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Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Mamilos
IA AGÊNTICA | O Que Funciona, e o Que Assusta com Cris Dias e Ana Freitas | Mamilos #556

Mamilos

Play Episode Listen Later May 12, 2026 61:59


Você já sentiu aquela ansiedade ao abrir a internet e dar de cara com mais uma novidade sobre Inteligência Artificial? Aquela sensação de que o mundo está correndo numa velocidade absurda e você está ficando para trás? Respira fundo. No episódio de hoje, o Mamilos recebe Ana Freitas e Cris Dias, do IA em Curso, para compartilhar os bastidores de uma imersão prática que mudou tudo. Descobrimos que a IA deixou de ser só uma assistente e virou uma colega de trabalho que age junto com você. Entre a Ju criando um aplicativo de gamificação do zero sem saber programar e a Cris transformando quase 12 anos de áudio em textos, discutimos também as sombras dessa revolução. Falamos sobre o medo de perder o emprego, o cuidado com os dados e fizemos uma provocação: essa inteligência é Artificial ou, na verdade, Coletiva?  Dá o play e vem entender o que a IA Agêntica pode fazer por você.

Mamilos
Transição de Carreira: é possível recomeçar? | Mamilos #548

Mamilos

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 69:22


Se a geração anterior buscava estabilidade em uma única "firma", a nossa é desafiada a navegar por múltiplas trajetórias. Entre o impacto da Inteligência Artificial e a busca por autonomia, como transformar a angústia da mudança em um motor de transição? Neste episódio, Ju Wallauer conversa com Ana Freitas, Ana Franzotti e Lorenzo Mendoza sobre a "troca de pele" profissional, abordando o poliamor profissional, a importância de calçar a "sandália da humildade" para voltar a ser aprendiz e por que investir em Boring Businesses pode ser o segredo para uma mente mais tranquila. Vem com a gente entender por que está tudo bem não saber de tudo e como reconstruir sua narrativa no mercado

Braincast
Tem Que Acabar [Edição 2026]

Braincast

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 131:18


Como ja é tradição, todos os anos o tribunal de minúsculas causas do Braincast se reúne para definir todos os hábitos, tendências e modas que já deram o que tinha que dar e precisam ficar no passado. Nessa oitava edição da franquia, o colegiado do Braincast, formado por Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Marko Mello e Ana Freitas, debatem e decidem o que, de uma vez por todas, tem que acabar em 2026. 04:07 - Pauta -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Braincast
A Guerra da IA: revolução ou bolha?

Braincast

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 121:49


Sim, queridos e queridas ouvintes e assistintes: não poderíamos encerrar o ano sem voltar a falar dela… a IA. No episódio de hoje, Carlos Merigo, Cris Dias, Ana Freitas e Alexandre Maron tentam responder duas perguntas que estão atormentando CEOs, devs, criativos, investidores, ou qualquer interessado em tecnologia (e talvez os interessados no pós-apocalipse também): Quem tá ganhando a guerra da inteligência artificial – Google Gemini, Claude, ChatGPT, ou algum outro player que nem nasceu ainda? E isso tudo é uma revolução tipo internet… ou uma bolha linda e brilhante prestes a estourar na nossa cara? Porque ao mesmo tempo em que a IA tá escrevendo seu e-mail, organizando suas fotos, resumindo reunião e sugerindo resposta passivo-agressiva no WhatsApp… tem gente falando que a conta dessa brincadeira pode vir na casa dos trilhões de dólares. 14:00 - Pauta 01:41:63 - QEAB -- APOIO CERTO – HISTÓRIAS REAIS DE QUEM FAZ ACONTECER Uma série do Itaú Empresas em parceria com o Braincast e o g1. Assista em https://g1.globo.com/especiais-publicitarios/a/itau/alemdonegocio e veja como o conhecimento certo transforma negócios de verdade. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Mamilos
Deixe o ar entrar: como simplificar virou um ato de sobrevivência | Mamilos EXTRA

Mamilos

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 55:40


O celular prometeu colocar tudo na palma da mão – mas, na prática, a vida digital virou uma lista infinita de senhas, notificações, menus confusos e aplicativos de banco que cansam mais do que ajudam. Neste episódio, a gente dá nome a esse sufoco: apneia financeira, o mal-estar de lidar com dinheiro em serviços cada vez mais digitais, que em vez de simplificar parecem roubar nosso tempo, nossa atenção e até nosso sono. A partir de uma pesquisa do Instituto Locomotiva feita em parceria com o Santander, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Renato Meirelles e Ana Freitas para entender por que tanta gente se sente exausta depois de passar tempo em aplicativos, como a digitalização empurrou trabalho não pago para o usuário, quais emoções aparecem quando o assunto é dinheiro (cansaço, frustração, medo, raiva) e o que a desigualdade de acesso à tecnologia tem a ver com tudo isso. Na conversa, falamos de multitarefa que não existe, de algoritmos que colonizam nossa atenção, de interfaces que viram labirintos e de experiências digitais que realmente devolvem fôlego — da receita eletrônica ao PIX bem desenhado. E, principalmente, discutimos como empresas podem ser mais éticas no uso do nosso tempo e o que cada um de nós pode fazer pra respirar melhor na relação com telas, bancos e boletos. Esse episódio é um oferecimento de Santander. A gente vive falando sobre tempo, né? Todo mundo tentando ganhar tempo… mas parece que o digital tá fazendo a gente perder fôlego. Cada senha nova, cada atualização, cada app prometendo facilitar, e a gente ficando cada vez mais cansada, com menos tempo pra vida de verdade. O Santander olhou pra isso por entender que essa sensação também pode acontecer na hora de cuidar do próprio dinheiro e procurou ouvir as pessoas na hora de criar o novo aplicativo, isso é muito bonito, né? Ao invés de mais uma promessa tecnológica, o banco assumiu que poderia entender como simplificar pra devolver tempo, leveza e presença pras pessoas. Porque no fim, ninguém quer um app que faça tudo; a gente quer um que resolva, que seja seguro e que seja fácil de navegar. Um banco que deixa o ar entrar de novo, que ajuda a gente a respirar com calma diante do dinheiro. Veja a pesquisa completa em: https://x.gd/iXGj5

Boa Noite Internet

O ano já está chegando ao fim e, como era de se esperar, a inteligência artificial apareceu de novo na conversa. Dessa vez, chamei a Ana Freitas pra um papo sobre IA — mas com uma proposta: nada de hype vazio, nem previsão de fim do mundo. A gente quis entender, com os pés no chão, o que realmente muda na vida das pessoas agora que essas ferramentas estão em toda parte. A Ana trouxe uma ideia daquelas de alugar triplex na minha cabeça: a IA, no fundo, tem esse poder de puxar todo mundo pra média. Quem é ruim em alguma coisa pode parecer melhor com a ajuda da máquina, e quem é excelente, se não souber usar direito, pode acabar ficando... só ok.Falamos também de um medo mais profundo, que não é da tecnologia em si, mas do que o capitalismo vai fazer com ela — a partir do papo que tive este ano com o Ted Chiang. E de como, talvez por isso, a gente só sabe imaginar futuros distópicos com robôs e algoritmos — e nunca utopias. Falta sonhar melhor. Falta disputar esse futuro. Foi daqueles episódios que começam falando de ferramentas e terminam em filosofia de bar, com direito a Black Mirror, Spore e simulações do universo. Ou seja: minha cara.No final, aproveitamos para falar do IA em curso — conhecimento à prova de futuro, uma comunidade que criamos para continuar esse papo de forma prática e constante — e explicamos por que não é só um curso. Tem mentoria quinzenal comigo e com a Ana, grupo de troca no Telegram, recursos comentados e um monte de conversa boa pra quem não quer só entender IA — mas aprender a viver com ela.Ainda por cima, mostramos como somos os piores vendedores do mundo, sem saber ser coach e vender fórmulas mágicas e certezas. É o nosso jeitinho, espero ver você lá. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Braincast
O que o efeito Felca escancarou sobre o jornalismo (e sobre nós)

Braincast

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 88:00


Você viu. uim vídeo publicado pelo youtuber Felca viralizou ao denunciar a adultização de crianças nas redes sociais. A repercussão foi enorme: perfis deletados, prisão de influenciadores, investigações reabertas, projetos de lei apresentados no Congresso. Mas enquanto o tema ganhava força nas redes e nos jornais, um novo debate surgiu: por que um vídeo de um criador de conteúdo teve mais impacto do que anos de reportagens sobre o mesmo assunto? O que isso revela sobre o jornalismo, sobre o poder das plataformas e sobre a maneira como a gente consome informação hoje? Neste episódio, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Ana Freitas e Debora Baldin mergulham nessa discussão: quais os limites e as potências do jornalismo tradicional, o papel dos influenciadores, a força das narrativas digitais e como tudo isso está moldando — ou desafiando — o espaço público. 07:44 - Pauta 01:09:03 - QEAB _ NEXGARD SPECTRA®: É OUTRO NÍVEL DE PROTEÇÃO. https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=nexgard-spectra-podcast&utm_source=parceiro_comercial&utm_medium=podcast&utm_campaign=boehringer_podcast_20nexgard&utm_source=globo&utm_medium=cpm&utm_content=AH_ALAMEA_BRASIL_25_aon_glo_glocom_awa_cpm_tutc_A25mais_60s_NA_braincast_boeh00995ne25&utm_campaign=AH_ALAMEA_BRASIL_NEX_25_AON_GLO_GLOCOM_AWA_CPM Cupom: 20nexgard Vigência: Até 31/12 Regras: 1 uso por CPF, não acumulativo com compra programada -- VIASAT ADS: ENGAJE MILHÕES DE CONSUMIDORES EM SUAS JORNADAS DE VIAGEM Você já percebeu como, quando a gente tá no avião, parece que o tempo desacelera? A gente lê, trabalha, maratona série… e, principalmente, presta atenção. Agora, imagina a sua marca nesse cenário. É exatamente isso que a Viasat Ads oferece no WiFi dos vôos da Azul: publicidade digital a bordo, para um público cativo e de alto valor, em um ambiente premium e sem distrações. Nada de brigar por atenção com milhares de anúncios nas redes sociais. Com a Viasat Ads, você segmenta suas campanhas por destino, rota ou comportamento de viagem, e ainda acompanha tudo com dados em tempo real. É mídia direcionada, mensurável e altamente relevante. Esse modelo já funciona com companhias como Delta e American Airlines nos Estados Unidos e na Europa, e agora chegou ao Brasil. Junte-se à jornada com a Viasat Ads e leve sua marca direto para onde a atenção está. Acesse: https://www.viasatads.com/pt-br/?cid=SOC_BR_3477_6AP9PG0EL9 -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Braincast
Dinheiro Inteligente: a revolução invisível da IA nas finanças

Braincast

Play Episode Listen Later Aug 1, 2025 80:51


Imagine abrir seu aplicativo de banco e perceber que quase todas as decisões — desde o limite do seu cartão até sugestões de investimento — não foram tomadas por pessoas, mas por algoritmos. Isso já está acontecendo. A inteligência artificial deixou de ser só uma promessa futurista para se tornar o motor invisível do sistema financeiro. E, muitas vezes, ela está lá sem que a gente perceba. Mas até onde isso vai? Quem está realmente no controle do nosso dinheiro? No episódio de hoje, Carlos Merigo, Ana Freitas e Hiago Vinícius discutem como a IA está redesenhando bancos, fintechs e até a nossa relação com dinheiro. Quais os benefícios reais, quais os riscos e o que vem pela frente nessa revolução. Para isso, recebemos Renan Oliveira, Chief AI Officer do PicPay, que está na linha de frente dessa transformação e vai ajudar a gente a separar hype de realidade — e entender para onde estamos indo. 08:05 - Pauta 01:10:37 - QEAB _ VOCÊ AÍ DE CASA AINDA ENTRA NO APLICATIVO DO SEU BANCO PRA FAZER PIX? Então você precisa conhecer o pix por WhatsApp do PicPay! Um jeito muito mais prático de fazer os seus pix. Adicionando o Assistente PicPay nos seus contatos do WhatsApp, você pode fazer pix muito mais rápidos encaminhando a mensagem de quem tá te cobrando, mandando uma foto com as informações de pix e até mandando áudio que o Assistente reconhece os dados de pagamento e faz tudo automático pra você! Não tem aquela demora de entrar no aplicativo do banco e ficar digitando a chave dígito a dígito. Com o pix por WhatsApp do PicPay, é muito mais fácil e seguro! Abra a sua conta no PicPay e comece a usar hoje mesmo. Afinal, com PicPay, a experiência é outra. -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Braincast
Marisa Maiô, Nintendo Switch 2 e crimes fronteiriços

Braincast

Play Episode Listen Later Jun 13, 2025 105:28


O que o fenômeno Marisa Maiô revela sobre o futuro do conteúdo criado por IA, a força do storytelling humano e os dilemas da autoria no mundo digital. E a correria pelo Nintendo Switch 2, que bateu recordes de vendas mundo afora. Carlos Merigo, Luiz Hygino, Cris Dias e Ana Freitas debatem no Braincast 594. 06:46 - Pauta01:04:00 - QEAB -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS:Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

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Braincast
Estamos passando pano pra IA?

Braincast

Play Episode Listen Later Apr 4, 2025 89:44


Na última semana, uma atualização do ChatGPT fez a internet mergulhar em uma enxurrada de imagens “ghiblificadas”. Selfies, memes, fotos de casamento e até políticos foram transformados com a estética inconfundível dos filmes do Studio Ghibli. Mas a brincadeira viral logo esbarrou em uma questão mais séria: o que acontece quando um estúdio que celebra o artesanal vira filtro de inteligência artificial? Neste episódio, Carlos Merigo, Ana Freitas, Oga Mendonça e Alexandre Maron exploram as várias camadas dessa polêmica — desde os limites entre homenagem e apropriação até os debates sobre autoria, direitos autorais, ética e política no uso de IA generativa. A conversa também passa pela tensão entre produtividade e criatividade, a saturação simbólica causada pela replicação em massa e o uso da estética como linguagem de poder — incluindo o controverso uso do estilo Ghibli pela Casa Branca. E, claro, respondemos à pergunta que muitos ouvintes fizeram: o Braincast tá passando pano pra IA? 05:32 - Pauta01:07:43 - QEAB -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNd... --

Braincast
A internet está morta? O colapso da web autêntica e a ascensão dos bots

Braincast

Play Episode Listen Later Mar 1, 2025 89:53


A Teoria da Internet Morta sugere que a maioria das interações online hoje são falsas, com empresas, governos e algoritmos ditando o que viraliza e o que se apaga. Neste Braincast, Carlos Merigo, Ana Freitas, Bia Fiorotto e Oga Mendonça exploram o colapso da autenticidade digital: como as fazendas de conteúdo, deepfakes e IA generativa estão transformando a web em um grande teatro de sombras. Ainda há espaço para a internet genuína ou estamos destinados a viver em um mundo onde tudo é fabricado? 05:02 - Pauta01:02:20 - QEAB -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --

Mamilos
Deepseek e o futuro da Inteligência Artificial

Mamilos

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 69:08


Nos últimos dias, um nome começou a circular com força entre especialistas em tecnologia, investidores e curiosos do mundo todo: Deepseek. Essa inteligência artificial chinesa não só surpreendeu pelo seu desempenho competitivo, mas também por ter sido desenvolvida com uma fração do orçamento bilionário das gigantes do Vale do Silício. E o impacto foi imediato: as ações da Microsoft, Google e Nvidia despencaram. A promessa de um domínio absoluto dos EUA na corrida da IA foi, no mínimo, questionada. Como a China conseguiu isso? O que muda na prática? O segredo pode estar em algo que o Ocidente relutou em abraçar: código aberto. Mas essa revolução também levanta questões. Será que estamos mais perto da ficção científica que vimos apenas em filmes? No episódio de hoje, vamos entender por que a Deepseek está mexendo com o mundo da tecnologia – e, talvez, com o próprio futuro da inteligência artificial. Para isso, trouxemos pra conversa: Pedro Burgos: professor do Insper e fundador da Co.Inteligência, consultor em Inteligência artificial Ana Freitas: especialista em redes sociais e cofundadora da CR_IA; _____ FALE CONOSCO Email Instagram YouTube _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse nosso site Quem coordenou essa produção foi Beatriz Souza. A edição foi feita pela Mariana Leão, e as trilhas são de Angie Lopez. Quem cuida das nossas redes sociais é a Malu Pinheiro. A coordenação digital é feita por Agê Barros. O atendimento e negócios é feito por Telma Zennaro.

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Mamilos
Retrospectiva 2024

Mamilos

Play Episode Listen Later Dec 31, 2024 49:20


Depois de 84 programas e mais de 5.040 minutos de conversas de peito aberto, chegamos ao nosso último programa do ano, justamente no último dia de 2024. Logo de cara, a você que veio com a gente até aqui, nosso muito obrigada, a caminhada é muito melhor com vocês do lado daí. E como já virou tradição nos últimos anos, o programa de hoje é a nossa retrospectiva de 2024. Mas antes de relembrarmos os destaques desse ano no Brasil e no mundo, queríamos também celebrar o ano que tivemos no Mamilos. Foram 32 episódios do Mamilos Café, com conversas instigantes com pessoas de mentes brilhantes. Recebemos para papos gostosos e profundos, acompanhados de bolinho e café, grandes personalidades brasileiras, como Pedro Bial, Sandra Annenberg, Alice Braga, Juca Kfouri, Paulo Miklos e tantas outras E também internacionais, com direito até à vencedora do prêmio Nobel da paz, Maria Ressa. E ainda tivemos a grande oportunidade de conversar com autores que nos inspiram pessoal e profissionalmente, como William Ury e Charles Duhigg. No Mamilos Debate, continuamos a trazer temas que nos movem e nos fazem refletir, acompanhadas dos melhores especialistas de cada tema. E olha que de gente inteligente e bem intencionada a gente entende, viu, foram mais de 130 convidados esse ano! Ufa, que ano! Mais uma vez, obrigada por continuarem com a gente ano após ano. No programa de hoje, contamos com a participação de Vera Magalhães, Guilherme Casarões, Natália Lara, Cris de Luca, Ana Freitas, Marco Antônio Rocha e Carlos Merigo. _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@mamilos.me _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi Beatriz Souza. A edição foi feita pela Mariana Leão, e as trilhas são de Angie Lopez. Quem cuida das nossas redes sociais é a Malu Pinheiro. A coordenação digital é feita por Agê Barros. O atendimento e negócios é feito por Telma Zennaro.

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Braincast
Amores Artificiais: os perigos dos relacionamentos com IA

Braincast

Play Episode Listen Later Dec 6, 2024 96:25


No Braincast 574, vamos explorar um fenômeno cada vez mais comum: pessoas desenvolvendo relacionamentos íntimos com IAs. De adolescentes que encontram conforto emocional em chatbots a adultos que se apaixonam por companheiros artificiais, essa nova forma de relacionamento já causou tragédias - incluindo casos de suicídio - e levanta questões profundas sobre solidão, tecnologia e o futuro das relações humanas. Carlos Merigo, Ana Freitas, Felipe Pacheco e Paulo Aguiar discutem porque 25% dos jovens adultos acreditam que IAs podem substituir relacionamentos reais? O que leva alguém a se apaixonar por um chatbot? E qual a responsabilidade das empresas que desenvolvem essas tecnologias? 19:05 - Pauta01:20:17 - QEAB  -- https://www.cria.pro/cupom: BRAINCAST -- Na minissérie PRA CHEGAR LÁ: MOBILIDADE INTELIGENTE PARA EMPRESAS - uma parceria do BRAINCAST com a LOCALIZA - a gente vai investigar como o aluguel de veículos pode transformar a mobilidade corporativa no Brasil.

Braincast
Dark Content: o dilema do conteúdo sem rosto

Braincast

Play Episode Listen Later Nov 15, 2024 79:49


O Braincast 571 debate um fenômeno que está ganhando cada vez mais espaço nas plataformas digitais: os conteúdos sem rosto. Talvez você já tenha visto ou ouvido falar – são aqueles canais no YouTube ou TikTok onde o criador nunca aparece, e o conteúdo é feito com narrações em off, imagens de arquivo, e, cada vez mais, ferramentas de inteligência artificial. O que está por trás dessa onda de conteúdos automatizados, que prometem altos lucros com o mínimo de esforço e sem a necessidade de exposição pessoal? Será que estamos diante de um novo modelo sustentável de criação ou de uma indústria de conteúdos vazios e sem autenticidade? Carlos Merigo, Ana Freitas, Oga Mendonça e Luiz Hygino debatem as motivações, os desafios éticos, e o impacto desse tipo de conteúdo na internet – e claro, o que ele diz sobre a nossa relação com a tecnologia e a cultura digital. 07:46 - Pauta 58:10 - QEAB -- A série de 12 episódios “Método Exposto”, protagonizada pelo ator Jorge Lucas, aborda com ironia e sagacidade as fórmulas prontas vendidas por coaches e influenciadores digitais que prometem sucesso financeiro e crescimento pessoal. Escrita por Alberto “Startup da Real” Brandão, Alexandre Potascheff e Bruno Bloch, a produção do B9 em parceria com a Audible questiona as estratégias simplistas que têm ganhado popularidade nas redes sociais, revelando suas inconsistências e potenciais riscos.

Mamilos
Como a inteligência artificial pode facilitar sua vida

Mamilos

Play Episode Listen Later Nov 6, 2024 56:49


Mamileiros e mamiletes, até pouco tempo atrás, a inteligência artificial era vista como parte de uma visão de um futuro distante, em que a humanidade seria dominada por robôs. Mas a verdade é que hoje a IA tem sido gradualmente integrada em todos os aspectos da nossa vida cotidiana. Ela está presente nos aplicativos de celular, nas redes sociais, na produção de conteúdo, nos sites em que fazemos compras e agora até no whatsapp. Se você ainda está receoso ou não tá entendendo muito bem como a inteligência artificial pode, de fato, facilitar a sua vida, esse programa é pra você. Nossa missão aqui hoje é entender como a inteligência artificial pode deixar de ser uma novidade fascinante para se tornar um pilar indispensável no nosso dia a dia. Nos ajudam nessa missão Ana Freitas, jornalista e empresária, criadora de conteúdo e especialista em IA generativa, e Daniela Klaiman, futurista e especialista em comportamento do consumidor. Também participaram desse episódio: Pablo Ortellado, Flávio Waiteman, Oga Mendonça, Thomás Frenk, Pedro Burgos e Pedro Dória. _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@mamilos.me _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi Beatriz Souza. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A coordenação digital é feita por Agê Barros. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Telma Zennaro.

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Braincast
A prova de futuro: transformação digital sem deixar ninguém para trás

Braincast

Play Episode Listen Later Nov 1, 2024 50:19


Aceleração digital, inteligência artificial, são buzzwords que a gente sabe estão mudando completamente o mercado e as empresas. Nesse Braincast, gravado ao vivo do BB Digital Week 2024, em Brasília, vamos dar uma olhada mais de perto em como essas transformações estão impactando de verdade as pessoas, o ser humano, a pessoa física. Carlos Merigo, Cris Dias e Ana Freitas conversam com Diego Macedo, gerente de gestão da mudança do Banco do Brasil e Neudson Freitas, diretor de operações do BB, para entender juntos como o medo da mudança pode virar uma chance de evolução e como as empresas podem criar uma cultura de aprendizado contínuo, que não deixa ninguém pra trás. 06:04 - Pauta -- ✳️ SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP: b9.com.br/zap ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine https://youtube.com/playlist?list=UUMOGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw&si=wJknzXE_tk23gG7g SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok na Twitch na YouTube. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9 B9 Criação e Apresentação: Carlos Merigo Coordenação: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro O2 Filmes Direção de Arte e Direção de Fotografia: Tomás Di Spagna Produtor e Operador De Áudio: Gabriel Paim Coordenadora de Produção: Jeniffer Sousa Operadora de Câmera: Laís Lima (Tangerina) Assistente de produção: Cardim Equipe Técnica: Anderson Figueiroa M. Silva, Odécio Manfrim, Samuel Simão Rodrigues eWalter Transporte: Ângelo Koyama Coordenação de Estúdios: Sr. Figueroa Torne-se membro do B9 e ganhe benefícios: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e mais! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join

Braincast
A Era dos Cortes: como o fenômeno dos vídeos curtos reconfigura nossa realidade

Braincast

Play Episode Listen Later Sep 21, 2024 125:57


Hoje vamos falar de algo que tá moldando nossa realidade de um jeito muito mais profundo do que parece: os vídeos curtos. Seja no TikTok, Instagram Reels ou YouTube Shorts, essas plataformas estão literalmente comprimindo o mundo em pedaços de poucos segundos. Esses vídeos são fáceis de assistir, divertidos, rápidos. Mas a questão é: o que isso tá fazendo com a nossa atenção e até com a nossa visão de mundo? E na política, o impacto dos vídeos curtos também é gigantesco. Cada vez mais, campanhas eleitorais e debates são transformados em cortes de segundos que viralizam nas redes. Isso simplifica e distorce questões complexas, criando um jogo de quem consegue gerar o maior impacto com o menor conteúdo. No Braincast 563, Carlos Merigo, Cris Dias, Ana Freitas, Bia Fiorotto e Luiz Yassuda discutem como esse fenômeno tá mexendo com a nossa atenção, nossa saúde mental e até com a forma como a gente enxerga o mundo. 5:35 - Prateleiras do Tempo: Ep. 3 17:52 - Pauta 01:33:15 - QEAB -- ✳️ SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP: b9.com.br/zap ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine https://youtube.com/playlist?list=UUM... SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok na Twitch na YouTube. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9 B9 Criação e Apresentação: Carlos Merigo Coordenação: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro O2 Filmes Direção de Arte e Direção de Fotografia: Tomás Di Spagna Produtor e Operador De Áudio: Gabriel Paim Coordenadora de Produção: Jeniffer Sousa Operadora de Câmera: Laís Lima (Tangerina) Assistente de produção: Cardim Equipe Técnica: Anderson Figueiroa M. Silva, Odécio Manfrim, Samuel Simão Rodrigues eWalter Transporte: Ângelo Koyama Coordenação de Estúdios: Sr. Figueroa Torne-se membro do B9 e ganhe benefícios: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e mais! https://www.youtube.com/channel/UCGNd...

Braincast
Conversas Inteligentes: como a IA está transformando nossas interações

Braincast

Play Episode Listen Later Aug 30, 2024 59:51


Neste episódio especial do Braincast gravado ao vivo no Blip id, Carlos Merigo e Ana Freitas, acompanhados por Francine Rosset (Diretora Global de Marketing na Blip) e Thiago Gonçalves (Diretor de IA & Data Apps Solutions na Blip), mergulham no universo das conversas inteligentes e como a Inteligência Artificial está revolucionando a forma como nos comunicamos. Vamos explorar o impacto dessas tecnologias no relacionamento entre marcas e clientes, os desafios e oportunidades que elas trazem, e o que o futuro reserva para essa área em constante evolução. Prepare-se para uma discussão que vai além do hype, desvendando como a IA conversacional está moldando o futuro das interações humanas. -- ✳️ SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP: b9.com.br/zap ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine https://youtube.com/playlist?list=UUMOGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw&si=wJknzXE_tk23gG7g SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok na Twitch na YouTube. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9 B9 Criação e Apresentação: Carlos Merigo Coordenação: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro O2 Filmes Direção de Arte e Direção de Fotografia: Tomás Di Spagna Produtor e Operador De Áudio: Gabriel Paim Coordenadora de Produção: Jeniffer Sousa Operadora de Câmera: Laís Lima (Tangerina) Assistente de produção: Cardim Equipe Técnica: Anderson Figueiroa M. Silva, Odécio Manfrim, Samuel Simão Rodrigues eWalter Transporte: Ângelo Koyama Coordenação de Estúdios: Sr. Figueroa Torne-se membro do B9 e ganhe benefícios: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e mais! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join

Braincast
O fim da busca como conhecemos

Braincast

Play Episode Listen Later Aug 9, 2024 93:49


O Google moldou nossa forma de procurar informações nas últimas duas décadas. Mas isso está passando por uma transformação significativa com a integração de Inteligência Artificial (IA). Além disso, plataformas como o TikTok estão emergindo como alternativas populares, especialmente entre a Geração Z. No Braincast 557, nos perguntamos: é o fim da busca como conhecemos? Carlos Merigo, Ana Freitas e Hiago Vinícius exploraram como a IA está remodelando o Google, o impacto dessa mudança nas práticas de SEO e marketing digital, e por que muitos jovens estão recorrendo ao TikTok em vez de ao Google para suas buscas. Será que estamos testemunhando o começo do fim do domínio do Google nas buscas online? -- ✳️ SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP: b9.com.br/zap ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine https://youtube.com/playlist?list=UUM... SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok na Twitch na YouTube. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9 B9 Criação e Apresentação: Carlos Merigo Coordenação: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro O2 Filmes Direção de Arte e Direção de Fotografia: Tomás Di Spagna Produtor e Operador De Áudio: Gabriel Paim Coordenadora de Produção: Jeniffer Sousa Operadora de Câmera: Laís Lima (Tangerina) Assistente de produção: Cardim Equipe Técnica: Anderson Figueiroa M. Silva, Odécio Manfrim, Samuel Simão Rodrigues eWalter Transporte: Ângelo Koyama Coordenação de Estúdios: Sr. Figueroa Torne-se membro do B9 e ganhe benefícios: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e mais! https://www.youtube.com/channel/UCGNd...

Braincast
“Now with AI”: desvendando as falsas promessas da Inteligência Artificial

Braincast

Play Episode Listen Later May 31, 2024 84:41


Nos últimos anos, a Inteligência Artificial se tornou a nova queridinha das estratégias de marketing, prometendo revoluções em diversas áreas. Mas até que ponto essas promessas são reais? No Braincast 548, Carlos Merigo, Ana Freitas, Oga Mendonça e Luiz Yassuda debatem o uso discriminado da expressão "now with AI" no marketing de produtos e serviços. Vamos explorar como muitas empresas têm exagerado ou mesmo mentido sobre suas capacidades de IA, uma prática que ganhou o nome de "AI Washing". Desde startups até gigantes do mercado, várias empresas estão caindo na tentação de reempacotar soluções antigas com uma camada de inteligência artificial para atrair mais atenção e investimentos. Quais são os desafios técnicos e éticos de implementar IA de verdade, e as melhores práticas para promover tecnologias de forma honesta e transparente. ----- Torne-se membro do B9 e ganhe benefícios: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e mais! / @canalb9 ----- SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP https://b9.com.br/zap ----- ASSINE O BRAINCAST Assine para ter acesso ao Braincast Secreto e entrar no grupo de ouvintes do Braincast Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine ----- SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. ----- ✉ Quer entrar em contato? Envie um e-mail para braincast@b9.

Boa Noite Internet
Tecnologia e política: estamos preparados? — com Pedro Markun

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Apr 7, 2024 67:57


Qual o papel de tecnologias como Inteligência Artificial na política? As conversas hoje em dia focam muitos nos perigos de usos como a disseminação de desinformação, espalhando medo ao mesmo tempo em que acham que elas próprias não estão sujeitas às armadilhas.Este medo é justificado, ou a mentira sempre foi parte da política? Há alguma maneira de usar bem a tecnologia na política e no governo, ou os órgãos de governo devem ser isolados do mundo tech? Nossos governantes estão preparados para esta discussão?Estas são algumas das perguntas que vamos tentar responder no episódio da semana, com Pedro Markun, hacker ativista que há anos vive neste mundo onde tecnologia encontra a política.O Boa Noite Internet só é possível porque pessoas como você apoiam financeiramente o projeto, assinando nosso plano de conteúdo exclusivo. Pelo preço de uma coquinha você também pode nos ajudar a seguir explicando o mundo através de histórias interessantes toda semana.LinksSiga o Pedro no Instagram, Twitter e LinkedIn.Siga o Boa Noite Internet no Instagram e no LinkedIn.Livro gratuito Better without AI, de David Chapman.anacron.ia, perfil sobre IA da Ana Freitas no Instagram.ChatGPTGoogle Gemini

Braincast
Quando o Silêncio Fala: a pressão do posicionamento para influenciadores

Braincast

Play Episode Listen Later Apr 5, 2024 81:51


Neste episódio do Braincast, mergulhamos no complexo universo do posicionamento público por influenciadores digitais, catalisado pelo recente desabafo de Casimiro em relação às cobranças recebidas por seu suposto apoio a Neymar, mesmo após o caso envolvendo Daniel Alves. Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Ana Freitas e Hiago Vinícius discutem a responsabilidade de figuras públicas na era digital, o fenômeno da sinalização de virtude, e como influenciadores podem navegar entre o silêncio e a declaração, especialmente quando são considerados referências para o público jovem. ----- SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP https://b9.com.br/zap ----- ASSINE O BRAINCAST Assine para ter acesso ao Braincast Secreto e entrar no grupo de ouvintes do Braincast Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine ----- SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. ----- ✉ Quer entrar em contato? Envie um e-mail para braincast@b9.

Braincast
Cultura de Dados: como transformar informação em ação

Braincast

Play Episode Listen Later Mar 1, 2024 109:47


Neste episódio especial do Braincast, exploramos o passo a passo para se construir uma cultura de dados. Seja na sua vida ou no seu trabalho. Carlos Merigo, Ana Freitas e Luiz Yassuda conversam com Jaime Muller, Country Manager na Tableau Software, sobre como a correta leitura e organização de dados pode não apenas melhorar a tomada de decisões, mas verdadeiramente transformar informações em ações estratégicas. ----- TABLEAU É UMA PLATAFORMA QUE TRANSFORMA A MANEIRA COMO A GENTE VÊ, ENTENDE E — O MAIS IMPORTANTE — AGE COM BASE NOS DADOS. Empresas do mundo inteiro estão usando o Tableau para tomar decisões mais espertas e rápidas. Transformando complexidade em clareza e incerteza em estratégia E quer saber do melhor? Você não precisa ser um gênio dos dados para usar. O Tableau é todo intuitivo, com aquela pegada de "arrasta e solta" que a gente adora. E ele ainda te permite conectar com todos os seus dados, seja na nuvem, localmente ou até mesmo integrado ao CRM da Salesforce. E a cereja do bolo do Tableau é sua comunidade. Com mais de um milhão de membros, a Comunidade do Tableau é um ecossistema vibrante de aprendizado, inspiração e inovação. Aqui, você não está sozinho. Você é parte de um movimento global, unido pelos dados. Acesse tableau.com e descubra como o Tableau pode te ajudar a ver e entender os dados e impulsionar a criação de uma verdadeira cultura de dados na sua vida e no seu trabalho. ----- *SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP* https://b9.com.br/zap ----- *ASSINE O BRAINCAST* Assine para ter acesso ao Braincast Secreto e entrar no grupo de ouvintes do Braincast Saiba como ser um braincaster de carteirinha: *b9.com.br/assine* ----- *SIGA O BRAINCAST* Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. ----- ✉ Quer entrar em contato? Envie um e-mail para *braincast@b9.

Braincast
Topzera 2023

Braincast

Play Episode Listen Later Dec 23, 2023 111:14


Mais um fim de ano chega, e com ele… o Topzera, a tradicional premiação do Braincast, que premia os melhores do ano, em diversas categorias. A gente se despede de 2023 com aquela sensação de ter vivido uns 10 anos em 1. Talvez você nem consiga se lembrar de tudo que viveu este ano. Mas a gente anotou tudo, e agora, vamos escolher o que de melhor foi produzido nas áreas que realmente importam. No Braincast 432, Carlos Merigo, Beatriz Fiorotto, Hiago Vinícius, Ken Fujioka, Luiz Hygino, Cris Dias, Ana Freitas, Oga Mendonça e Marko Mello, com o auxílio sempre luxuoso da Braincasteria Gourmet, se reúnem para premiar os maiores, os melhores, os mais inesquecíveis e os mais tops de 20223, em mais de 10 categorias. Conheça também o ranking dos Braincasts mais ouvidos ao longo do ano. ----- Você sabia que um simples clique pode mudar sua vida financeira... para pior? Pois é. Hoje quero falar sobre algo sério: golpes e fraudes bancárias. Sabe aquela mensagem tentadora oferecendo dinheiro fácil ou solicitando dados bancários? Pare e pense: Pode ser golpe. No site https://bit.ly/FebrabanFraudes tem dicas valiosas para você se proteger. Lembre-se: informações são a chave para a segurança financeira. Junte-se a nós na luta contra fraudes bancárias. Afinal, a segurança da sua conta começa com você. Desconfiou? Pare e pense. Pode ser golpe. Para saber mais, acesse https://bit.ly/FebrabanFraudes e siga @febraban_oficial nas redes sociais. ----- *SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP* https://b9.com.br/zap ----- *ASSINE O BRAINCAST* Assine para ter acesso ao Braincast Secreto e entrar no grupo de ouvintes do Braincast Saiba como ser um braincaster de carteirinha: *b9.com.br/assine* ----- *SIGA O BRAINCAST* Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. ----- ✉ Quer entrar em contato? Envie um e-mail para *braincast@b9.

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Especial Wrapped 2023: um brinde aos nossos ouvintes

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Play Episode Listen Later Dec 1, 2023 72:04


Hoje vamos mergulhar na onda do Spotify Wrapped, uma iniciativa que transformou não apenas a forma como compartilhamos música, mas também como interagimos nas redes sociais. Carlos Merigo, Ana Freitas, Hiago Vinícius e Luiz Yassuda conversam como essa retrospectiva anual se tornou um fenômeno cultural e retribuem o carinho dos fãs que mais ouviram o Braincast em 2023. Download ✳️ SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP: b9.com.br/zap ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok na Twitch na YouTube. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Produção: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro

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A psicologia do luxo

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Play Episode Listen Later Oct 27, 2023 74:56


O que realmente define o luxo? É apenas uma etiqueta de preço elevada ou há mais nuances por trás dessa palavra carregada de significado? No Braincast 524, Carlos Merigo, Ana Freitas e Marko Mello conversam com o Michel Alcoforado, antropólogo, Phd. e Sócio-Diretor no Grupo Consumoteca para entender como o luxo permeia diversas camadas das nossas aspirações e interações sociais - seja através da exclusividade, da autenticidade, ou do status que muitas vezes é associado as grifes e promessas de experiências únicas. Como as marcas de luxo conseguem criar uma conexão emocional com os consumidores? Como a inclusão de novos consumidores no mercado de luxo, como a elite tradicional está reagindo para manter sua distinção? Aperta o play e vem com a gente! ----- *SIGA O CANAL B9 NO WHATSAPP* https://b9.com.br/zap ----- *ASSINE O BRAINCAST* Assine para ter acesso ao Braincast Secreto e entrar no grupo de ouvintes do Braincast Saiba como ser um braincaster de carteirinha: *b9.com.br/assine* ----- *SIGA O BRAINCAST* Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. ----- ✉ Quer entrar em contato? Envie um e-mail para *braincast@b9.

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A era anti gourmet

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Play Episode Listen Later Sep 22, 2023 82:45


Em uma era dominada pelas redes sociais, onde cada prato parece uma obra de arte meticulosamente curada para o Instagram, estamos testemunhando o surgimento da 'Era Anti Gourmet', segundo relatório recente da consultoria Grupo Consumoteca. Mas o que exatamente isso significa? E por que tantos consumidores estão se afastando da dita perfeição em busca de experiências mais autênticas e genuínas? E como isso se reflete em outras áreas de consumo? No Braincast 519, Carlos Merigo, Ana Freitas, Bia Fiorotto e Luiz Yassuda exploram como a busca por autenticidade está moldando nossas escolhas. ----- *ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO* Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: *b9.com.br/assine* ----- *SIGA O BRAINCAST* Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. ✉ Quer entrar em contato? Envie um e-mail para *braincast@b9.

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Braincast
Vender Pás ou Procurar Ouro? As falsas promessas de ficar rico online 

Braincast

Play Episode Listen Later Sep 15, 2023 101:58


A frase "Em uma corrida do ouro, venda pás" é usada para destacar a ideia de que, em vez de buscar riquezas (ouro), é mais lucrativo vender as ferramentas (pás) que as pessoas acreditam que precisam para encontrar esse ouro. Você sabe, é como aqueles gurus das redes sociais que prometem que você pode ser o próximo milionário se comprar o curso deles, com "estratégia infalível em 7 lições para ganhar dinheiro online". Eles vendem as pás, mas será que já encontraram ouro algum dia? No Braincast 518, Carlos Merigo, Ana Freitas, Bia Fiorotto, Hiago Vinícius e Oga Mendonça tentam responder essa pergunta e entender o que realmente está por trás desse fenômeno. --- ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine -- SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok na Twitch na YouTube. -- Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. -- O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Produção: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro

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Mamilos Cultura 102 - Sobreviventes - o que é vencer?

Mamilos

Play Episode Listen Later Aug 9, 2023 33:06


Mamileiros e mamiletes, o que inspira o Mamilos Cultura de hoje é o reality show Sobreviventes, da Netflix. No programa, 16 participantes que sabem muito quando o assunto é viver na natureza extrema competem por um prêmio em dinheiro. Porém, esses sobrevivencialistas precisam deixar de lado os princípios do lobo solitário e pensar como uma matilha, ou melhor, uma equipe. Nas condições climáticas e ecossistemas altamente desafiadores do Alasca, os times lutam pela fortuna e sobrevivência. Pra conversar sobre as reflexões que esse reality show inspira, Cris Bartis recebe Ana Freitas, que foi quem indicou o programa pra ela. Aperta o play e vamos juntos! _____ NOVALGINA A gente recebeu um monte de mensagens de ouvintes do Mamilos preocupados com a voz da Ju Wallauer depois da publicação do Mamilos 410, sobre o filme da Barbie. A Ju realmente tava doente, com dor de cabeça, febre, dor de garganta. Tava trabalhando e com 7 crianças de férias em casa. Claro que essas coisas nunca acontecem em dias tranquilos, né? Ela recorreu a chás e escalda pés pra aliviar os sintomas, mas precisou tomar um remédio pra segurar o tranco. Nessas horas o cuidado para aliviar os sintomas é essencial. Mas pode ser difícil escolher como tratá-los. Pra quem não sabe, Novalgina é uma marca de confiança que há mais de 100 anos ajuda a cuidar das famílias brasileiras. É a marca mais recomendada pelos médicos. Vale o que custa. Vale cada comprimido. Acesse novalgina.com.br para saber mais. Minibula: NOVALGINA® (dipirona monoidratada). Indicação: analgésico e antitérmico. M.S.: 1.8326.0351. O USO DO MEDICAMENTO PODE TRAZER ALGUNS RISCOS. Leia atentamente a bula. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Agosto/2023. MAT-BR-2303865. “É a marca mais recomendada pelos médicos”: IQVIA GPS FY'22 – Valores RX – Mercado de Analgésicos OTC. _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@b9.com.br _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi Beatriz Souza. Com a estrutura de pauta e roteiro escrito por Cris Bartis e Ju Wallauer. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A coordenação digital é feita por Agê Barros. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Telma Zenaro.

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Braincast
Threads e a morte da web social

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Play Episode Listen Later Jul 14, 2023 102:01


A web social está mudando de três maneiras: de público para privado; de crescimento e engajamento para aumento de receita; e de uma plataforma social para uma plataforma de entretenimento. Que o digam Instagram e TikTok, por exemplo. O recém-lançamento do Threads reacende a esperança de uma nova plataforma que possa preencher o vazio deixado pelas redes sociais tradicionais... como eram o Twitter e o Facebook em seus primórdios. No Braincast 509, Carlos Merigo, Cris Dias, Ana Freitas e Oga Mendonça debatem se essa substituição é realmente necessária e possível na internet dos dias de hoje. --- ACCENTURE E O IMPERATIVO DA SUSTENTABILIDADE https://www.youtube.com/watch?v=QVQ_wN6C7p4 Você já parou para pensar no poder da tecnologia quando aliada à sustentabilidade? Na Accenture, isso é mais do que uma ideia, é uma realidade. A Accenture está na vanguarda da implementação de estratégias ESG, combinando tecnologia e criatividade humana para ajudar empresas a alcançarem metas de sustentabilidade cada vez mais ousadas. Vamos falar sobre alguns exemplos: a Climeworks, uma empresa suíça que está revolucionando a filtragem de CO2 em escala global. A Accenture ajudou a Climeworks a projetar uma instalação que captura CO2 do ar e estoca o gás na forma de rochas em galerias subterrâneas. E aqui no Brasil, a Accenture trabalhou com a Braskem, uma das maiores petroquímicas do mundo, para mapear uma rota para a descarbonização. O resultado? Um passo a passo com centenas de ações que não só reduzem as emissões, como em muitos casos reduzem os custos da operação. Esses são apenas alguns exemplos de como a Accenture está usando a tecnologia para regenerar ecossistemas e criar um futuro mais sustentável. Quer saber mais sobre como a Accenture pode ajudar a sua empresa a alcançar suas metas de sustentabilidade? Visite accntu.re/3D6yeL3 e descubra como fazer a diferença juntos.

Braincast
Airfryer 2.0: O futuro é conectado (e sem óleo)

Braincast

Play Episode Listen Later Jun 30, 2023 80:55


Chegou o momento de revisitarmos um clássico: o episódio 300, “Airfryer, a NASA na sua cozinha (ou não)”. Naquela ocasião, debatemos sobre a revolução que a Airfryer trouxe para as cozinhas ao redor do mundo, questionando se ela realmente fritava ou assava. Agora, voltamos ao tema com uma nova perspectiva: “Airfryer 2.0: O futuro é conectado (e sem óleo)”. Nesta sequência do sucesso – a convite de Philips Wallita – Carlos Merigo, Ana Freitas, Marko Mello e Luiz Hygino exploram as novas funcionalidades da Airfryer, como a conexão Wi-Fi e a tecnologia digital. Como essas inovações estão realmente mudando a experiência do usuário? Compartilhamos nossas melhores receitas e dicas para a Airfryer, comparamos com outros métodos de cozimento e discutimos o impacto na saúde e no meio ambiente. Junte-se a nós nesta jornada culinária intergaláctica e descubra como a Airfryer está transformando nossas cozinhas e nossas vidas. -- DESCUBRA O SABOR DA INOVAÇÃO COM A NOVA LINHA DE AIRFRYERS PHILIPS WALITA! A nova linha Philips Walita possui a tecnologia Rapid Air, que oferece cozimento até 18% mais rápido, e economia de energia de 23% – é isso mesmo, a comida fica pronta mais rápido e você ainda economiza na conta de luz! Parece ficção científica, mas é tecnologia Philips Walita. Agora, para aqueles de vocês que adoram cozinhar ouvindo nosso podcast – e sabemos que são muitos – temos uma notícia ainda melhor: esta nova linha de Airfryers é até duas vezes mais silenciosa. Isso significa que você pode preparar seu jantar enquanto ouve o último episódio do Braincast sem nenhum barulho ao fundo. A Philips Walita não só se preocupa com a inovação e eficiência, mas também com a qualidade. É por isso que eles são a marca número 1 do mundo na categoria Airfryer. Sim, assim como o Braincast é o número 1 nos seus corações, a Philips Walita é a líder quando se trata de Airfryers. E por último, mas definitivamente não menos importante, falamos de originalidade. A Philips Walita foi a pioneira no lançamento da Airfryer no Brasil. E agora, eles estão elevando o jogo com o novo app NutriU que permite você controlar sua Airfryer à distância, e te dá acesso a mais de 500 receitas. Portanto, se você está pronto para levar sua cozinha ao próximo nível, ou se quer se juntar ao nosso querido clube Airfryerista, acesse bit.ly/queroanovaairfryer e conheça essas incríveis inovações da Philips Walita. No link, você pode trocar a sua antiga fritadeira por uma Airfryer original com até R$ 200 OFF!

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PL das Fake News: desafios, controvérsias e o impacto na internet

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Play Episode Listen Later May 5, 2023 74:46


mbém busca encontrar maneiras de combater tudo isso sem prejudicar a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários. No Braincast 499, Carlos Merigo, Ana Freitas, Luiz Yassuda e Hiago Vinícius conversam com Chico Cruz, diretor executivo do InternetLab, para entender as implicações e os possíveis impactos do PL das Fake News no futuro da internet e nos negócios das Big Techs. ----- ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente na Braincasteria Gourmet, nosso grupo fechado no Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Saiba como ser um braincaster de carteirinha: b9.com.br/assine ----- SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. ----- O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Produção: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Britto Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro

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React de Tendências: o que vai acontecer (ou não) em 2023

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Play Episode Listen Later Apr 6, 2023 115:23


Todo ano, uma enxurrada de estudos e relatórios buscam apontar o que vai acontecer no futuro dos negócios, da tecnologia e do comportamento humano. Por isso, chegou a hora de novamente encararmos mais de perto, e com a (pouca) seriedade que nos cabe, as ditas “tendências”. No Braincast 495, Carlos Merigo, Ana Freitas, Marko Mello e Luiz Hygino reagem, analisam, aprovam ou criticam previsões de alguns dos relatórios mais aguardados de 2023. ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast SIGA O BRAINCAST Seu podcast com conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Produção: Alexandre Potascheff Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça

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Inteligência Artificial vs. Atitude Humana [Edição SXSW 2023]

Braincast

Play Episode Listen Later Mar 24, 2023 93:51


Mais uma vez estivemos no South by Southwest em Austin, capital do Texas, para acompanhar e cobrir o maior festival de inovação, tecnologia e cultura do mundo. No Braincast 493, Carlos Merigo, Ana Freitas, Juliana Nascimento e Sarina Sena discutem os destaques da edição 2023 do evento e quais as tendências apuramos nos quase 10 dias de SXSW. O episódio conta ainda com a participação de Mari Mafra e Julia Chagas. _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Produção: Alexandre Potascheff Apoio à pauta: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro

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Beleza Digital: como os filtros podem distorcer nossa percepção da realidade

Braincast

Play Episode Listen Later Mar 10, 2023 63:07


O impacto dos filtros estéticos do TikTok e Instagram na autoestima e autoimagem dos usuários Estudos indicam que o uso excessivo de filtros, como o já famoso do Bold Glamour do TikTok, pode ser prejudicial à saúde mental dos usuários, levando a uma maior dismorfia corporal e expectativas irrealistas em relação à beleza. No Braincast 492, Carlos Merigo, Ana Freitas e Altay de Souza discutem os filtros de realidade aumentada disponíveis em plataformas de mídia social como o TikTok e Instagram e seu impacto na percepção da aparência dos jovens e adolescentes.  ____ SIGA O BRAINCASTSeu podcast de conversas curiosas para mentes criativas está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você.Encontre o @braincastpod:No Instagram;no Twitter;no TikToke na Twitch.Entre em contato através do braincast@b9.com.br.Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. O Braincast é uma produção B9Apresentação: Carlos MerigoProdução: Alexandre PotascheffEdição: Gabriel PimentelIdentidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga MendonçaIdentidade Visual: Johnny BritoAtendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro

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Braincast
A obsessão ChatGPT se justifica?

Braincast

Play Episode Listen Later Feb 10, 2023 100:21


Recentemente, no Braincast 473, discutimos o significado de plataformas de inteligência artificial visuais como Midjourney e Dall-E para o mundo da criatividade. Mas a gente ainda não imaginava que uma nova criação da OpenAI iria tomar o mundo de assalto. Nas últimas semanas, o ChatGPT vem surpreendendo e emocionando muita gente com suas respostas fluidas e claras a solicitações e perguntas por escrito. No Braincast 488, Carlos Merigo, Ana Freitas, Cris Dias e Alexandre Maron debatem o ChatGPT e como ele pode afetar não só a economia e o mercado de trabalho, mas também o futuro da sociedade como um todo. _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Produção: Alexandre Potascheff Apoio à pauta: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Atendimento e Comercialização: Camila Mazza e Telma Zennaro

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O Império do Choquei: por que perfis amadores incomodam o jornalismo?

Braincast

Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 76:16


No último ano, um fenômeno deu às notícias um alcance e uma força que o jornalismo nunca atingiu nas redes sociais. Perfis que misturam notícias, fofoca, virais e entretenimento não são novidade na internet. Mas desde que algumas dessas contas, sem site, equipe de jornalistas ou colunistas, decidiram misturar as últimas do mundo das celebridades, com repercussão de coberturas como a Guerra na Ucrânia, as eleições e até mesmo missões espaciais. Rapidamente, perfis como o Choquei se tornaram líderes de engajamento, acumularam milhões de seguidores e igualaram o interesse por fofocas, virais e as últimas da política. No Braincast 482, Carlos Merigo, Alexandre Maron e Ana Freitas discutem a ascensão, o crescimento e os métodos que levaram o Choquei e outros perfis a acumularem rapidamente engajamento, seguidores, publicidade e até “exclusivas” da futura primeira-dama. _____ SAIBA MAIS 1. Podcast | Braincast 370 - O Mercado da Fofoca | B9 2. Reportagem | Choquei vira fonte de notícias da internet replicando conteúdos sem checagem | Hashtag 3. Reportagem | Meme do Meme: O que a Gretchen tem a ver com a Choquei? | UOL _____ QUAL É A BOA? As dicas dos convidados para a sua semana: Ana Freitas: 2ª temporada de The White Lotus e respostas ao Tweet de Samantha Pearson sobre a copa do Brasil. Carlos Merigo: documentário “Racionais: das ruas de São Paulo pro mundo” (Netflix). Alexandre Maron: realities “Vida de Casal” (Prime Video) e Drink Masters (Netflix) e documentário “Escola Base: um repórter enfrenta o passado” (Globoplay). _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ BRAINCAST NA SUA EMPRESA Sabia que agora você pode levar o Braincast pra sua empresa? Pois é. Há anos que o Braincast te ajuda a navegar nesses tempos transformadores e incertos. Entre pandemias e o metaverso; algoritmos e fake news; a conexão 5G, a crise do clima e os choques de gerações. São mudanças tecnológicas e culturais que podem nos deixar confusos e ansiosos. Mas o Braincast tá aqui pra gente não perder a esperança no futuro, sem deixar de questionar o hype do futurismo exagerado. E agora, você pode contar com o Braincast para além do podcast. No nosso formato In Company, essa turma do barulho do Braincast realiza apresentações, cursos, mediações e workshops. É o Braincast na sua empresa. Com um grande time de pioneiros digitais te ajudando a descomplicar o futuro. Do jeito que você já gosta e conhece. Tudo isso, claro, conectado com os temas e territórios que importam para a sua marca. Conte com o Braincast para refletir e desvendar quais faíscas vão impulsionar nosso presente e futuro. Escreva pra negocios@b9.com.br para saber mais. _____ FAÇA CONTEÚDOS COM O B9 Como ouvinte do Braincast, você já deve ter percebido: aqui no B9, a gente adora uma conversa. E mais do que uma paixão, elas viraram o nosso negócio. O B9 já produziu milhares de episódios que contam histórias, expandem horizontes e criam conexões autênticas com a audiência. Através de conteúdos originais em podcast e projetos multiplataformas, o B9 também coloca marcas e empresas nessas rodas de conversa. Buscando diferentes pontos de vista e com ideias que nos tiram do raso. E pra conhecer tudo o que o B9 pode fazer pela sua marca acesse o site b9.company ou mande um email pra negocios@b9.com.br. Conte com o B9 para transformar sua marca em conteúdo e em conversas que saem do raso. _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

Mamilos
Como conquistar os votos que faltam?

Mamilos

Play Episode Listen Later Oct 10, 2022 62:32


No dia 2 de outubro, os brasileiros foram às urnas votar na eleição mais polarizada de todos os tempos. E o resultado não poderia ser diferente: tivemos a maior concentração de votos desde a redemocratização. No domingo mesmo, a gente já sabia o resultado. Mas a contagem final dos votos veio na última terça-feira (4), quando o Tribunal Superior Eleitoral atingiu a marca de 100% das urnas apuradas. Ao fim da contagem, o resultado entre os dois principais candidatos ficou assim: Lula recebeu 57,25 milhões de votos, um total de 48,43%, e Bolsonaro, 51 milhões de votos, um total de 43,20%. Juntos, os dois candidatos receberam mais de 108 milhões de votos, somando 91,63% do total. Mas vale dizer também que os candidatos Ciro Gomes e Simone Tebet, que foram menos representativos nessa disputa presidencial, somaram mais de 8,5 milhões de votos, tendo Ciro 3% e Tebet 4,2%. O que queremos saber é: de onde vão sair os votos decisivos nesse segundo turno? Para onde vão os votos dos candidatos que saíram derrotados? Será que os eleitores vão seguir o que os candidatos sinalizarem de apoio? É melhor virar voto de quem já decidiu ou é melhor apostar em quem nem sequer foi votar? Qual o melhor eleitorado para investir nessas três semanas de campanha: jovens? Mulheres? Quem votou nulo ou quem votou em branco? Qual a melhor estratégia? Ou melhor, quais as melhores estratégias? Se Lula se deu bem no Nordeste, é melhor garantir que o cenário se repita com foco da campanha por lá? Ou melhor focar onde perdeu para tentar recuperar? Nos bastidores das duas campanhas, o clima é de final de copa do mundo e as movimentações políticas já são intensas. Na sociedade, nós, eleitores, continuamos nos perguntando: como virar voto se depois de quatro anos parece não haver mais um novo argumento para apresentar pra pessoa que vai fazer ela mudar de opinião? O que mais precisa ser dito? O que mais precisa ser mostrado? O que mais afasta do que convence? No programa de hoje, Ju Wallauer e Cris Bartis, para tentar responder essas perguntas conversam com um trio de peso: Ana Freitas, especialista em redes sociais, Marcio Black, cientista político e um experiente ativista, e Carmen Silva, uma líder comunitária inspiradora e agora suplente a deputada estadual em São Paulo. Vamos juntos! _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@b9.com.br _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi a Beatriz Souza. Com a estrutura de pauta e roteiro escrito por Eduarda Esteves. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A capa é de Helô D'Angelo. A coordenação digital é feita por Agê Barros, Carolina Souza e Thallini Milena. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zenaro.

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Braincast
Como as eleições de 2022 vão entrar pra História?

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Play Episode Listen Later Sep 29, 2022 120:22


No próximo domingo (2), o Brasil vai às ruas para mais uma festa da democracia. Depois de 2 eleições transformadas pelo poder das estratégias digitais, em 2022 vamos escolher novamente quem vai ocupar as cadeiras de presidente a deputado estadual no país. E, na reta final do pleito, uma das perguntas que nos fazemos é: o que aprendemos, e como nos preparamos, para mais uma eleição? No Braincast 474, Carlos Merigo, Ana Freitas, Beatriz Fiorotto, Luiz Hygino e Luiz Yassuda discutem quais foram os fatos mais marcantes da eleição de 2022. Os principais temas, os públicos em disputa e como as campanhas se dividiram entre as ruas, as mídias e a internet. Aprofundando a discussão, um time de especialistas, de diversas áreas, apresentam balanço do processo eleitoral sob suas perspectivas: Celso Rocha de Barros (Folha de São Paulo), Fábio Malini (pesquisador de redes sociais), Jonatas Varella (Quaest Pesquisas), Tai Nalon (Aos Fatos) e Paulo Rená (Especialista em Direito e Tecnologia) trazem diferentes perspectivas e palpites, do que marcou e passou batido nessas eleições. _____ SAIBA MAIS 3 boas indicações para fechar o programa com chave de ouro. E para abrir novas reflexões da nossa conversa! Podcast | Braincast 385 - O futuro da política: como candidatos conquistam os nativos digitais | B9 Reportagem | Redes sociais influenciam voto de 45% da população, indica pesquisa do DataSenado | Senado.leg Canal | Playlists de programas eleitorais no YouTube do Poder360 _____ QUAL É A BOA? As dicas dos convidados para a sua semana: Ana Freitas: bebida Baer-mate e escândalo Marmitagate (Twitter). Bia Fiorotto: podcast “Helena, o podcast tá pronto”. Luiz Yassuda: Site Quilombo nos Parlamentos. Carlos Merigo: documentário “American Dream” (HBO Max). Luiz Hygino: série “Eu Nunca” (Netflix). _____ ACCENTURE Neste programa, você ouviu o último episódio da nossa coluna em parceira com a Accenture. A tecnologia e a internet revolucionaram todos os campos da nossa vida. E nossas finanças não iam ficar de fora. Claro, já tem algum tempo que a gente está acostumado com aplicativos de banco, transações on-line e transferências virtuais. Mas chegou a hora de darmos o próximo passo. O futuro do dinheiro e das transações financeiras é virtual. Hiperconectado. E descentralizado. O DeFi está batendo na porta. E a Accenture quer ajudar você a se preparar para o amanhã. A Accenture é uma empresa global de serviços profissionais com capacidades líderes em digital, nuvem e segurança. Combinando experiência incomparável e habilidades especializadas em mais de 40 setores, oferece serviços em Estratégia e Consultoria, Tecnologia, Operações e a Accenture Song. De uma imersão no universo do DeFi, criou um relatório exclusivo, que ajuda você a navegar por esse mercado emergente e fundamental. Descubra como as finanças descentralizadas vão transformar o mercado financeiro. _____ SELF-MADE BRASIL | SONY CHANNEL Para realizar sonhos, é preciso ter persistência. O novo programa Self-Made Brasil mostra uma competição acirrada e cheia de emoção. A cada episódio, 4 participantes vão precisar provar que seu produto é bom, saboroso e tem potencial de mercado. É mais que uma competição, é uma jornada de descoberta e transformação de empreendedores. Aqui, as ideias viram sucesso. Quinta, às 20h30, exclusivo no Sony Channel na SKY - canal 137 e 537 HD. Verifique a classificação indicativa. TV por Assinatura e Pré-Paga | SKY Na SKY você encontra a TV por assinatura mais completa para sua casa, pacotes ideais para você e canais com diversão para todas as idades e gostos. Confira! https://bit.ly/3drjZr8 _____ ANA COUTO | BRANDING APLICADO Quanto vale uma marca? Como avaliar se sua marca está, ou não, bem construída? Qual deve ser o plano, na hora de manter sua marca ativa? E, principalmente: como fazer um bom projeto de desenvolvimento de Branding? Aqui no B9, essas são questões com as quais nos deparamos diariamente. E se você é do mundo executivo, ou da Comunicação, certamente já se fez essas perguntas também. Mas, no caminho, encontramos uma grande parceria - e agora viemos recomendar pra você: A agência Ana Couto é a principal referência em branding do país. São anos de conhecimento adquirido e testado em dezenas de marcas icônicas como Havaianas, Natura, Fiat, Ambev e muitas outras. E todo esse acúmulo, se tornou conhecimento, através da Laje. A plataforma de conteúdo e aprendizagem da Ana Couto. E a Laje oferece cursos, talks e eventos para uma comunidade que conecta mais de 900 profissionais espalhados pelo Brasil e pelo mundo - como o curso Branding Aplicado. Um mergulho imersivo (e completamente mão na massa) para desenvolver, do início ao fim, projetos de branding para uma empresa real. Em apenas 9 semanas, entre outubro e dezembro, você vai aprender os principais conceitos de branding, o método proprietário da Ana Couto e vai trabalhar em grupo com outros profissionais talentosos da vida real. Como professores, a própria Ana e os VPs da agência. E como mentores, um time de especialistas em estratégia, criação, experiência e comunicação, que vão te acompanhar ao longo do trajeto. Não tem jeito melhor de entender como a Ana Couto pensa (e faz) seus projetos de branding transformadores... Do que esse. Sem contar que você já sai do curso com um case real para colocar no seu currículo e no linkedin. Se interessou? Então acesse já o link aqui na descrição do episódio (https://bit.ly/3qOSqei), porque as inscrições já estão abertas. E aplica o cupom B915 que dá 15% de desconto na inscrição, combinado? _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ BRAINCAST NA SUA EMPRESA Sabia que agora você pode levar o Braincast pra sua empresa? Pois é. Há anos que o Braincast te ajuda a navegar nesses tempos transformadores e incertos. Entre pandemias e o metaverso; algoritmos e fake news; a conexão 5G, a crise do clima e os choques de gerações. São mudanças tecnológicas e culturais que podem nos deixar confusos e ansiosos. Mas o Braincast tá aqui pra gente não perder a esperança no futuro, sem deixar de questionar o hype do futurismo exagerado. E agora, você pode contar com o Braincast para além do podcast. No nosso formato In Company, essa turma do barulho do Braincast realiza apresentações, cursos, mediações e workshops. É o Braincast na sua empresa. Com um grande time de pioneiros digitais te ajudando a descomplicar o futuro. Do jeito que você já gosta e conhece. Tudo isso, claro, conectado com os temas e territórios que importam para a sua marca. Conte com o Braincast para refletir e desvendar quais faíscas vão impulsionar nosso presente e futuro. Escreva pra negocios@b9.com.br para saber mais. _____ FAÇA CONTEÚDOS COM O B9 Como ouvinte do Braincast, você já deve ter percebido: aqui no B9, a gente adora uma conversa. E mais do que uma paixão, elas viraram o nosso negócio. O B9 já produziu milhares de episódios que contam histórias, expandem horizontes e criam conexões autênticas com a audiência. Através de conteúdos originais em podcast e projetos multiplataformas, o B9 também coloca marcas e empresas nessas rodas de conversa. Buscando diferentes pontos de vista e com ideias que nos tiram do raso. E pra conhecer tudo o que o B9 pode fazer pela sua marca acesse o site b9.company ou mande um email pra negocios@b9.com.br. Conte com o B9 para transformar sua marca em conteúdo e em conversas que saem do raso. _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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Como ler (e interpretar) pesquisas eleitorais

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Play Episode Listen Later Aug 18, 2022 94:28


Cada eleição é sempre um universo particular, complexo e, relativamente, imprevisível. Mas alguns padrões do período pré-eleitoral permanecem estáveis, com o passar dos anos: como as campanhas, o clima de disputa ideológica e, claro, as pesquisas. Em todo o mundo, institutos de Estatística têm nas pesquisas eleitorais um dos seus principais produtos. Registradas e divulgadas pela mídia, as pesquisas funcionam como termômetro, monitoramento e avaliação de campanhas políticas. E, nos últimos anos, diferentes institutos e métodos têm surgido e despertado o interesse da mídia, de empresas dos mais variados setores e, principalmente, do público em geral. Por quê? No Braincast 468, Carlos Merigo, Ana Freitas e Oga Mendonça recebem Guilherme Russo, diretor de Inteligência e Insights da Quaest Pesquisa e Consultoria, para uma conversa sobre como ler, analisar e interpretar pesquisas eleitorais - sem perder a sanidade. Qual o método mais efetivo: pesquisas presenciais ou por telefone? Como atingir níveis altos de confiança? Como avaliar quais amostras são boas ou não? E, principalmente: quais os interesses por trás de um número tão alto de pesquisas, em períodos tão curtos de tempo? _____ SAIBA MAIS 3 boas indicações para fechar o programa com chave de ouro. E para abrir novas reflexões da nossa conversa! Portal | Agregador de pesquisas eleitorais | Estadão Reportagem | 7 coisas que você precisa saber antes de ler uma pesquisa eleitoral de 2022 | Brasil de Fato Livro | O Voto do Brasileiro | Alberto Carlos Almeida _____ QUAL É A BOA? As dicas dos convidados para a sua semana: Oga Mendonça: documentário "Look Away: os bastidores do rock" e livro "No Canto dos Ladinos" de Quito Ribeiro. Carlos Merigo: Portal Tiravotodojair.com. Guilherme Russo: Livro "A Soma dos Dias" de Isabela Allende e a obra da cantora Clara Valverde. Ana Freitas: Livros "Subliminar: como o inconsciente influencia nossas vidas" de Leonard Mlodinow e "O Poder do Pensamento Matemático: a ciência de como não estar errado" de Jordan Ellenberg. _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ BRAINCAST NA SUA EMPRESA Sabia que agora você pode levar o Braincast pra sua empresa? Pois é. Há anos que o Braincast te ajuda a navegar nesses tempos transformadores e incertos. Entre pandemias e o metaverso; algoritmos e fake news; a conexão 5G, a crise do clima e os choques de gerações. São mudanças tecnológicas e culturais que podem nos deixar confusos e ansiosos. Mas o Braincast tá aqui pra gente não perder a esperança no futuro, sem deixar de questionar o hype do futurismo exagerado. E agora, você pode contar com o Braincast para além do podcast. No nosso formato In Company, essa turma do barulho do Braincast realiza apresentações, cursos, mediações e workshops. É o Braincast na sua empresa. Com um grande time de pioneiros digitais te ajudando a descomplicar o futuro. Do jeito que você já gosta e conhece. Tudo isso, claro, conectado com os temas e territórios que importam para a sua marca. Conte com o Braincast para refletir e desvendar quais faíscas vão impulsionar nosso presente e futuro. Escreva pra negocios@b9.com.br para saber mais. _____ FAÇA CONTEÚDOS COM O B9 Como ouvinte do Braincast, você já deve ter percebido: aqui no B9, a gente adora uma conversa. E mais do que uma paixão, elas viraram o nosso negócio. O B9 já produziu milhares de episódios que contam histórias, expandem horizontes e criam conexões autênticas com a audiência. 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Todo profissional tem que virar influencer?

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Play Episode Listen Later Jul 15, 2022 103:54


Estudos recentes apontam que o Brasil já ultrapassou a marca de 500 mil influenciadores digitais, com no mínimo 10 mil seguidores. E entre dancinhas, publis e unboxings, um novo nicho de creators tem ganhado destaque nas redes: profissionais, das mais diversas áreas, que dedicam a sua produção a postagens sobre suas profissões. No Braincast 463, Carlos Merigo, Ana Freitas, Beatriz Fiorotto, Cris Dias e Oga Mendonça discutem sobre a nova onda dos "profissionais-influencers", como esse fenômeno aconteceu, como ele tem afetado o mercado de algumas profissões, de jornalistas a médicos, e se podemos (ou melhor, se devemos) fugir dessa tendência. O jornalista Ricardo Ampudia contribui para a conversa, com um áudio sobre uma análise do tema que viralizou no Twitter. Completando o papo, Claudia Gasparini, líder de gerenciamento de creators do LinkedIn para América Latina e Espanha, compartilha com a gente as dicas e os segredos para um perfil relevante nas redes sociais, sem passar muito perrengue na criação de posts. _____ SAIBA MAIS 3 boas indicações para fechar o programa com chave de ouro. E para abrir novas reflexões da nossa conversa! Podcasts | Braincast 415 - A nova onda do Instagram | B9 Artigos | Agora médicos são influenciadores digitais. E eles não estão totalmente prontos para isso | MIT Review Post | Além de bom profissional, agora preciso ser influencer? | Contente.vc Livro | Getting a Job: A Study of Contacts and Careers | Mark Granovetter _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ BRAINCAST NA SUA EMPRESA Sabia que agora você pode levar o Braincast pra sua empresa? Pois é. Há anos que o Braincast te ajuda a navegar nesses tempos transformadores e incertos. Entre pandemias e o metaverso; algoritmos e fake news; a conexão 5G, a crise do clima e os choques de gerações. São mudanças tecnológicas e culturais que podem nos deixar confusos e ansiosos. Mas o Braincast tá aqui pra gente não perder a esperança no futuro, sem deixar de questionar o hype do futurismo exagerado. E agora, você pode contar com o Braincast para além do podcast. No nosso formato In Company, essa turma do barulho do Braincast realiza apresentações, cursos, mediações e workshops. É o Braincast na sua empresa. Com um grande time de pioneiros digitais te ajudando a descomplicar o futuro. Do jeito que você já gosta e conhece. Tudo isso, claro, conectado com os temas e territórios que importam para a sua marca. Conte com o Braincast para refletir e desvendar quais faíscas vão impulsionar nosso presente e futuro. Escreva pra negocios@b9.com.br para saber mais. _____ FAÇA CONTEÚDOS COM O B9 Como ouvinte do Braincast, você já deve ter percebido: aqui no B9, a gente adora uma conversa. E mais do que uma paixão, elas viraram o nosso negócio. O B9 já produziu milhares de episódios que contam histórias, expandem horizontes e criam conexões autênticas com a audiência. Através de conteúdos originais em podcast e projetos multiplataformas, o B9 também coloca marcas e empresas nessas rodas de conversa. Buscando diferentes pontos de vista e com ideias que nos tiram do raso. E pra conhecer tudo o que o B9 pode fazer pela sua marca acesse o site b9.company ou mande um email pra negocios@b9.com.br. Conte com o B9 para transformar sua marca em conteúdo e em conversas que saem do raso. _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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Liberdade Patrocinada: posicionamento custa caro?

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2022 87:11


Nas últimas semanas, diversos influenciadores (como Luísa Sonza, Dra. Deolane Bezerra, Felipe Neto e até Anitta) têm se pronunciado a respeito de uma pressão de marcas para vetar patrocínio a personalidades que se posicionam politicamente - com apoio a pautas progressistas, bandeiras de Diversidade e, principalmente, apoio público a Lula e outros candidatos de esquerda. Ainda assim, eles insistem que fazem questão de continuar se posicionando, dizendo que vão continuar defendendo aquilo que acreditam, e insistindo em ter uma presença digital além das “publis”. Afinal, qual a amplitude desse boicote de marcas a influenciadores, de todos os tamanhos? Quais são as apreensões, e quem tem sido mais afetado por isso? Qual a importância do posicionamento de influencers (e da cultura de influencers como um todo) no Brasil? O que a gente ganha e o que a gente perde com criadores levantando bandeiras nas redes sociais? E como superar a tensão dessa corda? No Braincast 459, Carlos Merigo, Alexandre Maron, Ana Freitas e Cris Dias, debatem essas e outras questões sobre um dos mercados mais relevantes da Comunicação. _____ SAIBA MAIS 3 boas indicações para fechar o programa com chave de ouro. E para abrir novas reflexões da nossa conversa! Podcast | Braincast 458 - Felipe Neto, estamos sendo justos com ele? e Braincast 387 - Craques do protesto: quando esporte e política jogam juntos Plataforma | YouPix Filme | What Happened, Miss Simone? | Netflix _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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Crise de Confiança: os perigos de uma sociedade que não acredita em (quase) ninguém

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Play Episode Listen Later Jun 9, 2022 95:39


Há mais de 2 décadas, a Edelman publica o "Barômetro da Confiança". Um estudo internacional realizado anualmente em dezenas de países, que compila entrevistas com milhares de pessoas, sobre o nível de confiança delas nos agentes mais importantes da sociedade. A novidade é que, principalmente após a pandemia, a confiança dos brasileiros no governo e na mídia desce em queda livre... Enquanto empresas e ONGs aumentam sua credibilidade com a população. No Braincast 458, Carlos Merigo, Ana Freitas, Beatriz Fiorotto e Oga Mendonça recebem Ana Julião, gerente geral da Edelman Brasil, para destrinchar a pesquisa e entender o que ela pode indicar (ou não) sobre nossas expectativas, relações sociais e como isso influencia nosso futuro. _____ SAIBA MAIS 3 boas indicações para fechar o programa com chave de ouro. E para abrir novas reflexões da nossa conversa! Estudo | O Barômetro da Confiança | Edelman Brasil Podcast | NaruHodo | B9 Série | WeCrashed | AppleTV+ _____ NUVEMSHOP Na vida e no empreendedorismo tem uma lição que a gente precisa aprender: Tudo o que tá bom, pode sempre melhorar. Mas a jornada em busca dessa melhora pode gerar dúvidas. Por exemplo. Suponha que você tá pensando em começar a vender pela internet. Ou já tá comercializando seus produtos pelo Instagram e pelo WhatsApp e faturando! E aí? Qual o próximo passo? Apostar na divulgação das redes sociais, chamando o maior número de pessoas? Ou investir na experiência de compra de cada cliente, disponibilizando mais fotos e informações de cada produto de maneira organizada? Na verdade, com o parceiro certo, você não precisa escolher entre um ou outro! Há anos, a Nuvemshop é a casa de milhares de lojas virtuais, por todo o país. Isso porque ela oferece ferramentas para profissionalizar e gerenciar o seu negócio de forma simples e intuitiva. Tanto pra você quanto para seus clientes. Com a Nuvemshop, você tem a estrutura certa pra montar a sua loja do seu jeito. E… Com integração às redes sociais, você não precisa abrir mão da divulgação nesses canais. Dá até pra criar promoções, descontos personalizados e os tão amados cupons. Quem não gosta de um cupom, né gente? Bora dar o próximo passo no seu negócio? Então acesse nuvems.co/braincast ou clica no link da descrição do episódio e crie a sua loja com 30 dias grátis. E siga a arroba @Nuvemshop no Instagram. _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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A Geração Z está sendo justa com a música?

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Play Episode Listen Later May 26, 2022 85:31


The Beatles, David Bowie, Aretha Franklin. Para a maior parte das pessoas, estes nomes são representantes imortais de um pensamento que definiu toda a sociedade durante o século XX. Um universo que conhecemos como "cultura pop". Além da música, filmes, programas de TV e rádio, campanhas publicitárias... Gênios da arte e ícones do entretenimento deixaram marcas tão profundas no público, que se podia ter a certeza de que seu legado seria eterno, e inesquecível. Mas aí, veio a internet, e as primeiras gerações de nativos digitais, conectados e que desconhecem um mundo "offline". Em pleno ano de 2022 da era da Informação (ou infoxicação), uma pesquisa da marca inglesa Roberts Radio divulgou que metade dos jovens entre 16 e 23 anos não conhecem a maioria dos ídolos do século XX. No Braincast 456, Carlos Merigo, Ana Freitas, Beatriz Fiorotto, Marko Melo e Luiz Hygino, encaram a possibilidade de encontrarmos gerações de jovens que não se lembram de nomes que, para muitos, são de conhecimento geral. Mas afinal, o que esses resultados indicam sobre cultura, novas gerações e algoritmos (se é que indicam alguma coisa)? _____ SAIBA MAIS 3 boas indicações para fechar o programa com chave de ouro. E para abrir novas reflexões da nossa conversa! Pesquisa | The Music Artists Travelling Through Generations (Os artistas que viajam pelas gerações) | Roberts Radio Site | Sixty Eight 2 oh five (escreve-se 68to05.com) Site | Birthday Song | Playlist.FM _____ NUVEMSHOP Já tem algumas semanas que eu venho aqui falar com vocês sobre como é fácil criar sua loja virtual com a Nuvemshop. Com grande experiência em tecnologia e conexão entre vendedores e compradores, a Nuvemshop é a casa de milhares de vendedores online, de todos os tamanhos e formatos. Afinal, com a Nuvemshop você consegue botar sua loja de pé em até 10 minutos, com dezenas de layouts ideais para suas vendas. Mas... Quem já vendeu pelo menos uma bala na vida, sabe que não adianta só botar o bloco na rua. É preciso fazer barulho. E na internet, o lugar de fazer barulho é nas redes sociais. E a Nuvemshop também te ajuda com isso, viu? Pra você que não aguenta mais ouvir "preço inbox" ou "me manda mais fotos", a Nuvemshop tem toda uma estrutura para integrar sua loja com suas redes sociais. E com as melhores práticas para sua loja aparecer bonitona no feed das pessoas. Instagram, Facebook e WhatsApp... tudo ligado à sua loja, pra você conseguir vender com tanta rapidez quanto as pessoas conseguem comprar. Acesse https://nuvems.co/braincast (nuvens se escreve com "m", tá?) ou clique no link da descrição do episódio e crie sua loja com 30 dias grátis. E siga a @Nuvemshop no Instagram pra mais novidades e dicas! Mostre ao mundo do que você é capaz e crie sua loja online na Nuvemshop. _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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O que as distopias realmente ensinam?

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Play Episode Listen Later Apr 21, 2022 88:30


Um grupo de pessoas passa a viver sob um regime de monitoramento constante, passando 24 horas sob o escrutínio, as decisões e as orientações de um Big Brother. Esse Big Brother tem forte controle e decide sobre a vida pessoal, a renda e o futuro das pessoas. Esta é a premissa do programa de TV mais popular do país. Mas é, também, a sinopse do livro que inspirou esse programa. Só que no clássico “1984”, de George Orwell, ninguém ficava milionário no final. O Braincast 451, homenageia o clássico livro de Ray Bradbury. “Fahrenheit 451” é um grande sucesso literário, mas será que as pessoas entendem mesmo o que ele tem a dizer? E por que estamos cada vez mais obcecados com as distopias, gênero literário que prevê grandes catástrofes para o futuro? Ainda, será que nosso mundo já não tá um tanto distópico demais? A partir dos grandes clássicos da distopia na Literatura, no Cinema e até nos games, Carlos Merigo, Alexandre Maron, Ana Freitas e Cris Dias encaram o tema nessa edição. _____ Este episódio usou trechos de vídeos disponíveis no YouTube. O que é distopia?, por Ana Paula Rodrigues - Canal Mundos Possíveis. Por que a distopia tem tudo a ver com o que estamos vivendo?, por Livia Piccolo - Canal Antofágica. Distopia: por que a sociedade do século XXI faz de um futuro opressor um sucesso comercial? - Canal UOL TAB. Roda Viva | Lázaro Ramos | 11/04/2022 - Canal Roda Viva. _____ PMI - PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE BRASIL Neste programa, você ouviu o terceiro episódio do especial "Profissão Gerente... de Projetos", uma coluna do Braincast em parceria com o PMI. Nessa semana, Merigo conversa com Lud Pimenta (Fundadora e CPO da RHLab). Cada "novo dia" exige uma nova forma de estar no mercado. E, com as ferramentas, certas, é o gerente de projetos que vai guiar sua equipe e sua empresa pelos desafios desses tempos. Esse profissional reúne ideias e as torna realidade, entregando um projeto de sucesso. Ele agiliza processos, reduz custos e age de maneira estratégica em cada segmento que atua. E há mais de 50 anos, o PMI trabalha para preparar e especializar esses profissionais. O Project Management Institute Brasil é a associação profissional líder em gerenciamento de projetos e oferece certificações e ferramentas para preparar organizações e indivíduos em todas as fases de sua jornada de carreira para trabalhar de forma mais inteligente para que possam ter sucesso em um mundo de mudanças. Mas também para quem quer entrar no mercado, e precisa se preparar. A empresa do futuro já nasceu. E ela com certeza vai precisar de um gerente de projetos. Acesse o site do PMI e saiba tudo sobre as atividades do Instituto: https://bit.ly/3L4P3bX. PMI: Potencializando a Economia de Projetos. _____ NUVEMSHOP Em pleno 2022, quem é que nunca teve uma ideia de negócio online? Em um mundo conectado, a possibilidade de fazer comércio com pessoas de todo o Brasil, sem sair de casa, é tentadora. Mas muita gente acaba desistindo quando começa a pensar nos detalhes: logística, controle de estoque, nota fiscal, envio, divulgação... Isso sem falar em montar a loja virtual! Mas deixa que a Nuvemshop resolve toda a parte do e-commerce pra você. Com mais de 10 anos de atuação, a Nuvemshop é a maior plataforma de e-commerce da América Latina, com mais de 90 mil clientes ativos em sua plataforma. E com negócios de todos os tipos e tamanhos! Se você já tem uma loja física e quer começar a vender pela internet. Ou, se você já vende nas redes sociais, mas ainda não tem uma loja virtual, ou se você quer começar seu negócio do zero, a Nuvemshop é sua porta de entrada para um mercado que cresceu 75% só no ano passado. 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Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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Mulher de Verdade: novas representações da mulher na mídia

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Play Episode Listen Later Apr 14, 2022 108:07


Cada vez mais, campanhas publicitárias e obras do cinema e da TV se atentam para a forma que retratam as mulheres. A diversidade de corpos, narrativas e perspectivas se tornou não só um elemento importante para novas histórias, mas motivo de cobrança e expectativa do público consumidor. A expectativa é que as telas reflitam a realidade feminina, sem estereótipos e inspirando mulheres a fazer a diferença. Mas, como saber se o plano está dando certo? No Braincast #450, Carlos Merigo recebe Ana Freitas, Beatriz Fiorotto e Nana Lima, co-fundadora da Think Eva, para uma análise de como essa mudança na comunicação reflete na sociedade - ou se não está mudando nada. E, mais que isso, se estamos presenciando uma mudança verdadeira, ou se ainda estamos muito atrás em termos de inclusão e representatividade. Em depoimentos por áudio, Bia Granja, fundadora do YouPix, e Flávia Durante, fundadora do PopPlus, complementam e aprofundam a discussão. _____ PMI - PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE BRASIL Neste programa, você ouviu o primeiro episódio do especial "Profissão Gerente... de Projetos", uma coluna do Braincast em parceria com o PMI. Nessa conversa em dose dupla, recebemos Adriana Barbosa (CEO da Pretahub e Feira Preta) e Michelle Guimarães (fundadora da Fora da Caixa) Cada "novo dia" exige uma nova forma de estar no mercado. E, com as ferramentas, certas, é o gerente de projetos que vai guiar sua equipe e sua empresa pelos desafios desses tempos. Esse profissional reúne ideias e as torna realidade, entregando um projeto de sucesso. Ele agiliza processos, reduz custos e age de maneira estratégica em cada segmento que atua. E há mais de 50 anos, o PMI trabalha para preparar e especializar esses profissionais. O Project Management Institute Brasil é a associação profissional líder em gerenciamento de projetos e oferece certificações e ferramentas para preparar organizações e indivíduos em todas as fases de sua jornada de carreira para trabalhar de forma mais inteligente para que possam ter sucesso em um mundo de mudanças. Mas também para quem quer entrar no mercado, e precisa se preparar. A empresa do futuro já nasceu. E ela com certeza vai precisar de um gerente de projetos. Acesse o site do PMI e saiba tudo sobre as atividades do Instituto: https://bit.ly/3jXH2cZ PMI: Potencializando a Economia de Projetos. _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ SAIBA MAIS 3 boas indicações para fechar o programa com chave de ouro. E para abrir novas reflexões da nossa conversa! Análise | Memes ajudam a lidar com a pandemia, diz estudo | Revista Exame Podcast | Além do Meme, com Chico Felitti Livro | "Também com memes se ensina e se aprende história: uma proposta didático-histórica para o ensino fundamental II" - Cíntia Beñák de Abreu | Disponível na Amazon _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o Braincast no Instagram, Twitter, TikTok e na Twitch: @braincastpod Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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Humor Roast: dá pra fritar sem machucar?

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Play Episode Listen Later Mar 31, 2022 88:34


Abril nem chegou, e já podemos dizer que temos uma forte candidata a imagem do ano: a foto de Will Smith dando um tapa em Chris Rock no palco do Oscar dominou completamente a internet, antes mesmo do fim da cerimônia, que entregou ao eterno "maluco no pedaço" a estatueta de melhor ator. A essa altura, a internet toda já sabe como a alopecia de Jada Smith é o motivo de seu corte de cabelo, alvo das piadas de Chris Rock, que já há alguns anos vem provocando a família Smith em seus shows. Mas de quem foi a ideia de chamar um comediante para o palco do Oscar, para zoar - ou assar - os grandes nomes do cinema, convidados de honra da festa? No Braincast 448, Carlos Merigo, Ana Freitas, Luiz Hygino e Marko Mello debatem sobre o humor "roast", formato de humor popular nos Estados Unidos, e que foi adotado por Rock em seu show no Oscar. Por que faz tanto sucesso por lá (e por que não empolga tanto no Brasil)? O que é um "bom" roast e quem são as maiores referências no tema? Qual a importância desse formato para o humor como um todo? E, mais importante: dá pra fazer um "roast" com alguém, sem pra isso tirar totalmente a paciência do "homenageado"? A participação dos humoristas Victor Carmejo, Raquel Real Oficial (roteirista do A Culpa é do Cabral) e Helio de la Peña (um dos criadores do Casseta & Planeta) complementam a discussão com a visão de especialistas que conhecem o humor por dentro, na criação e no mercado. _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o @braincastpod: No Instagram; no Twitter; no TikTok e na Twitch. Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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Quem lê livros é mais inteligente?

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Play Episode Listen Later Mar 24, 2022 71:33


O título desse programa pode ter causado algum estranhamento em você. Parece óbvio que livros tornam as pessoas mais inteligentes, afinal... O quê? No Braincast 447, Carlos Merigo, Ana Freitas e Cris Dias recebem Daniel Lameira, da Editora Antofágica, para colocar um ponto de interrogação nessa frase repetida em todos os lugares. Claro, livros são uma fonte inesgotável de conhecimento, um contato com diferentes ideias, culturas e informações. Mas não é a única. Além disso, temos à nossa disposição uma série de maneiras de praticar a leitura, que não só sentar no sofá e abrir um livro. Ainda assim, o livro e a literatura são ferramentas que resistem aos séculos, às novidades tecnológicas e ao surgimento de novas mídias. Dá pra ser inteligente sem livros? E o que livro tem, que ninguém mais oferece? _____ ASSINE O BRAINCAST E FAÇA PARTE DO NOSSO GRUPO FECHADO Assinando o Braincast você pode interagir com a gente em grupos fechados no Facebook e Telegram, além de receber conteúdo exclusivo. Faça download do PicPay para iOS ou Android, clique em “Pagar”e procure pelo Braincast, ou então acesse a URL: picpay.me/braincast _____ SIGA O BRAINCAST Seu podcast de sinapses sonoras no infinito das ideias está em todas as plataformas e redes. Inclusive, na mais próxima de você. Encontre o Braincast no Instagram, Twitter, TikTok e na Twitch: @braincastpod Entre em contato através do braincast@b9.com.br. Perdeu o Qual É A Boa? Encontre todas as dicas da bancada nos destaques do nosso Instagram. _____ O Braincast é uma produção B9 Apresentação: Carlos Merigo Coordenação Geral: Ju Wallauer, Cris Bartis e Carlos Merigo Direção criativa: Alexandre Potascheff Apoio à pauta e produção: Hiago Vinicius Edição: Gabriel Pimentel Identidade Sonora: Nave, com Direção Artística de Oga Mendonça Identidade Visual: Johnny Brito Coordenação Digital: Agê Barros, Débora Stevaux e Gabriel Castilho Atendimento e Comercialização: Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zennaro

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