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O colectivo de rappers guineenses ‘Fartudibos' acaba de lançar em Junho o seu primeiro álbum intitulado ‘Sissoco Na Kai ‘. Como os nomes do colectivo e do próprio disco indicam, trata-se aqui de usar o vector da música para abanar as consciências e dar uma visão da situação política da Guiné-Bissau. Fundado em 2023, o colectivo ‘Fartudibos' que reivindica a ausência de qualquer elo com partidos políticos, junta músicos e rappers dispersos por diferentes partes, nomeadamente a França, a Alemanha, o Brasil e Portugal. A RFI falou com dois dos sete membros do colectivo : Jada Imperatriz que vive e trabalha em Portugal, assim como Slim Drácula que mora em Curitiba no Brasil, país para onde foi há quase nove anos. Ao evocar a génese do grupo, este último recorda que o projecto surgiu "num período em que o regime autoritário sangrento buscava calar a todas e todos para encobrir os seus actos criminosos". "Todos nos sentimos convidados, de certa forma, a uma reflexão", conta o artista referindo-se às circunstâncias em que foi convidado a integrar o colectivo. "Como guineense comprometido com a causa social, tornou-se muito preocupante ver o rumo desastroso que a Guiné-Bissau vem tomando desde a época que estava na Guiné-Bissau. (…) Não podia ficar indiferente vendo tudo aquilo acontecendo. Ainda que estou num espaço e tenho uma ferramenta onde eu posso dar a voz para o meu povo, afirmando o meu descontentamento com tudo o que está a acontecer. Por isso, quando recebi esse convite eu me identifiquei logo e aceitei a proposta e seguimos em frente", diz o rapper que revela ter sempre vivido no universo da arte. A morar em Portugal desde 2017, Jada Imperatriz, única mulher do colectivo, trabalha na área da administração em Lisboa. Apesar da distância, continua atenta à vida do seu país. Ao descrever-se como "cidadã consciente", ela refere ter "sempre sentido a necessidade de abordar as coisas que se passavam no país". "No meu ‘stories' escrevia coisas, às vezes fazia ‘freestyle' e punha nas minhas redes sociais. Depois, fui abordada por um colega a perguntar se eu tinha interesse e uma vez que eles compartilhavam a mesma vontade de estar à frente e ser a voz de alguma forma das pessoas que estão no momento, porque nós, como não estamos aí, é diferente a forma como nos atinge, mas não deixam de ser os nossos. Então eu acho que seria um pouco mau da nossa parte tapar os olhos e fingir simplesmente que não se passa nada. Então senti a necessidade de entrar lá e dar o meu contributo da maneira que eu consigo, que é fazendo a arte", diz a rapper. A consciência no exílio Em quase uma década fora do seu país, Jada Imperatriz não voltou a estar na Guiné-Bissau, por considerar que "ainda não é o momento oportuno". Também para Slim Drácula, ainda não chegou a altura de ir novamente ao encontro das suas raízes, mesmo no caso de ter a possibilidade material para tal. "Não sinto que seja muito diferente das pessoas que estavam fora da Guiné-Bissau e foram para lá. Tenho muitos colegas que estavam fora. Foram para lá. Foram perseguidos, raptados, espancados. (…) Por isso prefiro esperar mais um tempo para ver o que é que acontece, se realmente todas as nossas denúncias ao sistema vão construir um caminho menos perigoso para a gente andar para as próximas lutas que a gente tem", justifica. Por estarem dispersos geograficamente, os membros do grupo, não se conhecem todos fisicamente. Isto não os impede de trocar ideias e trabalhar juntos à distância. "Todas as reuniões são feitas online, num espaço de concertação que criámos no WhatsApp. Ali acontece. Todas as reuniões, todas as decisões são tomadas ali, em conjunto. Quanto à produção, nós decidimos não aceitar apoio de nenhuma pessoa claramente alinhada a algum partido político. E todas as músicas foram gravadas com custos próprios. Temos um produtor que faz mixagem e masterização e também faz instrumental, que no caso é o Marlon C. Temos dois editores de vídeos e temos um responsável pelo design. Hoje, com essa tecnologia que a gente tem, ficou muito mais fácil. Mesmo estando em situações geográficas diferentes, a pessoa pode gravar aqui e enviar para o produtor e depois de receber todas as vozes, ele compila tudo numa única música", explica Slim Drácula que, para além de rapper é também um dos editores dos vídeos do grupo. Um álbum marcadamente crítico Após divulgar gradualmente algumas músicas ao longo destes últimos meses, o colectivo lançou o seu álbum na internet no passado mês de Junho. São 17 faixas em que denunciam a situação política do seu país, a corrupção, a pobreza, a violência política, os raptos, espancamentos e assassínios destes últimos anos. Dado o teor fortemente crítico do disco, Jada Imperatriz considera que o seu impacto é abafado pelo medo que o público sente. "A impressão que tenho é que as pessoas ouvem. As pessoas ouvem, tem uns que comentam, mas lá está, existe aquela coisa do medo, do medo de partilhar, do medo do ouvir em público. Aqui (em Portugal) não. Mas na Guiné-Bissau, por exemplo, tem familiares e amigos que dizem ouvir a vossa música. ‘Interessante, mas eu não posso partilhar ou eu não posso ouvir em público.' Ou ‘Tu não podes voltar para o país por teres cantado isto'. Então existe sempre um bocadinho de receio nas pessoas partilharem o álbum ou partilharem as nossas músicas", descreve a artista. Esta análise é partilhada por Slim Drácula. "Por ser um um trabalho de denúncia para um país onde a liberdade de expressão é negada, nós recebemos feedback mais direto das pessoas que nos conhecem. Alguns vêm dizendo ‘Por favor, afasta-te disso. Tu és um jovem, um jovem talentoso. Tem muitas coisas para fazer, então não vale a pena denunciar esse sistema'. E tem alguns que ouvem, aplaudem dizendo ‘Sim, senhor, vale a pena'. E entre todo esse universo também do feedback que nós recebemos e ainda estamos a receber, em termos de consumo e de partilha do trabalho, entendemos que muitas pessoas ainda têm receio de partilhar ou consumir em público, sobretudo pelo conteúdo que o álbum tem", considera. Enquanto Slim Drácula admite ter recebido pressões indirectas no sentido de não expressar a sua opinião publicamente, Jada Imperatriz refere ter optado por bloquear as mensagens nas redes sociais. Uma esperança adiada Questionada sobre a situação vigente desde a desestabilização militar do final do ano passado, com a instalação de um governo de transição, as detenções de vozes de oposição, a perspectiva de presidenciais em Dezembro, assim como um possível referendo sobre a Constituição da Guiné-Bissau, Jada Imperatriz mostra-se pouco optimista. "Eu acho que estamos a sair do mau para o pior, porque o Sissoco não está lá fisicamente, mas ele está na mesma. Porque o comando militar que assumiu esta farsa do golpe, isto tudo é uma coisa planeada. Então está a piorar. O comando militar está a fazer o que bem entende. As pessoas não conseguem falar e isto de mexerem com a Constituição é um absurdo", lamenta a artista para quem a comunidade internacional pouco fez para ajudar a Guiné-Bissau. "A impressão que tenho é que embora a CEDEAO já tenha lá ido e tenha havido intervenções também de Portugal, eu sinto que estamos sozinhos e este problema é nosso e nós é que temos que resolver", comenta. O activismo através da arte, um salto no escuro Sobre a experiência do activismo através da música, Jada Imperatriz reconhece estar assustada. "Sou mãe de dois meninos pequeninos e tenho sempre os familiares a dizer que ‘não estou a fazer bem. Estou a pôr em risco a minha família, Estou a arriscar-me imenso. Isto nunca vai mudar. Não há nada a ser feito. Isto sempre foi assim'. Mas eu acredito o contrário. Então eu sinto quando faço alguma coisa, embora sinta medo, mas faço na mesma, porque eu não quero sentir que estou a trair a minha nação. Não quero sentir que estou a aplaudir com o meu silêncio o opressor. Porque eu acho que é mais insatisfatório para mim sentir isso do que sentir medo. Então esta experiência está a ser boa. Estou a compartilhar com pessoas que acreditam no mesmo que eu", conclui. Slim Drácula também não vive essa experiência de forma serena. Todavia, para ele, o importante é fazer passar mensagens. "Para mim, está sendo uma experiência muito dolorosa. A Guiné-Bissau faz mais de meio século de independência e em todo esse tempo vivenciamos muitas situações em que o povo pedia o básico. O governo prometia. Não cumpria. Não fazia praticamente nada. Nem as justificativas eram convincentes. E o povo vive mal o tempo todo. Então, ser um activista usando a música, para mim dói muito. De sentar, pegar na folha e caneta, escrever sobre uma coisa básica e, sobretudo, ver que aquela situação poderia ser resolvida, sobretudo se o ministro decidir não comprar carros para ir agradar os deputados na Assembleia, ao escrever sobre esse tipo de situação, dá uma raiva e essa raiva cansa e dá uma tristeza enorme. Essa tristeza cansa. Por isso que eu falo que é uma experiência muito horrível. Agora me alegra também que a minha mensagem chegue ao meu povo. E não sou mais um que ficou preso numa caixinha, comportando e agindo de acordo com o que é que o sistema espera de nós", remata Slim Drácula. Podem ouvir o álbum de Fartudibos aqui : https://www.youtube.com/watch?v=ZQrtmhx9aKU&list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&index=1
Legisladores de congreso de Estados Unidos y activistas exhortaron a la diáspora colombiana a votar en la segunda vuelta comicial para las elecciones presidenciales de ese país del hemisferio.
Registra tu número móvil en línea o en centros de atención telefónica Activistas israelíes lanzan nuevo partido por la paz Suiza tiene récord insólito en torneos mundialistas Más información en nuestro podcast#grc
Apeadeiros da conversa. .Tubarão branco de viveiro. .O cão encontra alegria na carne. .Humorista actual enquanto engrossador do eco. .Activistas dos multimilionários. .Não percebo o ódio aos ricos. .Sociedade germofóbica e objectos de sangue. .Monumento do soldado anónimo. .O mercado de trabalho é um matadouro. .Comédia vivificante e comédia mortificante. .Paradoxos, paradoxos, paradoxos. ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
Tres juicios penales contra activistas climáticos en 15 días, marcan una tendencia que parece criminalizar la protesta pacífica que no tan solo vemos en España. Green Peace Internacional ha puesto en marcha una campaña contra las conocidas como "demandas mordaza". Las Slapps, son demandas estratégicas contra la participación pública y las suelen poner grandes empresas, corporaciones, la extrema derecha etc. contra activistas o periodistas que les resultan molestos. Esta manera de "criminalizar" la protesta busca disuadir el activismo. Hablamos con el filósofo y poeta, Jorge Riechmann, uno de los acusados del juicio del pasado martes. Y con Daniel Canales, investigador de Amnistía Internacional que confirma que otros países europeos se dan retrocesos y endurecimiento de las leyes contra las protestas ciudadanas. La Ley de Seguridad Ciudadana de la que ahora se cumplen 11años facilita estos procedimientos penales.
Analizamos el escándalo provocado por la actuación de la Ertzaintza contra activistas y familiares de la flotilla solidaria con Palestina tras su regreso de Israel, después de denunciar secuestros, torturas, agresiones y vejaciones sufridas durante días. Repasamos las imágenes de las cargas policiales en el aeropuerto de Bilbao, la indignación social y las movilizaciones posteriores, pero también investigamos algo todavía más grave: los contratos y vínculos entre administraciones españolas y empresas israelíes relacionadas con seguridad, vigilancia, control de infraestructuras, interceptación de comunicaciones y gestión de datos. Hablamos de Palantir, ICTS, Excem y otras compañías vinculadas al complejo tecnológico y militar israelí, así como de la enorme contradicción entre el discurso institucional sobre Palestina y la creciente dependencia tecnológica y policial de empresas conectadas con el Estado de Israel. Mas vídeos de Pandemia Digital: https://www.youtube.com/c/PandemiaDigital1 Si quieres comprar buen aceite de primera prensada, sin intermediarios y ayudar de esa forma a los agricultores con salarios justos tenemos un código de promoción para ti: https://12coop.com/cupon/pandemiadigital/ Este video puede contener temas sensibles, así como discursos de odi*, ac*so, o discr*minación. El objetivo de abordar estos temas es exclusivamente informativo y busca concienciar a la audiencia sobre estos acontecimientos, y denunciar y señalar el origen de los mismos para crear consciencia y evitar su propagación. Si consideras que el contenido puede afectarte, te recomendamos proceder con precaución o evitar su visualización. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Únete a nuestra comunidad de YouTube https://www.youtube.com/channel/UCFOwGZY-NTnctghtlHkj8BA/join Se mecenas de Patreon https://www.patreon.com/PandemiaDigital ----------------------------------------------------------------------------------------------- Súmate a la comunidad en Twitch - En vivo de Lunes a Jueves: https://www.twitch.tv/pandemiadigital Sigue nuestro Canal de Telegram: https://t.me/PandemiaDigital Suscríbete en nuestra web: https://PandemiaDigital.net Sigue nuestras redes: Twitter: https://twitter.com/PandemiaDigitaI Facebook: https://www.facebook.com/PandemiaDigitalObservatorio Instagram: https://www.instagram.com/pandemia_digital_twitch TikTok: https://www.tiktok.com/@pandemiadigital #PandemiaDigital
Expertos legales advierten sobre una nueva táctica para acelerar las deportaciones que consiste en mega audiencias en las que comparecen decenas de personas al tiempo, la mayoría sin representación legal. Las demoras en la renovación de los permisos de DACA mantienen en el limbo legal y financiero a miles de beneficiarios. Activistas y expertos legales denuncian que se trata de otra táctica en contra de los inmigrantes. Continúan las protestas en las afueras del centro de detención Delaney Hall. Alias 'el chinacate' sobrino de 'el chapo' Guzmán fue detenido en Sonora.
Activistas en Barbuda, Granada y Jamaica afirman que ya no pueden acceder a sus costas.
Persisten los problemas estructurales de la reforma judicial: BMALanza CDMX programa Ciudad que Cuida a quien CuidaLibia detiene a 10 activistas de la Global Sumud LandMás información en nuestro Podcast#grc
Se han aplicado más de 6.6 millones de vacunas en el paísContinúan reparación de socavón en IztapalapaCaravana Global Sumud Land es atacada en LibiaMás información en nuestro Podcast#grc
Alberto Gonçalves comenta a agressão da polícia de Bilbau a alguns passageiros da "flotilha" interceptada por Israel.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Iglesia alerta por riesgos digitales rumbo al MundialNuevo centro de autismo beneficiará a 12 municipios de JaliscoCaravana rumbo a Gaza acusa retención de activistas en LibiaMás información en nuestro Podcast#grc
Analizamos el secuestro de la Flotilla humanitaria rumbo a Gaza por parte del ejército israelí en aguas internacionales, así como las humillaciones y vejaciones denunciadas por decenas de activistas de más de 35 países. Repasamos las imágenes difundidas tras el abordaje, el papel del ministro ultraderechista Itamar Ben-Gvir y las reacciones internacionales ante un episodio que vuelve a poner el foco sobre el bloqueo a Gaza, la impunidad del gobierno de Benjamin Netanyahu y el silencio de gran parte de Occidente. También abordamos la criminalización de la solidaridad con Palestina, la cobertura mediática del conflicto y el contexto de violencia y vulneraciones de derechos humanos que siguen denunciando organizaciones internacionales y activistas sobre el terreno. Mas vídeos de Pandemia Digital: https://www.youtube.com/c/PandemiaDigital1 Si quieres comprar buen aceite de primera prensada, sin intermediarios y ayudar de esa forma a los agricultores con salarios justos tenemos un código de promoción para ti: https://12coop.com/cupon/pandemiadigital/ Este video puede contener temas sensibles, así como discursos de odi*, ac*so, o discr*minación. El objetivo de abordar estos temas es exclusivamente informativo y busca concienciar a la audiencia sobre estos acontecimientos, y denunciar y señalar el origen de los mismos para crear consciencia y evitar su propagación. Si consideras que el contenido puede afectarte, te recomendamos proceder con precaución o evitar su visualización. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Únete a nuestra comunidad de YouTube https://www.youtube.com/channel/UCFOwGZY-NTnctghtlHkj8BA/join Se mecenas de Patreon https://www.patreon.com/PandemiaDigital ----------------------------------------------------------------------------------------------- Súmate a la comunidad en Twitch - En vivo de Lunes a Jueves: https://www.twitch.tv/pandemiadigital Sigue nuestro Canal de Telegram: https://t.me/PandemiaDigital Suscríbete en nuestra web: https://PandemiaDigital.net Sigue nuestras redes: Twitter: https://twitter.com/PandemiaDigitaI Facebook: https://www.facebook.com/PandemiaDigitalObservatorio Instagram: https://www.instagram.com/pandemia_digital_twitch TikTok: https://www.tiktok.com/@pandemiadigital #PandemiaDigital
Apeadeiros da conversa. .Mudámos o Elefante da Sala para a Marquise. .Pacotão Laboral. .Cuidado com os artistas frustrados. .Tiques linguísticos de Luís Montenegro. .Poeiras de África segundo o ponto de vista de um asmático. .Japão visto pelo turista. .Engolir sapos de graça. .Tempo morto no século XXI. .Macho-preguiça. .Curso de violador. .Manoesfera e machos tóxicos em formação. .A muleta ‘mano' é a poesia possível. .Eu sou um Shandy. .Influencer e o Burnout. .Activistas, flotilha, Espanha . .No Sopé do Monte Fuji enterrámos a ficção libertadora do Trabalho. .O lado macabro do Altruísmo eficaz. .Comédia e entretimento são compatíveis? .Subverter o jogo da apanhada. .Crítica às lengalengas infantis. .Problematização da chulé. .Pai jacaré e mãe que dança balé. .karoshi. No novo episódio do Túnel de Vento de Roberto Gamito, cruzam-se política, linguagem, cultura digital e crítica social num monólogo afiado e imprevisível. Do Pacotão Laboral à manosfera, do burnout dos influencers ao karoshi, passando por tiques linguísticos, Japão turístico e o lado sombrio do altruísmo eficaz — tudo é desmontado com humor ácido e deriva filosófica. ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
México y UE alistan nuevo acuerdo comercial Vecinos de Tecámac denuncian contaminación por basurero Descubren nueva especie de dinosaurio en ChinaMás información en nuestro podcast #grc
Una nueva ola de denuncias ambientales se detonó en todo el país. Activistas y colectivos ambientales denuncian al menos 12 proyectos que, aseguran, amenazan ecosistemas en 10 estados de México. En el marco de la VIII Cumbre México-Unión Europea, la Secretaría de Relaciones Exteriores recibió en la Ciudad de México a los principales líderes de la Unión Europea. Blanca Adriana Vázquez fue hallada sin vida en una barranca en Tlaxcala tras desaparecer el 18 de mayo en Puebla. Marco Rubio, secretario de Estado de Estados Unidos, informó que Cuba aceptó una oferta de ayuda humanitaria por 100 millones de dólares enviada por Washington. En Europa, los casos de gonorrea y sífilis alcanzaron los niveles más altos en una década, de acuerdo con datos de 2024 del Centro Europeo de Control de Enfermedades.Netflix está apostando por los programas en vivo y por la programación tipo televisión tradicional. Transmitirá “The Breakfast Club”, el primer programa diario en vivo dentro de la plataforma. La Bóveda Global de Semillas de Svalbard ganó el Premio Princesa de Asturias de Cooperación Internacional 2026 por su labor en la protección de la biodiversidad y la seguridad alimentaria mundial. Para enterarte de más noticias, suscríbete aquí a nuestro newsletter y síguenos en redes sociales. Estamos en todas las plataformas como Te lo cuento. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Sheinbaum insiste en que EU no ha presentado pruebas contra Ruben Rocha Desmantelan laboratorios clandestinos en SinaloaMetrobús mantiene obras en PerisurMás información en nuestro podcast#grc
Netscout advierte sobre fraudes digitales por el Mundial 2026UAM pide liberación de Violeta Núñez y dos activistas en GazaMetro acelera remodelación de la Línea 2 rumbo al MundialMás información en nuestro Podcast#grc
El Gobierno respalda a José Luis Rodríguez Zapatero y defiende la presunción de inocencia del expresidente al tiempo que promete colaborar con la justicia. En Ferraz reconocen que el auto judicial es serio, contundente, y por mucho que puedan respaldar la figura de Zapatero, sólo a él -dicen- le corresponde su defensa. En el PP creen que este nuevo caso judicial acerca al partido a la Moncloa y empiezan a plantear, incluso, cómo será ese futuro Gobierno. Gabriel Rufián se ofreció a liderar un frente de izquierdas que se presente en las próximas elecciones. Estados Unidos replica las decisiones que fue tomando en Venezuela antes de capturar a Nicolás Maduro. Esta madrugada ha anunciado que va a desplegar un portaaviones en el Caribe. Antes, el departamento de Justicia de Estados Unidos dio un paso clave: anunció que imputa al expresidente de Cuba, a Raúl Castro, por un ataque que se produjo hace 30 años contra dos avionetas de un grupo de opositores al régimen castrista. Los gobiernos de España, Francia e Italia condenan el vídeo del ministro israelí Ben-Gvir en el que humilla y maltrata a los activistas de la última flotilla que se dirigía a Gaza con ayuda humanitaria. España lo califica de inhumano y horror.
España, Francia e Italia, entre otros, cuestionaron a Itamar Ben Gvir por mofarse de decenas de activistas detenidos en un puerto israelí.
CDMX extiende descuentos para regularizar adeudosNuevo León evalúa a 284 mil estudiantesIsrael traslada a 430 activistas de Global SumudMás información en nuestro Podcast#grc
Sheinbaum destaca resultados positivos del Índice de Paz para México Balacera en Miguel Hidalgo deja dos muertos 20 de mayo, Día Mundial de las AbejasMás información en nuestro podcast#grc
Activistas cubanos borran carteles en las calles Chile que conmemoran el natalicio de Fidel Castro
Las autoridades de Venezuela exhumaron esta semana el cuerpo de Víctor Hugo Quero Navas, un preso político que fue detenido hace más de un año y murió el pasado julio, pero cuyo fallecimiento lo han reconocido ahora las autoridades, tras meses de silencio oficial. Víctor Hugo Quero fue detenido en diciembre de 2024, acusado de actos de terrorismo, como decenas de presos políticos en Venezuela. Su madre, Carmen Navas, de 82 años, denunció su desaparición forzada y no ha dejado de buscarlo desde entonces, como denuncia Stefania Migliorini, abogada de la ONG Foro penal, que la ha acompañado en este proceso. “Ella tenía más de un año buscando a su hijo y siempre tenía la esperanza de poder volver a verlo, decía que estaba muy preocupada porque su hijo estaba muy enfermo. Recorrió muchos centros policiales y penitenciarios sobre todo en Caracas, también fue al ministerio de Asuntos Penitenciarios donde allí tampoco le dieron respuesta acerca de su paradero”, apunta la abogada. Es ahora cuando las autoridades han reconocido su muerte, meses después de su desaparición y muerte. La exhumación fue ordenada por la fiscalía. El ministerio penitenciario admitió que Víctor Hugo murió debido a una insuficiencia respiratoria cuando fue trasladado al Hospital de Caracas. “Nosotros no entendemos por qué tardaron tanto en darle una respuesta a Carmen, una señora de 82 años que estaba agotada”, dice a RFI Stefania Migliorini Es la primera vez que las autoridades reconocen la muerte de un preso político reportado como desaparecido. Activistas han denunciado que en Venezuela hay unas 200 personas en desaparición forzada. “El fiscal general realizó un comunicado donde informaba de la apertura de una investigación y la exhumación de sus restos para verificar que sea él. Se tiene que hacer justicia y se determinen las responsabilidades de lo sucedido con Víctor Hugo”, reclama la abogada. Desde 2014 ha muerto 19 presos políticos bajo custodia del estado y 454 personas han sido detenidas por motivos políticos, según Foro Penal.
Las autoridades de Venezuela exhumaron esta semana el cuerpo de Víctor Hugo Quero Navas, un preso político que fue detenido hace más de un año y murió el pasado julio, pero cuyo fallecimiento lo han reconocido ahora las autoridades, tras meses de silencio oficial. Víctor Hugo Quero fue detenido en diciembre de 2024, acusado de actos de terrorismo, como decenas de presos políticos en Venezuela. Su madre, Carmen Navas, de 82 años, denunció su desaparición forzada y no ha dejado de buscarlo desde entonces, como denuncia Stefania Migliorini, abogada de la ONG Foro penal, que la ha acompañado en este proceso. “Ella tenía más de un año buscando a su hijo y siempre tenía la esperanza de poder volver a verlo, decía que estaba muy preocupada porque su hijo estaba muy enfermo. Recorrió muchos centros policiales y penitenciarios sobre todo en Caracas, también fue al ministerio de Asuntos Penitenciarios donde allí tampoco le dieron respuesta acerca de su paradero”, apunta la abogada. Es ahora cuando las autoridades han reconocido su muerte, meses después de su desaparición y muerte. La exhumación fue ordenada por la fiscalía. El ministerio penitenciario admitió que Víctor Hugo murió debido a una insuficiencia respiratoria cuando fue trasladado al Hospital de Caracas. “Nosotros no entendemos por qué tardaron tanto en darle una respuesta a Carmen, una señora de 82 años que estaba agotada”, dice a RFI Stefania Migliorini Es la primera vez que las autoridades reconocen la muerte de un preso político reportado como desaparecido. Activistas han denunciado que en Venezuela hay unas 200 personas en desaparición forzada. “El fiscal general realizó un comunicado donde informaba de la apertura de una investigación y la exhumación de sus restos para verificar que sea él. Se tiene que hacer justicia y se determinen las responsabilidades de lo sucedido con Víctor Hugo”, reclama la abogada. Desde 2014 ha muerto 19 presos políticos bajo custodia del estado y 454 personas han sido detenidas por motivos políticos, según Foro Penal.
Israel intercepta en aguas internacionales una flotilla humanitaria con destino a Gaza y detiene a 175 activistas de distintos países —entre ellos numerosos europeos y latinoamericanos— en un nuevo episodio que vuelve a poner en cuestión el respeto al derecho internacional y la impunidad con la que actúa el gobierno israelí. La operación se produce en un contexto de denuncias continuadas por la crisis humanitaria en Gaza, los ataques pese al alto el fuego y la falta de respuesta efectiva por parte de la comunidad internacional. Mas vídeos de Pandemia Digital: https://www.youtube.com/c/PandemiaDigital1 Si quieres comprar buen aceite de primera prensada, sin intermediarios y ayudar de esa forma a los agricultores con salarios justos tenemos un código de promoción para ti: https://12coop.com/cupon/pandemiadigital/ Este video puede contener temas sensibles, así como discursos de odi*, ac*so, o discr*minación. El objetivo de abordar estos temas es exclusivamente informativo y busca concienciar a la audiencia sobre estos acontecimientos, y denunciar y señalar el origen de los mismos para crear consciencia y evitar su propagación. Si consideras que el contenido puede afectarte, te recomendamos proceder con precaución o evitar su visualización. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Únete a nuestra comunidad de YouTube https://www.youtube.com/channel/UCFOwGZY-NTnctghtlHkj8BA/join Se mecenas de Patreon https://www.patreon.com/PandemiaDigital ----------------------------------------------------------------------------------------------- Súmate a la comunidad en Twitch - En vivo de Lunes a Jueves: https://www.twitch.tv/pandemiadigital Sigue nuestro Canal de Telegram: https://t.me/PandemiaDigital Suscríbete en nuestra web: https://PandemiaDigital.net Sigue nuestras redes: Twitter: https://twitter.com/PandemiaDigitaI Facebook: https://www.facebook.com/PandemiaDigitalObservatorio Instagram: https://www.instagram.com/pandemia_digital_twitch TikTok: https://www.tiktok.com/@pandemiadigital #PandemiaDigital
San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd--3279340/support.ESCUCHAR RADIO
San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/musica-cristiana--4958188/support.
San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/meditacion-del-dia--4064350/support.ESCUCHAR RADIO
San Juan en Pie de Guerra: Crece la Tensión por el Proyecto Minero "Romero". SAN JUAN DE LA MAGUANA. La provincia de San Juan se encuentra en el epicentro de un intenso debate nacional. Lo que comenzó como una preocupación ambiental se ha transformado en un estallido social que mantiene a la región en vilo, enfrentando a las comunidades locales contra las ambiciones de explotación de oro, plata y cobre en la Cordillera Central. Hoy, domingo 3 de mayo, se lleva a cabo una gran marcha masiva que recorre la zona norte de San Juan, desde el Arco del Triunfo hasta el muro de la presa de Sabaneta. Los manifestantes, agrupados bajo el lema: "El agua no se negocia", exigen el retiro definitivo de la empresa canadiense GoldQuest. Esta movilización ocurre apenas una semana después de una huelga general de 24 horas (el pasado 27 de abril) que paralizó el 98% del comercio y el transporte en la provincia, demostrando un rechazo casi unánime a la actividad minera en la zona. Comunidades y Activistas denuncian que la mina contaminaría el río San Juan y la presa de Sabaneta, destruyendo la agricultura (el "granero del sur"). La Empresa GoldQuest afirma que el proyecto será una mina subterránea de bajo impacto y que aún están en fase de estudios de impacto ambiental (EIA). El presidente Luis Abinader y el Ministerio de Medio Ambiente han reiterado que no se ha aprobado la explotación. El ministro Paíno Henríquez aclaró que solo se autorizaron estudios técnicos para evaluar la viabilidad. ¿Qué es el Proyecto Romero? Se trata de un yacimiento ubicado aguas arriba de la presa de Sabaneta. Los datos técnicos indican: - Vida útil estimada: 8 años. - Extracción: Oro, cobre y plata mediante un proceso de flotación. - Inversión acumulada: Más de 50 millones de dólares en exploración durante las últimas dos décadas. Ante la presión social, el Ministerio de Medio Ambiente ha pedido calma, señalando que el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) no se completará hasta julio de 2026. Sin embargo, el sentimiento en las calles es de desconfianza. Figuras públicas y movimientos sociales han advertido que permitir la minería en la cabecera de los ríos que irrigan el Valle de San Juan sería una "sentencia de muerte" para la economía agrícola de la región. "Estamos dispuestos a pagar con nuestra vida la defensa de San Juan; el agua es un tesoro que vale más que el oro." Mélido Mercedes, vocero del Movimiento Acción de la Zona Norte.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/tu-historia-preferida--4231678/support.ESCUCHAR RADIO
Rescatan a tres personas extraviadas en el Ajusco Colectivo marchará en Veracruz por personas desaparecidasExigen en España por liberación de activistas detenidosMás información en nuestro podcast#grc
Inician mesas de diálogo por el libre acceso a las playas Día Mundial de la Seguridad y la Salud en el TrabajoPublican foto de Donald Trump con el rey Carlos III#grc
Cascarita por desaparecidos en MéxicoRusia descarta extender tregua pascualMás información en nuestro Podcast#grc
⚠️ Descargar aquí la Metodología que explica Luis en este podcast: https://pildorasdelconocimiento.com/metodologia-de-venta-desafiante/ . . En esta segunda visita al podcast, Luis Monge Malo no viene a hablar de felicidad, ni de pasión, ni de consejos motivacionales. Venimos a hablar de lo que es necesario para ser competente y ganar grados de libertad. ÍNDICE del episodio: 00:00 La autocrítica cruel como motor de mejora 05:00 Presencialidad: Por qué no puedes fallar en persona 12:30 De servicios personalizados a la membresía de Discord 18:30 La mayoría de la gente no tiene ni puta idea de lo que hace 20:20 El asesor financiero de LinkedIn que me borró el post 24:00 Ligar: Tasas de cierre y alertas rojas 30:00 Joaquín Sabina y el público "alquilado" 31:00 ¿Sabes lo de Bustamante y los perfumes? (El negocio real) 34:00 El mejor negocio del mundo: Explotar tu talento 35:00 El modelo Rafa Nadal: Vender quién eres 38:00 Activistas políticos: Explotar una cabeza vacía 39:00 Si se puede quitar al CEO, cualquiera puede replicar el negocio 40:00 El negocio que depende de que un tío pille la gripe 45:00 Si estás en un puesto cerca de lo automatizable, estás muerto 47:00 ¿En qué puede mejorar la IA la vida de Cristiano Ronaldo? 50:00 Paseando por la montaña con mis alumnos: Agresión y ahorro 55:20 El email de la bici: La última vez que hiciste algo y no lo sabías 60:00 Escribir con IA: Un ejemplo peligroso de delegar la inteligencia 64:00 Historia inédita: Mi abuelo vendía por carta en la posguerra 65:00 ¡Qué putada querer comprar y que no te dejen! 67:00 Criterio y autocrítica para tomar decisiones 68:00 Deslizar Instagram y ponerse de rodillas por un "like" 69:00 Por qué la mujer es "más floja" en el entorno de negocio actual 70:00 El experimento de la identidad: Negros, mujeres y rendimiento 71:00 "Me dicen que soy machista": El error del victimismo 72:00 Contenido para hombres (estoicismo) vs. mujeres (aceptación) 73:00 Para mejorar, el "buenismo" no es el camino Nacidos para Aprender: https://pildorasdelconocimiento.com/libro Talleres de IA: https://pildorasdelconocimiento.com/IA Enlaces de interés: https://pildorasdelconocimiento.com/enlaces/ Invitado: https://mongemalo.com/ https://twitter.com/luismonjemalo
El régimen de Venezuela es cuestionado por expresos políticos y activistas ante la aplicación de la Ley de Amnistía y afirman que el instrumento legal trata de similar estado de derecho en la nación suramericana.
Eusebio Nieva advierte sobre la fragmentación de bandas criminales y el espionaje de Rusia y China para el año 2026. La ciberseguridad afronta un 2026 decisivo: más ataques, más grupos y la IA como nueva arma Eusebio Nieva, director técnico de Check Point en España, alerta de un escenario complejo pero previsible¿Quién está detrás de los ciberataques? Según Nieva, los ataques actuales proceden de cuatro grandes perfiles: • Aficionados o actores individuales, con conocimientos técnicos pero impacto limitado. • Activistas y hacktivistas, especialmente activos en contextos políticos o de conflicto. • Grupos criminales profesionales, organizados como empresas, orientados casi siempre al beneficio económico y hoy más fragmentados que nunca. • Actores estatales, especialmente ligados a Rusia y China, centrados en espionaje y operaciones estratégicas. En este contexto, las elecciones, infraestructuras críticas y servicios esenciales seguirán siendo objetivos prioritarios.
Esta es la versión en español de este episodio del podcast. Click here to listen in English. Los años 60s marcaron el comienzo del Movimiento Chicano denominado: El Movimiento. Activistas como César Chávez y Dolores Huerta lideraban demostraciones, demandando derechos civiles y justicia social para la comunidad Mexicana Americana después de haber enfrentado décadas de discriminacion. Y aquí mismo en Oregon, un grupo de Chicanos fundó una institución que cambiaría por genraciones el acceso a la educación para los latinos en la región del Noroeste Pacifico. En el episodio de esta semana, la productora Alicia Avila comparte la história del Colegio César Chávez – la primera universidad Chicana acreditada e independiente de los Estados Unidos. Y como hasta el día de hoy continúa inspirando a la comunidad Latina en Oregon en su lucha contra la posibilidad de ser borrados. Avila también produjo el documental sobre la historia del Colegio César Chávez para nuestro programa de OPB “Oregon Experience.” Para escuchar más episodios de The Evergreen y compartir tu opinión con nosotros visita nuestra pagina. Siguenos en nuestra página de Instagram y también sigue a nuestra anfitriona Jenn Chavez. Suscribete a nuestro correo informativo para recibir todas las noticias que necesites directamente en tu buzón de correo electrónico. No olvides explorar nuestros otros programas de podcasts. Los puedes encontrar en tu plataforma de podcasts favorita: Hush Timber Wars Season 2: Salmon Wars Politics Now Think Out Loud Y muchos mas! Visita nuestra lista completa aquí.
Plan Michoacán será permanente hasta 2030: Sheinbaum Suspenden a 16 funcionarios del Poder Judicial por acoso EU amplía vigilancia tecnológica de ICE a activistas y críticos Más información en nuestro podcast
Tras la muerte de Alex Pretti mientras grababa abusos del ICE, la organización latina COPAL ha formado a miles de voluntarios como "observadores constitucionales" para denunciar las actuaciones policiales sin poner en riesgo su vida. Lo cuenta Marisol Rojas.
Temas tratados en la edición de La ContraRéplica de esta semana dedicada de forma monográfica a la crisis ferroviaria: 0:00 Introducción 2:41 Activistas del Gobierno en TVE 13:50 Vibraciones en el AVE 27:06 Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R 29:05 Licitaciones de obra pública 38:33 El momento de las aerolíneas 46:11 Reparaciones en la vía · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #iryo #adif Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Dinamarca y Estados Unidos crean un grupo de trabajo por Groenlandia, con Washington buscando su anexión. EE. UU. suspende visados para 75 países, incluidos Brasil y Colombia. En Venezuela, se liberan 406 presos, cifra cuestionada por la oposición. Irán enfrenta una represión brutal: juicios exprés y penas de muerte aumentan, con miles de fallecidos en protestas por crisis económica y sequía. El régimen persigue disidentes, bloquea comunicaciones y el hijo del último sha se erige en figura opositora. Activistas piden visibilizar la situación, sancionar a políticos del régimen y negarles visados. EE. UU. considera una intervención militar, mientras Irán afirma estar preparado. España aconseja a sus ciudadanos abandonar el país. En España, todas las comunidades autónomas menos Cataluña rechazan el nuevo modelo de financiación, que favorece a esta última. PSOE y Sumar discrepan sobre la política de alquiler, mientras la excesiva regulación legislativa asfixia al comercio. China alcanza ...
El exministro Jordi Sevilla critica al PSOE por su deriva socialdemócrata bajo Pedro Sánchez, atribuyendo al sanchismo el arraigo irreversible del populismo y señalando que solo un desplome electoral propiciaría la refundación del partido, que busca mantener un suelo de resistencia. Las protestas en Irán mantienen la represión, con ONGs que informan de más de 600 muertos y 10.000 detenidos. El Ministro de Exteriores español convoca al embajador iraní para rechazar la violencia. Activistas exiliadas denuncian la incomunicación y el alto número de asesinatos, calificando este levantamiento como definitivo. Analistas observan la vulnerabilidad del régimen sin fisuras internas y la falta de una oposición organizada, pese a la masiva movilización ciudadana por desesperanza y falta de oportunidades económicas. Se debate la posible intervención de Estados Unidos, que ya ha impuesto aranceles, y el liderazgo de Reza Palevi. En España, Pedro Sánchez desbloquea la "Operación Campamento" para ...
Venezolanos residentes en Australia realizaron concentraciones en varias ciudades para expresar posiciones enfrentadas tras la captura de Nicolás Maduro. Grupos simpatizantes de izquierda se manifestaron pidiendo su liberación y denunciando la intervención de EE.UU, mientras activistas opositores celebraron la salida de Maduro y señalaron que aún persiste incertidumbre sobre el futuro político del país. Activistas de ambos bandos comparten sus preocupaciones sobre la situación interna en Venezuela y la seguridad de sus familias, así como reflexiones sobre el papel de Estados Unidos y las instituciones internacionales en la crisis.
Activistas recuerdan a Marisela Escobedo, tras 15 años de su asesinato DIF Nezahualcóyotl anuncia jornada de vacunación Venezuela llama a petroleros a una protesta mundial contra EU
Varias personas se ocupan de documentar los operativos de migración y advierten a los residentes cuando hay redadas. Abogados nos explican sobre los derechos de quienes alertan a la comunidad. En otras noticias: El presidente Donald Trump pidió el arresto de los legisladores demócratas a quienes acusó de "conductas sediciosas".En Los Ángeles la DEA incautó 628 mil pastillas de carfentanilo, un opioide 10 mil veces más potente que la morfina.Un reporte revela que la patrulla fronteriza estaría rastreando a millones de conductores para identificar a quienes van por rutas consideradas sospechosas.
Hay una izquierda ganadora, una izquierda que ilusiona, una izquierda que mueve, conmueve y moviliza. Está inventada, no es nueva, solo que a veces desaparece y se nos olvida. Es la izquierda orgullosa de serlo, que no se esconde ni se achanta. En este programa hablamos de la victoria de Zohran Mamdani en la ciudad más poblada del país gobernado por Donald Trump con Argemino Barro desde Nueva York. Y analizamos la posibilidad (y la necesidad) de una izquierda sin complejos que convenza a la sociedad en un momento de sobresaturación informativa y discursos de odio junto a Jaime Caro, investigador en política, sindicatos y Lucila Rodríguez-Alarcón, directora general de porCausa, autora del libro “Activistas del amor”. Y terminamos con nuestros activistas del humor Al Pil Pil. Más información aquí: https://bit.ly/IlusionNYCC1579 Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC