Podcasts about otomano

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Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Los tratados de paz que provocaron más guerras

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 51:40


🛍️ Visita ya nuestra tienda: https://freedomcollection.es 👉 Apóyanos haciéndote socio de nuestro club aquí: https://vionemedia.com/haztesocio 📢 Suscríbete a nuestro nuevo canal: https://www.youtube.com/@ViOnePlus En la conferencia de París de 1919 que puso fin a la Primera Guerra Mundial, no sólo se firmó la paz con Alemania, sino también con las otras potencias derrotadas, Austria, Hungría, Bulgaria y el imperio Otomano, unos tratados que solo sentaron las bases para nuevos conflictos.

Geopolítica com o Paulo Filho
O Irã no centro da crise: para onde caminha o OrienteMédio? / Conversa com Monique Sochaczewski

Geopolítica com o Paulo Filho

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 61:42


As tensões crescem no Oriente Médio, com os EUA concentrando poder militar na região, notícias de que Israel se prepara para um ataque e companhias aéreas restringindo voos para a região. Nesse programa especial, conversarei sobre a situação no Irã e seus reflexos para o Oriente Médio com a Professora Monique Sochaczewski, cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM), Senior Fellow no CEBRI e autora dos livros "Trópicos Orientais/Orientes Tropicais: Reflexões sobre o Brasil e o Oriente Médio" (Rio de Janeiro: Talu Cultural, 2019) e "Do Rio de Janeiro a Istambul: Contrastes e Conexões entre o Brasil e o Império Otomano (1850-1919)" (Brasília: FUNAG, 2017). Atualmente, é professora do corpo permanente dos Mestrados Profissionais em Ciência Política e Relações Internacionais (Brasília) e em Gestão e Políticas Públicas (São Paulo) do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa - IDP.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - https://twitter.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - https://www.linkedin.com/in/paulo-filho-a5122218/Siga-nos no Instagram - https://www.instagram.com/blogdopaulofilhoInscreva-se no canal do Youtube - https://www.youtube.com/paulofilConheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK

Scicast
Vlad Drácula e Mehmed II: o Conquistador e o Empalador (SciCast #668)

Scicast

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 99:34


Dois homens. Dois impérios. Dois projetos de mundo em rota de colisão. Neste episódio especial de Halloween, exploramos os encontros e confrontos entre Vlad III, o Empalador da Valáquia, e Mehmed II, o Conquistador de Constantinopla. Muito além da lenda do vampiro ou do exotismo oriental, investigamos como se cruzam as histórias de resistência cristã e expansão otomana no coração dos Bálcãs, no turbulento século XV. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Rita Kujawski, Marcelo de Matos Citação ABNT: Scicast #668: Vlad Drácula e Mehmed II: o Conquistador e o Empalador. Locução: Gustavo Rebello, Luis Filipe Herdy, Maria Oliveira, Rita Kujawski, Marcelo de Matos. [S.l.] Portal Deviante, 31/10/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-668 Imagem de capa: Fatih Sultan Mehmet vs Vlad Tepeş: Kardeşlikten Düşmanlığa Expotea: https://expotea.com.br/https://www.instagram.com/expoteabrasil/ Referências e Indicações Sugestões de literatura: O Grande Turco, John Freely 1453, Roger Crowley Osmans Dream, Caroline Finkel Orientalismo, Edward Said Cultura e Imperialismo, Edward Said Dracula, Bram Stoker Nicolle, David. The Janissaries. Osprey Publishing, 1995. Ágoston, Gábor. Guns for the Sultan: Military Power and the Weapons Industry in the Ottoman Empire. Cambridge University Press, 2005. Turnbull, Stephen. The Ottoman Empire 1326–1699. Osprey Publishing, 2003. İnalcık, Halil. The Ottoman Empire: The Classical Age 1300–1600. Phoenix Press, 2000. Dracula: Prince of Many Faces (Radu R. Florescu e Raymond T. McNally, 1989) – Sobre a vida de Vlad III e sua transformação em mito. The Ottoman Empire and Early Modern Europe (Daniel Goffman, 2002) – Contexto histórico do Império Otomano e Mehmed II. Orientalism (Edward Said, 1978) – Para a discussão sobre o “Outro” e a construção de narrativas europeias. Sugestões de filmes: Dracula de Bram Stoker Império Otomano (série, Netflix) Dracula: A História Nunca Contada (2014) com Luke Evans e Dominic Cooper um fracasso de público e de crítica, mas que apesar disso explora a relação entre Vlad e Mehmed, incluindo sua infância juntos na corte otomana, e conecta o mito de Drácula à história real. Sugestões de vídeos: Vlad the Impaler: History’s Monster or Misunderstood Hero? (2025) https://www.youtube.com/watch?v=Sm9FEo9vo7Y&ab_channel=thehistorysquad Sugestões de links: O ataque de 1462:The Brutal Attack That Made Dracula So Famous” (We Are The Mighty, 2021) https://www.wearethemighty.com/mighty-history/vlad-dracula-targoviste-mehmed-ii/ Sugestões de games: Age of Empires II: The Forgotten (Expansão) Assassin’s Creed: Revelations Castlevania: Lords of Shadow See omnystudio.com/listener for privacy information.

Casus Belli Podcast
Desastre Turco en el Cáucaso ¿Qué podía salir MAL?

Casus Belli Podcast

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 52:51


¡Vótame en los Premios iVoox 2025! En el invierno de 1914, el 3er Ejército Otomano, con decenas de miles de turcos comandados por mandos negligentes, avanza sin calzado, abrigo, comida ni apenas munición contra las posiciones rusas del gélido Cáucaso. Diariamente cientos de soldados otomanos morían por congelación, pero la batalla por fin estaba apunto de comenzar. ¿Qué podía salir mal? Con Juan Pastrana, y Esaú Rodríguez. Casus Belli Podcast pertenece a 🏭 Factoría Casus Belli. Casus Belli Podcast forma parte de 📀 Ivoox Originals. 📚 Zeppelin Books (Digital) y 📚 DCA Editor (Físico) http://zeppelinbooks.com son sellos editoriales de la 🏭 Factoría Casus Belli. Estamos en: 🆕 WhatsApp https://bit.ly/CasusBelliWhatsApp 👉 X/Twitter https://twitter.com/CasusBelliPod 👉 Facebook https://www.facebook.com/CasusBelliPodcast 👉 Instagram estamos https://www.instagram.com/casusbellipodcast 👉 Telegram Canal https://t.me/casusbellipodcast 👉 Telegram Grupo de Chat https://t.me/casusbellipod 📺 YouTube https://bit.ly/casusbelliyoutube 👉 TikTok https://www.tiktok.com/@casusbelli10 👉 https://podcastcasusbelli.com 👨💻Nuestro chat del canal es https://t.me/casusbellipod ⚛️ El logotipo de Casus Belli Podcasdt y el resto de la Factoría Casus Belli están diseñados por Publicidad Fabián publicidadfabian@yahoo.es 🎵 La música incluida en el programa es Ready for the war de Marc Corominas Pujadó bajo licencia CC. https://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/ El resto de música es bajo licencia privada de Epidemic Music, Jamendo Music o SGAE SGAE RRDD/4/1074/1012 de Ivoox. 📧¿Queréis contarnos algo? También puedes escribirnos a casus.belli.pod@gmail.com ¿Quieres anunciarte en este podcast, patrocinar un episodio o una serie? Hazlo a través de 👉 https://www.advoices.com/casus-belli-podcast-historia Si te ha gustado, y crees que nos lo merecemos, nos sirve mucho que nos des un like, ya que nos da mucha visibilidad. Muchas gracias por escucharnos, y hasta la próxima. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

História em Meia Hora
Era de Ouro Islâmica

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Aug 30, 2025 34:11


O período de maior genialidades do mundo muçulmano! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) -Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- ADAMSON, Peter. Filosofia na Idade Média Islâmica. Petrópolis: Vozes, 2023.- ALKHALILI, Jim. A Casa da Sabedoria: Como a ciência árabe mudou o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, 2012.- ALKHATEEB, Firas. A História do Islã: A civilização muçulmana da ascensão do profeta Maomé ao auge do Império Otomano. São Paulo: Citadel Editora, 2020.- BENNABI, Malek. O Problema das Ideias na Sociedade Muçulmana. Lisboa: Círculo de Leitores Muçulmanos, 2009.- GRABAR, Oleg. A formação da arte islâmica. São Paulo: Martins Fontes, 2005.- GUTAS, Dimitri. Pensamento Grego, Cultura Árabe: A tradução do grego para o árabe na época dos Abássidas. São Paulo: Editora UNESP, 2006.- HODGSON, Marshall G. S. Aventura do Islã: Conscientização e História no Mundo Islâmico. São Paulo: Martins Fontes, 2004.- MAKDISI, George. The Rise of Colleges: Institutions of Learning in Islam and the West. Edinburgh: Edinburgh University Press, 1981.- RAMADAN, Tariq. O Islã e o Despertar Árabe. São Paulo: Nossa Cultura, 2014.

História FM
208 Califado Abássida: a história do terceiro califado islâmico

História FM

Play Episode Listen Later Jul 21, 2025 113:12


O Califado Abássida foi uma das mais influentes dinastias islâmicas da história, tendo assumido o poder em 750 após destronar os omíadas e fundado sua capital em Bagdá. Durante cerca de dois séculos, viveu um período de grande prosperidade política e cultural, mas, aos poucos, foi perdendo força com o surgimento de lideranças regionais e o avanço dos mamelucos. Mesmo após o brutal saque mongol de Bagdá em 1258, os abássidas retomaram certa autoridade no Egito, mantendo-se como referência religiosa até a ascensão do Império Otomano no início do século XVI. Convidamos Otávio Luiz Pinto para discutir as transformações, tensões e legados deixados por esse califado que marcou profundamente a história do mundo islâmico.Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠Use o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link ⁠⁠⁠https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM ⁠⁠⁠#insiderstore

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Colón el Conquistador - La Conquista de América

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Play Episode Listen Later Apr 12, 2025 99:17


De Cristóbal Colón todos conocemos su empeño por convencer a las grandes monarquías de la época de que la ruta del oeste era una opción viable para ensanchar el mundo a una Europa decadente, bloqueada en parte por la caída de Constantinopla y el ascenso Otomano. Pero de lo que llevó a cabo después de su gran hazaña oceánica, del Colón que inició la gestión de las nuevas tierras descubiertas para España, del Colón conquistador, quizá conocemos menos detalles. Hoy, junto a Francisco J. García, nos acercamos a esa figura que levantó muchas más dudas que su versión aventurera y que, sin duda, inició el profundo proceso de transformación de un Continente hasta convertirlo, para bien y para mal, en lo que hoy conocemos como América. El Abrazo del Oso 29x25 Guion: Francisco J. García Dirección y producción: Eduardo Moreno Navarro Accede a más contenidos extra y haz posible la producción de El Abrazo del Oso pinchando en el botón 'apoyar' aquí en iVoox. O pásate por www.patreon.com/elabrazodeloso ¡GRACIAS! Encuesta para la audiencia 2025: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdZTS2We7mu2AddIBx8fFhaW1AEmTVDxaI5aYjm4gHkDMIOPA/viewform www.elabrazodeloso.es Sintonía de inicio y cierre: Navegantes del tiempo de José Apolo iVoox: https://go.ivoox.com/sq/3737 Programa publicado originalmente el 13 de abril de 2025. Camisetas, bolsas, tazas: www.latostadora.com/elabrazodeloso Canal de Telegram para estar informado: https://t.me/+T6RxUKg_xhk0NzE0 Grupo abierto de Telegram para conversar con el equipo y la audiencia: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso ¿Quieres patrocinar este podcast?: https://advoices.com/el-abrazo-del-oso-podcast

Terminei
#271 - O Rochedo de Tânios

Terminei

Play Episode Listen Later Mar 28, 2025 10:00


O rochedo de Tânios , vencedor do Prêmio Goncourt de 1993, é um romance fascinante que entrelaça história e lenda no cenário montanhoso do Líbano do século XIX. Em um tempo turbulento, marcado pelas disputas entre o Império Otomano, o Egito e as potências europeias, acompanhamos Tânios, um jovem aldeão cuja ascendência é envolta em rumores. O assassinato de um líder religioso desencadeia uma sequência de eventos que levam Tânios ao exílio, lançando-o numa jornada pelo Mediterrâneo, onde se torna intermediário entre poderes rivais e figura central de uma lenda.Amin Maalouf, com sua prosa envolvente, conduz o leitor por um mundo onde o amor, a vingança e o destino moldam o curso de vidas e nações. Tânios, o jovem de cabelos precocemente brancos, é o símbolo de uma fatalidade que “passa e repassa por nós como a agulha do sapateiro através do couro”. Ao lado de personagens inesquecíveis – um xeique ambicioso, um monge cronista, uma prostituta georgiana e um patriarca à espera da morte –, o romance reflete sobre as origens das lendas e a fragilidade da experiência humana. Uma narrativa rica em mistério e emoção que, ao acompanhar a trajetória de Tânios, desvenda um Oriente em conflito, onde lendas nascem das cinzas de vidas despedaçadas e o destino se impõe como uma força inevitável.Livro: https://amzn.to/4c5SKwjTwitter e insta: @termineicast

Historia con sentido Podcast
En la mezquita Suleyman.

Historia con sentido Podcast

Play Episode Listen Later Mar 16, 2025 33:21


En la mezquita de Suleyman. Juntamente con Santa Sofía y la Mezquita Azul, este templo reúne magnificencia, historia y unas vistas increíbles del Bósforo.

Historia con sentido Podcast
En la Plaza de Sultanhamed.

Historia con sentido Podcast

Play Episode Listen Later Feb 22, 2025 37:02


En la plaza de Sultanahmet. Se encuentra en el Barrio de Sultanahmet, en el distrito de Fatih de la provincia de Estambul, Turquía y es una de las áreas más ricas en historia y cultura de la ciudad. El barrio se considera el casco antiguo de la ciudad de Estambul. Situado en el corazón de Estambul, este barrio alberga innumerables obras históricas de los períodos Bizantino y Otomano, convirtiéndolo en uno de los destinos turísticos más populares de la ciudad de Estambul.

El Cocodrilo
Los relojes de la Ciudad de México – 06 Feb 25

El Cocodrilo

Play Episode Listen Later Feb 11, 2025 43:42


En esta emisión de El Cocodrilo nocturno, Sergio Almazán nos lleva a conocer los relojes emblemáticos de la CDMX. Conocerás monumentales cronos de los más diversos estilos y materiales, tales como el Reloj de la Catedral Metropolitana, el Reloj chino, el Otomano, el reloj de flores del Parque Hundido y más. Únete a la comunidad de El Cocodrilo con Sergio Almazán en su sitio web y redes sociales: www.sergioalmazan.com X: @salmazan71 https://x.com/salmazan71 IG: @ElcocodriloMVS https://www.instagram.com/elcocodrilomvs/ Facebook: El Cocodrilo MVS https://www.facebook.com/ElCocodriloMVS Escucha El Cocodrilo con Sergio Almazán todos los sábados de 16:00 a 17:00 horas y los jueves de 22 a 23 horas. Por MVS 102.5 FM.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Inteligência Ltda.
1404 - A GEOPOLÍTICA DO MUNDO PARA 2025: DANUZIO NETO

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Dec 21, 2024 118:26


DANUZIO NETO é professor de geopolítica e auditor fiscal. Ele vai bater um papo sobre o cenário geopolítico mundial e o que esperar de 2025 sobre os conflitos já existentes e as relações entre os países. O Vilela diz que sente saudade do Império Otomano, porque os otomanos eram mais legais que os manos de hoje.

Historia con sentido Podcast
En el centro del Imperio.

Historia con sentido Podcast

Play Episode Listen Later Nov 24, 2024 32:10


En el centro del Imperio. Hagia Sofía se convirtió durante siglos en el lugar más poderoso del Imperio de Oriente.

Pensando RPG
Esse Cerco Foi o Segundo MAIS LONGO da História!

Pensando RPG

Play Episode Listen Later Oct 12, 2024 6:17


Hoje, falo de um cerco feito pelo Império Otomano a Candia, na Ilha de Creta, um dos postos da República de Veneza. Trata-se do segundo maior cerco de toda a história.

Oigamos la respuesta-ICECU
OLR-15/07/2024. Guardar frijoles, baterías, faraones, preseminal, NASA, imperio Otomano

Oigamos la respuesta-ICECU

Play Episode Listen Later Jul 15, 2024 27:26


1-¿Tienen algún método para guardar el frijol y que no se llene de gorgojos? 2-¿Qué hacer con las baterías o pilas ya que dicen que contaminan mucho? Yo las recojo porque no me gusta tirarlas en cualquier lugar. ¿Dónde las puedo llevar o qué puedo hacer con ellas? 3-¿Por qué se han encontrado restos de faraones que murieron antes de Cristo y nunca han encontrado el cuerpo de Jesús? 4-¿Cómo producir semen preseminal? ¿Existe algún tratamiento, ejercicio o alimentación que ayude a la producción de este líquido o lubricación? 5-¿Qué significa el código que mencionan al terminar el programa de Oigamos la Respuesta, por ejemplo: control C, programa 3? 6-Quiero saber si puedo entrar a la NASA si no sé matemáticas. Tengo dos títulos, uno por ser piloto de aviación y el otro de robótica. 7-¿Qué países formaron el imperio Otomano? ¿Cuántos años duró el imperio en Oriente Medio? Programa de radio "Oigamos la Respuesta" del Instituto Centroamericano de Extensión de la Cultura (ICECU). El programa se hace con las preguntas que envían nuestros oyente y las respuestas que se elaboran en el ICECU con un lenguaje claro y sencillo desde el año 1964.

Hoje na Luta
Dia da Memória do Genocídio Armênio | 24.abr.2024

Hoje na Luta

Play Episode Listen Later Apr 24, 2024 7:41


O dia 24 de abril de 1915 entrou para a história como o marco inicial do genocídio armênio. Esse foi um episódio extremamente violento que marcou a história desse povo, no qual o Império Otomano colocou em prática um plano sistemático para exterminar sua população. Atualmente, o dia é lembrado para mantermos viva a memória das vítimas e para pressionarmos pelo reconhecimento do genocídio

BBC Lê
Como caiu o Império Otomano, a superpotência que queria ser universal

BBC Lê

Play Episode Listen Later Feb 10, 2024 14:27


Por 6 séculos, ele se expandiu governando territórios que hoje constituem vários países europeus, do Oriente Médio, partes da Arábia Saudita e do norte da África.

BBC Lê
Como caiu o Império Otomano, a superpotência que queria ser universal

BBC Lê

Play Episode Listen Later Feb 10, 2024 14:27


Por 6 séculos, ele se expandiu governando territórios que hoje constituem vários países europeus, do Oriente Médio, partes da Arábia Saudita e do norte da África.

La ContraHistoria
Yugoslavia, historia de un fracaso

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Jan 26, 2024 94:59


El final de la Primera Guerra Mundial y la paz de Versalles provocaron muchos cambios en el mapa de Europa. Uno de ellos fue la creación desde cero de un nuevo Estado que nunca antes había existido: el reino de los Serbios, Croatas y Eslovenos. Se construyó con retales tomados al fenecido Imperio Austrohúngaro en torno al antiguo reino de Serbia, un Estado nacido a finales del siglo XIX cuando el imperio Otomano se estaba deshaciendo en el continente europeo. La creación de esta nueva monarquía, heredera directa de la de Serbia, constituía un auténtico hito histórico ya que era la primera vez que los pueblos eslavos del sur conformaban un Estado soberano. Pedro I de Serbia, un rey soldado que había participado personalmente en la guerra combatiendo contra las potencias centrales, fue su primer monarca. Pero para poder existir como Estado independiente necesitaban que la comunidad internacional les reconociese. Ese reconocimiento llegó cuatro años más tarde, en 1922. El nombre del Estado era demasiado largo y difícil de pronunciar así que unos años después, ya con Alejandro I en el trono, el país cambió su nombre oficial por el de Reino de Yugoslavia, un término de nuevo cuño que significaba “país de los eslavos del sur”. La vida política de este reino fue breve y agitada. El rey fue asesinado y unos años después, en 1941, alemanes e italianos lo invadieron. Como había sucedido un cuarto de siglo antes, los yugoslavos se vieron metidos de lleno en un conflicto mundial. Los invasores desmembraron el país creando un Estado croata separado, lo que dio lugar a una guerra civil en la que llegó a haber tres Gobiernos yugoslavos: uno controlado por los alemanes, otro con apoyo británico y estadounidense, y otro más formado por partisanos que recibía ayuda de la Unión Soviética. Tras el término de la contienda Yugoslavia volvió a nacer e incluso creció territorialmente. Los aliados les entregaron la península de Trieste y parte de la Venecia Julia, que antes habían formado parte de Italia. El que no regresó fue el monarca, Pedro II, que se exilió en Estados Unidos y allí moriría muchos años más tarde. En su lugar se creó una república popular: la Yugoslavia Federal Democrática presidida con mano de hierro por un antiguo partisano croata llamado Josip Broz, aunque era conocido simplemente como Tito. La nueva Yugoslavia estaba formada por seis repúblicas que gozaban de cierto nivel de autogobierno: Serbia, Croacia, Eslovenia, Bosnia Herzegovina, Macedonia y Montenegro. Durante los primeros años de posguerra fue un caso de éxito. Tito marcó distancias con la Unión Soviética de Stalin y mantuvo buenas relaciones con Occidente. Llegó a ser un personaje muy popular e influyente en todo el mundo. La muerte de Tito en 1980 coincidió con una aguda crisis económica que no tardó en trasladarse al plano político. Resurgió el nacionalismo y los conflictos étnicos. La república se tornó ingobernable. La llegada de la Perestroika y la caída del muro de Berlín en 1989 se sumaron a los problemas internos y Yugoslavia saltó por los aires. Eslovenia y Croacia propusieron transformarlo en una confederación, pero no se llegó a acuerdo a alguno porque los serbios se negaban. Unos meses más tarde, en junio de 1991 estalló la guerra en Eslovenia, la primera de una serie de conflictos localizados en las diferentes repúblicas que se extenderían durante una década. Yugoslavia, que había nacido tras una guerra mundial que comenzó en los Balcanes, despareció tras una prolongada y sangrienta guerra civil dando lugar a un conjunto de siete Estados independientes. En El ContraSello: - El reino visigodo de Toledo - Polonia y su historia - Santiago Posteguillo Bibliografía: - "El sueño de Yugoslavia" de Jordi Cumplido - https://amzn.to/3OlT13p - "The Serbs: History, Myth and the Destruction of Yugoslavia" de Tim Judah - https://amzn.to/498En7O - "Yugoslavia: A Concise History" de L. Benson - https://amzn.to/3vN6tXD - "Yugoslavia: A History of its Demise" de Viktor Meier - https://amzn.to/3Sevq5L · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #yugoslavia #serbia Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Los que nos fuimos
Los Imperios del planeta

Los que nos fuimos

Play Episode Listen Later Jan 26, 2024 51:30


Este episodio recorre la lista extensa de los diferentes imperios que se han expandido y han gobernado nuestro planeta. Desde el tiempo antes de Cristo hasta la actualidad, paseamos por las conquistas, los héroes y no tan héroes que fueron en sus tiempos protagonistas de las expansiones que han tenido los imperios Romano, Español, Británico, Otomano entre otros.

Hoy en la Historia de Israel
¿Israel, es un país colonialista?

Hoy en la Historia de Israel

Play Episode Listen Later Dec 23, 2023 3:06


Activistas y círculos académicos antisemitas de diferentes partes del mundo, acusan a Israel de ser una potencia colonialista. Argumentan que en el siglo XIX durante el control del imperio Otomano, los judíos eran solo una minoría frente a la población árabe, y que la llegada de judíos provenientes de Europa ocasionó la colonización de las tierras y recursos de los palestinos. Frente a este argumento es importante resaltar que los judíos son nativos e indígenas de la tierra de Israel, su conexión está claramente registrada por múltiples datos históricos, los cuales han sido validados por diferentes descubrimientos arqueológicos. Justamente esta es una de las razones por la que la población judía dispersa alrededor del mundo, deseó retornar a su patria ancestral y establecer allí su hogar. A diferencia de los países colonizadores, previo a 1948, los judíos volvieron a Israel bajo su propia voluntad, sin estar dirigidos o respaldados por ningún ejército. Otra razón de su regreso a Israel fue escapar de la persecución y muerte a causa del antisemitismo. La formación del Estado de Israel se dio luego de un fuerte y extenso trabajo de reconocimiento internacional, sin que se asesinara, castigara o sometiera a la fuerza a los palestinos. Tampoco es cierto que los judíos robaron tierras, por el contrario, las compraron y pagaron a altos precios que los mismos árabes fijaron, como un negocio altamente favorable para los que vendieron. Muchas de las tierras eran desérticas o sin ninguna clase de riqueza u oportunidad de explotación. Desde antes de que miles de judíos retornaran a Israel, las relaciones se basaron en la coexistencia y desarrollo del país, bajo un esquema democrático que incluía a judíos y no judíos. El proyecto sionista se consolidó sin subyugar a la población existente o robar sus recursos. Los judíos construyeron su patria con inversión de recursos y un trabajo de décadas. Basta revisar el modus operandi de los países colonialistas para encontrar que no fue la forma en que Israel vivió su proceso de llegar a ser un país. Atribuir el término “colonialista” a Israel, no sólo es inexacto, sino que es además una excusa infundada que pretende deslegitimar su autodeterminación para formar un hogar en su tierra ancestral.

Doenças Tropicais
Sionismo como missão. Parte 2: o Mandato Britânico da Palestina (1917-1947)

Doenças Tropicais

Play Episode Listen Later Oct 13, 2023 37:04


Parte 2 da série que conta como o sionismo deixou de ser uma ideia e para se concretizar como o Estado de Israel. Falamos do final da dominação do Império Otomano sobre a Palestina e a entrada da Grã-Bretanha e da ONU na região. Conflitos árabe-israelenses começam aqui: antes de Israel existir oficialmente como Estado. Alguns temas tratados aqui: os kibbutzim, Declaração Balfour (1917), segunda onda migratória para a Palestina, Mandato Britânico da Palestina, Partilha da Palestina de 1947. Figuras/obras tratadas: Zeev Jabotisnky, Felix Weltsch, Max Brod, Georg Landauer, Chaim Weizmann, além "Os Protocolos do Sábio de Sião" e "Mein Kampf" de Adolf Hitler. Música de desfecho: Dengue Fever - Sleepwalking Through The Mekong (2009)

BBC Lê
O papel das escravas e concubinas no 'sangrento mundo da sucessão' do Império Otomano

BBC Lê

Play Episode Listen Later Sep 23, 2023 13:43


Muitas mulheres escravizadas que faziam parte do harém de sultões tiveram grande influência no jogo do poder político em um dos maiores impérios conhecidos pela humanidade.

BBC Lê
O papel das escravas e concubinas no 'sangrento mundo da sucessão' do Império Otomano

BBC Lê

Play Episode Listen Later Sep 23, 2023 13:43


Muitas mulheres escravizadas que faziam parte do harém de sultões tiveram grande influência no jogo do poder político em um dos maiores impérios conhecidos pela humanidade.

História FM
147 Império Otomano: ascensão e queda de um império

História FM

Play Episode Listen Later Sep 18, 2023 89:50


Durante séculos o Império Otomano foi a força mais proeminente no território que conhecemos como Oriente Médio. Tendo tido relações complexas com os povos que fizeram parte de sua composição, mas também com povos vizinhos e outras potências, o império acabou deixando de existir em 1923 quando a República da Turquia foi oficialmente instituída. Convidamos a Prof. Monique Sochaczewski Goldfeld para conversarmos sobre as origens do Império Otomano, parte de sua trajetória, os meandros da vida sob seu governo e como ocorreu seu fim.

Hoy en la Historia de Israel
El significado de la expresión, “el próximo año en Jerusalén”

Hoy en la Historia de Israel

Play Episode Listen Later Jun 16, 2023 2:46


La frase “el próximo año en Jerusalén” alberga un sentimiento arraigado en el corazón de los judíos dispersos por el mundo. Desde la conquista del rey David, alrededor del año 1000 a.C, Jerusalén empezó a estar en el centro de la identidad de los israelitas. Una realidad que fue impedida en diferentes momentos de la historia, ya que la ciudad fue atacada y dominada por el imperio Asirio hacia el año 722 a.C. y por los babilonios hacia el año 586 a.C. Exiliando y apartando de ella a miles de judíos, quienes lejos de su tierra empezaron a declarar su deseo de volver en canticos, escritos,  dichos y oraciones. Se cree que, desde su destierro, las comunidades judías incluyeron en sus rituales de Pascua la frase “el próximo año en Jerusalén”: L'shana haba'ah b'Yerushalayim, expresión del anhelo por volver del exilio a su patria. Aunque los judíos han vuelto en varias ocasiones a Jerusalen, miles de ellos han sido apartados en multiples ocasiones: con dominio y control de los romanos, por el imperio Bizantino, el imperio árabe, los reinos cruzados, el imperio Otomano, haciendo imposible un verdadero retorno. Impedimento que se mantuvo aún durante el mandato británico.  Fue por esto que los judíos dispersos por el mundo, conservaron la declaración del voto “el año que viene en Jerusalén”, como una frase que resume la aspiración de retornar guardada por siglos de exilio y diásporas. Hasta que, en 1948, cuando fue establecido el Estado moderno de Israel, miles de judíos pudieron volver libremente a Jerusalén. Actualmente, aún es muy común escuchar repetir la frase “el próximo año en Jerusalén” por judíos de diferentes partes del mundo.

História FM
136 Império Bizantino: ascensão e queda de um império

História FM

Play Episode Listen Later May 29, 2023 110:34


Sendo a sobrevivência mais duradoura do Império Romano a nível mais institucional, o Império Bizantino foi capaz de resistir às intensas mudanças no mundo ao seu redor por cerca de um milênio, ainda que ele mesmo passasse por suas próprias mudanças e adaptações aos tempos que vieram pela frente. Com um legado cultural e material reconhecidos ainda hoje, o Império Bizantino acabou sendo derrubado em 1453, quando Constantinopla foi tomada pelos Otomanos. Sobre as cinzas deste império milenar o Império Otomano ascendeu, tornando-se um ator político de peso no mundo mediterrânico. Convidamos o Prof. Otávio Luiz para nos contar sobre alguns dos aspectos mais importantes para se compreender a história e os meandros do Império Bizantino em mais um episódio da série "Ascensão e queda de um Império".

História FM
133 Genocídio Armênio: história e disputas políticas no presente

História FM

Play Episode Listen Later Apr 24, 2023 108:51


Durante a Primeira Guerra Mundial o contexto belicista e violento que atingia escalas poucas vezes vistas na história serviu de pretexto para que o preconceito contra os armênios no seio do Império Otomano aflorasse e desembocasse não apenas em algum tipo de violência regular de um povo contra o outro, mas em um genocídio. Por alguns anos os armênios do império sofreram prisões, torturas e execuções, e os impactos desse processo resultaram em uma diáspora armênia por diversas partes do mundo, além de uma recusa da Turquia em admitir o genocídio, não reconhecido por muitos países pelo mundo. Convidamos o Prof. Heitor Loureiro para explicar como foi o processo de genocídio empreendido pelo Império Otomano contra os armênios, as consequências dele e as disputas do presente em torno desse episódio.

Falando de História
Miscelânea Histórica #45

Falando de História

Play Episode Listen Later Apr 10, 2023 14:06


Esta semana falamos dos 111 anos da partida do famoso navio de passageiros ‘Titanic', e dos 493 anos da morte de Joana, a Excelente Senhora ou Joana, a Beltraneja. Sugestões da semana 1. Gábor Ágoston - O Império Otomano e a Conquista da Europa. Lisboa: Desassossego, 2023. 2. Jean-Frédéric Schaub - Para uma História Política da Raça. Lisboa: Tinta da China, 2022. ----- Obrigado aos patronos do podcast: Andrea Barbosa; Luís Pinto de Sá,  Domingos Ferreira, Pedro Ferreira, João Félix, Vera Costa, Oliver Doerfler, Gilberto Abreu, Daniel Murta; João Diamantino, Joel José Ginga, Nuno Esteves, Carlos Castro, Simão Ribeiro, Tiago Matias, João Ferreira, João Canto, António Silva, Gn, André Chambel, André Silva, Luis, Ana Lúcia Carvalho, João Barbosa. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Música: "Hidden Agenda" Kevin MacLeod (incompetech.com) - Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 A edição de áudio teve o apoio de Marco António.

La Historia Profética del Mundo.
El Imperio Turco Otomano | El Islam en la Profecía 12 | Álvaro De la cruz

La Historia Profética del Mundo.

Play Episode Listen Later Feb 8, 2023 30:41


La Religión que adora a Dios con el nombre de Alá y que cree en los escritos de Mahoma por ser su profeta, tiene el mismo tronco que el Judaísmo y el Cristianismo: Abraham. Nació y se desarrolló en territorios comunes con raíces comunes. Guarda grandes acontecimientos en su historia, tan llenos de emoción como de acción. En esta serie se hace todo un despliegue investigativo y documental de su paso milenario por este planeta, su relación con las profecías de la Biblia, su papel en el trasfondo histórico de las santas escrituras y el rol que ha jugado en la experiencia del pueblo de Dios. LA HISTORIA PROFETICA DEL MUNDO PRESENTA: El Imperio Turco Otomano | El Islam en la Profecía 12 El Islam en la Profecía

Falando de História
#52 A queda de Constantinopla (29 de Maio de 1453)

Falando de História

Play Episode Listen Later Jan 23, 2023 35:07


Neste episódio falamos sobre a conquista otomana de Constantinopla, a 29 de Maio de 1453, e o fim do Império Bizantino e a expansão do Império Otomano. Analisamos os acontecimentos que conduziram à queda da cidade, o cerco de 1453 e as suas consequências para os vários intervenientes. Sugestões de leitura: 1. João Gouveia Monteiro (dir.) – O Sangue de Bizâncio. Ascensão e Queda do Império Romano do Oriente. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2018. Disponível gratuitamente online: https://tinyurl.com/livrobizancio 2. Michael Angold – The Fall of Constantinople to the Ottomans. Context and Consequences. Londres / Nova Iorque: Routledge, 2014. ----- Obrigado aos patronos do podcast: João Barbosa; Luís Pinto de Sá, Domingos Ferreira, Pedro Ferreira, João Félix, Vera Costa; João Diamantino, Frederico Ferreira, Sandro Jordão, Joel José Ginga, Ana Lúcia Carvalho, António Silva, Nuno Esteves, Carlos Castro, Simão Ribeiro, Tiago Matias, João Ferreira ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Músicas: "Five Armies" e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0

Reportagem
Na Turquia, as celebrações de Natal acontecem durante o Ano-Novo

Reportagem

Play Episode Listen Later Dec 23, 2022 6:13


Atualmente com maioria muçulmana, a Turquia, antigo centro do Império Romano do Oriente, deixa para o Réveillon a troca de presentes e a árvore decorada. Mas as minorias cristãs ainda mantêm suas tradições na ex-Constantinopla. Fernanda Castelhani, correspondente da RFI em Istambul O país é a Turquia, mas o idioma na casa de Vassiliki Papadopoulou é o grego. E é com canções como Noite Feliz, no idioma dos seus ancestrais, que ela transmite à filha Elizabeth, de 6 anos, um pouco de seus antepassados, mesmo não se considerando religiosa. “Minha filha é ‘internacional', vivendo diferentes culturas, mas ela precisa conhecer suas raízes também. Eu não sou restrita, mente fechada. Mas eu quero dar algo de nós para nossa criança”, explica. Vassi, 55, nasceu em Istambul. Em seu documento de identidade, ela, assim como o marido, é uma cidadã turca. Mas eles também carregam, como grande parte da minoria ortodoxa, uma outra nacionalidade. No caso deles, a grega. “Os católicos fazem o jantar de 24 de dezembro e vão para a igreja. Ao passo que os ortodoxos gregos vão para a igreja na manhã de 25 de dezembro e voltam para a grande refeição. Nós fazemos a grande celebração com a família no almoço do dia 25”, ela explica. Passado cristão Entre as comunidades de cristãos residentes em território turco estão os ortodoxos gregos, armênios e sírios, assim como comunidades protestantes e católicas. Até 1914, os cristãos representavam 20% da população da Turquia. Agora, o número não chega a 0,2%. Após massacres, deportações e deslocamentos forçados no início do século XX, acredita-se que hoje restem só 100 mil no país de 82 milhões de habitantes. A maior igreja católica da Turquia fica na avenida de comércio mais visitada por turistas, a Istiklal. Sent Antuan Kilisesi, nome turco da Igreja de Santo Antonio, teve seu projeto inicial erguido quase três séculos atrás para atender às famílias de franceses e italianos que trabalhavam para o Império Otomano. Com missas em turco, polonês, italiano e inglês, a igreja fica lotada no Natal. Era nesta igreja que a filipina Cherilyn Bi-ay, residente em Istambul há 5 anos, vinha celebrar o nascimento de Jesus Cristo. Mas há dois anos é numa casa alugada especialmente para os dias 24 e 25 de dezembro que ela compartilha com as amigas a emoção de se estar com a própria comunidade.  “Você não pode nem imaginar como é o sentimento. Não dá para descrever a emoção de estar junto das pessoas do seu país. É incrível! ”, descreve Cherilyn. Natal no Ano-Novo Com mais de 90% da população muçulmana, parte da Turquia transferiu para o Ano-Novo os rituais nos moldes como conhecemos no Natal. O empresário Huseyin Buyukyurtsever, da cidade de Adana, na costa mediterrânea do país, diz que, atualmente, janta fora com os filhos e troca presentes em casa. Mas, quando seus pais eram vivos, toda a família seguia estes passos, conta Huseyin: “Com certeza, era servido o peru, mas nós preferíamos frango recheado com arroz e condimentos. Ficávamos à mesa por mais de duas horas. Até que, à meia-noite, nos abraçávamos e trocávamos presentes. Ali, festejávamos e só voltávamos para casa umas 3h da manhã”. Pinheiros iluminados, enfeites pendurados, estrelas no topo, pisca-pisca nas janelas. Tudo isso está presente em centros comerciais, fachadas de casas e entradas de escolas das grandes cidades turcas. As lojas incentivam as compras com anúncios que convocam o momento em família e as trocas de presentes. Mas, na prática, essa é uma estratégia de vendas para uma época mais fraca para o comércio local. Tradicionalmente, os períodos em que os turcos mais se presenteiam são nos feriados islâmicos, os chamados Bayram. As crianças ganham lembranças e todos vestem roupas novas.  Alper Deniz, que é diretor de compras e logística de uma das maiores indústrias têxteis do país, alfineta a interferência externa. “Para mim, as festas de fim de ano são uma pressão do Ocidente para movimentar a economia. Ainda assim, esse período representa um momento em que as pessoas esperam e desejam coisas boas para o ano que virá”, acredita Alper. Esta é a ideia também no sudeste turco, na cidade de Kahramanmaras, onde não se encontram nem a decoração nem um festejo específico. “Não tem Réveillon aqui. Mas, nesta passagem, a gente pensa: novo ano, novas oportunidades”, reforça Ertugrul Tanriverdi, morador da cidade. Origem das festas Foi Constantino, o primeiro imperador romano convertido ao Cristianismo, que se apropriou das festas pagãs para trazer à Bizâncio, depois chamada de Constantinopla, hoje Istambul, o nascimento de Cristo para este período do ano. A brasileira Vivian Faria conta que, quando veio morar na Turquia, achou triste não ter nada nos dias 24 e 25 de dezembro. Mas, desde que o filho nasceu, monta a árvore a apresenta a ele o calendário do advento.“O calendário mostra, por exemplo, os cuidados com a casa, com o ambiente. Cada dia tem uma inspiração para que algo seja feito. Para que estes sentimentos, para que estes valores sejam despertados e trabalhados”, exemplifica. Mãe do turco-brasileiro Ali Gael, de 6 anos, Vivian, que é educadora parental, reforça seu desejo de que ele esteja conectado com a parte da identidade cultural brasileira dele. “É uma data que faz muito sentido no Brasil, que é um país cristão. Então, eu trago para que ele tenha mais uma referência do ritual que a gente faz quando está no Brasil”, afirma Vivian. Independentemente da religião, a festividade do Natal tem mais de 10 mil anos e está ligada ao solstício de inverno no Hemisfério Norte. Tempo de enaltecer a luz para a agricultura que leva comida à mesa: Mutlu Noeller, Merry Christmas, Feliz Natal.

Conexão Israel
#160 - Do Lado Esquerdo do Muro - Negociações Para Formação do Governo, Lei da Hitgabrut, Ben Gvir Discursa em Evento para Kahana

Conexão Israel

Play Episode Listen Later Nov 12, 2022 76:09


Ressaca das eleições. Depois do resultado que "fechou o caixão" da esquerda sionista, Netanyahu começa as negociações para a formação de um novo governo. Cargos em disputa e apreensão no mundo inteiro para ver quem serão os indicados para ministérios chave para a política interna e externa do país. Muita discussão também em torno de leis e reformas que a próxima coalizão quer cancelar e outras que querem aprovar. Democracia em risco. Será que o próximo governo Netanyahu vai colocar a "Terra de Israel" de volta ao Império Otomano, nos dias de hoje, com um sistema político próximo ao da Turquia? Tem também o bloco do esporte com Nelson Burd. Episódio #160 do podcast "Do Lado Esquerdo do Mundo", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.

Hoje na História - Opera Mundi
06 de outubro de 1908 - monarquia austro-húngara anexa Bósnia e Herzegovina

Hoje na História - Opera Mundi

Play Episode Listen Later Oct 6, 2022 5:10


Em 6 de outubro de 1908, a monarquia dual Áustria-Hungria anuncia a anexação da Bósnia e da Herzegovina, duas províncias na região dos Bálcãs na Europa Meridional, anteriormente sob o controle do Império Otomano.Veja a matéria completa em: https://operamundi.uol.com.br/hoje-na-historia/31651/hoje-na-historia-1908-monarquia-austro-hungara-anexa-bosnia-e-herzegovina ----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instancia Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio ★ Support this podcast ★

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
El Sitio Otomano de Belgrado de 1456: Juan Hunyadi vence a Mehmed II el Conquistador

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Play Episode Listen Later Oct 5, 2022 28:46


En esta edición de Terranova os contamos el Sitio Otomano de Belgrado de 1456, dejamos de lado por un momento el mar, los piratas y los venecianos para hablaros de este choque tan importante, una de las más grandes y sorprendentes derrotas de la historia turca, que impidió la conquista del Reino de Hungría ¡Espero que lo disfrutéis! Terranova es una producción de Aletheia Podcasting, puedes encontrar más información, servicios y mucho más en 👉 www.aletheiapodcasting.com Si te gusta nuestro contenido puedes unirte a nuestro programa de Fans en el botón apoyar. Si te ha gustado el episodio, dale a “Me Gusta” nos ayuda mucho con la visibilidad. Contacta con nosotros en los comentarios, en nuestra página de Facebook y en nuestro correo electrónico: aletheiapodcasting@gmail.com Puedes escribirnos cualquier duda, pregunta sugerencia… al correo: aletheiapodcasting@gmail.com

Hoy en la Historia de Israel
27 de agosto de 1892 - Inauguración de la vía ferroviaria de Jaffa a Jerusalén

Hoy en la Historia de Israel

Play Episode Listen Later Aug 27, 2022 1:30


El proyecto de gran desarrollo de Palestina fue impulsado por la obra civil de la construcción y puesto en funcionamiento del tranvía más grande, en épocas bajo control Otomano; su primer pasajero llegó a Jerusalén desde Jaffa en la nueva línea de ferrocarril que redujo el viaje desde el puerto marítimo a la capital de dos días a solo cuatro horas. Los rieles para formar la línea, fueron traídos desde Bélgica y el carbón desde Gran Bretaña, esfuerzos que sirvieron para completar la construcción de la montañosa y rocosa ruta de 85 kilómetros. La implementación de las vías ferroviarias permitieron que muchas personas del Imperio Otomano pudiesen tener la experiencia de viajar a través de un tren por primera vez. Durante la Primera Guerra Mundial, el Imperio Otomano desmanteló porciones de las vías para usarlas como suministro a otros proyectos militares de transporte. Actualmente, ciertas porciones de esta línea han sido pavimentadas y rediseñadas como caminos peatonales en los barrios de la zona oeste de Jerusalén.

Hoje na História - Opera Mundi
10 de agosto de 1920 - Império Otomano e nações aliadas da Primeira Guerra Mundial assinam tratado de paz

Hoje na História - Opera Mundi

Play Episode Listen Later Aug 10, 2022 7:27


O Império Otomano, aliado da Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, assina em 10 de agosto de 1920 a paz em Sèvres (Hauts-de-Seine). Os Aliados impõem um desmembramento do Imério Otomano, cujo território fica reduzido à Anatólia, ou península anatoliana, uma região do extremo oeste da Ásia que corresponde hoje à porção asiática da Turquia, em oposição à porção européia, a Trácia.. A Grécia ontem a costa do mar Egeu, a Armênia e o Curdistão obtêm o dieito à independência e as províncias árabes são colocadas sob mandatos britânicos e franceses. Os nacionalistas turcos, comandados por Mustafá Kemal Ataturk, rejeitariam esse tratado. O tratado seria revisto em Lausanne (Suiça) em 1923.Veja a matéria completa em: https://operamundi.uol.com.br/politica-e-economia/5582/hoje-na-historia-1920-imperio-otomano-e-nacoes-aliadas-da-primeira-guerra-mundial-assinam-tratado-de-paz----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instancia Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio ★ Support this podcast ★

La ContraHistoria
Los árabes: Imperio, religión y arquitectura

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Jul 21, 2022 67:58


Es uno de los mitos más extendidos desde el siglo XIX. Los orientalistas europeos que viajaban por el imperio Otomano, queriendo minusvalorar las creaciones de los turcos otomanos, buscaron otro pueblo al que atribuir lo más digno del imperio de la Sublime Puerta. Fue así como los occidentales redescubrieron el mundo árabe. Aquel que había salido de la península arábiga en el siglo VII, tribus beduinas reunidas bajo un único dogma religioso, el Islam, que fueron capaces de derrotar a los dos mayores imperios de su tiempo: los bizantinos y los persas sasánidas, y que en unas pocas décadas hicieron que sus gobernantes, los califas, con su capital en Damasco, gobernasen desde la península ibérica hasta las fronteras de Afganistán. A un imperio con tanto éxito, esos orientalistas del siglo XIX le atribuyeron todo tipo de innovaciones en infinidad de edificios. Quisieron ver su mano en palacios, fortalezas, jardines y acequias. Un mito, insistimos, que pervive hasta hoy, donde ponemos la etiqueta de arquitectura árabe cada vez que hallamos, en España, en Sicilia, en el Norte de África o en Oriente Próximo, una instalación hidráulica que nos sorprende o un bello palacio rodeado de frondosos jardines. Los historiadores del arte llevan desde entonces buscando los orígenes de esa arquitectura árabe que tanto gustó a los europeos del siglo XIX. Pero para encontrar sus orígenes no hay que viajar a Siria, a Persia o al norte de África, sino a Arabia, donde, fuera del Yemen, hasta el siglo XX, los árabes no tuvieron ni una arquitectura, ni un arte destacado. Los árabes fueron adoptando y adaptando a sus necesidades lo que se encontraron en las tierras conquistadas, aprovecharon lo mejor de la arquitectura persa y bizantina, de la griega y la romana dando lugar a lo que hoy se conoce de forma convencional como arquitectura árabe o islámica. Ese proceso de mestizaje entre diferentes mundos artísticos dio lugar a una arquitectura fastuosa y de gran belleza que muestra sus poderes en la Cúpula de la Roca de Jerusalén, la Gran Mezquita de los Omeyas de Damasco, la mezquita de Kairuan en Túnez con su milenario minarete, el palacio de Ujaidir en Irak o la Alhambra de Granada que vimos con más detalle aquí mismo hace un mes junto a Carmen Vallecillo. Los árabes demostraron una capacidad sorprendente para incorporar todo tipo de elementos y recombinarlos a menudo de forma magistral. Visto así, la imagen que nos legaron los orientalistas románticos de hace dos siglos parece un tanto desinformada e irreal. Pero fue esa idea estereotipada de la arquitectura árabe de tiempos pasados la que ha terminado impulsando el renacer arquitectónico dentro de los límites de Arabia en el último medio siglo. La riqueza petrolera de Arabia Saudita y de los emiratos del golfo Pérsico ha financiado una serie de obras faraónicas inspiradas en lo que se considera arquitectura árabe clásica, pero no existe nada de eso, no hay un periodo dorado ni características genuinamente árabes. Hoy, con Alberto Garín, vamos a estudiar más de cerca lo que comúnmente se conoce como arquitectura árabe. Con Alberto ya hicimos en el pasado, hace casi tres años, una ContraHistoria sobre los árabes y su historia, un programa que tenéis en el archivo (“Los hijos de Sem: breve historia de los árabes”) y que sirve como complemento al programa de hoy. "Los hijos de Sem:breve historia de los árabes" https://diazvillanueva.com/los-hijos-de-sem-breve-historia-de-los-arabes/ Bibliografía: - "Mosques: Splendors of Islam" de Leyla Uluhanli - https://amzn.to/3zij2tj - "Islamic Art and Architecture" de Moya Carey - https://amzn.to/3Pu7Bo3 - "Western Islamic Architecture" de John D. Hoag - https://amzn.to/3RQ3dkP - "Islamic Art and Architecture" de Robert Hillenbrand - https://amzn.to/3RL0Lw9 · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #AlbertoGarin #Arquitectura Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Geopizza
Janízaros: A Elite Otomana #82

Geopizza

Play Episode Listen Later Jul 1, 2022 218:21


O Império Otomano foi um dos impérios mais poderosos do mundo, existindo por 6 séculos: de 1299 até 1922

Only the best
A arte dos tecidos e dos tapetes

Only the best

Play Episode Listen Later Jul 1, 2022 20:45


Este episódio de Only the Best debruça-se sobre as obras de arte em forma de tapeçaria que Calouste Gulbenkian adquiriu, hoje peças fundamentais da coleção. Ao longo da sua vida, o colecionador manteve uma notável coerência nestas compras, aliando o gosto pessoal ao seu legado cultural, enquanto arménio nascido no então Império Otomano. Neste sétimo episódio do podcast dedicado à coleção Gulbenkian, João Carvalho Dias, diretor-adjunto do Museu Calouste Gulbenkian, e Rui Ramos, historiador, falam do vasto conjunto de têxteis da coleção, que vão da Índia mogol à França do século XVIII.Only the best, um podcast do Museu Gulbenkian em parceria com o ObservadorA célebre frase de Calouste Sarkis Gulbenkian “only the best is good enough for me” (“apenas o melhor me basta”) reflete a forma criteriosa como colecionava, e demonstra a relação apaixonada que desenvolveu com as suas peças.Neste podcast, ao longo de 12 episódios, o historiador Rui Ramos e o diretor-ajdunto do Museu João Carvalho Dias viajam pela vida e pela coleção desta figura incontornável, revelando as histórias por trás das suas mais importantes aquisições, sempre a par dos acontecimentos que marcaram o séc. XX. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

História pros brother

Esse conceito de vampiros que conhecemos hoje, tem origem no folclore e na mitologia da Europa Oriental, mais especificamente na região dos Balcãs, local que hoje ficam os países Albânia, Hungria, Grécia e Romênia. E esse tipo de folclore chegou nessa região com o antigo Império Habsburgo, império que sua população passou a avistar ataques reais de vampiros. Pouco a pouco o medo se generalizou e as lendas começaram a se espalhar pela Europa no século XVIII. A lenda da existência de vampiros foi muito popular em países como a França no século XVIII. Teólogos e Demonologistas escreveram tratados sobre a existência e aparição de vampiros. Depois de virar estudo teórico essas histórias pularam para a ficção até o Bram Stroker escrever sobre o Drácula da Transilvânia. Só que esse lugar famoso chamado “Transilvânia” não é um lugar apenas da ficção científica e dos filmes, ele existe de verdade! Essa região fica no centro da atual Romênia e esse nome significa “Além da Floresta”, mostrando que é uma região pouco habitada em relação a grandes concentrações, tendo apenas alguns poucos castelos. A Transilvânia foi um local muito disputado entre alguns impérios, durante muitos anos ele pertenceu ao Império Turco Otomano e em 1683 foi conquistado pelo Império Austríaco, ficando com essa posse até 1920, quando criaram a Romênia. Mas onde entra o tal Drácula nessa história? A história do Drácula se refere a um homem chamado Vlad Tepes “Drácula”, que nasceu no dia 7 de dezembro de 1431 na Transilvânia. Vlad não era qualquer um, ele era filho do Rei da Valáquia, o Vlad II. O nome Drácula tinha relação com seu pai, que pertencia a uma Ordem Militar em homenagem ao São Jorge, que caso você não saiba, mata um dragão e por isso a ordem se chamava Ordem do Dragão. Em seu idioma original, Dracul significa DRAGÃO e com o sufixo “A” era para fazer a referência de que ele era filho de alguém. Drácula então significa: “Filho do Dragão”. Vlad Drácula recebeu esse nome quando entrou na Ordem do Dragão, assim como seu pai. Essa ordem tinha como principal objetivo tentar impedir o avanço do Império Otomano na Europa. A gente sabe muito pouco sobre a infância do Vlad, mas conseguimos ter certeza de que ele tinha um irmão mais velho e a sua infância passou bastante tempo ao lado de sua mãe, que o educou. Ele era um pretendente ao trono, assim como seu pai, mas eles não viviam uma vida de riquezas e luxo, como outras famílias reais. Tanto que a casa que Vlad nasceu está aberta para visitação até hoje e dá para ver como é um local até simples. As coisas começaram a melhorar para sua família a partir de 1436, quando seu pai Vlad II conseguiu aplicar um golpe no trono da Valaquia se tornando o rei daquela região (atual Romênia). Com seu pai no governo, Vlad Dracula começou a ter uma educação e vida de acordo com os padrões da nobreza da época. Recebeu um tutor para cuidar da sua educação, começou a ser treinado para um dia substituir seu pai e começou a treinar como um Cavaleiro. Só que Vlad Dracul (pai) tinha um grande problema nas mãos: mesmo estando no trono da Valáquia, ele tinha que encontrar alguma forma de tentar parar o avanço dos Otomanos, que eram uma das maiores potências da época! Por ser membro da Ordem do Dragão, Vlad II prometeu que lutaria até a morte contra os infiéis (muçulmanos). A região que Vlad II governava chegou a ser conquistada pelo Império Otomano, mas ele e outros reis permaneceram no trono, mas tinha que pagar impostos e tributos ao Sultão.

História pros brother

Esse conceito de vampiros que conhecemos hoje, tem origem no folclore e na mitologia da Europa Oriental, mais especificamente na região dos Balcãs, local que hoje ficam os países Albânia, Hungria, Grécia e Romênia. E esse tipo de folclore chegou nessa região com o antigo Império Habsburgo, império que sua população passou a avistar ataques reais de vampiros. Pouco a pouco o medo se generalizou e as lendas começaram a se espalhar pela Europa no século XVIII. A lenda da existência de vampiros foi muito popular em países como a França no século XVIII. Teólogos e Demonologistas escreveram tratados sobre a existência e aparição de vampiros. Depois de virar estudo teórico essas histórias pularam para a ficção até o Bram Stroker escrever sobre o Drácula da Transilvânia. Só que esse lugar famoso chamado “Transilvânia” não é um lugar apenas da ficção científica e dos filmes, ele existe de verdade! Essa região fica no centro da atual Romênia e esse nome significa “Além da Floresta”, mostrando que é uma região pouco habitada em relação a grandes concentrações, tendo apenas alguns poucos castelos. A Transilvânia foi um local muito disputado entre alguns impérios, durante muitos anos ele pertenceu ao Império Turco Otomano e em 1683 foi conquistado pelo Império Austríaco, ficando com essa posse até 1920, quando criaram a Romênia. Mas onde entra o tal Drácula nessa história? A história do Drácula se refere a um homem chamado Vlad Tepes “Drácula”, que nasceu no dia 7 de dezembro de 1431 na Transilvânia. Vlad não era qualquer um, ele era filho do Rei da Valáquia, o Vlad II. O nome Drácula tinha relação com seu pai, que pertencia a uma Ordem Militar em homenagem ao São Jorge, que caso você não saiba, mata um dragão e por isso a ordem se chamava Ordem do Dragão. Em seu idioma original, Dracul significa DRAGÃO e com o sufixo “A” era para fazer a referência de que ele era filho de alguém. Drácula então significa: “Filho do Dragão”. Vlad Drácula recebeu esse nome quando entrou na Ordem do Dragão, assim como seu pai. Essa ordem tinha como principal objetivo tentar impedir o avanço do Império Otomano na Europa. A gente sabe muito pouco sobre a infância do Vlad, mas conseguimos ter certeza de que ele tinha um irmão mais velho e a sua infância passou bastante tempo ao lado de sua mãe, que o educou. Ele era um pretendente ao trono, assim como seu pai, mas eles não viviam uma vida de riquezas e luxo, como outras famílias reais. Tanto que a casa que Vlad nasceu está aberta para visitação até hoje e dá para ver como é um local até simples. As coisas começaram a melhorar para sua família a partir de 1436, quando seu pai Vlad II conseguiu aplicar um golpe no trono da Valaquia se tornando o rei daquela região (atual Romênia). Com seu pai no governo, Vlad Dracula começou a ter uma educação e vida de acordo com os padrões da nobreza da época. Recebeu um tutor para cuidar da sua educação, começou a ser treinado para um dia substituir seu pai e começou a treinar como um Cavaleiro. Só que Vlad Dracul (pai) tinha um grande problema nas mãos: mesmo estando no trono da Valáquia, ele tinha que encontrar alguma forma de tentar parar o avanço dos Otomanos, que eram uma das maiores potências da época! Por ser membro da Ordem do Dragão, Vlad II prometeu que lutaria até a morte contra os infiéis (muçulmanos). A região que Vlad II governava chegou a ser conquistada pelo Império Otomano, mas ele e outros reis permaneceram no trono, mas tinha que pagar impostos e tributos ao Sultão.

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#39 Otomanos vs Hospitalários: a conquista de Rodes (1522)

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Play Episode Listen Later Jun 13, 2022 18:24


Neste episódio olhamos para o Mediterrâneo oriental e para a ilha de Rodes, que esteve sob alçada dos Hospitalários de 1309 a 1522, quando é conquistada pelos Otomanos. Procuramos compreender o porquê desta conquista enquanto vislumbramos a expansão do império Otomano nos sécs. XV e XVI. Sugestões de leitura: 1. Robert Douglas Smith e Kelly DeVries – Rhodes Besieged. A New History. Stroud: The History Press, 2011 2. Donald Quataert - O Império Otomano - Das origens ao Século XX. Lisboa: Edições70, 2008. Música: "Five Armies" Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

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XXIII - La caída de Constantinopla (no Estambul)

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Play Episode Listen Later May 28, 2022 10:58


El 29 de mayo de 1453 ocurrió hecho que muchos dicen partió la historia en dos: la caída de la capital del Imperio Romano de Oriente, Constantinopla, hoy en día conocida como Estambul. Aquí les contamos su historia y las consecuencias históricas de este hecho.Apóyanos en Patreon: https://www.patreon.com/randomaccesshistory Encuentra todos nuestros links aquí: https://flow.page/randomaccesshistory En este episodio escuchaste a: Laura PosadaEditado por: José Nicolás JaramilloEscrito por: Laura y Jose con mucho amor.

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Eu Vou Fazer Você Odiar o Catar

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Play Episode Listen Later Apr 25, 2022 33:19


Muitas pessoas não sabem onde fica o Catar, e muito menos sobre a sua história. De forma resumida, o Catar fica na Ásia e é um dos países do Oriente Médio, e fica ao lado da Península Arábica; é um vizinho da Arábia Saudita. Os humanos chegaram nesse lugar que hoje chamamos de Qatar há pelo menos 50 mil anos. Mas a gente costuma falar que essa Península nunca foi uma área muito importante no sentido econômico porque se trata de um grande deserto. Essa região começou a ser mais visada quando o Islamismo surgiu e com isso vários reinos muçulmanos conquistaram outras áreas. Boa parte da história do Qatar foi sob domínio de outros Impérios. Primeiramente o Império Otomano e em seguida ficaram sob administração do Reino Unido. A independência do Qatar como um Estado é algo recente, aconteceu em 1971. O Qatar é um país muçulmano em que as leis religiosas também podem ser aplicadas na política. Se alguém cometer adultério, o artigo 88 da constituição deles diz que a pena para esse crime são 100 chibatadas! E isso chegou a acontecer: em 2006 uma mulher filipina foi condenada por adultério e recebeu 100 chibatadas. O maior problema é que a maioria das pessoas que são pegas nesses crimes são estrangeiros. Talvez por não conhecer as leis do local ou não acharem que isso é realmente crime. Consumir álcool também é um crime e a pena é cobrada em chibatadas. Se uma pessoa é pega blasfemando da fé islâmica, ela pode ser presa e ficar até 7 anos na prisão. O mesmo código penal do país afirma que a homossexualidade pode ser punida com a morte. Além de ser crime ser homossexual, a pessoa pode ser condenada à morte. Isso chegou até a administração da Copa e tem jogadores com medo de ir pro Catar. Um exemplo é o atleta Josh Cavallo, da Austrália e que se assumiu gay, nas eliminatórias para a Copa chegou a dar uma declaração pública dizendo que estava com medo. Além disso, o Qatar emitiu uma nota dizendo que não recomenda que casais LGBTQIA+ façam demonstrações de afeto em público, muito menos nos estádios. Uma outra característica muito importante sobre o Qatar é que eles recebem muitos imigrantes. Geralmente são pessoas que foram barradas nos EUA e em países da Ásia e vão para o Qatar tentar trabalhar. Mas o problema é que geralmente os trabalhos que esses imigrantes pegam não são os melhores e as condições são bem precárias. Existe um regime de trabalho no Qatar chamado Kafala. Esse modelo de trabalho diz que quando um trabalhador é imigrante ele estabelece o contrato diretamente com o seu contratante. Não existe uma CLT que afirma que determinada pessoa tem direitos básicos. Na prática, esse sistema de trabalho faz com que a pessoa vire um refém do empregador. O imigrante fica sujeito à autorização do patrão para realizar diversas atividades, como alugar imóvel, sair do país e até trocar de emprego. Além disso, o trabalhador tinha o passaporte retido pelo seu chefe que se negava a fornecer vistos para saída do país. Pra muitos, é considerado escravidão. Além disso, existe no Qatar a Lei da Tutela Masculina, onde se uma mulher quiser estudar, viajar, ter acesso a anticoncepcionais e se casar, ela precisa pedir autorização para o seu tutor. Normalmente o tutor é o marido ou o pai da mulher, mas pode ser o irmão. Existem ONGs internacionais que monitoram essa situação e denunciaram o Qatar por não permitir que as mulheres façam atividades básicas do dia a dia sem o aval dos homens, mas para que esse tipo de denúncia realmente mude alguma coisa muitas vezes demora anos!

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Eu Vou Fazer Você Odiar o Catar

História pros brother

Play Episode Listen Later Apr 25, 2022 33:18


Muitas pessoas não sabem onde fica o Catar, e muito menos sobre a sua história. De forma resumida, o Catar fica na Ásia e é um dos países do Oriente Médio, e fica ao lado da Península Arábica; é um vizinho da Arábia Saudita. Os humanos chegaram nesse lugar que hoje chamamos de Qatar há pelo menos 50 mil anos. Mas a gente costuma falar que essa Península nunca foi uma área muito importante no sentido econômico porque se trata de um grande deserto. Essa região começou a ser mais visada quando o Islamismo surgiu e com isso vários reinos muçulmanos conquistaram outras áreas. Boa parte da história do Qatar foi sob domínio de outros Impérios. Primeiramente o Império Otomano e em seguida ficaram sob administração do Reino Unido. A independência do Qatar como um Estado é algo recente, aconteceu em 1971. O Qatar é um país muçulmano em que as leis religiosas também podem ser aplicadas na política. Se alguém cometer adultério, o artigo 88 da constituição deles diz que a pena para esse crime são 100 chibatadas! E isso chegou a acontecer: em 2006 uma mulher filipina foi condenada por adultério e recebeu 100 chibatadas. O maior problema é que a maioria das pessoas que são pegas nesses crimes são estrangeiros. Talvez por não conhecer as leis do local ou não acharem que isso é realmente crime. Consumir álcool também é um crime e a pena é cobrada em chibatadas. Se uma pessoa é pega blasfemando da fé islâmica, ela pode ser presa e ficar até 7 anos na prisão. O mesmo código penal do país afirma que a homossexualidade pode ser punida com a morte. Além de ser crime ser homossexual, a pessoa pode ser condenada à morte. Isso chegou até a administração da Copa e tem jogadores com medo de ir pro Catar. Um exemplo é o atleta Josh Cavallo, da Austrália e que se assumiu gay, nas eliminatórias para a Copa chegou a dar uma declaração pública dizendo que estava com medo. Além disso, o Qatar emitiu uma nota dizendo que não recomenda que casais LGBTQIA+ façam demonstrações de afeto em público, muito menos nos estádios. Uma outra característica muito importante sobre o Qatar é que eles recebem muitos imigrantes. Geralmente são pessoas que foram barradas nos EUA e em países da Ásia e vão para o Qatar tentar trabalhar. Mas o problema é que geralmente os trabalhos que esses imigrantes pegam não são os melhores e as condições são bem precárias. Existe um regime de trabalho no Qatar chamado Kafala. Esse modelo de trabalho diz que quando um trabalhador é imigrante ele estabelece o contrato diretamente com o seu contratante. Não existe uma CLT que afirma que determinada pessoa tem direitos básicos. Na prática, esse sistema de trabalho faz com que a pessoa vire um refém do empregador. O imigrante fica sujeito à autorização do patrão para realizar diversas atividades, como alugar imóvel, sair do país e até trocar de emprego. Além disso, o trabalhador tinha o passaporte retido pelo seu chefe que se negava a fornecer vistos para saída do país. Pra muitos, é considerado escravidão. Além disso, existe no Qatar a Lei da Tutela Masculina, onde se uma mulher quiser estudar, viajar, ter acesso a anticoncepcionais e se casar, ela precisa pedir autorização para o seu tutor. Normalmente o tutor é o marido ou o pai da mulher, mas pode ser o irmão. Existem ONGs internacionais que monitoram essa situação e denunciaram o Qatar por não permitir que as mulheres façam atividades básicas do dia a dia sem o aval dos homens, mas para que esse tipo de denúncia realmente mude alguma coisa muitas vezes demora anos!

Quina do Mundo
EP 53 - TURQUIA

Quina do Mundo

Play Episode Listen Later Apr 12, 2022 104:53


Mais um episódio sobre um país! Hoje contamos mais uma vez com nosso grande colega Gabriel Medina (o original geólogo, não aquele surfista safado!), para conversar sobre a Turquia! Falamos sobre: Göbekli Tepe, Calendário do Holoceno, Cesare Emiliani, Calendário Islâmico, Mustafa Kemal Atatürk, Idioma Turco, Marmaray, Pneumoultramicroscópicosilicovulcaniótico, Caldas Novas, Bar Molhado, Bizâncio - Constantinopla - Istambul, Império Otomano, Devshirme, Batalha de Lepanto, Campanha de Galípoli, Erdoğan, Sufistas, Copa de 2002, Rítmica Aksak, Alex de Souza, Corno de Ouro, Transplante de Cabelo, Shawarma - Kebab - Dürüm, Ayran, etc. Serve um chá ou pega um Raki e chega junto! Quina do Mundo é André Gomes, Paulo Jabardo e Tiago Januzzi Chave PIX: apoiaquina@gmail.com https://linktr.ee/quinadomundo https://apoia.se/quinadomundo @quinadomundo Música tema por Rafa Almeida (@rafalemosalmeida) e Tiago Januzzi (@tjanuzzi). Produção por Januzzi Podcasts https://linktr.ee/januzzipodcasts

Falando de História
Miscelânea Histórica #17

Falando de História

Play Episode Listen Later Jan 31, 2022 11:56


Nesta Miscelânea falamos da subida ao trono, a 3 de Fevereiro de 1451, de Mehmed II, o sultão Otomano que conquistou Constantinopla (em 1453), e da revolta republicana do Porto, a 31 de Janeiro de 1891. Sugestões da semana 1. António Pigafetta - Relação da Primeira Viagem em Torno do Mundo. Edição, introdução, tradução e notas de Joana Lima. Lisboa: INCM, 2021. 2. Tim Mackintosh Smith - Árabes - Uma História de 3000 Anos de Povos, Tribos e Impérios. Lisboa: Edições 70, 2022. Música: "Hidden Agenda" Kevin MacLeod (incompetech.com) - Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Misterios
HDN 3X13: El Verdadero Drácula · Saqqara · Dante's Inferno

Misterios

Play Episode Listen Later Nov 28, 2020 88:02


Hoy nos visita Antonio Sachs, cursó estudios de filosofía y letras en la UMU, escritor de “Vlad Draculea : La Historia del Príncipe guerrero que inspiró la leyenda de Drácula” publicado por Almuzara, creador junto a Ertito Montano de "La Chica del Cementerio" y del cómic de detectives "The Secrets" junto a Ramiro Borrallo. En la actualidad se encuentra inmerso en 3 novelas gráficas para los sellos Demo Editorial, Sallybooks y Spaceman Project. Nos hablará de Vlad Draculea, el voivoda valaco que fue comparado con el mísmisimo diablo y cuya alma de dragón le hizo batallar sin descanso e incluso enfrentarse al todopoderoso imperio Otomano. ¿Cuánto hay de real en su leyenda negra? ¿Era un hombre sin escrupulos o un hombre influenciado por la época que le tocó vivir? ¿Porqué Bram Stoker le eligió como inspiración para crear al mítico Conde Drácula? Estas y otras preguntas serán contestadas por nuestro invitado. Comenzamos con "Noticias HDN", la sección donde Kela Carrasco nos pone el día de las últimos acontecimientos del mundo del misterio y por ello volveremos a Saqqara, recordarmos el Incidente Manises y sobretodo habrá mucha arqueología. Continuamos con Joni BL y su "Claqueta de Medianoche" donde nos trae cine de vampiros como no podía ser de otra manera. Ha elegido cuatro películas muy diferentes entre sí y para todo tipo de público porque sí, en el cine de vampiros también se puede innovar. En la segunda parte del programa contamos con el tándem formado por Miguel Ángel y Rubén Linares, en "Misterio Pixelado" nos traen la adaptación de un poema al mundo de los videojuegos, puede parecer raro pero el poema es ni mas ni menos que "La Divina Comedia" de Dante Alighieri y el videojuego "Dante's Inferno". En el cierre del programa nuestro director Alberto Hernández se hace eco de las últimas novedades del Caso Alcásser. Poneros cómodos, abrocharos los cinturones y ajustad bien el volumen de los cascos porque el viaje a través de la historia, el misterio y los videojuegos está a punto de comenzar. Dirige y Presenta : Alberto Hernández Produce : Horror Radio Productions * Vías de Contacto : - hombresdenegropodcast@gmail.com - hombresdenegropodcast (Facebook). - @Podcast_HDN (Twitter). - hdnpodcast (Twitch) - https://www.youtube.com/channel/UCZM-EDKBOXPjte0343eyUMQ (Youtube).

Geopizza
O Cerco de Viena #39

Geopizza

Play Episode Listen Later Nov 15, 2020 163:04


Em 1683, duas das maiores potências do mundo - o Império Otomano e o Sacro Império Romano Germânico - pretendiam encerrar sua rivalidade que cultivavam por séculos. Em setembro do mesmo ano, com a finalidade capturar a joia do Sacro Império, Viena, os otomanos iniciariam uma das maiores batalhas da Idade Moderna. No século 17, embora as cortes europeias ganhassem cada vez mais regalias devido ao ouro roubado de civilizações asteca e inca, a vida do trabalhador comum mostrava-se cada vez mais difícil.  Aluguéis e mercadorias encareciam para bancar os custos elevados da corte, levando a fomes e epidemias generalizadas.   Somado a isso, Impérios iniciavam cada vez mais campanhas militares para adquirir mais territórios e tributar outros reinos, sendo o Cerco de Viena um dos conflitos mais característicos do fim do século.

imp viena cerco otomano idade moderna