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O Parlamento francês aprovou por unanimidade, no passado mês de Janeiro, um projecto de lei que visa excluir o dever de ter relações sexuais no casamento. A medida, se vier a ser aprovada pelo Senado, poderá contribuir para evitar lacunas jurídicas em casos de violação no casamento ou de divórcios por ausência ou recusa de relações sexuais. Em entrevista à RFI, Luísa Semedo, doutorada em Filosofia Política, considera que, com esta votação, os deputados enviam uma mensagem clara sobre a urgência de eliminar a ambiguidade da lei e impedir interpretações que imponham uma obrigação sexual no casamento. O diploma ainda tem de passar pelo Senado, mas que mensagem enviam os deputados franceses ao votarem de forma unânime um projecto de lei que visa excluir o dever de manter relações sexuais no casamento? A mensagem é a de eliminar a ambiguidade da lei. Em si mesma, a lei nunca afirmou explicitamente que é necessário ou obrigatório ter relações sexuais, mas o texto é suficientemente ambíguo para permitir esse tipo de interpretação. O objectivo é acabar com a possibilidade de julgamentos arcaicos que defendem que uma mulher ou um homem são obrigados a manter relações sexuais dentro do casamento e que, se não o fizerem, são de alguma forma culpados do que quer que seja. A exclusão do dever conjugal elimina totalmente ambiguidades legais em casos de violação no casamento? Como sempre, há uma diferença entre a lei e a prática. Seria perfeito se as leis fossem sempre cumpridas. A ideia de que a mulher ou o homem têm de estar sempre disponíveis sexualmente é profundamente cultural. No caso das mulheres, implica estarem à mercê do desejo do homem. Não é apenas uma questão legal; é algo que está enraizado culturalmente. Ainda vivemos com esse pensamento, profundamente patriarcal, que limita tanto mulheres como homens, embora por razões diferentes. Este modo de ver o mundo não está apenas na lei, mas também na cultura e na arte. Em filmes, por exemplo, surge muitas vezes a ideia de que a ausência de relações sexuais significa que alguém está a falhar. E não é assim que deveria ser visto. As relações sexuais devem estar ligadas ao consentimento, ao desejo e à relação afectiva. A França que chegou a ser condenada pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em 2025, num caso em que uma mulher foi considerada culpada de divórcio por recusar sexo ao marido…. Porque esta obrigação não faz parte dos textos fundamentais da lei. Mesmo em França, tratava-se de interpretações feitas por juízes e por jurisprudência, sem base no Código Civil ou na Constituição. Por isso, faz todo o sentido que os tribunais internacionais se tenham manifestado contra. Houve também casos anteriores que marcaram a actualidade. Em 2011, houve pelo menos dois casos mediáticos: um homem condenado a pagar 10.000 euros de indemnização por falta de relações sexuais com a mulher e uma mulher condenada por ter recusado manter relações íntimas com o marido... Estas decisões têm impacto em muitos outros casos. Por exemplo, no caso de Gisèle Pelicot, estava presente a ideia de que a mulher pertence ao marido e que, portanto, o marido pode fazer o que quiser com ela, como se existisse um dever. A mulher passa a ser vista como um instrumento ou um objecto, ao ponto de poder ser “emprestada” ou “alugada” a outros homens. Esta forma de ver os corpos como objectos continua a existir e tem consequências extremamente graves. Estamos a falar de uma visão mais patriarcal? Sim, claramente mais patriarcal, sabendo que o patriarcado também tem implicações negativas para os homens. Quando falamos de masculinidade tóxica, falamos disso mesmo: os homens são pressionados a estar sempre disponíveis, sempre “funcionais”. Parte-se do princípio de que o homem quer sempre ter sexo e, quando isso não acontece, ele é insultado, diminuído ou sente-se obrigado a ser performativo, muitas vezes perante outros homens. O caso de Gisèle Pelicot mostra também isso: homens que mantêm relações sexuais à frente de outros homens como forma de pertença a um boys club, de validação da virilidade, daquilo que significa ser “macho” ou ser homem. Esta lei pode oferecer maior protecção às vítimas de violência sexual no casamento, facilitando a denúncia e a prova de crimes sexuais entre cônjuges? Penso que sim, na medida em que pode ajudar a mudar mentalidades. Pode tornar a violação conjugal mais presente no debate público e ajudar a consolidar a ideia de que insistir não é consentir. Dizer “sim” depois de insistência não é consentir; é ceder, é fazer algo que não se quer. Em França, por exemplo, 57% das mulheres já tiveram relações sexuais dentro do casamento sem vontade. Isto corresponde, na prática, à definição de violação. É extremamente grave. De que forma esta decisão reforça a protecção do consentimento e da autonomia individual dentro do casamento? Reforça porque afirma que o indivíduo não é um instrumento ao serviço dos desejos do outro, mas sim uma pessoa autónoma, com vontade própria. O consentimento não é dado para sempre. Não é por uma pessoa casar que consente para sempre ter relações sexuais com o seu companheiro. E não é sequer por ter iniciado uma relação sexual que não pode dizer “não” a meio. A qualquer momento, qualquer um dos dois pode dizer que não quer continuar. Isto reforça a ideia do indivíduo como alguém com desejos próprios, unicidade e autonomia, e não como um objecto utilitário. Esta decisão do Parlamento francês pode ter repercussões noutros países? Penso que sim. A França é um país muito observado neste tipo de questões e pode servir de modelo, tanto para outros países como para si própria, afirmando esta visão também a nível europeu.
Os sindicatos prometem uma “quinta-feira negra” em França, uma jornada de greves e manifestações contra cortes orçamentais anunciados no Verão e que descrevem como sendo de uma “brutalidade sem precedentes”. As pessoas pedem “justiça social” e que o Presidente Emmanuel Macron oiça os protestos, resume Luísa Semedo, investigadora doutorada em Filosofia Política e Ética. Para ela, a França está perante “uma crise democrática e social” e “um descrédito total em relação à Presidência de Macron”. Luísa Semedo avisa que se Emmanuel Macron “não tomar iniciativas para mostrar que percebeu que a crise é muito mais profunda, o movimento vai aumentar” e a extrema-direita vai continuar a subir. RFI: Quais as razões das greves e manifestações desta quinta-feira? Luísa Semedo, Investigadora doutorada em Filosofia Política e Ética: “De modo mais geral, o que se está a passar é o fim da ‘Macronia'. Ou seja, estamos mesmo a chegar ao fim de um sistema que não é assim tão democrático como isso. Macron já teve várias derrotas a nível de eleições, democráticas, e que fazem com que as pessoas já estão fartas da parte que tem a ver com a democracia e depois tem a ver também com as medidas que têm sido anunciadas, quer pelo governo de Barnier, quer pelo Governo de Bayrou, que vão sempre no mesmo sentido que é de cortar tudo o que tem a ver com o social, com a justiça social. As pessoas estão fartas, têm a sensação que são elas sempre a pagar e que continuamos a fazer a mesma política que é de não tocar nos patrimónios, nas empresas, nas pessoas mais ricas. É querer justiça social.” Caiu o antigo primeiro-ministro, François Bayrou. O novo primeiro-ministro, Sébastien Lecornu já desistiu da supressão de dois feriados, por exemplo, e não rejeitou ainda totalmente as medidas fiscais sobre os altos rendimentos. Mesmo assim, as pessoas têm razões para se manifestarem esta quinta-feira? “Sim, sem dúvida, porque o primeiro-ministro está numa fase de negociação e de calibragem em relação àquilo que vai poder fazer ou não. O movimento pretende fazer com que a balança venha para o lado da justiça social, fazer com que haja pressão no primeiro-ministro para que ele perceba que a rua não quer, de todo, continuar com o mesmo estilo de governação.” O novo primeiro-ministro falou na possibilidade de rever todas as regalias vitalícias dos antigos primeiros-ministros e ministros. O que acha deste anúncio? “Isso é muito típico. São medidas simbólicas, cosméticas, para dar uma impressão de estar se a ocupar da doença democrática que é dizer: ‘Vejam, povo, como nós, enquanto classe política, estamos a tratar das nossas próprias regalias'. Para mim é só cosmética e é diversão, não tem, de todo, impacto na vida dos franceses.” Relativamente à dívida pública e à necessidade de poupanças de 44 mil milhões de euros, de acordo com o ex-primeiro-ministro, isto parece ser algo abstracto para os franceses, mas é um problema. “Sim, sim, é abstracto, mas os franceses sabem quem é que vai pagar. Foi o que aconteceu com Bayrou. Ou seja, mesmo que as pessoas não entendam exactamente do que é que estamos a falar e da amplitude daquilo que está em causa, as pessoas percebem perfeitamente quais são as medidas e em quem é que essas medidas vão tocar. E perceberam perfeitamente que o Bayrou, independentemente de ele poder ter razão em teoria, aquilo que ele queria meter em prática para tratar o problema, era ir tocar nas pessoas mais pobres. Ou seja, mais uma vez sem justiça social, e questão está aí: Ok, há um problema, mas quem é que vai pagar esse problema? Se é para haver ainda mais injustiça social, as pessoas não estão dispostas a isso e isso elas percebem perfeitamente.” No dia 10 de Setembro, as pessoas foram para a rua seguindo o apelo do movimento ‘Bloquons Tout', [‘Bloquer Tudo']. Agora é a intersindical que apela à greve e às manifestações na rua. Como é que olha para este movimento, para as perspectivas de desenvolvimento do próprio movimento e quais são as principais diferenças entre 10 de Setembro, quando finalmente não houve tanta gente quanto se esperava nas ruas, e esta quinta-feira? “Esta quinta-feira, o que se está a passar é que, pelo menos, a nível de organização foi alargada. Ou seja, temos mais sindicatos, temos mais organizações que vão participar. Isto tudo vai depender de uma espécie de diálogo. Ou seja, quanto mais pessoas estiverem na rua, mais pressão haverá sobre o primeiro-ministro e depois vai ser ao primeiro-ministro de responder. Ou seja, se ele responder ao que a rua está a pedir, eu penso que a coisa poderá ficar mais equilibrada, mas se continuar a não responder, penso que o movimento pode ser ainda maior porque penso que é esse o objectivo. Se aquilo que é requerido não está a ser respeitado, as pessoas vão continuar a manifestar. Mas eu penso que o problema ainda é mais geral porque não se trata só da questão da governação agora específica de mais um primeiro-ministro. Trata-se do Presidente Macron. Ou seja, há também um descrédito total em relação a Presidência de Macron e penso que enquanto Macron não sair, vai haver sempre este tipo de tensões até ao fim.” Aparentemente insensível ao descontentamento popular, aos pedidos de mais justiça social e fiscal, aos próprios resultados das legislativas antecipadas, Emmanuel Macron estaria disposto a uma mudança ou tudo o que está a ser feito pode contribuir para a chegada da extrema-direita ao poder? “Sim, sem dúvida. Eu acho que nós estamos a ir de forma acelerada para aí, sem dúvida. Ou seja, Macron foi eleito com votos de pessoas que nunca votariam por ele, mas que votaram para fazer com que a extrema-direita não chegasse ao poder. Aos poucos, ele vai perdendo toda a credibilidade, eu penso que há muitas pessoas que já não vão talvez fazer esse voto de compromisso para que a extrema-direita não chegue. Portanto, estamos mesmo às portas a que a extrema-direita chegue ao poder, sem contar com o facto que os Les Républicains também estão dispostos a fazer acordos com a com o Rassemblement National. Penso que sim. A questão é foi Macron quem tinha as cartas na mão, ou seja, ele foi votado exactamente para isso. Ele prometeu aos franceses que ia fazer tudo para que o Rassemblement National não chegasse ao poder e, no entanto, hoje estamos aqui com um Presidente que, por vezes, diz Não ao Rassemblement National, mas por vezes diz Não à esquerda; com governos que, apesar do voto dos franceses, não houve nada que fosse feito na direcção da esquerda, praticamente. Portanto, Macron só se pode culpar a ele mesmo da situação. É uma situação que é terrível, mas a questão é: até quando a França vai ser refém de Macron em relação à questão da extrema-direita? Infelizmente estamos a entrar numa espécie de impasse terrível. A mim parece-me que sim, que se continuamos assim, ou seja, sem que as pessoas tenham aquilo que querem que é a tal justiça social e a justiça fiscal, vamos direito, muito rapidamente, para a extrema-direita infelizmente.” Esta França que sai às ruas é uma França cansada, zangada, cada vez mais polarizada? Como é que a define? “A mim faz-me lembrar um bocado a questão da doença e do corpo. É como se houvesse uma doença, pelo menos, democrática em França e que o corpo está-se a exprimir. É isso que as pessoas estão a fazer, estão a exprimir algo que não está a funcionar neste momento, eu diria mesmo, profundamente, democraticamente, em França. É o que está a acontecer. Se o Macron não tomar iniciativas para mostrar que percebeu que a crise é muito mais profunda, acho que isto vai continuar e o movimento vai aumentar, sem dúvida.” Quando fala em “crise profunda”, por exemplo, estamos a falar na pauperização da vida quotidiana das pessoas? Isso nota-se? Há dados que mostrem que as pessoas estão a ficar mais pobres? “Sim, há a crise social em relação, por exemplo, aos estudantes, em relação aos salários de várias categorias profissionais, por exemplo, os professores. Mas também é uma crise democrática, no sentido do voto e da confiança que se tem nas instituições governativas. Ou seja, o povo, a partir dos seus representantes, tem dito não, e de forma bastante audível, aos sucessivos governos criados pelo Emanuel Macron e Emmanuel Macron continua a insistir. Ele continua a insistir, agora ainda mais com alguém que é originário do seu movimento, ou seja, é como se ele não estivesse a ouvir a rua, não estivesse a ouvir o Parlamento. Isto é uma crise democrática que é mais profunda no sentido de que é o regime ele próprio que está a ser posto em causa.” Como é que se cura aquilo que chamou de “doença democrática”? Essa “crise de regime”? “Em democracia, há uma parte que é absolutamente essencial que é os cidadãos, as pessoas que votam, os eleitores. A democracia é a voz do povo. Ou seja, normalmente nós deveríamos ir de novo para eleições presidenciais. Macron deveria se demitir e tomar a responsabilidade de tudo o que se está a passar. Qual é o problema que nós temos aqui? É a extrema-direita. Se a extrema-direita não estivesse presente na equação, tudo seria muito mais simples. Iríamos de novo para eleições e provavelmente poderíamos ter outro Presidente. O problema é que a extrema-direita bloqueia toda a gente. Para já, bloqueia a esquerda e é normal que assim seja porque a esquerda vai sempre fazer tudo o possível para que a extrema-direita não esteja no poder, inclusive votar a favorde políticas que não quer e foi por isso que votou Macron duas vezes para Presidente por causa de ser refém desta história da extrema-direita.” A mobilização vai durar, como aconteceu com os coletes amarelos, por exemplo? Há perspetivas nesse sentido? “Eu penso que sim. Agora, neste momento, a muito curto termo, vai depender do primeiro-ministro. Ele está a fazer as audições com os partidos. Vamos ver o que é que ele faz como compromisso com os partidos para manter ou não o seu governo e não cair também. Vai depender muito disso a muito curto termo. Mas a mim parece-me, como disse, que vai depender também de Macron, ou seja, eu acho que Macron é como se ele não ouvisse. Há meses e meses que ele não está a ouvir o que está a ser dito e, portanto, se ele próprio não muda, é o sistema que não muda e acho que vão continuar estes movimentos, sem dúvida.”
Nesse episódio, Hian Sousa e Gabriel Carvalho recebem Bruno Nadai para falar sobre as contradições a respeito da visão de Kant sobre a autonomia das mulheres, trabalhadores, servos e escravos, presente em sua obra Metafísica dos Costumes.
Introdução - Módulo 02 No coração do cristianismo, e particularmente no ethos adventista, está a convicção de que a ordem não é uma imposição administrativa, mas um dom espiritual e profético. O Módulo 2 da série A Ordem e a Representação propõe uma leitura profunda e orgânica das estruturas de liderança da IASD a partir das lentes da filosofia política, da tradição patrística, da teologia da história e das críticas modernas à autoridade. Mais do que apenas discutir modelos de governo, este módulo busca iluminar o sentido teológico, simbólico e escatológico da ordem na vida comunitária e representativa da Igreja.
Bem-vindos ao Podcast Catalisadores, seu espaço para conversarmos sobre missão, igreja e cultura! Neste primeiro episódio do Módulo 2 da série "A Ordem e a Representação: Uma Leitura Adventista à Luz da Filosofia Política", mergulhamos em um tema crucial para os nossos dias: a crise de autoridade e a fragmentação da vida em comunidade. Em uma era de desconfiança institucional, como a Igreja Adventista do Sétimo Dia, com seu modelo representativo de governo, compreende e mantém uma ordem que seja não apenas funcional, mas profundamente moral, teológica e espiritual? Convidamos você a investigar conosco como o conceito de "ordem" evoluiu através da filosofia política ocidental, e como ele deve ser compreendido por uma igreja que deseja permanecer fiel à sua missão profética. Neste episódio, você descobrirá: Por que a crise da ordem institucional é, antes de tudo, uma crise antropológica, ligada à perda da centralidade do espiritual. A importância fundamental das dimensões do "Eu", "Nós" e "Todo" para reconstruir formas de organização e liderança mais fiéis. As aplicações práticas para a vida da igreja local, para líderes, membros e jovens. A influência das três grandes tradições filosóficas — grega (razão e virtude), hebraico-cristã (revelação e aliança) e moderna secular (contrato e consenso) — na compreensão da autoridade e da ordem na igreja. Como a linguagem, a simbologia e as instituições concretas são manifestações da ordem e devem estar a serviço da missão. O papel da liderança como elo entre ordem e missão, e como o "Todo" escatológico direciona e dá sentido a toda a estrutura. Perguntas Fundamentais que queremos responder: Que tipo de homem o nosso sistema de governo supõe que o valide? Que imagem de igreja estamos representando? Nossas estruturas estão moldando discípulos ou apenas mantendo funções? Esta é uma jornada profunda, acessível e, sobretudo, prática, que nos ajudará a viver melhor nossa vocação como igreja profética, organizada e representativa, à luz da filosofia política e da revelação bíblica. Prepare-se para repensar a ordem não como uma imposição administrativa, mas como um dom espiritual e profético que reflete o Reino de Deus em movimento na história. Capítulos do Episódio: 00:00 - Introdução: Crise da Ordem e o DNA da IASD 05:30 - A Crise Antropológica: Eu, Nós e o Todo 15:15 - Parte 1: O Ponto de Partida da Ordem – Entre o Indivíduo e a Comunidade 35:00 - Parte 2: As Tradições Filosóficas de Ordem e Autoridade 75:00 - Parte 3: A Linguagem e a Simbolização da Ordem 90:00 - Parte 4: A Representação da Ordem nas Instituições 105:00 - Parte 5: A Liderança como Elo entre Ordem e Missão 120:00 - Parte 6: O Todo como Direção Escatológica da Ordem 135:00 - Conclusão do Episódio Não se esqueça de curtir, compartilhar e se inscrever no canal para não perder os próximos episódios desta série transformadora!
A imagem de Trump com uma coroa, partilhada pela Casa Branca, é apenas simbólica? Ou revela uma mudança de natureza no sistema político americano? Os Estados Unidos são o grande laboratório da democracia liberal — mas até onde resiste essa experiência quando posta à prova pelo fenómeno Trump? Neste episódio do Perguntar Não Ofende, exploramos as tensões entre instituições e populismo, entre legalidade e liderança carismática, num sistema pensado para resistir a tudo, menos talvez ao culto do líder. Com José Gomes André, doutorado em Filosofia Política, analisamos o trumpismo à luz da tradição constitucional dos EUA, o papel do Supremo Tribunal como guardião do equilíbrio de poderes, e refletimos sobre o paralelismo europeu: poderá a UE aspirar a um momento constituinte ou estará refém do seu próprio modelo tecnocrático? Uma conversa sobre democracia, federalismo e os desafios do nosso tempo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Formada em Filosofia Política, assim que se estreou na escrita ganhou vários prémios de Literatura. Continuou a escrever e recentemente veio a Portugal para falar do também premiado bestseller, traduzido para mais de 20 línguas: “A Água do Lago nunca é doce”. Vamos conhecer a leitora por trás destas obras? Trouxe leituras que valem a pena.Os livros que a autora escolheu:As Primas, Aurora Venturini;Liliana's Invincible summer, Cristina Rivera Garza;The Museum of Useless Efforts, Cristina Peri Rossi.Publicado em Portugal:A Água do Lago nunca é Doce.Ofereci uma edição traduzida de 6 incríveis autoras portuguesas:Take Six:Sophia de Mello Breyner Andresen, Agustina Bessa-Luís, Maria Judite de Carvalho, Hélia Correia, Teolinda Gersão e Lídia Jorge.Os livros aqui:www.wook.pt
José Gomes André é Professor Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e investigador de Filosofia Política. É um dos maiores especialistas em Portugal na História e nas ideias políticas que definiram o sistema político dos Estados Unidos. Doutorou-se em Filosofia Política na mesma faculdade, com uma dissertação dedicada ao pensamento de James Madison. Trabalha actualmente num pós-doutoramento sobre federalismo, no horizonte da filosofia política moderna e contemporânea. -> Apoie este podcast e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com -> Workshops de Pensamento Crítico. _______________ Índice: (0:00) Housekeeping (mecenas e workshops) (2:02) Introdução ao episódio (5:27) Aos olhos de um europeu, o que é singular no sistema político dos EUA e na sua génese? | Série John Adams HBO (19:52) De onde vem a ideia dos “checks & balances”? | Federalist Papers | Federalismo (31:26) Impacto do sistema eleitoral (círculos uninominais) e os Swing States na Eleição Presidencial | O Colégio Eleitoral na Eleição Presidencial | Importância identitária da Constituição para os norte-americanos | Emendas à Constituição (49:10) Herança do sistema britânico | Sistemas legais EUA vs UK. | Episódio Thiago Hansen (57:47) De onde vem a aversão dos americanos ao Governo central? | Importância dos Estados. (1:09:29) Diferença entre senado e Câmara dos Representantes (1:15:34) O que mais surpreenderia hoje os Founding Fathers? | Estudo Pew Research | Robert Putnam - Bowling Alone (perda de capital social nos EUA) (1:22:38) Próxima eleição presidencial (Novembro de 2024) [gravado a 3 de Setembro]. | Sites referidos: realclearpolitics.com, projects.fivethirtyeight.com/polls, Silver Bulletin, Crystal Ball Livros recomendados: American Political Parties and Elections, A Very Short Introduction, de L. Sandy Maisel | American Civilization: An Introduction, de David Mauk e John Oakland | Tópicos de Filosofia e Ciência Política : Federalismo - Das Raízes Americanas aos Dilemas Europeus, de Viriato Soromenho-Marques Allan Lichtman - The Keys to the White House ______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira
Miguel Montenegro, psicólogo, doutorando em Filosofia Política, ilustrador (autor dos "Psicopatos", livros publicados cá e em França), foi o 1º autor português a trabalhar para a norteamericana MARVELSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O ECK já é conhecido e reconhecido pela atualidade de suas pautas e por debater, livremente e com afabilidade, os temas mais "ácidos" e "difíceis" da atualidade. Novamente, considerando algumas discussões mais acirradas nas redes sociais ou presencialmente em algumas instituições ou grupos espíritas, estamos sempre buscando o pensamento originário de Allan Kardec - expresso no conjunto de suas trinta e duas obras - contextualizando-o em relação à atualidade planetária, considerada a ambiência tanto no Brasil como no cenário global. Nesta live debatemos "O Pensamento Progressista e Socialista na obra de Kardec", recebendo o Professor de Filosofia Luiz Gustavo Oliveira dos Santos, especialista em Filosofia Política e tradutor de doze obras espíritas clássicas. Nos debates, Antônio Carlos Amorim. De início, é possível fazer algumas indagações pontuais, a partir do título da live: - O professor francês Rivail-Kardec era socialista? - Seu trabalho como educador no ensino formal francês era progressista e tinha bases no socialismo? - Ao se tornar o fundador do Espiritismo, Kardec adotou premissas socialistas e progressistas? - O meio espírita atual é conservador ou progressista? - Considerando a dualidade vigente em nosso país, como em todo o mundo, entre posições progressistas e conservadoras, como devem atuar os espíritas, quando a ambiência de grupos e instituições estiver marcada por antagonismos e incompreensões? - O Espiritismo é uma proposta de socialismo espiritual? Eis, aí, uma pequena "palinha" do que é discutido - sem perder a ternura, jamais - nesta live, apresentando ideias e permitindo que os que assistirem, ao vivo ou, depois, possam formar suas próprias convicções. Destaque-se que a participação "on line", por meio de comentários e questionamentos enriquece sobremaneira a atividade e permite aos interessados a livre manifestação, obviamente com educação e equilíbrio, como sugere a proposta de entendimento entre os espíritas, a partir do progresso individual e coletivo preconizado pela Filosofia Espírita. Na pauta, frisando os parâmetros do ECK, estão as conhecidas premissas do livre pensar, da laicidade, do humanismo e do progressismo e da progressividade dos conceitos espíritas, vivenciadas e sugeridas para o meio espírita brasileiro e internacional. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/espiritismo-cast/message
A presença de Jair Bolsonaro (PL) na posse do presidente argentino, Javier Milei, foi uma aposta da direita bolsonarista para inflar a popularidade do ex-presidente nas redes sociais e transferir capital político para figuras atreladas a seu nome, como o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Levantamento da FGV Comunicação Rio, feito a pedido do Estadão, mostra que aliados atuaram de forma conjunta para celebrar uma “vitória da direita” e colocar Bolsonaro como uma figura-chave desse campo na América Latina. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por outro lado, recebeu a pecha de “anão diplomático” no meio digital por não comparecer ao evento — a militância petista não conseguiu responder à altura. Ao mesmo tempo, os grupos de oposição à direita no Brasil apostam no fracasso do governo de Milei na Argentina, o que refletiria na tentativa da direita em voltar ao poder no Brasil. Entre suas promessas mais radicais e de difícil execução estão o fim do Banco Central e a dolarização da economia argentina. Até por isso, parte da direita não alinhada a Bolsonaro foi mais cautelosa com a vitória do libertário argentino, já prevendo as dificuldades que o governo dele vai enfrentar. O Partido Novo divulgou nota em que considera o triunfo de Milei uma “esperança” para o Brasil e uma “derrota humilhante” para Lula, o PT e todo o governo. Afinal, de que forma a eleição e posse de Javier Milei reacendeu o bolsonarismo no Brasil? A direita ganha mais força e coesão com essa vitória? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o professor de Filosofia na FAAP e coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
NESTA segunda-feira (27/11), às 19h15, a Web Rádio Censura Livre leva ao ar o “Especial Palestina: Os caminhos de um genocídio”, analisando e debatendo os últimos acontecimentos que envolvem o violento conflito na Faixa de Gaza, terra histórica dos palestinos, mas, pelo menos desde 1967, ocupada e colonizada pelo Estado de Israel. Esperamos que o programa também ajude a mobilizar nossa audiência, assim como os membros dos diversos coletivos com os quais estabelecemos parceria para o grande ato de 29 de novembro, quando a comunidade mundial celebrará o "Dia Internacional de Solidariedade ao Povo Palestino e pelo Imediato Cessar Fogo". Para nos ajudar nessas tarefas, contamos com a gentil colaboração dos seguintes convidados: Gustavo Machado - Pesquisador do Instituto Latino Americano de Estudos Socioeconômicos (ILAESE), mestre e doutorando em Filosofia Política pela UFMG, e autor do livro "Marx e a História: das particularidades nacionais à universalidade da revolução socialista"; e Muniz Ferreira - Professor titular do Departamento de História e Relações Internacionais na UFRRJ. Mediadores: Júlio Santos (CCOB) e Manuel Faria (Coletivo Casulo). O programa conta com o apoio do Coletivo de Coletivos, que é integrado pelo Coletivo de Educação Popular Margarida Maria Alves, Centro Socialista da Penha/Rio, Centro Cultural Octavio Brandão (CCOB), Coletivo Casulo, Frente Ampla Suburbana (FAS) e a Web Rádio Censura Livre. As reuniões do Coletivo de Coletivos são abertas aos lutadores e Coletivos que tenham acordo com suas fronteiras principistas fundacionais: classista, anticapitalista e democrática.
Neste novo episódio, convidamos o Prof. Pedro Israel, especialista em Ética, Filosofia Política e Relações Internacionais, para uma exploração aprofundada do conflito mais recente entre Israel e os Palestinos na Faixa de Gaza.O Prof. Pedro Israel oferece uma retrospectiva histórica sobre os eventos que moldaram essa conturbada relação, anteriores até mesmo a criação do Estado de Israel e influenciam a ascensão de uma perspectiva sionista que hoje se imbrica até mesmo com movimentos conservadores e reacionários cristãos. Além disso, discutimos a influência da cobertura midiática enviesada sobre as perspectivas da religiosidade e etnias diferentes do eixo judaico-cristão eurocêntrico.Junte-se a nós nesta análise crítica de um dos conflitos mais complexos do mundo. Financiamento Coletivo: apoia.se/perdidosnafilosofia Chave pix: perdidosnaparalaxe@gmail.com Indicações do Episódio: https://pparalaxe.com.br/92-a-questao-palestina/ Parceiro: Sabiá Gestão de Marcas - https://www.sabiamarcas.com.br/
O processo de aprovação da reforma tributária mostrou que há uma cisão na direita, fruto do comportamento radical do ex-presidente Jair Bolsonaro. O próprio PL, partido de Bolsonaro, não votou de maneira uniforme a PEC na Câmara dos Deputados. Um bom exemplo dessa divisão foi a reunião no PL às vésperas da votação da reforma, em que o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), foi massacrado e ofendido por defender o texto. Mas, se analisarmos as repercussões em relação a atitude dos bolsonaristas, dá para perceber um movimento que começa a se distanciar do extremismo ideológico. Aliado histórico de Jair Bolsonaro, o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, subiu o tom das críticas, e classificou o ex-presidente como um líder de extrema direita e disse que ele está isolado. O movimento do governador Tarcísio de Freitas mostra que há um novo caminho para a direita, sem Bolsonaro? No Congresso, o PL vai equalizar uma oposição distante deste tipo de radicalismo ideológico? Para debater essa questão, nós convidamos para o ‘Estadão Notícias' de hoje, o professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
El capital es, entre otras cosas, también instrumento de producción, también trabajo pasado, objetivado. En consecuencia, el capital es una relación natural, general, eterna; pero lo es, si yo dejo de lado precisamente lo específico, lo que únicamente convierte al instrumento de producción, al trabajo acumulado en capital. " --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/anarkademia/message
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História da Filosofia Política: A liberdade dos antigos; Apresentação --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/pedro-mendes-ju00fanior/message
Lula da Silva será de novo Presidente do Brasil, a partir do dia 1 de Janeiro de 2023. O país está profundamente dividido e a tarefa de Lula fica ainda mais condicionada pela imprevisibilidade dos mais fanáticos apoiantes de Bolsonaro, aqueles a quem Renato Lessa chamou os “Homo bolsonarus“. É com este doutorado em Teoria Política, professor de Filosofia Política da Universidade Federal Fluminense, no Brasil, e investigador associado do Instituto de Ciências Sociais, da Universidade de Lisboa que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo Jair Bolsonaro facilmente entra no rol dos mais polêmicos e turbulentos desde a redemocratização do Brasil. Antes um deputado do baixo clero, que frequentava programas de TV de cunho duvidoso, o capitão do exército ganhou notoriedade e subiu a rampa do Palácio do Planalto. Bolsonaro deixa um Brasil mais armado, desmatado e com cortes recorde de recursos na saúde e educação. Na pandemia, perdurou o negacionismo de medidas sanitárias, o que prejudicou o controle da doença. Foi na gestão Bolsonaro que o Ministério da Educação ficou no centro de vários escândalos, entre eles, o do ex-ministro Milton Ribeiro que afirmou em áudio que priorizava a liberação de verbas a prefeituras ligadas a dois pastores. Para se ter uma ideia, foram 5 ministros da educação em apenas 4 anos de governo. Bolsonaro teve que se render aos encantos do Centrão para ter o mínimo de governabilidade. No Congresso Nacional, o grupo formou a base do governo, principalmente após o deputado Arthur Lira ter sido eleito presidente da Câmara. E o toma lá dá cá aconteceu em diversas formas, principalmente no chamado Orçamento Secreto, descoberto e revelado pelo Estadão. Afinal, Como podemos classificar os 4 anos de seu governo? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Luiz Bueno, Professor de Filosofia da FAAP, Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio conversamos com Thiago Wolke, graduado e mestrando em Filosofia (mais informações em: http://lattes.cnpq.br/0487933663926408), sobre duas concepções de Democracia, a saber, procedimentalista e epistêmica. A democracia procedimentalista nos diz que o valor democrático se encontra no processo de escolha do povo, enquanto a democracia epistêmica nos diz que o valor se encontra no resultado dessa escolha. Ao longo do episódio o entrevistado contrasta e nos aponta as dificuldades de cada visão. Bibliografia indicada: MELO, R. Teorias Contemporâneas da Democracia: entre o realismo político e concepções normativas. In: Manual de Filosofia Política. 3 ed., 2018, pp. 287-315. PARKINSON, J. & MANSBRIDGE, J. Deliberative Systems. Cambridge University Press, 2012. VIEIRA, M. & SILVA, F. Democracia Deliberativa hoje: desafios e perspectivas. In: Revista Brasileira de Ciência Política, No. 10, 2013, pp. 151-194. WERLE, D. & MELO, R. Democracia Deliberativa. Editora Singular, 2007. Textos de Urbinati URBINATI, N. Democracy Disfigured: Opinion, Truth and the People. Harvard University Press, 2014. Crise e metamorfoses da democracia - https://www.scielo.br/j/rbcsoc/a/tXTVfVbN3dSGWSQ6YRTnSMQ/?lang=pt&format=pdf O Que torna a representação democrática? - https://www.scielo.br/j/ln/a/4qsH3GhJPTTnmmMhJg8jkhB/?lang=pt&format=pdf O “O Que é Tudo Isso?” agora é parte da Rede Colmeia Podcast's, mais informações em: https://colmeia.sul21.com.br/ Dúvidas críticas ou sugestões nos contate pelo oqueetudoisso@gmail.com, Você também pode nos seguir no Twitter (@OQTIPOD), instagram (oqtipod) e Facebook (o que é tudo isso podcast) Trilha: filmmusic.io "Great Times" de Sascha Ende (sascha-ende.de) CC BY 4.0 O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001.
No episódio de hoje conversamos sobre dois importantes filósofos políticos, a partir do olhar de Isabel Limongi que há anos se dedica ao estudo desses autores. Tratamos de realismo político, o ambiente jurídico do Estado, a teoria hobbesiana das paixões. Quanto a Hume, descobrimos uma arguta análise política, para além de seu célebre trabalho no campo da epistemologia. Falamos da aproximação entre Hume e Maquiavel, a tradição jusnaturalista moderna e a história social da lei. Por fim, Isabel falou conosco sobre sua investigação das instituições políticas e sociais nas origens setecentistas da democracia moderna.
O Brasil presenciou, neste domingo (30), a disputa presidencial mais acirrada desde a sua redemocratização. Um pleito que foi marcado por uma polarização histórica, fake news nas redes sociais, batalha religiosa e episódios de violência. Ao final da apuração dos votos, Lula teve mais de 60 milhões de votos, contra 58 milhões de Jair Bolsonaro. Após ser libertado da carceragem da Polícia Federal (PF), em 2019, o petista já dizia sobre o seu desejo de disputar mais uma vez a presidência do País, e enfrentar aquele que ele chamou de “mal para a democracia”. Mas Lula pegará um Brasil bem diferente daquele que deixou, em 2010. O Congresso Nacional, em 2013, estará repleto de partidos de direita, com predomínio das legendas do Centrão, que conquistaram a maioria das cadeiras da Câmara e do Senado em disputa. Os presidentes das duas Casas, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), desejaram sorte para os eleitos, e o desejo de pacificação do País. Na edição de hoje do podcast ‘Estadão Notícias', vamos analisar os resultados das urnas com Luiz Bueno - professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e com Tathiana Chicarino, Cientista Política. Professora de pós- graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte, Alex Braga, Ana Clara Praxedes e Zeca Ferreira. Sonorização/Montagem: Vitor ReisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os dois milhões de votos que Luiz Inácio Lula da Silva teve a mais do que Jair Messias Bolsonaro nas presidenciais brasileiras, cuja segunda volta se disputou domingo, são coisa pouca num país com 215 milhões de habitantes. Ou seja, a divisão foi profunda. Lula prometeu governar para esses 215 milhões, rejeitando a ideia de que haja “dois Brasis”. Reconciliar um povo, formar um Executivo tão coeso quanto inclusivo e fazer pontes para resolver problemas são os grandes desafios do antigo e novo Presidente, que toma posse no próximo dia 1 de janeiro. São convidados deste episódio Rita Figueiras, professora de Comunicação Política na Universidade Católica Portuguesa; Renato Lessa, catedrático de Filosofia Política, investigador da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e do Instituto de Ciências Sociais de Lisboa; e Manuela Goucha Soares, jornalista da secção internacional do Expresso. A moderação cabe ao editor Pedro Cordeiro e a sonoplastia a João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A proposta de Constituição aprovada pela Assembleia Constituinte do Chile foi rechaçada por mais de 60% dos votantes no plebiscito de 4 de setembro. Frustraram-se assim as expectativas de uma mudança profunda do imprecisamente chamado "modelo chileno". Debilitou-se ainda o governo do presidente Gabriel Boric, que se empenhou pela aprovação da nova Carta Magna. Tudo indica que uma nova Assembleia será realizada, já que a manutenção da atual Constituição não é viável, conforme concorda até mesmo a direita chilena. Que lições tirar da primeira tentativa de mudança da Constituição no país? O que esperar da segunda Convenção Constitucional? Quais forças políticas deverão prevalecer no seu interior? Conseguirá ela produzir consenso suficiente em torno de um texto que concilie a aspiração de mudança, visível nos protestos de 2019, com o desejo de continuidade, expresso no plebiscito? - CONVIDADAS Elisa Walker Codiretora do Diplomado sobre Estrategias para la Gestión de la Diversidad e Inclusión, da Universidad Adolfo Ibáñez, é sócia da Sarmiento y Walker Asociados e conselheira do Colegio de Abogados. Advogada, é Mestre em Direito (LLM) em Inovação, Tecnologia e Direito, pela University of Edinburgh, e Master of Arts (MA) em Filosofia Política e Direito pela University College London (UCL). Javiera Parada Atriz e gestora cultural, trabalha no El Mapa Consultores. Colabora com o Centro de Estudios Horizontal Chile, o Centro de Estudios Públicos e o Instituto de Políticas Públicas da Universidad Andrés Bello, além de ser membra do Consejo Asesor do capítulo chileno da Transparency Internacional, Chile Transparente. É também conselheira do Circulo de Empresa y Sociedad de Icare. Trabalhou na diretoria de cultura do Ministério das Relações Exteriores, integrou a Revolução Democrática e foi uma das porta-vozes do movimento Marca Tu Voto, que promoveu a Assembleia Constituinte. Entre 2014 e 2016, atuou como adida cultural na Embaixada do Chile nos Estados Unidos. Gloria de la Fuente Acadêmica da Escuela de Gobierno de la Pontificia Universidad Católica de Chile, é conselheira do Consejo para la Transparencia e presidente do grupo de trabalho de altas autoridades sobre integridade da OCDE. Doutora em ciências sociais e cientista política, é analista política e colunista em diversos meios de comunicação. Foi presidente do Consejo para la Transparencia e da Fundación Chile 21.
Para quem esperava uma eleição mais previsível, neste domingo, se enganou. O resultado das urnas mostrou um voto muito diferente das pesquisas eleitorais. A aguardada vitória no primeiro turno de Lula (PT) não veio, longe disso, o petista ficou apenas 5% à frente do atual presidente. Agora, o pleito será decidido no próximo dia 30 de outubro. Mas o bolsonarismo pode comemorar, não apenas pelo feito de levar Jair Bolsonaro (PL) para o segundo turno, mas também por conseguir eleger vários apoiadores do presidente, tanto para governador, como para senador. Um dos exemplos foi Cláudio Castro (PL), que venceu no Rio de Janeiro. Já em São Paulo, além de levar seu candidato Tarcísio de Freitas (REP) para o segundo turno, conseguiu emplacar o astronauta Marcos Pontes no Senado. Para o PT, sobrou a esperança de ter obtido mais votos que Bolsonaro e uma possível conquista de votos de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB). Além disso, Lula confirmou o seu amplo favoritismo no Nordeste e tem a missão de melhorar seu desempenho no Sul e Sudeste. Na edição de hoje do podcast ‘Estadão Notícias', vamos analisar os resultados das urnas com Luiz Bueno - professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP e com Tathiana Chicarino, Cientista Política. Professora de pós- graduação da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte. Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Assim como em 2021, o presidente Jair Bolsonaro não perdeu a oportunidade de transformar as comemorações de 7 de setembro em um ato político. Desta vez, porém, em período e sob a lei eleitoral. Bolsonaro começou com um desfile militar em Brasília, seguido de discurso aos presentes em um ato na Esplanada. Acompanhado da esposa, Michelle, e de outros apoiadores, como o empresário Luciano Hang, Bolsonaro foi aplaudido ao falar sobre Deus, liberdade, Auxílio Brasil, eleições e também sobre o fato de ser “imbroxável”. A primeira-dama, numa tendência adotada pela campanha eleitoral do presidente, também participou ativamente do evento e fez um discurso breve e de cunho religioso. Ao longo do dia, outros atos aconteceram em diversas cidades do Brasil. Neles, muitos apoiadores carregavam faixas com dizeres antidemocráticos como pedidos de intervenção militar e destituição do Supremo Tribunal Federal (STF). Em São Paulo, a movimentação bolsonarista aconteceu na Avenida Paulista. No Rio de Janeiro, local onde Bolsonaro esteve presente à tarde, ele aproveitou para criticar seu atual adversário eleitoral, o ex-presidente Lula. Outros presidenciáveis, em resposta às falas de Bolsonaro, se pronunciaram contra o presidente. Lula disse que ainda tem fé que o Brasil irá reconquistar sua bandeira. Ciro, via redes sociais, afirmou que ninguém será capaz de roubar nossa liberdade. Já Simone Tebet criticou a postura machista de Bolsonaro durante seu discurso. Neste episódio vamos analisar o impacto desses atos na corrida eleitoral com o professor de Filosofia da FAAP e Coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP, Luiz Bueno. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Letícia Pille Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi fazem um balanço da participação de Bolsonaro nos atos de 7 de Setembro e discutem o significado da data em conversa com com a jornalista do Estadão Beatriz Bulla e Luiz Bueno, professor de Filosofia da FAAP e coordenador do Núcleo de Filosofia Política do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da PUC-SP. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Introdução ao conceito de TOTALITARISMO *Audios Venda: O QUE É FASCISMO: https://hotmart.com/pt-br/marketplace... *CURSO DE DESENHO ANIMEART: https://go.hotmart.com/L72887216E?dp=1 *Apoia-se: https://apoia.se/canaldosocran *Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/socrannn... *Siga-me no Twitter: https://twitter.com/marcosSelf *Siga-me no Facebook: https://www.facebook.com/Filosofia-e-...ao conceito de TOTALITARISMO REFERÊNCIA: PG 1247 - 1250 - Conceito de Totalitarismo - Dicionário de Filosofia Política 11* edição - Bobbio NORBERTO - editora UNB BIBLIOGRAFIA: S. NEUMAN, Permanent revolution. Praeger. New York 1965"; H. ARENDT. Origini del totalitarismo (1951). Comunità. Milano 1967; J. L. TALMON, Le origini della democrazia totalitaria (1952). Il Mulino. Bologna 1967; Totalitarianism. ao cuidado de C. J. FRIEDRICH, Harvard University Press. Cambridge. Mass. 1954; C. J. FRIEDRICH e Z. K. BRZEZINSKI, Totalitarian dietatorship and autocracy. Harvard University Press. Cambridge, Mass. 1956 (2.ª ed. revista apenas por FRIEDRICH. Praeger. New York 1965); F. NEUMANN. LO Stato democratico e lo Stato autoritario (1957), Il Mulino. Bologna 1973; K. A. WITTFOGEL, Il dispotismo orientale (1957). Vallechi, Firenzi 1968; B. MOORE JR.. Potere político e teoria sociale (1958). Comunità. Milano 1964; cap. II; R C. TUCKER, Towards a comparitive politics of movement-regimes, in "American political science review", vol. LV (1961), pp. 281-89; H. BUCHHEIN. Totalitäre Herschaft. Muenchen 1962; A. J. GROTH, The "isms" of totalitarianism, in "American political science review". vol. LVIII (1964), pp. 888-901; R. C. TUCKER. The dictator and Totalitarianism, in "World polities", vol. XVII. julho de 1965. pp. 555-83; R. ARON, Démocratie et totalitarisme, Gallimard. Paris 1965; H. J. SPIRO, Totalitarianism, in International encyclopaedia of the social sciences, vol. XVI, Collier-Macmillan, New York 1968. pp. 106-13; C. J. FRIEDRICH, M. CURTIS e B. R. BARBER. Totalitarianism in Perspective: three views. Paeger, New York 1969: L. SCHAPIRO, The concept of Totalitarianism. in "Survey". 1969, pp. 93115; S. P. HUNTINGTON, Social and institutional dynamics of one-party systems, in Authoritarian polities in modern society, ao cuidado de S. P. HUNTINGTON e C. H. MOORE, Basic Books, New York, 1970. pp. 347; L. SCHAPIRO, Totalitarianism. Pall Mall. London 1972
Que perigo (ou quais perigos) o bolsonarismo representa para a democracia brasileira? E como esse movimento de extrema-direita teve sucesso em chegar ao governo central? Os antecedentes da emergência do bolsonarismo e da chegada de seu líder à Presidência da República têm raízes profundas na política brasileira. As novas direitas surgidas sobretudo após as jornadas de junho de 2013 são um desses antecedentes. O pemedebismo, nascido na redemocratização e que congrega (mas não se restringe) fisiologismo e conservadorismo, é outro. Também a democracia digital, que desloca a democracia de partidos em diversos países. Para entender esse fenômeno este #ForadaPolíticaNãoháSalvação conversa com Marcos Nobre, filósofo, professor de Filosofia Política na UNICAMP e presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). Marcos acaba de lançar um novo livro, discutindo esses assuntos, e cujo título inspirou o nome deste episódio: Limites da Democracia: de junho de 2013 ao governo Bolsonaro, editado pela Todavia. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Agradecemos às novas apoiadoras: Márcia Padilha e Myrna Moroz Apoie o e ajude o canal e o podcast a se manterem e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais relacionados ao tema do canal: a política. Há três formas possíveis de apoio. Tornando-se membro do canal no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Tornando-se assinante do #FPNS no Benfeitoria. com: https://benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao Por meio de PIX. Chave PIX: contato@foradapoliticanaohasalvacao.info #GovernoBolsonaro #Bolsonarismo #Autoritarismo #Democracia #ExtremaDireita #NovasDireitas #NovaDireita #Pemedebismo #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Teoria das Elites - Contra a Democracia Radical e o Marxismo *Apoia-se: https://apoia.se/canaldosocran *Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/socrannn/featured *Siga-me no Twitter: https://twitter.com/marcosSelf *Siga-me no Facebook: https://www.facebook.com/Filosofia-e-Hist%C3%B3ria-Socran-1736960503201973/?skip_nax_wizard=true *Socran Podcast Spotify: https://open.spotify.com/show/672j51Chx9YdM52Oau78xx?si=V_scl2DBTGOc8U34oyUpAg Por teoria das Elites ou elitista — de onde também o nome de elitismo — se entende a teoria segundo a qual, em toda a sociedade, existe, sempre e apenas, uma minoria que, por várias formas, é detentora do poder, em contraposição a uma maioria que dele está privada. Uma vez que, entre todas as formas de poder (entre aquelas que, socialmente ou estrategicamente, são mais importantes estão o poder econômico, o poder ideológico e o poder político), a teoria das Elites nasceu e se desenvolveu por uma especial relação com o estudo das Elites políticas, ela pode ser redefinida como a teoria segundo a qual, em cada sociedade, o poder político pertence sempre a um restrito círculo de pessoas: o poder de tomar e de impor decisões válidas para todos os membros do grupo, mesmo que tenha de recorrer à força, em última instância. Artigo - eLITE /tEORIAS - Dicionário de Filosofia Política de Norberto Bobbio e Cia
Fascismo segundo a Filosofia Política *Apoia-se: https://apoia.se/canaldosocran *Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/socrannn/featured *Siga-me no Twitter: https://twitter.com/marcosSelf *Siga-me no Facebook: https://www.facebook.com/Filosofia-e-Hist%C3%B3ria-Socran-1736960503201973/?skip_nax_wizard=true Referências do Artigo - Enciclopédia de Filosofia Política de Norberto Bobbio e Cia: H. ARENDT, Le origini del totalitarismo (1951), Ediziom di Comunità. Milano 1967; O. BAUER. H. Marcuse e outros, Faschismus und Kapitalismus. Theorien über die soziale Ursprünge und die Funktionen des Faschismus. Europäische Verlagsanstalt, Frankfurt am Mein 1967; F. BORKENAU, Zur Soziologie des Faschismus, in "Archiv für Wissenschaft und Sozialpolitik", 68, 1923; R. DE FELICE, Il fascismo. Le interpretazioni degli storici e del contemporanei. Laterza, Bari 1970; C. J. FRIEDRICH e Z. BRZEZINNSKI, Totalitarian Dictatorship and Autocracy. Harvard University Press. Cambridge (Mass.) 1956; G. GERMANI, Autoritarismo, fascismo e classi sociali. Il Mulino. Bologna 1973; D. GUERIN, Fascismo e gran capitale (1939). Schwarz, Milano 1956; R. HILFERDING, State Capitalism or Totalitarian State Economy (1940), in "Modern Review", I, 1947; Studi sull'autorità e la famiglia (1936), ao cuidado de M. HORKHEIMER, UTET, Torino 1974; R. KÜHNL, Due fome di domínio borghese. Liberalismo e Fascismo (1971), Feltrinelli, Milano 1973; B. MOORE JR.. Le origini sociali della dittatura e della democrazia (1966). Einaudi, Torino 1969; F. NEUMANN, Behemoth. Stuttura e pratica del nazionalsocialismo (1942), Feltrinelli. Milano 1977; E. NOLTE. Theorien über den Faschismus. Kiepenheuer e Witsch, Köln e Berlin 1970; A. F. ORGANSKY, Le forme dello sviluppo político (1965), Laterza, Bari 1970; N. POULANTZAS, Fascismo e dittatura (1970), Jaca Book, Milano 1971; Fascismo e società italiana, ao cuidado de G. QUAZZA, Einaudi, Torino 1973; W. REICH, Psicologia di massa del fascismo (1933), Sugar, Milano 1971; P. TOGI.IATTI, Lezioni sul fascismo (1935), Editori Riuniti, Roma 1970; The Natura of Fascism. ao cuidado de J. S. WOOLF, Weidenfeld e Nicholson, London 1968. (EDDA SACCOMANI)
Socialismo Fabiano - Bases e Fundamentos *Apoia-se: https://apoia.se/canaldosocran *Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/socrannn/featured *Siga-me no Facebook: https://www.facebook.com/Filosofia-e-Hist%C3%B3ria-Socran-1736960503201973/?skip_nax_wizard=true Seriam os Fabianos pessoas demiúrgicas comprometidas em arquitetar a sociedade a seu bel prazer? Bem, essa pergunta só faz sentido se entendermos do ponto de vista histórico o que é a sociedade Fabiana e qual sua relevância no mundo moderno. Referência: Enciclopédia de Filosofia Política de Norberto Bobbio e cia.
Socialismo Liberal - Nem muito Marx, nem tanto Smith *Apoia-se: https://apoia.se/canaldosocran *Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/socrannn/featured *Siga-me no Twitter: https://twitter.com/marcosSelf *Siga-me no Facebook: https://www.facebook.com/Filosofia-e-Hist%C3%B3ria-Socran-1736960503201973/?skip_nax_wizard=true Hoje o tema seria sobre a sociedade fabiana, mas como perdi o áudio gravado, resolvi falar primeiro do socialismo liberal e numa próxima oportunidade iremos adentrar os meandros do pensamento fabiano, que é bem parecido com os ideias elitistas expostos neste podcast, mas não necessariamente a mesma coisa. Referência: Enciclopédia de Filosofia Política de Norberto Bobbio e cia.
Além da Teoria do Conhecimento, Locke é conhecido, também, por sua Filosofia Política que contrapõe alguns pontos de Hobbes.
França viveu 2021 ao compasso da pandemia de Covid-19, mas o ano também foi marcado pelo arranque do julgamento dos atentados de 13 de Novembro de 2015, pela expansão do movimento #MeToo, pela aprovação da Procriação Medicamente Assistida para todas as mulheres e pela divulgação de um relatório sobre a dimensão da pedofilia na Igreja Católica. O ano político foi marcado pelas eleições distritais e regionais e pela preparação do terreno para as presidenciais de 2022. Para fazer um balanço sobre o ano de 2021 em França, convidámos Luísa Semedo, Doutora em Filosofia Política e Ética, que alerta que as agendas foram marcadas pela "extrema-direitização" da França. Restrições sanitárias, vacinação, teletrabalho, passe sanitário, recolher obrigatório, testes, Delta, Omicron foram palavras que passaram a fazer parte do dia-a-dia em França, como um pouco por todo o mundo. Ainda que não seja “completamente negativa ou muito crítica” relativamente à gestão da pandemia de covid-19 em França porque “é uma questão demasiado grave para haver algum tipo de quezílias”, Luísa Semedo lamenta a falta de apoio aos mais necessitados e a falta de solidariedade dos países mais ricos, nomeadamente a França, com o resto do mundo. “É uma das matérias em que podemos criticar Emmanuel Macron. No início, tanto Emmanuel Macron como outros líderes ocidentais – se assim se pode dizer – tinham um discurso muito humanista e diziam que estava aqui uma nova era, um novo mundo que ia começar, que era evidente que estávamos todos no mesmo barco e que, portanto, iria haver, em relação às vacinas, partilha para todo o mundo. O que se viu rapidamente foi que não, que cada um se fechou no seu próprio interesse, na sua própria nação ou no seu próprio grupo um pouco mais estendido, neste caso a União Europeia, mas os países africanos e da América do Sul ficaram completamente para trás”, considera. Outro tema a marcar o ano foi o arranque, em Setembro, do julgamento dos atentados de 13 de Novembro de 2015 em Paris e Saint-Denis, “um momento colectivo” para se “reflectir sobre o traumatismo e saber que é possível, numa sociedade democrática, fazer estes julgamentos, ou seja, tentar ultrapassar algo absolutamente horrível, através da lei”. A aprovação da Procriação Medicamente Assistida para todas as mulheres foi também “um avanço muito importante” do ano em França. “A França, nestas matérias, apesar de uma imagem um bocado progressista no mundo, acaba por ser bastante conservadora. Demorou imenso tempo até termos o casamento para todos e eu vi nessas manifestações muita coisa que não se verificou noutros países como, por exemplo, em Portugal que é um país normalmente mais reservado e mais católico. Portanto, as forças reaccionárias nestas matérias têm bastante força em França (…) É um grande avanço, apesar de vir tarde e de se saber que, neste momento, há uma grande lista de espera porque demorou muito tempo e há imensas mulheres à espera.” Para Luísa Semedo, a expansão do movimento #MeToo de denúncias de abusos sexuais “é uma evolução absolutamente essencial” porque “o medo está a mudar de campo” e “apesar de haver ainda muito por fazer, hoje é impossível não falar sobre essa matéria e fingir que isso não acontece”. “Não é por acaso que tantos casos vêm ao de cima porque a palavra das mulheres está-se a libertar e vai haver mais casos. Existe um terreno propício para que isso aconteça, para que as mulheres se sintam um bocadinho mais seguras para falar, um bocadinho mais seguras para que a sua palavra tenha crédito, apesar de, cada vez que uma mulher fala, ela ser atacada de uma maneira absolutamente selvagem”, aponta. O ano político foi marcado pelas eleições distritais e regionais e a preparação do terreno para as presidenciais de 2022. Luísa Semedo não se espanta com a existência de duas candidaturas ao Eliseu de extrema-direita, Marine Le Pen e Eric Zemmour, tendo em conta “um movimento mais geral de ‘direitização' de vários países”. A investigadora considera que Valérie Pécresse, da direita, é a adversária com mais peso para enfrentar eventualmente Emmanuel Macron e lamenta que a esquerda esteja “dividida” para enfrentar as presidenciais. A falta de ajuda aos migrantes é, para Luísa Semedo, consequência da “extrema-direitização dos políticos” porque “a extrema-direita já condiciona as agendas e posicionamentos e alguns políticos - que podiam estar à esquerda ou no centro - acabam por seguir esta linha de repressão e da protecção a todo o custo das fronteiras”.
Neste episódio conversamos com o professor de Relações Internacionais da PUC-Rio Marcello Cappucci sobre as relações entre arquitetura, política e poder, considerando a diversidade de manifestações arquitetônicas na história e suas ligações com o absolutismo, totalitarismo etc. Também pensamos como ir além de uma visão tradicional ao falar sobre poder nas Relações Internacionais, intercalando com análises históricas. Apresentação: Luis Felipe Herdy Entrevistado: Marcello Cappucci Produção: Heitor Loureiro Apoio: Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (Gepom) Edição: Tati Boudakian Arte: Anna Horta Feed: http://onomedissoemundo.com/feed/podcast/ Streaming: Spotify — Booking — Reserve seu hotel pelo Booking.com. — Links — ONDE Política #021 - Maquiavel, a política e o Brasil Teoria Geral da Política - A Filosofia Política e as Lições dos Clássicos | Amazon.com.br "Violence, Peace, and Peace Research", por Johan Galtung A Haus der Kunst e o projeto arquitetônico do Terceiro Reich – Revista Inteligência (insightnet.com.br) "Otomania na Turquia Contemporânea", por Monique Sochaczewski Goldfeld Monty Python What have the romans ever done for us (Nl subs) - YouTube Apoia.se do ONDEM Grupo do ONDEM no Facebook Telegram do ONDEM Você pode entrar em contato com a gente pelo Twitter, Instagram e Facebook. Para não perder nenhum episódio, assine o podcast no iTunes, no seu agregador de podcast preferido ou no Spotify. Para apoiar o ONDEM, acesse apoia.se/ondem e contribua com nosso projeto.
A ética salva? A pandemia da Covid-19 colocou para nós, brasileiros, assim como para o mundo todo, desafios muito grandes. E tudo poderia ter sido ainda pior se não tivéssemos condições científicas e tecnológicas antes inexistentes para enfrentar esse problema, bem como a compaixão por aqueles que sofrem. Essas duas questões são discutidas por Renato Janine Ribeiro, professor titular de Ética e Filosofia Política da USP, ex-ministro da Educação e atual presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ele as trata em seu novo livro: Duas ideias filosóficas e a pandemia, publicado pela Estação Liberdade. Neste episódio do #ForadaPolíticaNãoháSalvação, Renato Janine Ribeiro discute esses temas, partindo de duas noções, de Jean-Jacques Rousseau e Karl Marx, como forma de compreender problemas centrais da política contemporânea. Ele aponta que a democracia não é um mero instrumento prático para a tomada de decisões políticas, mas contempla uma dimensão ética, em que a compaixão tem um papel central, pois não apenas define quem somos, mas faz com que nos vejamos como iguais, pois sentimos com o outro ao sentirmos por ele. A volta da extrema-direita ao poder expressa um enfraquecimento da compaixão, que dá lugar a seu oposto: o ódio. E se a compaixão é um sentimento indispensável à democracia, o ódio é um sentimento que a corrói. O fortalecimento do ódio nas democracias contemporâneas, inclusive no Brasil, decorre do ressentimento daqueles que se veem como perdedores no processo de transformação social. Perdem seu lugar distinguido para o imigrante, as mulheres, os negros, os homossexuais, as classes emergentes... E é desse fortalecimento do ódio que emergem não só a extrema-direita, como suas lideranças políticas, incapazes de empatia e compaixão – como é o caso, no Brasil, de Jair Bolsonaro, que demonstrou isso com clareza em seu comportamento durante a pandemia. Mas não é só a compaixão que tem nos ajudado. Também os avanços científicos e tecnológicos têm sido fundamentais, permitindo o rápido desenvolvimento de vacinas e o trabalho remoto, por exemplo. É nesse contexto que ganha sentido a ideia de Karl Marx segundo a qual “a humanidade somente se propõe as tarefas que pode resolver”. A noção de tarefa é crucial aí, pois supõe a detenção dos meios para enfrentar certos problemas que, noutros contextos, seriam insolúveis e, assim, não seriam tarefas, mas tragédias. Músicas deste episódio "The Loom is to Love" dos Mini Vandals e "Pink Flamenco" de Doug Maxwell. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação na CartaCapital #Ética #Compaixão #Ciência #Tecnologia #Filosofia #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #Pandemia #Covid19 --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
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No programa 20 Minutos Entrevista desta Sexta-feira (05/11), às 11h, o jornalista Breno Altman conversa com o professor e cientista politico, Renato Janine Ribeiro e o tema será: Qual a origem do negacionismo?Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação, é professor titular de Ética e Filosofia Política na USP. É autor, entre outros, de A sociedade contra o social (Prêmio Jabuti de 2001), A boa política (2017) e Ao leitor sem medo (1984). Foi professor visitante na Universidade de Columbia e na UNIFESP. É atualmente presidente da SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio★ Support this podcast ★
O convidado do programa 20 Minutos Entrevista com Breno Altman desta segunda-feira (25/10), às 11h, é o antropólogo e cientista político Luiz Eduardo Soares, que comentará sobre a segurança pública no Brasil. Há saída pela esquerda? Luiz Eduardo Soares é escritor, antropólogo, cientista político e pós-doutor em Filosofia Política. É professor visitante da UFRJ, professor aposentado da UERJ e ex-professor do IUPERJ e da UNICAMP. Foi visiting scholar nas Universidades Harvard, Columbia, Virginia e Pittsburgh. Publicou 20 livros, dos quais os mais recentes são “Desmilitarizar; segurança pública e direitos humanos” (Boitempo, 2019), “O Brasil e seu Duplo” (Todavia, 2019) e “Dentro da noite feroz; o fascismo no Brasil”(Boitempo, 2020). Foi Secretário Nacional de Segurança Pública, Sub-Secretário de Segurança Pública e Coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania do Estado do Rio de Janeiro, além de Secretário Municipal de Prevenção da Violência em Porto Alegre e Nova Iguaçu.----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio★ Support this podcast ★
Até pouco tempo, a palavra “conservadorismo” era um desses bichos papões usados para apavorar criancinhas nas universidades, no debate público e nas redes sociais. De uns anos para cá, a coisa mudou de figura. Mesmo assim, continua a ser bem complicado definir o que significa ser conservador para além dos perfis do Twitter, especialmente quando tanta gente que diz que quer preservar as coisas importantes da vida, pouco faz nesse sentido. Para começar essa discussão a sério, o podcast Ideias fala sobre um dos maiores intelectuais do conservadorismo do século XX, autor de um livro cujo título bastante sugestivo será o norte deste episódio. Não é por acaso que “A mentalidade conservadora”, de Russell Kirk, é considerado um clássico moderno e tem muita nos ensinar sobre o assunto. Neste episódio, a jornalista Maria Clara Vieira conversa com Alex Catharino, que é editor, professor de Filosofia Política e autor do livro "Russell Kirk- O Peregrino na Terra Desolada" e Marcus Boeira, que é Pós doutor em Filosofia pela Pontificia Università Gregoriana em Roma e Professor de Lógica e Filosofia do Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. --------------------------------------------------------------------------- Tenha acesso a conteúdos exclusivos! Assine: bit.ly/2t5mxEe Escolha seu app favorito e receba uma seleção com as principais notícias do dia ou da semana no seu celular: leia.gp/2MTnyrS Acompanhe a editoria Ideias nas redes sociais: Facebook: www.facebook.com/ideiasgazetadopovo/ Twitter: twitter.com/ideias_gp Canal no Telegram: t.me/ideiasgazetadopovo
Neste episódio trazemos a exposição das principais ideias da Escola econômica Austríaca, passando por Hayek, e Mises e distinguindo das demais escolas Neoliberais, expondo o contexto de surgimento dessas ideias, bem como o momento em que se tornaram hegemônicas. Ao fim será apresentada a crítica feita ao modelo econômico.
O Liberalismo Clássico é uma corrente política que reuniu, e reúne, diversos pensadores que contribuíram fortemente para o redesenho do Estado, de sua organização, divisão de poderes e legislação. Neste episódio iniciamos um percurso histórico que leva de Hobbes a Tocqueville – passando por Locke, Mandeville, Hume, Smith e Mill – buscando apresentar as ideias centrais na teoria do Estado, na antropologia, na economia e na sociedade. O intuito é apresentar a coluna vertebral desta tradição e seus diversos desdobramentos.
Em 2019, a gente recebeu Dani Rosendo para um episódio todinho sobre Ecofeminismo e a ética do cuidado e, desde então, queríamos trazer mais um episódio dedicado ao tema. Em meio às discussões sobre gênero, feminismos binários e sua transfobia, achamos que era o momento perfeito e convidamos Maria Alice Silva para conversar com a gente. Maria Alice é Professora de filosofia e Doutora em Ética e Filosofia Política. Tem tese, artigos e livro publicado sobre o assunto e vem responder a pergunta que mais recebemos: o ecofeminismo é biologizante ou existe um ecofeminismo queer? Bora descobrir a resposta pra isso e muito mais juntas nessa conversa que está boa demais!
O pensamento Político de Aristóteles se insere na tradição do Idealismo, isto é, naqueles pensadores que propuseram uma utopia política, uma reorganização da sociedade segundo certos princípios. Neste episódio apresentamos as diferenças de Ari com Platão, a centralidade dos conceitos de Justiça e Amizade na organização da sociedade, bem como as famosas formas de governo viciosas e virtuosas.
O trabalho do professor Matthew Kramer, entre outras propostas, investiga a história das ideias, e especialmente nos últimos anos ele tem se dedicado a abordar o ataque que o liberalismo tem sofrido à direita e à esquerda do espectro político. Este é um dos pontos discutidos na entrevista que ele concede ao Podcast Rio Bravo desta semana. Logo no início da conversa, no entanto, Matthew Kramer, professor de Filosofia Política e Jurídica da Universidade de Cambridge, fala do livro “A natureza do direito”, a ser publicado no Brasil pela editora Unichristus, com tradução de Gilberto Morbach. A entrevista a seguir com o professor Matthew Kramer está em inglês.
Na edição de hoje, o otimismo do brasileiro em relação ao presidente Jair Bolsonaro. Em pesquisa recente, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, 64% dos entrevistados disseram que o governo será ótimo ou bom. Além disso, 75% disseram acreditar que o presidente eleito e sua equipe estão no caminho certo considerando as decisões que tomaram até agora. Para o professor de Filosofia Política da Faap, Luiz Bueno, todo início de governo gera entusiasmo e esperança. Segundo ele, a aprovação também leva em consideração figuras importantes que foram convidadas para fazer parte da administração, como o juiz Sérgio Moro e o economista Paulo Guedes. Ouça também a coluna Direto ao Assunto com José Nêumanne Pinto.See omnystudio.com/listener for privacy information.