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Segundo capítulo de la serie "Concierto Flamenco" con el compositor y guitarrista Juan Manuel Cañizares.Escuchar audio
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (03): O Partido dos Trabalhadores oficializou, em São Paulo, a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, com Geraldo Alckmin (PSB) novamente como vice. Em discurso, Lula pediu desculpas por erros e promessas não cumpridas, afirmou que seu governo entregou mais do que prometeu e apresentou cinco compromissos para um novo mandato. Reportagem: João Vitor Revedilho. A França aprovou lei que proíbe o acesso de menores de 15 anos às redes sociais, tornando-se o primeiro país da União Europeia a adotar a medida. O objetivo é proteger a saúde mental de crianças e adolescentes. Reportagem: Danúbia Braga. A segurança pública deve dominar os debates no Congresso no segundo semestre, com destaque para a tramitação da PEC da Segurança Pública, impulsionada pelo apelo popular e pela proximidade das eleições. Reportagem: Thaís Sprovieri. Durante a convenção do PT, Fernando Haddad afirmou que o governo Jair Bolsonaro desorganizou áreas como saúde, educação, ciência, tecnologia e finanças públicas. O candidato ao governo paulista também defendeu as ações da gestão Lula. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que novas negociações com o Irã devem começar nesta segunda-feira (03), após suspender um "ataque massivo". Segundo ele, o Irã não quer ser atacado e os países discutirão os próximos passos. Reportagem: Eliseu Caetano. A Convenção Regional do PL no Distrito Federal confirmou a candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado. Representada pelo irmão, Diego Torres, ela afirmou, em carta, que pretende contribuir para a transformação do país por meio da política. Jess Peixoto e Lucas Mehero comentaram. Reportagem: Marco Viana. O Supremo Tribunal Federal abre nesta segunda-feira (03) o segundo semestre forense. Entre os destaques da pauta estão julgamentos sobre isenção fiscal para PCDs, Lei Maria da Penha e Lei da Dosimetria. Reportagem: Janaína Camelo. O movimento Levante Mulheres Vivas realizou manifestações em 12 cidades para pressionar a Câmara a votar o PL da Misoginia. O projeto equipara a misoginia ao crime de racismo e cria o crime de injúria contra mulheres por razões de gênero. Reportagem: Matheus Dias. O Republicanos deve oficializar a candidatura do senador Cleitinho Azevedo ao governo de Minas Gerais após rever a decisão de barrar seu nome. Roberto Motta comentou. Reportagem: Rodrigo Costa. O TSE promove, até domingo (09), a primeira Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, com demonstrações das urnas, palestras e ações educativas para ampliar a confiança da população no sistema eleitoral. Reportagem: Marco Viana. Pesquisa BTG/Nexus mostra disputa acirrada entre Luiz Inácio Lula da Silva (41%) e Flávio Bolsonaro (37%) no primeiro turno. Em uma simulação de segundo turno, há empate técnico, com 46% para Lula e 45% para Flávio. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ulisses Pereira já atravessou o dotcom, o 11 de Setembro e a crise de 2008. Voltou ao nosso estúdio em plena queda dos mercados, e não veio trazer palavras de conforto.Nesta conversa:Porque é que os crashes não nascem no medo, mas no auge do esplendor económicoO que esteve por trás desta queda: 11% no Nasdaq, 25% nos semicondutores, e um fundo alavancado obrigado a fechar posiçõesTrês biliões em IPOs num só ano, e porque é que o dinheiro não estica para todo o ladoO ciclo de dinheiro entre as grandes empresas de IA, e o risco no dia em que uma falharInvestidor ou especulador: porque é que quase ninguém consegue ser as duas coisasUma conversa sobre o momento atual dos mercados, sobre psicologia do investidor, e sobre o que se aprende depois de atravessar três tempestades e continuar cá.⚠️ A MoneyFlix não presta serviços de recomendação financeira nem cobra qualquer valor pelo acesso ao seu conteúdo educativo. O nosso objetivo é divulgar conhecimento rigoroso e acessível, promovendo a literacia financeira em Portugal.
O Brasil é referência mundial no tratamento gratuito do HIV, mas o avanço das novas infecções ainda acende um alerta. Segundo a Unaids, o país registrou um crescimento superior a 20% nos novos casos nos últimos anos. Agora, o Ministério da Saúde quer incorporar ao SUS o cabotegravir, um medicamento injetável de longa duração que promete reforçar a prevenção contra o HIV. Para explicar o impacto dessa medida, o JR 15 Minutos recebe o infectologista e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, Gabriel Trova.
✝️ “DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER”18º Domingo do Tempo Comum | Mês VocacionalNeste primeiro domingo do mês de agosto, dedicado às vocações, a Palavra de Deus nos recorda que o Senhor jamais permanece indiferente diante da dor e das necessidades humanas.No Evangelho, Jesus contempla a multidão, enche-se de compaixão e diz aos discípulos:“Eles não precisam ir embora. Dai-lhes vós mesmos de comer.”
Nesta última semana, a notícia de que a filha de Tom Cruise retirou o sobrenome do ator dos próprios documentos foi compartilhada por diversos veículos de imprensa e repercutiu nas redes sociais.Suri conseguiu, por meio da Justiça dos Estados Unidos, remover o sobrenome paterno e adotou "Noelle", que é o nome do meio da mãe, Katie Holmes. Segundo a revista norte-americana People, a mudança teria ocorrido quando ela se registrou para votar no Condado de Allegheny, em Pittsburgh, na Pensilvânia, já sem o nome do pai.No Brasil, a biomédica Heloísa Rodrigues, de 28 anos, recorreu à Justiça de São Paulo para retirar o nome da mãe da certidão de nascimento. Em entrevista à TV Globo, a jovem relatou ter sido vítima de anos de abusos praticados pela genitora durante a infância.Batizada pela mãe como "Larissa", Heloísa conseguiu, em 2024, autorização judicial para alterar o primeiro nome e remover o sobrenome materno dos documentos. No entanto, a Justiça brasileira negou o pedido para retirar o nome da mãe da certidão de nascimento.A justificativa se baseou no chamado "princípio romano", segundo o qual o nome faz parte da história civil da pessoa e não pode ser alterado apenas pela ausência de vínculo afetivo.O Observatório Feminino também aborda a pesquisa "20 anos da Lei Maria da Penha: percepção da sociedade brasileira", realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e pelo Instituto Locomotiva.Os dados mostram que 11% dos homens que já tiveram relacionamentos com mulheres reconhecem ter cometido algum tipo de violência contra uma parceira. Outro dado relevante é que mais da metade das mulheres que já se relacionaram com homens afirma ter sofrido algum tipo de violência enquadrada na Lei Maria da Penha.O podcastO podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.
“Os que estavam na barca, prostraram-se diante dele, dizendo: "Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!"”
Evangelho
Jesus “Em seguida partiu os pães, e os deu aos discípulos. Os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram satisfeitos … ”
✉️ ¿Te gustaría recibir una carta de verdad en tu buzón? Descubre Correo de Medianoche: https://historiasparaserleidas.wordpress.com/correo-de-medianoche/ ............................................................................................................................................................... Nada termina mientras alguien recuerde su nombre... ¿Continuará? De ti depende. ♀️ Gracias a Celia Rees, las páginas de esta historia se abren. Que sus secretos y murmullos os lleguen como un eco en la noche. ♀️ Herencia de Bruja, Transcurre el año 1659 en Inglaterra. La abuela de Mary va a ser ahorcada, acusada de ser bruja, y la vida de Mary corre peligro. Comienza así un viaje al Nuevo Mundo, América, acompañada por un grupo de puritanos que se quiere instalar cerca de Salem. Aunque Mary intenta pasar desapercibida, no le va a ser fácil. Una fascinante novela de aventuras dónde conoceremos muchas de las causas de la caza de brujas, además de la vida de los primeros colonos en Norteamérica. Celia Rees es una reconocida autora británica que ha escrito más de veinte novelas y se ha consolidado como una de las voces más destacadas de la literatura juvenil con proyección internacional. Sus libros han sido traducidos a más de 28 idiomas y han recibido numerosos premios y nominaciones tanto en el Reino Unido como en otros países. Su célebre novela 'Witch Child' obtuvo importantes reconocimientos, entre ellos el prestigioso Prix Sorcières en Francia y el Premio Literario Cento en Italia, además de haber sido finalista de varios galardones literarios, como el Guardian Children's Fiction Prize. ♀️ Entre sus premios y nominaciones destacan: Prix Sorcières (Francia, 2003) Premio Roman Millepages (Francia, 2002) Segundo premio del Premio Literario Cento (Italia) Finalista del Guardian Children's Fiction Prize (2001) Finalista del North East Book Award – NEBA (2002) En 2012, el hallazgo fortuito de un antiguo libro de cocina familiar inspiró un nuevo rumbo en su escritura y la llevó a comenzar su primera novela para adultos, Miss Graham's Cold War Cookbook, publicada por HarperCollins en 2020. Más información sobre sus obras: www.celiarees.com https://www.celiarees.com/adult-books También puedes seguirla en sus redes sociales: Instagram: @celiarees1 Twitter/X: @CeliaRees ♀️ Puedes comprar todos sus libros en amazon y en su página web oficial. ️ Mi más sincero agradecimiento a Celia Rees por permitirme poner voz a su obra y compartir esta historia con vosotros. ♀️ Sonido y voz: Olga Paraíso Música Epidemic Sound con licencia premium para este podcast. BIO Olga Paraíso: https://instabio.cc/Hleidas Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (31): A convenção estadual do PSB em São Paulo confirma nesta sexta-feira (31) a candidatura de Simone Tebet ao Senado. Ela integra a chapa de Fernando Haddad ao governo paulista e Márcio França como vice. O evento será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo. Reportagem: Matheus Dias. O Paraguai convocou o embaixador brasileiro em Assunção para entregar uma nota de repúdio às declarações do presidente Lula sobre a Guerra do Paraguai. O governo paraguaio afirmou que defenderá os interesses nacionais diante das falas do presidente brasileiro. Reportagem: Paulo Édson Fiore. A Uefa anunciou boicote às competições da Fifa enquanto não for abandonada a proposta de criar uma empresa privada para administrar os torneios da entidade. A medida pode afetar competições como a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil. Wanderley Nogueira analisou. O STF autorizou a abertura de inquérito para investigar Fábio Luís Lula da Silva por suspeitas de corrupção e tráfico de influência. A investigação surgiu a partir de apurações sobre fraudes no INSS e envolve repasses a uma empresária ligada ao filho do presidente. Reportagem: Janaína Camelo. A investigação contra Fábio Luís provocou reações de pré-candidatos à Presidência. Ronaldo Caiado, Renan Santos e Flávio Bolsonaro criticaram o governo e cobraram esclarecimentos sobre o caso. Reportagem: Pedro Tritto. Donald Trump anunciou um acordo para o desarmamento do Hamas e de outros grupos na Faixa de Gaza. Segundo o presidente americano, o plano prevê retirada gradual das tropas israelenses e atuação de uma força internacional para garantir a segurança. Reportagem: Eliseu Caetano. Flávio Bolsonaro afirmou que Jair Bolsonaro não sabia da exibição do vídeo produzido com inteligência artificial durante a convenção do PL. Segundo o senador, a equipe jurídica considera que o material não viola a legislação eleitoral. Reportagem: Paulo Édson Fiore. O PP voltou a discutir uma possível aliança com Flávio Bolsonaro, mas a sigla mantém resistência à indicação de Tereza Cristina para a vice. A prioridade do partido continua sendo fortalecer sua bancada no Congresso. Reportagem: Beatriz Manfredini. A campanha de Flávio Bolsonaro promoveu a segunda troca no comando da comunicação desde o início da pré-campanha. O publicitário Duda Lima assume a estratégia após a repercussão do vídeo com inteligência artificial exibido na convenção do PL. Jess Peixoto, Lucas Mehero e Roberto Motta comentaram. Reportagem: André Anelli. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado uma base aérea no Kuwait em resposta a ofensivas anteriores. Os Estados Unidos não confirmaram a ação, enquanto o Kuwait ainda não havia se manifestado. Reportagem: Luca Bassani. O Republicanos manteve a resistência à candidatura de Cleitinho Azevedo ao governo de Minas Gerais. Reunião entre o senador e dirigentes do partido terminou sem acordo, e aliados criticaram a decisão da legenda. Reportagem: Rodrigo Costa. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta sexta-feira (31): O governo do Paraguai convocou o embaixador brasileiro em Assunção para entregar uma nota oficial de protesto contra declarações do presidente Lula (PT) sobre a Guerra da Tríplice Aliança. A fala gerou forte reação no Congresso paraguaio, que acusou o petista de distorcer a história. O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou um projeto de reforma do BC para proibir o financiamento do Estado e impedir orçamentos deficitários. Segundo o liberal, a medida visa colocar fim ao financiamento da classe política via impressão de moeda. Em entrevista a um podcast, o presidente Lula (PT) afirmou que avaliará o nível dos adversários antes de confirmar presença nos debates de TV. A bancada do Morning Show analisa a estratégia política do petista, o impacto da ausência de postulantes à reeleição em confrontos diretos e os reflexos dessa decisão no jogo eleitoral das eleições de 2026. Relatórios da Polícia Federal revelam que o senador e ex-líder do governo Jaques Wagner (PT-BA) trocou 74 ligações com Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master, somando mais de 5h30 de diálogos. Direto de Brasília, o repórter André Anelli detalha os desdobramentos da investigação, enquanto a bancada do Morning Show analisa o impacto político e institucional do caso. Após o senador Flávio Bolsonaro (PL) confirmar que a senadora Tereza Cristina aceitou o convite para ser sua vice, o Progressistas (PP) publicou nota oficial declarando neutralidade na eleição presidencial. A bancada do Morning Show analisa a decisão da cúpula do PP, o impacto no agronegócio e a necessidade de Flávio buscar uma chapa puro-sangue no PL. A Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou que a facção criminosa Comando Vermelho promoveu treinamentos para operar drones com carga explosiva. O repórter Rodrigo Viga traz os detalhes dessa nova tática do crime organizado na capital fluminense, e a bancada do Morning Show analisa os riscos para a segurança pública e a sofisticação das operações do tráfico. A travessia a nado de milhares de imigrantes vindo do Marrocos em direção ao enclave espanhol de Ceuta deixou dezenas de mortos e provocou um colapso humanitário. Diante da crise, países europeus analisam suspender a Espanha da livre circulação no continente. A Caixa Econômica Federal começou a depositar a distribuição dos lucros do FGTS referentes a 2025 para mais de 130 milhões de brasileiros. A repórter Danubia Braga traz os detalhes sobre os valores, quem tem direito ao crédito na conta e como consultar o saldo. A dermatologista Dra. Valéria Campos participa do Morning Show para analisar a internação do influenciador William Silva. A médica adverte sobre a gravidade das infecções faciais, explica a anatomia do "triângulo do perigo" e ensina os cuidados necessários de higiene ao tratar acnes e evitar lesões permanentes na pele. O lendário ex-zagueiro da seleção italiana e do Milan Franco Baresi morreu aos 66 anos. Campeão mundial em 1982 e vice em 1994, Baresi é reconhecido como um dos maiores defensores de todos os tempos. Em decisão unânime, 55 federações da UEFA anunciaram um boicote total a torneios da FIFA contra o plano da entidade de criar uma empresa privada e vender ações a investidores. A medida coloca em risco a Copa do Mundo Feminina no Brasil e atinge contratos milionários com a Netflix. O humorista Gustavo Tubarão virou centro de polêmica nas redes sociais após fazer piadas e citações íntimas em seus votos de casamento. A bancada do Morning Show analisa o discurso em tom de brincadeira, a repercussão negativa entre os internautas e o debate sobre os limites do humor em cerimônias religiosas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
(Segundo tramo)
O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça autorizou a abertura de inquérito para investigar Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, após pedido da Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de tráfico de influência e corrupção em negociações envolvendo o Ministério da Saúde.Segundo a PF, Lulinha teria atuado em benefício do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", investigado na Operação Sem Desconto por suposto esquema de desvios em aposentadorias e pensões.Ao comentar o caso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o filho será tratado "como o filho de qualquer pessoa", sem privilégios, e que, caso seja investigado e julgado, deverá responder à Justiça e provar sua inocência.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (29):No editorial do Os Pingos Nos Is desta quarta-feira (29), André Marsiglia comentou sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu prazo de 48 horas para a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informar se ele autorizou o uso de sua imagem e voz em um vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Para Marsiglia, Moraes entra na esfera eleitoral de Flávio e do PL sem ser um juiz da Corte Eleitoral. “O ponto curioso a respeito dessa decisão do Moraes é que ele basicamente entra na esfera eleitoral do Flávio Bolsonaro e do Partido Liberal sem ser juiz eleitoral, sem estar no TSE”, disse. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) negou ter autorizado o uso de imagem e voz em um vídeo feito por inteligência artificial, exibido em convenção do PL , no sábado (25), que oficializou Flávio Bolsonaro (PL) como candidato à Presidência da República. Segundo os advogados, Bolsonaro está proibido de receber visitas e não aprovou o material simulado transmitido no evento. Reportagem: Janaína Camelo. O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), defendeu a criação de uma lei sobre inteligência artificial que não seja “retrógrada”. Caiado defende punição para o uso indevido da tecnologia. Uma pesquisa do instituto PoderData aponta que 42% dos brasileiros relatam uma piora na situação financeira pessoal nos últimos seis meses. O percentual subiu 23 pontos percentuais desde dezembro de 2025, de acordo com o levantamento. A defesa do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou novos elementos ao Supremo Tribunal Federal (STF) em uma notícia-crime contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os advogados alegam que o petista estaria incentivando a violência política e a ideia de "enforcamento" ao se referir a opositores como "traidores da pátria". O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) condenou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao pagamento de uma multa de R$ 15 mil por propaganda eleitoral antecipada. A decisão acolheu parcialmente a ação movida pelo partido Missão, apontando que a fala de Lula pedindo votos para Marina Silva e Simone Tebet durante um evento oficial na capital paulista. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 48 horas para que a defesa do ex-deputado federal Daniel Silveira preste esclarecimentos sobre o descumprimento de medidas judiciais. A determinação foi motivada por um vídeo divulgado nas redes sociais em que Silveira aparece declarando apoio à pré-candidatura do senador Carlos Portinho (PL). O vídeo foi publicado na própria rede social de Portinho. Os petistas Rui Costa e Jaques Wagner lideram a corrida pelas duas vagas ao Senado pela Bahia, com 22% e 16% das intenções de voto, conforme levantamento da Genial/Quaest. Wagner é investigado por vantagem indevida do Banco Master. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 30, Carlos Andreazza fala sobre a repercussão do vídeo de Jair Bolsonaro produzido por Inteligência Artificial. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está diante do primeiro grande desafio sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas deste ano. A Corte está para decidir se configura ou não abuso o vídeo exibido na convenção do PL com um avatar de Jair Bolsonaro pedindo voto para o filho Flávio, candidato a presidente. Três dos sete ministros do TSE falaram à Coluna em caráter reservado. Para um deles, não houve abuso. Segundo esse ministro, a tecnologia pode ser usada em qualquer situação, desde que não seja para disseminar notícia falsa ou para prejudicar alguém. A defesa de Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente não tinha conhecimento prévio sobre o vídeo exibido na convenção do PL no sábado, 25. No lançamento oficial da candidatura de Flávio Bolsonaro, foram exibidas imagens e voz criadas por inteligência artificial de Jair Bolsonaro pedindo apoio ao filho. A declaração é uma resposta ao questionamento feito na terça-feira, 28, por Alexandre de Moraes. O ministro queria saber se o ex-presidente tinha sido consultado previamente sobre o vídeo e se havia autorizado a exibição. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (30): O senador Cleitinho Azevedo confirmou que será candidato ao governo de Minas Gerais pelo Republicanos, contrariando uma nota divulgada pelo próprio partido. Durante o anúncio, também apresentou o ex-prefeito Luís Eduardo Falcão como pré-candidato a vice. Reportagem: Rodrigo Costa. O presidente Lula sancionou a lei que cria o chamado "Pix Pensão Alimentícia", mecanismo que permite a cobrança automática da pensão diretamente da conta do pagador. A medida busca agilizar o cumprimento das decisões judiciais sobre o benefício. Reportagem: Thaís Sprovieri. A defesa de Jair Bolsonaro afirmou que desconhecia o uso de um vídeo produzido com inteligência artificial exibido na convenção do PL. Os advogados tentam evitar possíveis consequências no STF, enquanto o episódio também pode gerar impactos na candidatura de Flávio Bolsonaro. Reportagem: Janaína Camelo. Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab criticaram a convenção do PL que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Segundo eles, o evento foi marcado por ataques políticos, poucas propostas e desviou o debate sobre o futuro do país. Reportagem: Marco Viana. Fortes rajadas de vento provocaram a morte de duas pessoas e deixaram mais de 680 mil imóveis sem energia no Rio de Janeiro. A tempestade também interrompeu a circulação de trens e do metrô em diferentes regiões do estado. Reportagem: Rodrigo Viga. Pesquisa PoderData/Aya mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno da eleição presidencial. O presidente aparece com 46% das intenções de voto, contra 43% do senador, dentro da margem de erro, mantendo o cenário de polarização. O Aeroporto de Congonhas retomou as operações após os fortes ventos que atingiram São Paulo. Ao todo, 30 voos foram cancelados ou tiveram horários alterados em razão das condições climáticas. Reportagem: David de Tarso. O Irã deve receber nas próximas semanas um lote de até 400 lançadores portáteis de mísseis antiaéreos fabricados na China. O acordo busca reforçar as defesas do país após meses de conflito com Estados Unidos e Israel. Reportagem: Luca Bassani. A Rússia realizou um novo bombardeio em larga escala contra a Ucrânia, deixando ao menos oito mortos e 12 feridos. Os ataques atingiram diversas cidades e regiões do país, incluindo Kiev e Lviv. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Segundo a ONU, 90% dos focos vêm da ação humana, confirmando que o combate deve anteceder as chamas; receita para parar a crise envolve satélites no monitoramento, restauração florestal, promoção da consciência e gestão proativa.
Durante este programa da Escola do Amor Responde, Daniel contou aos professores que está em um relacionamento com a esposa há 11 anos e que eles têm quatro filhos. Nos primeiros anos, ele foi infiel, e a esposa descobriu. Segundo o aluno, o casal manteve por causa dos filhos.Desde então, Daniel disse que não traiu mais a esposa. Contudo, ele deu carona a uma garota de programa, apesar de não ter acontecido nada além disso. Após ficar sabendo, a esposa disse que quer se separar e que não o ama mais. Ele perguntou aos professores se ainda há o que fazer para evitar que isso aconteça.Terapia do AmorAinda hoje, ouça o que as pessoas têm a dizer sobre o que aprenderam durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Na sequência, uma aluna que não quis se identificar disse que o marido tem uma boate de programas e que ele está envolvido com uma mulher que trabalha no local há oito meses. Quando ela não está no local, ele volta para casa. Só que quando está na boate, ele não aparece.A aluna disse que tinha muitos defeitos, mas mudou. Mesmo assim, ele insiste em continuar com a amante. Com isso, a aluna vive sozinha, com os filhos e o marido, teoricamente, apenas contribui financeiramente. Ademais, ela disse que ele não aceita a separação. A aluna está deprimida e com a saúde fragilizada.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
O Salmo 17 é um clamor angustiado, de alguém que se sente completamente desamparado, mas que sabe que há alguém que o ouve. É uma oração que retrata a vida de Davi como um todo, e não apenas um momento isolado. Davi era um mestre na arte dos clamores, das orações de súplica. E podemos dividir este salmo em três partes. Primeiro clamor: examina-me. Davi deixa clara sua posição diante de Deus, a sinceridade do seu coração, e clama para que o Senhor o sonde. Ele não se considerava impecável; pelo contrário, não era hipócrita nem vivia uma vida dupla. Deus conhecia o seu coração e o sondava continuamente. Segundo clamor: protege-me. Os versos 7 a 9 revelam mais um exemplo da fragilidade de Davi. Eles mostram que ele não buscava teorias, mas refúgio. Davi reconhecia que necessitava de um Salvador. Terceiro clamor: levanta-te. A oração que começa com “ouve-me” termina com “levanta-te”. É um clamor que amadurece, que reconhece onde está o verdadeiro deleite e a verdadeira riqueza. Davi fixa o olhar naquilo que sabe que o satisfará por toda a eternidade. Sua satisfação final não está na ausência de batalhas, mas em contemplar a face do Deus Eterno. “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.” – 1 João 3:2 __ #SÉRIESALMOS #FAMÍLIADOSQUECREEM Visite nosso site: https://fdqc.org Contribua financeiramente: https://fdqc.org/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (29): O advogado de Jair Bolsonaro (PL), João Henrique de Freitas, disse na terça-feira (28) não ter sido do ex-presidente a decisão da exibição de um vídeo feito com inteligência artificial na Convenção Nacional do Partido Liberal (PL). No evento que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. Também na terça-feira (28), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 48 horas para a defesa explicar se houve permissão de Bolsonaro. Reportagem: Paulo Edson Fiori. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, lamentou as falas do presidente da Argentina, Javier Milei, durante a Convenção Nacional do PL em São Paulo. Alckmin também afirmou que pretende dobrar o comércio com a Coreia do Sul como um caminho para driblar o tarifaço. O porta-voz da Casa Rosada emitiu uma declaração minimizando o desconforto entre Milei e Lula (PT), afirmando que a troca de insultos entre os governos do Brasil e da Argentina sempre existiu e que a Argentina nunca levou o fato para o campo diplomático. Em encontro com o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Lula afirmou que não quer “transformar a situação em uma coisa maior do que é ou dar uma importância maior à Milei do que ele tem”. Reportagem: André Anelli. A Federação PSDB - Cidadania lançou Soninha Francine para o Senado por São Paulo. A legenda pleiteou uma candidatura ao Palácio dos Bandeirantes, mas reconheceu a dificuldade de enfrentar os extremos. Outros 95 nomes devem ser lançados como pré-candidatos à deputados estaduais. A Ucrânia advertiu o Irã para não retaliar um ataque feito à um navio persa no Mar Cáspio. O navio iraniano levava armamentos para Rússia, que abasteceriam o front contra cidades ucranianas. Teerã pediu ressarcimentos pelas perdas, enquanto Moscou classificou o ato como terrorismo. O Irã coopera com a Rússia vendendo equipamentos e drones em troca de informações de inteligência militar russa contra os EUA. Segundo o mais recente levantamento da Paraná Pesquisas, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) têm chances de vencer ainda no primeiro turno, onde lidera com 48,5%. O mesmo cenário mostra Fernando Haddad (PT) com 35%. Em um cenário de segundo turno, Tarcísio tem 51,8 % e Haddad com 38,5%. A mais recente pesquisa eleitoral para a Presidência da República realizada pelo instituto AtlasIntel em parceria com a Bloomberg mostra o presidente Lula (PT) liderando no primeiro turno com 44,9%, à frente de Flávio Bolsonaro (PL), com 35,8% e Renan Santos (Missão) com 7,8%. Já no segundo turno, o petista venceria o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com 49,2% contra 42,9%. As Forças de Defesa de Israel confirmaram um ataque de drone realizado pelo Hezbollah na zona neutra entre os dois países. Atualmente está em vigor um cessar-fogo, entretanto, o Hezbollah atua de forma independente do Líbano, podendo re-aquecer as tensões na região. O Republicanos deve deixar para bater o martelo sobre o apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República para a véspera de sua convenção. A tendência do partido é optar pela neutralidade, mesmo com Daniella Marques (Republicanos) sendo um dos nomes cotados para a Vice-Presidência. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Logo no início do programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso compartilharam um estudo que apresenta uma possível desculpa para homens que cometem erros. Segundo o estudo, os homens tendem a reconhecer menos os próprios erros devido à ação dos hormônios masculinos. A pesquisa analisou 243 homens, na Califórnia, e chegou a essa conclusão. Na oportunidade, os professores compartilharam os dados do artigo e promoveram um debate sobre o tema.Não aguenta maisEm outro momento, Maiara contou que está casada há dois anos e que, desde então, o marido tem se mostrado preguiçoso em relação ao trabalho. Ela afirmou que tem sustentado a casa sozinha, além de cuidar de todas as responsabilidades, incluindo os afazeres domésticos e os cuidados com a filha pequena. Além disso, ele não reconhece os esforços dela e tem o costume de expô-la diante dos familiares. A aluna também relatou outros problemas e disse que não aguenta mais essa situação, apesar de amá-lo.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (28): O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques, foi sorteado relator da ação da Federação Brasil da Esperança contra o PL e o senador Flávio Bolsonaro. A representação questiona a exibição, durante a convenção do partido, de um vídeo produzido com inteligência artificial que simula um pronunciamento de Jair Bolsonaro, sob alegação de propaganda eleitoral antecipada e uso irregular da tecnologia. Reportagem: Janaína Camelo. A convenção estadual do PL em Minas Gerais terminou sem definir um candidato ao governo estadual, deixando a decisão em aberto para a Executiva do partido enquanto aguarda uma posição do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). O encontro, realizado em Belo Horizonte, também homologou a candidatura de Domingos Sávio ao Senado e priorizou acertos de palanque e chapas proporcionais. Reportagem: André Santos. O governo federal e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) definiram uma estratégia conjunta focada na criação da sétima missão da Nova Indústria Brasil (NIB), com foco na internacionalização das cadeias produtivas. O plano foi alinhado em reunião entre o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e o presidente da CNI, Ricardo Alban. Reportagem: Thaís Sprovieri. Brasil e Coreia do Sul assinaram cinco memorandos de cooperação durante cerimônia no Palácio da Alvorada, com a presença dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Lee Jae-myung. Os acordos abrangem áreas como educação, energia, tecnologia industrial, atividades espaciais e esportes. Segundo o governo brasileiro, a iniciativa fortalece a cooperação bilateral e abre caminho para futuros acordos formais. Reportagem: André Anelli. O conflito entre Irã e Estados Unidos entrou em um momento de trégua, mas a tensão continua elevada no Oriente Médio. Teerã afirmou que não há negociações em andamento com Washington e que qualquer nova ofensiva americana será respondida. Reportagem: Luca Bassani. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terá reuniões separadas com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. Os encontros abordarão propostas de cessar-fogo na guerra entre Ucrânia e Rússia, além dos conflitos no Oriente Médio, incluindo a situação em Gaza e a presença militar israelense na região. Reportagem: Eliseu Caetano. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) deve prestar depoimento à Polícia Federal nesta terça-feira (28) para prestar esclarecimentos no inquérito sobre calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O depoimento foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a pedido da defesa do candidato. Na decisão, Moraes afirmou que foi dada oportunidade à defesa do senador para indicar data e horário para ser ouvido. Como não houve resposta, a oitiva foi marcada para às 14h desta terça-feira (28). Reportagem: Marco Viana. O presidente da Argentina, Javier Milei, compartilhou uma série de publicações com críticas ao presidente Lula nas redes sociais, na tarde desta segunda-feira (27). Os conteúdos foram publicados por apoiadores e repostados por ele no X. Em quatro horas, Milei republicou cinco posts com críticas a Lula. As publicações foram compartilhadas em meio à crise diplomática entre os dois países, iniciada após ataques do argentino a Lula na convenção do PL, no sábado (25). Reportagem: Marco Viana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta terça-feira (28): Um vídeo que circula nas redes sociais mostra criminosos utilizando uma charrete durante um assalto em Ferraz de Vasconcelos (SP). O caso bizarro chama a atenção para algo sério: os bandidos perderam a vergonha. O Anuário da Segurança Pública de 2026 indica que o Brasil pode atingir 1 milhão de pessoas presas em 2027 e abre o debate sobre a superpopulação carcerária e redução da maioridade penal. O cálculo é que houve um aumento de 160% da população carcerária nas últimas décadas. Um vídeo gerado por inteligência artificial do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgado na Convenção do Partido Liberal tem gerado polêmica. Javier Milei, presidente da Argentina, compartilhou uma série de postagens nas redes sociais contra o presidente Lula (PT). O atrito entre os mandatários começou após falas agressivas de Milei na convenção do PL, em que chamou o presidente brasileiro de presidiário. Questionado, Lula respondeu “quem é esse cara?”. A filha do ex-ditador Alberto Fujimori, assumirá a presidência do Peru na tarde desta terça-feira (28), com presença do presidente argentino Javier Milei. Keiko venceu as eleições presidenciais do país após três tentativas. O Tribunal Superior Eleitoral irá reunir diplomatas para defender e explicar o funcionamento das urnas eletrônicas, após o senador pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) pôr em dúvida o processo eleitoral através de urnas eletrônicas também em uma reunião com diplomatas. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), teria repostado por engano uma imagem de Lula (PT) com o presidente da Coreia do Sul, em visita do líder asiátio á Brasília. Um terremoto de 7,1 graus na escala Richter atingiu o Japão nesta terça-feira (28). Segundo o governo japonês, foram registrados alguns casos de edifícios que caíram e até mesmo vítimas que se feriram, mas até o momento, maiores estragos não foram registrados. O país possui estrutura para lidar com esse tipo de evento sísmico. Donald Trump cumpre agenda com Vlodomir Zelensky e Benjamin Netanyahu sobre rumos das guerras da Ucrânia e no Oriente Médio. O americano também é notícia por tentar passar uma lei para restringir a votação por correio nas eleições do país. O ator Juliano Cazarré reuniu 600 homens em um evento sobre masculinidade, espiritualidade, empreendedorismo e desenvolvimento pessoal. Intitulado “O Farol e a Forja”, o evento contou com palestras e dinâmicas sobre o papel do homem na sociedade, com ingressos entre R$ 600 e R$ 6.000. O Supremo Tribunal de Justiça negou o recurso da defesa do ex-jogador Robinho para levar seu caso a julgamento no STF. O pedido da defesa se baseia no fato de que quem condenou o ex-jogador por abuso sexual foi a Justiça italiana, com o STJ apenas determinando o cumprimento da pena no Brasil. A Justiça do Trabalho de Minas Gerais anulou a demissão por justa causa de um operário de uma indústria de alimentos em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O homem havia sido dispensado após atrasar quatro minutos para bater o ponto, por conta da distância entre seu posto de trabalho e o relógio de ponto. Um professor divulgou nas redes sociais que plantou uma “armadilha” para descobrir quais alunos utilizavam inteligência artificial para fazer uma prova, resultando na reprovação de 32 dos seus 35 alunos. O professor explicou que inseriu um comando “invisível” de que a palavra “madagascar” teria que aparecer fora de contexto nas redações, e quando os alunos copiavam o texto para jogar na IA, o comando ia junto, revelando os trapaceiros. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Valentín Bote, director de Randstad Research, analiza el dato de paro del mes de julio. La Encuesta de Población Activa (EPA) refleja que, durante el segundo trimestre, el paro descendió en 213.300 personas (-7,87%) respecto al trimestre anterior, situando el total de desempleados en 2.495.300. Al mismo tiempo, la ocupación aumentó en 486.000 personas hasta alcanzar los 22.779.000 trabajadores, un nuevo máximo histórico. “No ha sido ni de lejos un segundo trimestre espectacular”, afirma el invitado. Además destaca que “el año pasado, sin ir más lejos, se creó más empleo” y que “esto desacelera el ritmo al que está creciendo el empleo en el último año”. El desempleo retrocedió este trimestre en todos los sectores. Además, del sector hostelería, que siempre da un fuerte impulso a los datos, el director de Randstad Research señala que hay otros “que han impulsado el empleo en el trimestre”, como el de construcción, donde se ha reducido el empleo en 5.400 personas y en el que Valentín Bote ha afirmado que “ha demostrado más intensidad, aunque claro, es una magnitud diferente, ya que “hablamos de 56.000 empleos creados en construcción frente a casi 400.000 en servicio”. El empleo a tiempo parcial ha aumentado en 80.600 personas en este periodo de tiempo. “Se ha creado empleo a un ritmo algo más elevado a tiempo parcial que a tiempo completo”, destaca el invitado. Eso sí, añade que “en el conjunto del año, el empleo a tiempo completo sigue creciendo, según nos indica la EPA, a un ritmo superior al tiempo parcial”. Sobre la tasa de paro, concluye que “estamos en el país con tasas de paro más altas de la Unión Europea, que prácticamente doblamos la media europea y no podemos sentirnos cómodos con una tasa de paro y minúsculamente inferior al 10%”.
Arranque de "La Casa de los Famosos". Segundo embarazo de Carlos Rivera. Conflicto legal de Niurka. Boda de Alex Lora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Análise pós-jogo da partida entre São Bernardo x Ceará, válida pela 20º rodada da Série B do Campeonato Brasileiro 2026. Vem com a turma! Em um jogo digno de Copa do Mundo, o Ceará leva 3, mas faz 4 e reencontra o caminho da vitória na Série B. O roteiro foi dos mais malucos e […]
Segundo especial informativo por los incendios en la Comunidad de Madrid y en Ávila, así como La Vall d'Uixó. El Gobierno cifra ya en 172.000 las hectáreas quemadas en España este verano. En Hora 25, con Pablo Tallón, nos acercamos a todo lo que está sucediendo en primera línea de fuego con el periodista Javier Ruiz Martínez y contamos con testimonios de personas desalojadas, en pabellones y confinadas en casa; desgranamos cómo se debe actuar en el apartado psicológico; hablamos con diferentes profesionales que explican cómo actuar para paliar estos desastres; contamos con voluntarios desplazados hasta las zonas afectadas.
Evangelho
Segundo neurocientista, a discordância ativa sistemas cerebrais voltados para detectar conflitos e manter a coerência interna.
Segundo denúncias, jornalistas estão sendo presos, igrejas fechadas e padres e freiras perseguidos. Afinal, o que vem acontecendo na Nicarágua? Tentamos entender esta questão neste documentário da Brasil Paralelo, que apresenta a história de um povo que hoje afirma ser vítima do governo do seu próprio país. Relatos e testemunhos pessoais de nicaraguenses exilados costuram uma história de luta pela liberdade e dignidade de uma nação.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (25): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o aumento dos investimentos em Defesa e o fortalecimento das Forças Armadas durante visita à Avibras, em Jacareí (SP). Segundo o presidente, o cenário internacional exige que o Brasil esteja preparado para proteger suas riquezas, recursos naturais e fronteiras, mesmo sendo um país pacífico. Reportagem: André Anelli. A Justiça de São Paulo suspendeu a decisão que autorizava o funcionamento do Uber Moto na capital. Com isso, o serviço permanece proibido, e usuários e motoristas continuam sujeitos à fiscalização e multas. A decisão considerou que a segurança viária deve prevalecer sobre os interesses econômicos. Reportagem: Misael Mainetti. Entrou em vigor a lei que autoriza o porte, a posse e o uso de spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres maiores de 18 anos. A compra exige documentação e o uso será exclusivamente individual. A norma também prevê um programa nacional de capacitação sobre prevenção da violência. Reportagem: Julia Fermino. O cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos perdeu força após novos bombardeios e aumento das tensões no Oriente Médio. Os ataques também envolvem rebeldes Houthis e a Arábia Saudita, ampliando o risco de expansão do conflito. A Jovem Pan entrevista o professor de Relações Internacionais Alexandre Pires, do Ibmec-SP. A pré-campanha de Fernando Haddad definiu o slogan "Desperta SP" para a disputa pelo governo de São Paulo. A campanha afirma que o lema pretende chamar a atenção para problemas que, segundo o grupo, não vêm sendo enfrentados pela atual gestão estadual. Reportagem: João Vitor Revedilho. O procurador-geral do Tribunal Penal Internacional, Karim Khan, foi afastado do cargo após acusações de má-conduta sexual. O advogado britânico nega as acusações e seguirá sendo investigado. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Pesquisa Datafolha mostra que Flávio Bolsonaro e o presidente Lula lideram os índices de rejeição para a disputa presidencial, com 48% e 46%, respectivamente. Os percentuais permaneceram estáveis em relação ao levantamento anterior, enquanto os demais pré-candidatos registram índices menores de rejeição. Empresários brasileiros buscam alternativas para reduzir os impactos da tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Entre as estratégias estão ampliar o lobby político, fortalecer parcerias com empresas americanas e diversificar mercados. A Jovem Pan entrevista Tatiana Ribeiro, diretora do Movimento Brasil Competitivo (MBC). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em tom de brincadeira que pretende disputar um novo mandato presidencial. A declaração foi feita durante jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Neste programa, Maria, de 21 anos, disse que está gostando de um rapaz também da mesma idade. Acontece que os dois moram longe um do outro. Ele afirma que gosta dela, mas não lhe dá uma chance porque tem medo de sofrer, de o relacionamento esfriar, de ser traído e porque acredita que ainda não a conhece direito. Os dois se falam por telefone quase todas as noites. Ela perguntou se deve esperar o tempo dele ou desistir.Pergunta polêmicaEm seguida, outro aluno compartilhou que foi casado por nove anos, mas o relacionamento acabou após uma traição cometida por ele. Ele contou que, de forma equivocada, mesmo sendo casado, mantinha amizade com outras mulheres e acabou se apaixonando por uma delas, chegando a beijá-la. No mesmo dia, confessou o ocorrido à esposa, aos pastores da igreja, aos familiares e até ao pai da amiga envolvida. No entanto, a esposa não teve estrutura para prosseguir com o casamento.O aluno disse que, nesse ínterim, não deu as garantias de que, talvez, a companheira precisava e, por isso, eles se divorciaram. Segundo ele, tudo isso aconteceu há um ano e, atualmente, a ex-esposa já está namorando outra pessoa.Depois disso, o aluno lutou para se reconstruir, reconheceu que ainda não havia se entregado verdadeiramente a Deus e passou a buscá-Lo de forma sincera. Com o tempo, percebeu que seus sentimentos pela amiga eram reais. Os dois começaram a namorar depois que ela se batizou, mas o relacionamento ainda não é bem visto pelas outras pessoas.Ademais, o aluno pontuou outros detalhes e perguntou se eles realmente estão errados, mesmo estando em paz coma própria consciência e mesmo com as pessoas diretamente atingidas tendo seguido suas vidas.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
¡QUE RUEDE LA PELOTA! ⚽Regresa el Fútbol Colombiano! Este fin de semana inicia el Torneo Clausura.
¡Qué temporada tan top tuvimos en Noche de Chicxs! Todos los episodios estuvieron increíbles e inolvidables, y no podía cerrar de mejor manera que con nuestros queridos y admirados Aislinn Derbez y Mauricio Ochmann para echar una buena sesión de chisme suave y sensual en el podcast más chismoso del internet.
Uma aluna prestes a se casar, porém, está enfrentando situações que a têm deixado confusa em relação a esse passo. O namorado mentiu para ela ao omitir que havia passado o dia em uma festa com piscina, amigos de trabalho e muita bebida. Quando ela descobriu a mentira, ele explicou que não poderia levá-la. Essa atitude, somada a outras situações, abalou profundamente a confiança que a aluna depositava nele.Ela disse que não sabe mais se quer casar nem se conseguirá voltar a confiar nele. Ele afirma que, depois do casamento, tudo será diferente e que mudará de comportamento. Além disso, demonstrou arrependimento pela atitude. Mesmo assim, a aluna não sabe o que fazer.Quer se acertarEm seguida, outra aluna, Natália, de 19 anos, compartilhou que está noiva e grávida de oito meses. Segundo ela, o bebê fortaleceu ainda mais o relacionamento do casal. Porém, os amigos dele começaram a chamá-lo para sair. No início, isso acontecia apenas uma vez, mas, depois, os convites passaram a ser todos os finais de semana.A aluna comentou que ele está com problemas na família e, por isso, sai para se distrair. Contudo, ele não a leva para nenhum lugar, pois, por causa da gravidez, ela se cansa rapidamente. Recentemente, os dois discutiram e acabaram terminando. Ela contou que está na reta final da gestação e gostaria de tê-lo ao seu lado. Por isso, a aluna perguntou como agir para que os dois possam se acertar.Ainda neste programa, Viviane, de 37 anos, disse que está em um relacionamento há dois anos e meio, mas a convivência é muito conturbada. Ele mora no litoral de São Paulo, enquanto ela vive na capital. Os dois já tentaram morar juntos três vezes, mas nunca deu certo. Segundo Viviane, ele sempre tem crises e diz que não está preparado para o casamento. Além disso, eles já terminaram cerca de vinte vezes. A aluna sempre promete não voltar mais, mas acaba aceitando as promessas dele.Viviane disse ainda que ele mente e já a traiu várias vezes. Ela afirmou que gostaria de pôr fim a esse relacionamento, mas não consegue. A aluna compartilhou outros pontos da história e pediu orientação sobre o que fazer.Terapia do AmorConheça os testemunhos de pessoas que participam da Terapia do Amor e descubra o que elas têm a dizer sobre as palestras. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (23): O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, afirmou que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, poderia vencer o presidente Lula em uma disputa pela Presidência. Pereira aponta estudos para justificar a avaliação e indica que Tarcísio seria sua preferência para a disputa à Presidência. Reportagem: Caio César. O PT protocolou no Tribunal Superior Eleitoral uma representação contra o senador Flávio Bolsonaro por declarações que colocam em dúvida a segurança das urnas eletrônicas. A ação também cita Eduardo Bolsonaro e o deputado Gustavo Gayer, acusando-os de disseminar desinformação sobre o sistema eleitoral. O partido fundamenta o pedido em um documento da CIA sobre o sistema de votação venezuelano, que, segundo o PT, foi utilizado de forma indevida pelos parlamentares. Reportagem: Beatriz Souza. As tarifas de 25% recentemente anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil têm levado empresas brasileiras a buscar alternativas ao mercado americano. Uma estimativa recente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicou que cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA devem ser afetadas pelo novo tarifaço, o equivalente a US$ 7,4 bilhões (R$ 37,7 bilhões). Para representantes de diferentes setores da economia, porém, diversificar mercados leva tempo, exige investimentos e não evita os impactos imediatos sobre exportações, empregos e faturamento. Thulio Nassa comentou. Reportagem: Pedro Tritto. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu que o Brasil mantenha as negociações com os Estados Unidos para reduzir os impactos do tarifaço, descartando medidas de reciprocidade. Segundo ele, o governo paulista estuda repetir ações adotadas no ano passado, como a liberação antecipada de crédito emergencial, enquanto acompanha as medidas que serão anunciadas pelo governo federal. Reportagem: João Vitor Revedilho. O escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro emitiu duas notas fiscais de R$ 500 mil para a Copenhagen Assessoria e Consultoria, mas ambas foram canceladas no mesmo dia. Flávio afirmou que não prestou serviços à empresa nem recebeu qualquer pagamento, dizendo que apenas negociou uma possível contratação. Segundo o senador, os serviços efetivamente realizados foram para outra empresa e ocorreram de forma legal. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa do PoderData mostra que 45% dos entrevistados consideram correta a decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender temporariamente as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto 42% a classificam como errada. Entre os eleitores que aprovam o governo Lula, predomina o apoio à medida. Já entre os que desaprovam o presidente, a maioria considera a decisão do STF equivocada. As declarações do pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, sobre urnas eletrônicas foram criticadas por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles classificaram as falas do senador do PL de “graves” e “absurdas” ao levantar suspeitas de que as urnas eletrônicas do Brasil têm a mesma origem das usadas na Venezuela e citadas em relatório da CIA num esquema de fraudes. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Câmara dos EUA aprovou nesta quarta-feira (22) uma proposta orçamentária de US$ 480 bilhões apoiada apenas pelos republicanos, o partido do presidente Donald Trump. O texto vai agora para o Senado, onde não há garantia de que vá passar. A manobra é uma tentativa, com pouca probabilidade de sucesso, para financiar a guerra contra o Irã e outras prioridades da Casa Branca, apesar das objeções de democratas e de alguns republicanos dissidentes. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Integração da tecnologia na indústria, agricultura e serviços promete aumentar a produtividade de setores críticos africanos; estudo destaca que, para desbloquear o potencial da IA, nações devem garantir a utilização ampla e segura das tecnologias emergentes.
O que começou como uma ferramenta de pagamento se tornou motivo de orgulho nacional. Em poucos anos, o PIX se consolidou como o principal método de pagamento na maior economia da América Latina. Mas, nesse processo, acabou entrando em conflito com poderosos interesses dos Estados Unidos.O Pix, sistema brasileiro de pagamentos instantâneos e gratuito, criado pelo Banco Central, tornou-se a principal forma de pagamentos na maior economia da América Latina, exigindo apenas um telefone.Segundo o Banco Central, o Pix responde por 54% de todas as transações de pagamento no Brasil, com milhões de transferências diárias.Mas desde o início do governo Trump, os Estados Unidos argumentam que o Pix configura ‘concorrência desleal' e prejudica as empresas de cartão de crédito americanas.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
O corpo de duas crianças foi encontrada esquartejado em Novo Hamburgo (RS) em 2017. Depois de meses sem qualquer avanço na investigação, bastaram dez dias à frente do caso para que o delegado Moacir Fermino afirmasse ter a solução para o crime misterioso. Segundo ele, as crianças teriam sido vítimas de um ritual satânico conduzido por Silvio Fernandes Rodrigues, fundador do Templo de Lúcifer, em Gravataí (RS). A prova que o delegado tinha? Uma revelação divina.-Cuide bem de quem você ama com a Guardiões de Vidas. Receba 10% de desconto no primeiro mês de atendimento com o cupom CAFÉ COM CRIME: www.guardioesdevidas.com.br -Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: https://umapenca.com/cafecomcrime/ -Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 05 de agosto de 2026.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteirização por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoPesquisa e roteiro for Ana Paula Almeida
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (21):Há poucos dias da convenção do Partido Liberal (PL), marcada para sábado (25), Flávio Bolsonaro (PL) é evitado por partidos do Centrão, como o União Brasil-PP e Republicanos. As críticas envolvem a articulação política e a demora para anunciar um nome para o cargo de vice. Para o apresentador do Os Pingos Nos Is, André Marsiglia, o Centrão é peça chave para quem almeja vencer as eleições e cada hesitação da direita é um “gol para a esquerda”. Na visão dele, chegou a hora da candidatura de Flávio mostrar do que é capaz: organizar as bases, pacificar divergências, concluir alianças e apresentar uma chapa competitiva. O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que o vice da chapa de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições deste ano será escolhido por Jair Bolsonaro. A fala foi dada durante entrevista nesta terça-feira (21). A Polícia Federal (PF) concluiu o processo administrativo disciplinar e recomendou a demissão de Eduardo Bolsonaro (PL) do cargo de escrivão da corporação. O pedido teve como fundamento a caracterização de abandono de cargo, após o descumprimento dos deveres funcionais e ausências não justificadas. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) usou as redes sociais para criticar o “green card" concedido a Eduardo Bolsonaro (PL) pelo governo de Donald Trump. Caiado afirmou que o benefício não deveria ser usado para turismo, mas sim pelo produtor brasileiro . Eduardo rebateu e disse e ironizou o silêncio Caiado sobre a situação dos “fazendeiros condenados no golpe da Disney” , falando sobre os presos do 8 de Janeiro. A equipe da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL), chefiada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para denunciar uma rede coordenada com cerca de 20 mil perfis falsos nas redes sociais. Segundo a representação, essas contas estariam executando ataques orquestrados e disparando conteúdos negativos para prejudicar a imagem do pré-candidato. Levantamentos recentes sobre a corrida eleitoral mostram que o senador Flávio Bolsonaro (PL) apresenta métricas e recortes de desempenho comparativamente mais competitivos contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que o histórico registrado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Flávio pontua 42% enquanto Jair marcava 37% em 2022. A pesquisa da Real Time/Big Data, divulgada nesta terça-feira (21) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno. O atual chefe do Executivo aparece com 45%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem 42%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desafiou o secretário secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, a apoiar Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais deste ano. Lula garantiu que a base governista irá "derrotar todos" em defesa da soberania e da democracia brasileira. A Polícia Federal (PF) intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA) para prestar depoimento, no dia 7 de agosto, no inquérito que investiga supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. O petista passou a ser investigado após se tornar alvo de uma operação da PF realizada em 18 de junho. De acordo com os investigadores, há suspeitas de que Wagner tenha sido beneficiado de forma indevida em negociações relacionadas ao banco. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento das investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito da "Abin paralela". A decisão atendeu a um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou que as condutas apuradas já foram consideradas e integradas ao processo do plano golpista. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
¿Quién no es fan de los chismes de bodas y de wedding planners? ¡Pues este episodio les va a encantar, porque nos visita nuestra querida Ily Veri al foro de Noche de Chicxs! Démosle una cálida bienvenida al podcast más chismoso del internet.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (22): O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro afirmou, durante um evento em Brasília, que urnas eletrônicas brasileiras teriam origem na empresa venezuelana Smartmatic. A informação é falsa e já foi desmentida pelo Tribunal Superior Eleitoral, que esclareceu que a empresa nunca forneceu urnas ao Brasil. Flávio disse não questionar o processo eleitoral e defendeu a presença de observadores internacionais nas eleições. Reportagem: Misael Mainetti. A mudança no perfil etário do eleitorado brasileiro pode influenciar as estratégias e o rumo das campanhas nas eleições de 2026. O número de eleitores menores de idade caiu em relação a 2022, enquanto a quantidade de idosos aumentou. A transformação na faixa etária dos brasileiros aptos a votar pode levar os candidatos a adaptar suas campanhas e propostas para diferentes públicos. Reportagem: Julia Fermino. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro rebateu críticas do pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado sobre seu green card concedido pelos Estados Unidos. Caiado afirmou que o benefício deveria favorecer produtores rurais brasileiros, enquanto Eduardo respondeu com ironia e cobrou posicionamentos do ex-governador sobre os condenados pelos atos de 8 de janeiro. O ex-deputado também criticou a relação de Caiado com ministros do STF. Reportagem: Thaís Sprovieri. O novo tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil entra em vigor a partir das 1h01 de Brasília desta quarta-feira (22). A medida foi oficializada em documento publicado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) na virada de quinta (16) para sexta-feira (17). A nova tarifa de 25% sobre determinados produtos brasileiros é resultado de uma investigação do órgão iniciada após o anúncio do primeiro tarifaço de 50% contra o Brasil, em julho de 2025. Diante da entrada em vigor da medida, o governo brasileiro realiza novas reuniões com os setores mais afetados. Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal concluiu o processo administrativo contra Eduardo Bolsonaro por abandono do cargo e recomendou sua demissão. O relatório foi encaminhado ao ministro da Justiça, que decidirá sobre a aplicação da medida. Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e afirma que não retornará ao Brasil enquanto persistir o que considera perseguição do STF. Reportagem: Bruno Pinheiro. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro classificou como "desnecessário" o vídeo em que Michelle Bolsonaro expõe uma briga com o senador Flávio Bolsonaro. Em entrevista, afirmou que a divulgação demonstra imaturidade e evitou aprofundar o tema para não gerar novas polêmicas. Eduardo também disse que decisões envolvendo a família devem passar por Jair Bolsonaro e ser respeitadas por todos. Reportagem: Bruno Pinheiro. Após reuniões com setores afetados pela tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o vice-presidente Geraldo Alckmin descartou qualquer retaliação ao governo americano. Segundo ele, a Lei da Reciprocidade Econômica será aplicada de forma gradual e no momento adequado. Alckmin defendeu o diálogo e afirmou que o objetivo é corrigir o que considera uma injustiça contra o Brasil. Reportagem: Marco Viana. Pesquisa do Instituto Gerp divulgada nesta quarta-feira (22) aponta que o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno. O atual chefe do Executivo aparece com 45%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro tem 46%. O instituto responsável pelo levantamento informou que a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Primero: volvimos. Segundo: nosotros. Es así… mejor eso que no jugar, o no? Es el día, amigo - Lunes 20 de Julio, 2026
O senador Esperidião Amin criticou, em entrevista a O Antagonista, um novo decreto baixado pelo presidente da República.Segundo o parlamentar, a norma extrapola limites constitucionais e cria mecanismos indiretos de restrição à liberdade de expressão.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #EsperidiaoAmin #DecretoPresidencial #LiberdadeDeExpressao #PoliticaBrasil #SenadoFederal #NoticiasHoje #DebatePolitico #Democracia #PodcastBrasil #AudioCast #AltaNoYoutube #Internet #AnalisePolitica #Direitos #Opiniao
O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe