Podcasts about comuna

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David Tort presents HoTL Radio
David Tort presents HoTL Radio 371 - (David Tort mix Live at Comuna 13 Medellin)

David Tort presents HoTL Radio

Play Episode Listen Later May 8, 2026 55:58


Hello everyone, and welcome once again to HoTL Radio! Today I'm excited to share with you my live DJ mix from the incredible Comuna 13, in my beloved and beautiful Colombia — specifically from the vibrant city of Medellín. www.hotlrecords.com www.facebook.com/hotlrecords www.twitter.com/hotlrecords www.instagram.com/hotlrecords @hotlrecords www.davidtort.eu
 www.facebook.com/davidtort www.twitter.com/davidtort
 www.youtube.com/davidtortofficial

El Topo
Se hace camino al andar

El Topo

Play Episode Listen Later May 7, 2026 60:27


Forrest Heath llegó a Medellín hace ocho años sin hablar una palabra de español. Hoy, a sus 28, lidera Somos Internet: una empresa que nació cableando bares en la Comuna 13 y que ya tiene más de mil empleados retando a los gigantes de las telecomunicaciones en Colombia.Forrest nació en Carolina del Norte. Su mamá cuidaba niños y su papá hacía mantenimiento para el municipio. A los once años hizo su primer Ironman. A los catorce dejó el colegio para montar una empresa de software. Y un día, casi por accidente, viajó a Medellín a visitar a un amigo. Tres días después, decidió quedarse.Hablamos con él de aprender por fuera de la universidad, de su relación con la plata, del optimismo como una decisión, y de por qué cree que en Colombia el futuro todavía está en el futuro.***La marca # 1 de muebles en EE.UU, ahora está en Colombia, y gracias a ellos pudimos amoblar el estudio de El Topo. Como oyentes de este podcast, tienen 10% de descuento con el código ELTOPOASHLEY en las tiendas físicas o a través de este ⁠⁠⁠⁠⁠⁠link⁠⁠⁠⁠⁠⁠. ***Si algún episodio del Topo les ha resonado, ayudado, servido a ustedes o a alguien cercano, consideren unirse a nuestra comunidad. No solo estarán retribuyendo a nuestro trabajo sino que harán parte de nuestra comunidad de manera más directa y recibirán algunos beneficios más. Pueden unirse con el aporte que puedan y quieran aquí: ⁠⁠⁠www.patreon.com/lanoficcion ⁠⁠

Spanish for the Camino
70. Sumérgete en el español

Spanish for the Camino

Play Episode Listen Later May 6, 2026 15:43


Nada mejor que pasar un tiempo en un país de habla hispana y vivir inmerso en la lengua durante las 24 horas del día para mejorar tu español.Sobre todo si vas a un lugar como Almería y tienes varios expertos que te acompañen en esta aventura.De eso hablo en este episodio con Sergio Delgado, de Spanish Experience Almería.

almer el espa comuna sergio delgado
Café del sur
Café del Sur - El tiempo de las cerezas - 03/05/26

Café del sur

Play Episode Listen Later May 3, 2026 58:35


Un recorrido musical y narrativo por la memoria, la política y las heridas del tiempo. Desde la Comuna de París hasta la Guerra Civil española y las sombras del presente, las canciones dialogan con la historia y sus ecos. Entre ironía, compromiso y emoción, el programa explora lo efímero y lo que permanece. Porque incluso en los días extraños... aún florecen las cerezas.Escuchar audio

Enterrados no Jardim
Tenho saudades da Comuna de Paris. Uma conversa com Joana Craveiro

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 223:30


Certa vez Herzog recomendou o cinema como uma arte tão cativante por se manter imune às obsessões dos eruditos, sendo um recreio dos iletrados. Nietzsche desdenhava daqueles que assumem a leitura como um passatempo, essa figura do leitor passivo, que se entrega a um consumo de ideias sem as levar a qualquer efeito. “As primeiras línguas foram cantadas e apaixonadas antes de decaírem, como parcelas frias, metódicas”, dirá Rousseau. “Tudo o que era directamente vivido afastou-se numa representação”… Não faltam variações para esse sinal de um excesso que tão mal disfarça uma deserção, porque acabam por ser muitas vezes aqueles que mais cedo impõem as suas reservas, que raramente assumem qualquer tipo de adesão, de vontade e convicção num ou noutro sentido, aqueles que mais reclamam a capacidade de “inventar o que nunca seriam capazes de viver e fingir que acreditam no que demonstram quotidianamente não lhes interessar” (Eduarda Dionísio). Há uma justa suspeita em relação a um modo de se fazer cercar de signos culturais sem se deixar afectar verdadeiramente por eles. Por todo o lado, vemos como abundam os letrados que se satisfazem num convívio com as palavras em que estas acabam por dizer o contrário daquilo que pareciam ter dito antes; o que tinha uma intensidade, uma razão de ser, perde-a na boca deles. Por isso, esta espécie deve ser encarada com a maior desconfiança, pela profusão de livros e de admiráveis referências que acumulam sem, depois, serem capazes de transmitir nem gosto nem solicitude, muito menos uma paixão. Vemos como trazem sempre muitos livros, muita “cultura”, mas depois todas essas palavras rodam sobre um vazio que asfixia os conceitos, e o que resta é uma língua que, sem poesia, se torna puramente repetitiva, não fazendo vibrar nada. Talvez por isso Barthes gostasse da divisão, das parcelas, das miniaturas, dos anéis, das precisões cintilantes, dos recortes, de uma frágil perspectiva, do traço, de uma escrita que se fica pelo fragmento, uma imagem pendurada, uma sugestão imperfeita. Há um regime cultural que já não se dirige ao comum das pessoas, nem ao indivíduo, mas define essas grandes impersonalidades que parecem ser os perfis mais constantes num tempo em que deixar-se ser profundamente afectado é um sinal de imaturidade, e a nossa sociedade proíbe as batalhas frontais. Tudo se quer corriqueiro, leve, a língua ela mesma está eivada de um ranço crescente, parece reaccionária, enquanto triunfam esses mestres pacóvios que são acolhidos em órgãos de informação cada vez mais assépticos, submetidos sempre àquela infinita solvabilidade dos planos, de tal modo que a propaganda se cose a partir de enredos lenitivos, sendo a moderação precisamente o efeito de censura mais perverso, pois vem varrer todos os traços de polémica, de crítica acerba, ad hominem, para que possa seguir aquele regime de informação orientada, e triunfe a nossa empresa nacional de descerebralização. “No fim, a verdade desaparecerá do mundo (pois a verdade é uma personalidade) e a única coisa que se poderá ouvir será a ventriloquia da espécie humana” (Kierkegaard). Vemos como as palavras são usadas para exibir uma pertença, uma etiqueta, mas nunca implicam nada. A agilidade dos actuais cicerones liga-se a uma certa indiferença. A política para eles é uma ocupação puramente ociosa. “E acho também que finalmente não sonham com qualquer sociedade nem têm qualquer projecto, não se trata de utopia, mas de projecto, não têm qualquer projecto, só têm o sentido do dever das reformas, reformar sem agitar, reformar sem iludir nem desiludir, reformar sem fazer nascer planos que possam ser aberrações, sem chocar, sem violentar as famílias silenciosas nas grandes casas, os lojistas aflitos, os comerciantes que viajam, os industriais nos grandes cruzeiros de verão. Reformar silenciosamente, mantendo o mau gosto que consola e os vícios dourados, os bares, as grandes caçadas, a criadagem nos hotéis e nos palácios – para toda a gente; para toda a gente; os mariscos; as bebidas raras; o álcool; o perfume; destruindo a imaginação muito devagar através da possessão regular e crescente das coisas e dos nomes”… “Pessoas que se fizeram muito velhas e se encontram sempre ao lado do destino”, diz-nos Eduarda Dionísio. O pior é que crescemos e vemos as nossas forças e oportunidades desvanecerem-se enquanto estes “heróis de barro cozido em forno morno” se revezam, e nunca nos saem da frente. Queríamos encontrar zonas onde fosse possível traficar esses perigosos objectos clandestinos, mas está tudo ocupado, e temos sempre de andar sufocados entre o regime burocrático e essa nauseante orgia de literatura que não leva a nada. Enquanto se desencorajam as posturas mais combativas, o compromisso vai no sentido de varrer a substância histórica desta terra para montar sobre ela um templo de patranhas, lendas e mitos. No entanto, há uma outra ideia de utopia, que pode ser útil. Aquela a que se aferra Barthes, uma utopia cujo alcance é fazer sentido das coisas, das suas palavras, de si mesmo. “Diante do presente, perante o meu presente, a utopia é um termo de segunda ordem que permite o desencadeamento do signo: o discurso sobre o real torna-se possível; saio da afasia em que me lança o desassossego de tudo o que em mim corre mal, neste mundo que é o meu. (…) O Texto, por exemplo, é uma utopia; a sua função semântica é fazer significar a literatura, a arte, a linguagem, presentes, ao mesmo tempo que as declaramos impossíveis; outrora, explicava-se a literatura pelo seu passado; hoje, pela sua utopia: o sentido funda-se em valor; a utopia permite essa nova semântica. Os escritos revolucionários sempre representaram pouco e mal a finalidade quotidiana da Revolução, o modo como ela entende que viveremos amanhã, quer porque essa representação corre o risco de edulcorar ou de futilizar a luta presente, quer porque, mais justamente, a teoria política visa apenas instaurar a liberdade real da questão humana, sem prefigurar nenhuma das suas respostas. A utopia seria então o tabu da Revolução, e o escritor teria a função de o transgredir; só ele poderia arriscar essa representação; como um sacerdote, assumiria o discurso escatológico; fecharia o círculo ético, respondendo por uma visão final dos valores que presidem à escolha revolucionária inicial (aquilo por que alguém se torna revolucionário).” Neste episódio, depois de na véspera se ter dado em nós um baque, de termos sido levados a um confronto com um desses tão raros e perigosos enredos clandestinos, uma verdadeira refrega onde o presente ressurgiu inscrito num sério balanço e compromisso histórico, pudemos ter uma perspectiva admirável do que seria um país onde fossem surgindo focos de contágio, zonas conspirativas, lugares abertos, espantados, tomados de sentimentos frescos diante de histórias que estão muito mal contadas, uma revolução descontada, em nome de uma versão interesseira dos factos, que procura a todo o momento fingir que tudo aquilo não passou de uma perturbação indesejável, dezanove meses e depois outros tantos dispersos, e memórias, sinais de uma vontade que continua por aí, fazendo resultar aquela prática arcaica e solitária da literatura, que são os sinais de uma esperança condenada, murada, sob vigilância, e que se exerce clandestinamente, por não haver condições para se exercer desafiadora, desabridamente, em público. Cultivadora de brechas, de insistências, de fulgores represados, ao longo de um quarto de século, Joana Craveiro, à frente do Teatro do Vestido, tem-se mantido comprometida com uma réplica, essa invenção de um universo paralelo, como se a revolução não fosse só matéria de arquivo, um corpo mais ou menos frio, sujeito a uma demorada autópsia. Comprometida com a invenção, a abertura de planos, para acolher a multiplicidade de vozes que falam, matizam e se contradizem a partir de um número incalculável de registos e páginas, permitindo confiar que a verdade pode escapar à manipulação. Depois de tantas investidas, Torrente, a última criação do grupo, debate-se com as formas e os dilemas do mundo estereotipado que nos é servido, e procura elementos de restituição, de força e de alegria, e fá-lo noutro registo, noutra dimensão, como num sonho cheio de memórias para reenquadrar. Neste mesmo sentido, vale a pena reconhecer um paralelo com a figura da memória alheia, uma vez que a situação de muitos de nós é a dos que chegam demasiado tarde, e só podem sentir saudades de algo que não viveram, mas essa foi precisamente a chave que permitiu a Borges definir a tradição poética e a herança cultural. “Recordar com uma memória estranha é uma variante do tema do duplo, mas é também uma metáfora perfeita da experiência literária. A leitura é a arte de construir uma memória pessoal a partir de experiências e recordações alheias. As cenas dos livros lidos regressam como lembranças privadas. São acontecimentos entrelaçados no fluxo da vida, experiências inesquecíveis que regressam à memória, como uma música.” Perseguindo uma poética da revolução, num ensaio livre, cheio de argúcias dramatúrgicas, e com uma intencionalidade que faz de actores, técnicos e outros cúmplices, verdadeiros comparsas num assalto às consciências, esta peça cruza uma série de possibilidades e retoma o sentido e a vontade da revolução naquele fazer diário que implica um não-saber, um fazer contra si mesmo, contra as convenções, contra aquele gosto do bom comportamento que hoje se generalizou, e que faz das zonas culturais os últimos lugares onde é possível imaginar que algo de inesperado possa ocorrer. Pelo contrário, esta peça convida-nos para a cena de um crime, onde os indícios, as provas estão ainda por colher, onde talvez seja possível prestar socorro às vítimas, ou até reconhecer-se como o culpado.

Librería Traficantes de Sueños
Charla: La Forma-comuna. La lucha como forma de habitar

Librería Traficantes de Sueños

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 70:35


Con Kristin Ross, la autora de La forma-comuna. La cuarta sesión se Nociones Comunes se centra en la noción de forma-comuna desde la perspectiva del lujo comunal, tal como la desarrolla Kristin Ross, para pensar la revolución no como promesa futura ni como ideal normativo, sino como una transformación material de la vida en el presente.

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The Maverick Show with Matt Bowles
383: Travel as Activism: Priyanka Surio's Framework for Sustainable and Regenerative Travel

The Maverick Show with Matt Bowles

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 66:21


Learn how to make travel choices that support local communities, avoid harm, and meaningfully give back around the world. ============================ Get the Monday Minute my weekly email with 3 personal recs for travel, culture, and living beyond borders you can read in 60 seconds. ============================ ON THIS EPISODE In Part 2 of this conversation, Priyanka Surio shares her framework for thinking about travel as a form of activism and breaks down the difference between sustainable and regenerative travel. She outlines an 8-part model built around four sustainable mindsets and four world-changing forces that can help travelers make more intentional decisions about where they go, how they spend time, and who benefits from their presence. Drawing on examples from places like Hawaii, Puerto Rico, Costa Rica, and Comuna 13 in Medellín, Priyanka examines how tourism can either extract from or support local communities, and offers a more conscious approach to cross-cultural travel and global exploration. She also reflects on her own activism journey—including being arrested at Black Lives Matter protests in Washington, DC—and how these experiences shaped her belief that travel can be a tool for solidarity and collective impact. This episode explores how to align your travel lifestyle with your values and contribute meaningfully to the places you visit. → Full show notes with direct links to everything discussed are available here. ============================ FREE RESOURCES FOR YOU: See my Top 10 Apps For Digital Nomads See my Top 10 Books For Digital Nomads See my 7 Keys For Building A Remote Business (Even in a space that's not traditionally virtual) Watch my Video Training on Stylish Minimalist Packing so you can join #TeamCarryOn See the Travel Gear I Use and Recommend See How I Produce The Maverick Show Podcast (The equipment, services & vendors I use) ============================ ENJOYING THE SHOW? Follow The Maverick Show on Instagram and DM Matt to continue the conversation Please leave a rating and review — it really helps the show and I read each one personally You can buy me a coffee — espressos help me produce significantly better podcast episodes! :)

il posto delle parole
Pietro De Marchi "Alla giusta stagione"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 24:11


Pietro De Marchi"Alla giusta stagione"PoesieEdizioni Casagrandewww.edizionicasagrande.comUna sequenza di quadri, accensioni, piccole “storie naturali” da cui emerge tutto un senso del vivere, delineata in versi dove si alternano toni lirici e giocosi, espressioni colloquiali e citazioni letterarie.La nuova raccolta di poesie di Pietro De Marchi è, come le precedenti, un libro dal passo leggero che rifugge da ogni enfasi drammatica, pur essendo caratterizzato, forse, da un più forte e doloroso senso di dispersione della memoria personale e collettiva. È questa lucida consapevolezza che acuisce, qui, la sensibilità del poeta per le tracce che le persone e le cose lasciano nella nostra esistenza: «reliquie, relitti spiaggiati» dai quali la vita, per quanto fuggevole e impalpabile, può a volte riaffiorare con sorprendente intensità. «Morti siamo, vivi fummo / e questo è tutto, proprio tutto / quel che c'è da sapere», dice l'ignoto di Waterloo in una poesia-monologo collocata al centro del libro. Ma è davvero così? Forse qualcos'altro da sapere c'è, lascia intendere De Marchi, e lo si intuisce nel lavoro del boscaiolo che, sapendola riconoscere, taglia i tronchi «alla giusta stagione», o nel movimento lieve delle bambine in monopattino che con il loro «dlìn dlìn argentino» sembrano suggerire ai passanti: «Caschi pure il mondo / noi oggi siamo qui». Pietro De Marchi ha studiato presso le Università di Milano e di Zurigo, dove ora insegna letteratura italiana come professore titolare. È inoltre „Professeur associé“ all'Università di Neuchâtel e incaricato di corsi all'Università di Berna. Autore di numerosi studi di carattere filologico e letterario, si è occupato di poeti e prosatori della Svizzera italiana, in particolare di Giorgio Orelli, e dirige attualmente un progetto di ricerca del Fondo Nazionale Svizzero. Dal 2006 al 2011 è stato membro del Consiglio di Fondazione di Pro Helvetia. Attivo anche come poeta, ha ottenuto vari riconoscimenti tra cui il premio Schiller nel 2007.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

il posto delle parole
Francesco Ottonello "La nostra villeggiatura celeste" Pietro Polverini

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 17:06


Francesco Ottonello"La nostra villeggiatura celeste"Poesie 2012 - 2021Edizioni Interlineawww.interlinea.comUna raccolta di testi inediti di Pietro Polverini (1992-2023), una delle voci poetiche italiane più intense e vertiginose della sua generazione, cresciuta tra analogico e digitale. L'intento è quello di fornire un “ritorno” da quella «vacanza celeste» ossessivamente profetizzata dai versi del poeta. «l'opera di Polverini consiste anzitutto in una profonda meditazione sul senso di scomparsa individuale: anche il suo esordio è un libro sullo sbiadimento e sulla memoria come ricerca ossessiva della parola fino alla dissoluzione. Più che un itinerario, una “vacanza” da cui non tornare, intesa nel senso etimologico di vuoto» (dalla Presentazione di Francesco Ottonello).Pietro PolveriniPietro Polverini (1992-2023) viveva a Macerata dove, dopo aver conseguito la laurea magistrale in Filosofia con una tesi in Teorie dell'arte dal titolo Un'estetica dattilografica. Appunti su Amelia Rosselli, stava perfezionando i suoi studi con un secondo percorso in Filologia moderna. La sua attività critica era rivolta alla letteratura italiana moderna e contemporanea: recentemente si era occupato di Giovanni Prati e Clemente Rebora. Aveva all'attivo contributi confluiti in riviste accademiche e volumi universitari dedicati a Patrizia Valduga, Vivian Lamarque, Pier Vittorio Tondelli. Era redattore di “Mediumpoesia”. Alcuni suoi versi sono apparsi sul quotidiano “la Repubblica”, per La bottega della poesia, a cura di Gilda Policastro, e nell'antologia Lo spazio e l'onda. Una teoria di giovani poeti marchigiani (Seri, 2021). Nel 2022 ha pubblicato la raccolta di poesie Indice sommario di sbiadimento (peQuod).Francesco Ottonello (Cagliari 1993), poeta e studioso, ha pubblicato la monografia Pasolini traduttore di Eschilo (GRIN 2018) ed è dottorando di ricerca presso l'Università degli Studi di Bergamo. Il suo esordio Isola Aperta (Interno Poesia 2020, pref. Tommaso Di Dio) ha vinto il «Premio Gozzano Opera Prima». Le sue poesie sono state tradotte in inglese, portoghese, spagnolo, greco e sono presenti in diversi volumi antologici: I poeti nati negli anni Ottanta e Novanta (Interno Poesia 2020, vol. II), La radice dell'inchiostro (Argolibri 2021), Distanze obliterate (Puntoacapo Editrice 2021) e Queerfobia (D editore 2021). Dirige MediumPoesia ed è redattore di «Bezoar – Rivista di poesia contemporanea» (Perrone, 2021.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Vanguardia Obrera
4x227 | ¿Estado burgués o Estado tipo Comuna?

Vanguardia Obrera

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 76:22


En este episodio en vivo, exploramos la diferencia fundamental entre el Estado burgués tradicional y la alternativa histórica de la Comuna. Desde el análisis del clientelismo regional y los contratos públicos como moneda de cambio, hasta las medidas radicales de 1871: abolición del ejército permanente, cargos revocables y la fusión del poder legislativo y ejecutivo.Acompáñanos en este debate sobre la estructura del poder, el rol del reformismo y la vigencia de una democracia directa controlada por la clase trabajadora.Trataremos, entre otros, los siguientes temas: La anatomía del Estado burgués y su financiación. Clanes políticos: ¿Voto libre o control territorial? La Comuna de París: 72 días que cambiaron la historia.

Podcasts FolhaPE
Comuna 13 é o atrativo em alta, no momento, em Medellín, na Colômbia

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 3:23


O Folha Turismo desta sexta-feira vai até Medellín, na Colômbia. O jornalista Fabiano Antunes, do site de viagem Rota1976.com, fala pra gente sobre a Comuna 13, um atrativo que tá super em alta. No morro, grafitagens, ateliês e escultura gigantes que podem ser vistas de vários ângulos. Entre as esculturas gigantes estão a Índia, o Gorila e o Cristo. Cada um deles cobra o acesso para fazer fotos e elas são feitas no nosso celular pelo fotógrafo do atrativo. Custa entre R$ 15 e R$ 20 a entrada. Vale a pena conferir as fotos incríveis, também o podcast da Folhape!

Programa Brasil de Fato MG
“As pessoas não são fascistas, elas estão enganadas”, aponta pastor evangélico Fillipe Gibran

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 61:08


Diante dos recentes acontecimentos envolvendo algumas igrejas evangélicas no escândalo do Banco Master e a importância de debater com maior profundidade o impacto desse grupo religioso na realidade brasileira, o Visões Populares entrevista Fillipe Gibran, pastor da igreja Comuna do Reino, em Belo Horizonte, e produtor conteúdo digital para o público cristão. Advogado, filósofo e teólogo, ele defende o papel central do texto bíblico no debate político e a perspectiva de uma espiritualidade libertadora.“Trabalho de base no Brasil hoje significa pegar a Bíblia e ir discutir com o seu João e com a dona Maria. E, quando isso é feito, a gente percebe que as pessoas não são fascistas, elas estão enganadas”, afirma. Confira o episódio completo:

Pasadas por alto
Por un nuevo espacio verde en Balvanera

Pasadas por alto

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 16:02


Vecinxs de la Comuna 3 (Balvanera y San Cristóbal) buscan convertir un terreno baldío que se encuentra en Ayacucho y Perón en una Plaza Pública. Charlamos con Hugo, vecino del barrio e integrante del Consejo Consultivo de esa Comuna 3.

Más de uno
La Cultureta 12x23: El nacimiento del Impresionismo (y la muerte de Robert Duvall)

Más de uno

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 32:02


Despedimos al actor de 'El Padrino', 'Apocalypse Now', 'Network' o 'Matar a un ruiseñor', Robert Duvall, debatiendo sobre su posible (y oportuna) ausencia de carisma o belleza en comparación con las rutilantes estrellas que siempre lo rodearon. Lo hacemos con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, hemos leído 'París en ruinas', una fascinante inmersión en la Francia artística y convulsa (Guerra Francoprusiana, Comuna de París) que, en torno a 1870, dio a luz el estilo pictórico de Monet, Degas, Cezanne o Pissarro: el Impresionismo.

La Cultureta
La Cultureta 12x23: El nacimiento del Impresionismo (y la muerte de Robert Duvall)

La Cultureta

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 32:02


Despedimos al actor de 'El Padrino', 'Apocalypse Now', 'Network' o 'Matar a un ruiseñor', Robert Duvall, debatiendo sobre su posible (y oportuna) ausencia de carisma o belleza en comparación con las rutilantes estrellas que siempre lo rodearon. Lo hacemos con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, hemos leído 'París en ruinas', una fascinante inmersión en la Francia artística y convulsa (Guerra Francoprusiana, Comuna de París) que, en torno a 1870, dio a luz el estilo pictórico de Monet, Degas, Cezanne o Pissarro: el Impresionismo.

Más Noticias
La Cultureta 12x23: El nacimiento del Impresionismo (y la muerte de Robert Duvall)

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Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 32:03 Transcription Available


Despedimos al actor de 'El Padrino', 'Apocalypse Now', 'Network' o 'Matar a un ruiseñor', Robert Duvall, debatiendo sobre su posible (y oportuna) ausencia de carisma o belleza en comparación con las rutilantes estrellas que siempre lo rodearon. Lo hacemos con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, hemos leído 'París en ruinas', una fascinante inmersión en la Francia artística y convulsa (Guerra Francoprusiana, Comuna de París) que, en torno a 1870, dio a luz el estilo pictórico de Monet, Degas, Cezanne o Pissarro: el Impresionismo.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.

El Dollop
E349: Casa de David: La Comuna Beisbolista

El Dollop

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 41:27


En este episodio exploramos la surrealista historia de la Casa de David, una comuna religiosa fundada por Benjamin Purnell en Michigan a principios del siglo XX. Lo que comenzó como un grupo apocalíptico que creía en la inmortalidad y prohibía cortarse el cabello o la barba, terminó convirtiéndose en uno de los fenómenos más grandes del béisbol en la historia de Estados Unidos.Síguenos y visita nuestro sitio oficial:https://www.instagram.com/eldollophttps://twitter.com/eldollophttps://www.facebook.com/eldolloppodcastLos Dollops:  @ninguneduardo @bryanthemachinehttp://eldollop.com

Zafarrancho Vilima
Negueira de Muñiz, Lugo en la España Barbaciada

Zafarrancho Vilima

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 15:55


Dejamos atrás las pallozas y el humo de Balboa, y nos preparamos para una etapa de transición geográfica y emocional. Vamos a cruzar la frontera administrativa para entrar en Galicia, concretamente en la provincia de Lugo. Pero ojo, que no vamos a un sitio cualquiera. Vamos a visitar el Santo Grial de la despoblación gallega. Vamos al municipio con menos habitantes de toda Galicia. Cogemos carreteras comarcales que desafían las leyes de la física y el sentido común, y tras unos 60 kilómetros de curvas, bosques infinitos y paisajes que te quitan el hipo (y el mareo), llegamos a Negueira de Muñiz. Agárrense a la silla: este municipio tiene 228 habitantes. Sí, habéis oído bien. 228. En mi bloque de pisos hay más gente en la reunión de la comunidad peleándose por la derrama del ascensor. Su gentilicio es negueirense, y probablemente se conozcan todos no solo por el nombre, sino por el DNI. La historia de este pueblo es digna de una serie de tres temporadas en Netflix. Hasta 1925, esto pertenecía al municipio vecino de A Fonsagrada, pero decidieron independizarse. Le pusieron el apellido "de Muñiz" en honor a José Antonio Muñiz, un político de la época que, suponemos, les prometió el oro y el moro, o al menos una carretera asfaltada, y les cayó bien. Pero el verdadero drama, el giro de guion que cambió la historia de Negueira, llegó en los años 50 con la construcción del Embalse de Salime. Esta obra faraónica del franquismo embalsó el río Navia y partió el municipio literalmente en dos. Fue una carnicería demográfica. El agua anegó las mejores tierras de cultivo, los puentes y los caminos. Varias aldeas quedaron totalmente aisladas del resto del mundo, sin luz, sin teléfono y sin acceso rodado. La gente, lógicamente, tuvo que emigrar, dejando atrás casas, recuerdos y una vida entera. Aquello se quedó más vacío que la sede de Ciudadanos. Pero aquí viene lo curioso. En los años 70 y 80, cuando aquello parecía un escenario post-apocalíptico, llegaron nuevos pobladores. Grupos de hippies, naturalistas y gente buscando una vida alternativa descubrieron este paraíso perdido y ocuparon las aldeas abandonadas, como la famosa aldea de "O Foxo". Crearon la Comuna de Negueira, viviendo de la tierra, del amor libre, de la artesanía y de lo que buenamente surgiera. Se creó una mezcla sociológica fascinante: los paisanos gallegos de toda la vida, con su boina y su vaca, conviviendo con gente llegada de media Europa con rastas y huertos ecológicos. Y oye, parece que se entendieron, o al menos se toleraron. Uno de los grandes hitos recientes de Negueira es que, por fin, tienen puentes. Durante décadas, para cruzar de un lado a otro del embalse tenían que usar barcas, lo cual es muy romántico si vas de picnic un domingo, pero una putada si tienes que ir al médico un martes de noviembre lloviendo a cántaros. El patrimonio aquí es la Naturaleza con mayúsculas y negrita. Negueira tiene un microclima especial, más cálido que el resto de Lugo, lo que permite que crezcan alcornoques y viñedos. De hecho, aquí se hace un vino tinto muy peculiar y muy escaso, que no tiene nada que ver con el Ribeiro ni el Albariño. Es un vino heroico, cultivado en bancales que caen a plomo sobre el embalse. También destaca la Iglesia de San Salvador, sencilla y humilde, que ha visto pasar más historias de supervivencia que de religión. Visitar Negueira es ver la resistencia pura y dura.

Comunidade da Graça em Vila Carrão
Mentoria para Liderança: DISCIPLINAS ESPIRITUAIS // Vanessa Belmonte

Comunidade da Graça em Vila Carrão

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 80:43


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Podcasts FolhaPE
Folha Turismo desta sexta-feira vai até a cidade de Medellin, na Colômbia

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 3:22


O jornalista Fabiano Antunes, do site de viagem Rota1976.com, fala pra gente dos principais passeios incluindo aí o Comuna 13 que é o espaço mais visitado do momento, além da Plaza Botero, El Pueblito, Jardim Botânico e muito mais!

El Faro
El rompeolas | Salvar un barrio a través del arte urbano

El Faro

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 3:52


Está más que estudiada y demostrada la capacidad del arte urbano de ir más allá de lo puramente estético y traer una transformación era para barrios condenados a la marginalidad. Pueden presumir de ello zonas como Comuna 13, en Medellín, con un pasado marcado por la violencia, las drogas y la presencia de grupos armados, hoy es una de las zonas más turísticas de la ciudad. Pero no hace falta cruzar el charco para comprobar el impacto del arte urbano. Hablamos con Oráculo, uno de los artistas de Estudio Graffiti que se dedica a llenar las calles españolas de color con grandes murales. 

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
"La tierra tiene que seguir hablando": madre buscadora en La Escombrera de la Comuna 13 en Medellín

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 11:33


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Dr Mary Travelbest Guide
Medellin Colombia Part 2

Dr Mary Travelbest Guide

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 7:56


   Medellin, Colombia.Part 2  Welcome to Dr. Mary Travelbest Guide Quick-Fire FAQ: Drying Out Wet Clothing. How do you do that on the road? How do you dry your wet belongings while traveling, especially when you're solo? Especially in a humid area, it's hard to get things dry. When you solo travel, you have more control over your time constraints, so plan to let things dry. When it's damp, the best way to dry your clothes is by maximizing water removal before drying.  Try the towel roll trick. First, lay the clothes flat on a towel, roll them up, and twist to ring out the moisture. Use strong airflow and ventilation, such as fans or dehumidifiers, and space clothes out for even evaporative drying indoors. If safe, place clothes near a heater or radiator, but not directly on it, for fire safety. Use a dryer if possible. Store thoroughly dried clothes in airtight containers or use moisture absorbers if needed. Sometimes, you will have to pack a wet garment, but you have some control over it if you are solo. 60-second confidence challenge: Travel Navigation apps 2025 Travel apps to use regularly before you leave: Make your own list of about 5 of them. My favorites are Google Maps and Rome to Rio.  Apple has a map, and several others are decent. Select a destination and research the transportation options and associated costs.   If you like today's Confidence Challenge, an entire Chapter on Maps of my A book dives deeper  into how to build confidence using maps—link in description.”    See Book A for addressing this challenge of using travel apps for directions. Find it on the website​​ at 5StepsToSoloTravel.com or on Amazon. It's a several-part series.   Destination Deep‑Dive Today's special destination is Medellin, Colombia. Part 2   This is part 2 of my visit to Medellin, Colombia. Colombia was the first country on my trip, and I really enjoyed Medellin, even though it was raining a lot of the time I was there. For the most part, I felt safe. Part 1 discussed the changes since the 1990s and a few of the attractions I suggested. There have also been some problems. Drug Trafficking Today Colombia remains the world's leading cocaine producer, and armed groups and organized crime still participate in the trade, according to InSight Crime. While the infamous Medellín Cartel no longer operates, its historical legacy persists. In neighborhoods with tourist traffic, drugs may still be present—but such activity tends to occur behind the scenes. https://colombiareports.com/manufacturing-colombian-fascism-story-gomez-family/ Where should you stay? Try the Poblano neighborhood. I swam in the rooftop pool at the Los Patios Suites hostel, which provided a relaxing soak, and it offered views of the surrounding neighborhoods. It rained a lot in this city in May, which was during the fall season. One of the drawbacks of the rain and humidity was the presence of mosquitoes. My shoes got wet and never really dried.   Final Thoughts on Medellin Safety: Medellín is significantly safer than it was in the past, but it's still advisable to avoid risky situations, such as unplanned nightlife excursions or meetups through dating apps. Drug Trafficking: Still present at broader levels, but doesn't dominate everyday tourist life—unless one seeks it out. Itinerary Picks: For women over 50, I'd highlight coffee tours, Comuna 13 storytelling, parks like Arví, cultural sites like Nutibara and Palacio de la Cultura, and the bike-share system—each offering memorable, relaxed experiences with minimal risk. Smart Move and Slip-up pairing: I got hit by the caffeine in Colombia. Too much. I had a hard time falling asleep. So don't order a full cup, or only drink half. I had trouble sleeping due to the coffee I had at noon. Hyped up all day! Cut out caffeine if you're not accustomed to the buzz and want to sleep well. Take away mantra and goodbye.   In Medellin, I got lost and turned around to go back, frustrated and weary. It was raining. I was soaked. Dejected and upset, I was mad at myself and felt bad. But then something changed. The next thing I saw was a Christian church that was just about to start its service, so I stayed for two hours. God was with me on that journey. A woman in the church had her Uber driver drop me off near the metro, so I could then continue on my journey. The day turned out better than expected. I'm leaving you today with the hope that your next trip will have a positive impact on you and others as well.  

Dr Mary Travelbest Guide
Medellin, Colombia Part 1

Dr Mary Travelbest Guide

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 12:10


Medellin, Colombia   60-second confidence challenge:    The confidence challenge is to meet someone new today. You might stop by the mailbox to say “hi,” or visit a park where people are less in a hurry. Start a conversation with someone new today. If you like, then get their name and phone number and give them a call.   If you like today's Confidence Challenge, Chapters of my book dive deeper  into how to build confidence using it—link in description.”    See Book A for addressing the challenge of meeting new people Find it on our website at https://www.5stepstosolotravel.com/ or on Amazon. It's a several-part series.   Destination Deep‑Dive   Today's special destination is Medellin, Colombia, part 1 of 2 Let's start by discussing the history and some ideas on what to see. Part 2 will focus on what else you can experience.   We've all heard stories about drug trafficking in Medellín, in Colombia. I've found that the homicide rate has dropped from 1991, when it was around 400 per 100,000, to 15 in 2022. That's even below the average for Colombia, which is 23 per 100,000. Crime has decreased by 80% since 1991, and poverty has dropped by over 96%, indicating significant improvements in social and safety conditions.   Medellín is considered safe for tourists. Police are present in popular areas. That said, petty crime—including pickpocketing, armed robberies, and drugging-related scams—still occurs, especially targeting visitors to Medellin Tours. Look for places like El Poblado, Laureles, and Envigado—great for planning your visit! That's what I did.      Behance+14Medellin Advisors+14Easy Travel 4U+14Medellin Advisors. Blue Ocean Strategy. Current Safety Landscape Medellín is generally seen as safe and welcoming for tourists, with a noticeable increase in police presence in popular areas.   Behance+13Two Travel Concierge+13Easy Travel 4U+13. Stay away from drugs, dating, and risky situations.. Serious incidents and tourism-related risks have occurred. In recent years, there has been a disturbing rise in violent crimes against tourists, notably involving drug-facilitated robberies or worse, often after meetings via dating apps. Some American tourists were killed after being drugged.  AP News. There's also an uptick in sex trafficking and exploitation, particularly affecting local women and migrants.  AP News+1. While Medellín is much safer than it once was, you should remain vigilant—especially in nightlife areas and when meeting strangers through apps. Comuna 13 Graffiti Tour I took a day to explore Comuna 13. It's known for street art. I'd recommend you take this powerful cultural experience that highlights Medellín's rebirth through street art.  Medellin Advisors+3Medellin VIP+3en.wikipedia.org+3. My experience at Comuna 13. I took a bus from the San Javier Metro station. It was a very crowded intersection where I got off. It was busy at about 5 pm. Two young women helped me with the right exit from the bus, and even shared their food with me. They wanted me to try a special local dish, so I did. On the way home, I again took Bus 95 back to San Javier metro station.  Parque Arví via Metrocable Another idea for a solo female traveler is this park. Enjoy fresh air and scenic views in this ecological park. Accessible via gondola, it offers hiking, nature trails, food markets, and the chance to immerse yourself in the region's flora and history  theunconventionalroute.comen.wikipedia.org. My experience with Mother Nature included fresh air and a visit to the park. This trip through the jungle, AND part of the public transportation, is part of the Amazon experience. It's not called that while on the gondola, but that's what I believe. Arvi Park Metrocable was the longest gondola/cable car I have seen or been on. Trust the cable. Listen to the sounds of the city. Dogs, roosters, kids, music, it's all a delight as I ride down. I made two recordings in the cable car/soundbooth.  The experience on this gondola is a must-do. Bring a picnic lunch.  6. Bolívar Park & Sunday Concerts Relax in this historic urban park, stroll through its green spaces, and enjoy the open-air plaza.   Smart Move and Slip-up pairing: With safety a concern on my first visit to Medellin, I took a taxi to my hostel from the airport. I accepted a ride from the first driver I saw, and he was nice, but the fare was expensive, around $30 plus tip. My hostel cost that much for the night, which was over my budget, but it was an experience. Back at the airport, I was able to take a bus for only $2.00. If I had known how easy it was to do that, I wouldn't have taken the taxi.  The driver was a professional and he gave good service. He even offered me a better rate if I hired him again.  So, which would I take next time? The bus was a good experience, but the taxi was even better when I first arrived and was not confident of my surroundings. I am passing this on to my listeners like you.  Here's my tip for you.  Read your boarding pass very carefully for the “boarding time.” Can you arrive at the airport at least 2 hours before your flight? Sometimes, airlines expect you to arrive at the gate ready to board 50 minutes before departure. So my challenge is to cut down on the stress and anxiety.   Resources Roundup   Find my Instagram or TikTok. I regularly update solo female content on that site. Please let me know if you find this resource helpful, especially if you're in your prime.  Take away facts on travel and goodbye.   Good news: Motorists killed fewer pedestrians last year compared to 2023, marking the second consecutive year of declines. Drivers killed 7,148 People in 2024, down 4.3% vs 2023.  This statistic is still higher than in 2016, by 19.2%.   Fewer people overall died in traffic crashes in 2024. Still, it was 40,000 people.  Pedestrian deaths are rising at a faster rate than overall traffic deaths. From 2009 to 2023, pedestrian deaths rose 80% while all other traffic deaths increased 13%—source: Kiplinger Washington Editors.

Crimepod Puerto Rico
La Comuna Hippie (Parte 2)

Crimepod Puerto Rico

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 26:17


Envíanos un mensaje!En el episodio número 264 hablé de la comuna hippie del pueblo de Caguas, pero como mencioné en aquel episodio el fenómeno hippie se regó por todo Puerto Rico. Muchos de ustedes me dijeron que querían escuchar más acerca de este fenómeno. Es por eso por lo que en el episodio de hoy te estaré dando los detalles que pude encontrar sobre las otras comunas hippies que surgieron en Puerto Rico a principios de la década de 1970. Fuentes de información y documentos adicionales disponibles en Patreon.Si estás buscando un cambio de carrera o escalar al próximo nivel gerencial o ejecutivo, un buen resumé y buen perfil para LinkedIn será crucial. Los servicios de Career Branding son personalizados y conllevan una reunión telefónica para discutir la experiencia e identificar información que añada valor. Todo de manera confidencial. También trabajan resumés para el gobierno federal.  Comunícate con Career Branding al 787.300.7777 para más detalles o visita www.resumeprofesional.com.Este episodio también es traído a ustedes por Jabonera Don Gato. Los jabones Don Gato son hechos a mano, sin químicos dañinos ni detergentes. Elaborados con aceites naturales, esenciales y aromáticos, seguros para la piel. Pruébalos y siente la diferencia. Visítalos en jaboneradongato.com y utiliza el código "Crimepod" para obtener un 10% de descuento en tu compra.Puedes llamar a Fernando Fernández Investigador Privado y Forense con más de 17 años de experiencia a nivel local e internacional al 787-276-5619 o visítalo en: Fernando Fernandez PIEste episodio es traído a ustedes por Libros787.com. Ordena tus libros favoritos escritos por autores puertorriqueños desde la comodidad de tu casa. Utiliza el código promocional: CRIMEPODPR para que recibas envío gratuito en tu primera compra. Envíos a todas partes de Puerto Rico y Estados Unidos.Career Branding, Don Gato, FF & 787Support the show

il posto delle parole
Ines Testoni "Essere eterni"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Oct 1, 2025 31:42


Ines Testoni"Essere eterni"Manifesto contro la morteIl Saggiatore Editorewww.ilsaggiatore.comUna delle cose che abbiamo compreso nel corso della nostra storia è che la morte è, tra tutte, l'esperienza più universale e ineludibile. Eppure, nello stesso momento in cui noi esseri umani abbiamo realizzato la sua esistenza, abbiamo anche iniziato a desiderare il suo superamento. Questo desiderio ha dato vita nei millenni a superstizioni fugaci e religioni millenarie, visioni mistiche e fantasie letterarie, sistemi filosofici complessi e ricerche scientifiche postumane, ma ognuna di queste soluzioni ha finito per alimentare una ulteriore voglia di allontanare i limiti che la biologia ci ha imposto. In queste pagine Ines Testoni ripercorre la tradizione del pensiero occidentale per offrire nuove risposte a un presente assieme colmo di disincanto rispetto alla possibilità di una vita spirituale dopo la morte e ossessionato dalla necessità di sconfiggere il tempo. Ripercorrendo le riflessioni di Parmenide sul nulla assoluto, «impensabile» e «inesprimibile», e gli studi della psichiatra Elisabeth Kübler-Ross sui malati terminali, la sensazione di eternità provata e descritta tra gli altri da Jorge Luis Borges e le conclusioni di Baruch Spinoza o Emanuele Severino, Testoni tenta di individuare una nuova via per superare il terrore dell'annientamento senza finire in derive autoritarie o nichilistiche. Essere eterni è un manifesto per liberarci dall'angoscia della fine. Un invito a ripensare il rapporto tra tempo, morte e trascendenza in modo non dogmatico, riconoscendo attraverso la ragione ciò che siamo davvero: esseri in bilico tra il desiderio di assoluto e la coscienza della nostra fragilità. Perché quando riusciremo a scoprire ciò che ci rende, da sempre, immortali, allora potremo anche trovare un modo radicalmente nuovo di vivere questa esistenza.Ines Testoni (Brescia, 1957) è professoressa di Psicologia sociale e Psicologia delle relazioni di fine-vita, perdita e morte presso l'Università di Padova, dove dirige anche il master Death Studies & the End of Life e il corso di perfezionamento di CAT: Creative Arts Therapies, finalizzato al supporto di persone discriminate. Con il Saggiatore ha pubblicato Il grande libro della morte (2021) e Il terzo sesso (2023).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Regras do Jogo - Holodeck
Análise Comuna #002 – Gears of War e Colonialismo

Regras do Jogo - Holodeck

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 74:31


No segundo episódio do Análise Comuna, fazendo uma análise da série Gears of War. O episódio começa contextualizando o lançamento do primeiro jogo da série em 2006, sua relevância como um marco para jogos de tiro em terceira pessoa e sua narrativa cinematográfica. O objetivo é analisar a trilogia original não apenas como entretenimento, mas também como uma metáfora dos processos de colonização, considerando as leituras críticas de Frantz Fanon, que em Os Condenados da Terra descreve a violência como elemento estruturante da colonização, e de Aimé Césaire, que em Discurso sobre o Colonialismo vê a prática colonial como uma desumanização mútua entre colonizador e colonizado. A narrativa de guerra contra os Locust será interpretada à luz dessas ideias, explorando suas implicações sociais e políticas. Ajude a financiar o Holodeck Design no Apoia.se e Orelo.cc ou fazendo doações pelo PicPay. Siga o Holodeck Design no Twitter, Facebook, Instagram e TikTok e entre no grupo para ouvintes do Telegram! Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal na Twitch e YouTube, faça parte também da conversa. Curso Preparatório para seleção de Mestrado/Doutorado. Conquiste sua vaga no Mestrado ou Doutorado com nossa preparação especializada, focada exclusivamente na sua aprovação! Abordamos todos os pilares essenciais do processo seletivo: elaboração de projeto de pesquisa, preparação para entrevistas, desenvolvimento de escrita científica de alto impacto, estratégias para a prova escrita e compreensão do funcionamento do ensino superior de pós-graduação. Além das aulas regulares, você recebe aulas bônus exclusivas e suporte contínuo através de mentoria em nosso grupo, garantindo uma preparação estratégica e completa para ingressar no programa dos seus sonhos. Acesse nosso link afiliado e use o cupom REGRASDOJOGO para ganhar 33,34% de desconto na hora da compra: Preparatório para seleção de Mestrado/Doutorado. Participantes Fernando Henrique Anderson do Patrocínio Cupons de Desconto regrasdojogo – 10% Descontos em todas as camisas da Veste Esquerda. Músicas: Persona 5 – Beneath The Mask lofi chill remix

Historias x Whitepaper
7 Regias: Sofía Elizondo, cofundadora y presidenta de Brightseed

Historias x Whitepaper

Play Episode Listen Later Sep 2, 2025 54:11


Nos vemos en Summit Regias el 5 de septiembre en el nuevo Hotel Intercontinental. Asegura tu entrada aquí: ⁠⁠https://www.summitregias.comUna niña regia con veintitantos primos y domingos en casa de la abuela. Una joven que zigzagueó entre diplomacia, banca, consultoría y startups, hasta que el cierre inesperado de la empresa en la que trabajaba le mostró una puerta que no pensaba abrir: la de fundar. ¡Y en Silicon Valley!Su empresa de biotecnología nació con una presentación de 12 filminas, tres socios improbables y un cheque inicial. Hoy los millones de dólares de inversión se han multiplicado, y también el número de patentes y las alianzas globales.Vive con su marido y tres hijos lejos de México, pero no del idioma español; ni de las arepas venezolanas aportadas por el papá o el altar de Muertos promovido por la mamá. De su abuelo aprendió que la iniciativa es importante, pero es más importante la terminativa. Y eso, en su historia, no es una sola frase: ha sido la diferencia entre imaginar y lograr.Acerca de Sofía: Es cofundadora y presidenta de Brightseed, donde lidera el desarrollo de soluciones con inteligencia artificial para descubrir moléculas bioactivas con aplicaciones nutricionales y terapéuticas.Antes impulsó la comercialización de proteínas vegetales innovadoras y trabajó en BCG, donde fue miembro fundadora del BCG Henderson Institute. También ha sido asesora especial de la ONU en colaboración con el sector privado.Es licenciada en Filosofía, Política y Economía por la Universidad de Pensilvania y tiene un MBA por Stanford. Ha sido reconocida como Young Global Leader por el Foro Económico Mundial y ha participado como ponente en foros internacionales de nutrición, IA y asuntos globales.

Luis Cárdenas
César Cravioto: 'No es por fumar cannabis por lo que eres nocivo para la sociedad'

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 22:44


En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Hugo Legorreta y Enrique Espinoza, integrantes de Comuna 420; Leopoldo Rivera, del Movimiento Cannábico Mexicano; y César Cravioto, secretario de Gobierno de la Ciudad de México, hablarán sobre la reubicación de la Comunidad 420 en tres espacios designados para el consumo de marihuana.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Crimepod Puerto Rico
La Comuna Hippie en Caguas

Crimepod Puerto Rico

Play Episode Listen Later Aug 6, 2025 27:43


Envíanos un mensaje!En este episodio he decidido abordar un tema un poco más liviano de lo habitual, pero igual de fascinante que los que normalmente exploramos en este podcast. A finales de la década de los 60 y principios de los 70, llegó a Puerto Rico un fenómeno influenciado por el movimiento de contracultura que surgió en los Estados Unidos durante esa época. La Guerra de Vietnam, junto con los asesinatos de figuras como John F. Kennedy, Malcolm X, Robert Kennedy y Martin Luther King Jr., provocaron una transformación social y cultural que se extendió por todo el mundo. Dentro de este contexto, surgió un grupo identificado como los “hippies”, y en Puerto Rico comenzaron a formarse varias comunas juveniles inspiradas en esa corriente.Fuentes de información y documentos adicionales disponibles en Patreon.Background Music: CO.AG MusicEnd Credits Song: Entre tu amor y mi amorSi estás buscando un cambio de carrera o escalar al próximo nivel gerencial o ejecutivo, un buen resumé y buen perfil para LinkedIn será crucial. Los servicios de Career Branding son personalizados y conllevan una reunión telefónica para discutir la experiencia e identificar información que añada valor. Todo de manera confidencial. También trabajan resumés para el gobierno federal.  Comunícate con Career Branding al 787.300.7777 para más detalles o visita www.resumeprofesional.com.Este episodio también es traído a ustedes por Jabonera Don Gato. Los jabones Don Gato son hechos a mano, sin químicos dañinos ni detergentes. Elaborados con aceites naturales, esenciales y aromáticos, seguros para la piel. Pruébalos y siente la diferencia. Visítalos en jaboneradongato.com y utiliza el código "Crimepod" para obtener un 10% de descuento en tu compra.Puedes llamar a Fernando Fernández Investigador Privado y Forense con más de 17 años de experiencia a nivel local e internacional al 787-276-5619 o visítalo en: Fernando Fernandez PIEste episodio es traído a ustedes por Libros787.com. Ordena tus libros favoritos escritos por autores puertorriqueños desde la comodidad de tu casa. Utiliza el código promocional: CRIMEPODPR para que recibas envío gratuito en tu primera compra. Envíos a todas partes de Puerto Rico y Estados Unidos.Career Branding, Don Gato, FF & 787Support the show

il posto delle parole
Maria Francesca Chiappe "Uguale per tutti"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Aug 3, 2025 13:35


Maria Francesca Chiappe"Uguale per tutti"Castelvecchi Editorewww.castelvecchieditore.comUna spiaggia ai margini della città. Un vecchio gommone incagliato nella sabbia e un cadavere.Non è solo l'inizio di un'indagine, ma il punto di rottura di vite intrecciate, di segreti nascosti sotto la luce accecante del Mediterraneo. Annalisa Medda, giornalista tenace, e Fernando Corallo, capo della Mobile, si muovono su binari paralleli per arrivare alla verità. Intorno, il brusio di una città che osserva e tace, che si schiera e giudica, mentre i fili invisibili del potere e del pregiudizio stringono la loro trama implacabile. Il giovane trovato morto è un migrante algerino, sbarcato in Sardegna in cerca di un futuro migliore. Ma chi lo ha ucciso? E perché il suo corpo è stato abbandonato proprio in quel luogo? Tra depistaggi, tensioni sociali e verità scomode, Annalisa e Corallo devono districarsi in un'indagine che li porterà a scontrarsi con i fantasmi di un sistema che spesso chiude gli occhi davanti all'ingiustizia. Uguale per tutti è un viaggio nelle crepe di una società che ancora fatica a riconoscere se stessa. E quando la verità emerge, non sempre è quella che ci si aspetta.Maria Francesca ChiappeGiornalista, si è a lungo occupata di cronaca giudiziaria. Ha scritto diversi libri-inchiesta su fatti di nera accaduti in Sardegna. Con Castelvecchi nel 2022 ha pubblicato Non è lei (menzione speciale al Premio Alziator) e Ostaggio, nel 2023. IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.

il posto delle parole
Silvia Vecchini, Sualzo "Gaetano e Zolletta. Una giornata al mare"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 16:50


Silvia Vecchini, Sualzo"Gaetano e Zolletta"Una giornata al mareGallucci Editorewww.galluccieditore.comUna nuova, spassosa avventura di Gaetano e Zolletta!Continua la collezione!Zolletta trascorre le vacanze al centro estivo mentre Gaetano lavora a pieno ritmo. Quando il papà finalmente prende un giorno di ferie, Zolletta ne approfitta subito per portarlo... al mare!Una giornata tranquilla, distesi sotto il sole a leggere fumetti e mangiare panini... ma potrà durare a lungo questa pace, con Zolletta in spiaggia? E con i suoi amici, carichi di idee e attività esplosive? Ovviamente no! La gita al mare si trasforma in un gioco contagioso fino alla scoperta di un tesoro sotto la sabbia...Ma per Gaetano e Zolletta non c'è tesoro più grande di una giornata insieme.Silvia Vecchini è un'autrice di storie e romanzi per i più piccoli e ragazzi. Con i fumetti scritti e realizzati insieme a Sualzo ha ottenuto numerosi riconoscimenti come il Premio Boscarato, il Premio Orbil Balloon, il Premio Laura Orvieto, il Prix UNICEF de littérature jeunesse e il Premio Micheluzzi come miglior fumetto per ragazzi e migliore sceneggiatura. Incontra bambini a scuola, in libreria, in biblioteca, nei parchi e in spiaggia, ovunque ci siano occhi e orecchie curiose. In Francia Gaetano e Zolletta è rientrato nella selezione di Angoulême Prix des écoles. Per Gallucci ha scritto anche i titoli della collana Lilliput Il calzino a righe bianche e gialle e Il gomitolo azzurro.Sualzo (Antonio Vincenti) è un autore e illustratore. Laureato in Antropologia culturale, da anni si è dedicato al fumetto e all'editoria per bambini e ragazzi. Dal 2008 disegna serie a fumetti per il mensile “GBaby”. Ha collaborato con la trasmissione di Radio2 Caterpillar con il progetto Disegni DiVersi, che è poi diventato un libro a fumetti. Si occupa anche di formazione sul fumetto per studenti e insegnanti con seminari, workshop e convegni. È docente di fumetto e illustrazione al NID di Perugia.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.

Negras
Comuna Caribe: espacio político comunitario desde la solidaridad caribeña y latinoamericana

Negras

Play Episode Listen Later Jul 18, 2025 52:55


En NEGRAS, conversamos con Hilda Guerrero sobre Comuna Caribe, un espacio político comunitario desde la solidaridad caribeña y latinoamericana.Mujeres afrodescendientes conversan sobre proyectos, académicos y comunitarios, relacionados a la negritud y la racialización en Puerto Rico. Aprende de los saberes de mujeres afrodescendientes y desaprende mitos que, históricamente, han degradado a las personas visiblemente negras en la nación puertorriqueña. Una producción de Colectivo Ilé ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.colectivoile.org/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ para Radio Universidad de Puerto Rico. Viernes 3:00 pm a través del 89.7 FM en San Juan, el 88.3 FM en Mayagüez y ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠radiouniversidad.pr⁠⁠⁠⁠⁠⁠#RADIOUPR #AFRO #GENERO #IUPI #NEGRAS #Comunidad #ComunaCaribe #UPRRP #COLECTIVOILE

THE DJ KAZZANOVA SHOW  Podcast
Episode 124: THE DJ KAZZANOVA SHOW #123

THE DJ KAZZANOVA SHOW Podcast

Play Episode Listen Later Jul 18, 2025 100:27


Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
“Seguimos hallando cuerpos en la zona": JEP sobre hallazgos en La Escombrera de Medellín

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025 14:03


Actualmente, según cifras de la JEP, en Medellín hay más de 5.000 personas desaparecidas, de las cuales 502 corresponden a la Comuna 13. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Regras do Jogo - Holodeck
Análise Comuna #001 – Paradise Killer

Regras do Jogo - Holodeck

Play Episode Listen Later Jun 27, 2025 114:54


Ficamos felizes em apresentar o Análise Comuna, um novo programa do Holodeck Design focado em análises de jogos por uma perspectiva radical de esquerda. Neste programa, abordamos diferentes jogos, investigando o tipo de discurso político presente neles, trazendo discussões sobre economia política, crítica cultural e estética. Teremos também a presença de convidados especiais que irão enriquecer e contribuir na conversa. No primeiro episódio, falamos do cult classic Paradise Killer, um jogo de aventura desenvolvido pela Kaizen Game Works onde os jogadores assumem o papel de Lady Love Dies, uma investigadora que é trazida do exílio e encarregada de descobrir o culpado de um assassinato em massa em Paradise Island. Para conversar sobre sacrificios de sangue, utopias e distopias, corpos sarados e o deserto do real, recebemos novamente Henrique Antero, jornalista e membro do Nautilus. Ajude a financiar o Holodeck Design no Apoia.se e Orelo.cc ou fazendo doações pelo PicPay. Siga o Holodeck Design no Twitter, Facebook, Instagram e TikTok e entre no grupo para ouvintes do Telegram! Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal na Twitch e YouTube, faça parte também da conversa. Participantes Fernando Henrique Anderson do Patrocínio Henrique Antero Cupons de Desconto regrasdojogo – 10% Descontos em todas as camisas da Veste Esquerda. Músicas: Paradise Killer OST

Sonar Informativo
Alcalde de Estación Central: "Se hizo una comuna en la que no se puso al centro a las personas".

Sonar Informativo

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 19:15


LA PATRIA Radio
4. En esta comuna de Manizales quieren sistema integrado de transporte y mejor infraestructura para el peatón. Local

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later Jun 10, 2025 9:16


Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos

LA PATRIA Radio
5. Manizales. estos son los proyectos de mejora que solicita la comuna Tesorito al alcalde Jorge Eduardo Rojas. Local

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025 10:45


Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos

Dr Mary Travelbest Guide
Travel Planning: Colombia

Dr Mary Travelbest Guide

Play Episode Listen Later May 9, 2025 6:05


 Travel Planning: Part 1 Colombia In this episode:   Where an I heading series: Part 1   Today's Mistake- avoiding potholes and buying new tires Travel Advice:  Safety and security tip FAQ: How do you use SERVAS? I use Servas International to help me plan my trips. You sign up on the website, and a representative will contact you and interview you. They will make sure you are a real person and check references. Then, you get a Letter of Engagement, and you can contact hosts and day hosts. Today's destination: Planning my trip to Colombia   Friends to meet in Bogota. Peace Servas Secretary Colombia. She said YES! Reach out to her with my dates and any needs. I am friends with Fanny Vico.   Flights: Given your preference for flying over driving, consider booking internal flights between major cities like Bogotá, Medellín, and Cartagena. Airlines such as Avianca and LATAM offer frequent domestic routes.​ Accommodation: Opt for reputable hostels or budget hotels in safe neighborhoods. For instance, Selina offers locations in Bogotá's La Candelaria and Cartagena's Getsemaní, both known for their vibrant culture and relative safety.    .​sojournies.com

Cualquier tiempo pasado fue anterior
Acontece que no es poco | 18 de marzo de 1871: La Comuna de París, historia de un baño de sangre

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Play Episode Listen Later Mar 18, 2025 13:28


Nieves Concostrina habla sobre las 72 jornadas revolucionarias que constituyeron La Comuna de París, que concluyeron cuando Francia ordenó el fusilamiento sin juicio de 17.000 ciudadanos. ¿Por qué reventaron los parisinos?

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Nieves Concostrina habla sobre las 72 jornadas revolucionarias que constituyeron La Comuna de París, que concluyeron cuando Francia ordenó el fusilamiento sin juicio de 17.000 ciudadanos. ¿Por qué reventaron los parisinos?

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina
Acontece que no es poco | 18 de marzo de 1871: La Comuna de París, historia de un baño de sangre

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina

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Nieves Concostrina habla sobre las 72 jornadas revolucionarias que constituyeron La Comuna de París, que concluyeron cuando Francia ordenó el fusilamiento sin juicio de 17.000 ciudadanos. ¿Por qué reventaron los parisinos?

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina
Acontece que no es poco | 18 de marzo de 1871: La Comuna de París, historia de un baño de sangre

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina

Play Episode Listen Later Mar 18, 2025 14:38


Nieves Concostrina habla sobre las 72 jornadas revolucionarias que constituyeron La Comuna de París, que concluyeron cuando Francia ordenó el fusilamiento sin juicio de 17.000 ciudadanos. ¿Por qué reventaron los parisinos?

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina
Acontece que no es poco | 18 de marzo de 1871: La Comuna de París, historia de un baño de sangre

Acontece que no es poco con Nieves Concostrina

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Nieves Concostrina habla sobre las 72 jornadas revolucionarias que constituyeron La Comuna de París, que concluyeron cuando Francia ordenó el fusilamiento sin juicio de 17.000 ciudadanos. ¿Por qué reventaron los parisinos?

The End of Tourism
S6 #2 | Narco Airbnb | Sofia y Carlos Montoya (Proyecto NN)

The End of Tourism

Play Episode Listen Later Mar 13, 2025 67:57


En este episodio, mis entrevistados son Laura Sofía Montoya Gómez y Carlos Alberto Montoya Correa. Carlos es arquitecto egresado de la Universidad Nacional sede Medellín. Experto en planificación, gestión y ejecución de proyectos de desarrollo urbano con énfasis en viviendas económicas en tratamientos de expansión urbana, consolidación, mejoramiento de barrios, renovación urbana y en zonas con restricciones geotécnicas. Ha participado como gestor en la ejecución de más de 50.000 viviendas económicas desde el sector público, en proyectos de cooperación internacional, de aplicación de políticas nacionales y de ejecución local en varias ciudades de Colombia (Bogotá, Medellín, Armenia, Bucaramanga, Rionegro y Bello). Ha sido docente en la Facultad de Arquitectura Universidad Nacional sede Medellín y ha participado de publicaciones colectivas de carácter técnico.Sofia es arquitecta egresada de la Universidad Pontificia Bolivariana. Magíster en Arquitectura, Crítica y Proyecto de la misma institución donde actualmente también es docente en el área de Taller de Proyectos. Ha participado durante más de 13 años de varias colectividades en la ciudad de Medellín, donde ha podido desarrollar proyectos de investigación en el área del patrimonio urbano-arquitectónico que han sido publicados mediante recursos financiados a través de los estímulos de la Secretaría de Cultura Ciudadana. Es cofundadora de la Corporación Proyecto NN, organización sin ánimo de lucro que acompaña procesos comunitarios y promueve la educación y la dignificación de los espacios de encuentro populares.Notas del EpisodioQue esta pasando en MedellinEl encaricimiento de la ciudadEl turismo sexual y el pueblo moralistaLa gentrificacion de Pablo EscobarLa construccion y venta de vivienda paisaResentimiento y el dios dineroLas mascaras del gobierno“No se puede morir del exito”El derecho a la ciudad y viviendaTareaProyecto NN - Sitio Web - InstagramTranscripcion en Espanol (English Below)Chris: [00:00:00] Bienvenida Sofía, bienvenido Carlos al podcast El Fin del Turismo. Muchas gracias por estar conmigo hoy para platicar de este tema, pues si, tan complejo. Me gustaría preguntarles en dónde se encuentran hoy y como se ve el mundo para cada uno de ustedes allá.Sofia: Bueno, estamos aquí en la ciudad de Medellín. Estamos juntos en mi casa, Carlos es mi padre, y bueno, decidimos juntarnos para tener como una conversación más fluida, desde aquí, desde mi casa en el centro de la ciudad, que es un centro, pues además, bastante particular. Pues Medellín es una ciudad montañosa que queda en los Andes. Es un valle. Y digamos que el centro de la ciudad tiene, pues, unas dinámicas muy distintas a muchos centros de otras ciudades. Carlos: Es una ciudad muy estrecha [00:01:00] y tiene en el costado oriental y occidental un par de montañas llenas de barrios. Aquí mismo por la ventana se ve toda las montañas urbanizadas y en el centro está, digamos la metrópoli, lo que pudiéramos llamar una ciudad más tradicional, mientras arriba son barriadas o comunas populares. Hoy en día, muy populares para cierto turismo.¿ Y usted dónde está? Chris: Pues yo llevando en Oaxaca, en la capital de Oaxaca, México también en un valle un poco mas amplio geográficamente que Medellín . Conozco Medellín porque andaba como turista hace 15 años quizás allá. Y pues empezando toda la [00:02:00] investigación para este episodio, encontre como muchos Entonces me gustaría leer unas citas de esos artículos para los oyentes que quizás no conocen Medellín, no saben qué está pasando allá, según los medios masivos. Entonces, primero este, Nomad List. "Nomad List es una plataforma que publica su ranking de los destinos más populares para trabajar de forma remota. Colocó a Medellín en segundo lugar, el año pasado entre 157 ciudades de Latinoamérica." El próximo dice que "en la colonia de Manila de Medellín hay alquileres a corto plazo cuyos propietarios ganan más de cinco millones de pesos colombianos por mes o alrededor de $1,000 estadounidenses."El próximo decía que "aunque no se llevó [00:03:00] a cabo, el presidente local dijo en ese momento 'que prohibiría los alquileres a corto plazo en la ciudad como medida para prevenir el abuso y la explotacion sexual infantil. En esa búsqueda por encontrar una solución a ese flagelo, Guitierrez, el presidente local se reunió con representantes de la plataforma de Airbnb para llegar a un acuerdo.Desde entonces se ha trabajado de común acuerdo con las partes en conjunto para evitar medidas extremas, pero si establecer acciones que permiten prevenir este delito en la ciudad" Siguiendo, "en tanto, el número de apartmentos anunciados en Airbnb, la popular empresa de alquiler de propiedades vacacionales, subió de 8 mil en octubre de 2022 a 14 mil a [00:04:00] finales de 2023, según datos recabados por AirDNA."Y finalmente, "los datos recientes dice que Medellín recibe 1.7 millones de visitantes extranjeros a una urbe de 2 millones y medio de habitantes." Entonces, me gustaría empezar preguntándoles a ustedes dos sobre la gentrificación en Medellín. Yo encontré otro artículo sobre el tema. Y quizás se se exhibe, expone un poco de lo que está pasando allá y dice que "Wilson y Felipe, ambos se reservaron sus nombres reales. Son dueños, cada uno, de un bar cafetería en Manila en El Poblado, una de las zonas más turísticas de mayor actividad económica. Los dos vecinos son de los pocos que quedan en su [00:05:00] cuadra, porque prácticamente todas las casas de la zona se transformaron en restaurantes, pequeños hoteles y hostales, escuelas de español o viviendas para alquileres cortas a través de aplicaciones como Airbnb, que toman los extranjeros y que en parte son la causa del sobrecosto en los precios de la vivienda para los habitantes tradicionales. Entre 2022 y 2023, los arriendos crecieron entre 50 y 100%.Este barrio cambió demasiado, dice Wilson, era familiar y vea, se volvió tierra de viciosos y jíbaros que atiende a domicilio. Toda esa 'gentrificación' como le dicen, es a raíz de los inversionistas extranjeros y se encareció todo. Carlos, tú has trabajado para empresas estatales en Medellín y Bogotá, la Empresa de Desarrollo Urbano. y [00:06:00] sofia, tú has trabajado en el Proyecto NN ahí en Medellín. Entonces quizás podrían ofrecernos una idea de lo que ha sucedido en Medellín en los últimos años y las últimas décadas en términos de gentrificación y qué papel tiene que desempeñar el turismo y los turistas en ello. Carlos: Pues yo, yo percibo esta situación como supremamente novedosa y reciente. Vale decir que Medellín en los 90 era una ciudad a donde no venía nadie. Es decir, la situación de violencia urbana. Toda esta crisis que desató el narcotráfico en la ciudad nos tenía marginados del resto del mundo. Era una ciudad bastante poco atractiva por lo violenta y de inversiones relativamente paralizadas.[00:07:00] Sofia: Fue la ciudad más violenta del mundo. Carlos: SíSofia: En cierto momento Carlos: Y necesitó de una estrategia de atención entre la presidencia de la república y la alcaldía local que ustedes en México le llaman "presedencia local" para encontrar alternativos de futuro. Se llamaban los seminarios de muchas conversaciones.Entonces, lo primero que quiero enseñar es que es un hecho muy nuevo, y muy reciente. Nosotros para ver un extranjero, era un futbolista que venían a los dos clubes. De resto aquí no venía a nadie. Ver rostros chinos o japoneses o alemanes eran, eso es muy sui géneris. Y el paisa, la cultura antioqueña es una cultura supremamente hospitalaria.La gente acá desborda de amabilidad. Es una cosa muy curiosa. El solo hecho de sentir a una persona de otra [00:08:00] región, no necesariamente extranjero, puede ser de otra región colombiana. El antioqueño desarrolla un, unas habilidades y unas formas de relación, muy amenas, muy atractivas. El antioqueño es una persona muy conversadora, muy dicharachero, y es muy abierto. Es muy tranquilo en las relaciones, diría eso en principio. Entonces sí, si sentimos, realmente se siente abrumadora la presencia de extranjeros, porque es notoria. Aquí mismo nosotros vivimos aquí. Yo vivo en un par de cuadritos donde los hoteles pequeños proliferan en dos cuadras han, se han desarrollado en los últimos tres años.cinco, seis, siete hoteles, y la presencia del extranjero, es notoria. Y como le digo en un principio, era muy bienvenida, porque el extranjero, pues trae monedas con un [00:09:00] cambio muy fuerte y también aquí, el país es de una mentalidad comercial y negociante extrema. Aquí el negocio se ve pa vender un hueco, pues hacemos otro hueco.Es decir, la gente aquí es supremamente ingeniosa en la forma de establecer negocios. Sofia: Si, y, y creo que la ciudad hizo un esfuerzo institucional por cambiar también la narrativa. Pues porque, como lo dice Carlos, estuvo muy estigmatizada, pues somos la ciudad de Pablo Escobar. Cierto.Eso es una carga como simbólica muy fuerte. Y entonces se ha hecho pues un un esfuerzo, por mostrar otras cosas que también somos. Creo que el reggaetón tiene mucho que ver como con la visibilidad de la ciudad también. Cierto, porque digamos que el reggaetón no solamente pues han salido grandes estrellas, grandes cantantes pues como de de aquí de Medellín, sino [00:10:00] que el reggaetón pues como muchas otras géneros musicales, pues como que en salsa o, o bueno enaltece, pues esas figuras como el narcotráfico de bueno, como cierta estética también. Y entonces es muy atractivo para muchos extranjeros venir a conocer la ciudad del reggaetón.Y esa era una cosa que estaba pasando, digamos, de una manera más orgánica y más lenta antes de la pandemia. Con la pandemia se corta y luego de la pandemia, si se desbordó. O sea, ocurre como un fenómeno desbordado. También me imagino, pues como por esas ansias de mucha gente de viajar y de pues, de haber estado como paralizada en sus lugares, y la ciudad realmente no estaba preparada.O sea, yo creo que todo ese esfuerzo institucional que se hizo, no se midió tampoco, como hasta, hasta dónde podía llegar, cierto? Porque, si bien es cierto que la ciudad es supremamente hospitalaria y acogedora, digamos que el clima es una de las cosas que también [00:11:00] a muchos extranjeros les llama la atención. Es un clima muy ideal, cierto? Un eterno verano. Pues, obviamente también hay unas estructuras, que ofrecen cosas. Hay mucha droga, hay mucha prostitución, cierto? Es una ciudad como también para un turismo que no deja tantas cosas buenas. Además, bueno, tú sabrás y tendrás del conocimiento, el turismo así no sea, pues, este turismo como de drogas y de prostitución y de fiesta desbordada. El turismo es un fenómeno que tiende como a arrasar, cierto? Es un fenómeno que encarece, entonces. Sí, creo que en en un principio, es una ciudad que un poco quería que esto sucediera, pero en este momento no sabe muy bien cómo manejar. Carlos: Si también hubo un momento en que cuando la ciudad empezó a despegar, hubo cierto turismo académico, porque la ciudad empezó a ser muy sonora en cuanto a ciertas transformaciones [00:12:00] urbanísticas. Esta es una ciudad que tiene una empresa de servicios públicos muy poderosa. Nosotros tenemos en Medellín, la alcaldía es la dueña de una especie de multinacional criolla que le vende servicios públicos y energía eléctrica. Le vende energía eléctrica a Panamá, a Ecuador y le brinda servicios públicos a unos 90 municipios en Colombia. Entonces, la ciudad tiene una capacidad de inversión social realmente notoria.Y entonces la ciudad empezó a hacer eventos académicos para mostrar. Por ejemplo, Bogotá, que es la capital de Colombia, tiene 8,000,000 de habitantes. No ha podido construir un metro. Chris: Wow.Carlos: Y el metro de Medellín está cumpliendo 30 años. Lo que quería señalar es que se desarrolló una forma de turismo muy curiosa. Y es que aquí vienen extranjeros a visitar barrios populares, a meterse en [00:13:00] Moravia o en lo que aquí llamamos Comuna 13, en un hecho muy curioso por lo menos porque pues ir a un barrio popular donde, donde no hay servicios cómodos, donde no hay locaciones, donde pues, a ver como el espectáculo popular. No sé, es una cosa muy, muy curiosa y es increíblemente desbordado.Es decir, hay lugares donde no cabe la gente físicamente y siguen yendo, o sea allá, son, todo eso es incómodo. Pero la gente sigue yendo, no se como a que, pero siguen llegando. Sofia: Es una pregunta que nos hacemos constantemente, pues, de hecho, varios amigos siempre me dicen como, es que, a qué vienen? A qué vienen aquí?Pues no entendemos a qué vienen, tal vez porque uno tiene naturalizado. No sé, pues todo lo que pasa aquí, pero uno sigue sin entender, Carlos: Pero, diría, el turismo está asociado como a los centros de negocios, a los centros [00:14:00] históricos, a los centros culturales, pero que los barrios populares se volviesen un objetivo turístico.Entonces, al principio, un turismo como institucional y académico. Aquí se hicieron eventos donde llegaron 2 mil estudiantes, de universidades de todo Colombia, de Ecuador, y de países vecinos, a ver lo que estaba pasando en Medellín. Pero de ese turismo muy institucional, académico de centros de estudio, de aulas, se transfirió, a un deseo de conocer los barrios populares y entonces el turista, el otro turista, perdóneme que hable así de, el que viene un poquitico maliciosamente a buscar como huellas del narcotráfico, o consumo, o redes de prostitución, se pega ahí y hay en estos momentos una acción entre Manila como sitio receptor de turismo y [00:15:00] Comuna 13, como sitio. Como Manila se controla, en ese acuerdo, en ese pacto entre empresarios del turismo y presidencia local, se hace unos pactos de control. Entonces el turista ya no trae las niñas al barrio Manila, sino que van a buscarlos en la Comuna 13. O sea, pero sigue siendo el barrio popular un centro de atracción de turismo inusitado de unas escalas tremendas y hay una avidez, nos hago mucho realmente de qué pues realmente pero, pero está mezclado el turismo tradicional, el turismo popular y el turismo como académico si pudiéramos decir se entremezclan. Están ahí todos mezclados. Desbordando, desbordando la ciudad, encareciendo mucho. Se siente verdaderamente. Sofia: Es que en este momento, Medellín es la ciudad más costosa de Colombia. O sea, por encima de Bogotá.Chris: [00:16:00] Mm.Sofia: Que eso nunca había pasado. Siempre, pues, para alguien de Medellín ir a Bogotá era más costoso. Carlos: No, y un empleo, por ejemplo, mira, yo tuve el mismo cargo, se puede decir el mismo cargo, en Medellín y en Bogotá. Y por el solo hecho de estar en Bogotá, la asignación salarial, es más del doble. Entonces, Bogotá pues es la capital, eso mismo ha de pasar en todos los países del mundo. Pero yo mencioné que es una ciudad estrecha, tiene mucha posibilidad de crecimiento y de oferta habitacional. Al llegar este turismo, prácticamente copó todo el interés de los empresarios y ya, construir viviendas económicas aquí no le interesa nadie.Chris: Y pues me gustaría llegar profundizando esa última noción o esta consecuencia del turismo, de la despojo, perdón en la ciudad, pero primero, me gustaría abrir un [00:17:00] poco de esos temas de la imagen de Medellín que quizás se da a los turistas extranjeros, como mencionaste Sofia, como mencionaste Carlos, de la prostitución y también el narcotráfico, una nota de la investigación que hice dice que recientemente el alcalde Guitierrez anunció que el ciere de 150 propiedades que en su mayoría están vinculados a la plataforma que habrían sido utilizadas para fines de turismo sexual y explotación de niños, niñas y adolescentes en la capital antioqueña. Ahora, en primer lugar, tiene a recapitular los imaginarios coloniales de violación o coerción. En segundo lugar, puede implicar a menores de edad. En tercer lugar, los servicios que prestan a las trabajadores sexuales en un lugar determinado pueden ocultar fácilmente la presencia de crimen [00:18:00] organizado, Dadas las complejidades y contradicciones presentes en el tema de turismo sexual, en un campo de trabajo en el que muchos están tratando de superar prejuicios y criminalizacion. ¿Cómo ven ustedes dos estos temas en en este momento? Sofia: Pues a ver, lo primero que yo quisiera decir es que las redes de prostitución pues, o de trabajo sexual o de trata, pues, como de personas no iniciaron por la movida turística. O sea, esta ciudad siempre ha sido un lugar donde el trabajo sexual ha sido, como uno de los rubros de la economía, incluso, pues, en la época del narcotráfico. O sea, siempre ha sido así. Pues, como que las paisas tienen fama de ser mujeres bonitas. De bueno, tanto dinero que se ha movido en esta ciudad también, digamos que viene amarrado, pues como con ese tipo de actividades. [00:19:00] Entonces simplemente yo creo que el boom del turismo simplemente encuentra una estructura vieja que está que funciona muy bien. Es una estructura que ya existía. Lo mismo pues que lo de las drogas. O sea, lo que pasa es que aquí las drogas, tal vez en los 90s, no se consumían tanto en la misma ciudad, porque todas se exportaban, pero la estructura está y pues simplemente el turismo se pega de esa estructura. Entonces, aquí la gente, pues es como también muy moralista y a todo el mundo le parece horrible que un gringo ande con una muchachita, pero esa muchachita ha andado con los mismos países de aquí toda la vida. Que les parece terrible, es que está sucediendo en los barrios tradicionalmente ricos de la ciudad. Y eso es lo que les molesta, porque prostitución, pues nosotros, que siempre hemos vive en el centro, siempre ha estado, siempre ha existido y esa dinámica no es nueva. Entonces, digamos que me parece que el paisa bueno, todo lo que hemos dicho, lindo del [00:20:00] paísa, pero también es muy moralista y se escandaliza, pues solamente cuando están al lado de su casa. Carlos: Claro, pero además de que eran estructuras de negocios ilícitos asociados entre sí, es decir, narcotráfico y todas estas otras patologías sociales. A ello, el turismo, lo que hizo fue darle una manifestación inmobiliaria porque antes, claro, pero en los barrios ricos no. Sofia: O muy, o muy puntualmente, pues, o muy, muy escondido.Carlos: Muy escondido, cierto?Pero, pero como se vio una fuente de negocio, como yo puedo arrendar y obtener, como dijiste, 2 mil doscientos dólares en arrendamientos, pues la visión de negocio y mercantilistas del paisa que la tiene por naturaleza, se embarca y entonces se asoció la droga y estos negocios, estas patologías sociales ilícitas a una versión [00:21:00] inmobiliaria.Y ahí sí, la versión inmobiliaria tiene efectos en la economía de los arrendamientos, en la economía de varios de prestigio. Y entonces ya eso se vuelveSofia: Molesto. Carlos: Una problemática de otra índole. Sofia: Molesto y visible. Pero lo que yo quiero anotar es, por ejemplo, en la época los 90, en El Poblado, había fincas gigantes donde eran, pues como burdeles y pues los narcotraficantes iban allá y se encerraban, pero como estaba encerradito todo el mundo sabía que allí sucedían ese tipo de cosas. Llegaban, veían a las chicas llegar, o sea, como toda la dinámica, pero como sucedía ahí puntualmente. Pues, cierto, como en la época, no pasaba nada. Carlos: En esa época, los narcos trajeron a todos los artistas importantes, de habla hispana. Todos los artistas, no quiero decir ningún nombre, algunos ya están difuntos, pero los artistas más importantes estuvieron haciendo shows en esas casas campestres donde [00:22:00] obviamente en el entretenimiento del narco, pues están desafortunadamente, las niñas bonitas paisas que Sofia: Pero entonces, claro, esto era como puntualmente y era como una actividad que hacían los narcos, ya cuando sucede esto, pues es que ya es en tu mismo edificio, en el barrio que has habitado toda la vida.Y entonces ahí, si se vuelve como muy abierto, como muy escandaloso, pues para esta sociedad que es como tan moralista. Yo, por ejemplo, no creo que eso sea una patología social. O sea, yo creo que pues finalmente, así como hay hombres que entregan su cuerpo y se vuelven sicarios y pueden sufrir, pues su cuerpo está expuesto a que les pase cosas horribles.Pues hay mujeres que también encuentran en su cuerpo, pues una manera de sobrevivir y creo que, finalmente es una expresión como de la desigualdad, cierto?, y de la oportunidad. O sea, hay muchas mujeres y yo las conozco que que estudiaron una [00:23:00] carrera, o sea que no es que tengan tampoco necesidades, pues como vitales y deciden elegir ese camino porque es muy rentable, cierto?Y esta es una ciudad que lo permite. Entonces, por ejemplo, no, no lo veo desde ese punto de vista tan moralista. Lo que sí es cierto es que precisamente por esa moral, como tan católica que tenemos todavía en esta ciudad, no hay mecanismo de control porque el único mecanismo de control es, decir que está mal, criminalizarlo y no se pasa de ahí, y no creo que pronto vayamos a pasar de ahí. Entonces, pues yo no veo, que eso, primero ni vaya a seguir sucediendo, creo que va a seguir sucediendo. Ni tampoco veo que haya como una actitud desde la institucionalidad más inteligente.Carlos: Sí, las medidas del alcalde son más, más que todo anuncios para calmar el alboroto de la élite.Sofia: Es que eso no tiene efecto. Carlos: No tiene efecto de nada. Chris: Gracias. Gracias, Sofía [00:24:00] y Carlos por sacar esas contradicciones que están ahí dentro de las dinámicas en Medellín. Pues más allá del turismo sexual y a veces junto con ello, es el turismo de drogas o narcos. Y un artículo de mi investigación dice que. Un comerciante en Medellin cuenta que algunos habitantes de La Comuna la promocionan como la "cuna" de Escobar para atraer más clientes.Es más rentable, dice. Aquí compran camisetas de él, eh, ave María, todo lo alusivo a Pablo se vende mucho, dice el hombre que por seguridad, pide no ser citado. Y es que, pese a que la zona luce pacificada por el turismo, el control sigue en manos de los combos. El comerciante afirma que ahí operan bandas pequeñas [00:25:00] como Los del Uno, Los de Dos, Los Pirusos y Los Negros.Ellos cobran cuota por negocio chuzo al aire libre y hasta parqueadero. Aquí no se abre un local sin su permiso. Y también pasa con los cuentos Airbnb que están empezando a abrir.Ahora, una colega investigadora que trabaja junto a activistas en Colombia, me dijo hace un año aproximadamente que los carteles de narcotráfico en Medellin habían comenzado a utilizar Airbnb como una forma de lavar dinero.Seguramente esto ha sido así desde hace mucho tiempo en el sector de inmobiliario normal, pero este simbolizaría una conexión directa, entre el crimen organizado, el turismo y la crisis de la vivienda. Entonces, ¿Qué piensan ustedes sobre la posibilidad de que los narcos, ya sea en [00:26:00] Medellin o la Ciudad de México, sean en secreto propietarios de Airbnb?Sofia: Pues, bueno, frente a la primera pregunta o parte de la pregunta de lo de Pablo Escobar, pues es innegable, pues, que es una figura demasiado importante y no solamente, pues, como figura particular él, sino porque es un estereotipo de lo que somos. Yo no diría que los colombianos, pero no me siento pues como para hablar por todo el territorio nacional, pero si es un estereotipo de lo que es un paisa. Y por eso, pues muchas personas dirán horrible, no me quiero identificar con esta persona, pero así lo digan, pues tenemos mucho de él, pues así como él tiene mucho de nosotros, pues es que tenemos una cultura que es compartida. Y finalmente, pues uno tiene tíos, amigos, pues que parece que tienen algunas, características de Pablo Escobar. Es un es un personaje pues que es muy cercano, para [00:27:00] nosotros. Y así la ciudad intente, digamos, desde la élite, desde lo institucional, rechazarlo, es algo que es imposible, es imposible pues como negarlo. Carlos: Sí, por ejemplo, en Comuna 13, parte del show o del evento turístico, es hacer muchas alusiones a la figura de Pablo Escobar. Entonces, está el tipo que tiene una fisionomía igualitica, como si fuera un actor, un doble y una serie de eventos cuando Escobar no tiene nada que ver ni con la violencia urbana que tuvo Comuna 13, pero es una forma en que la mentaría popular ve que explotar la figura de Escobar, pues es muy rentable para cierto turismo extranjero que todavía quiere circular versiones, relatos, que ya son [00:28:00] completamente míticos o legendarios porque son totalmente inventos, para traer clientes.Sofia: Sí, y y además, uno se pone a pensar porque es que mucha gente se ofende. Osea, incluso pues me ha tocado presenciar momentos en que alguien se ofende porque un turista o un extranjero dice como "uy, yo vine porque es la ciudad de Pablo Escobar y me emociona y quiero una camiseta," cierto? Pero es como, no sé si uno va y visita la ciudad de Al Capone. Pues es como lo mismo, simplemente es como un mito. Es una figura, cierto? Pues los criminales también han sido igual de atractivos que los personajes que son buenos, incluso, pues yo creería que los personajes malvados son los que son más atractivos. Entonces, claro, aquí hay mucha, mucho resentimiento pues ante esa figura, pues porque todavía hay familiares de las víctimas, o sea, es una historia demasiado reciente, pero para el extranjero es simplemente una historia más, una historia de lo que ven en las películas. Y yo siento que muchas [00:29:00] personas que se, que se ven atraídas como por esa figura tienen como una noción del asunto muy infantil.Pues creen que realmente es un personaje de una película, cierto? No entienden que realmente pues que esta ciudad explotó en bombas. No lo conciben y pues yo que no estoy tan adulta a mí me tocó. O sea, es una cosa que es demasiado reciente y todavía esta sociedad está muy traumatizada por eso.Entonces, por eso es que hay tanto recelo, pero al mismo tiempo, es una oportunidad de negocio porque vende demasiado. Carlos: Mira, nosotros vivimos aquí, pues en el centro de la ciudad y mi señora y yo, estaban ellos muy chiquitos. En la noche, contábamos las bombas, una, dos, siete, ocho, porque yo no sé si conoces la canción de La Noche De Chicago... de Mirta Castellanos.Bueno, una canción que narra el enfrentamiento [00:30:00] de los gángsters en Estados Unidos contra la policía. Eso fue una masacre tremenda entre ambos bandos. Aquí vivimos eso, pero no era con ametralladoras, era con bombas. Pues, es decir, este tipo voló un edificio en Bogotá, el edificio del DAS.Voló un avión de pasaderos civiles en el aire, o sea, un un personaje real. Y eso suena como fantástico, que eso no es realidad, pero eso es realidad. Esta ciudad estuvo marcada por escombros de todas esas detonaciones, además de que las masacres juveniles solo para crear caos. Pues estar un grupo de muchachos departiendo en en una discoteca y llegar grupos de sicarios solo por el solo hecho de que al otro día en las noticias, haya pavor en toda la ciudadanía porque se pensaba ganar esa guerra de esa manera. Sofia: Terrorismo pues, [00:31:00] entonces, como cerrando un poco, pues para nosotros todavía es una historia dolorosa. Pero si uno también, como se pone en el papel de alguien que está en otro país y tiene otra realidad, pues claro que es una historia supremamente atractiva.Y fuera de eso, puedes ir a la ciudad que fue la ciudad más peligrosa del mundo, pero ya sabes que no te va a pasar nada. Pues, okey, digamos, hay cierta seguridad, porque realmente aquí los turistas están cuidados y no están cuidados por la policía. Están cuidados porque las estructuras criminales, como ya lo dijiste, enlazando con la segunda parte, las estructuras criminales ya dieron la orden que a los turistas no les puede pasar nada porque están vinculados directamente a su negocio. Entonces es por esto que tenemos un gringo, pues que pena decirlo así, pero, así le decimos nosotros, un gringo, en un barrio popular y es más fácil que le pase algo a uno que es de la misma ciudad que a ellos. No les va a pasar nada, por qué? Porque son fuente de dinero y porque si los matan o si les pasa algo malo, van a dejar de venir.Carlos: El negocio [00:32:00] se daña. Sofia: Exactamente, es como, no sé si sabes pues, pero aquí a la, a los expendios de droga se les dice plazas. Y no hay lugar en la ciudad más seguro que una plaza, porque es que en una plaza a ti nadie te va a robar. porque pues está totalmente controlado y no le vas a dañar el negocio a los que tienen el negocio.Entonces, obviamente es muy atractivo y aunque uno podría decir que gente tan boba o lo que sea o no entienden la historia, no están interesados en la historia, pues es que es una historia que realmente es muy atractiva. Pues porque aquí él contó un par de cosas, un par de titulares, pero todo lo que tiene que ver con los narcotraficantes de nuestra región es bastante fantástica.Pues es, y por eso es que le han hecho series a Pablo Escobar, porque es que realmente es un personaje, pues muy interesante, muy interesante y con unas historias, pues que, que son cinematográficas. Entonces, como no se va a sentir el mundo atraído hacia eso. Carlos: El tipo vivió una película en carne propia continua, pues [00:33:00] todo, la cárcel, las escapadas, los negocios que montó, la estrategia de llevar la coca en aviones.Sofia: Y entonces asociado a lo que decías, pues que esta estrategia, pues como inmobiliaria o está de vínculo con los Airbnbs, pues claro a mí no me parece extraño, es que estas estructuras son supremamente inteligentes. Van adelante, claro. Y donde vaya mucho dinero siempre va a estar detrás pues, bueno, ¿Cómo lavamos dinero? Es que nos entra tanto dinero que tenemos que lavarlo. No lo vamos a lavar vendiendo empanadas. Vamos a lavarlo con algo que genere mucho dinero. Entonces, siempre, pues es que aquí han lavado plata con todo lo que uno se imagine y siempre han tenido casas, negocios, las farmacias, por ejemplo. Carlos: Y y Chris, la actividad inmobiliaria. Ya cuando yo estudiaba, obviamente, yo tengo 68 años. O sea hace 35 años que estudiaba la zona de prestigio de El Poblado [00:34:00] era toda de casas campestres a las cuales se ingresaba por rieles, o sea. Sofia: Por un camino de piedra. Carlos: Si, sin una infraestructura urbana. Y en 30 años, el paisaje es lleno de torres, absolutamente lleno de torres, saturado. Lavado, aquí no hay una economía como para que mucha gente pudiente desarrollara no, no. Eso solamente se explica porque, pero era el negocio formal. Sí, y ese "negocio" entre comillas, no, no ocasionaba la molestia como ahora la, la gentrificación, antes , por el contrario, toda la élite valorizó sus fincas para en ella desarrollar torres, se llenaron de dinero, con dinero que era con seguridad absoluta en un porcentaje muy alto finanzas para lavar.Sofia: De negocios ilícitos. Y el crecimiento de esta ciudad y sí, porque es un crecimiento demasiado [00:35:00] rápido. Pues a ti te, te debió haber tocado El Poblado ya totalmente lleno de torres pues. Pero lo que quiero decir es que acá no hay una economía tan grande como para que eso sucediera tan rápido. Entonces, pues es obvio, o sea, ahora nos parece como "uy podrían ser dueños de Airbnb." y yo diría, quién más? Quién más va a ser dueño en esta ciudad de ese negocio? Quiénes son capaces de comprar edificios enteros? O sea, quiénes tienen el dinero para invertir? Carlos: Y para recuperarlo contra rentas cortas, es decir que me parece que es una inversión de mucho riesgo. Porque cualquier evento. Sofia: Pues la misma pandemia. Carlos: Lo lo puede tirar al suelo, cierto? Quién puede arriesgar eso? El narco.Sofia: Es que mira que aquí tradicionalmente en la ciudad, acá les llamamos "panaderías paracas." Pues y son panaderías que venden el peor pan. O sea, nadie compra. Pero funcionan 24 horas. Carlos: Y son super [00:36:00] lujosas, o sea lo que son muy bien establecidas.Sofia: Y son negocios que nunca tienen clientes y venden un pan horrible y nadie les compra, pero siempre están ahí en las mejores esquinas.Carlos: Abiertas todo el tiempo. Sofia: Y además, tienen ligado como que eso lo inauguró Pablo Escobar, pues como un sistema de vigilancia. Entonces, en la época de Pablo escobar, eran los taxistas, cierto? Había como una red de taxis asociados y todavía creo que eso funciona. Pues y quiénes van a esas panaderías? Es decir, o sea, siempre siempre el narcotráfico, claro, tiene que tener negocios legales, pa poder, pues, si pa [00:37:00] poder. Chris: Órale, pues qué fuerte y todo y supongo que debajo de todo, hay como más evidencia más capas de crimen organizado, no solo narcos, pero también el estado. Pienso como en una corporación de nivel mundial que se llama Blackstone, que ya ha pasado en lugares como Barcelona y otros ciudades en donde, [00:38:00] eh, se compran un edificio, se desplazan toda la gente, o sea, todos los residentes adentro y se convierte todo en Airbnb. O sea cada depa es un Airbnb ya, como 30, 50, 100, lo que sea, y se emplean, negocios tras negocios, tras negocios para, por ejemplo, los sistemas de organizar reservaciones, de la limpieza. Pero todos los trabajadores, todos los negocios no son parte de Blackstone. Son como empleado como freelance, no? Entonces ni hay ninguna cara vista en ese dinámica que está sacando, desplazando a la gente de sus edificios.Sofia: No, yo iba a decir que de pronto aquí no, no, no es tan visible aún eso como de comprar edificios ya habitados, pero sí de construirlos. O sea, ya si se están [00:39:00] construyendo muchos edificios totalmente de Airbnb con inversiones extranjeras o locales, porque hay un personaje, pues aquí que que está como abanderado de ese tema y que dice que va, va a llenar todo Airbnb y que le parece bien.Pues yo siento que está empezando a suceder. Está empezando a suceder. Chris: Gracias, Sofía. Y pues, los efectos de turismo [00:40:00] excesivo, el sobreturismo y la gentrificacion en Medellin parece que han llegado muy rápido y fuerte. Sin embargo, los últimos años han surgido cuentas en las redes sociales criticando al turista, al nómada digital o al gringo, por lo que está sucediendo. ¿Es eso lo que ustedes todos también ven allá y están de acuerdo con la evaluación?Sofia: Pues, a ver, resentimiento. Mm, no me parece que sea muy visible. O sea, me parece que hay como mucho escándalo, moralista. Pero pues, a a ver hubo como una pequeña marcha en el alrededor del Parque Lleras en contra pues del Airbnb, en contra de la explotación sexual infantil, pero no es muy masivo. O sea, ahí sí siento que culturalmente somos. O sea, aunque el paísa puede ser muy [00:41:00] beligerante como en sus palabras, como que parece muy bravo y furioso, realmente somos muy sumisos y sumisos ante el Dios Dinero. Entonces, mientras haya negocio, se acepta, se moverá, cierto? Y entonces, este efecto, pues como que de hecho, pues en en otras conversaciones hemos dicho bueno, yo no lo llamaría gentrificación.Pues lo llamaríamos turistificación porque es una cosa que se está generando desde el turismo específicamente porque la gentrificación habla más desde un desplazamiento de un grupo social a otro, pero no necesariamente se refiere al turista. Y claro que hay un efecto porque en este momento hay una burbuja inmobiliaria.Están muy costosos los arriendo en Medellín, el costo de la vida está altísimo. Y eso digamos que aunque se concentra en el sur, en El Poblado y en Laureles, pues en el occidente, eso tiene una onda expansiva, pues que afecta como el resto de la ciudad y realmente los arriendos se han encarecido, digamos de lo más costoso a lo que era pues como más barato. Y si nos afecta a todos, [00:42:00] pero yo no veo a nadie ni organizándose, no? Carlos: Ni siquiera la relación que estableciste en una pregunta anterior con la oferta de vivienda. Porque, digamos una cosa es que algunos edificios obsoletos o que se desarrollen nuevos edificaciones para atender turistas, pero supuestamente la oferta de vivienda tradicional de la ciudad debería continuar, pero no ha sido así.O sea, la situación se ha agravado porque ya te mencioné. Esta es una ciudad muy estrecha y es una ciudad que no tiene suelo de expansión. No tiene para dónde crecer. Entonces, cuando este tema llega al tema inmobiliario, uno pensaba que iba a haber una reacción, no necesariamente resentimiento, sino una reacción social. Sofia: Por lo menos de exigencia pues ante las autoridades, pues, que tomen conciencia en el asunto. Carlos: O institucionales, o de los gremios, pero no. Porque finalmente hay [00:43:00] negocio y el negocio opaca todo en la cultura y en la mentalidad nuestra. Yo creo que, que todavía una respuesta ante la crisis, yo creo que la crisis va a seguir acentuándose. Va a seguir manifestandose y acentuándose, y que una reacción o una respuesta empresarial, institucional. Sofia: O ciudadana... Carlos: Exactamente, todavía no, se ve muy clara.Sofia: Sí, porque si uno, si puede decir bueno, "hay gente que no le gustan los turistas," pero no es una cosa generalizada, porque de nuevo, si hay como un espíritu como hospitalario o si el turista te trata bien a ti, porque lo vas a tratar mal. O sea, yo no he visto, pues, que en un negocio alguien vaya a tratar mal a un turista que no le quiera vender. No, eso no sucede. Pues, entonces no creo que esté sucediendo algo así. Pues, creo que, la situación, digamos, económica y social, estaba muy densa, pues está como muy [00:44:00] fuerte aquí en la ciudad y la gente simplemente está intentando sobrevivir.Carlos: Y digamos, el malestar que se presentó en Manila y sus alrededores es porque ciertos eventos de drogadiccion y prostitución era muy visibles. Cuando se logra el pacto de ocultar, pues todos tranquilos, porque la gente aquí es muy mojigata. Esto es una una sociedad simplemente conservadora, "católica" entre comillas y con que la cosa no se vea, pues está bien. Sofia: Yo también quería anotar que, que claro que han habido como unas pequeñas manifestaciones en El Poblado, cierto?, de residentes que se han visto afectados. Pero eso no tiene eco en toda la ciudad porque es que eso finalmente gente rica que está molesta porque ya no puede vivir en el arrendamiento, en el barrio que vivió toda la vida, sino que le toca desplazarse a otro menos cómodo.Pero no es como que se vayan a quedar sin posibilidad de vivir en la ciudad, por ejemplo. Me parece que no es como algo tan crítico. Y eso no va a tener eco en la [00:45:00] ciudad porque un montón de niños ricos se quedaron sin poder pagar su apartamento, pues, o el apartamento que quieren o en el barrio que quieren.Simplemente claro está desplazando un poco, entonces hay nuevas zonas. Eso si se llama gentrificación, estos barrios más tradicionales, más populares están siendo ocupados por estas personas de clase alta de nuestra ciudad que han sido desplazadas por la gente de clase alta del mundo, cierto?Y entonces esta gente que habitaba en esos barrios tradicionales, pues le toca coger para la ladera, cierto? Para los barrios populares. Y bueno, y digamos que esa es la incomodidad. Pero yo no siento que sea algo generalizado.O sin mucha fuerza, o por lo menos no con una llamada clara a la [00:46:00] acción. Chris: Vale, vale, pues muchas gracias, Sofía, Carlos. Entonces, si no hay tanta resistencia en las calles, me gustaría preguntarles de las acciones del gobierno de Medellin. Entonces, en mi investigación para el episodio, yo leí algunos artículos que ofrecen los siguientes datos:Ahora, "Medellin tiene un déficit de más de 50,000 viviendas según Viva, según la empresa de vivienda de la gobernación de Antioquia."Ahora, "Juan Camilo Vargas, director de Asohost, el [00:47:00] gremio de esta actividad en Colombia dice que el 40% de sus operaciones se concentra en Medellín y que el negocio no es ilegal. Entonces un alcalde no puede pasar por encima de una norma nacional."Ahora "Y aunque no ha tomado medidas concretas, el alcalde Gutiérrez también ha enviado señales de posibles restricciones para el negocio de los hospedajes cortos. En la ciudad más de 1700 lugares operan sin licencia según el sistema de información turística."Y finalmente "No vamos a acabar con las plataformas, pero si habrá regulaciones, dijo el mandatorio ante el consejo el 4 de marzo." Dice "No puede ser que en tres años hayan aumentado tanto los arriendos [00:48:00] o que la vida de nuestras familias se vuelve imposible por las rentas cortas."Entonces, pues el gobierno local habla de adoptar una postura dura contra el tráfico sexual relacionado con el turismo y la crisis de vivienda. Y dadas las fallas en Barcelona para enfrentar las consecuencias del turismo, incluso después de que su alcalde fue elegido por hacer exactamente eso, ¿Qué esperanza cree que existe a nivel gubernamental en Medellin? Sofia: No, claro esto una, pues, qué pena decirlo. Pero Chris, es que nosotros tenemos un alcalde que se cree Batman. Pues que anda en un helicóptero diciendo que va a perseguir el mismo a los ladrones, pero es toda una fachada y digamos que nuestra sociedad compra eso. Pero pues se cerraron tres apartamentos, tres edificios, o sea, se cerraron unos cuantos negocios.Eso sale en la primera plana. [00:49:00] Pero pues yo, yo tengo gente cercana que ha invertido en Airbnb. Y no han tenido ningún problema. No les han hecho ningún requerimiento. Nunca les han visitado la policía. Claro, creo que depende mucho como del administrador de la propiedad, no admitir lo que se supone que en la plataforma no está admitido, cierto? Que tengamos esta persona cercana que que está, pues como inversionista de un Airbnb, si dice nosotros no admitimos nada de eso. Y las veces que hemos tenido intentos de que alguien entre a alguien, se llama la policía, y claramente de una se expulsa a la persona. Bueno, digamos que si hay un procedimiento, pero ni siquiera a esa persona, la policía se lo va a llevar.O sea, a mí me ocurrió una cosa una vez, y es que yo estaba en una portería de una unidad en El Poblado y entró un extranjero con dos niños pequeños, con dos niños de 10 años. Y yo pensé que eran [00:50:00] sus hijos, pues como yo pensé que eran sus sus hijos adoptivos pues, pues, como que, bueno, simplemente yo vi a entrar un un hombre con dos niños, pero sí me llamó la atención como estaban vestidos los niños.Y le pregunté el portero, como esos son los, pues como que estaba confundida si me llamó la atención en la manera en que estaban vestidos. Y el portero me dijo no es que estos gringos vienen a hacer eso en ese apartamento y yo, pero ¿Por qué no estamos llamando a la policía? Y él me decía "es que los tienen que coger con las manos en la masa."O sea, no hay, un procedimiento tampoco para hacerle frente a esto. Y es una cosa que muchas veces sucede, pero no hay herramientas institucionales para que deje de suceder porque finalmente ellos están protegidos porque están en el interior de un apartamento, porque el dueño del apartamento está de acuerdo. Bueno, digamos que es toda una cadena. Entonces realmente es difícil del desuno de vista legal. lo que creo es que nuestro alcalde y muchos otros que hemos tenido son maravillosos haciendo anuncios, [00:51:00] cierto? Siendo portadas de periódico. Carlos: Aunque, aunque hay anuncios en el aeropuerto ahí, pues tú te bajas de un vuelo internacional y en el pasillo vas a encontrar... Sofia: Si, que que no, que no se admite esto, pero igual siempre vas a poder acceder a ello.O sea claro, y son muy buenos haciendo anuncios, así como han hecho anuncios de muchas cosas. Pues como se va a acabar la criminalidad, o sea, van a pasar muchas cosas, pero en el cotidiano, pues uno ve que eso no es cierto. O sea, uno se va para el Lleras y uno sigue viendo pues, toda la dinámica cierto?. Qué era muy escandaloso, Chris, y que creo que ya dejó de pasar, que es que uno se iba para el para el Lleras. Pues que no sé si estás ubicado en El Poblado, como en el mejor dicho, es como el centro del turismo, en el barrio de El Poblado, y uno veía niñas indígenas que bailaban por monedas, cierto?. Y era como, ya ni siquiera era [00:52:00] necesariamente, es que ellas fueran prostitutas, sino no que estaban, digamos, haciendo algo que la gente consideraba muy indigno y que eran niñas y que eran indígenas. Al lado de todas las, cierto? Trabajadores sexuales que se estaban, digamos, ofreciendo sus servicios. Y eso fue lo que más, alarmó a la gente, como, porque tenemos estas niñas indígenas, y entonces, bueno, la actitud fue, se van de aquí, ya no pueden estar, le quitamos las niñas a los papás. Bueno, un montón de acciones que uno sabe desde adentro que no van a tener absolutamente ningún efecto y que es posible que esas niñas la vayan a pasar todavía peor de lo que ya la pasan, cierto?, bueno, como que yo la verdad no creo que vayan a cerrar Airbnb. No creo que vayan a prohibir el Airbnb en Medellín. Carlos: Pues yo veo muchas construcciones para adelante. Y tengo compañeros o amigos ex alumnos arquitectos que dicen que los negocios que les están entrando es diseñar y construir [00:53:00] Airbnb.Sofia: Si. Y fuera de eso, pues, porque es que esos anuncios son muy fáciles de decir. Pues incluso yo he visto que en otras ciudades han empezado a regular. Que hay zonas de la ciudad que no se admiten los Airbnbs o que, digamos tienen un tiempo, mínimo, o sea que son 30 días mínimo, entonces son estancias cortas, pero de un mínimo, o sea, no es, voy a pasar el fin de semana en Medellín y me voy a des cualquiera, sino vengo a trabajar. Pero eso ni siquiera ha sucedido.O sea, no hay una mínima regulación, entonces, pareciera de pronto, si se leen los titulares pareciera pero hasta ahora no ha pasado nada concreto. Carlos: Y hay muchos enterramientos, por ejemplo, de que el presidente local, fue financiado por todo este sector inmobiliario y pongámosle raya, relacionado con el turismo. Entonces él, él no tiene capacidad moral de controlarlos. Chris: Pues justo me encontré una cita del arquitecto Joseph Bohigas, [00:54:00] y el dice que "en la segunda ciudad de Colombia, aún hay tiempo para evitar las imágenes que se repiten hoy en Barcelona," que "Medellín no puede morir de éxito." Carlos: Pues él nos lanzó esa frase porque acordáte que te mencioné que hubo un turismo académico muy fuerte y una, pues pretendía cierta hermandad entre Medellín y Barcelona. Pues eso no tiene nada de hermanos, pero la academia va para todo. Entonces, toda esta oleada de arquitectos y urbanistas de Barcelona estuvieron aquí, asesorando a las alcaldías, a los gobernadores durante unos 10 años seguidos. Todos los arquitectos importantes de Barcelona tuvieron aquí y el vino. Y él nos dijo esa frase por ahí en el 2007. Estaba en alcaldía terminando Fajardo cuando el dijo ojo que una ciudad puede morir del éxito. Entonces desarrolle la idea y [00:55:00] más o menos decía pues la gentrificación, el encarecimiento, la turistificacion fueron cosas que no, que él anunció.Claro, esta es una ciudad sin mar. La gente viene a montañas y la vegetación. Tú sales de Medellín a dos horas y estás como en una selva. No es una selva, es un bosque tropical tremendo, muy atractivo. Yo creo que ese es un atractivo que la ciudad también ayuda a traer mucha gente, es decir, Santa Fe, Antioquia, Guatape, Jardín, son municipios relativamente cercanos, muy, muy atractivos para el que viene realmente a descansar, cierto? Entonces yo creo que esto podría ser una oportunidad. Esta situación de gentrificación, turistificación, encarecimiento, actividad inmobiliaria, que de, que está abandonando la vivienda, digamos para el, para el residente. Podría ser la oportunidad para que ese morir del éxito pudiera ser confrontado [00:56:00] mediante políticas.A eso requiere mucho liderazgo de la alcaldía, mucho. Actualmente yo no veo la alcaldía con comprensión estratégica de lo que puede estar pasando y de cómo esto pueda grabarse mucho. Sofia: Sí, sí, gracias, Carlos. Para terminar nuestra conversación, me gustaría preguntarte Sofía sobre el proyecto que nos pusimos en contacto. El Proyecto NN, me encantaría que pudieras explicarnos qué es el Proyecto NN y qué hacen ustedes ahí en Medellin? El Proyecto NN es una corporación sin ánimo de lucro, pues que está interesada por apoyar procesos como de organizaciones culturales o sociales, digamos en zonas periférica de la ciudad, aunque también hemos trabajado o nos interesa mucho también la parte, digamos pedagógica o la parte de [00:57:00] formación en temas relacionados con patrimonio, con urbanismo, cierto? Como con, cultura en general. Sofia: Somos varios arquitectos que hacemos parte, pues de la organización y todos somos profesores universitarios. Entonces, bueno, tenemos como ese interés por la pedagogía y digamos que ese cruce de la pedagogía y la dignidad espacial, y el interés por los espacios de encuentro, digamos comunitarios, pues nos ha llevado apoyar estos procesos, a encontrar mecanismos o idear proyectos para dignificar esos espacios donde la gente se encuentra, donde la gente se encuentra generalmente a compartir, pero también a aprender y a buscar como salidas para gestionar la propia vida, cierto?, digamos, para superar esa desigualdad que muchas veces también tiene que ver con la desigualdad en la oferta de oportunidades, precisamente, incluso desde la, desde la educación. Y pues, porque, aunque supuestamente en Colombia, la educación es un derecho, pues realmente no se [00:58:00] cumple cierto?. Y vinculado un poquito como a esta idea de la vivienda, pues también se supone que en Colombia, la vivienda digna es un derecho, y eso es algo que vemos que no se cumple.Y, pues, ahorita mencionábamos un poquito como la conformación de la ciudad, y podemos decir que, pues esos lugares en donde la vivienda digna no se cumple, pues se da sobre todo en las laderas, cierto? En la parte alta de la montaña. Y es allí donde estamos trabajando, donde vemos precisamente que hay un tipo de urbanización, pues como muy precaria, donde los servicios básicos no están cubiertos y donde un espacio comunitario, pues cubre realmente muchas de las necesidades de las personas, cierto?Incluso, pues , como espacio de socialización, cierto? Como espacio de encontrar pares, cierto? Para enfrentar, pues, esa situación. Entonces, bueno, eso es lo que hacemos desde el Proyecto NN y bueno, y digamos que intentamos [00:59:00] reflexionar teóricamente, pues, este asunto del derecho de la ciudad y el derecho de la vivienda, pero también estamos intentando, pues, como adelantar proyectos que tengan que ver transversalmente con este asunto. Ahora en compañía de Carlos, pues que Carlos ahorita les, te contará un poco. Pero Carlos, pues es un experto en mejoramiento integral de barrios, bueno, en todas estas intervenciones que se puedan hacer en estos, en estos lugares de la ciudad, estamos, liderando un proceso de formación, pero también un proceso constructivo, si puedes llamarse así, de prevención de riesgos y desastres.Pues, porque en estos barrios el derecho a la ciudad es eso cierto? Esta gente bueno, viven unas condiciones precarias, pero además, están arriesgando sus vidas, cierto?, porque, no tienen las condiciones urbanas, pues, para que su vivienda sea una vivienda segura.Y entonces estamos encontrando y a [01:00:00] mecanismos, pues, para transmitir algunos conocimientos técnicos y pues, para mejorar esas condiciones de vida. Entonces, digamos que, pues para nosotros el derecho a la ciudad tiene que ver también con esto, cierto? De, bueno, el estado no lo puede resolver. Pero entonces, como comunitariamente encontramos alternativas para mejorar estas condiciones. Carlos: Yo agregaría que para mí, por lo menos en la experiencia profesional que he tenido, literalmente el derecho de la ciudad es derecho a la vivienda. Yo no concibo ni siquiera la ciudad sin oferta de vivienda, sin vivienda. La ciudad es un lugar para vivir fundamentalmente y dentro de estas estrategias de gestionar la vivienda.Pues, pues, vos, sabes, Chris que Colombia y Medellín es una ciudad muy, muy determinada por por el desplazamiento desde las regiones. Es una ciudad que recibe población migrante expulsada por fenómenos [01:01:00] violentos, por buscar oportunidades, por la misma atractividad de la ciudad, porque es una ciudad que se mueve, que mueve la economía.Entonces, precisamente el sector inmobiliario, digamos entretenido con Airbnb, la alcaldía que no sabe para donde mirar y la gente llegando desde las regiones expulsada de muchas formas, se ubica en unas laderas muy, muy inhóspitas, de muy difícil adiestramiento, de muy difícil urbanización. Entonces vemos que allí, desde la formación, desde la capacitación, desde la pedagogía, de, pero siempre llevando a la práctica con la red de monitoreo de puntos críticos en un barrio, con la identificación del que es un punto crítico, con los factores de riesgo del barrio. Estamos tejiendo con ellos y el lugar de reunión, la sede de Somos Por [01:02:00] Naturaleza y el Proyecto NN, ahí nos encontramos construyendo con la gente conocimiento, oportunidades, posibilidades. En eso estamos. Chris: Orale, pues suena un proyecto increíble, necesario y muy hermoso. Entonces, gracias a ustedes dos y también en el nombre de nuestros oyentes, me gustaría agradecerles a ambos por estar dispuestos a hablar conmigo sobre estos temas hoy. Igual fue muy revelador para mí y espero que poco a poco se sigan construyendo la derecha a la ciudad, a la vivienda, y la solidaridad, con la gente ahí en Medellin. Entonces, ¿Cómo podrían nuestros oyentes seguir a sus trabajos, compañeros? Sofia: Ah, bueno, nos pueden seguir en en Instagram, @ProyectoNN. Ahí intentamos compartir, pues, como parte del proceso de los proyectos [01:03:00] que que tenemos en curso y bueno, próximamente también vamos a actualizar la página www.proyectonn.com Y bueno, por ahí pueden ver como, como las cosas que estamos haciendo y adelantando. Y pues también, muchas gracias a ti por la invitación.Siempre son temas muy bacanos como de conversar, reflexionar, chévere.Carlos: Así que a la gente de Oaxaca y a usted Chris que se interesaron en estas conversaciones, pues muchas gracias.Chris: Gracias, Sofía. Gracias Carlos. Bonito día.English TranscriptionChris: [00:00:00] Welcome Sofia, welcome Carlos to the podcast The End of Tourism. Thank you very much for being with me today to talk about this very complex topic. I would like to ask you where you are today and what the world looks like for each of you there.Sofia: Well, we are here in the city of Medellin. We are together in my house, Carlos is my father, and well, we decided to get together to have a more fluid conversation, from here, from my house in the center of the city, which is a very particular center. Well, Medellin is a mountainous city that is in the Andes. It is a valley. And let's say that the center of the city has, well, very different dynamics to many centers of other cities.Carlos: It is a very narrow city [00:01:00] and on the eastern and western sides there are a couple of mountains full of neighborhoods. Right here, through the window, you can see all the urbanized mountains and in the center is, let's say, the metropolis, what we could call a more traditional city, while up there are neighborhoods or popular communes. Nowadays, they are very popular for certain types of tourism.And where are you?Chris: Well, I was in Oaxaca, the capital of Oaxaca, Mexico, also in a valley that is a bit larger geographically than Medellín. I know Medellín because I was there as a tourist maybe 15 years ago. And so, starting all the [00:02:00] research for this episode, I found how many... So I would like to read some quotes from those articles for the listeners who may not know Medellín, don't know what's going on there, according to the mass media.So, first up is Nomad List. "Nomad List is a platform that publishes its ranking of the most popular destinations for working remotely. It placed Medellin in second place last year out of 157 cities in Latin America."The next one says that"In the Manila neighborhood of Medellin, there are short-term rentals whose owners earn more than five million Colombian pesos per month or about $1,000 US."The next one said that"Although it was not carried out [00:03:00] , the local president said at the time 'that he would ban short-term rentals in the city as a measure to prevent child sexual abuse and exploitation. In that search to find a solution to this scourge, Guitierrez, the local president, met with representatives of the Airbnb platform to reach an agreement.Since then, the parties have worked together in agreement to avoid extreme measures, but to establish actions that allow preventing this crime in the city."Continuing, "Meanwhile, the number of apartments listed on Airbnb, the popular vacation rental company, rose from 8,000 in October 2022 to 14,000 at [00:04:00] the end of 2023, according to data collected by AirDNA."And finally, "recent data says that Medellín receives 1.7 million foreign visitors to a city of 2.5 million inhabitants."So, I'd like to start by asking you two about gentrification in Medellin. I found another article on the subject. And maybe if you show it, it exposes a little bit of what's going on there and says that"Wilson and Felipe, both of whom withheld their real names, each own a café-bar in Manila in El Poblado, one of the most touristic areas with the greatest economic activity. The two neighbors are among the few left on their [00:05:00] block, because practically all the houses in the area have been transformed into restaurants, small hotels and hostels, Spanish schools, or short-term rentals through apps like Airbnb, which are taken over by foreigners and are partly the cause of the high cost of housing for traditional residents. Between 2022 and 2023, rents grew between 50 and 100%.This neighborhood has changed a lot, says Wilson. It was a family-oriented neighborhood, and you see, it became a land of drug addicts and drug dealers who provide home delivery. All this 'gentrification', as they say, is due to foreign investors and everything became more expensive. Carlos, you have worked for state-owned companies in Medellín and Bogotá, the Urban Development Company. And [00:06:00] Sofia, you have worked on the NN Project there in Medellín. So perhaps you could give us an idea of what has happened in Medellín in recent years and decades in terms of gentrification and what role tourism and tourists have to play in it.Carlos: Well, I perceive this situation as extremely new and recent.It is worth saying that Medellin in the 90s was a city where nobody came. That is to say, the situation of urban violence. All this crisis that drug trafficking unleashed in the city had us marginalized from the rest of the world. It was a rather unattractive city due to its violence and relatively paralyzed investments. [00:07:00] Sofia: It was the most violent city in the world.Carlos: YesSofia: At some pointCarlos: And it required a strategy of attention between the presidency of the republic and the local mayor's office, which you in Mexico call "local presidency" to find alternatives for the future. They were called the seminars of many conversations.So, the first thing I want to show is that it is a very new and recent fact. For us, to see a foreigner, it was a footballer who came to the two clubs. Otherwise, nobody came here. Seeing Chinese or Japanese or German faces was very unique.And the paisa, the Antioquian culture is a supremely hospitable culture.People here are overflowing with kindness. It's a very curious thing. The mere fact of feeling a person from another [00:08:00] region, not necessarily a foreigner, can be from another Colombian region. The Antioquian develops skills and ways of relating, very pleasant, very attractive. The Antioquian is a very talkative person, very talkative, and is very open. He is very calm in relationships, I would say that at first. So yes, we do feel, the presence of foreigners really feels overwhelming, because it is noticeable. We live here. I live in a couple of small blocks where small hotels have proliferated in two blocks, they have been developed in the last three years.Five, six, seven hotels, and the presence of foreigners is noticeable. And as I said at the beginning, it was very welcome, because foreigners bring coins with a very high exchange rate and here, the country has an extremely commercial and business mentality. Here, the business is seen to be selling a space, so we make another space.I mean, people here are extremely resourceful in the way they do business.Sofia: Yes, and I think the city made an institutional effort to change the narrative as well. Because, as Carlos says, it was very stigmatized, because we are the city of Pablo Escobar. True.That is a very strong symbolic burden. And so an effort has been made to show other things that we are as well. I think that reggaeton has a lot to do with the visibility of the city as well. True, because let's say that reggaeton has not only produced great stars, great singers, like from here in Medellin, but [00:10:00] that reggaeton, like many other musical genres, like in salsa or, well, it exalts, well, those figures like drug trafficking, well, like a certain aesthetic as well. And so it is very attractive for many foreigners to come and get to know the city of reggaeton.And that was something that was happening, let's say, in a more organic and slower way before the pandemic. With the pandemic, it was cut off and after the pandemic, it overflowed. In other words, it happens as an overflow phenomenon. I also imagine, well, because of the desire of many people to travel and, well, to have been paralyzed in their places, and the city really wasn't prepared.I mean, I think that all that institutional effort that was made was not measured either, as to how far it could go, right? Because, although it is true that the city is extremely hospitable and welcoming, let's say that the climate is one of the things that also [00:11:00] attracts the attention of many foreigners. It is a very ideal climate, right? An eternal summer. Well, obviously there are also some structures that offer things. There are a lot of drugs, there is a lot of prostitution, right? It is a city that is also for a tourism that does not leave many good things. Also, well, you will know and you will have the knowledge, tourism even if it is not, well, this tourism of drugs and prostitution and unbridled partying. Tourism is a phenomenon that tends to be devastating, right? It is a phenomenon that makes it more expensive, then. Yes, I think that at first, it is a city that kind of wanted this to happen, but at this moment it does not know very well how to handle it.Carlos: Yes, there was also a time when the city began to take off, there was some academic tourism, because the city began to be very loud in terms of certain urban transformations [00:12:00] . This is a city that has a very powerful public services company.In Medellin, the mayor's office is the owner of a kind of local multinational that sells public services and electricity. It sells electricity to Panama and Ecuador and provides public services to some 90 municipalities in Colombia. So, the city has a really notable capacity for social investment.And then the city started to hold academic events to show off. For example, Bogota, which is the capital of Colombia, has 8,000,000 inhabitants. It has not been able to build a subway.Chris: Wow.Carlos: And the Medellin metro is celebrating its 30th anniversary. What I wanted to point out is that a very curious form of tourism has developed. And that is that foreigners come here to visit popular neighborhoods, to get into [00:13:00] Moravia, or what we call Comuna 13 here, is a very curious fact, at least because you go to a popular neighborhood where there are no comfortable services, where there are no venues, where you can see the popular show. I don't know, it's a very, very curious thing and it's incredibly overwhelming.That is to say, there are places where there is no room for people physically and they keep going, that is, there, they are, all of that is uncomfortable. But people keep going , I don't know why, but they keep coming.Sofia: It's a question we ask ourselves constantly, in fact, several friends always ask me, like, what are you here for? Why do you come here?Well, we don't understand what they're coming for, maybe because one has become naturalized. I don't know, well, everything that happens here, but one stil

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Nómadas - Cali, la salsa de Colombia - 21/12/24

Nómadas

Play Episode Listen Later Dec 21, 2024 56:37


El baile frenético y los ritmos de la salsa son parte nuclear de la esencia caleña, tierra de músicos, poetas y contadores de historias. La escritora Ángela Becerra nos guía en un gran paseo por sus recuerdos y los barrios de esta capital del Valle del Cauca. Una ciudad rebosante de vida y verde que mira hacia el Bulevar del Río, siempre amenizado por el rumor de sus aguas y poblado por una entrañable colonia de felinos esculpidos. Nuestra visita a Cali pasa junto a la pequeña y llamativa iglesia neogótica La Ermita, la siempre animada plaza de Caicedo y el colonial barrio de San Antonio. Nos interesamos también por zonas de su agreste extrarradio como la Comuna 20, un barrio informal colgado en la montaña al que llegamos a bordo del teleférico MIO Cable, integrado en el sistema de transporte público. Y después de recorrer esta urbe colombiana de más de dos millones de habitantes salimos en busca de los Farallones y otros entornos naturales del Pacífico colombiano. Nos acompañan el vicepresidente de turismo de Procolombia, Gilberto Salcedo; el secretario de turismo del Valle del Cauca, Julián Franco Restrepo; y la directora ejecutiva del Cali Valle Bureau, Catalina García Sterling. Además, dos integrantes del espectáculo Delirio –Andrea Buenaventura y Brando Pérez– nos explican por qué Cali merece su título de capital mundial de la salsa.Escuchar audio

Relatos De Horror (Historias De Terror)
LA COMUNA DE LOS NAHUALES (Horror Cast #191)

Relatos De Horror (Historias De Terror)

Play Episode Listen Later Nov 2, 2024 27:50


Durante epocas revolucionarias, un grupo de bandoleros despues de emboscar a un grupo de soldados, aseguran un cuantioso botin que los hace huir y enfrentar muchos problemas. Para evitar ser destruidos , el jefe de los gavilleros esconde el botin y huye a la sierra donde funda una comunidad prospera. Con el paso del tiempo, reciben la visita de un supuesto brujo que les muestra un camino oscuro a un grupo de jovenes que lo siguen para tener poder y sabiduria, pero el precio a pagar es muy alto. Enfrentando consecuencias nefastas al dejar su humanidad de lado por poderes inimiginables. El exodo de aquellas familias que huyen de las garras de estos seres extraños, es puesto en peligro por el mas ambicioso de todos, pero el lider y jefe de la comunidad, enfrenta este ser con toda su valentia y coraje para salvar algo preciado de sus garras. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.