Capital of Morocco
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This week, we're diving into a story that wasn't on anyone's bingo card: 50,000 people breaching one of the most fortified borders in the world in a single weekend. We're talking about "demographic warfare," the new reality where migration is weaponised to pull the strings of global politics. From the lanyard class in Brussels to the average dude on the street, the gap over immigration is turning into a chasm, and the European Union is starting to fray at the seams. We look at the geopolitical axis between Washington, Tel Aviv, and Rabat, and ask the big question: can the European project survive when its borders become the ultimate battlefield? To understand the economy, you have to understand human nature. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
A Ceuta, le plus fort de la crise migratoire est passé. Après l'arrivée de 60 000 migrants dans l'enclave espagnole, la quasi-totalité d'entre eux est reparti vers le Maroc. Selon Madrid, au moins 72 personnes sont mortes en tentant de rejoindre Ceuta, tandis que Rabat en compte 11 morts. Qu'est-ce qui a poussé autant de personnes à rejoindre le territoire espagnol en si peu de temps ? Pourquoi le Premier ministre espagnol Pedro Sánchez a-t-il condamné le comportement « impardonnable » de certains dirigeants européens ? Avec Camille Le Coz, chercheure au centre de réflexion Migration Policy Institute Europe à Bruxelles.
Nach dem Ansturm auf Ceuta sucht die EU eine gemeinsame Linie: Ab heute beraten die Botschafter, am Dienstag die Innenminister – mit Folgen für das Verhältnis zu Rabat und Washington.
Marruecos ha roto tres días de silencio justificando que sus fronteras se vieron desbordadas e iniciando investigaciones judiciales tras cifrar en 40.000 las entradas a Ceuta (frente a las 50.000 que calcula España), una versión oficial que Madrid recibe con cautela mientras exige a Rabat una implicación total permanente. Mientras tanto, el impacto internacional de lo sucedido en la frontera norteafricana ha provocado una inmediata cascada de reacciones en la Unión Europea, donde la primera ministra italiana, Giorgia Meloni, ha liderado la respuesta suspendiendo el acuerdo Schengen con España de manera fulminante. Finalmente, un bloque de 22 países europeos ha arropado la decisión de Roma, criticando con dureza la política migratoria del Gobierno de Pedro Sánchez y exigiendo una reunión de urgencia para blindar de forma conjunta las fronteras exteriores de la Unión.
Cuatro días después de los intentos masivos de entrada a nado, Ceuta ha pasado su primera noche blindada por una nueva barrera neumática flotante en el espigón, mientras 3.000 agentes de seguridad patrullan el centro para devolver la normalidad a una ciudad que ya reabre sus comercios. En el plano político, el portavoz de Interior marroquí ha atribuido las entradas a factores espontáneos como bulos, redes de trata o la mala interpretación de sentencias judiciales, reivindicando a Rabat como un socio fiable. Sin embargo, la realidad a pie de valla muestra que, pese al regreso de 48.000 personas a Marruecos, las repatriaciones son cada vez menos voluntarias debido a la resistencia de muchos migrantes. Estos se agolpan en los alrededores del CETI esperando una plaza para pedir asilo, alegando que huyen del hambre y de la guerra en sus países de origen.
La crisis fronteriza de Ceuta deja una ciudad en shock y graves incógnitas sin respuesta sobre el control migratorio de Marruecos, cuyo Gobierno justifica la entrada masiva atribuyéndola a bulos en redes y mafias. Sin embargo, Rabat evita aclarar por qué no impidió el colapso a pesar de reivindicarse como socio fiable, alimentando las dudas sobre la seguridad en la valla. Ante esta falta de explicaciones, la oposición no ha tardado en reaccionar con dureza a ambos lados de la frontera. En clave nacional, la derecha española en bloque ha utilizado políticamente este asalto masivo como su principal argumento de presión en el debate público. De este modo, el colapso del Tarajal se convierte en el arma perfecta para cargar con fuerza contra la política migratoria y la posición internacional del Gobierno de Pedro Sánchez.
Cuatro días después de los intentos masivos de entrada a nado, Ceuta ha pasado su primera noche blindada por una nueva barrera neumática flotante en el espigón, mientras 3.000 agentes de seguridad patrullan el centro para devolver la normalidad a una ciudad que ya reabre sus comercios. En el plano político, el portavoz de Interior marroquí ha atribuido las entradas a factores espontáneos como bulos, redes de trata o la mala interpretación de sentencias judiciales, reivindicando a Rabat como un socio fiable. Sin embargo, la realidad a pie de valla muestra que, pese al regreso de 48.000 personas a Marruecos, las repatriaciones son cada vez menos voluntarias debido a la resistencia de muchos migrantes. Estos se agolpan en los alrededores del CETI esperando una plaza para pedir asilo, alegando que huyen del hambre y de la guerra en sus países de origen.
Cette petite enclave espagnole en Afrique du Nord est devenue l'un des points les plus sensibles des routes migratoires vers l'Europe. Afflux de migrants, tensions entre Madrid et Rabat, campagnes de désinformation… Derrière les images se joue un véritable bras de fer géopolitique. ➡️ Pourquoi Ceuta est-elle devenue un enjeu stratégique ?➡️ Quel rôle joue le Maroc ?➡️ L'Europe est-elle prête à faire face à cette nouvelle pression migratoire ? Sylvain Kahn, spécialiste de l'Union européenne et professeur agrégé à Sciences Po, apporte son analyse. À retrouver dans cette édition de KAN en français.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A chegada de milhares de pessoas ao enclave espanhol de Ceuta, vindas de Marrocos, criou uma onda de contestação contra as autoridades espanholas vindas de outros países europeus. No entanto, para Raúl M. Braga Pires, este fenómeno trata-se de um "assunto exclusivamente marroquino", motivado pela difícil sucessão de Mohammed VI. Ceuta, enclave espanhol em África, recebeu na semana passada, apenas em dois dias, mais de 50 mil pessoas em busca de uma entrada assegurada na Europa. Algumas pessoas vieram a pé, outras a nado, resultando em mais de 70 mortos, segundo dados de Madrid, enquanto Rabat apenas admite 11 vítimas mortais. Questionados sobre os motivos desta rápida mobilização, os jovens que acorreram a Ceuta vindos de Marrocos, disseram que tinham visto nas redes sociais que a Espanha estava a acolher todos os imigrantes. Entretanto, milhares de pessoas que chegaram a este enclave, que conta com uma população residente espanhola de cerca de 80 mil pessoas, já partiram, com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, a assegurar que todos serão reencaminhados para Marrocos. Este afluxo repentino fez tremer as bases da política migratória europeia, sendo que Itália, assim como a Dinamarca e a Finlândia pediram a suspensão da Espanha do Espaço Schengen, que permite a livre circulação na Europa. Uma reacção motivada por movimentos de extrema-direita em toda a Europa, já que o estatuto de Ceuta, faz com que este enclave não esteja no Espaço Schengen. Para Raúl M. Braga Pires, especialista do Norte de África e Professor no Instituto Piaget de Almada, que no passado leccionou em Marrocos, este afluxo de jovens marroquinos está ligado à sucessão de Mohammed VI e trata-se de um assunto interno de Marrocos. "Há uma conjugação de factores que desaguaram todos no dia 30 de Julho, que é o dia da Festa do Trono. À imagem do 10 de Junho em Portugal, é sempre escolhida uma cidade diferente cada ano para a celebração. E na verdade este ano foi escolhida a cidade de Mdik-Fnideq [a cidade marroquina mais próxima de Ceuta] e no dia 30 estava toda a gente [todas as autoridades marroquinas] a 30 quilómetros dos acontecimentos, a celebrar 27 anos do reinado de Mohammed VI. Quantos mais anos é que este rei festejará a festa do seu trono? E, portanto, isto levanta aqui a questão da sucessão, o que começa a levantar também mais do que um candidato ou mais do que uma preferência. Portanto, há tendências e isto é um assunto exclusivamente marroquino", explicou o académico. Esta migração em massa aconteceu também no mesmo mês em que o Tribunal Supremo espanhol anunciou que interpretou a disposição da Lei de Estrangeiros sobre a rejeição de imigrantes ilegais na fronteira como aplicável apenas quando o migrante transpõe "elementos de contenção" física, como saltar uma vedação e não para quem chega a nado. Esta notícia terá sido propagada nas redes sociais e repassada pelas organizações de tráfico humano a quem espera uma oportunidade de vir para a Europa. Já o argumento que este movimento teria sido motivado por um mal-estar da administração marroquina face à apróximação entre a Espanha e a Algéria não chega para explicar este fenómeno, segundo Raúl M. Braga Pires. "Relativamente à Argélia, evidentemente que incomoda Marrocos de uma certa maneira esta aproximação. Embora eles saibam que uma aproximação à Argélia não invalida a aproximação a Marrocos. Aliás, o menos interessante disto tudo é que Marrocos nunca teve um governo tão favorável em Espanha como o de agora. E, portanto, os marroquinos não se vão boicotar a eles próprios", detalhou o investigador. As imagens de milhares de pessoas a a chegarem a Ceuta têm sido reproduzidas pelos meios de comunicação e nas redes sociais, servindo de argumento a países como a Itália, governada actualmente por um executivo de extrema-direita, para afastar a Espanha do Espaço Schengen. Também os partidos de extrema-direita vieram criticar a actuação de Pedro Sanchez e o facto de Espanha estar a receber nos últimos anos uma onda de migrantes vindos tanto de África como da América do Sul. A União Europeia vai realizar uma reunião de emergência na terça-feira para discutir esta crise migratória em Ceuta. Vinte e dois Estados-membros escreveram uma carta conjunta apelando a uma acção coordenada e ao reforço das fronteiras externas da União Europeia após este episódio. Apesar da maioria dos migrantes que chegaram a Ceuta já terem partido, e de dezenas de mortes terem sido registadas pelas autoridades espanholas, Raúl M. Braga Pires avisa que a extrema-direita europeia - tendo até ecos nos movimentos conservadores norte-americanos - "tem imagens para dar e vender" sobre os perigos da imigração de massa. "Há aqui uma questão fundamental que é nós vivemos neste momento, no momento da imagem, não é? Portanto, havendo estas imagens, até o Trump vem argumentar relativamente às imagens e ao que vai acontecer aos Estados Unidos se não construírem muros, se não tomarem as medidas que querem tomar e que andam a adiar. Obviamente que sim. Isto é, agora a extrema direita tem imagens para dar, vender e fazer propaganda através delas. Isso é truncar os assuntos. Quer dizer, desde a pandemia o jogo mudou. Desde uqe temos estas novas tecnologias. A extrema direita tem, agora tem as imagens e isso basta. É fundamental. Basta ter uma imagem para para depois se extrapolar o que se tem", concluiu o professor universitário.
Miles de personas han atravesado la frontera desde Marruecos y Ceuta ha quedado completamente desbordada, obligando al Gobierno a movilizar al Ejército. Pero ¿estamos realmente ante una simple crisis migratoria o ante una operación de presión geopolítica mucho más grande? En este directo analizaremos qué papel podría estar jugando Marruecos, qué sabía el Gobierno de España, por qué se ha permitido alcanzar este punto y si detrás del tablero pueden cruzarse los intereses de Estados Unidos, Israel, el Sáhara Occidental y las relaciones estratégicas de Pedro Sánchez con Rabat. No afirmaremos conspiraciones sin pruebas, pero tampoco aceptaremos el cuento infantil de que miles de personas aparecieron simultáneamente en la frontera por generación espontánea. Seguiremos el dinero, los acuerdos, los silencios y los beneficiarios para intentar responder a la única pregunta que importa: ¿quién gana con el caos en Ceuta?✅SIN CENSURA en SUBSTACK: https://substack.com/@magnatesladrillo✅¿Necesitas un PSI (Personal Shopper Inmobiliario) para acompañarte a invertir en bienes raíces en la Com.Madrid?: magnatesladrillo@gmail.com✅Si vas en serio «La Biblia del Magnate del Ladrillo» está AQUÍ✅
durée : 00:10:23 - Les interviews d'Inter - par : François Geffrier - Ce samedi, Mehdi Alioua, sociologue, professeur associé à l'université internationale de Rabat, titulaire de la chaire Migrations, mobilités et cosmopolitisme, est l'invité de François Geffrier. - invités : Mehdi Alioua Professeur Associé en Sociologie, directeur pédagogique de Sciences Po Rabat, titulaire de la Chaire Migrations, Mobilités, Cosmopolitisme, rédacteur en chef d'Afrique(s) en Mouvement Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
“You just have to believe that at some point it's going to translate into the actual result you want. These close calls aren't only going to be my defining story.”My guest for today's episode is Vince Ciattei — U.S. 5000m champion. At 31 years old, roughly 24 hours after losing the 1500m final by five hundredths of a second, Vince went back out at Icahn Stadium and won the 5K national title in 13:46.75 — an event he had raced once in the previous five years. It was the first national title of his career, and it came after a run of fourths, thirds, and seconds that have stretched across nearly a decade as a professional.Vince trains with Under Armour Dark Sky Distance in Flagstaff under Stephen Haas. He went to Virginia Tech, where he only became good enough to go pro in his fifth year. He came back from an injury straight away as a pro. He finished fourth at the 2024 Olympic Trials by a quarter of a second and has been on the edge of breaking through internationally for years, and this year it finally started to crack open — a 3:30 personal best in Rabat behind Yared Nuguse, Isaac Nader, and Azeddine Habz, a Diamond League schedule that treated him as a competitor rather than a time-trialer, a 13:13 at Payton Jordan in May, and then a weekend in New York where he went from reading a LetsRun writeup at 4 a.m. declaring he had missed his best shot to standing on top of the podium less than twelve hours later.In this conversation we get into all of it: The sports psychologist who helped him reframe a decade of near-misses as a trajectory rather than a verdict; The 24-hour turnaround between the two finals and what it took to flip the switch — including the middle-of-the-night LetsRun read, the drug testing chat with his mom afterward, and the moment when Kasey Knevelbaard came by with 250 to go and the race turned into a Dark Sky one-two.We also get into what Rabat and Ostrava showed him about where he actually stands internationally, the Diamond League final, the World Ultimate Championships, and the target that's been quietly driving his entire season: the World Road Running Championships mile in September, where he'll wear the Team USA uniform for the first time.____________SUPPORT OUR SPONSORSCORE: The CORE 2 Thermal Sensor takes the guessing out of heat training. It reads your core body temperature in real time - no thermometer, nothing invasive, and you can actually see what's happening inside your body while you train. Take 10% off the CORE 2 with code CITIUS10 at checkout when you visit corebodytemp.com.VELOUS: VELOUS makes recovery footwear designed to help runners bounce back faster between sessions. Their sandals feature Tri-Motion™ Technology: a technical three-density foam system and contoured footbed engineered to cushion impact, support your arches, and help your toes stretch and relax on every step. They keep your feet and legs properly aligned after you put in all of those weekly miles. Run. Recover. Repeat. with VELOUS! Get 20% off your VELOUS order with code CITIUSMAG20 at checkout including FREE Shipping!OLIPOP: Raspberry Sherbet is a limited-edition, nostalgic new flavor that blends tangy raspberry with creamy vanilla. Every can of Olipop contains their Olismart blend, which includes ingredients designed to support digestive health and help feed your gut microbiome. If you haven't had tried Olipop yet, grab a can and see what the hype is all about! Head to DrinkOlipop.com and use code CITIUS25 at checkout to get 25% off your orders.
Cette nouvelle crise migratoire est à la Une de plusieurs titres de la presse marocaine. Hier, jeudi, des milliers de jeunes hommes sont arrivés massivement à Ceuta, petite enclave espagnole du nord du Maroc, théâtre depuis plus de trente ans du passage de dizaines de milliers de migrants marocains mais aussi subsahariens, espérant gagner le continent européen. Le média marocain en ligne, le Desk , décrit ainsi la situation : « Le jeudi 30 juillet, la pression sur Ceuta a changé d'échelle. Dès les premières heures de la matinée, des milliers de personnes ont convergé vers les plages du Tajaral et tenté de rejoindre à la nage l'enclave espagnole. Les vidéos diffusées sur les réseaux sociaux montrent des foules, majoritairement composées de Marocains, contournant les jetées avant de courir sur les plages et les routes de Ceuta. Parmi eux, figurent surtout de jeunes hommes, mais aussi des familles, des femmes et des enfants, certains scandant "Viva España" » Parmi ces migrants, certains n'ont toutefois pas survécu : 18 personnes se sont noyées, selon les autorités espagnoles. Hesspress, autre média en ligne marocain, relate de son côté que les autorités marocaines « ont eu recours à des canons à eau, pour disperser les rassemblements », alors qu'à Tanger, à environ 80 kilomètres de Ceuta, on peut « constater une forte affluence à la station des grands taxis à proximité du tribunal de première instance, où se rassemblent des centaines de jeunes arrivés de différentes régions du Royaume ». Renvoi collectif Les autorités espagnoles semblent dépassées par les événements. « Ceuta submergée par un afflux massif de migrants », annonce le Desk. Le journal en ligne précise que l'enclave espagnole « a réclamé hier l'état d'urgence nationale et le déploiement de l'armée », précisant que « les unités de la garde civile et de la police nationale avaient rapidement été débordées ». Ce n'est toutefois pas une surprise, selon le Desk : « L'épisode du 30 juillet, nous dit-on, constitue l'aboutissement d'une dynamique observée depuis le début de l'année ». Pas question toutefois pour l'Espagne, de rester sans réaction. Madrid a annoncé hier avoir « conclu un accord avec Rabat, pour organiser le renvoi rapide des personnes entrées illégalement à Ceuta ». Hesspress de son côté, parle « d'une procédure de renvoi collectif », qui sera « menée en collaboration avec les autorités marocaines compétentes et concernera l'ensemble des migrants, y compris les mineurs ». Un défi, alors que selon le Desk, « depuis le début de l'année, Ceuta enregistre davantage d'arrivées que les autres routes migratoires vers l'Espagne, y compris les Canaries ». Position inconfortable La presse sénégalaise s'intéresse aux dernières tendances concernant la candidature de l'ancien président sénégalais Macky Sall au poste de secrétaire général de l'ONU. Et elles ne lui sont pas favorables, si l'on en croit les résultats d'un premier vote indicatif formel au Conseil de sécurité de l'ONU, dont Senego se fait l'écho. « Ces résultats, nous dit le journal sénégalais en ligne, placent Macky Sall à la 5ème position dans ce scrutin exploratoire, qui n'a pas de valeur décisionnelle mais permet d'évaluer les rapports de forces diplomatiques avant les prochaines étapes ». L'ancien président sénégalais « a recueilli 6 voix de soutien, alors que la candidate du Costa Rica arrivée en tête, Rebeca Grynspan, en a recueilli dix. » A ce jour, 7 candidats sont en lice pour le poste de secrétaire général de l'ONU. Dakaractu a recueilli la réaction de l'équipe de campagne du candidat Macky Sall, apparemment toujours optimiste, après ce résultat plutôt défavorable. « Elle affirme poursuivre pleinement sa mobilisation autour de la candidature de l'ancien président et rester engagée en vue des prochaines étapes du processus électoral ». Tout n'est pas perdu, semble d'ailleurs penser Seneweb, pour lequel « Macky Sall reste dans la course », et « conserve toutes ses chances ».
En este episodio analizo la crisis de Ceuta, donde treinta mil personas han cruzado la frontera sin control en apenas 24 horas.Y conviene decirlo con claridad: una situación así no admite eufemismos. No estamos ante un simple problema administrativo ni ante una anécdota migratoria. Estamos ante una crisis de soberanía, de seguridad y de autoridad del Estado.Ceuta es España. Es también frontera sur de Europa. Y cuando una ciudad española se ve desbordada por una entrada masiva mientras la Guardia Civil carece de medios suficientes, refuerzos claros e instrucciones contundentes, el problema deja de ser local y se convierte en nacional.También analizo la actitud de Marruecos, que una vez más utiliza la presión migratoria como herramienta diplomática. Rabat sabe perfectamente el valor estratégico de Ceuta y Melilla, y cada crisis fronteriza sirve para medir la firmeza o la debilidad del Gobierno español.El presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, ha pedido medidas urgentes: cierre del paso fronterizo, declaración de emergencia nacional, más efectivos de seguridad y despliegue del Ejército. Pero el Gobierno de Pedro Sánchez ha respondido tarde, mal y refugiándose en tecnicismos legales.Marlaska afirma que la ley de Protección Civil no contempla los flujos migratorios como un riesgo que permita declarar la emergencia nacional. Pero cuando una ley no permite responder a una crisis real, lo que corresponde es asumir responsabilidad política, no abandonar a una ciudad española.Este episodio trata de Ceuta, pero también trata de España. De sus fronteras, de su soberanía, de su relación con Marruecos, del efecto llamada y de una pregunta decisiva: ¿qué ocurre cuando un Estado deja de defender con claridad su propio territorio?Una frontera que no se protege acaba dejando de ser frontera.Y Ceuta no puede quedar sola.
El conflicto se reaviva cada vez que migrantes africanos intentan cruzar de Marruecos a los territorios españoles, o cuando Rabat reinvidica su soberanía sobre estos enclaves.
Über 40.000 Migranten sollen Spaniens Exklave Ceuta erreicht haben. Das Gerücht, man habe schwimmend gute Chancen, nach Europa zu gelangen, halte sich, sagt unser Korrespondent. Ein spanisches Gerichtsurteil löste den Ansturm wohl aus. (Stand 31.07.2026, 12:49 Uhr)**********In dieser Folge mit: Moderation: Anke van de Weyer Gesprächspartner: Stefan Ehlert, ARD-Korrespondent für Nordafrika mit Sitz in Rabat, Marokko**********Ihr könnt uns auch auf diesen Kanälen folgen: TikTok und Instagram .
Cette nouvelle crise migratoire est à la Une de plusieurs titres de la presse marocaine. Hier, jeudi, des milliers de jeunes hommes sont arrivés massivement à Ceuta, petite enclave espagnole du nord du Maroc, théâtre depuis plus de trente ans du passage de dizaines de milliers de migrants marocains mais aussi subsahariens, espérant gagner le continent européen. Le média marocain en ligne, le Desk , décrit ainsi la situation : « Le jeudi 30 juillet, la pression sur Ceuta a changé d'échelle. Dès les premières heures de la matinée, des milliers de personnes ont convergé vers les plages du Tajaral et tenté de rejoindre à la nage l'enclave espagnole. Les vidéos diffusées sur les réseaux sociaux montrent des foules, majoritairement composées de Marocains, contournant les jetées avant de courir sur les plages et les routes de Ceuta. Parmi eux, figurent surtout de jeunes hommes, mais aussi des familles, des femmes et des enfants, certains scandant "Viva España" » Parmi ces migrants, certains n'ont toutefois pas survécu : 18 personnes se sont noyées, selon les autorités espagnoles. Hesspress, autre média en ligne marocain, relate de son côté que les autorités marocaines « ont eu recours à des canons à eau, pour disperser les rassemblements », alors qu'à Tanger, à environ 80 kilomètres de Ceuta, on peut « constater une forte affluence à la station des grands taxis à proximité du tribunal de première instance, où se rassemblent des centaines de jeunes arrivés de différentes régions du Royaume ». Renvoi collectif Les autorités espagnoles semblent dépassées par les événements. « Ceuta submergée par un afflux massif de migrants », annonce le Desk. Le journal en ligne précise que l'enclave espagnole « a réclamé hier l'état d'urgence nationale et le déploiement de l'armée », précisant que « les unités de la garde civile et de la police nationale avaient rapidement été débordées ». Ce n'est toutefois pas une surprise, selon le Desk : « L'épisode du 30 juillet, nous dit-on, constitue l'aboutissement d'une dynamique observée depuis le début de l'année ». Pas question toutefois pour l'Espagne, de rester sans réaction. Madrid a annoncé hier avoir « conclu un accord avec Rabat, pour organiser le renvoi rapide des personnes entrées illégalement à Ceuta ». Hesspress de son côté, parle « d'une procédure de renvoi collectif », qui sera « menée en collaboration avec les autorités marocaines compétentes et concernera l'ensemble des migrants, y compris les mineurs ». Un défi, alors que selon le Desk, « depuis le début de l'année, Ceuta enregistre davantage d'arrivées que les autres routes migratoires vers l'Espagne, y compris les Canaries ». Position inconfortable La presse sénégalaise s'intéresse aux dernières tendances concernant la candidature de l'ancien président sénégalais Macky Sall au poste de secrétaire général de l'ONU. Et elles ne lui sont pas favorables, si l'on en croit les résultats d'un premier vote indicatif formel au Conseil de sécurité de l'ONU, dont Senego se fait l'écho. « Ces résultats, nous dit le journal sénégalais en ligne, placent Macky Sall à la 5ème position dans ce scrutin exploratoire, qui n'a pas de valeur décisionnelle mais permet d'évaluer les rapports de forces diplomatiques avant les prochaines étapes ». L'ancien président sénégalais « a recueilli 6 voix de soutien, alors que la candidate du Costa Rica arrivée en tête, Rebeca Grynspan, en a recueilli dix. » A ce jour, 7 candidats sont en lice pour le poste de secrétaire général de l'ONU. Dakaractu a recueilli la réaction de l'équipe de campagne du candidat Macky Sall, apparemment toujours optimiste, après ce résultat plutôt défavorable. « Elle affirme poursuivre pleinement sa mobilisation autour de la candidature de l'ancien président et rester engagée en vue des prochaines étapes du processus électoral ». Tout n'est pas perdu, semble d'ailleurs penser Seneweb, pour lequel « Macky Sall reste dans la course », et « conserve toutes ses chances ».
Crise migratoire sans précédent où quelque 50 000 migrants ont traversé ces derniers jours la frontière entre le Maroc et Ceuta, l'enclave espagnole située sur le continent africain, soit l'équivalent de « 70 % de la population locale », selon le président du gouvernement local de Ceuta, Juan Vivas. Plus de 37 500 migrants sont déjà rentrés au Maroc, a annoncé vendredi après-midi 31 juillet le gouvernement espagnol. Le Premier ministre espagnol Pedro Sánchez s'est rendu sur place et a dénoncé « une attaque, une violation de l'intégrité territoriale de l'Espagne ». Plusieurs pays de l'Union européenne, l'Italie en tête, réclament l'exclusion de l'Espagne de l'espace Schengen. Entretien avec Marie-Laure Basilien-Gainche, professeure de droit public à l'université Jean-Moulin-Lyon-III, membre senior de l'Institut universitaire de France et de l'Institut Convergences Migrations. RFI : Comment ont réagi les autorités marocaines face à l'afflux de personnes qui prenaient la direction de la frontière espagnole ? Marie-Laure Basilien-Gainche : Dans un premier temps, les autorités marocaines se sont révélées très timides, très prudentes, n'ont manifesté ni de soutien, ni d'opposition. Et, depuis ce matin, elles ont réitéré leur volonté de collaborer avec les autorités de police espagnoles pour empêcher ces flux de migrants depuis le Maroc vers l'enclave de Ceuta. Comment analysez-vous cette réaction et ce changement dans la stratégie, dans la réaction des autorités marocaines ? Je ne m'explique pas le changement de position du Maroc. Je ne m'explique pas le silence initial. Je pense que c'est d'abord une position qui doit être établie par le roi et par le Conseil de direction, et ensuite il s'agit de relations diplomatiques entre le Maroc et l'Espagne qui sont ensuite révélées. C'est donc le temps de la mise en place des décisions et de la mise en place des décisions communes. À lire aussiEspagne: au moins 34 personnes meurent en tentant de rejoindre Ceuta, l'armée mobilisée face à l'afflux de migrants Les deux parties ont communiqué, ont assuré dans un premier temps travailler en coordination pour assurer le rapatriement dès que possible de toutes les personnes entrées illégalement à Ceuta ces derniers jours. On a appris il y a quelques minutes que 25 000 migrants sont repartis au Maroc. C'est le signe que cette coordination, elle marche pour le moment. Le fait que ces dizaines de milliers, essentiellement marocains, qui sont allés depuis le territoire marocain vers le territoire espagnol via la mer, soient maintenant rapatriés vers le Maroc, me paraissait évident vu les circonstances. Et c'est d'ailleurs une politique qui est menée par l'Espagne depuis très longtemps avec les « rechazos en la frontera », les rejets à la frontière qui sont très fréquents pour ce qui est des frontières terrestres. Pour ce qui était des frontières maritimes, il n'y avait pas de dispositif législatif permettant de les opérer pour les autorités espagnoles, mais la collaboration avec les autorités marocaines permet de réaliser le même effet, c'est-à-dire le renvoi des Marocains vers le territoire marocain le plus rapidement possible. Par le passé, Rabat a déjà utilisé la pression migratoire pour faire plier l'Espagne sur certains dossiers, comme en 2021, notamment. Est-ce que vous pensez que cette fois-ci, cela peut aussi être le cas ? On peut émettre des hypothèses. Bien sûr, on n'a aucune confirmation. Les relations qu'a pu avoir l'Espagne avec le Front Polisario, le rapprochement de l'Espagne avec l'Algérie sur la question du Sahara occidental, tous ces éléments pourraient indiquer un certain refroidissement des relations entre le Maroc et l'Espagne, qui pourrait expliquer peut-être le fait que les autorités marocaines ne se sont pas opposées au départ des migrants vers le territoire espagnol. Mais là, il s'agit uniquement d'hypothèses et de supputations. À lire aussiÀ Ceuta, un afflux de migrants sans précédent provoque l'affolement et un début de crise diplomatique On attendra, on a bien compris les réactions, notamment du côté marocain. Il y a aussi eu beaucoup de déclarations de la part des pays européens membres de l'Union européenne depuis hier. Est-ce qu'on peut dégager certaines tendances dans les réactions des pays de l'UE ? Les réactions, en fait, sont essentiellement celles de dirigeants de droite et d'extrême droite. Je pense en particulier à Giorgia Meloni qui veut se positionner comme chef de file de la droite et de l'extrême droite européenne et qui prend prétexte de tout élément, surtout migratoire, pour s'afficher comme celle qui soutient une politique migratoire et d'asile européenne la plus restrictive possible. Elle a donc affirmé que l'Espagne devait être suspendue de l'espace Schengen. On a de quoi être surpris puisque dans le régime de Schengen, il n'y a pas de dispositif de suspension d'un État membre. Il y a des mesures qui peuvent être prises, par exemple, lorsque la Commission fait une évaluation du mécanisme de Schengen. Elle peut relever, comme elle l'avait fait en Grèce en 2016, qu'il y a des négligences graves, et elle peut appeler les autorités à modifier leur mode de fonctionnement et les mesures qu'elles prennent pour qu'il y ait un contrôle des frontières extérieures qui soit plus solide et qui soit plus rigoureux. Mais je rappelle qu'en 2016, c'était la venue de 1 million de personnes qui était concernée. L'autre mesure qui est envisageable, c'est pour les États autres de l'Union européenne de restaurer les contrôles aux frontières intérieures. Pour rappel, beaucoup d'États membres ont restauré ces contrôles depuis 2015. Ils les ont renouvelés depuis lors. Donc, finalement, on a un espace de libre circulation qui n'en est pas un pour les ressortissants européens du fait de ces restaurations, des contrôles aux frontières intérieures. Donc, l'appel de Meloni est plus une manière symbolique de se positionner autour du fantasme migratoire et d'essayer d'affermir sa position de chef de file de la droite et de l'extrême droite au niveau européen. Est-ce que toutes ces réactions européennes, il y en a de nombreuses, signifient que ces pays européens ont peur de certaines répercussions quand même au vu de cette vague migratoire ? D'abord, ce n'est pas une vague. Ensuite, quelques dizaines de milliers de personnes, 60 000 personnes, qui sont toujours sur le territoire africain, qui ne sont pas du tout sur le territoire européen, et qui vont être rapatriées vers le Maroc. Ça n'aura aucune incidence sur l'Italie ou la Finlande. Donc, je ne vois pas pourquoi il y a cette émotion, si ce n'est qu'il y a la volonté de faire croire que le mythe du grand remplacement existe, alors que scientifiquement, il est prouvé qu'il n'existe pas. À lire aussiCeuta: face à la pression des Européens, Sanchez dénonce une «violation de l'intégrité territoriale» espagnole
WAFCON 2022 Champions, Banyana Banyana of South Africa lost to Tanzania. Holders and ten-time winners, Nigeria followed up by being humbled by debutants Malawi to crown a quite interesting first round of matches at the 2026 WAFCON. Mary Eshun, Ikechukwu Okeke and Adedapo Adesanya join Amara Obah to review those matches and the shocks at Africa's premier women football competition taking place in the Morocco cities of Rabat and Casablanca.
La Cédéao a apporté son soutien au gazoduc Nigeria-Maroc, un projet long de 7 000 kilomètres lancé il y a près de dix ans. Destiné à alimenter 13 pays d'Afrique de l'Ouest en gaz avant d'approvisionner le Maroc et l'Europe, il doit entrer en service à partir de 2031. Reste un défi majeur : réunir les 25 milliards de dollars nécessaires à sa construction. L'une des principales ambitions du gazoduc est de renforcer l'accès à l'énergie en Afrique de l'Ouest. La moitié des volumes transportés, soit environ 15 milliards de m3 de gaz par an, sera destinée aux 13 pays situés sur le tracé. L'autre moitié alimentera le Maroc, avant d'être exportée vers le marché européen. Pour Amina Benkhadra, directrice générale de l'Office national des hydrocarbures et des mines (ONHYM) du Maroc, cette double vocation est au cœur du projet. « Il longera 13 pays sur la côte africaine, depuis le Nigeria jusqu'au Maroc et sera connecté à l'Europe, à l'Espagne à travers le gazoduc Maghreb-Europe, qui est déjà en production aujourd'hui », explique-t-elle. Une infrastructure pensée d'abord pour les besoins africains Au-delà de l'exportation, les promoteurs présentent le gazoduc comme un levier de développement pour les économies de la région. L'objectif est d'offrir une énergie plus stable aux ménages mais aussi aux secteurs industriels, notamment les activités minières, particulièrement consommatrices d'électricité. Pour Amina Benkhadra, cette disponibilité énergétique est un préalable à la croissance : « Beaucoup de pays sur le tracé ont besoin d'une énergie durable pour pouvoir assurer leur développement économique et social. Il y a plusieurs industries énergivores. Parlons par exemple des industries minières, qui ont besoin d'une énergie stable et durable comme le gaz. Et donc, c'est d'abord une énergie qui va être mise à leur disposition pour assurer le développement et la croissance dans leur pays. » Le soutien affiché par les 13 États concernés s'explique aussi par leurs intérêts économiques. Les futurs producteurs de gaz, comme le Sénégal ou la Mauritanie, pourraient utiliser cette infrastructure pour exporter une partie de leur production. Pour Francis Perrin, directeur de recherche à l'IRIS à Paris et chercheur associé au Policy Center for the New South à Rabat, l'accord politique de la Cédéao constitue une étape importante, sans pour autant garantir le succès du projet : « Quand l'idée de ce projet a été lancée par le Maroc et le Nigeria, qui sont les deux promoteurs principaux en 2016, ça pouvait apparaître comme un très beau rêve. La décision importante de la Cédéao ne veut pas dire que c'est gagné. Mais le projet a quand même avancé. Chacun des pays sur ce tracé a intérêt à ce que ce projet marche. C'est une base, ça permet d'avancer. Ce n'est pas une garantie absolue de succès, bien sûr. » Le défi du financement Le principal obstacle reste désormais financier. Construire près de 7 000 kilomètres de gazoduc représente un investissement estimé à 25 milliards de dollars. Selon Francis Perrin, le financement devrait associer des institutions internationales, des banques de développement, des agences de crédit à l'exportation et des investisseurs privés. La viabilité économique du projet dépendra avant tout de l'existence d'un marché capable d'absorber le gaz transporté. « Il pourrait y avoir des institutions financières internationales type Banque mondiale qui a déjà commencé à être contacté par le Maroc et le Nigeria, des banques de développement. On peut penser évidemment à la Banque africaine de développement et aux banques européennes. Il y aura aussi des agences de crédit à l'exportation. Des contacts ont commencé avec la US Export Import Bank et évidemment, dernier point, des financeurs privés, c'est vraiment ce couple "marché-financement" qui fonctionne. Il n'y a pas de financement sans marché, et il n'y a pas de marché sans financement. » À ses débuts, le projet avait même suscité l'intérêt du géant russe Gazprom, avant que la guerre en Ukraine ne rebatte les cartes géopolitiques. Les opérateurs nigérians et marocains visent désormais un lancement des travaux d'ici deux ans et les premières livraisons de gaz à partir de 2031. À lire aussiProjet de gazoduc Nigeria-Maroc: «L'accord de la Cédéao marque une étape majeure»
ITP - 154 Dr. Robin Heslip joins us to share nearly 50 years of experience in international education, from her early teaching days in Wisconsin to leadership roles in Kinshasa, Rabat, Kuala Lumpur, Buenos Aires, Zagreb, Abu Dhabi, and the Office of Overseas Schools. In this episode, Dr. Heslip reflects on international school leadership, accreditation, recruiting fairs, governance, mentorship, women in educational leadership, and what it really means to find the right fit overseas. Her journey is a masterclass in teaching abroad, leading international schools, building school communities, and paying forward the wisdom that keeps international education moving.Accreditation Associations MentionedMiddle States Association — MSA https://msa-cess.orgWestern Association of Schools and Colleges — WASC https://www.acswasc.orgCognia — formerly connected with the Southern Association of Colleges and Schools — SACS / Cognia https://www.cognia.orgNew England Association of Schools and Colleges — NEASC https://www.neasc.orgUniversity of Northern Iowa Overseas Teaching Services — UNI https://teachoverseas.uni.eduInternational Schools Services — ISS https://www.iss.eduSearch Associates — Search https://www.searchassociates.comRecruiting Agencies / Job Search Organizations MentionedUniversity of Northern Iowa Overseas Teaching Services — UNI https://teachoverseas.uni.eduInternational Schools Services — ISS https://www.iss.eduSearch Associates — Search https://www.searchassociates.com-more information-The International Teacher Podcast is a bi-weekly discussion with experts in international education. New Teachers, burned out local teachers, local School Leaders, International school Leadership, current Overseas Teachers, and everyone interested in international schools can benefit from hearing stories and advice about living and teaching overseas.Additional Gems Related to Our Show:Greg's Favorite Video From Living Overseas - https://www.youtube.com/watch?v=UQWKBwzF-hwSignup to be our guest https://calendly.com/itpexpat/itp-interview?month=2025-01Our Website - https://www.itpexpat.com/Our FaceBook Group - https://www.facebook.com/groups/itpexpatJPMint Consulting Website - https://www.jpmintconsulting.com/Hannah's Personal IG - https://www.instagram.com/thatexpatfamily?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==Greg's Personal YouTube Channel: https://www.youtube.com/playlist?list=PLs1B3Wc0wm6DR_99OS5SyzvuzENc-bBdOBooks (on Amazon) By Gregory Lemoine:Stay for the Show (2026) | Greg's first Childrens Picture BookInternational Teacher Guide: Finding the "Right Fit" 2nd Edition (2025) | by Gregory Lemoine M.Ed."International Teaching: The Best-kept Secret in Education" | by Gregory Lemoine M.Ed.Apps by Greg:https://apps.apple.com/app/6755244840 1. Who's That? Name & Face Trainer Nov 21, 2025https://apps.apple.com/app/6756509803 2. Facetag | Memory Trainer Dec 16, 2025
Dans la région de Rabat au Maroc, l'université Mohammed VI Polytechnique s'est dotée depuis 2021 d'un pôle de recherche sur l'intelligence artificielle qui participe à l'effervescence en Afrique autour de cette révolution technologique. De notre envoyé spécial de retour de Rabat, C'est en voiturette de golf que l'on transporte les visiteurs sur le campus. Au loin apparaît un bâtiment rectangulaire surmonté d'un dôme. Cette architecture de temple futuriste abrite le centre international d'intelligence artificielle du Maroc, Ai Movement. Btissam El Khamlichi est la directrice générale d'Ai Movement : « En fait, ici, on a des espaces, je dirais, d'apprentissage. D'apprentissage et de conférences aussi. On a deux amphis. » Ai Movement se veut comme un hub régional capable de développer des technologies pour le royaume, mais aussi le continent dans son ensemble. « Ce qui va nous permettre, sur le continent africain, d'adopter l'IA, de la développer en local, pour développer des technologies qui vont répondre à des problématiques locales, qui ne portent pas vraiment d'intérêt financier global, mais il faudra que ça soit développé en local. » Des recherches tournées vers l'impact social Sept enseignants-chercheurs et 34 doctorants sont rattachés au centre et planchent sur des solutions à des problématiques très diverses : inégalité, villes durables, préservation du patrimoine : « Par exemple, on a une application qui s'appelle TarjWomen. Ça a été développé justement pour des femmes qui ne peuvent pas lire et écrire et où la dame, par exemple, pourra prendre son téléphone, scanner un document et elle va avoir une interprétation audible du document. Ce n'est vraiment pas une lecture du document, mais une explication du document, c'est-à-dire que si, par exemple, c'était un ticket de train, lui dire "Madame, vous devez par exemple partir du point A au point B pour pouvoir être à temps". » Si les entreprises sollicitent le centre pour co-développer des solutions en intelligence artificielle, elles sont aussi intéressées par son programme de formation. Reda El Marhouch est doctorant. Il explique comment, à l'aide d'un petit robot, les principes de l'IA peuvent être enseignés de manière très ludique, notamment aux enfants. C'est également l'une des cibles du centre à travers son master junior : « Si vous mettez un obstacle ici, voilà, vous changez de direction. En fait, ici, c'est le cerveau et après on a des capteurs de proximité. On apprend un peu avec les enfants, on leur fait comprendre comment ils peuvent personnaliser leur programme. » Ai Movement a bénéficié en 2023 d'un budget de 3,5 millions d'euros, financé pour un tiers environ par le groupe OCP, le géant marocain des engrais. À écouter aussiCampus de légende : à Yamoussoukro, les étudiants formés à la création d'outils d'IA [4/6]
Pegasus, c'est sans doute le plus grand scandale d'espionnage de ces dernières années. Grâce aux nouvelles révélations de Forbidden Stories, on découvre comment le Maroc aurait utilisé ce logiciel espion israélien pour surveiller journalistes, opposants politiques… mais aussi plusieurs ministres français et Emmanuel Macron. Un ancien agent des renseignements marocains raconte de l'intérieur le fonctionnement de cette surveillance de masse, pendant que des documents confidentiels de la DGSE viennent fragiliser les dénégations de Rabat. Pourtant, loin de provoquer une crise diplomatique, l'affaire coïncide avec un spectaculaire rapprochement entre Paris et Rabat. Pourquoi ce silence ? Pourquoi la France a-t-elle même envisagé d'acheter Pegasus ? Et que dit cette technologie de nos démocraties ? Derrière l'espionnage, c'est une question beaucoup plus vaste qui se pose : que reste-t-il de nos libertés lorsque notre téléphone peut devenir un agent infiltré dans notre propre vie ?.
La France et le Maroc ont donné, jeudi 16 juillet 2026 à Rabat, une nouvelle traduction concrète au rapprochement engagé depuis la visite d'Emmanuel Macron en octobre 2024. Réunis autour d'Aziz Akhannouch et de Sébastien Lecornu pour la quinzième Réunion de haut niveau, les deux gouvernements ont signé quatorze accords et instruments de coopération.
durée : 00:15:05 - Les Matins de France Culture - C'est ce que révèle la cellule investigation de Radio France. L'affaire avait éclaté en 2021. Plusieurs personnalités politiques, dont Emmanuel Macron, en ont été victimes. - équipe : La Rédaction de France Culture, Margot Delpierre Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:15:05 - Journal de 8 h - C'est ce que révèle la cellule investigation de Radio France. L'affaire avait éclaté en 2021. Plusieurs personnalités politiques, dont Emmanuel Macron, en ont été victimes. - équipe : La Rédaction de France Culture, Margot Delpierre Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Le Premier ministre Sébastien Lecornu est au Maroc depuis mercredi 15 juillet, conduisant une importante délégation d'une douzaine de ministres. Alors que plusieurs accords relatifs devraient être signés, la visite coïncide aussi avec une soudaine crispation sur la question des droits humains, Rabat ayant engagé des procédures contre un journaliste et un artiste. Mehdi Alioua, sociologue à l'université internationale de Rabat, titulaire de la chaire Migrations, mobilités et cosmopolitisme, analyse ces rapports Paris-Rabat, notamment en rapport avec le reste de l'Afrique, au micro de Polycarpe Essomba. RFI : Un match France-Maroc semble se jouer de manière subtile depuis quelques années en Afrique subsaharienne : là où la France perd pied ou fait des ajustements, le Maroc s'installe et investit. Le Royaume chérifien est-il devenu l'adversaire que la France n'a pas vu venir sur ces terres qui lui étaient jusqu'ici préférentielles ? Mehdi Alioua : Oui et non. C'est-à-dire que, non, d'abord, parce qu'une grande partie des investissements marocains se font en joint-venture avec des entreprises françaises ou d'un commun accord avec la diplomatie française. Donc, il y a quand même une coopération forte Sud-Sud qui passe aussi par une coopération Nord-Sud à travers les liens d'amitié entre Rabat et Paris. Mais, oui, parce que le Maroc est allé plus loin que ça, avec des investissements à 100 % marocains, mais surtout une diplomatie et une volonté clairement affichée par le chef de l'État, le Roi du Maroc, d'une politique africaine pour l'Afrique. Dans le Sahel, on sait les rapports dégradés entre la France et les États de l'AES, une zone où l'influence du Maroc est grandissante. Rabat peut-il du coup jouer un rôle dans une perspective d'amélioration de ces relations ? Oui, Rabat essaye de tout cœur de jouer un rôle. Après je ne pense pas que la situation soit dégradée au niveau des peuples. C'est plus compliqué que ça. Il y a beaucoup de Franco-Maliens - par exemple, pour prendre le Mali - pour lesquels, je pense par exemple que ça s'est dégradé au niveau politique. Et surtout avec de nouveaux régimes politiques et de nouveaux pouvoirs politiques qui ont joué de manière très populiste, il faut le dire clairement, sur une anti-France, sur un sentiment anti-France. Ce n'est pas du tout que comme ça que fonctionne la diplomatie marocaine. En revanche, il faut bien comprendre que nous avons des relations entre le Maroc et les pays sahéliens qui sont millénaires, qui datent bien avant l'Islam et qui n'ont fait que se renforcer avec l'Islam. Il ne faut pas oublier que nous avons au moins une dynastie célèbre qui donnera le mot français « marabout », al-mourabitoune, qui viennent du Sahel et qui ont régné à partir d'une ville, Aghmat, à côté de Marrakech, sur un empire qui allait de l'Espagne jusqu'en Guinée et au Mali actuel compris. Donc, on a des relations séculaires qui font qu'il y a bien sûr une diplomatie marocaine qui sait réactiver ces relations-là. Nous sommes voisins, nous sommes séparés par une mer de sable, le Sahara, mais dans laquelle nous savons naviguer depuis des siècles. Sur un plan interne, les autorités marocaines ont fait arrêter ces derniers jours de voix, parmi les plus critiques du gouvernement : le journaliste franco-marocain Ali Lmrabet et le rappeur Mehdi Black Wind. Faut-il s'en inquiéter ? Il faut toujours s'inquiéter lorsque des journalistes ou des artistes finissent en prison. Ici, pour les autorités en question, il s'agit de la justice qui mène ses enquêtes de manière, en principe, indépendante. Les personnes interpellées peuvent se défendre. Le journaliste a été libéré, mais il est toujours sous examen. Donc, les gens vont se défendre. Ce n'est pas très clair pour l'autre dossier, mais il y a déjà des associations d'avocats et des défenseurs des droits humains au Maroc qui se mobilisent pour défendre, et la justice présentera en fait les griefs qu'elle leur porte. Le Maroc a fait un bond en avant assez considérable depuis des années sur la question du respect des droits humains et des procédures. Mais, malheureusement, il y a parfois des vieux réflexes. Pensez-vous qu'aujourd'hui Rabat exerce le même attrait ? Pour revenir un peu sur le concept que nous avons évoqué au début de match France-Maroc, est-ce que Rabat exerce aujourd'hui sur les Subsahariens le même attrait, la même attraction, qu'exerçait ou qu'exerce encore jusqu'aujourd'hui Paris ? Non, pas du tout. En revanche, le Maroc attire de plus en plus. C'est une volonté très claire des autorités marocaines de d'attirer plus. On le voit avec la Coupe d'Afrique des nations de football : le Maroc a énormément investi pour faire une CAN formidable, mais on voit à quel point c'est fragile et comme quoi ça peut se retourner rapidement contre le Maroc. D'un côté, la société marocaine, les jeunes ont dit : « Mais pourquoi investir dans les stades autant d'argent alors qu'on a encore des problèmes endémiques de pauvreté ? » Et d'un autre côté, sur le continent, il a suffi d'une finale et d'une mésentente entre Maroc et Sénégal pour retourner une partie de l'opinion africaine contre le Maroc. Il faut dire aussi que ceux qui répètent qu'on a des pelouses comme en Europe, qu'on est les meilleurs d'Afrique, en bien ceux qui disent ça sans humilité sont quand même des personnes portant atteinte à la diplomatie africaine du Maroc. Donc, ça se retourne contre le Maroc. C'est toujours compliqué. Le Maroc attire et en même temps fait peur. Le Maroc n'attirera jamais autant que la France tant qu'il restera un pays à revenu intermédiaire faible. Le jour où le Maroc aura beaucoup plus de richesses et qu'il sera beaucoup plus développé économiquement, de fait, le Maroc attirera autant, si ce n'est plus, que la France. À lire aussiLe Premier ministre français à Rabat pour sceller un nouveau traité bilatéral France–Maroc
durée : 00:15:05 - Les journaux de France Culture - C'est ce que révèle la cellule investigation de Radio France. L'affaire avait éclaté en 2021. Plusieurs personnalités politiques, dont Emmanuel Macron, en ont été victimes. - équipe : La Rédaction de France Culture, Margot Delpierre Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Le Maroc et la France célèbrent leur amitié retrouvée. Le Premier ministre français Sébastien Lecornu est à Rabat avec une importante délégation pour sceller une relation qui s'est renforcée depuis que Paris a reconnu la souveraineté marocaine sur le Sahara occidental.
Har du svært ved at holde holde fri med god samvittighed? Uden at føle, at du burde gøre noget? Så er den her solo- caoching episode skabt fra mit hjerte til dit- for dette emne og skifte er LIFE-CHANGING! Efter den her episode ved du: hvordan du slipper den indre uro, finder mere ro i kroppen, bliver fuldt nærværende med dem, du elsker og bygger din virksomhed fra overskud i stedet for konstant pres. Du lærer, hvorfor din krop har så svært ved at give slip, og du får den enkle coachingproces, der hjælper dig med at omprogrammere mønstrene, så frihed endelig kan føles tryg. For den største succes er ikke bare at bygge en virksomhed, der giver dig frihed. Det er at kunne nyde hele processen og ofte tage ægte fri
Le Premier ministre français, Sébastien Lecornu, arrive ce mercredi 15 juillet à Rabat pour une visite officielle de deux jours. Il s'agit de son premier déplacement à l'étranger depuis sa prise de fonction. Il sera accompagné d'une importante délégation gouvernementale. Une dizaine de ministres sont annoncés. Parmi eux figurent les responsables français des Affaires étrangères, de l'Intérieur, des Armées et de l'Économie. Le dispositif traduit le caractère interministériel de la visite.
Dix terroristes présumés ont été arrêtés lundi 6 juillet au Maroc lors d'une opération d'envergure menée dans tout le pays. Les autorités les soupçonnent d'appartenir à une cellule liée à l'État islamique au Sahel et d'avoir tenté de préparer un projet d'attentat. Des armes, des documents de propagande et du matériel pouvant servir à fabriquer des explosifs ont été saisis lors des perquisitions. Pour en parler, l'auteur du livre Maroc, le défi de la puissance, Abdelmalek Alaoui, qui préside également l'Institut marocain d'intelligence stratégique basé à Rabat, est le grand invité Afrique de RFI, ce mercredi 8 juillet. Il répond aux questions de Guillaume Thibault. RFI : Des interventions dans sept villes du pays, dix arrestations, un laboratoire pour concevoir des bombes découvert : cette cellule, indique les autorités, ne formait pas des terroristes pour partir à l'étranger mais pour frapper le territoire marocain. Abdelmalek Alaoui : La chose qui est certaine, c'est qu'il y a une inversion du centre de gravité tel qu'on le connaissait jusqu'à présent. Jusqu'à présent, il y avait une exportation de jihadistes vers la région du Sahel. Et là nous sommes dans une situation qui est assez inédite et qui marque une transformation de l'État islamique au Sahel, en donnant les instructions à ces unités combattantes de rester dans les pays qui étaient des pays de missions, avec un niveau de sophistication de plus en plus élevé. C'est très vraisemblablement une cellule qui était prête à passer à l'action. Tout le monde a en mémoire les attentats d'ampleur, notamment celui de Marrakech en 2011. L'État islamique cherche-t-il à frapper le royaume marocain car il y a aussi une réelle confrontation idéologique ? Il y a une confrontation qui est une confrontation fondamentale, puisqu'au Maroc, le Roi, qui est commandeur des croyants, promeut un Islam du milieu, de rite malékite. Et donc, depuis les attentats de 2003, le Maroc a toujours joué sur un aspect tridimensionnel : le renseignement, la théologie, mais également le social. Car, évidemment, la pauvreté est souvent le terreau de la radicalisation. Et donc, évidemment, frapper le Maroc, c'est frapper le symbole de l'islam du milieu tel qu'il est porté par le roi Mohammed VI. La Fondation Mohammed VI des oulémas africains forme des centaines d'imams pour tout le continent, ce qui constitue un antidote doctrinal au jihadisme sahélien. Vous évoquiez le niveau de sophistication de la cellule démantelée, composée de trois équipes : la première chargée de valider les cibles, la seconde en charge des achats, la troisième gérait l'assemblage des explosifs, le tout étant coordonné par des cadres de l'État islamique à l'étranger. Peut-on parler d'un fonctionnement militaire ? C'est un fonctionnement typique des organisations terroristes, lorsqu'elles arrivent à maturité et lorsqu'elles ont pu obtenir également du financement. Parce que là, on parle de communications cryptées, on parle de cellules qui sont étanches entre elles. La cellule n'en était plus à un stade d'endoctrinement. C'est une structuration avancée qui montre que le groupe n'en était plus à ce stade-là, mais à celui de la planification tactique. Il y a une sophistication de plus en plus importante de l'État islamique et des différentes cellules avec lesquelles il essaie d'organiser ses projections sur les territoires extérieurs. L'État islamique continue son expansion au Sahel, notamment au Mali, au Burkina Faso et au Niger. Comment les autorités marocaines collaborent avec les juntes militaires qui sont au pouvoir dans ces États ? On en a des marqueurs extérieurs. On le voit, le Maroc se met en position de médiateur, a poursuivi le dialogue avec les différents pays de l'AES lorsque ceux-ci ont voulu rompre la discussion avec Paris. Et donc, le Maroc s'est trouvé en tiers de confiance qui permet de vasculariser une relation tridimensionnelle entre le Maroc, le Sahel et la France, mais aussi d'autres grandes puissances. Le Maroc a cette doctrine basée d'abord sur le fait qu'il faut désenclaver le Sahel. C'est pourquoi il y a une initiative atlantique très importante qui est promue par le Roi Mohammed VI pour permettre au commerce de mieux fonctionner dans ces zones-là. Car, encore une fois, l'insécurité est nourrie par la précarité économique. Le Maroc a également signé des accords de coopération sécuritaire avec Israël, les États-Unis, la France. Cette coopération internationale est-elle également essentielle dans la lutte contre le terrorisme ? Sur la coopération avec les États-Unis, évidemment, elle est très importante. C'est une relation qui est très ancienne. D'ailleurs, l'exercice African Lion se déroule traditionnellement au Maroc chaque année, car il permet de reproduire des théâtres d'opérations dans lesquels il y a à la fois le désert, la montagne et le Maroc offre cette richesse-là. Sur la coopération avec Israël, il n'y a rien de public, d'autant plus que le Maroc est sur une ligne extrêmement ferme sur la solution à deux États [un israélien et l'autre palestinien, NDLR]. Avec la France, enfin, la coopération sécuritaire a bien repris depuis la reprise de la relation et de cette embellie diplomatique qui a eu lieu à l'automne 2024 et la reconnaissance par le président Macron de l'intégrité territoriale du Maroc et donc de la souveraineté marocaine sur le Sahara. Rappelons que le Maroc a toujours joué un rôle très important en matière de renseignement et de coopération avec la France, la localisation du terroriste Abaaoud [Abdelhamid Abaaoud, acteur-clé des attentats de novembre 2015 en France, NDLR] avait été rendue en grande partie possible grâce à un renseignement de la DGST. La DGST marocaine a également formé des officiers au Gabon, en Côte d'Ivoire, en Guinée-Conakry, à Madagascar et en Tanzanie. Vu la pression des groupes terroristes, cette coopération panafricaine doit-elle absolument se renforcer ? Le modèle marocain est basé sur le fait qu'il refuse le tout technologique. L'aspect humain du renseignement reste extrêmement important dans la technicité. Eh oui, effectivement, la coopération y joue un rôle essentiel. Car même si le Maroc a développé des services de renseignements parmi les plus efficaces et les plus respectés au monde, la menace, elle, ne dort jamais. Donc, il est important de pouvoir continuer à discuter avec tous les partenaires et de pouvoir aller au-delà des frontières, lorsque cela est nécessaire.
In this episode, Tolene Van de Merwe laughs about it: she'll join a video call and find her whole Malta team bundled up in coats because it's sixteen degrees and, to them, that's cold! To her, coming from a British winter, it's practically summer. That small moment tells you almost everything about Malta out of season. While much of the Mediterranean pulls down the shutters at the end of October, Malta simply carries on as usual.In this episode, Ged sits down with Tolene of the Malta Tourism Authority, who has spent seven years sharing these islands with travellers across the UK and Ireland, to make the case for Malta as a year-round destination and for the quieter months as the time it shows its best side.They wander Valletta as an open-air, UNESCO-listed museum you can enjoy at your own pace, then cross to Gozo, the slower, greener sister island with its hand-worked salt pans and the hilltop shrine at Ta' Pinu, tiny Comino and its Blue Lagoon sitting in between. Tolene talks temples older than the pyramids at Ħaġar Qim, the cool hush of the catacombs at Rabat, and a food scene with its own Michelin guide, including a local wine you can only drink if you come, because Malta doesn't make enough of it to export.There's the practical steer too: which months to choose, with November her own favourite and October to April the sweet spot, how easy it is to get around by bus, ferry and car, and why nothing sits more than half an hour from the coast. Low season in Malta, as Tolene puts it, isn't off season. It's when the island is at its best.Plan your trip: https://www.visitmalta.comMore low-season Malta and Gozo: https://www.lowseasontraveller.com
Je t'emmène avec moi au Maroc !En juin, j'ai parcouru Casablanca, Rabat, Ben Guerir et Marrakech pour enregistrer sur place quatre interviews exclusives avec celle et ceux qui construisent l'un des écosystèmes tech les plus prometteurs d'Afrique. Un pays qui affiche 5 % de croissance et s'impose comme un hub entre l'Europe, le monde arabe et l'Afrique subsaharienne. Sur place, le numérique y accélère, les grands groupes internationaux investissent et les startups se multiplient. Tu vas découvrir les coulisses de cette transformation avec un fonds, deux entrepreneurs et un serial investisseur qui racontent pourquoi ils parient sur le Royaume
Au Maroc, les femmes représentent la moitié des étudiants à l'université, elles sont même majoritaires dans les filières scientifiques. Et pourtant, seulement 15% des femmes en âge de travailler occupent un emploi - contre 61% des hommes. Au Liban, elles sont à peine plus nombreuses à travailler. En Tunisie, pionnière dans la consécration de l'égalité hommes-femmes avec le Code du statut personnel de 1956, de nombreuses voix réclament d'appliquer les lois en vigueur pour mieux lutter contre les violences faites aux femmes, très courantes dans le pays. Et depuis la dérive autoritaire du régime de Kaïs Saïed en 2021, plusieurs militantes féministes et avocates ont été emprisonnées, aux côtés d'autres défenseurs des droits humains. Dans de tels contextes, comment mobiliser les jeunes autour de l'égalité de genre au Maroc, au Liban et en Tunisie ? Quelles nouvelles représentations leur proposer pour déconstruire les stéréotypes ? C'est l'objet d'un projet mené pendant deux ans par l'Institut de Recherche pour le Développement (IRD), appelé « Questions d'égalité », en partenariat avec l'ONG Equipop. Ateliers de sensibilisation dans des écoles et des clubs de jeunes, projets de recherche, soutien aux associations féministes… Notre reporter Charlie Dupiot a rencontré des femmes et des hommes qui s'engagent pour les droits des femmes, à l'occasion d'un forum organisé par l'IRD à Rabat, au Maroc, fin avril 2026. Un reportage long format de Charlie Dupiot. Programmation musicale : ► Emel Mathlouthi - Nar (ft. Ami Yerewolo).
Après le match perdu contre la France la semaine dernière, les Lions de la Téranga se sont cette fois heurtés aux Norvégiens. « Une nuit cauchemardesque », titre le Soleil. Des Lions piégés par leurs erreurs défensives, juge Dakar Actu. « Pour le Sénégal, cette défaite laisse beaucoup de regrets », estime le site, qui trouve que les Sénégalais ont montré de l'envie, surtout en seconde période, mais que leurs erreurs défensives leur ont coûté très cher. Trop d'approximations, pour Dakar Actu. « Le Sénégal voit la qualification s'éloigner », juge Sénéplus. Mais le site Senego veut encore y croire. Il nous explique par quels moyens les Lions de la Teranga peuvent encore espérer se qualifier pour les huitièmes de finale. Car oui, malgré deux défaites et zéro point, c'est encore possible. Les huit meilleurs troisièmes des douze groupes ont une place en huitièmes, mais pour y parvenir, résume Senego, il faudra une victoire, de préférence large, contre l'Irak. Ce sera vendredi soir. Opération assainissement à Kinshasa Des bottes jaunes, une combinaison bleue. Une autre équipe a déferlé sur Kinshasa. Ils sont déjà 600 bâtisseurs de la Nation arrivés dans la capitale congolaise. Au total, ils seront 4 000. Leur mission : « participer au vaste chantier d'assainissement de la ville, sous la supervision du Service national », explique Radio Okapi. Une « task force » composée d'anciens Kulunas, des « bandits urbains ». Le chef de cette task force, le lieutenant-général Jean-Pierre Kasongo Kabwik, les dit bien préparés. Il demande à chacun de les juger sur les résultats. Le site Beto.cd souligne toutefois l'ampleur de la tâche qui attend ces bâtisseurs. « Une campagne de 90 jours, même menée par 5 000 hommes, se mesure à un gouffre. Kinshasa produit chaque jour quelque 8 400 tonnes de déchets, dont un quart seulement est collecté », explique le site, qui semble quelque peu circonspect. Il rappelle qu'il y a déjà eu un certain nombre d'opérations de nettoyage par le passé, et conclut ainsi : « L'assainissement de Kinshasa est un test qui mesure la capacité d'un État à transformer un coup d'éclat en politique publique. Dans 90 jours, les caniveaux seront curés ou rebouchés. La vraie question est de savoir ce qu'il en restera au 91e jour ». Où sont passés les 1 000 milliards de la société des eaux du Gabon ? C'est Gabon Review à Libreville qui pose la question. Le site a voulu savoir à quoi correspond cette somme mise en avant par les autorités. Gabon Review promet donc une « explication en français facile ». Depuis août 2023, c'est-à-dire depuis la chute d'Ali Bongo et l'arrivée du nouveau pouvoir, 1 000 milliards de francs CFA auraient été investis dans la Société d'eau et d'énergie du Gabon. Mais le compte n'y est pas, nous dit Gabon Review, qui a pu consulter un document officiel recensant 15 projets pour une somme de 509 milliards de FCFA, à peine plus de la moitié des 1 000 milliards. « Ce n'est pas un petit écart, c'est un trou énorme. Et pour l'instant, personne n'a expliqué ce que cache cette différence », dit le site, qui explique qu'en plus, le document met en avant des chantiers lancés avant août 2023. Gabon Review demande donc des explications. « Avec l'argent public, un chiffre qu'on ne peut pas vérifier, c'est justement ce qui entretient le doute », conclut le journaliste. Maroc : dans le Rif, la légalisation du cannabis profite encore peu aux producteurs locaux Au Maroc, cinq ans après la légalisation du cannabis à usage médical et industriel, Le Monde Afrique nous conduit dans le grenier à haschich de l'Europe avec un reportage dans les montagnes du Rif. Cette légalisation devait transformer une économie longtemps informelle en filière encadrée et porteuse de développement, mais les effets restent contrastés, écrit la correspondante du Monde, qui s'est rendue dans la région. Les producteurs se sont organisés en coopératives, mais plusieurs acteurs pointent un accompagnement insuffisant de l'État : absence d'aides, de système d'assurance et de soutien technique. « Il faut une vraie étude de terrain, pas une gestion depuis Rabat », ce sont les mots d'un responsable de l'une des coopératives.
Cette semaine, nous diffusons une série consacrée au cinéma africain. Dans ce premier épisode, portrait non exhaustif de la productrice franco-canado-marocaine Lamia Chraïbi. Dans son travail, elle s'implique dans les questions de l'art, de l'identité, de la femme, de l'équité, de la diversité et de l'inclusion. Après des études en sciences sociales à Paris, et en film documentaire à Montréal, elle est devenue productrice en 2007 en commençant dans le domaine publicitaire. Depuis, elle a produit et coproduit une quinzaine de longs métrages, des documentaires et plusieurs courts. Aujourd'hui, Lamia Chraïbi trouve du sens dans l'accompagnement des réalisatrices qui racontent avec créativité leurs histoires. Il y a trois ans, en plus de son travail de productrice de cinéma, Lamia Chraïbi s'est chargée d'une nouvelle mission afin de transmettre son expérience aux plus jeunes. Avec une équipe de quatre femmes, elles œuvrent à aider leurs consœurs débutantes à trouver leur place dans la réalisation ou dans la production. La Fondation Tamayouz a alors été lancée : « L'idée en fait, c'est de permettre aux femmes de se raconter. C'est de tendre la main et d'accompagner toutes celles qui ne se sentent pas légitimes, pas à leur place. Moi, je me sentais un peu isolée comme productrice créative. Et j'avais très envie de faire partager mon expérience à d'autres femmes en leur donnant un peu les clefs, la définition déjà du travail, et les outils de ce qui me permet aujourd'hui de réaliser des projets. » Tamayouz Atelier Pro, la résidence annuelle qui accompagne les jeunes talents du cinéma marocain, a déjà organisé trois éditions en venant en conseillant des femmes marocaines durant une année entière pour développer leurs idées. Elles viennent avec leurs productrices qui démarrent dans le métier : 60 femmes ont participé à ces ateliers avec une trentaine de projets. Ce soutien aux jeunes productrices et réalisatrices dans son pays, Lamia Chraïbi a voulu l'étendre à d'autres réalisatrices d'Afrique. En partenariat avec l'Unesco et d'autres institutions, elle a lancé l'initiative Jeunes femmes africaines en action, pour accompagner le travail sur un court-métrage de dix femmes africaines venant de différents pays. Elles ont été accueillies pendant six semaines à Rabat afin de faire éclore une écriture personnelle et professionnelle : « On a réalisé un film qui se passe dans un seul lieu mais avec 10 différentes histoires. Et chaque histoire vient compléter l'histoire de l'autre et raconter comment on peut tous être différents et, en même temps, travailler dans un seul espace. Le film s'intitule ''Cool Center'' et je suis très fière de le présenter. On l'a projeté à l'Unesco. » C'est avec son complice de toujours, le réalisateur Hicham Lasri, que le projet a été mené à bien. Cela se passe dans un centre de communication où travaillent des personnes de différentes nationalités. Le projet, dont Lamia et son équipe sont très fiers, permettrait aux réalisatrices de se professionnaliser : « Elles ont appris à avoir confiance. Elles travaillent avec des professionnels, du chef opérateur à la post- production, pour leur transmettre l'idée de s'exprimer. Faire un story-board, posséder tous les outils, pour retranscrire leur projet en image. » Ce projet, Lamia Chraïbi souhaite le reproduire maintenant tous les deux ans. Elle cherche activement des partenaires.
Sarah Billings is on fire! As we wait for Australia's 2026 Commonwealth Games team to be announced, the Aussie middle-distance runner is well and truly in the mix for selection. Sarah sits down with Elise to discuss her recent form, including two massive PBs – a 3:58.81 in the 1500m at the Shanghai Diamond League, and a 1:57.61 in the 800m in Rabat, which is the second fastest time ever run by an Australian woman! But these results have been a long time in the making. Starting her career as a sprinter before moving into middle-distance in her junior years, Sarah has always been an excellent runner. But in her first years as a senior athlete, Sarah felt like she wasn't getting the performances she had hoped for. Then the injuries hit. They hit hard. And repeatedly. When Sarah was able to finally break that injury cycle, she could at last string some good consistent training together and sought the help of a performance coach to work on her mental approach to racing. She said it's made all the difference. We talk about what she learnt during those tough injury-riddled years, her breakout 2024 season, and how her persistence, mindset and consistency is now paying dividends in the results she is seeing on the track. -- Sarah Billings has represented Australia multiple times, including at World Juniors in 2016 and the World Athletics Championships in Tokyo in 2025. She is currently coached by Nic Bideau at Melbourne Track Club, and is sponsored by New Balance. -- Subscribe to Run With It wherever you get your podcasts, so you don't miss a thing! -- Follow us on Instagram: @sarahbillings @runwithit.pod @elisebeacom -- Intro/outro music by Dan Beacom Graphic design by Kate Scheer
The Champions League final in Budapest will be talked about for decades, and right at the center of the drama was Achraf Hakimi. Playing all 120 grueling minutes of tactical warfare against Arsenal, the Moroccan superstar didn't just help PSG secure back-to-back European crowns—he stepped up as the ultimate leader when it mattered most.In this episode, we break down an unforgettable night of football and look ahead to Hakimi's next monumental challenge on the world stage:How Hakimi took over the leadership reins in the dying minutes of extra time after Marquinhos was substituted, etching his name into PSG folklore.A look at the intense penalty shootout where Hakimi calmly buried his spot-kick to pave the way for PSG's second consecutive Champions League trophy.Shifting focus to the 2026 World Cup in North America, where Hakimi leads African champions Morocco into a brutal Group C opener against Brazil under new manager Mohamed Ouahbi.Tune in as we analyze how the boy from Rabat evolved into one of the top six players on the planet and the undisputed general the Atlas Lions need for another historic World Cup run. Achraf Hakimi, PSG Champions League, Morocco World Cup 2026, football podcast, Champions League final.
Au Maroc, les jeunes créateurs de jeux vidéo intègrent de plus en plus une réalité marocaine dans leur production. Casaphonia est un jeu de rôle inspiré des superstitions et rituels du Maghreb, une sorte de Grand Theft Auto (GTA) qui se déroule dans les rues de Casablanca avec un rappeur marocain comme personnage principal, et des projets futuristes. Une créativité largement visible lors de la dernière édition de la Morocco Gaming Expo. De notre envoyé spécial à Rabat, C'est l'un des jeux qui attisent le plus la curiosité des visiteurs du salon : « Casaphonia, c'est notre jeu vidéo. Jusqu'à maintenant, on peut dire que c'est une réussite pour nous. » Sur l'écran, le personnage principal, le rappeur marocain Dizzy Bros, déambule dans les rues de Casablanca. En toile de fond, les fameux taxis rouges de la capitale économique, ou encore des graffitis de supporters de football du Wydad ou du Raja. « Tu peux avancer, tu peux même aller à Twin Center, ou à la mosquée Hassan II. Ce sont des endroits connus. » Les trois membres de l'équipe de ce projet pilote ont tous moins de 25 ans. Ayman Jabbari est le directeur du studio AJB qui a conçu cette démo. « Ce jeu se déroule au Maroc, tout l'environnement est marocain. On essaye de montrer aux gens notre culture, notre pays, nos rues, notre cuisine, notre communauté, tout ce qui compose notre culture. Parce que le jeu vidéo est un langage universel. » Il conçoit des jeux vidéo depuis l'âge de 15 ans. Son rêve est de trouver des investisseurs pour pouvoir développer son projet. « C'est toujours compliqué au Maroc parce que les investisseurs ne font pas confiance aux développeurs de jeux vidéo au Maroc. Mais nous essayons de chercher des opportunités à l'étranger, parce que nous avons des jeux, nous avons le potentiel de créer de meilleurs jeux », affirme-t-il. D'autant qu'Ayman Jabbari a déjà un nouveau projet en tête : un jeu vidéo qui prendrait place au Maroc en 2185. « Je veux voir le Maroc dans le futur. Donc, je vais créer ce Maroc futuriste avec mon imagination. Dans les jeux vidéo, tu peux faire de ton imagination la réalité, comme des voitures volantes, tout ce dont nous rêvions quand nous étions petits, les gens, des cyborgs, des robots, de l'intelligence artificielle, etc. », confie-t-il. Depuis trois ans, le royaume du Maroc affiche sa volonté de soutenir l'industrie du jeu vidéo et de capturer 1% du marché mondial d'ici 2030. Une volonté saluée, même si les difficultés subsistent pour les jeunes créateurs. Othman Elamrami, 24 ans, a créé son studio sur fonds propres. Quatre mois de travail jour et nuit ont été nécessaires pour aboutir à Zouhri, le sang maudit, un jeu d'horreur où l'on croise des danseurs jelilala en transe sur de la musique gnawa, des effluves d'encens dans des tentes berbères… « Pourquoi devons-nous copier les autres studios comme Capcom et Silent Hill pour faire des jeux d'horreur ? Notre culture marocaine et notre folklore sont une mine d'or. Nous devons l'exploiter », estime-t-il. Graphistes, spécialistes 3D, développeurs : le Maroc espère observer la création de 5 000 à 10 000 emplois directs dans le secteur d'ici 2030. À lire aussiMorocco Gaming Expo: un événement incontournable pour le jeu vidéo africain
durée : 00:27:32 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Labory - Au programme de ce débat critique consacré à la littérature, deux romans posthumes : "Dictionnaire du langage des fleurs" de l'écrivain portugais António Lobo Antunes et "Notre sœur rabat-joie. Méditations obliques d'une Noire" de l'écrivaine ghanéenne Ama Ata Aidoo. - réalisation : Laurence Malonda, Boris Pineau, Aïssatou N'Doye, Jules Barbier, Zohra Vignais, Lise Ripoche, Mathi Adjinsoff - invités : Pierre Benetti critique littéraire, Copélia Mainardi Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:09:54 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Labory - Dans ce roman publié initialement en 1977, et enfin traduit en français, Ama Ata Aidoo porte à travers son personnage principal un regard d'une grande finesse critique sur la société britannique post-coloniale. - réalisation : Laurence Malonda, Boris Pineau, Aïssatou N'Doye, Jules Barbier, Zohra Vignais, Lise Ripoche, Mathi Adjinsoff - invités : Pierre Benetti critique littéraire, Copélia Mainardi Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Análisis con Mariola Urrea, Ignacio Escolar y Ángel Villarino. León XIV viaja hoy a Barcelona después de despedirse de Madrid con un acto multitudinario en el Bernabéu. Antes, el Papa habló por primera vez de la pederastia ante los Obispos. Dijo que es una "plaga" con la que hay que acabar. Las asociaciones mayoritarias de víctimas critican que no les diera audiencia. Los partidos del Congreso y el Gobierno reaccionan al discurso de León XIV desde el hemiciclo. Además, el juicio contra David Sánchez por supuestas irregularidades en su contratación en la Diputación de Badajoz quedará hoy visto para sentencia, si no hay imprevistos. La Fiscalía ha pedido su absolución. Marruecos mata a un líder del frente polisario en un ataque con drones, según medios internacionales. Rabat no ha dado detalles de la operación.
In this episode, we recap George's tough one during a hard steeplechase in Rabat, preview the tactical stakes of upcoming Diamond League events, and explore bizarre internet scandals—from an overnight World Cup social media star to a corrupt $200,000 corporate Lego heist.This episode was sponsored by Stryd! https://www.stryd.live/coffeeclub https://www.instagram.com/strydrunning/?hl=enThe Coffee Club Podcast is hosted by Oliver Hoare, George Beamish, and Morgan McDonald: 3 professional runners and olympians who train and live in Boulder, Colorado that compete for the On Athletics Club and On.Follow us here:Instagram: https://www.instagram.com/coffeeclubpod/George Beamish: https://www.instagram.com/georgebeamish/Morgan McDonald: https://www.instagram.com/morganmcdonald__/Olli Hoare: https://www.instagram.com/ollihoare/Tom Wang: https://www.instagram.com/womtang/Coffee Club Merch: https://coffeeclubpod.comMorgan's discord: https://discord.gg/uaCSeHDpgsMorgan's YouTube: https://www.youtube.com/@MorganMcDonaldisaloserIntro Artwork by The Orange Runner: https://www.instagram.com/theorangerunner/Intro Music by Nick Harris: https://open.spotify.com/artist/3Zab8WxvAPsDlhlBTcbuPi
Solo episode from Rome as Preet Majithia steps in while Chris Chavez finishes his book on deadline. Preet covers Götzis, a full Rabat Diamond League recap, a Rome preview from press conference day, and a Stockholm preview for the following Sunday.Discussed in this episode:Rabat Diamond League recap:- Tina Clayton wins the women's 100m in 10.85- Cambria Sturgis surprises with a win in 22.21- Audrey Werro wins in 1:56.56 by running ran away from 2024 world indoor champion and Olympic silver medalist Tsigie Duguma and Tokyo world champion Lilian Odira- Kenny Bednarek's 19.69 shows consistent, impressive early-season form; Jacory Patterson wins the 400m in 44.11- Max Burgin wins the men's 800m impressively off the front as Emmanuel Wanyonyi inexplicably falls asleep around 350m to go- Yared Nuguse wins in 3:30.35 for the best race of the meet+ More, including Soufiane El Bakkali winning at home in 7:57.25 as Frederick Ruppert of Germany runs 7:57.8 for second place.- Rome Diamond League preview: Dalilah Muhammad races the 400m hurdles (not retired); Keely Hodgkinson runs an open 400m; Julien Alfred vs. Melissa Jefferson-Wooden in the women's 200m — the matchup we didn't get at Tokyo Worlds; Noah Lyles vs. Jordan Anthony in the men's 100 + more.- Stockholm Diamond League preview: Rai Benjamin in the 400m with the second-slowest PB in the field; El Bakkali vs. Lamecha Girma in the men's steeple; Cooper Lutkenhaus Diamond League debut; Keely Hodgkinson's outdoor 800m opener against Audrey Werro and Roisin Willis + more.____________Host: Preet Majithia | @preet_athleticsProduced by: Jasmine Fehr | @jasminefehr____________SUPPORT OUR SPONSORSXENDURANCE: Xendurance Protein is designed specifically to help your body recover, rebuild, and get stronger after training. It combines four different types of protein, so your body gets both fast absorbing protein for immediate recovery and slower release protein to support muscle repair over time. Check it out at Xendurance.com and use code CITIUS for 25% off your first order.VELOUS: VELOUS makes recovery footwear designed to help runners bounce back faster between sessions. Their sandals feature Tri-Motion™ Technology: a technical three-density foam system and contoured footbed engineered to cushion impact, support your arches, and help your toes stretch and relax on every step. Run. Recover. Repeat. with VELOUS! Get 20% off your VELOUS order with code CITIUSMAG20 at checkout including FREE Shipping!OLIPOP: Raspberry Sherbet is a limited-edition, nostalgic new flavor that blends tangy raspberry with creamy vanilla. Every can of Olipop contains their Olismart blend, which includes ingredients designed to support digestive health and help feed your gut microbiome. If you haven't had tried Olipop yet, grab a can and see what the hype is all about! Head to DrinkOlipop.com and use code CITIUS25 at checkout to get 25% off your orders.
Do you see what we did there? Maybe not... This episode begins with Kara detailing her impromptu, "red-eye" drive to Minnesota, and the sleepy aftermath. Then, you get a proper pet update with fun stories from both Des and Kara on their furry and not-so-furry animals. If you are watching the YouTube, you get a Boston sighting! Kara and Des also give their takes on the Netflix documentary called The Crash about a teenager in Florida who was convicted of murder for intentionally driving her car into a wall, killing her boyfriend and his friend. There is so much to process from that tragic story, but at least one thing is clear: the parents of the convicted murderer were completely out of touch with the reality of the situation. Of course, we do get to the latest running news. Des and Kara digest the new World Championship standards released by World Athletics, and the times are FAST. The objective from WA seems clear... to get more athletes into the event via the world rankings. BUT, are those rankings fair and legit or do they just reward the same group that can run fast? What are the implications for the sport and how does this trickle down to affect development in the NCAA as well? Finally, they end with a top 5 where, among other shout-outs, Yared Nuguse gets some love for his 1500m win at the Diamond League meet in Rabat - a big win for him! To take advantage of the Ketone deal from the episode - 30% off on your first subscription order - go to this link for Ketone-IQ: https://ketone.com/pages/nobody-asked-us.
448: Launceston Running Festival | Rabat Diamond League | Bendigo XCR Listener Offer: NordVPN has partnered with the Inside Running Podcast to offer you an amazing discount, head over to nordvpn.com/insiderunning to get a Huge Discount off your NordVPN Plan + 4 additional months on top! Brad maintains the achilles as he looks to the horizon for racing. Julian embraces the challenges of parenting. Brady hits Pub to Pub through Barmah Forest. This week's running news is presented by Precision Fuel & Hydration, they make it simple with a free online planner, visit precisionhydration.com and get your numbers. Sarah Billings ran the #2 fastest Australian 800m in 1:57.61 at the Rabat Diamond League to qualify for the Commonwealth Games. Soufiane El Bakkali set a World Lead of 7:57.25 in front of a home crowd while Yared Nuguse held off World Champion Isaac Nader to win the 1500m in 3:30.35 Diamond League Results Haftu Strintzos set the Australian Half Marathon all-comers record for the win at Launceston Running Festival in 60:48 ahead of Brett Robinson and Jinya Ozaki from Japan. Izzi Batt-Doyle 68:46 Gen Gregson and Yumi Yoshikawa. Caitlin Scott (nee Adams) won the 10k race in 31:38 ahead of Georgia Grgec and Ruby Smee, while Ed Marks ran solo to win in a course record 27:57 ahead of Sam Clifford and Jack Rayner. Official Results Logan Janetzki won the St Annes Bendigo 8k XC race in the XCR Series ahead of Andy Buchanan and Will Lovett. Sandringham were the winning Premier Division team ahead of Bendigo and Western Athletics. Georgia Hansen won the race in 28:55 over Katherine Dowie and Amy Cashin, with Sandringham winning the Premier Division ahead of Box Hill and Melbourne University. AthsVic Results Hub In Karlsruhe, Germany, Cam Myers ran the #3 all-time 800m in 1:44.05, while Jaylah Hancock-Cameron ran 2:02.55 in the 800m and Jye Edwards 3:34.95 in the 1500m. Results via World Athletics Jimmy Whelan ran a 28:26 at the Manchester 10k placing seventh, with Selemon Barega winning in 27:37. Results 2027 World Championships Qualification Standards released World Athletics Press Release Moose On the Loose shout outs an employee stands up to a would-be robber and unloads on a co-host's gem of wisdom. This episode's Listener Q's/Training Talk segment is proudly brought to you by Precision Fuel & Hydration. How do you develop different pace zones? Visit precisionhydration.com for more info on hydration and fuelling products and research, and use the discount code given in the episode. Patreon Link: https://www.patreon.com/insiderunningpodcast Opening and Closing Music is Undercover of my Skin by Benny Walker. www.bennywalkermusic.com Join the conversation at: https://www.facebook.com/insiderunningpodcast/
The All Whites are facing midfield injury setbacks with Ryan Thomas and Joe Bell ruled out of their upcoming warm-up matches. Across other sports, the Super Rugby Pacific playoffs are locked in following a final-round ladder shake-up, the Warriors narrowly lost 20-18 to the Panthers in a top-of-the-table NRL clash, and pole vaulter Imogen Ayris secured a career-best Diamond League silver in Rabat.
Rabat DL Results: https://rabat.diamondleague.com/en/programme-results/Sam Blaskowski 9.89 Result: https://live.xpresstiming.com/meets/74471/events/individual/2791643 Oblique Seville 9.96 Result: https://live.fortistiming.co/meets/74673/events/individual/2797711-------------------------------------------