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Oxigênio
#215 – Tecnologias para a soberania digital

Oxigênio

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 41:00


Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o  êxodo quando Musk assumiu o X.  DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos.  DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos.  DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra.  ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música]  ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento.  DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje.  Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa.  RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível.  ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus.  Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais.  MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. ​ Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. ​E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo.  DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso.  MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano.  MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação.  MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica.  ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais.  [VINHETA OXIGÊNIO]   Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot  Rede Organica.Social: https://organica.social/explore  Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/   BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump.  DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. Disponível em: https://www.dw.com/en/german-institutions-depart-x-a-day-after-musks-weidel-talk/a-71266331.  DEUTCH, J., ALBORNOZ, D., & JOHNSON, O. (2024). Resumen ejecutivo: Explorando una transición hacia plataformas de redes sociales alternativas para organizaciones de justicia social en el mundo mayoritario. The Engine Room. https://www.theengineroom.org/wp-content/uploads/2024/12/Resumen_Ejecutivo_Explorando-una-transicion_29-11-24.pdf  JACOBS, E. (2024, novembro 22). Profissionais começam nos EUA abandono em massa de rede social X, de Elon Musk. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/tec/2024/11/profissionais-comecam-abandono-em-massa-de-rede-social-x-de-elon-musk.shtml  LEÓN, Lucas Pordeus. Big techs dos EUA influenciaram sanção de Trump contra o Brasil. Agência Brasil, Brasília, 10 jul. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/big-techs-dos-eua-influenciaram-sancao-de-trump-contra-o-brasil  LIBERIA.SITE. Mastodon Statistics. libera.site, [S.l.], 6 mar. 2026. Disponível em: https://libera.site/channel/mastodon  MORAES, Gabriel Boscardim de; SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. et al. Manifesto pela Soberania Digital nas Universidades Públicas Brasileiras. Soberania.Digital, [S.l.], 19 ago. 2024. Disponível em: https://soberania.digital/manifesto-pela-soberania-digital-nas-universidades-publicas-brasileiras-2/  PORTAL TELA. Associações ambientalistas abandonam X em protesto contra ‘perigo para a democracia’. Portal Tela, [S.l.], 17 jan. 2025. Disponível em: https://www.portaltela.com/noticias/internacional/2025/01/17/associacoes-ambientalistas-abandonam-x-em-protesto-contra-perigo-para-a-democracia/ SCOFIELD, Laura; VIANA, Natalia. Como as Big Techs mataram o PL das Fake News. Agência Pública, São Paulo, 9 set. 2025. Disponível em: https://apublica.org/2025/09/como-as-big-techs-mataram-o-pl-das-fake-news/ 

História em Meia Hora
Princesa Isabel

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 36:32


Um dos maiores nomes da História do Brasil, principalmente no importante tema da abolição da escravidão. Será que ela e a família real apenas usufruíram do sofrimento dos brasileiros escravizados ou a situação era mais complexa? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a vida e a história de Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga, mais conhecida apenas como Princesa Isabel.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a elite política imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.- CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.- CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.- CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.- COSTA, Emilia Viotti da. Da senzala à colônia. São Paulo: Unesp, 2010.- COSTA, Emilia Viotti da. Da Monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo: Unesp, 1999.

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #86 Primeiro Reinado

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Oct 30, 2024 75:42


Brasil ficou independente! E agora? Era a hora de criar um Estado, tentar manter a unidade territorial, costurar acordos entre as diferentes elites regionais, formar uma assembleia constituinte e coroar o primogênito da coroa portuguesa como o primeiro Imperador do Brasil. Acompanhe o papo entre C. A. e Beraba e entenda o turbilhão de conflitos e reviravoltas no período que ficou conhecido como Primeiro Reinado! Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Arte do Episódio: Danilo Pastor Mencionado no episódio Episódios ligados diretamente ao atual Fronteiras no Tempo Drops #00 7 de Setembro [episódio piloto] Fronteiras no Tempo #9 – Independência do Brasil   Fronteiras no Tempo: Historicidade #54 Independência do Brasil e Humanidades Digitais Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola Financiamento Coletivo   Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #86 Primeiro Reinado. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 30/10/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=63752&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Artigos e livros acadêmicos CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. Constituições Brasileiras: 1824 e 1988.   Constituições brasileiras: 1824 e 1988 (senado.leg.br) FRAGOSO, João Luís. Homens de grossa aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. FRAGOSO, João Luís; FLORENTINO, Manolo. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e eleite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Rio de janeiro: Diadorim, 1993. LUSTOSA, Isabel. D. Pedro I, os Andrada e a dissolução da Constituinte. Almanack, n.37, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/alm/a/yRDfq6T8Ydb8xSYykGpLTKR/?lang=pt LUSTOSA, Isabel. Insultos Impressos: a guerra dos jornalistas na independência (1821-1823). São Paulo: Cia das Letras, 2000, 497p. SOUZA, Iara Lis Carvalho. Pátria Coroada: o Brasil como corpo político autônomo (1780-1831). São Paulo: UNESP, 1999, 396p. Links Impressões Rebeldes - Confederação do Equador 1824 Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024  Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, João Luiz Farah Rayol Fontoura, Juliana Zweifel, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #86 Primeiro Reinado

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Oct 30, 2024 75:42


Brasil ficou independente! E agora? Era a hora de criar um Estado, tentar manter a unidade territorial, costurar acordos entre as diferentes elites regionais, formar uma assembleia constituinte e coroar o primogênito da coroa portuguesa como o primeiro Imperador do Brasil. Acompanhe o papo entre C. A. e Beraba e entenda o turbilhão de conflitos e reviravoltas no período que ficou conhecido como Primeiro Reinado! Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Arte do Episódio: Danilo Pastor Mencionado no episódio Episódios ligados diretamente ao atual Fronteiras no Tempo Drops #00 7 de Setembro [episódio piloto] Fronteiras no Tempo #9 – Independência do Brasil   Fronteiras no Tempo: Historicidade #54 Independência do Brasil e Humanidades Digitais Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola Financiamento Coletivo   Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #86 Primeiro Reinado. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 30/10/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=63752&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Edição e Arte do Episódio: Danilo Pastor (Nativa Multimídia). Material Complementar Artigos e livros acadêmicos CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. Constituições Brasileiras: 1824 e 1988.   Constituições brasileiras: 1824 e 1988 (senado.leg.br) FRAGOSO, João Luís. Homens de grossa aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. FRAGOSO, João Luís; FLORENTINO, Manolo. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e eleite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Rio de janeiro: Diadorim, 1993. LUSTOSA, Isabel. D. Pedro I, os Andrada e a dissolução da Constituinte. Almanack, n.37, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/alm/a/yRDfq6T8Ydb8xSYykGpLTKR/?lang=pt LUSTOSA, Isabel. Insultos Impressos: a guerra dos jornalistas na independência (1821-1823). São Paulo: Cia das Letras, 2000, 497p. SOUZA, Iara Lis Carvalho. Pátria Coroada: o Brasil como corpo político autônomo (1780-1831). São Paulo: UNESP, 1999, 396p. Links Impressões Rebeldes - Confederação do Equador 1824 Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024  Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, João Luiz Farah Rayol Fontoura, Juliana Zweifel, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

República de Ideias
#131 Conversas de Ateliê - Como anda o patrimonialismo à brasileira? #34

República de Ideias

Play Episode Listen Later Aug 19, 2024 81:21


Seja bem-vindo ao Conversas de Ateliê! Na mesa temos Paulo Henrique Martins, André Magnelli, Bia Martins e Lucas Faial Soneghet. No primeiro bloco, conversamos sobre patrimonialismo, um tema com longa história no Brasil. Além de evocar uma linhagem de intelectuais – Oliveira Vianna, Sérgio Buarque de Holanda, Raymundo Faoro –, também nos remete a questões comuns do dia-a-dia, especialmente quando o assunto é política. Trata-se aqui da feição peculiar dos comportamentos e instituições políticas no Brasil, em particular daquilo que se pode chamar do baralhamento entre público e privado. O conceito de patrimonialismo, que tem uma de suas fontes principais em Max Weber, indica uma configuração política em que as relações de dominação são pessoalizadas e de dependência, os recursos públicos são usados para fins privados e os interesses privados influem a todo momento e em cada instância a esfera pública. Para Weber, o patrimonialismo era uma derivação histórica do patriarcado, isto é, do domínio do patriarca sobre o ambiente doméstico. Porém, se no patriarcalismo a dominação ainda passava por um prisma de obrigações do senhor aos dominados, no qual estes deveriam ser resguardados e beneficiados pela conduta tradicionalmente fundamentada do patriarca, no patrimonialismo o domínio é irrestrito, ilimitado e arbitrário. Os dominados são dependentes e estão suscetíveis ao arbítrio daquele ou daqueles que detém os recursos administrativos e econômicos. Por muito tempo, o fantasma do patrimonialismo assombrou o pensamento brasileiro. De um escândalo de corrupção ao outro, da caça aos marajás até a nova administração pública, entre pedaladas, mensalões e rachadinhas, parecemos estar acossados por todos os lados por impropriedades, deturpações e mau uso da coisa pública. Alguns atribuem a renitência desse modo (não tão) peculiar de vida política ao nosso passado colonial e à herança ibérica em nossa cultura (Freyre e Buarque de Holanda), outros à maneira pela qual o Estado e seu aparato burocrático chegou em terras brasileiras (Faoro), e outros ainda aos efeitos do latifúndio e dos modos de organização social no meio rural (Vianna e Leal). Há aqueles que, de outro modo, rejeitam hipóteses que ancoram nossos dilemas presentes em feridas do passado, procurando identificar a racionalidade em comportamentos aparentemente irracionais e tradicionais (Maria Isaura Pereira de Queiroz) e ressaltar as atualizações e transformações nas estruturas de dominação ao longo da história (José Murilo de Carvalho e Jessé Souza). Independente das variações, o tema permanece na agenda política e intelectual. Estamos fadados ao patrimonialismo? Público e privado permanecem enredados em estranhas e instáveis composições no Brasil? No segundo bloco, conversamos sobre a querela em torno da obrigatoriedade do ensino da língua espanhola no novo Ensino Médio. Após a notícia que as embaixadas da França, Alemanha e Itália se articularam para impedir tal medida, ficamos com as questões: o que está em jogo nas discordâncias em torno do ensino obrigatório da língua espanhola? Como isso se relaciona ao lugar do Brasil na América Latina? Tópicos discutidos: Patrimonialismo; Dominação; Política no Brasil; Público e Privado; América Latina. Vamos conversar? No Youtube: https://youtu.be/kuvcWO8oF0o Links:"Pressão das embaixadas: França, Itália e Alemanha atuaram para barrar espanhol obrigatório no ensino médio": https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/larissa-rodrigues/politica/pressao-das-embaixadas-franca-italia-e-alemanha-atuaram-para-barrar-espanhol-obrigatorio-no-ensino-medio/ ⁠Torne-se sócio-apoiador do Ateliê Clube! Apoie o Ateliê de Humanidades nos regimes Padrão, Premium e Sócio-leitor e receba quinzenalmente uma conversa com um dedo de prosa, um tanto de inteligência e um bocado de questões do momento: https://www.catarse.me/atelie_de_humanidades

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Historicidade #58 Eduardo Gomes: o brigadeiro do liberalismo brasileiro

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jul 16, 2024 50:19


O Historicidade deste mês traz a entrevista com a Professora Dra. Flávia Ferro, na qual ela nos apresenta os resultados da sua pesquisa sobre a trajetória do Brigadeiro Eduardo Gomes, um destacado personagem da vida política brasileira durante o século XX. Candidato a presidente da República nas eleições de 1945 e depois ministro da aeronáutica, a história de vida pública de Gomes nos faz compreender melhor como os militares atuaram na política nacional em diversos contextos. E, sim, a história deste personagem está ligada à criação do doce que conhecemos como brigadeiro. Portanto, temos aqui uma grande chance de refletir tanto sobre a história política quanto a história cultural brasileira. Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo   Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nossa convidada Flávia Salles Ferro   Currículo Lattes e-mail: flavia.sferro@gmail.com Instagram  Produção da convidada FERRO, Flavia Salles. Um liberal autoritário: trajetória política de Eduardo Gomes (1922-1981). 2020. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal de Juiz de Fora. Disponível em: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/12310 Indicações de referências sobre o tema abordado BENEVIDES, Maria Victoria de Mesquita. A UDN e o udenismo. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1981. CHAGAS, Paulo Pinheiro. O Brigadeiro da libertação. 2. ed. Rio de Janeiro: Zelio Valverde S. A., 1946. CHALOUB, Jorge Gomes de Souza. O liberalismo entre o espírito e a espada: a UDN e a República de 1946. 2016. Tese de Doutorado. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. CARVALHO, José Murilo de. As forças armadas na Primeira República: o poder desestabilizador. História geral da civilização brasileira, v. 3, 1977. DRUMMOND, Cosme Degenar. O Brigadeiro Eduardo Gomes, trajetória de um herói. São Paulo: Editora Cultura, 2011. PRESTES, Anita Leocádia. Os militares e a Reação Republicana: As origens do Tenentismo. Editora Vozes, Petrópolis, 1994. SILVA, Gastão Pereira da. Brigadeiro Eduardo Gomes. Rio de Janeiro: Panamericana Ltda, 1945. SIQUEIRA, Deoclécio Lima de. Caminhada com Eduardo Gomes. Rio de Janeiro: Novas Direções, 1989. Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #58 Eduardo Gomes: o brigadeiro do liberalismo brasileiro. Locução: Marcelo de Souza Silva, Flávia Salles Ferro e Cesar Agenor Fernandes da Silva[S.l.] Portal Deviante, 23/07/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62961&preview=true Expediente  Arte da vitrine: Danilo Pastor; Edição:  Talk'nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024    Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha,  Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, João Luiz Farah Rayol Fontoura, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Historicidade #58 Eduardo Gomes: o brigadeiro do liberalismo brasileiro

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jul 16, 2024 50:19


O Historicidade deste mês traz a entrevista com a Professora Dra. Flávia Ferro, na qual ela nos apresenta os resultados da sua pesquisa sobre a trajetória do Brigadeiro Eduardo Gomes, um destacado personagem da vida política brasileira durante o século XX. Candidato a presidente da República nas eleições de 1945 e depois ministro da aeronáutica, a história de vida pública de Gomes nos faz compreender melhor como os militares atuaram na política nacional em diversos contextos. E, sim, a história deste personagem está ligada à criação do doce que conhecemos como brigadeiro. Portanto, temos aqui uma grande chance de refletir tanto sobre a história política quanto a história cultural brasileira. Nova campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Arte da Capa: Danilo Pastor Financiamento Coletivo   Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE   O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nossa convidada Flávia Salles Ferro   Currículo Lattes e-mail: flavia.sferro@gmail.com Instagram  Produção da convidada FERRO, Flavia Salles. Um liberal autoritário: trajetória política de Eduardo Gomes (1922-1981). 2020. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal de Juiz de Fora. Disponível em: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/12310 Indicações de referências sobre o tema abordado BENEVIDES, Maria Victoria de Mesquita. A UDN e o udenismo. Rio de Janeiro: Paz e terra, 1981. CHAGAS, Paulo Pinheiro. O Brigadeiro da libertação. 2. ed. Rio de Janeiro: Zelio Valverde S. A., 1946. CHALOUB, Jorge Gomes de Souza. O liberalismo entre o espírito e a espada: a UDN e a República de 1946. 2016. Tese de Doutorado. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. CARVALHO, José Murilo de. As forças armadas na Primeira República: o poder desestabilizador. História geral da civilização brasileira, v. 3, 1977. DRUMMOND, Cosme Degenar. O Brigadeiro Eduardo Gomes, trajetória de um herói. São Paulo: Editora Cultura, 2011. PRESTES, Anita Leocádia. Os militares e a Reação Republicana: As origens do Tenentismo. Editora Vozes, Petrópolis, 1994. SILVA, Gastão Pereira da. Brigadeiro Eduardo Gomes. Rio de Janeiro: Panamericana Ltda, 1945. SIQUEIRA, Deoclécio Lima de. Caminhada com Eduardo Gomes. Rio de Janeiro: Novas Direções, 1989. Selo saberes históricos   Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #58 Eduardo Gomes: o brigadeiro do liberalismo brasileiro. Locução: Marcelo de Souza Silva, Flávia Salles Ferro e Cesar Agenor Fernandes da Silva[S.l.] Portal Deviante, 23/07/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=62961&preview=true Expediente  Arte da vitrine: Danilo Pastor; Edição:  Talk'nCast; Roteiro e apresentação: Beraba. Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024    Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha,  Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, João Luiz Farah Rayol Fontoura, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

História em Meia Hora
República da Espada

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later May 1, 2024 32:22


Logo no começo da nossa república, Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, dois militares, governaram o nosso país antes do poder ser passado aos civis. Como vocês acham que foi esse período? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre como foi a República da Espada. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - VIANNA, Hélio. História do Brasil: período colonial, monarquia e república. São Paulo: Melhoramentos, 1994. - CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas: O Imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. - FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2012. - BERTONHA, João Fábio. A República da Espada: ordem e progresso sob os militares, 1889-1894. São Paulo: Editora Unesp, 2006.

História em Meia Hora
Monarquia Brasileira

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Jan 24, 2024 35:40


Além do Adriano Imperador, que fez sucesso na Itália, você sabe quais foram os outros imperadores do Brasil? Por mais de 60 anos, Dom Pedro I e Dom Pedro II foram os responsáveis por gerir a nossa nação, em um período definido por importantes marcos na história do Brasil.  Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a Monarquia Brasileira. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora  - Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ - Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ - PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com   Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) - REFERÊNCIAS USADAS: - CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 27ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021.   - CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2007   - COSTA, Emilia Viotti da. Da Monarquia à República. 9ª ed. São Paulo: Editora Unesp, 2010.    - GUIMARÃES, Lucia Maria Paschoal. Ação, reação e transação: a pena de aluguel e a historiografia. IN: CARVALHO, José Murilo de. Nação e cidadania no Império: novos horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.    - MAGALHÃES JÚNIOR, Raimundo. Três panfletários do segundo reinado. Academia Brasileira de Letras, 2009.    -RIBEIRO, Filipe Nicoletti. Império das incertezas: política e partidos nas décadas finais da monarquia brasileira (1868-1889). 2015. Dissertação (Mestrado em História Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, University of São Paulo, São Paulo, 2015.   - SABA, Roberto N.P.F. As”eleições do cacete” e o problema da manipulação eleitoral no Brasil monárquico. Almanack. Guarulhos, n.02, p.126-145, 2º semestre de 2011.   - SAES, Décio. Monarquia e Capitalismo. Revista de Sociologia e Política. Nº1, 1993.   - SECRETO, Maria Verônica. (Des)medidos: a revolta dos quebra-quilos (1874-1876). Rio de Janeiro: FAPERJ, 2011.   - VASCONCELLOS, Zacarias de Góes e. Da natureza e limites do poder moderador. 2ª ed. Rio Grande do Sul: Clube Rebouças, 2022.  

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #1 Espionagem, Fake News e Revolução

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Dec 5, 2023 16:31


Fronteiras no Tempo: Giro Histórico, o seu museu de grandes novidades é a nova atração semanal do mais antigo podcast de história brasileiro em atividade. Nessa nova atração falaremos sobre novidades na área de história e das ciências humanas e sociais como novos artigos, livros, teses etc., relembraremos de pontos que abordamos em outras ocasiões, analisaremos obras de ficção, faremos curadoria de materiais históricos na web e sempre deixaremos você com gosto de quero mais nos ouvidos. No episódio de estreia acompanhe Willian Spengler e o C. A. que falarão sobre os 80 anos da Operação Jaywick, uma história de espionagem tão boa que parece ficção e como uma Fake News foi responsável pela alteração do nome de uma cidade e que também foi responsável por incendiar politicamente o país inteiro.   INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM  – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) https://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #1 Espionagem, Fake News e Revolução. Locução Cesar Agenor F. da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 05/12/2023. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=60904&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A, Beraba, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Beatriz Molina. Arte do Episódio: Beatriz Molina. Edição: C. A. Material Complementar Links e podcasts Operation Jaywick: The WW2 Australian commando raid in Singapore  Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930 – Fronteiras no Tempo #34: Sistema Político na República Velha (1889-1930) Outros episódios sobre a Era Vargas Livros, capítulos e artigos CANDIDO, Antonio. A revolução de 1930 e a cultura. Novos estudos CEBRAP, v. 2, n. 4, p. 27-35, 1984. CARONE, Edgar. A República Velha no Brasil II (evolução política). São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1971 CARVALHO, José Murilo de. Formação das almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990 FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: história e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930. FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p. 387, 1930. LANNA JÚNIOR, Mario Cléber Martins. Tenentismo e crises políticas na Primeira República. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p.313-350 Trilha sonora utilizada Birds - Corbyn Kites Wolf Moon - Unicorn Heads Dance, Don't Delay de Twin Musicom é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://www.twinmusicom.org/song/303/dance-dont-delay Artista: http://www.twinmusicom.org Madrinhas e Padrinhos  Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade Alves  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #1 Espionagem, Fake News e Revolução

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Dec 5, 2023 16:31


Fronteiras no Tempo: Giro Histórico, o seu museu de grandes novidades é a nova atração semanal do mais antigo podcast de história brasileiro em atividade. Nessa nova atração falaremos sobre novidades na área de história e das ciências humanas e sociais como novos artigos, livros, teses etc., relembraremos de pontos que abordamos em outras ocasiões, analisaremos obras de ficção, faremos curadoria de materiais históricos na web e sempre deixaremos você com gosto de quero mais nos ouvidos. No episódio de estreia acompanhe Willian Spengler e o C. A. que falarão sobre os 80 anos da Operação Jaywick, uma história de espionagem tão boa que parece ficção e como uma Fake News foi responsável pela alteração do nome de uma cidade e que também foi responsável por incendiar politicamente o país inteiro.   INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Financiamento Coletivo Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de diversas formas: PADRIM  – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) https://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #1 Espionagem, Fake News e Revolução. Locução Cesar Agenor F. da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 05/12/2023. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=60904&preview=true Expediente Produção Geral e Hosts: C. A, Beraba, Rodolfo Grande Neto, Willian Spengler e Beatriz Molina. Arte do Episódio: Beatriz Molina. Edição: C. A. Material Complementar Links e podcasts Operation Jaywick: The WW2 Australian commando raid in Singapore  Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930 – Fronteiras no Tempo #34: Sistema Político na República Velha (1889-1930) Outros episódios sobre a Era Vargas Livros, capítulos e artigos CANDIDO, Antonio. A revolução de 1930 e a cultura. Novos estudos CEBRAP, v. 2, n. 4, p. 27-35, 1984. CARONE, Edgar. A República Velha no Brasil II (evolução política). São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1971 CARVALHO, José Murilo de. Formação das almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990 FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: história e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930. FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p. 387, 1930. LANNA JÚNIOR, Mario Cléber Martins. Tenentismo e crises políticas na Primeira República. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p.313-350 Trilha sonora utilizada Birds - Corbyn Kites Wolf Moon - Unicorn Heads Dance, Don't Delay de Twin Musicom é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Fonte: http://www.twinmusicom.org/song/303/dance-dont-delay Artista: http://www.twinmusicom.org Madrinhas e Padrinhos  Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Allen Teixeira Sousa, Anderson Paz, André Luiz Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Artur Henrique de Andrade Cornejo, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Klaus Henrique De Oliveira, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Rafael Machado Saldanha, Ramon Silva Santos, Renata Sanches, Ricardo Augusto Da Silva Orosco, Rodrigo Olaio Pereira, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e Wagner de Andrade Alves  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil Paralelo | Podcast
A FACE OCULTA DE GETÚLIO VARGAS

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Nov 15, 2023 30:00


Garanta a promoção exclusiva: https://sitebp.la/momento-black-friday ___________ Assista ao documentário Era Vargas: O Crepúsculo de Um Ídolo: • Era Vargas: O Crepúsculo de um Ídolo ___________ Por trás de aclamadas personalidades há um lado obscuro que ninguém está olhando. Neste programa documental e cheio de mistérios, abordaremos a face oculta das principais personalidades e instituições. Nesta edição: Getúlio Vargas. __________ Fontes: Carvalho, José Murilo de. Chumbo grosso: assassinato e tortura eram práticas comuns durante a ditadura de Getúlio Vargas. Revista de História. Rio de Janeiro, Biblioteca Nacional. Edição 59, ago. 2010. CAPELATO, Maria Helena Rolim. O Estado Novo: o que trouxe de novo? O Brasil Republicano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. Acesso em: 04 ago. 2023. CPDOC FGV. Getúlio Vargas. Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro. Disponível em: https://cpdoc.fgv.br/sites/default/fi...%B Alio.pdf. Acesso em: 04 ago. 2023. CPDOC FGV. Movimento Queremista. Atlas Histórico do Brasil. Disponível em: https://atlas.fgv.br/verbete/6033. Acesso em: 31 out. 2023. GUTERMAN, Marcos. O futebol explica o Brasil. 1. ed. São Paulo: Contexto, 2009. ___________ Precisa de ajuda para assinar? Fale com nossa equipe comercial: https://sitebp.la/yt-equipe-de-vendas Já é assinante e gostaria de fazer o upgrade? Aperte aqui: https://sitebp.la/yt-equipe-upgrade __________ Siga a #BrasilParalelo: Site: https://bit.ly/portal-bp Instagram: / brasilparalelo Facebook: / brasilparalelo Twitter: / brasilparalelo Produtos oficiais: https://loja.brasilparalelo.com.br/ ___________ Sobre a Brasil Paralelo: Somos uma empresa de entretenimento e educação fundada em 2016. Produzimos documentários, filmes, séries, trilogias, cursos, podcasts e muito mais. Nosso foco é o conteúdo informativo e educativo relacionado ao contexto social, político e econômico brasileiro.

Canal Livre
Canal Livre - Homenagem a José Murilo de Carvalho

Canal Livre

Play Episode Listen Later Aug 22, 2023 62:56


O Canal Livre desta semana faz uma homenagem a José Murilo de Carvalho, um dos maiores historiadores brasileiros e imortal da Academia Brasileira de Letras que nos deixou no último final de semana. Relembre trechos das entrevistas concedidas por ele em suas participações no Canal Livre, junto da participação da historiadora Wilma Peres da Costa, da UNIFESP, que vai falar sobre o legado do trabalho de José Murilo.Confira o programa na íntegra!

Filosoficamente Incorreto
Cidadania e direitos civis, políticos e sociais: O direito a ter direitos

Filosoficamente Incorreto

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 7:36


Cidadania e direitos civis, políticos e sociais: O direito a ter direitos: Hannah Arendt, Thomas Humphrey Marshall e José Murilo de Carvalho --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pedro-mendes-ju00fanior/message

Canal Livre
Canal Livre - José Murilo de Carvalho

Canal Livre

Play Episode Listen Later Sep 15, 2022 65:41


Um dos mais importantes estudiosos da história do Brasil e integrante da Academia Brasileira de Letras, o historiador José Murilo de Carvalho é o convidado do Canal Livre do próximo domingo. O programa faz parte do projeto "Band nos 200 anos da independência''. Autor de verdadeiros clássicos sobre o tema, José Murilo faz um balanço sobre o que se sabe desse período, os seus personagens marcantes e os acontecimentos fundamentais.A apresentação é de Rodolfo Schneider. Participam como entrevistadores os jornalistas Fernando Mitre e Lana Canepa.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #58 Proclamação da República

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jul 20, 2021 94:50


O Fronteiras no Tempo está de volta para discutir as origens da República e o fim do Império. C. A. e Beraba abordam as interpretações clássicas do fim do regime monárquico e a construção da ideia da República como evolução natural da política nacional. Neste episódio: entenda as forças políticas e ideológicas que disputavam a hegemonia política desde o início do segundo reinado, compreenda com quantos Lusíadas se faz um Saquerema, surpreenda-se com a origem da ideia de reserva moral dos militares contra a corrupção e o sistema político e presencie bestializado o golpe de Estado que inaugurou o regime republicano no Brasil. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM  – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) – http://www.padrim.com.br/fronteirasnotempo PIC PAY [https://app.picpay.com/user/fronteirasnotempo]– Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android PIX: [chave] fronteirasnotempo@gmail.com Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Como citar esse episódio Citação ABNT Fronteiras no Tempo #58 Proclamação da República. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 20/07/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=47750&preview=true Mencionado no Episódio Podcast Medo e Delírio em Brasília Medo e Delírio em Brasília | Podcast on Spotify Material Complementar Podcasts Fronteiras no Tempo #34: Sistema Político na República Velha (1889-1930) Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão Fronteiras no Tempo #8 – Guerra de Canudos Livros e Artigos Acadêmicos LYNCH, Christian Edward Cyril. Necessidade, contingência e contrafactualidade. A queda do Império reconsiderada. Topoi (Rio de Janeiro) [online]. 2018, v. 19, n. 38 [Acessado 20 Julho 2021] , pp. 190-216. Disponível em: . ISSN 2237-101X. https://doi.org/10.1590/2237-101X01903808. CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política. Teatro das Sombras: a política imperial. 5ª edição – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. CARVALHO, José Murilo de. A formação das Almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Brasiliense, 2009. CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Cia. Das Letras, 1991. FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucilia de Almeida N. (Org.) O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo excludente. Rio de Janeiro. Civ. Brasileira, 2002. GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo (org.) O Brasil Imperial (coleção em 3 volumes). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. MATTOS, Ilmar Rohloff de. O tempo Saquarema. 7.ed. São Paulo: HUCITEC; Brasília: INL, 2017. SCHWARCZ, L. M. STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015. Links ROSSI, Amanda. Abolição da escravidão em 1888 foi votada pela elite evitando a reforma agrária, diz historiador. BBC Brasil, São Paulo, 13 de mai., 2018. Diponível em: (entrevista com Luís Felipe de Alencastro) SCHWARCZ, L. M. Por que temos poucos memoriais de abolição da escravidão?  Nexo Jornal, 9 de abr., 2018. – https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-que-temos-poucos-memoriais-de-aboli%C3%A7%C3%A3o-da-escravid%C3%A3o SCHWARCZ, L. M;  Gomes, Flávio. O passado e o presente: os sentidos da escravidão. [Vídeo] https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-passado-presente-os-sentidos-da-escravid%C3%A3o Vídeos Histórias do Brasil – A proclamação da República Dramatização do Discurso de Márcio Moreira Alves contra a ditadura em 1968 AI-5 cria ditadura dentro da ditadura Madrinhas e Padrinhos Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp,  Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Vamos falar de Democracia
Fura Bolha - José Murilo de Carvalho e Sérgio Etchegoyen

Vamos falar de Democracia

Play Episode Listen Later Jul 21, 2020 26:36


Lançamos a segunda temporada do Fura Bolha! Sérgio Etchegoyen é general da reserva do Exército, foi ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência. José Murilo de Carvalho é cientista político, historiador e membro das Academias Brasileiras de Ciências e de Letras. Eles toparam conversar sobre os governos militares, a democracia, a Amazônia, as Forças Armadas, entre outros temas. O objetivo do Fura Bolha continua igual: mostrar que pessoas com opiniões diferentes podem ter uma conversa produtiva, o que é essencial para a democracia. http://www.plataformademocratica.org/

Nu-Tom
REVOLTA DA VACINA: REPÚBLICA VELHA 5

Nu-Tom

Play Episode Listen Later Jun 5, 2020 9:22


Neste episódio, Professor Evaldo nos fala sobre a Revolta da Vacina. Seus personagens chegam ao Rio de Janeiro, presenciam os tumultos, comem feijoada e conhecem o samba. Venha aprender história e se entreter!! Nossos conteúdos são lúdicos, mas fundamentados a partir das demandas do Enem e Vestibulares como o da FUVEST. Esta é uma parceria com a K&A/Nu-Tom. Professor Evaldo Oliveira: https://www.facebook.com/evaldo.historia Ricardo Figueiredo: https://www.linkedin.com/in/ricardo-figueiredo-b5a11ba8/ SUGESTÕES DE LEITURA: Nicolau Sevcenko. Orfeu extático na metrópole . José Murilo de Carvalho. Os bestializados Sidney Chalhoub. Cidade febril: Cortiços e epidemias na corte imperial Lira Neto. Uma história do samba (Português) Capa dura – 17 Fevereiro 2017 vídeos: A Revolta da Vacina: https://www.youtube.com/watch?v=6i6v9f_aWjg Sobre a varíola, doenças, vacinas e história: https://www.youtube.com/watch?v=amwFWGMJhUw Samba: Pelo Telefone (https://www.youtube.com/watch?v=woLpDB4jjDU)

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later May 19, 2020 78:00


Voltamos a falar da Era Vargas! Neste segundo episódio abordamos o período de 1930 a 1937, logo após o movimento que deu fim à primeira república e no qual Vargas se tornou presidente, primeiro provisório, depois constitucional. Foram anos conturbados em que os anseios de setores variados da sociedade estavam em jogo: operários em luta por direitos, militares em busca de modernização, classes médias, industriais, profissionais liberais, intelectuais, todos tinham um projeto de país que ansiavam ver realizado. Vargas se tornou a figura central nesse processo, fazendo as negociações com estes grupos tão distintos, mas também perseguindo e prendendo oponentes, fazendo alianças odiosas com quem quer que lhe pudesse garantir o poder, inclusive com os fascistas brasileiros da década de 1930. Venham conhecer essa história intrigante e refletir conosco sobre seus impactos no Brasil até hoje. Neste episódio: Descubra como se deu o processo de estabelecimento do governo provisório e como ele foi, aos poucos, deixando marcas indeléveis na estrutura política nacional pós-1930. Surpreenda-se com as movimentações políticas que desembocaram em uma guerra civil entre os paulistas e o resto do país em 1932. Conheça os principais grupos daquela época e suas formas de atuação: comunistas, liberais e integralistas. Compreenda como Vargas consolidou seu poder e se tornou presidente oficial em 1934, mesmo ano em que começou a valer uma nova constituição. Por fim, entenda como ele conseguiu criar condições para dar um golpe em 1937, quem ele perseguiu, com quais argumentos e quais as consequências. Venham nessa viagem no tempo para conhecer esta que é das mais importantes e controversas épocas da nossa história. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto! Você pode nos apoiar de duas formas: PADRIM  – só clicar e se cadastrar (bem rápido e prático) PIC PAY – Baixe o aplicativo do PicPay: iOS / Android Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Adriano João Material Complementar Livros e Artigos Acadêmicos RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020. CANDIDO, Antonio. A revolução de 1930 e a cultura. Novos estudos CEBRAP, v. 2, n. 4, p. 27-35, 1984. CARONE, Edgar. A República Velha no Brasil II (evolução política). São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1971 CARVALHO, José Murilo de. Formação das almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990 Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). A Era Vargas, anos 20 a 1945. IN: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/apresentacao FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: história e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997. FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008 FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930. FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p. 387, 1930. GOMES, Ângela Maria de Castro. “A representação de classes na Constituinte de 1934”. Revista de Ciência Política, v. 21, n. 3, p. 53-116, 1978. LANNA JÚNIOR, Mario Cléber Martins. Tenentismo e crises políticas na Primeira República. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p.313-350 LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. 7. ed. São Paulo: companhia das letras, 2012. LOVE, Joseph LeRoy. O regionalismo gaúcho e as origens da Revolução de 1930. São Paulo: Perspectiva, 1975. MENDONÇA, Sônia Regina de. Estado e sociedade: a consolidação da república oligárquica. IN: LINHARES, M. Y. (org.). História Geral do Brasil: Rio de Janeiro: Campus, 1990. NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013. PAIXÃO, Cristiano. Direito, política, autoritarismo e democracia no Brasil: da Revolução de 30 à promulgação da Constituição da República de 1988. Araucaria, v. 13, n. 26, 2011. PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. REIS, Daniel Aarão. Luís Carlos Prestes: um revolucionário entre dois mundos. São Paulo: Cia das Letras, 2014. SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010 SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010 VERISSIMO, Erico. Incidente em Antares. 54.ed. São Paulo: Globo, 2001. Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia,  André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Democrático
12 - Cidadania

Café Democrático

Play Episode Listen Later Feb 27, 2020 85:59


Continuando com a série de episódios para debater alguns conceitos basilares do Direito Constitucional o décimo segundo episódio do Café Democrático é sobre cidadania, o vínculo jurídico que se estabelece entre pessoas e Estado e concede as primeiras o título de cidadãos, bem como direitos civis, políticos e sociais. Longe de ser uma ideia simples e acabada a cidadania é um processo de construção histórica que se inicia com a formação do Estado Moderno e até hoje encontra dilemas, tais como a situação dos apátridas, refugiados ou mesmo a resoluçaõ de conflitos sobre as bases de um Direito Internacional. Repassando a ideia clássica de Civitatis, que unia os paterfamilia e a cidade na antiga Roma, bem como avaliações críticas sobre a visão hodierna de cidadania, que estabelece uma igualdade formal, enquanto cria diferentes graus de cidadania, isso quando ainda estabelece tal igualdade, Paulo Schier, Heloisa Câmara e Bruno Lorenzetto debatem o conceito de Cidadania no segundo episódio da Temporada 2020 do Café Democrático! Bom Café e uma excelente audição! Referências de Estudo: - CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil - ARENDT, Hannah. Origens do Totalitarismo - ARENDT, Hannah. A Condição Humana Episódio #12 Temporada #02 Introdução: Discursos de Mário Covas, Lula, Benedita da Silva e Ulysses Guimarães, música de fundo "Vai Ser Assim", Criolo. Encerramento: "Trem das Onze", Adoniran Barbosa.

Ressonâncias
ENTREVISTAS #001 - Monarquia: para o Brasil de hoje, com Guilherme Cundari.

Ressonâncias

Play Episode Listen Later Feb 25, 2020 113:14


Quais as vantagens de um regime monárquico para o Brasil hoje? A partir deste questionamento eu, Alexandre Brautigam, entrevisto Guilherme Cundari, defensor da Monarquia no Br e no mundo. Aqui deixo link para texto de Cundari sobre o tema: https://6circulo.wordpress.com/2016/06/18/defesa-objetiva-da-monarquia/ Seguem também as indicações bibliográficas sobre o Brasil Império fornecidas por Cundari: "As Barbas do Imperador" - Lilia Schwarcz; "1889" - Laurentino Gomes; "Democracia Coroada" - João Camilo de Oliveira Torres e dois de José Murilo de Carvalho: "Pedro II" e "O pecado original da República". Aproveitem! Feedback para ressonanciaspodcast@hotmail.com

Autores e Livros
A polêmica Bishop na Flip 2020

Autores e Livros

Play Episode Listen Later Nov 29, 2019 27:50


Autores e Livros explica a polêmica envolvendo a escolha da poeta norte-americana Elizabeth Bishop como homenageada da Festa Literária de Paraty em 2020. O fato de ser uma escritora estrangeira e o apoio de Bishop ao Golpe de 64 não geraram críticas à escolha por parte da comunidade literária. Na Coluna de Mayra Cunha, comentários sobre o último livro de José Murilo de Carvalho sobre Jovita Alves Feitosa, símbolo do feminismo brasileiro. A entrevista da semana é com Fernando Morgado, que está lançando livro sobre os comunicadores da TV que também demonstram talento para fazer dinheiro. O programa também traz uma conversa com o consultor Marcio Garcia sobre o livro do austríaco Stefan Zweig que conta a saga de Fernão de Magalhães na primeira viagem de circum-navegação da terra, que completa 500 anos. E no Encantos de Versos, o tema poético são as lágrimas. Autores presentes no programa: José Murilo de Carvalho, Elizabeth Bishop, Fernando Morgado, Stefan Zweig, Mario Quintana, Augusto Casimiro e Cecília Meireles.

451 MHz
#9 - Patti Smith por Letrux, literatura, história

451 MHz

Play Episode Listen Later Nov 15, 2019 47:18


O apresentador Paulo Werneck e a jornalista Paula Carvalho entrevistam a cantora Letícia "Letrux" Novaes, que fala sobre a obra musical e literária de Patti Smith, literatura, rock, família e política. No segundo bloco, a portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida comenta seu premiado romance Luanda, Lisboa, Paraíso (Companhia das Letras). O episódio fecha com uma conversa com José Murilo de Carvalho, um dos historiadores homenageados no livro Três Vezes Brasil (Bazar do Tempo).

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Rádio Caractere
Dom Pedro II na Alemanha

Rádio Caractere

Play Episode Listen Later Sep 29, 2019 27:49


Viajar é preciso, e D. Pedro II sabia disso. Finalizando o projeto #setembrobrasil trazemos a discussão sobre um livro que nada mais é do que uma homenagem às relações entre Brasil e Alemanha, a D. Pedro II e ao que viagens representam. Embarque conosco nesse passeio pelo livro "Dom Pedro II na Alemanha: Uma amizade tradicional" , porque conhecer um pouco mais da nossa história nunca é demais! . Aperte o play e vem com a gente participar do #setembrobrasil . A Rádio Caractere é Associada Amazon.com.br! Link geral: https://amzn.to/2LHfJDq . Dom Pedro II na Alemanha: Uma amizade tradicional https://amzn.to/2mUbjPO . Imperador cidadão, de Roderick J. Barman . As barbas do Imperador, de Lilia Moritz Schwarcz . D. Pedro II: O último imperador do Novo Mundo . D. Pedro II, de José Murilo de Carvalho . A Condessa de Barral, de Mary Del Priore . Fale com a gente! contato@caracterebooks.com.br https://www.caracterebooks.com.br/ https://www.youtube.com/channel/UCo8TmWNSKr7jtT-ZXhLTPSQ https://www.instagram.com/caractere_books/ https://www.facebook.com/caractere.bk/ . A Rádio Caractere é um podcast da Rede PodcasTchê! Maiores informações: podcastche.com.br . Receba os podcasts da Rádio Caractere no seu aplicativo favorito ou assine o nosso canal no Spotify. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/radio-caractere/message Support this podcast: https://anchor.fm/radio-caractere/support

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Aug 7, 2019 75:11


Neste episódio comemorativo dos 5 anos do Fronteiras no Tempo damos início a uma série sobre a Era Vargas, que durou de 1930 a 1945. Nesta primeira parte falaremos sobre os momentos iniciais do período, especificamente da Revolução de 1930. Naquele ano, foi deposto o presidente e tomou posse o candidato que havia sido derrotado, Getúlio Vargas. Diversos fatores precedentes contribuíram para que este movimento fosse vitorioso e desse início a um dos períodos mais expressivos na constituição da nossa identidade, da nossa economia, e até mesmo da nossa cultura política, dentre outras grandes transformações.  Neste episódio:  Descubra por que os militares estavam descontentes com os rumos da República e como alguns de seus membros demonstraram essa insatisfação; entenda como se organizavam os acordos políticos para as eleições presidenciais e como isso se quebrou a partir do governo de Washington Luiz; reflita conosco acerca das informações sobre a campanha e os resultados das eleições para presidente de março de 1930; surpreenda-se com os casos (e acasos) que culminaram no movimento armado que depôs o presidente e instalou um governo provisório. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo  Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, SPOTIFY Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: fronteirasnotempo@gmail.com Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Talk'nCast Material Complementar Livros, capítulos e artigos CANDIDO, Antonio. A revolução de 1930 e a cultura. Novos estudos CEBRAP, v. 2, n. 4, p. 27-35, 1984. CARONE, Edgar. A República Velha no Brasil II (evolução política). São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1971 CARVALHO, José Murilo de. Formação das almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990 FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: história e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930. FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p. 387, 1930. LANNA JÚNIOR, Mario Cléber Martins. Tenentismo e crises políticas na Primeira República. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p.313-350 LOVE, Joseph LeRoy. O regionalismo gaúcho e as origens da Revolução de 1930. São Paulo: Perspectiva, 1975. MENDONÇA, Sônia Regina de. Estado e sociedade: a consolidação da república oligárquica. IN: LINHARES, M. Y. (org.). História Geral do Brasil: Rio de Janeiro: Campus, 1990. PAIXÃO, Cristiano. Direito, política, autoritarismo e democracia no Brasil: da Revolução de 30 à promulgação da Constituição da República de 1988. Araucaria, v. 13, n. 26, 2011. PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010 VERISSIMO, Erico. Incidente em Antares. 54.ed. São Paulo: Globo, 2001. Vídeos Luis Carlos Prestes no Programa Jô Soares onze e meia Roda Viva com Luiz Carlos Prestes em 1986 Revolução de 30 – Histórias do Brasil – TV Senado Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimos See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fundação FHC - Debates
Fura Bolha - José Murilo de Carvalho e Sérgio Etchegoyen

Fundação FHC - Debates

Play Episode Listen Later Aug 3, 2019 26:36


Lançamos a segunda temporada do Fura Bolha! Sérgio Etchegoyen é general da reserva do Exército, foi ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência. José Murilo de Carvalho é cientista político, historiador e membro das Academias Brasileiras de Ciências e de Letras. Eles toparam conversar sobre os governos militares, a democracia, a Amazônia, as Forças Armadas, entre outros temas. O objetivo do Fura Bolha continua igual: mostrar que pessoas com opiniões diferentes podem ter uma conversa produtiva, o que é essencial para a democracia. www.plataformademocratica.org/

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Historicidade #16 Guarda Nacional no Império do Brasil

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Dec 4, 2018 41:37


No quarto episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos o historiador Flávio Henrique Dias Saldanha (UFTM) para bater um papo sobre a Guarda Nacional no Império do Brasil, tema de especialidade do convidado. A conversa girou em torno das tensões entre os poderes central e local e a Formação do Estado Brasileiro. Além disso, o historiador também refletiu sobre a necessidade de conciliação entre os grupos de poder locais e os usos políticos das patentes da Guarda Nacional. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo  Saiba mais do nosso convidado Flavio Henrique Dias Saldanha Currículo Lattes e-mail: fhsaldanha@hotmail.com Produção SALDANHA, Flávio H. D.. O Império da Ordem: Guarda Nacional, coronéis e burocratas em Minas Gerais na segunda metade do século XIX (1850-1873). 1. ed. São Paulo: UNESP, 2013. 225p . SALDANHA, Flávio H. D.. Os Oficiais do Povo: a Guarda Nacional em Minas Gerais oitocentista, 1831-1850. 1. ed. São Paulo: Annablume/Fapesp, 2006. 170p SALDANHA, Flávio H. D.. Votos, fardas e carisma: as eleições dos oficiais da Guarda Nacional em Mariana (1831-1850). In: Andréa Lisly Gonçalves; Helena Miranda Mollo; Marco Antônio Silveira. (Org.). Termo de Mariana: História e Documentação. 1ed.Ouro Preto: UFOP, 2010, v. III, p. 147-164 SALDANHA, Flávio H. D.. Cidadãos em armas. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro/RJ, , v. 118, p. 30 – 33, 01 jul. 2015. Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem/Teatro de sombras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. CASTRO, Jeanne Berrance de. A milícia cidadã: Guarda Nacional de 1831 a 1850. Rio de Janeiro: Ed. Nacional, 1977. SCHWARTZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Expediente  Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk'nCast; Roteiro e apresentação: Beraba Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Google+ Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Cornejo, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto Jr., Danilo Alves Cassonato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Fabio Henrique S. de Medeiros, Felipe Augusto Roza, Iara Grisi, Jonatas Pinto Lima, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Paulo Henrique De Nunzio, Rachel Magro, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Vieira Pimentel, Rômulo Chagas, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e Yuri Morales e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo: Historicidade #15 Relações Internacionais no tempo dos farrapos

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Nov 6, 2018 40:42


No terceiro episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos o internacionalista Daniel Rei Coronato para bater um papo sobre suas pesquisas, que se voltaram para as questões que envolviam as fronteiras brasileiras  durante a Guerra dos Farrapos/Revolução Farroupilha e as relações diplomáticas com a região do Prata. Conversamos também sobre as tensões entre o poder local e o central no Império e como a região meridional, que abre e delimita diferentes portas e conexões entre os países do chamado cone sul, foi fundamental para a consolidação da unidade territorial brasileira. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo  Saiba mais do nosso convidado Daniel Rei Coronato Currículo Lattes  Academia.edu  e-mail: daniel_coronato@hotmail.com ou daniel.coronato@unisantos.br Facebook Produção Grupo de pesquisa (NEAI – Núcleo de Estudos e Análises Internacionais): https://neai-unesp.org/ CORONATO, Daniel Rei. Visões da Diplomacia Brasileira no Prata: Os ofícios do governo do Rio Grande do Sul.  Cadernos do CHDD, n.31 – “Visões da Diplomacia Brasileira no Prata: Os ofícios do governo do Rio Grande do Sul”. Disponível em: http://funag.gov.br/chdd/index.php/cadernos-do-chdd?id=281 CORONATO, Daniel Rei. A política externa das últimas décadas do Império Brasileiro (1870-1889). Revista Eletrônica da ANPHLAC, v. XIII, p. 113-132, 2014. Disponível em: http://revistas.fflch.usp.br/anphlac/article/view/1427 Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado (comentadas) A Construção da Ordem: a elite imperial; II Teatro de Sombras: a política imperial – José Murilo de Carvalho (Um dos estudos clássicos sobre a formação do Estado imperial) A diplomacia brasileira no Prata: injúrias, motivos e pretextos : (1863-1865) – Maria Luisa Nabinger de Almeida (Muito interessante para entender a dinâmica da diplomacia brasileira na região do Prata)  A espada de Dâmocles: o exército, a guerra do Paraguai e a crise do Império – Wilma Peres Costa (Essenciais no entendimento das conexões entre o exército, a construção nacional e a política externa; Caxias é figura essencial em todas essas dimensões) As “califórnias” do Chico Pedro – S.C. Franco (Trata das ações do barão de  Jacuí e suas invasões ao território oriental. Um dos principais assuntos durante o período que antecedeu a Guerra contra Oribe e Rosas na fronteira meridional) Duque de Caxias: o homem por trás do monumento – Adriana Barreto de Souza; O Exército na consolidação do Império: um estudo histórico sobre a política militar conservadora  – Adriana Barreto de Souza FARINATTI, L. A. E. Confins meridionais: famílias de elite e sociedade agrária na Fronteira Sul do Brasil (1825-1865). Tese de Doutorado. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2007 FARINATTI, L. A. E.; VARGAS, J. M. Elites regionais, guerra e compadrio: a família Ribeiro de Almeida e suas redes de relações (Rio Grande do Sul, c. 1816-c. 1844). Topoi, Rio de Janeiro, v. 15, n. 29, p. 389-413, 2014. (Ambos muito interessantes para entender o papel do elemento oligárquico e o peso da questão fronteiriça) La Guerra de la Triple Alianza. Volumen I. Causas e inicios del mayor conflicto de América del Sur – Thomas L. Whigham (Para quem quiser se aprofundar nas raízes históricas e geopolítica da Guerra do Paraguai) Maldita Guerra – Francisco Doratioto (Obra obrigatória para o entendimento da Guerra do Paraguai) O expansionismo brasileiro e a formação dos Estados na Bacia do Prata: Argentina, Uruguai e Paraguai (da colonização à Guerra da Tríplice Aliança) – Muniz Bandeira (Imprescindível para uma visão ampla) O Horizonte da Província: a República Rio-grandense e os caudilhos do Rio da Prata – Cesar Augusto Barcelos Guazzelli (Obra importante para entender o mosaico de atores e interesses na região) O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil – Miriam Dolhnikoff (Contrasta a visão do José Murilo de Carvalho. Uma das interpretações mais instigantes sobre a temática da formação do Brasil) O parlamento brasileiro e as relações exteriores (1826-1889) – Amado Cervo (Clássico obrigatório. Ótimo para entender as tendências e doutrinas em política externa no parlamento brasileiro) O Rio da Prata e a consolidação do Estado Imperial – Gabriela Nunes Ferreira (Um dos mais importantes trabalhos sobre a relação do Brasil com a região platina) Raízes sócio-econômicas da Guerra dos Farrapos: um capítulo da história do Brasil do século XIX – Leitman (Clássico sobre a guerra civil rio-grandense) Expediente  Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk'nCast; Roteiro e apresentação: C. A. Gravado no estúdio de rádio da Universidade Católica de Santos Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Google+ Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: fronteirasnotempo@gmail.com  Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Cornejo, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto Jr., Danilo Alves Cassonato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Fabio Henrique S. de Medeiros, Felipe Augusto Roza, Iara Grisi, Jonatas Pinto Lima, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Paulo Henrique De Nunzio, Rachel Magro, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Vieira Pimentel, Rômulo Chagas, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e Yuri Morales e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #34: Sistema Político na República Velha (1889-1930)

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Sep 25, 2018 107:28


Preparem seus títulos eleitorais e peguem o seu envelope com a cédula já preenchida conforme as ordens do coronel local. Votar e ser votado, um importante direito no Brasil atual, mas que já foi muito diferente de como o conhecemos hoje (será?…). Com o início da República, o Brasil passou por diversas crises e conflitos internos que somente foram diminuídos a partir das alianças entre as elites estaduais e a criação de um sistema político oligárquico que durou até 1930. Neste episódio: Entenda como se deu a passagem para o novo regime e as crises vividas nos primeiros anos. Conheça as caraterísticas do sistema político republicano, e as mudanças e permanências com relação ao regime anterior, monárquico. Surpreenda-se com a maneira como eram realizadas as eleições na chamada República Velha, o papel do coronel e dos Governadores dos Estados na escolha dos presidentes. Venham conosco refletir sobre a nossa história política para ajudar a entender a importância da nossa democracia atual, que conquistamos a tão duras penas na nossa história republicana. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo Participação do Beraba no MeiaEntradaCast Meiaentradacast #84 – Aniquilação (original netflix) Ouça nossos episódios relacionados Fronteiras no Tempo #8 : Guerra de Canudos Fronteiras no Tempo # 31: Revolta da Vacina Mencionado na Leitura de E-mails Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Google+ Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: fronteirasnotempo@gmail.com Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Talk'nCast Material Complementar Livros CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Cia. Das Letras, 1991. ______. A formação das Almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995. ______. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Brasiliense, 2009. LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997 SEVCENKO, Nicolau (org). História da vida privada no Brasil 3: da Belle époque à era do rádio. São Paulo: Cia das Letras, 1998. HEINZ, Flávio (org.). Por outra história das elites. Rio de Janeiro: FGV, 2006 FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucilia de Almeida N. (Org.) O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo excludente. Rio de Janeiro. Civ. Brasileira, 2002. VISCARDI, Cláudia. O teatro das oligarquias: uma revisão da “política do café com leite”. Belo Horizonte: Fino Traço, 2012. Madrinhas e Padrinhos Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Fabio Henrique Silveira de Medeiros, Felipe Augusto Roza, Iara Grisi Souza e Silva, Jonatas Pinto Lima,  José Carlos dos Santos, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Rachel Magro, Rafael Alves De Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Romulo Chagas, Sr. Pinto, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 1 padrinho anônimo See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #31: Revolta da Vacina

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Jul 4, 2018 93:27


Pegue sua carteira de vacinação, dispa-se das ideias preconcebidas sobre o passado e  embarque com os historiadores C. A e Beraba em mais um episódio do Fronteiras no Tempo que busca entender como e por que um dos principais conflitos políticos e sociais ocorreu, no início do século XX, na cidade do Rio de Janeiro, a Revolta da Vacina. No episódio: Descubra quais as conexões que podem ser estabelecidas entre o fim da escravidão e a revolta, entenda como eram as concepções de República no período, compreenda como se dava a relação entre o poder público e a população e como o conflito se desenrolou dia a dia e surpreenda-se ao descobrir que o medo de tomar a  vacina foi um motivo ínfimo comparado ao real problema enfrentado em 1904 na, então, capital do Brasil. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo  Participação do Beraba em outros Podcasts MeiaEntradaCast #75 – Tropa de Elite Contrafactual #80: E se o Brasil não tivesse ganho a Copa de 70? Mencionado no episódio Fronteiras no Tempo #8 – Guerra de Canudos Fronteiras no Tempo #3 – Crime e Castigo na História Spin de Notícias #205: 09 Faian 2018 (30/05/2018) Vacinas e Revoltas Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Google+ Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: fronteirasnotempo@gmail.com Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: Talk'nCast Material Complementar Livros e artigos CARVALHO, José Murillo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas: o imaginário republicano no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. FERREIRA, J. F. DELGADO, L. A. N  (org.) O Brasil Republicano: o tempo de liberalismo excludente.  v.1. Rio de Janeiro: Civ. Brasileira, 2003. LOPES, Myriam Bahia. O Rio em Movimento: quadros médicos e(m) história 1890-1920. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2000. 136p. PORTO, Mayla Yara. Uma revolta popular contra a vacinação. Cienc. Cult., São Paulo,  v. 55, n. 1, p. 53-54,  Jan. 2003 . Available from . acesso  26 Maio 2018. SEVCENKO, Nicolau. A revolta da vacina – mentes insanas em corpos rebeldes. São Paulo: Brasiliense, 1984. SEVCENKO, Nicolau. História da Vida Privada no Brasil: República: da Bélle Époque à Era do Rádio. V. 3. São Paulo: Cia das Letras, 1997. SCHWARCZ, L. M. STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015. Link Revista da Vacina – lista de referências sobre o tema e o período – http://www.ccms.saude.gov.br/revolta/bibliografia.html Para ver no Youtube Revolta da Vacina dir. Eduardo Vilela Thielen, Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), Rio de Janeiro, Brasil, 1994. Trilha Sonora do Episódio Elegy – Wayne Jones – creative commons Batuque – Mesquita Aquele Abraço – Tim Maia Happy – Pharrell Wiliams O Mundo é um Moinho – Cartola Odeon – Ernesto Nazareth Ma Blushin Roise – Al Jolson Carinhoso – Pixinguinha Atraente – Chiquinha Gonzaga Brasileirinho – Waldir Azevedo Ô Abre Alas – Chiquinha Gonzaga Amor Perdido – Pattápio Silva Brejeiro / Apanhei-Te Cavaquinho – Desconhecido Tristeza do Jeca – Patrício Teixeira Casinha Pequenina – Carlos Galhardo Asa Branca – Luiz Gonzaga Palpite Infeliz – Aracy de Almeida Tempo de Amor – Vinicius de de Moraes e Baden Powell Disparada – Jair Rodrigues Maxixe – Chiquinha Gonzaga The Charleston – Arthur Gibbs Ontem ao Luar – Paraguassu The Entertainer – Scott Joplin Barracão – Elizeth Cardoso Jacob Boom Boom – John Lee Hooker Blue Jeans Blues – Melvin Taylor Blackwood – The Delta Saints Mama África – Chico César Madrinhas e Padrinhos Anderson Garcia, Andressa Marcelino, Artur Cornejo, Caio César, Caio Sérgio, Eani Marculino, Eduardo Lopes, Eduardo Veras, Ettore Riter, Fábio Henrique Medeiros, Iara Grisi, Manuel Macias, Marcela Paparelli, Marcos Sorrilha, Maria Clara Valença, Rafael Saldanha, Rafael Igino Serafim, Rafael Oliveira, Raul L. Borges, Renata Sanches, Victor Silva de Paula, Wagner Andrade, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 Padrinhos anônimos ;-)See omnystudio.com/listener for privacy information.

Presidente da Semana
Deodoro da Fonseca, o homem errado

Presidente da Semana

Play Episode Listen Later Apr 13, 2018 16:48


Primeiro episódio do Presidente da Semana se dedica a Deodoro da Fonseca, o ambíguo marechal que era amigo do imperador, mas derrubou a monarquia. O historiador José Murilo de Carvalho, imortal da Academia Brasileira de Letras, analisa a personalidade e o governo do primeiro presidente do Brasil.

Salvo Melhor Juízo
SMJ #20 - Crise, direito e trabalho

Salvo Melhor Juízo

Play Episode Listen Later Jun 27, 2016 96:53


SMJ #20 – Crise, direito e trabalho O desemprego avança a passos largos no Brasil. Em meio a uma aguda crise que atinge o país, o tema da flexibilização dos direitos trabalhistas volta na imprensa e na boca de grande parte do empresariado. Os argumentos não são novos, de tempos em tempos eles voltam, trazendo consigo termos como “modernização” e “atualização”. Entretanto, como a história brasileira demonstra inequivocamente, os direitos dos trabalhadores sempre viveram na corda bamba, de tal forma que ficar atento é mais que necessário – em especial nestes momentos de crise. Uma infinidade de projetos de leis que estavam esquecidos voltaram à tona em meio a instabilidade política e buscam ampliar a possibilidade de terceirização e permitir a negociação coletiva sobre direitos indisponíveis. Além disso, a Justiça do Trabalho sofreu um forte corte orçamentário (cerca de 90%!) como expressa vingança por parte do autor da lei de orçamento (e que curiosamente hoje ocupa a cadeira de Ministro da Saúde), ameaçando encerrar suas atividades em meados do segundo semestre. Para entender o que está em jogo, o Salvo Melhor Juízo dessa semana trouxe dois especialistas no tema, com experiências na docência e na advocacia trabalhista, Paula Cozero* e Sidnei Machado**. Confira! ========= Indicado no programa: Livros: “Afogados em leis” de John French; “Cidadania no Brasil” de José Murilo de Carvalho; “Infoproletários” de Ricardo Antunes e Ruy Braga; Textos de Marcio Pochmann; CESIT/UNICAMP: http://www.cesit.net.br/ Filmes e documentários: Germinal (1993); O Corte (2005); Terra fria (2005); Requiem for the American Dream (2015); ========= Comentários, sugestões, críticas: contatosalvomelhorjuizo@gmail.com Twitter: @SMJPodcast Facebook: https://www.facebook.com/salvomelhorjuizo/ Instagram: @salvomelhorjuizo Assine o Feed: feeds.feedburner.com/salvomelhorjuizo Compartilhe, divulgue, ajude-nos nesse projeto! *Paula Cozero é advogada trabalhista com experiência em direito sindical. Professora de Direito do Trabalho na UNIBRASIL, é mestra em Direito do Trabalho pela Universidade Federal do Paraná. **Sidnei Machado é advogado trabalhista e previdenciário. Professor Adjunto de Direito do Trabalho e Seguridade Social da Universidade Federal do Paraná. É mestre e doutor em Direito do Trabalho pela Universidade Federal do Paraná. Autor de quatro livros e uma dezena de artigos sobre o mundo do trabalho e suas relações com o direito.

Salvo Melhor Juízo
SMJ #8 - Judiciário e Ditadura

Salvo Melhor Juízo

Play Episode Listen Later Apr 4, 2016 98:00


O fim das “águas de março” e o início do “abril vermelho” é um período em que se busca refletir sobre o que foi o golpe militar de 1964 e quais consequências da ditadura civil-militar ainda rastejam e entulham o Estado brasileiro. Sem o interesse de criar artificiais conexões entre 1964 e 2016, é preciso antes identificar as especificidades daquele período dentro dos jogos de poder e disputas existentes à época. Muito se fala – com razão – sobre a tortura, as violações de direitos humanos, o processo econômico e político, mas nem sempre o papel do direito e do poder judiciário é relevado e revelado nas análises mais tradicionais. Com o objetivo de localizar e analisar o espaço da cultura jurídica nessa história, o Salvo Melhor Juízo desta semana traz para sua bancada dois especialistas no tema, a professora Heloisa Câmara e o pesquisador Guilherme Santander. Confira! =========== Indicado no programa: Livro: História Constitucional Brasileira – Leonardo Barbosa - http://bit.ly/1SsM3CQ Livro: 1964 – Angela de Castro Gomes e Jorge Ferreira Livro: Ditadura e Repressão - Anthony Pereira Livros de Carlos Fico e Elio Gaspari Livro: The Justice Cascade – Kathryn Sikkink Livro: The Radical Evil on Trial – Carlos Santiago Nino Livro: Cidadania no Brasil: o longo caminho – José Murilo de Carvalho =========== Comentários, sugestões, críticas: contatosalvomelhorjuizo@gmail.com Twitter: @SMJPodcast Facebook: Salvo Melhor Juízo Instagram: @salvomelhorjuizo Assine o Feed: feeds.feedburner.com/salvomelhorjuizo Compartilhe, divulgue, ajude-nos nesse projeto!

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #9 – Independência do Brasil

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Dec 16, 2015 103:37


Voltaram! Finalmente! Fizeram uma pausa, mas eles continuam na ativa. Os historiadores Cesar Agenor, “C. A“, e Marcelo Silva, “Beraba”, batem um papo bem descontraído sobre o processo de Independência do Brasil. NO EPISÓDIO: Descubra os sentidos dados a Independência, entenda como as invasões napoleônicas fizeram com que D. João VI tenha sido o primeiro monarca europeu a colocar seus pés na América, compreenda as diferentes percepções dos homens da época sobre o Estado que estava em formação e se surpreenda com a vida como ela é por trás do grito do Ipiranga. Arte da Capa Publicidade Ajude nosso projeto crescer cada vez mais. Seja nossa Madrinha ou Padrinho. www.padrim.com.br/fronteirasnotempo  MENCIONADO NO EPISÓDIO Quadro Independência ou Morte – Pedro Américo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Google+ Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: fronteirasnotempo@gmail.com Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba. Vitrine:  Augusto Carvalho, Edição: C. A Material Complementar Livros, artigos e links ALENCASTRO, Luis Felipe de (org). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das letras, v.2, 1997. CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem/O teatro de sombras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. DEBRET, Jean Baptiste. Viagem pitoresca e histórica do Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Editora da Faculdade de São Paulo, 1978 (2 vols). FRAGOSO, João Luís. Homens de grossa aventura: acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro (1790-1830). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992. FRAGOSO, João Luís; FLORENTINO, Manolo. O arcaísmo como projeto: mercado atlântico, sociedade agrária e leite mercantil no Rio de Janeiro (1790-1840). Rio de janeiro: Diadorim, 1993. FRAGOSO, João; BICALHO, Maria Fernanda; GOUVÊA, Maria de Fátima (org). O antigo regime nos trópicos: a dinâmica imperial portuguesa (séculos XVI-XVIII). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001. GRAHAM, Maria. Diário de um a viagem ao Brasil e de uma estada nesse país durante parte dos anos de 1821, 1822, 1823. LIMA, Oliveira. D. João VI no Brasil. 3.ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996. LUSTOSA, Isabel. Insultos Impressos: a guerra dos jornalistas na independência (1821-1823). São Paulo: Cia das Letras, 2000, 497p. NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das. Corcundas e constitucionais: a cultura política da Independência (1820-1822). Rio de Janeiro: Relume-Dumara, 2003. NEVES, Maria Bastos P.; MOREL, Marco; FERREIRA, Tânia Maria Bessone da C. (orgs.). História e Imprensa: representações culturais e práticas de poder. Rio de Janeiro: DP&A, FAPERJ, 2006. SAINT-HILAIRE, Auguste de . Segunda viagem do Rio de Janeiro a Minas Gerais e a São Paulo (1822). 8.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, São Paulo EDUSP, 1979. SCHWARCZ, Lilia Moritz. A longa viagem da biblioteca dos reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002. SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Cultura e sociedade no Rio de Janeiro: 1808-1821. 2.ed. São Paulo: Ed. Nacional, 1978. SILVA, Maria beatriz Nizza da. Formas de representação na época da Independência (1820-1823). Brasília: Câmara dos Deputados, 1987. SILVA, Maria Beatriz Nizza da. O Império Luso-brasileiro: 1750-1822. Lisboa: Editorial Estampa, 1986. SILVA, Maria Beatriz Nizza da. Ser nobre na Colônia. São Paulo: Unesp, 2005. VIDAL, Laurent; LUCA, Tânia Regina de (orgs.) Franceses no Brasil: séculos XIX-XX. São Paulo: Unesp, 2009. PALLARES-BURKE, Maria Lucia Garcia. A imprensa periódica como uma empresa educativa no século XIX. Cadernos de Pesquisa, FGV, n.104, p.144-161, jul., 1998. REISEWITZ, Marianne. O impacto do ideário iluminista no Brasil; razão e livros sediciosos. Entre Passado & Futuro, São Paulo, n.1, p.41-57, maio, 2002. SIMÕES JUNIOR, Álvaro Santos. Da literatura ao jornalismo: periódicos brasileiros do século XIX. Patrimônio e Memória, Assis, v.n.2, p.1-20, 2006. Vídeos História: Independência no Brasil – parte 1 – João Paulo Garrido Pimenta História: Independência no Brasil – parte 2 – João Paulo Garrido Pimenta Links Artigos disponíveis no academia.eduSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast RioBravo
Podcast 233 - José Murilo de Carvalho - O povo na rua: um contexto histórico

Podcast RioBravo

Play Episode Listen Later Jun 28, 2013 37:13


No Podcast Rio Bravo de hoje, conversamos com o historiador e cientista político José Murilo de Carvalho. Membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Ciências, José Murilo também é professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutor em ciência política pela Universidade Stanford, e foi pesquisador e professor visitante em diversas universidades no exterior. Seu livro sobre a Proclamação da República, "Os Bestializados," se tornou a obra de referência sobre o assunto. Seu "Cidadania no Brasil, o longo caminho" ganhou o Prêmio Casa de las Américas. Neste Podcast, José Murilo de Carvalho faz uma análise da participação popular na Independência no Brasil, na Proclamação da República, e em várias revoltas regionais, como a do Vintém e a da Vacina. Ele traça paralelos com o movimento que está tomando as ruas do Brasil hoje e fala do descrédito da classe política.

Podcast RioBravo
Podcast 233 - José Murilo de Carvalho - O povo na rua: um contexto histórico

Podcast RioBravo

Play Episode Listen Later Jun 28, 2013 37:13


No Podcast Rio Bravo de hoje, conversamos com o historiador e cientista político José Murilo de Carvalho. Membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Ciências, José Murilo também é professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutor em ciência política pela Universidade Stanford, e foi pesquisador e professor visitante em diversas universidades no exterior. Seu livro sobre a Proclamação da República, "Os Bestializados," se tornou a obra de referência sobre o assunto. Seu "Cidadania no Brasil, o longo caminho" ganhou o Prêmio Casa de las Américas. Neste Podcast, José Murilo de Carvalho faz uma análise da participação popular na Independência no Brasil, na Proclamação da República, e em várias revoltas regionais, como a do Vintém e a da Vacina. Ele traça paralelos com o movimento que está tomando as ruas do Brasil hoje e fala do descrédito da classe política.