POPULARITY
Em uma nova proposta de delação premiada, o banqueiro Daniel Vorcaro incluiu informações sobre o financiamento do filme Dark Horse, que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, e sobre sua relação com o senador Ciro Nogueira, alvo de operação da PF, acusado de usar o mandato para favorecer o Banco Master, em maio. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (05/06/2026): Entre 2020 e 2025, um grupo de organizações não governamentais movimentou ao menos R$ 9,8 milhões – verbas recebidas por emendas de vereadores paulistanos – em uma rede de contratos cruzados, com transações e despesas recíprocas entre entidades nas execuções de projetos sociais. O levantamento do Estadão foi feito em 120 prestações de contas de convênios entre seis ONGs e a Prefeitura de SP. As transações envolvem tanto as entidades quanto empresas ligadas a seus dirigentes. A subcontratação, por parte de ONGs, de empresas de seus próprios dirigentes é proibida, inclusive se ocorrer de modo “cruzado”. As prestações de contas analisadas envolvem emendas indicadas por 17 vereadores, secretários e ex-titulares de pastas do Executivo municipal. Os dirigentes de institutos alegam não haver contratos cruzados, mas uma atuação conjunta entre organizações parceiras. As ONGs não se manifestaram. Economia: Após não cumprir meta em 2025, fila do INSS cai em ano eleitoral Política: Trump ataca republicanos após votação na Câmara Internacional: Hezbollah rejeita trégua entre Líbano e Israel, que mantém operações no país Metrópole: ECA Digital faz com que escolas mudem o uso de imagem de alunos em redes sociais Cultura: Brilha Sonhos transforma o Parque Villa-Lobos em universo imersivo de luz e fantasiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (04/06/2026): No dia seguinte à proposta de imposição de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros sob alegação de práticas comerciais ilegais, os EUA anunciaram nova rodada de sobretaxas a 59 países (entre eles o Brasil) e à União Europeia por “não impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado”. As tarifas variam de 10% a 12,5%. O Brasil seria punido com 12,5%, assim como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Rússia, Suíça, Austrália, Chile, Israel e Vietnã, entre outros. Para os EUA, esses países não impedem a entrada de produtos feitos com trabalho forçado. No caso brasileiro, também haveria “motivos para acreditar” na existência de trabalho forçado no setor de carne bovina. Em reação, o Brasil chamou a conclusão de “absurda” e “lamentável” e cogita aplicar o mecanismo de reciprocidade. Política: Vorcaro diz a advogados que deu dinheiro a políticos por ‘amizade’ Internacional: Com aeroporto atacado, Kuwait prega união de países do Golfo contra Irã Esportes: Ancelotti ensaia novo esquema e mudanças See omnystudio.com/listener for privacy information.
Líbano e Israel estenderão o cessar-fogo, que expiraria no próximo domingo, por mais 45 dias, mesmo enquanto Israel realiza novos ataques.
As negociações entre os Estados Unidos e o Irão chegaram a um novo impasse depois de Teerão ter respondido à proposta americana de 14 pontos com contrapropostas consideradas "insuficientes" por Washington, que exige o desmantelamento do programa nuclear iraniano. Em paralelo, o conflito na Ucrânia mantém-se bloqueado, enquanto a Rússia celebrou o Dia da Vitória com uma parada marcada por contradições — entre propaganda de guerra e sinais crescentes de desgaste humano, militar e político. Com mais de 350.000 soldados russos mortos segundo registos oficiais apurados por jornalistas independentes, a pressão interna sobre Putin intensifica-se, incluindo pela extrema-direita russa. Na Hungria, a tomada de posse do novo governo magiar e a expulsão de agentes de influência russos de Budapeste abrem uma nova fase nas relações entre a Rússia e a Europa Central.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Ucrânia acusou esta quarta-feira, 6 de Maio, a Rússia de violar o cessar-fogo unilateral anunciado por Kiev, ao lançar uma vaga de ataques aéreos contra várias cidades ucranianas. Segundo as autoridades, foram utilizados 108 drones de combate e três mísseis. Perante esta situação, Kiev apelou aos parceiros internacionais para reforçarem a pressão sobre Moscovo e aumentarem o apoio à Ucrânia. Este episódio ocorre num contexto de anúncios divergentes de cessar-fogo. Na segunda-feira, Moscovo declarou uma trégua para assinalar as celebrações da vitória na Segunda Guerra Mundial, a 9 de Maio, enquanto Kiev afirmou que cessaria as hostilidades dois dias antes. Para a professora de Relações Internacionais da Universidade do Minho, Sandra Dias Fernandes, estes desenvolvimentos indicam que a Rússia não demonstra interesse numa solução de paz. Que significado tem este cessar-fogo anunciado pela Rússia nesta altura? A Rússia, por altura desta celebração - o dia 9 de Maio, que é cada vez mais importante na simbologia russa - assinala a vitória sobre a Alemanha nazi no final da Segunda Guerra Mundial. Convém lembrar que esta data difere da celebrada pelos restantes aliados, que comemoram a 8 de Maio, devido à diferença horária com Moscovo. Temos, assim, celebrações a 8 de Maio na Europa Ocidental e a 9 de Maio na Rússia. Este tipo de cessar-fogo tem sido recorrente desde o início da guerra na Ucrânia: a Rússia decreta-o unilateralmente e, depois, a Ucrânia responde de forma semelhante. No entanto, trata-se sempre de tréguas muito frágeis e de curta duração. Esta situação permite sobretudo à Rússia reforçar, internamente, a importância do 9 de Maio, ao mesmo tempo que mantém acusações recíprocas sobre quem viola o cessar-fogo. Na verdade, não valorizaria excessivamente estas quebras, porque se trata de um cessar-fogo circunstancial, destinado apenas a assinalar esta data simbólica - a chamada Grande Guerra Patriótica - que hoje é utilizada pela propaganda russa para enquadrar a guerra na Ucrânia. A Rússia rejeita a paz ao não respeitar este cessar-fogo, como afirmou o Presidente ucraniano? Essa afirmação deve ser enquadrada num contexto mais amplo. É visível que a Rússia não pretende a paz, e este cessar-fogo não tem como objectivo criar condições para o fim da guerra. É meramente circunstancial. Não visa alterar significativamente a frente de batalha, sobretudo numa fase em que a Rússia não tem conseguido ofensivas decisivas que lhe permitam sair do impasse em que se encontra desde 2023. A Ucrânia conseguiu, pela primeira vez, inverter parcialmente o equilíbrio, favorecendo um certo congelamento da linha da frente. Não creio que este episódio deva ser interpretado como algo determinante para o conjunto da guerra. O facto de a Rússia não querer a paz é algo que se evidencia desde 2022. A Rússia continua a recusar um cessar-fogo efectivo.Moscovo mantém exigências territoriais, nomeadamente em Donetsk. Esse cenário poderá vir a concretizar-se? Esse cenário pode vir a ser possível, mas depende de dois factores essenciais: vontade política e condições operacionais no terreno. Continuamos num impasse em que a Rússia não se assume como parte mais fraca do ponto de vista militar. O tempo tem-lhe sido favorável, permitindo-lhe manter esta situação de “nem ganhar nem perder”, o que contribui para a instabilidade no continente europeu. Há, contudo, sinais de algum desgaste interno - não tanto ao nível de contestação política, mas sobretudo nas condições de vida da população. O aumento de impostos e a pressão sobre pequenas e médias empresas têm agravado esse descontentamento. Além disso, estima-se que entre 20% e 30% do orçamento russo esteja actualmente afecto à defesa, o que também gera tensões internas. Isso poderá, eventualmente, levar Moscovo a procurar um entendimento. Ainda assim, o cessar-fogo associado ao 9 de Maio não deve ser visto como um passo sério nesse sentido. O conflito na Ucrânia começa a ter impacto na imagem de Vladimir Putin e nas eleições que estão previstas para o mês de Setembro? Não terá consequências políticas relevantes. A Rússia não é uma democracia no sentido pleno. As eleições são controladas, tanto ao nível do processo eleitoral como do próprio sistema político. Trata-se, na prática, de um sistema consolidado de poder, com características próximas de um regime de partido único, baseado em lealdades. Não existe uma alternativa real a Putin, e o sistema está estruturado em torno da sua liderança há mais de duas décadas. Mesmo que haja alguma variação nos resultados, estes continuarão a ser elevados. Não há, neste momento, um risco político significativo para o Presidente russo. Este cessar-fogo unilateral pode ter sido uma manobra política da Ucrânia? Se há algo que se pode destacar na actuação da Ucrânia é a inteligência estratégica com que tem gerido esta relação assimétrica - quase de David contra Golias. A forma como respondeu ao cessar-fogo russo demonstra precisamente isso. Trata-se de uma jogada política que visa expor a falta de credibilidade da Rússia. Nesse sentido, foi uma decisão eficaz. Pode também ser uma forma de pressionar a comunidade internacional, numa altura em que a atenção se deslocou para o Médio Oriente? Sem dúvida, mas não lhe chamaria uma manobra - antes uma continuidade do esforço diplomático. Trata-se de uma diplomacia em tempo de guerra, e isso é fundamental ter em conta. A Ucrânia tem desenvolvido uma estratégia diplomática muito activa para não deixar cair o conflito no esquecimento. E este tipo de episódios serve precisamente para voltar a captar a atenção internacional. É verdade que o conflito no Médio Oriente tem relegado a guerra na Ucrânia para segundo plano. Por isso, estes momentos são oportunidades para recentrar o foco num conflito de grande intensidade em território europeu. Além disso, há também uma dimensão estratégica importante: a Ucrânia tem demonstrado disponibilidade para partilhar tecnologia, nomeadamente no domínio dos drones, que se tornaram centrais nos conflitos actuais - incluindo no Médio Oriente.
No rescaldo do jantar dos correspondentes da Casa Branca, Nuno Rogeiro analisa a tentativa de intrusão armada que agitou Washington: “A principal falha foi na prevenção.” Um homem da Califórnia conseguiu entrar com armas num hotel a menos de dois quilómetros da Casa Branca, onde se encontravam reunidos membros do governo, do Congresso, grandes empresários e figuras dos media. O FBI investiga sem ainda estabelecer uma ligação a grupos organizados ou ideologia definida. No Médio Oriente, as negociações entre os EUA e o Irão falharam em Islamabade, com as equipas americanas já há dez dias no Paquistão à espera de um acordo que não chegou. Nuno Rogeiro avalia ainda o estado do poder aeronaval americano no Golfo, com múltiplos porta-aviões em posição, e revela o desgaste significativo do arsenal americano: “Já foram gastos pelo menos 50% dos mísseis Tomahawk neste teatro de operações.” Internamente, o Irão debate-se com um bloqueio naval asfixiante, uma carta confidencial dos seus próprios líderes a alertar Khamenei para o desastre económico, e curiosos argumentos esotéricos para justificar a ausência pública do Líder Supremo. Por fim, no contexto do 25 de abril, uma entrevista aprofundada sobre as FP-25, com João Paulo Ventura, da Polícia Judiciária. O Leste/Oeste foi emitido na SIC Notícias a 26 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (23/04/2026): Os acionistas do Banco de Brasília (BRB) aprovaram ontem proposta de aumento de capital que permitirá um aporte de até R$ 8,86 bilhões para cobrir o rombo deixado pelo Master. O texto autoriza o banco a aumentar o capital para receber uma injeção de recursos novos do controlador, que é o governo do Distrito Federal. O rombo deixado pelo Master no BRB é calculado em R$ 8,8 bilhões. Segundo fontes do banco estatal, se o governo injetar R$ 6,6 bilhões o valor já seria suficiente para manter a instituição funcionando e cumprir o Índice de Basileia – uma espécie de indicador de saúde financeira exigido pelo Banco Central. Política: PF retira credenciais de policial dos EUA, após expulsão de delegado Internacional: Irã apreende 2 navios em Ormuz e intensifica luta pelo controle da rota Metrópole: Greves de funcionários já atingem ao menos 53 universidades federais Esporte: Contusão na coxa pode tirar Estêvão da Copa do MundoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (22/04/2026): Mensagens de WhatsApp enviadas pelo ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, preso na semana passada pela Polícia Federal, indicam que ele intercedeu de forma fraudulenta junto aos seus subordinados com o objetivo de favorecer os interesses do dono do Master, Daniel Vorcaro, dentro do banco estatal. A conclusão faz parte de relatório de auditoria externa contratada pelo próprio BRB e enviado à Polícia Federal. Os diálogos de Paulo Henrique tratam de um processo de aumento de capital do BRB realizado em maio de 2024, que captou R$ 290 milhões de investidores privados por meio de aportes realizados por fundos de investimento ligados à Vorcaro e à gestora Reag, também vinculada ao Master. Política: Lula fala em ‘reciprocidade’ após delegado da PF ser expulso dos EUA Internacional: Trump estende cessar-fogo, horas antes de trégua com Irã terminar Metrópole: Esquema de MC Ryan usou Deolane, diz Polícia Federal Cultura: Hitchcock em HQ entre luzes e sombrasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre manifestações com algemas, contradições políticas e um regime iraniano aparentemente fraturado, a visita de Lula da Silva a Portugal expõe as incoerências do Chega e de André Ventura, aliado de um Bolsonaro cercado de escândalos financeiros. O que dizer do espetáculo político montado pelo segundo partido com maior representação parlamentar? Ouça a análise de Miguel Prata Roque e Francisco Mendes da Silva no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 21 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (16/04/2026): Uma operação da Polícia Federal prendeu ontem os funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo, além do dono da página “Choquei”, Raphael Sousa Oliveira, e o empresário Chrys Dias. Eles são suspeitos de formar um grupo que movimentou R$ 1,6 bilhão com rifas e bets ilegais patrocinadas pelo crime organizado, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC). Outras 29 pessoas foram presas – todas ligadas ao setor artístico e de entretenimento. Plataformas de apostas de cotas fixas, as chamadas bets, foram usadas para lavar dinheiro de origem ilícita, incluindo recursos ligados ao tráfico internacional. A organização movimentava grandes quantias, com uso de dinheiro em espécie, transferências bancárias e operações com criptoativos, tanto no Brasil quanto no exterior. Foram cumpridos 90 mandados em SP, RJ, PE, ES, MA, SC, PR, GO e DF. A Justiça sequestrou bens dos investigados até o valor de R$ 2,26 bilhões. Economia: PEC da jornada tem parecer a favor em comissão; oposição adia votação Política: Ramagem é solto nos EUA dois dias após ser detido por imigração Internacional: Sob pressão dos EUA, Israel discute trégua de uma semana no LíbanoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (10/04/2026): Sem deixar claro como fará o ressarcimento às distribuidoras que participaram do certame nem como a decisão beneficiará os consumidores, a Petrobras anunciou ontem que vai devolver o dinheiro extra arrecadado com um leilão de gás de cozinha realizado no fim de março, cujo ágio chegou a 100%. É a segunda decisão que a estatal toma em relação ao leilão desde que o presidente Luiz Inácio Lula Silva criticou a operação, classificando-a como “cretinice” e “bandidagem”. No último dia 6, o conselho de administração da estatal já havia destituído Claudio Schlosser do cargo de diretor executivo de Logística, Comercialização e Mercados. O governo teme desgaste com o aumento do preço do gás de cozinha em ano eleitoral. Oficialmente, a Petrobras alega, porém, que a decisão de devolver a receita obtida com o ágio do leilão, estimada em R$ 140 milhões, se baseou em “análises econômicas e de risco”. Política: Empresário admite fraudes no INSS e assina acordo de delação premiada Metrópole: Pane no centro de controle em Congonhas paralisa aeroportos de SP Internacional: Netanyahu aprova negociações com Líbano após pressão de Trump Cultura: Jude Law na pele de Vladimir PutinSee omnystudio.com/listener for privacy information.
EUA e Irã anunciam cessar-fogo após escalada de ameaças, com recuo do presidente dos Estados Unidos gerando desconforto entre aliados e republicanos. Agora, os dois países tentam declarar vitória enquanto avançam para nova rodada de negociações no Paquistão. Situação mostra fragilidade dos Estados Unidos?
Agências de notícias internacionais afirmam que Irã e Estados Unidos não aceitaram o plano de cessar-fogo elaborado pelo Paquistão. Segundo a agência de notícias estatal iraniana Irna, o Irã não aceitou a proposta porque prefere negociar o fim total do conflito em vez de uma pausa temporária.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (02/04/2026): As negociações de Daniel Vorcaro, do Banco Master, para a concretização da delação premiada enfrentam pelo menos três obstáculos: o tempo de prisão que ele terá que cumprir, o valor do ressarcimento e a inclusão de informações sobre ministros do STF. Vorcaro demonstra resistência a admitir a prática de crimes e assumir o papel de “delator”, o que seria essencial para o avanço da colaboração premiada. Essa resistência é considerada natural por advogados e investigadores em um processo desse tipo, mas pode travar a construção do acordo. Vorcaro tem recebido diariamente advogados para definir os temas que serão abordados na delação. A partir daí, a defesa começará a negociar a pena e condições do acordo. O banqueiro indicou que não quer cumprir prisão em regime fechado. Política: Lula oficializa indicação de Messias, que defende respeito aos Poderes Economia: Petrobras eleva querosene de avião em 54%; governo pode socorrer setor Internacional: Trump diz que Irã pediu cessar-fogo, mas autoridades iranianas negam Metrópole: Artemis 2 leva humanos de volta à Lua após 50 anos e marca missão histórica com diversidade na tripulaçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Guiné-Bissau: Ativista e crítico ao golpe de Estado é barbaramente assassinado. Governo golpista condenou a morte de Vigário Balanta "em circunstâncias particularmente violentas". Sumaila Djaló, ativista, entende o assassinato como uma tentativa de calar vozes críticas e deve servir de força para os guineenses continuarem a lutar. Saiba em que estado estão as estradas de Moçambique e Angola.
Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.
Nomeação de Patrice Trovoada como enviado da União Africana à Guiné-Bissau está a ser criticada. Guineenses em Moçambique recusam novas eleições. Adalberto Costa Júnior insiste em missão eleitoral da União Europeia nas eleições angolanas. Passagem de Rafah reaberta.
Um ataque russo na região de Dnipropetrovsk, conduzido por quatro drones, poderá complicar as conversações de paz em Abu Dhabi, segundo o relato de Nuno Rogeiro, que destacou ainda o impacto das tensões entre Estados Unidos e Irão no processo diplomático e mencionou novas ligações russas reveladas no caso Epstein. José Milhazes critica a fraca representatividade das delegações e a postura da União Europeia face ao futuro europeu da Ucrânia, rematando que “os ucranianos estão mesmo entregues à bicharada”. O comentador chama à atenção para a radicalização interna na Rússia, visível nas críticas de blogues militares e na retórica da extrema-direita, que acusa o Kremlin de cedências. O Guerra Fria foi exibido no Jornal da Noite da SIC a 1 de fevereiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em mais um 'Guerra Fria', Nuno Rogeiro e José Milhazes analisam as negociações de paz em Abu Dhabi, os bombardeamentos devastadores e a guerra de propaganda entre Rússia e Ucrânia. Em debate: o impacto das ofensivas russas, a crise energética ucraniana e as tensões diplomáticas. "A Ucrânia surpreende pela resiliência, mas o futuro é incerto", alerta Milhazes. Este programa foi emitido na SIC Notícias a 25 de janeiro, ouça aqui a versão em podcast. A sinopse e a ilustração deste episódio foram criados com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após golpe, Guiné-Bissau deverá ter que deixar presidência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Angola: União na UNITA tem de ser "na prática e não no discurso", diz analista. Encontro entre Putin e Witkoff em Moscovo terminou sem acordo.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (24/11/2025): O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse ontem, durante audiência de custódia, que a tentativa de violar a tornozeleira eletrônica foi motivada por “paranoia” provocada pelo uso de remédios psiquiátricos. Ele afirmou à juíza Luciana Sorrentino, auxiliar no gabinete de Alexandre de Moraes, que “estava com alucinação” de que havia uma escuta no equipamento. Ele negou intenção de fugir e alegou que a vigília convocada pelo filho Flávio não teria “possibilidade de criar qualquer tumulto”. A juíza manteve a prisão preventiva. A defesa do ex-presidente alegou “confusão mental” e pediu a volta dele para a prisão domiciliar. E mais: Política: Supremo deve negar nova prisão domiciliar Economia: Custo com MP do Setor Elétrico equivale a metade da renúncia da isenção do IR Metrópole: Moradores do Campo Belo querem barrar novos prédios altos Internacional: Israel diz ter matado chefe do Hezbollah em ataque a BeiruteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (30/10/2025): O Complexo da Penha, na zona norte do Rio, amanheceu com mais de 60 cadáveres expostos na rua. Os corpos foram recolhidos numa mata por moradores e enfileirados horas após operação policial que deixou pelo menos 121 mortos – quatro deles policiais. A Defensoria fala em 132 mortes. De acordo com o secretário estadual da PM, Marcelo de Menezes, agentes do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) se posicionaram na área mais alta da Serra da Misericórdia, que divide os complexos da Penha e do Alemão, formando um “muro” que empurrou os criminosos para o topo da montanha. “A opção pelo confronto se deu pelos marginais, pelos narcoterroristas. Aqueles que quiseram ser presos foram presos.”Alguns dos corpos estavam amarrados e com marcas de facadas. O Estadão viu um corpo decapitado. O governo do Rio diz que a estratégia foi necessária para avançar sobre um território dominado pelo Comando Vermelho (CV) e considerou a operação um “sucesso”. E mais: Economia: Mexida em royalties afeta Petrobras e ajuda refinaria no AM, terra do relator Política: Revisão criminal na 2ª Turma pode dar a Bolsonaro a chance de anular sentença Metrópole: Câmara aprova reajuste do IPTU com limite anual de 10% para todo imóvel Internacional: Ataques israelenses em Gaza matam 104, segundo autoridades palestinas Esportes: João Fonseca sucumbe diante de russo e se despede de ParisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (29/10/2025): Na operação mais letal da história do Rio de Janeiro, pelo menos 64 pessoas – entre elas quatro agentes de segurança – morreram nos complexos do Alemão e da Penha em ação policial contra o Comando Vermelho (CV). A operação ocorreu porque a Delegacia de Repressão a Entorpecentes obteve mandados de busca e apreensão e de prisão contra traficantes e mobilizou cerca de 2,5 mil policiais, civis e militares, para a missão. Em reação, o CV usou drones para lançar bombas em policiais. Importantes vias da cidade, como a Avenida Brasil e a Linha Amarela, foram bloqueadas por barricadas. O transporte coletivo ficou comprometido. De acordo com o último balanço da noite de ontem, 81 suspeitos foram presos e 75 fuzis, apreendidos. O governo estadual alegou que a iniciativa foi desencadeada depois de mais de um ano de investigações. A ação, porém, teve tanto a logística como os resultados criticados por especialistas. E mais: Economia: Crédito aos Correios é maior do que qualquer aval da União em 15 anos Política: No STF, Messias poderá manter ganhos da AGU que lhe renderam R$ 660 mil Internacional: EUA matam 14 em ataques contra mais quatro embarcações no Pacífico Esportes: Fonseca estreia no Masters de Paris com vitória de viradaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tribunal Supremo da Guiné-Bissau anuncia que Domingos Simões Pereira está fora das eleições de novembro. Em Moçambique, governador de Nampula diz que qualquer partido é um perigo para a FRELIMO, incluindo o ANAMOLA. E em Madagáscar, após a saída do Presidente do país, militares anunciam tomada do poder.
Em Moçambique, ANAMOLA lança auscultação paralela em torno do diálogo nacional inclusivo e analistas alertam para as consequências se o partido não for ouvido. Hamas liberta reféns detidos em Gaza, Donald Trump fala em nova era no Médio Oriente. Um dia histórico para Cabo Verde, os "Tubarões Azuis" estão Campeonato do Mundo de futebol pela primeira vez.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (13/10/2025): Militares do Exército fizeram obras de terraplenagem para facilitar a instalação do acampamento golpista na frente do QG em Brasília, no fim de 2022, após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições. A movimentação de uma retroescavadeira e de um caminhão da Força foi registrada em vídeos obtidos por Aguirre Talento. A informação ainda não havia aparecido nas investigações do caso. Os registros, feitos pelo jornalista Wellington Macedo, integrante do acampamento e preso preventivamente por ordem do STF, indicam que os militares tiveram participação mais ativa no acampamento do que mostraram as investigações da Polícia Federal. Procurado, o Exército afirmou que a ação foi necessária para realizar a manutenção do local e corrigir o acúmulo de lama. E mais: Economia: Dívidas e crise fiscal deixam economia global em alerta Internacional: Hamas exige soltura de líderes horas antes de iniciar libertação de reféns Metrópole: Plano Clima desagrada ao agro e cria mais tensão pré-COPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente dos EUA só pensa no Nobel da Paz, e o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas é currículo que pode ajudar. Por cá, a caminho das eleições autárquicas, o Ministério Público volta a intervir antes do povo ir a votos. Desta vez surgiram notícias de que estava tudo preparado para abrir inquérito a Luís Montenegro no caso Spinumviva, informações negadas pouco depois em comunicado. São estes os temas do Eixo do Mal, em podcast, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. Emitido na SIC Notícias a 9 de outubro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Moçambique, jurista defende que o Governo de Daniel Chapo não deveria liderar o Diálogo Inclusivo Nacional. Chegou ao fim o sonho moçambiano de jogar o Mundial 2026. Chiquinho Conde lamenta os erros na derrota por 1-2 frente à Guiné-Conacri. Camarões prepara-se para ir a votos já este domingo.
Sousa Tavares sublinha que o “acordo é urgente e bem vindo” mas não está otimista em relação aos próximos passos. Em análise ainda o caso dos F-35 nas Lajes e a reação da (“desacreditada”) diplomacia portuguesa. Falamos ainda da despesa do Estado que aumenta e da Justiça que não reflete: “Trocámos a esfinge do Egipto pela estátua do Ramsés II”See omnystudio.com/listener for privacy information.
80% dos Estados-membros da ONU reconhecem formalmente o Estado da Palestina e pedem o cessar-fogo. Em Moçambique, a secretária executiva do Observatório da Mulher lamenta que o feminicídio se transforme em números sem consequências práticas. Em Nampula, alfabetizadores protestam após quatro anos sem receber subsídios. No futebol, Ousmane Dembélé é o Bola de Ouro 2025.
Em Moçambique, concurso público de 1,7 milhões de euros gera polémica no setor agrícola. Sociedade civil exige transparência e legalidade. Em Angola, juiz presidente do Supremo renuncia por motivos de saúde. O magistrado está a ser investigado por alegações de corrupção. Ataques russos matam 19 na Ucrânia. UE promete sanções. Três países europeus ativam sanções ao Irão por incumprimento nuclear.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (19/08/2025): A crise entre EUA e Brasil se agravou ontem com movimentos nas frentes política e comercial. No campo político, o ministro do STF Flávio Dino invalidou medida da Justiça britânica relativa à tragédia de 2015 em Mariana (MG) e barrou restrições de “atos unilaterais estrangeiros” contra cidadãos brasileiros, o que pode beneficiar Alexandre de Moraes, enquadrado na Lei Magnitsky. Em reação, o governo dos EUA afirmou que nenhum tribunal estrangeiro pode anular punições aplicadas pelo país. Em postagem replicada pela embaixada dos EUA no Brasil, a gestão Trump chamou Alexandre de Moraes de “tóxico”. No campo econômico, o Itamaraty enviou defesa aos EUA sobre as acusações de práticas desleais de comércio. O Brasil afirmou que não reconhece a legitimidade das acusações e que a Organização Mundial do Comércio é o único foro para a solução de impasses comerciais. E mais: Economia: Embraer diz aos EUA que tarifaço contraria interesse dos americanos Política: Ao ‘Washington Post’, Moraes descarta ‘recuar um milímetro’ Internacional: Zelenski e europeus pedem garantias de segurança em reunião com Trump Metrópole: Tarcísio defende que o contrato com a Enel não seja prorrogadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (14/08/2025): O governo pedirá ao Congresso aval para excluir da meta fiscal R$ 9,5 bilhões de medidas com o pacote de socorro às empresas atingidas pelo tarifaço dos EUA sobre exportações brasileiras. A decisão contraria o que havia afirmado o ministro Fernando Haddad (Fazenda). A MP com as diretrizes gerais do pacote foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Plano Brasil Soberano prevê linha de crédito de R$ 30 bilhões para empresas afetadas, aporte em fundos garantidores (para facilitar o acesso de empresas menores ao crédito à exportação), aumento de compras governamentais e adiamento da quitação de impostos. Ficariam fora da meta fiscal a despesa de R$ 4,5 bilhões com o aporte em fundos garantidores e a renúncia de receitas de até R$ 5 bilhões para ampliar o Reintegra, programa que devolve parte dos tributos a exportadores. E mais: Economia: Em anúncio de medidas, Lula pede pressa para Congresso votar proposta Política: Por causa de médicos de Cuba, EUA cancelam visto de brasileiros Metrópole: Lula apoia projeto contra abuso de crianças e adia regulação de redes Internacional: Europa tenta influenciar Trump antes de cúpula com Putin no AlascaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Empresários de Cabo Delgado pedem o regresso das escoltas militares entre Macomia e Mocímboa da Praia, face a onda de raptos atribuídos a grupos terrorista. República Democrática do Congo e grupo M23 assinam acordo de cessar-fogo. Learning By Ear- Aprender de Ouvido.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (01/07/2025): Análise do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ineficiente nos programas em que mais gastou dinheiro em 2024. O governo não alcançou todas as metas em Previdência, saúde e educação superior e teve desempenho ainda pior em educação básica e infraestrutura de rodovias e ferrovias, informa Daniel Weterman. Apenas o Bolsa Família teve 100% dos objetivos atingidos. Os técnicos do TCU analisaram dez programas com metas definidas pelo governo e aprovadas pelo Congresso no primeiro ano de vigência do Plano Plurianual (PPA) 2024-2027. Juntos, eles representam 72,5% do Orçamento da União. Os ministérios dizem que a restrição orçamentária dificulta a execução das políticas públicas e um ano é pouco para cumprir as metas. E mais: Política: Motta afirma que governo Lula quer criar ‘polarização social’ Metrópole: PCC lava dinheiro em 13 setores da economia; lei antimáfia não avança Internacional: Ataque de Israel mata mais de 30 palestinos em café na praia de Gaza Esportes: Fluminense derruba vice europeu e está entre os 8 melhoresSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump mandou bombardear o Irão. Depois obrigou israelitas e iranianos a um cessar-fogo. Agora quer o Nobel da Paz. Diz que o mereceu umas quatro ou cinco vezes. Entretanto, esteve na cimeira da NATO, onde os europeus se comprometeram a pagar À GRANDE (as maiúsculas são da mensagem lambuzada do secretário-geral da organização numa mensagem privada para Trump que Trump, com a elegância que o caracteriza, decidiu partilhar). Na ordem interna, agora que António Vitorino esclareceu que não será candidato a Belém, parece só haver dois temas: imigração e lei da nacionalidade. Também se debateu porque é que o nazi não está no RASI e a bancada do PSD argumentou que é para não espantar a caça. O debate marcou a estreia da nova ministra da Administração Interna no Parlamento. Não deixou de ser notado que, entre a ministra e o partido que sustenta o Governo, a sintonia (ainda) não é perfeita. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump anunciou o cessar-fogo imediato, mas o Irão desmentiu e Israel ainda não comentou. No âmbito da cimeira EUA-África, analista angolano diz à DW que os EUA não são tão importantes como se pensa. Em Moçambique, analista afirma que o Conselho Constitucional é culpado pela destruição da democracia. No futebol, Inter Miami vai jogar com o PSG nos oitavos do Mundial de Clubes.
Moçambique: Líder da RENAMO esclarece que não tem responsabilidade sobre o pagamento de pensões aos desmobilizados. Ex-guerrilheiros da RENAMO, que se queixam de exclusão, prometem lutar até as últimas consequências contra a liderança do partido. Bill Gates anuncia mais milhões para saúde e agricultura em África, mas há vozes críticas.
Filomeno Vieira Lopes defende "pacto de regime" para afastar MPLA do poder. Coligação com UNITA beneficia Bloco Democrático, diz analista. População afetada pelas cheias na Nigéria desespera por ajuda.
Angola: Inicia julgamento de generais próximos do ex-PR JES, mas as expetativas não são boas. Moçambique: Fraude eleitoral dentro do PODEMOS faz candidato recorrer à justiça. Tabela Salarial Única (TSU) volta para cima da mesa com promessas de revisão. Antiga chefe da diplomacia alemã eleita presidente da Assembleia-Geral da ONU.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (02/06/2025): Um dia antes de nova rodada de negociações de cessar-fogo, marcada para hoje na Turquia, a Ucrânia lançou um ataque de grandes proporções dentro da Rússia. Pelo menos 41 aviões militares foram atingidos – os prejuízos foram estimados em US$ 7 bilhões (cerca de R$ 40 bilhões). Trata-se da maior operação em território russo desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. A ação, segundo um militar ucraniano, levou mais de um ano e meio para ser executada e teria sido supervisionada pessoalmente pelo presidente Volodmir Zelenski. Ao mesmo tempo, os russos atacaram uma base de treinamento militar ucraniana, deixando 12 soldados mortos e outros 60 feridos. Antes, a Rússia deflagrou o que Kiev chamou de “maior operação aérea noturna” desde o início do conflito, com o uso de 472 drones e sete mísseis. E mais: Economia: Marcas chinesas de eletrônicos aceleram investimentos no País Política: Lula critica Trump por ameaça contra Moraes e quer blindagem para o STF Internacional: Ataque israelense perto de ponto de ajuda humanitária mata 31 Metrópole: Projeto capacita agentes para identificar sinais de cooptação de meninos e meninas no RS Caderno 2: Concessão da Estrada de Ferro Campos do Jordão à iniciativa privada está em consulta públicaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump anunciou ontem negociações entre Rússia e Ucrânia. Mais um ex-funcionário de um consulado moçambicano no Brasil foi detido. Jovens moçambicanos denunciam burla no ingresso ao Serviço Militar Obrigatório.
Em Moçambique, assinalam-se amanhã 100 dias de governação de Daniel Chapo, marcados por greves, promessas adiadas e dívidas por pagar. Novo relatório da Amnistia Internacional denuncia que Moçambique e Angola tiveram graves violações dos direitos humanos em 2024. Analisamos os 100 dias de Donald Trump na líderança da Casa Branca.
Em Moçambique: Alcina Nhaume teve o rosto desfigurado por uma bala supostamente disparada por um agente UIR. Estudantes angolanos saem, amanhã, às ruas de Luanda para marchar contra a falta de condições nas escolas. Governo congolês e o M23 chegam a um acordo de cessar-fogo.
Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, reuniu-se com Venâncio Mondlane para discutir soluções para o país. Suspensão da Voz da América (VOA) deixa vazio na informação em Angola, diz jornalista. Estados Unidos e Rússia retomam negociações sobre guerra na Ucrânia. E não perca ainda mais um episódio da radionovela Learning by Ear – Aprender de Ouvido.
Vladimir Putin aceita trégua de 30 dias contra infraestruturas energéticas na Ucrânia. M23 gazeta primeiro encontro para negociações diretas com a República Democrática do Congo sob mediação de Angola. Como estão os processos contra Manuel Vicente e Isabel dos Santos?
Ucrânia aceita proposta de cessar-fogo com a Rússia apresentada pelos EUA. Venâncio Mondlane submete uma queixa-crime contra Daniel Chapo. Uma pessoa morreu e várias ficaram feridas durante a passagem do ciclone Jude em Nampula, Moçambique.
Kiev aceita cessar-fogo de 30 dias proposto por Estados Unidos. Justiça moçambicana impõe termo de identidade e residência a Venâncio Mondlane. Ciclone Jude aumenta risco de doenças em Moçambique, alerta UNICEF. Sociedade angolana e família de menina atingida mortalmente por bala perdida exigem explicações.