225214116-nt.html Otros capítulos relacionados: Con la Iglesia hemos topado: https://go.ivoox.com/rf/76230695 Así se ejecutaba a los presos en Málaga: https://go.ivoox.com/rf/76546640 Especial Semana Santa con Pablo Atencia y Trinidad García Herrera: https://go.ivoox.com/rf/67427031
Richard Galeano y Mathías Amaro recibieron a Esteban Valenti en el programa Hacemos lo que podemos y estuvo muy lejos de guardarse algo. Comenzó trancando fuerte contra el actor Robert Moré que el año pasado en este mismo ciclo tuvo calificativos muy duros hacia Valenti y éste reconoció que luego de sus dichos en HLQP y en Polémica en el bar (Saeta), le inició una demanda por injurias. «Va a tener que probar todo lo que dijo» comenzó diciendo y en tono amenazante afirmó que «mejor que tenga que hacer solo eso». Pero redoblando aún más la apuesta enfatizó: «Si hubiera ley de duelo como existía antes, era una oportunidad así muchos charlatanes tenían que pensar dos veces antes de abrir la boca» y remató asegurando que el comediante «es un imbécil». El encargado de publicidad por el SÍ en el pasado referéndum que pretendió derogar 135 artículos de la Ley de Urgente Consideración, analizó la campaña y teniendo varias en su curriculum, reconoció que ésta «fue la más difícil» brindando sus motivos. Sobre los resultados, remarcó que «esperaba ganar» y el mensaje que dejó a los que eligieron la opción del NO fue «ojalá no se tengan que arrepentir» argumentando su expresión y según él «el gobierno mintió en un montón de cosas». Valenti también se mostró molesto por la inseguridad que se vive en la actualidad, apuntando directamente al gobierno, criticó a las empresas encuestadoras y luego se animó a declarar que «dentro de dos meses se termina la luna de miel». En un momento de la extensa entrevista, se refirió al proceder del expresidente Julio María Sanguinetti pero fue durísimo con Graciela Bianchi diciendo que la senadora del Partido Nacional «es inimputable» y agregó «no es nazi porque Hitler está muerto, no tiene a quién adorar». No obstante aseveró: «Yo no recuerdo una persona igual, ni antes de la dictadura ni despues de la dictadura y es una responsabilidad del Partido Nacional». Por otra parte valoró el sistema de vacunación y de comunicación llevado adelante por el presidente Luis Lacalle Pou. Según el unto de vista de Valenti, a su esposa Selva Andreoli la desvincularon de Esta boca es mía porque «empezaba un debate sobre la LUC». Además, aclaró qué fue lo que pasó con el neumático el cúal Andreoli denunció en su cuenta de Twitter que se trataba del comienzo de una «campaña sucia». Cabe destacar que las pericias de Policía Científica dictaminaron que en el “lugar donde estacionó Andreoli se observó que el cordón tenía un daño pronunciado”.
Fragmento del programa Saeta de Cadena Cope, emitido el día 7 de marzo de 2022, y donde participa el director de la Banda de Las Cigarreras, Dionisio Buñuel. En él se repasan los detalles del segundo concierto del IX Ciclo de Conciertos «Manolo Pardo… In Memoriam», que tendrá lugar el viernes 11 de marzo a las 21:30 horas a la Iglesia del Hospital de la Caridad, bajo el título de Crucifixus. ¡Gracias a Paco Robles y al equipo de Saeta por abrirnos siempre las puertas (micrófonos) de su casa!
Seguimos leyendo libros y queremos compartirlo con vosotros, y después de la piedra filosofal y la cámara secreta tenemos que seguir descubriendo las aventuras de nuestro mago favorito. Nos acompañáis en esta nueva aventura de Harry Potter? Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Hoy llegamos a la segunda parte del rock en Puerto Rico y esta vez Humbertz llega mencionando nuevas bandas junto a Yorch. Esta vez discuten de otras de las bandas con mas influencias en la isla sobre la historia del rock en PR y una de las bandas que tuvo Yorch como cantante y compositor llamada SAETA. Esperamos les guste este podcast de la historia del rock en PR segunda parte, pronto vendremos con la tercera por que esto no se queda aquí. También recuerda que estamos en la carrera para llegar a los 1,000 SUSCRIPTORES en este canal antes de Diciembre 31 del 2021 para así no perder las 4Mil horas vistas que ya estamos casi ahí. Así que le damos las gracias a todos los que se estan suscribiendo al canal y no olvides también darle like a este video y compartirlo. NO OLVIDES buscar la banda en Spotify y iTunes o Tidal para que también apoyes este gran grupo como todos los demás. No olvides que tenemos nuestras T-SHIRTS y JACKETS, HOODIES que esperamos les guste. Y los invitamos a que pasen por nuestra tienda y si les interesa alguito lo compren y así aportan a que nosotros podamos seguir creando contenido para ustedes. Aqui les dejamos el LINK para que vean lo que tenemos. También hay ropa de Download y otras cosas que tenemos en nuestra tienda. Los invitamos a que pasen y si pueden compren lo que les guste. Al final de la página esta la ropa de THE GARAGE.LINK: https://download-by-request.creator-s... olvides SUSCRIBIRTE a nuestro canal y darle a la PUTA campanita para que estes al dia cada vez que subamos nuevos videos. No olvides buscar estas bandas en las redes y plataformas de streaming: Vivanativa, La Secta All Star, Saeta, Adam Zoom, Message to Venues, Slimmy Nuggets, Words for Two, Delarem, Si Señor, La Uva, Cherry Clan. Y seguirnos en instagram como @TheGarageRadioPodcastY porsupuesto a @DownloadByRequest en Facebook e Instagram para que estes al tanto de todo nuestro contenido de cultura pop y música y nuestra página www.noticiasDBR.com para que veas nuestro contenido antes que todos incluyendo Podcast exclusivos. También puedes seguirnos como: @ElYorchPR (Facebook, Instagram y Twitter) @ElHumbertz (Twitter & Instagram) #lasectaallstar #vivanatica #lauvarock #Rock #rockpuertorico --- Support this podcast: https://anchor.fm/el-yorch/support
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Paco Amoroso debutó con un disco muy diferente a lo que nos tenía acostumbradxs y eso nos encanta. Escuchamos y charlamos sobre algunos pasajes de SAETA (2021). Los Siberianos es de nuestras bandas preferidas y después de un 2021 donde escuchamos varios adelantos finalmente publicaron Melodía y Drama (2021), un disco cancionero para guardar en tu tesoro musical personal. TRACKLIST COMPLETO DEL PROGRAMA: Paco Amoroso - SAETALos Siberianos - Melodía y Drama LINKS DATEROS: ALOT - "Sabor"Vinocio - Café Tortoni Seguinos y escuchanos en Spotify: NUESTRA PLAYLIST CON LO QUE SUENA EN EL PROGRAMA Si te gusta nuestro podcast, seguinos en Spotify y activá la campanita para recibir aviso cuando se publique el episodio de cada semana :) Conecta con Rocktails en Instagram. Escucha nuestros podcasts.
Empezamos con este episodio una serie especial dirigida por Andros Fenollosa, dedicada al lenguaje de programación Python. El lenguaje Python ha sobrepasado con creces su diseño original para acabar colándose en un multitud de disciplinas y profesionales de todo tipo como puede ser: el análisis de datos, la inteligencia artificial, la creación de aplicaciones para escritorio, desarrollo de micro dispositivos, desarrollo web, gestión de sistemas, matemáticas y así otras muchas aplicaciones. Con unas librerías que no han dejado de madurar, cuidadosamente documentadas, ha puesto sobre la mesa los ingredientes perfectos para crear una comunidad abierta y participativa. Gracias a los usuarios de la comunidad Python, se organizan espontáneamente charlas mensuales y talleres gratuitos en torno al lenguaje. Anualmente se celebra diversos congresos. El más popular se conoce como PyCon, con sus diferentes sabores como la EuroPython, PyCon US, PyConES, PyCon Latam, etc. Pero también hay grupos especiales como las Django Girls, un movimiento femenino para animar a otras mujeres que del el paso de aprender a programar. En el primer episodio vamos a centrarnos en hablar justamente de la comunidad, y nada mejor que el actual presidente de Python España: Israel Saeta. Con él Andros habla principalmente de la comunidad, su relación con el lenguaje, su visión acerca de la participación y también próximos eventos.
29 Marzo 2019 - Con carácter especial, el equipo de Flamencomanía y Cofrademanía se marcharon a la Iglesia de San Mateo para realizar un trabajo conjunto en el que se recogió lo que pueden ver en el vídeo de esta noticia: La XXXI Exaltación de la Saeta de Jerez que organiza cada año la Peña Flamenca 'Buena Gente' y que, en este 2019, ha tenido a Patricia Moreno como protagonista. Arropada por el cante de Melchora Ortega y Elu de Jerez, el toque de Santiago Lara, el contrabajo de Antonio Corrales, los coros de David Lagos y Javi Peña y la participación de la Agrupación Musical San Juan como ilustradores, esta trigésimo primera edición de la Exaltación de la Saeta saldaba con Patricia Moreno una deuda pendiente desde hacía largo tiempo, al ser ella la primera mujer que ocupaba el atril como protagonista de este acto que, en esta ocasión, ha estado dedicado a la figura de Ana María 'La Jerezana'. En el video de este noticia, a lo largo de hora y media, tendrán la oportunidad de ver cuantas veces quieran en nuestro Canal YouTuBe de masjerezTV un acto que se ha convertido en un auténtico clásico de la cuaresma jerezana y que nos dejó una más que interesante exposición por parte del a exaltadora así como momentos muy emotivos tanto en las saetas interpretadas como en la plegaria dedicada a las imágenes titulaes de la Hermandad de los Judíos de San Mateo - que colabora con la Peña Flamenca 'Buena Gente' en la organización del acto- y que rubrica y firma su letra David Lagos.
19 Marzo 2019 - Flamencomanía vuelve una semana mas al formato televisión y, en esta ocasión, lo hacemos acompañados de Patricia Moreno, recién nombrada Exaltadora de la Saeta de Jerez, en el acto que cada año convoca y realiza la Peña Flamenca 'Buena Gente' junto con la Hermandad de los Judíos de San Mateo. Pero no sólo esta entrevista a Patricia Moreno podrán encontrar en nuestro programa. Además, los pormenores del Concurso Nacional de Saetas que conovoca la misma entidad flamenca jerezana así como el homenaje con el que se conmemorarán 50 años de trayectoria artística de Diego de Morón en Alcalá de Guadaira, completan un programa que, durante la cuaresma, volvemos a recordar que cambia su horario de emisión en directo a las diez y media de la noche.
Bienvenidos a ERA Magazine, el podcast de la música independiente española. En el capítulo de hoy, conoceremos un poquito más las canciones de un gran artista de nuestro país: Josele Santiago. Buenos días. Antes de comenzar comentar dos cositas rápidas. En primer lugar, los servicios de diseño web de ERA Magazine. Si visitas eramagazine.fm/web verás las tres opciones que te ofrecemos, con tienda online y sin tienda online, a unos precios muy asequibles. Y, sobre todo, te enseñamos a manejar tu propia web. Y en segundo lugar, la nueva opción que ha creado iVoox para apoyar a los creadores de podcast. Si visitas el perfil de ERA Magazine verás una pequeño botón que pone “Apoyo” y desde 1,49 euros al mes podrás ayudar a que sigamos descubriendo más propuestas emergentes. Sé un mecenas de ERA Magazine. Transilvania es el quinto disco que ha editado en solitario Josele Santiago, el que fuera miembro de Los Enemigos. Su voz y su manera de narrar historias con la guitarra le hacen ser uno de los artistas con más personalidad de nuestro país. Nuestro compañero Borja Buján, del podcast 7 minutos al día charló con él brevemente después de su actuación en el festival Hirian de Bilbao. Así que escuchemos lo que nos dice sobre 4 canciones de este último trabajo que ha sido producido por Raúl Fernández Refree. “Guardia Civil” “Saeta” “Déjame sufrir” “El bosque” Con esta canción nos despedimos por hoy. También recordad, que si quieres ayudar a este podcast, y seguir disfrutando de la música de muchos más grupos, visita el perfil de ERA Magazine en iVoox.com, dale al botón “Apoyo” y desde 1,49 euros al mes podrás ayudar a que sigamos descubriendo más propuestas emergentes. Sé un mecenas de ERA Magazine. Porque recuerda: a la gente le encanta la música indie, pero todavía no lo sabe. Adiós. Josele Santiago Transilvania (Altafonte, 2017) Facebook | Twitter | Instagram La entrada #277 Josele Santiago, historias cotidianas se publicó primero en ERA Magazine.
Podcast muy madridista: Podcast especial para DON ALFREDO DI STEFANO. Hoy con la colaboración especial de los cracks : @darkkovikingo @Mourinhista1974 @RealMarcosCF @alain_mateos @JuangLeaniz @Raulinho343