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Donald Trump prepara-se para lançar uma nova vaga de tarifas sobre dezenas de países, depois de o Supremo Tribunal dos Estados Unidos ter travado as taxas recíprocas anunciadas em 2025. Segundo o Financial Times, as novas tarifas podem variar entre 10% e 12,5% e ser apresentadas ainda esta semanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Compartimos con figuras conocidas y anónimas la alegría de haber ganado el Mundial de fútbol de 2026. Conocemos cómo se vivió en Gaza la final del mundial y cómo está la situación en la zona de la mano de Atta Alakhras, un gazatí que residió y trabajó en Madrid durante 18 años. Comentamos las actualizaciones del incendio en Guadalajara y hablamos con alguno de sus vecinos. Invitamos a Alejandro Quiroga, profesor, investigador y director del Máster sobre Nacionalismo e Identidades Nacionales de la Universidad Complutense de Madrid, para hablar sobre la relación entre los eventos deportivos y la política.
Espanha conquistou o bicampeonato mundial de futebol ao vencer a Argentina por 1 a 0, em final marcada pelo domínio espanhol durante toda a partida. A derrota argentina também deve marcar a despedida do craque Lionel Messi de Copas doMundo. E ainda:- Reino Unido entra em nova fase política com a posse do novo primeiro-ministro Andy Burnham. A cerimônia de transição acontece em um encontro com o rei Charles III, no Palácio de Buckingham- Nona noite consecutiva de ataques dos Estados Unidos contra o Irã, em meio ao colapso do cessar-fogo provisório assinado em 17 de junho. Mídia estatal iraniana relataexplosões em várias regiões e acusa os Estados Unidos de atingirem a área de uma usina nuclear em construção Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Segundo tramo del programa de este lunes 20 de julio.
O Aos Fatos desta segunda-feira (20) destaca as críticas da vereadora Aladilce Souza à mudança na escala de trabalho dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Salvador. Segundo a parlamentar, a substituição do regime de plantão de 24 horas por uma jornada de 12 horas ocorreu de forma "abrupta" e sem diálogo com a categoria.
“... todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe"”
O Brasil avalia usar a Lei da Reciprocidade Econômica como resposta ao aumento de tarifas imposto pelos Estados Unidos. Segundo o economista Daniel Arruda, o país pode aplicar tarifas a setores estratégicos americanos, recorrer à Organização Mundial do Comércio e revisar benefícios comerciais. Ele alerta, porém, que uma guerra comercial tende a elevar preços, reduzir empregos e prejudicar todos os envolvidos.
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o adicional da Cofins-Importação deve ser cobrado mesmo quando a alíquota ordinária da contribuição é reduzida a zero para determinados produtos químicos, farmacêuticos e itens destinados ao uso em hospitais, clínicas e consultórios médicos e odontológicos. A definição ocorreu no julgamento do Tema 1.380, sob o rito dos recursos repetitivos, e passa a orientar todos os processos semelhantes sobre o assunto. A decisão da Primeira Seção uniformiza o entendimento do tribunal, já que as turmas de direito público vinham adotando posições diferentes. A controvérsia era saber se o adicional poderia ser exigido quando a alíquota principal da Cofins-Importação estivesse zerada por força de decreto. Enquanto a Primeira Turma entendia que a cobrança não era possível, a Segunda Turma defendia que seriam alíquotas diferentes e, portanto, seria possível a incidência do adicional.O relator, ministro Gurgel de Faria concluiu que o adicional previsto na Lei 10.865/2004 é um acréscimo autônomo, com base de cálculo própria e incidência independente da alíquota ordinária. Segundo ele, a legislação é clara ao instituir a cobrança e ampliar o benefício da alíquota zero por meio de interpretação violaria o Código Tributário Nacional, que restringe a ampliação de benefícios fiscais sem previsão legal.O ministro também destacou que o Supremo Tribunal Federal já reconheceu a constitucionalidade do adicional da Cofins-Importação e afirmou que ele não depende da alíquota principal para ser exigido. Com a decisão, prevalece o entendimento de que o adicional continua devido mesmo quando a alíquota ordinária é reduzida a zero, garantindo a uniformização da jurisprudência e maior segurança jurídica para os casos semelhantes em todo o país.
(Segundo tramo)
Nesta edição do "Questões de Família", o comentarista José Eduardo Coelho Dias esclarece se a guarda compartilhada é permitida mesmo quando os pais moram em cidades ou estados diferentes.Segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ), a distância geográfica não impede o regime compartilhado. A Justiça entende que o modelo não exige a divisão da rotina física da criança em duas casas, mas sim a igualdade nas decisões e responsabilidades sobre a vida dos filhos. Como conciliar essa dinâmica no dia a dia? O comentarista explica as regras.
O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe
Neste episódio, Ricardo reflete sobre como muitos gerentes de projetos deixaram de gerenciar projetos para apenas reagir a urgências. A rotina é consumida por reuniões, mensagens, e-mails e problemas imediatos, gerando a sensação de muito trabalho, mas pouco progresso real. Segundo ele, gerenciar projetos significa reduzir incertezas, enquanto gerenciar ansiedade significa apenas reagir ao caos. A inteligência artificial acelerou tarefas operacionais, mas também aumentou a expectativa por respostas instantâneas, intensificando a ansiedade nas organizações. Nesse contexto, o papel do gerente de projetos torna-se ainda mais importante: estabelecer prioridades, proteger a equipe de falsas urgências, criar previsibilidade, tomar decisões e transmitir confiança. Escute o podcast para saber mais!
Neste programa, Nuno Rogeiro olha para a demografia da Europa e reconhece o seu envelhecimento. Para Portugal, traz uma solução, “traçar um desígnio: garantir o regresso dos portugueses no estrangeiro à diáspora". Segundo o comentador, esta será uma forma de sairmos da "armadilha diabólica” que é a imigração atual ou, como descreve, "a nova escravatura". Mas este não é o único conselho que deixa a país, traz ao programa o caso de um incêndio na Noruega e coloca a catástrofe que destruiu centenas de casas em perspetiva: “Se isto acontece neste país tão organizado, como será em Portugal agora que agosto se aproxima?”, deixa o aviso. Há ainda tempo para falar sobre o conflito entre os EUA e o Irão que entrou numa “segunda fase”. O comentador olha para o arsenal das duas potências e destaca os aviões Phantom F-4 dentro das bases iranianas. “São do tempo da guerra do Vietname e foram comprados pelo Xá da Pérsia”, explica. Fala sobre as novas peças para a redefinição do Médio Oriente, Síria e Iraque, e nota uma das posições da Chevron: “Os EUA querem transformar o Iraque no país mais moderno de exploração petrolífera de todo o Médio Oriente, segundo a empresa petrolífera”. Ouça aqui o programa em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de julho. See omnystudio.com/listener for privacy information.
“... alguns mestres da Lei e fariseus disseram a Jesus: "Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti."”
O Observatório Feminino debate, no episódio deste domingo (19), um caso que causou grande repercussão no Norte de Minas Gerais. A Polícia Civil investiga se a morte de um menino de 8 anos, em Campo Azul, pode ter relação com a plataforma de jogos on-line Roblox.A criança morava com a mãe, de 41 anos, o padrasto, de 29, e duas irmãs, de 17 e 18 anos. Em depoimento à polícia, a mãe informou que o filho era introspectivo, enfrentava dificuldades disciplinares na escola e passava longos períodos isolado utilizando o celular para jogar Roblox, onde mantinha contato com pessoas desconhecidas. Segundo ela, familiares acreditam que o menino possa ter sido influenciado por um desafio divulgado na plataforma. As circunstâncias do caso seguem sob investigação.O programa também aborda a decisão da Copa do Mundo. Embora a Seleção Brasileira tenha sido eliminada da competição, a final mobiliza torcedores em todo o planeta. Mais do que uma disputa esportiva, o confronto decisivo desperta emoções intensas, reúne famílias e amigos e altera a rotina de milhões de pessoas.Por que o futebol exerce tamanho impacto sobre o comportamento humano? O que explica sentimentos como euforia, ansiedade, frustração e as mudanças no humor e nas relações provocadas por uma partida decisiva? Essas são algumas das questões que estarão em debate na edição de hoje.Além das jornalistas Aline Neves e Fernanda Rodrigues, participam da conversa Fernanda Seabra, terapeuta familiar sistêmica e especialista em Psicogenealogia, e Ana Luiza Pereira, jornalista da Itatiaia.
“O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora.”
Neste programa, Andreia compartilhou que está completando três anos de casamento e que, logo no início da relação, descobriu uma mentira do companheiro. Segundo ela, ele estava se aproveitando dela e da casa onde moravam, pois, na verdade, pretendia reatar com a ex-mulher, com quem tem uma filha de nove anos. No entanto, a ex-companheira não queria mais voltar com ele e, por isso, ele teria feito todo um teatro. Andreia só descobriu a situação porque a própria ex revelou a verdade.Além disso, a aluna contou que ele adicionou a ex no WhatsApp com a justificativa de que precisava conversar com a filha, mas ela não acreditou, pois acredita que existem outras formas de manter esse contato. Por conta disso, os dois têm enfrentado muitas discussões. Andreia deseja que ele deixe a casa dela, mas ele não aceita. Diante da situação, ela perguntou aos professores como deveria proceder.Na sequência, outra aluna relatou que está em um relacionamento e mora na casa dos sogros. Ela contou que conversou com o parceiro sobre oficializar a união, mas ele afirmou que não deseja se casar neste momento e que só pretende fazer isso quando eles tiverem a própria casa. Porém, segundo ela, os dois ainda nem começaram a construir o imóvel, e ela tem o desejo de se casar. Além disso, ele afirmou que não considera adequado se casar enquanto ainda moram com os pais.Terapia do AmorAinda neste programa, Camila compartilhou que as palestras da Terapia do Amor têm ajudado muito em sua vida. Ela explicou de que forma foi beneficiada pelos ensinamentos e como aprendeu a valorizar a si mesma. Além dela, um outro participante também compartilhou sua experiência.Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (17):Em uma análise contundente, André Marsiglia revelou os bastidores do embate silencioso entre o STF e o governo de Donald Trump. Ao comentar a nota do ministro Edson Fachin sobre as supostas "ordens secretas" da corte, Marsiglia trouxe um testemunho real: como primeiro advogado a atuar no inquérito das fake news, ele denunciou que até hoje não teve acesso a boa parte dos documentos. A escalada da tensão entre Washington e Brasília ganhou novos capítulos com a reação do presidente do STF, Edson Fachin, ao governo americano. O escritório do representante comercial dos Estados Unidos (USTR) apontou que o Brasil emitiu "ordens secretas" para que plataformas digitais americanas retirassem conteúdos do ar, fator político apontado como estopim por trás do recente tarifaço econômico imposto contra o país. O governo Lula recuou da ideia de retaliar imediatamente os Estados Unidos após a imposição do "tarifaço" comercial. Embora o presidente Lula tenha falado em "guerra de narrativas" com Donald Trump, o Ministério da Fazenda confirmou que a aplicação da lei de reciprocidade foi adiada para evitar uma inflação generalizada e demissões em setores que dependem de insumos americanos, como o de máquinas e calçados. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, descartou publicamente qualquer medida de retaliação imediata contra os Estados Unidos após a imposição do tarifaço de 25%. Em uma clara mudança de tom do governo, a equipe econômica afirmou que a palavra "retaliação" está fora do escopo e que qualquer princípio de reciprocidade será avaliado com cautela para proteger a economia interna, evidenciando o recuo de Brasília na disputa contra Donald Trump. Durante transmissão ao vivo ao lado de Daniela Marques, o senador Flávio Bolsonaro apresentou o plano "Brasil por Elas", focado em propostas voltadas para o eleitorado feminino. O pacote inclui promessas de internet e aparelhos celulares sem custo, inteligência artificial e vouchers para creches. A ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, fez um forte alerta sobre o cenário político nacional. Segundo ela, a oposição está unida com o propósito claro de vencer a esquerda no próximo pleito, afirmando que, caso o atual projeto político continue, o país sofrerá um "atraso gigantesco". A Polícia Federal indiciou 48 pessoas no primeiro inquérito sobre os desvios no INSS, motivando a defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a pressionar pelo arquivamento do caso contra ele. No entanto, a PF informou ao ministro do STF, André Mendonça, que o filho do presidente está no "final da fila" das apurações e que o cruzamento de dados sobre sua suposta sociedade oculta com o empresário Antônio Camino Antunes só deve acontecer no ano que vem — coincidentemente, após o término das eleições. O ministro Dias Toffoli é considerado hoje por seus colegas como um magistrado isolado na engrenagem do STF, reflexo do impacto das investigações envolvendo o banco Master. Diante desse distanciamento, o governo Lula enxerga uma brecha para tentar uma reaproximação estratégica, de olho no papel que o ministro desempenha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a manutenção da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar de apontar que houve descumprimento de restrições após a divulgação de uma carta política enviada ao senador Flávio Bolsonaro, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou ao ministro Alexandre de Moraes que o episódio não justifica o retorno ao regime fechado. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Pocas trilogías son buenas, pero aquí tenemos a una GANADORA. ¡Qué emoción nos da recibir por tercera ocasión a nuestro querido Rojstar al foro de Noche de Chicxs para echar unos tremendos chismes y unas tremendas risas! Agárrense, porque se viene un gran episodio.
No 3 em 1 desta sexta-feira (17), o destaque foi que o presidente Lula (PT) pediu cautela com a aplicação da lei de reciprocidade em relação à sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos. O governo ainda avalia a melhor forma de aplicar a medida sem causar impactos na economia nacional. Lula afirmou que vai aguardar alguma declaração direta de Donald Trump para se manifestar sobre o tarifaço. Reportagem: André Anelli. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) se posicionou sobre a decisão dos Estados Unidos de impor o novo tarifaço ao Brasil. Caiado afirmou que a declaração de Marco Rúbio para justificar o tarifaço foi “infeliz” e que ele age como cabo eleitoral de Lula. O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) pediu ao ministério da Fazenda a liberação de R$ 7,25 bilhões para reforçar os recursos do programa Brasil Soberano que tem como objetivo prestar socorro às empresas impactadas pelo tarifaço. Reportagem: André Anelli. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) sobre a suspeita de calúnia contra o presidente Lula (PT). Após diversas tentativas de contato com os advogados de Flávio Bolsonaro, que não obtiveram resposta, Moraes agendou a audiência para a próxima terça-feira (28). Reportagem: Bruno Pinheiro. A guerra entre Estados Unidos e Irã passou por um processo de intensificação após novos ataques dos EUA contra alvos iranianos estratégicos. O principal aliado dos norte-americanos no Oriente Médio, Israel, não participou dos ataques. O vice-presidente americano, J. D. Vance, criticou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o que levanta rumores sobre uma fragilidade na aliança. Reportagem: Luca Bassani. Segundo informações de bastidores, o deputado federal e ex-ministro do Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), aceitou o convite do presidente Lula (PT) para concorrer ao governo do estado de Minas Gerais. A decisão foi selada em uma conversa entre ambos, colocando fim à indefinição no segundo maior colégio eleitoral do país e considerado crucial para a estratégia do PT. Reportagem: Rodrigo Costa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), prorrogou nesta sexta-feira (17) a medida provisória da subvenção do diesel por mais 60 dias. A MP publicada pelo governo federal prevê o subsídio de R$ 1,12 por litro de diesel para os produtores e importadores do combustível. Reportagem: Beatriz Sousa. O governo norte-americano sinalizou que qualquer medida adotada pelo Brasil, seja de retaliação ao tarifaço ou não, como a lei de reciprocidade, pode acarretar em novas medidas econômicas contra o governo brasileiro. Além do tarifaço que entra em vigor em 22 de julho, outra investigação paralela do governo americano pode adicionar mais 12,5% a mais nas tarifas de 25% ao Brasil. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), repudiou a aplicação da sobretaxa americana de 25% aos produtos importados do Brasil. O Supremo Tribunal Federal também afirmou em nota que a Corte não irá ceder às pressões do governo americano, e que respeita a soberania de todas as nações. Reportagem: Beatriz Souza. Após atritos com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) escalou um trio de mulheres composto por sua esposa, Fernanda Bolsonaro, pela deputada federal Simone Marquetto (PP) e pela ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniela Marques. A ideia é que o trio percorra o Brasil divulgando as propostas de governo de Flávio. Reportagem: Juliana Firmino. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (17): O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que as tarifas adicionais de 25% anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros não têm justificativa e foram motivadas por razões políticas. Segundo o chanceler, as investigações conduzidas com base na Seção 301 são procedimentos unilaterais do governo norte-americano e não têm respaldo na realidade. Vieira destacou ainda que, desde março de 2025, o governo brasileiro realizou mais de 30 reuniões presenciais, virtuais e por telefone, em níveis presidencial, ministerial e técnico, com autoridades dos Estados Unidos para tratar do tema. Reportagem: André Anelli. O governo brasileiro deve iniciar um novo processo com base na Lei da Reciprocidade Econômica para responder ao tarifaço anunciado pelos Estados Unidos. A expectativa é que o Itamaraty acione formalmente a Câmara de Comércio Exterior (Camex), que abrirá um processo para verificar se as tarifas impostas por Washington se enquadram nos critérios previstos na legislação brasileira e definir os próximos passos da resposta do país. Reportagem: Bruno Pinheiro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a China de interferir nas eleições presidenciais de 2020 e anunciou a divulgação, no site da Casa Branca, de arquivos produzidos pela inteligência norte-americana. Segundo Trump, a República Popular da China teria realizado a maior violação de dados eleitorais da história, obtendo ilegalmente registros de 220 milhões de eleitores americanos. Apesar das novas alegações, mais de 60 ações judiciais apresentadas por Trump e seus aliados após a eleição não comprovaram fraudes capazes de alterar o resultado do pleito, e recontagens, auditorias e o Departamento de Justiça também não encontraram irregularidades. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Uma pesquisa Genial/Quaest avaliou o impacto da sobretaxa imposta pelos Estados Unidos na campanha eleitoral dos pré-candidatos à Presidência da República. O levantamento aponta que 51% dos eleitores concordam com a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 30% afirmam concordar com o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre o tema. O Irã ameaçou ampliar sua ofensiva para novas áreas do Oriente Médio e afirmou que pode destruir infraestrutura da região caso os Estados Unidos cumpram a promessa de bombardear usinas de energia e instalações civis iranianas. A declaração de Teerã ocorreu após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que atacaria alvos considerados essenciais caso o país não retorne à mesa de negociações. Reportagem: Luca Bassani. O empresário Thiago Brennand foi condenado pela Justiça de São Paulo a 31 anos, 5 meses e 24 dias de prisão, em regime fechado, por crimes cometidos contra sua ex-companheira. A decisão da 1ª Vara de Porto Feliz (SP) também determinou o pagamento de uma indenização de R$ 100 mil à vítima. Brennand foi condenado por constrangimento ilegal, lesão corporal, estupro, coação no curso do processo, divulgação de cena de estupro e registro não autorizado de ato sexual. Segundo a decisão, ele também obrigou a vítima a tatuar as iniciais dele no corpo. Reportagem: Danúbia Braga. A Jovem Pan entrevista o diplomata Roberto Azevêdo para analisar os impactos do tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre produtos brasileiros. O ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio comenta as possíveis consequências da medida para a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, além dos efeitos para a economia brasileira e para o comércio internacional. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta sexta-feira (17): O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) comentou em uma live nas redes sociais, nesta quinta-feira (16), sobre a foto com o mercenário conhecido como “Sicário”, que trabalharia para Daniel Vorcaro. Segundo Flávio, a foto teria sido manipulada por inteligência artificial. Sicário teria se suicidado em uma cela na sede Polícia Federal após prisão no âmbito da operação Compliance Zero. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes marcou o depoimento do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) para o dia 28 de julho. A convocação é para prestar esclarecimentos sobre uma postagem do parlamentar que associa o presidente Lula (PT) ao ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusado de operar um esquema de tráfico de drogas pelo Departamento de Estado dos EUA. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) divulgou um projeto de combate à violência contra a mulher durante uma live nas redes sociais nesta quinta-feira (16). Dentre as medidas que compõem o projeto estão a criação de uma inteligência artificial, a distribuição de celulares e planos de internet para mulheres terem acesso facilitado a meios de denúncia de agressões. Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest avaliou a percepção popular sobre a causa do tarifaço imposto pelos EUA ao mercado brasileiro. Segundo o levantamento, 51% dos entrevistados acreditam que a culpa da taxação é do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que teria apoiado a medida para prejudicar o presidente Lula (PT). O presidente americano, Donald Trump, fez um pronunciamento por televisão na noite desta quinta-feira (16), acusando a China de interferir nas eleições de 2020, em que o republicano foi derrotado por Joe Biden. Segundo Trump, que prometeu divulgar documentos comprovando a fragilidade no sistema eleitoral, o país asiático teria utilizado dados de eleitores para manipular o resultado do pleito. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) classificou a imposição de tarifas pelos EUA ao mercado brasileiro como uma medida injusta e descabida, mas afirmou que a lei de reciprocidade, já aprovada pelo congresso, só deve ser usada em um momento oportuno. O Congresso Nacional entra em recesso nesta sexta-feira (17) sem votar a Proposta de Emenda à Constituição n° 8/2025, que prevê o fim da escala 6x1. O texto havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, mas está há 50 dias travado no Senado Federal. Mesmo com o retorno dos trabalhos em agosto, pautas polêmicas e com potencial eleitoral não devem ser votadas antes das eleições, em outubro. No Brasil o voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70, desde 1988. Com a obrigatoriedade, é convencionada a aplicação de uma multa de R$ 3,51 para eleitores que não comparecerem à votação. O valor é o mesmo desde 1993 e se fosse corrigido pela inflação estaria em R$ 27. O empresário Thiago Brennand, que já está preso, foi condenado pela Justiça de São Paulo a 31 anos de prisão em regime fechado por estupro, agressão, coação no curso do processo, registro não autorizado de ato sexual e divulgação de imagens de abuso sexual. Brennand ainda terá de pagar R$ 100 mil para a ex-namorada, vítima dos crimes. Dentre os vários motivos apresentados pelo Departamento de Estado americano para a nova rodada tarifária contra produtos brasileiros, supostas “práticas desleais” como a utilização do sistema Pix se destacaram em pronunciamentos de autoridades do governo dos EUA. Mas fica a questão, o que incomoda tanto os americanos no nosso sistema de pagamento? Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Segundo capítulo: Desde 1948, las emisiones al extranjero de Radio Praga se convirtieron en una herramienta de propaganda comunista, lo que se mantuvo hasta la Revolución de Noviembre de 1989.
Ganhe quem ganhar o Mundial de Futebol, foi Vozinha e os seus companheiros da estreante da seleção de Cabo Verde quem entregou mais aos fãs de todo o mundo. Em breve, um documentário vai contar a história dela, uma produção que nasceu em Portugal, mas que se alargou ao Brasil, quando o cantor Seu Jorge decidiu abraçar o projeto e entregar a sua voz à narração. Neste episódio do Expresso da Manhã, Seu Jorge explica-nos como nasceu a sua ligação ao país e ao documentário, explica como “a Cultura é ponte” para a diplomacia e de que forma Cabo Verde pode aproveitar esta vitória imensa, tão importante para o país como as canções de Cesária Évora, para construir um futuro. Este episódio é moderado por David Dinis e tem a sonoplastia de João Luís Amorim e Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 horas: Os casos de doenças respiratórias estão em queda na maior parte do Brasil, mas alguns estados ainda registram aumento de infecções provocadas pelos vírus da gripe. Os casos graves de Influenza B continuam crescendo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A alta também é registrada no Distrito Federal, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Já os casos de Influenza A aumentam no Paraná, em Minas Gerais e em Roraima. Segundo a Fiocruz, no restante do país, a tendência é de queda nos casos de síndrome respiratória aguda grave. Em 2026, mais de 60 mil casos foram notificados com diagnóstico de algum vírus respiratório. E ainda: Inscrições para o Fies terminam nesta sexta-feira (17).
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (16):Nesta quarta-feira (15), o governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, confirmou o novo tarifaço de 25% a produtos brasileiros. A medida foi tema do editorial do apresentador André Marsiglia no Os Pingos Nos I, nesta quinta-feira (16). De acordo com Marsiglia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “joga mais gasolina nesse incêndio” ao cogitar a lei da reciprocidade, que em sua visão puniria mais uma vez o Brasil. “Como diz o ditado: em uma guerra comercial não há vencedores, apenas perdedores. A questão é saber quem perde mais? Adivinha neste caso quem será”, completou. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, culpou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo tarifaço de 25% aplicado pelo governo de Donald Trump a produtos brasileiros. Segundo ele, “Lula e seu governo não negociaram de boa-fé com os EUA” e que o petista colocou “seu ego à frente de um acordo”. Reportagem: Eliseu Caetano. Adotar a Lei da Reciprocidade pode custar ainda mais caro ao governo brasileiro. O governo dos Estados Unidos pretende piorar ainda mais a tarifa caso o governo brasileiro adote a medida. Lula estuda uma reação sobre o tarifaço que entrará em vigor no dia 22 de julho. Reportagem: Eliseu Caetano. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, rebateu as declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificando-as como "inaceitáveis" e "ofensivas ao povo brasileiro". Rubio havia afirmado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou seu ego à frente de um acordo comercial com a gestão de Donald Trump. O economista Marcos Troyjo criticou a postura do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação a aplicação de uma tarifa de 25% sobre os produtos brasileiros imposta pelos Estados Unidos. Segundo ele, Lula deu uma “aula magna de como não fazer as coisas” e que o Brasil não fez sua lição de casa. A fala ocorreu durante entrevista ao programa Os Pingos Nos Is desta quinta-feira (16). A decisão de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender as visitas de Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, aumentou a desconfiança da família em relação à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). A avaliação dentro do grupo é que o despacho do ministro poderia favorecer Michelle a limitar a interlocução de Flávio. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) solicitou à Polícia Federal um novo prazo para prestar depoimento no inquérito que apura suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). A investigação foca em declarações públicas do parlamentar que incomodaram o atual governo petista. O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou o pagamento de gratificação fora do teto para servidores do próprio órgão e do Legislativo. A Corte de Contas atende pedido de líderes do Congresso Nacional. A votação terminou em oito votos a um. Reportagem: André Anelli. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Segundo estudo alemão, um copo de 500 ml pode suprir cerca de 15% da nossa necessidade diária de uma vitamina benéfica para o cérebro, o sangue e o sistema imunológico.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (16): O Irã informou ter atacado infraestrutura militar dos Estados Unidos na região do Golfo em resposta aos bombardeios americanos e ao restabelecimento do bloqueio naval aos portos iranianos. A medida dos EUA entrou em vigor na terça-feira (14). No Kuwait, autoridades confirmaram o controle de um incêndio provocado por uma ofensiva aérea atribuída ao Irã, sem informar o local exato. Reportagem: Luca Bassani. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu oficialmente ao anúncio dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa de 25% sobre as importações provenientes do Brasil. Em nota, o Palácio do Planalto classificou a medida como um "marco lastimável" e responsabilizou a família Bolsonaro pelo desfecho da investigação americana que resultou na decisão. Alan Ghani e Lucas Mehero analisaram. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43%. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Entidades representativas da indústria brasileira manifestaram forte preocupação com a decisão dos Estados Unidos de impor uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana. As taxas foram anunciadas em julho de 2026 e têm previsão para entrar em vigor no dia 22 de julho. O setor avalia que a medida pode afetar a competitividade dos produtos brasileiros e gerar impactos nas exportações para o mercado americano. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Lucas Ferraz, coordenador da FGV. Reportagem: Danúbia Braga. Os Estados Unidos desvincularam formalmente a família Bolsonaro das negociações comerciais envolvendo a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre milhares de produtos brasileiros. O governo norte-americano informou que a medida é baseada em interesses comerciais concretos, e não em preferências ideológicas. Segundo o Gabinete do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), a recomendação final sobre o tema já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Reportagem: Eliseu Caetano. O relatório final da Polícia Federal sobre as fraudes envolvendo a Conafer aponta que pagamentos feitos à deputada estadual Chiara Biondini (PL-MG) teriam sido usados como instrumento de chantagem contra seu pai, o deputado federal Eros Biondini (PL-MG). A investigação registra repasses de R$ 60 mil à parlamentar entre 2021 e 2022, mas destaca que nenhum dos dois foi indiciado. Reportagem: Bruno Pinheiro. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o governo Lula não negociou de "boa-fé" com os norte-americanos sobre as tarifas aplicadas aos produtos brasileiros. Segundo ele, a decisão do presidente Donald Trump de impor uma taxa de 25% às importações do Brasil foi motivada pela condução das negociações e pelas políticas econômicas do governo brasileiro. Reportagem: Eliseu Caetano. O governo dos Estados Unidos oficializou nesta quarta-feira (15) a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros. A medida foi adotada pelo presidente Donald Trump após recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) e confirmada por um alto funcionário do governo norte-americano. Para comentar os impactos da decisão e a reação do governo brasileiro, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Zé Neto (PT-BA). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Desde os anos 1990, fatores como a atividade humana, a poluição e as mudanças do clima amputaram o planeta de 40% dos seus estoques naturais. No começo do ano, um relatório do IPBES, a plataforma intergovernamental da ONU para a biodiversidade, alertou sobre os riscos desse declínio de seres vivos para a economia mundial e a estabilidade financeira. O desaparecimento progressivo de plantas, animais, insetos, moluscos e micróbios gera um efeito dominó na agricultura e nas cadeias de valor que, para muitos países, representam a maior parte do PIB. Ao mesmo tempo, essa erosão em curso eleva os custos de produção – em outras palavras, riqueza que deixa de ser gerada, à altura de US$ 2,7 trilhões por ano até 2030, avaliou o Banco Mundial em 2021. Novos estudos apontam que os dois efeitos combinados já teriam resultado em um prejuízo de 20% do PIB mundial, adverte o biólogo Marc-André Selosse, professor e pesquisador do Museu de História Natural de Paris. Autor de diversas obras, ele acaba de publicar De la biodiversité comme un humanisme ("A biodiversidade como humanismo", em tradução livre), no qual detalha o alto custo da degradação da natureza e defende que preservar a natureza significa proteger o ser humano. “Na produção de groselha na Borgonha, por exemplo, a polinização é crucial. Só que as populações de insetos nessas áreas caíram 98% nos últimos 40 anos, então os produtores criam pequenas abelhas solitárias altamente eficazes, nos arbustos da groselha. Desta forma, eles conseguem impulsionar a produção, dobrando ou até quadruplicando, mas precisam manter essas colônias de abelhas, que custam caro”, cita o professor francês. “O que quero dizer é que, às vezes, conseguimos aplicar 'soluções rápidas', mas estamos começando a sobrecarregar o sistema com encargos secundários, simplesmente porque não podemos mais contar com as funções que a biodiversidade naturalmente proporcionaria.” Dependência da natureza que os homens destroem Selosse evoca um recente relatório das agências de segurança interna e externa britânicas, no qual o MI5 e o MI6 constatam que os danos aos ecossistemas considerados essenciais para o equilíbrio do planeta – da Amazônia às florestas boreais, dos manguezais aos recifes de corais – são uma ameaça direta à segurança alimentar no Reino Unido, que importa 40% do que consome. Alimentos, água, fertilidade dos solos, qualidade do ar são serviços ambientais proporcionados pela natureza, mas que a interferência humana está colocando em risco. Em abril, um estudo realizado pela seguradora Swiss Re apontou que 55% do PIB mundial depende de uma biodiversidade “saudável”. “Existem espécies de grupos de seres vivos que são bem catalogados, como plantas ou animais, nos quais vemos a diversidade despencar. Já perdemos 5% das espécies de vertebrados, 7% das espécies de moluscos. Estamos vendo o processo acontecer”, afirma, em entrevista ao programa C'est pas du Vent, da RFI. “Perdemos um pouco menos de plantas, mas estima-se que desde que o homem apareceu na Terra, a velocidade de extinção dos animais aumentou em pelo menos 5 mil vezes. A de plantas, 500 vezes. Estes são dados que temos.” Perda de diversidade genética ameaça a sobrevivência Selosse chama a atenção para alguns casos: 80% dos insetos desapareceram em 30 anos, o número de pássaros na Europa caiu 30% em 15 anos e o de morcegos, em igual proporção, em ainda menos tempo, apenas uma década. O pesquisador salienta os riscos dessa perda de populações para a sobrevivência dos seres vivos. O desaparecimento de indivíduos leva à redução progressiva da diversidade genética de cada espécie, que hoje já é de pelo menos 10%. “Isso é preocupante porque é nesta diversidade genética que se encontram os indivíduos que possivelmente estarão adaptados às condições de amanhã: quando um novo agrotóxico começar a ser usado, quando o clima estiver um grau mais quente ou quando a concentração de microplásticos subir, quem vai conseguir sobreviver?”, salienta. “É a adaptabilidade das espécies que está em jogo. A perda de diversidade genética representa um enfraquecimento das espécies. Ela anuncia a ampliação do mecanismo de extinção, que por enquanto ainda é limitado a entre 5 e 10%”, indica o cientista. A entrevista completa de Marc-André Selosse à RFI pode ser ouvida aqui, em francês.
Uma aluna, casada há 10 meses, contou que, durante esse período, o marido tem cometido graves faltas contra ela. Segundo seu relato, ele pegou o celular dela e fez pesquisas inadequadas, gostava de vê-la humilhada e se recusava a comprar coisas para ela. O prazer dele, de acordo com a aluna, era vê-la implorar para conseguir o que precisava. Em determinado momento, o pai dela chegou a convidá-lo para trabalharem juntos.Certo dia, o marido confessou não gostar mais dela, mas sugeriu que os dois tentassem manter o relacionamento. Apesar disso, ele decidiu sair de casa. Ela disse que já nem sabe mais se ainda gosta dele e perguntou o que deveria fazer caso ele peça para reatar. A aluna tem 19 anos, e o companheiro, 25.Reata e terminaEm outro momento, a aluna Maria perguntou aos professores por que ela e o marido não conseguem se entender. Segundo ela, o marido vive em bares e ela tenta convencê-lo a sair dessa situação. Além disso, toda vez que tenta conversar com ele, acaba sendo ofendida com xingamentos. O casal já terminou e reatou o relacionamento diversas vezes e tem um filho de 10 meses. A aluna comentou que a situação está muito difícil.Terapia do AmorConfira o que as pessoas têm a dizer sobre as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Segundo mensaje de la serie: Club de Lectura Todos necesitamos crecer en la manera en que nos relacionamos con Dios, con otros y con nosotros mismos. Y aunque ningún libro puede ocupar el lugar de La Biblia, hay autores que nos ayudan a mirar con más claridad verdades que siempre estuvieron ahí, pero que quizás no habíamos aprendido a vivir. Durante nuestra serie, Club de lectura, obtendremos nuevas perspectivas sobre el poder de reconocer nuestros errores y restaurar relaciones, la profundidad del amor de Dios revelado en el mensaje central del evangelio, el liderazgo que reconstruye lo que parecía perdido y la diferencia entre vivir solo cerca de Dios o caminar en verdadera intimidad con El. Si leer no es lo tuyo, te ahorramos el trabajo, pero estamos seguros de que a partir de esta serie querrás leer estos 4 libros que compartiremos.
¡Chisme escuchas, agárrense, porque están a punto de ver un tremendo episodio lleno de mucha plática, mucho chisme y muchas risas junto a nuestra querida y admirada Luz Carreiro! Démosle una cálida y cariñosa bienvenida al foro de Noche de Chicxs.
No 3 em 1 desta terça-feira (14), o destaque foi que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter desistido de aplicar a taxa de 20% sobre a carga dos navios que trafegarem pelo Estreito de Ormuz. A medida havia sido anunciada na última segunda-feira (13), e será substituída por acordos comerciais e investimentos em países do Golfo Pérsico. Reportagem: Luca Bassani. Em coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (14), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), afirmou que, caso haja consenso, a MP do Frete poderá ser votada antes do recesso parlamentar. O texto, que foi enviado para o Congresso em março e aprovado pela Câmara dos Deputados em junho, perde a validade na próxima quinta-feira (16). O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino deu um prazo de 30 dias para as comissões de saúde da Câmara e do Senado esclarecerem a distribuição e transparência na execução das emendas parlamentares. Dino também criticou o que ele chamou de “mercado de terceirização de emendas”. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Ordem dos Advogados do Brasil encaminhou nesta terça-feira (14) um ofício ao Supremo Tribunal Federal solicitando a revisão da medida que proíbe as visitas do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias. Procurada por Flávio, a OAB encaminhou o pedido formal para que os dois possam se encontrar para tratar de temas estritamente profissionais. Reportagem: André Anelli. Em encontro na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, o senador e pré -candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), definiu o senador Carlos Portinho (PL) como pré-candidato ao senado pelo estado. Portinho ocupa posição deixada após desistência do ex-governador Cláudio Castro (PL). O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Kassio Nunes Marques propôs a criação de um selo para premiar os institutos de pesquisa que mais se aproximarem do resultado das eleições. A medida enfrenta resistência e parte das entidades manifestaram serem contrárias à ideia. Reportagem: Thais Sprovieri. O governo brasileiro já trabalha na lógica de que o tarifaço americano de 25% é inevitável e planeja agora negociações para aumentar a lista de exceções às tarifas. A decisão do governo norte-americano deve sair na próxima quarta-feira (15). Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal concluiu a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que mira o esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Nesta primeira fase, 48 pessoas foram indiciadas, entre elas o ex-presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador geral do órgão, Virgílio de Oliveira Filho e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o careca do INSS. O ex-governador do estado de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), voltou a criticar seu concorrente Flávio Bolsonaro (PL). Caiado afirmou que Flávio não pode ficar “à margem do pai”, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que ele deve construir a “própria liderança”. Reportagem: Misael Mainetti. O Conselho Nacional de Política Energética aprovou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) , a medida deve diminuir a necessidade de importação de gasolina e também trazer uma redução de até três centavos por litro. Reportagem: Beatriz Souza. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El programa aborda la actualidad con varios temas clave. Primero, se celebra la llegada de la selección española de fútbol a la final del Mundial, destacando su unidad como un contraste a la polarización política. Se observa cómo el poder político intenta capitalizar este éxito, aunque se recuerda que un triunfo deportivo no garantiza el apoyo electoral. Segundo, se analiza el acuerdo sobre Gibraltar, que elimina la verja fronteriza. Se critica que España renuncia a la soberanía sobre el Peñón y sus aguas territoriales, y se denuncia la falta de transparencia en la negociación, que no pasa por el Parlamento español. Tercero, se examinan los casos de corrupción que afectan al entorno del Gobierno, como las reuniones de Leire con altos cargos, la defensa de Begoña Gómez, la condena del hermano del presidente, David Sánchez, y la de José Luis Ábalos. El Gobierno insiste en la teoría del "lawfare" y se señala la ausencia de investigaciones internas en el PSOE. Cuarto, se discuten las ...
Confira no Morning Show desta quarta-feira (15): A Polícia Federal indiciou o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, e outros 47 investigados no esquema de fraudes, incluindo parlamentares, no âmbito da Operação Sem Desconto. Stefanutto receberia uma mesada de R$ 200 mil por mês para fazer vista grossa com os desvios de dinheiro. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com um pedido no Supremo Tribunal Federal para que o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) possa visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não como filho, mas como advogado. O ministro do Supremo Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira (13) que Flávio não pode visitar o pai por um período de 90 dias, após violação de normas cautelares com a divulgação de uma carta de Bolsonaro. O chanceler Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores, adiou a presença em uma audiência da Comissão de Relações Exteriores do Congresso Nacional em que prestaria esclarecimentos sobre a afirmação de que haveria risco de invasão americana ao Brasil após a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Termina nesta quarta-feira (15) o prazo para o escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) emitir um parecer sobre a aplicação de sobretaxas de 25% a produtos do mercado brasileiro. Após a entrega do documento, o projeto do novo tarifaço segue para sanção do presidente Donald Trump. O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino emitiu uma decisão para que os partidos políticos expliquem em até dez dias a utilização de emendas parlamentares por dirigentes partidários ou outros agentes que não deputados e senadores, as chamadas “emendas de terceiros”. O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (14) uma pauta-bomba sobre a aposentadoria especial para agentes de saúde que atuam em pandemias. O texto é tido como uma armadilha orçamentária para o governo federal, uma vez que custarão R$ 27 bilhões nas contas públicas. As Polícias Civis do Rio de Janeiro e de São Paulo deflagraram a Operação Hawala, que investiga lavagem de dinheiro do Comando Vermelho e do Primeiro Comando da Capital por uma organização criminosa. Um dos 47 alvos da operação é investigado nos EUA por conexão com o grupo terrorista Al-Qaeda. A repórter da Jovem Pan Danúbia Braga sofreu uma tentativa de assalto durante uma participação no Jornal da Manhã nesta quarta-feira (15). A jornalista gravava uma reportagem na região central de São Paulo, quando um homem em uma bicicleta tentou roubar o celular em que ela lia as informações. O criminoso não conseguiu levar o aparelho, preso por uma corda no pulso de Danúbia, que não sofreu ferimentos. Mais de 100 entidades protocolaram ofícios pressionando pela aprovação do Projeto de Lei da misoginia, de autoria da deputada federal Tábata Amaral (PSB). A jornalista Júlia Leite comenta sobre o projeto. No plenário da Câmara, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) criticou o PL da misoginia, de autoria de Tabata Amaral (PSB). Segundo o deputado, o projeto transforma qualquer crítica em misoginia, banalizando o termo. A jornalista Juliana Leite, entrevistada desta quarta-feira (15), foi uma das primeiras profissionais da imprensa a denunciar o esquema do Banco Master. Segundo Juliana, em dezembro de 2025 o publicitário Thiago Miranda, ligado a Daniel Vorcaro, teria tentado contratá-la por R$ 2 milhões para atacar o Banco Central e defender o Master. Um vídeo super fofo viralizou ao mostrar a cachorrinha Polly de Balneário Camboriú (SC) que tem um hábito incomum: todos os dias entre 7h30 e 8h e também entre 4h e 4h30 busca um pastel de carne com o dono de uma pastelaria e sua filha. E mais, isso já ocorre há cinco anos! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (13):O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (13) que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ficará impedido de visitar seu pai, Jair Bolsonaro, por 90 dias. A motivação seria pela carta escrita pelo ex-presidente, lida e divulgada em suas redes sociais no sábado (11). A decisão do ministro Flávio Dino, do STF, de bloquear R$ 119 milhões em emendas indicadas por Valdemar Costa Neto, presidente do PL, acendeu o sinal de alerta nas lideranças do Centrão, que agora temem uma ofensiva ampla. Recentemente, a Suprema Corte bloqueou bens pessoais de ex-deputados. A discussão sobre a criação de um Código de Ética para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deve ficar para depois das eleições. Segundo avaliou o tribunal, o ambiente eleitoral pode dificultar um consenso entre os magistrados. O tema é considerado sensível para a Suprema Corte. A Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 nos cenários de primeiro e segundo turnos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). No primeiro cenário estimulado para o primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que soma 34%. No segundo turno, o levantamento indica que o atual presidente lidera a disputa com 47% dos votos, enquanto o senador aparece com 44%, o que configuraria empate técnico. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a taxa de 20% dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz como “pirataria”. Lula criticou duramente a medida e criticou Donald Trump, dizendo que o líder americano é o responsável pelo conflito no Irã. A semana será decisiva no Palácio do Planalto. O governo brasileiro espera ter uma última reunião com os representantes dos Estados Unidos antes de o país bater o martelo sobre a aplicação de tarifas sobre produtos brasileiros. A decisão será tomada na quarta-feira (15). Os líderes de caminhoneiros de todo o país ameaçam iniciar uma paralisação nacional caso a Medida Provisória que altera as regras do piso mínimo do frete não seja votada pelo Congresso Nacional. A mobilização da categoria joga uma forte pressão política sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), responsável por pautar a matéria. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Las bolsas se preparan para recibir los resultados del segundo trimestre, siendo la gran banca americana la que va a encabezar la temporada. JP Morgan, Bank Of America, BOFA, Goldman Sachs, Wells Fargo y Citigroup serán los grandes nombres de la semana junto con el gigante del streaming, Netflix. Los analistas esperan que el S&P 500 registre un crecimiento interanual de beneficios del 23,1% para el segundo trimestre de 2026 (abril-junio). Si se confirma, será la segunda vez consecutiva que el índice supera el umbral del 20%. En la agenda de la semana será clave la comparecencia de K. Warsh, el jefe de la FED ante el Congreso y los datos de IPC. En la tertulia de mercados de Capital Intereconomía Melanie Lange, directora de Federated Hermes Iberia; Gonzalo Rengifo director general de Pictet AM en Iberia y Latam; Mariano Guerenstein, Co-Head de Clientes Institucionales y Ventas en Bank J. Safra Sarasin y Silvia Merino, Sales Manager en Fidelity International analizan qué esperar de la campaña de resultados y si servirá de catalizador de nuevos máximos; la rotación sectorial y el papel de la tecnología en las carteras, así como las expectativas en tipos de interés y en qué activos, región y temáticas ven valor.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma cratera se abriu durante uma obra da Sabesp em uma rua de Osasco, na Grande São Paulo. Por segurança, a Defesa Civil interditou três imóveis. Segundo a companhia, as famílias foram levadas para pousadas e imóveis alugados pela própria organização. E ainda: Polícia de Minas Gerais indicia diarista que matou casal de idosos por latrocínio.
Segundo capítulo dedicado a las diferentes fórmulas interpretativas, a los variados conceptos estéticos y musicales y a la diversidad en el flamenco de esta época con piezas de Rafael Riqueni, Antonio Rey, Juan Antonio Suárez Cano, Ángeles Toledano, Juana la del Pipa, Carmen de la Jara, Kiki Morente, Niño de Elche, Rosalía y Arcángel.Escuchar audio
Continuamos la serie sobre el orden de nacimiento. Metafísicamente, el segundo hijo viene a romper el molde establecido por el primero. Hoy platicamos sobre el rol del número 2: el que busca su identidad siendo el opuesto, el mediador del sistema o el rebelde del árbol familiar.
Na Escola do Amor Responde de hoje, Renato Cardoso iniciou o programa compartilhando um trecho de uma palestra recente ministrada por ele e sua esposa, Cristiane Cardoso, no Templo de Salomão, em São Paulo. Na ocasião, o casal blindado reforçou que os sentimentos não devem dirigir as nossas decisões, especialmente na vida amorosa.Nesse sentido, Renato e Cristiane apresentaram a ‘lista do que fazer' como uma ferramenta prática para colocar a razão e a fé acima das emoções, ajudando a tomar decisões corretas, enfrentar conflitos com sabedoria e agir de acordo com a Palavra de Deus, em vez de ser guiado por sentimentos. A palestra completa está disponível no UNIVER Vídeo.Amizade em excessoEm outro momento, um aluno, que não quis se identificar, disse que está muito perturbado com o que vem acontecendo com a esposa. Segundo ele, a companheira desenvolveu uma amizade muito próxima de outro homem. Ela admira tudo o que ele faz e, além disso, os dois trocam mensagens pelas redes sociais, fazem ligações e mantêm contato frequente. Ela também o convida para ir à casa do casal, inclusive quando o aluno não está presente, e ainda aceita carona dele.O aluno disse que tem certeza de que ela não o trai, pois confia nela totalmente. No entanto, contou que ela já chegou a criticá-lo para esse amigo. Ele já lhe pediu que se afastasse desse homem, mas ela se recusou. Por fim, o aluno pediu ajuda para saber o que fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira no Morning Show desta segunda-feira (13): O deputado federal Lindbergh Farias (PT) pediu a revogação da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a divulgação de uma carta apoiando o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República. Segundo o deputado, a divulgação do documento quebra a decisão do ministro Alexandre de Moraes de que Bolsonaro não conceda entrevistas ou faça aparições públicas, mesmo através de redes sociais. Em nota pública, o partido Republicanos negou apoio irrestrito a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, iniciando uma avaliação interna sobre qual candidato a legenda apoiará. A nota também desmente o boato de que o apoio estaria condicionado à indicação de um nome para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O presidente do PSD e pré-candidato à Vice-presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), afirmou que o presidente Lula (PT) venceria Flávio Bolsonaro (PL) “com facilidade” em um eventual segundo turno, mas que o petista seria derrotado pelo candidato da legenda, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). O custo de vida na região metropolitana de São Paulo subiu no mês de maio. O aumento afetou principalmente a alimentação, energia elétrica e saúde. A alta foi de 0,57% em vegetais e carne vermelha. Segundo a Fecomércio, a alta é resultado da inflação, impulsionada por gastos públicos. Começa nesta segunda-feira (13) a última semana de trabalho no Congresso Nacional antes do recesso parlamentar do meio do ano. Com a pausa nos trabalhos, uma série de pautas pode ficar apenas para depois das eleições de outubro. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha sobre a privatização de trens, metrôs e do Porto de Santos, revelou que 56% dos entrevistados são contra as desestatizações. Segundo especialistas consultados pelo instituto, a reação contrária às privatizações deve-se a experiências ruins dos usuários em linhas controladas pela iniciativa privada. O governo dos Estados Unidos deve decidir até esta quarta-feira (15) se irá taxar produtos do mercado brasileiro entre 25% e 37%. Durante a semana passada, ocorreu uma audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que elabora o documento com o parecer sobre o novo tarifaço, a ser assinado pelo presidente Donald Trump. A Comissão de Segurança Pública do Senado Federal pode votar um projeto que prevê autorização de porte de arma de fogo para mulheres que possuem medida protetiva. O objetivo é garantir a segurança das vítimas, que passariam por todas as avaliações comuns para o porte de arma. A Polícia Rodoviária Federal apreendeu um carregamento de 1800 ampolas ilegais de medicamentos para emagrecimento, as famosas “canetas emagrecedoras”. O casal que traficava os produtos vinha do Paraguai em direção ao Rio de Janeiro e foi preso em flagrante na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Pindamonhangaba (SP). O pesquisador e professor da Universidade de Birmingham, Kauê Costa, foi eleito pela revista Scientific American como um dos 28 cientistas em ascensão no mundo. A pesquisa de Kauê estuda como a dopamina age no cérebro humano e como isso influência nosso comportamento. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
PODCAST LAS NOTICIAS CON CALLE DE 10 DE JULIO - Israel dice que Irán iba a asesinar a Trump y por eso cambiaron de avión presidencial - CNN 22 personas y empresas se declaran en quiebra por día - El Nuevo Día Gobernadora entrega 200 títulos de propiedad - NEWSPR Acusan a Gian Carlo Piovanetti por vivir como rico cogiendo de tonto a clientes y fraude - El Nuevo Día Plantean darle alivios a ayunadores y cuidadores, costo de 300 millones - El Nuevo Día PR es el líder en enfermedades raras en todo USA - El Vocero Ciencias Forenses busca encontrar personas desaparecidas para dar paz a familias que no encuentran a sus seres queridos - El Vocero Politank dice que se va a defender de todo esto sal pa fuera - El Vocero Agricultura y comida en aumento de precio por sequía y fertilizantes - El Nuevo Día Nombran fiscal investigadora en caso de Negrón Reichard - El Nuevo DíaUn momento para WindMar Home — la empresa con más de 20 años protegiendo los hogares puertorriqueños.Solar para bajar tu factura. Techo para proteger tu inversión. Agua para que nunca te quedes sin — especialmente con las sequías que se aproximan. Y batería para total independencia energética.Todo bajo una misma empresa. Un solo llamado. Llama al 787-489-1155 o visita windmarhome.comWindMar Home — los que se preparan hoy , duermen tranquilos mañana.#windmarhome #incluyeauspicioPetróleo/diésel: Brent ~$76; diésel de EE.UU. al alza más rápida en 4 años; Rusia prohíbe exportar diésel (≈30% de su refinación estuvo fuera el mes pasado)Segundo día de ataques Irán–EE.UU.OpenAI y Google vendieron modelos avanzados a subsidiarias en Singapur de Alibaba, Baidu y Tencent — empresas en la lista negra del Pentágono - FT LOS DATOS DEL DÍA (snapshot Bloomberg, 10 jul) Brent$76.13 (-0.2%) S&P 500 (futuros)7,580.75 (-0.1%) Nasdaq 100 (futuros)29,817.25 (-0.4%) Bono 10 años4.53% (-0.02) Oro$4,104.95 (-0.5%) Diésel EE.UU.alza más rápida en 4 años (nivel s/c)
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de até R$ 119,2 milhões em bens do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.A decisão atende a um pedido da Polícia Federal no âmbito da Operação Transparência, que investiga um suposto esquema de direcionamento irregular de emendas parlamentares na Câmara dos Deputados.Segundo os investigadores da PF, mesmo sem exercer mandato eletivo, Valdemar controlaria uma "cota paralela" do orçamento público com o auxílio de funcionários da liderança do partido e assessores da Câmara.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Dino #Valdemar #Bloqueio #Milhões #Emendas #STF #Política #Investigação #Congresso #Orçamento #Notícia #Bastidores #Justiça #Decisão #Governo #YouTube #Podcast #Áudio #Viral #Internet
¡Qué emoción nos da tener a nuestro querido y admirado Donovan Morales en el foro de Noche de Chicxs para echar unos tremendos chismecitos EXCLUSIVOS para todxs nuestrxs chisme escuchas! ¿Cuál es su canción favorita con la que acompañarían un buen chisme? ¡Cuéntennos en los comentarios! Hoy les presentamos: "¿Qué hago con el pastel?", "Guía turística, no niñera", "Frutipecados de castidad", "Mi novio vs mi psiquiatra", "Mi peor rival nunca estuvo en el ring" y mucho más chismecito de Xanic y Donovan Morales. Acomódense en el sillón ✨, prepárense unas palomitas
No 3 em 1 desta sexta-feira (10), o destaque foi que de acordo com relatório da Polícia Federal, Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), e os assessores da Câmara dos Deputados são suspeitos de indicar emendas em nomes de outros deputados para dar aspecto de legalidade. A ordem judicial que determinou o bloqueio de R$ 119 mi em bens de Valdemar foi dada pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino. O presidente do PL afirmou que não há indícios de que ele tenha participado conscientemente do esquema criminoso. Reportagem: Bruno Pinheiro. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou sobre a investigação contra o Presidente do PL Valdemar Costa Neto. O senador afirmou que a PF está agindo de forma “seletiva” para “constranger um adversário político do atual governo”. Aliados do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), avaliam que a investigação contra o presidente do Partido Valdemar Costa Neto, por suposta participação em esquema criminoso, possam causar mais desgaste na campanha. Apesar deste e de outros desgastes, integrantes da campanha afirmaram que tudo vai continuar como está. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirma que o país está aberto a retomar as negociações com o Irã. Trump reiterou que o cessar-fogo entre os países terminou. Apesar disso, uma nova rodada de negociações está prevista para a semana que vem em Genebra, na Suíça. Reportagem: Eliseu Caetano. O super tufão Bavi, classificado como categoria nove, se aproxima das Ilhas Sakishima, no Sul do arquipélago de Okinawa. A tempestade ameaça causar inundações, deslizamentos e ondas gigantes. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, concedeu entrevista exclusiva à Jovem Pan após se tornar alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de participação em um esquema de distribuição irregular de emendas parlamentares. Durante a conversa, ele afirmou que o caso não deve afetar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro e classificou a distribuição de emendas dentro do partido como uma prática "normal". Valdemar também revelou que convenceu a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro a permanecer no PL após os atritos com Flávio Bolsonaro. Segundo ele, Michelle deve disputar uma vaga no Senado nas próximas eleições. Na entrevista, o dirigente ainda defendeu que a senadora Tereza Cristina (PP) seria o melhor nome para compor a chapa presidencial como vice de Flávio Bolsonaro. Apesar da sugestão, ressaltou que a decisão caberá ao próprio senador e ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) chegou nesta sexta-feira (10) ao estado do Ceará para consolidar o palanque e lançar a candidatura de Alcides Fernandes ao Senado. A viagem ocorre em momento de tensão entre a aliança do PL com o Ex-ministro Ciro Gomes (PSD) após críticas de Michelle Bolsonaro. O presidente Lula se reuniu nesta sexta-feira (10) com ministros e com especialistas para discutir a gestão de minerais críticos no Brasil. O presidente afirmou ainda que a questão precisa ser tratada sob a ótica da soberania e que o Brasil deve dominar toda a cadeia de processamento dos minerais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No fim de maio, uma iniciativa itinerante do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) passou por cidades do arquipélago do Marajó para oferecer orientações sobre direitos e regularização rural, entre outros pontos. Regularizar terras é uma das questões mais sensíveis no Marajó, conforme apurou o UOL in loco, em uma série de reportagens realizada com apoio do Pulitzer Center Rainforest Reporting Grant. No novo episódio do podcast UOL Prime, José Roberto de Toledo conversa com a repórter Juliana Sayuri sobre as disputas no maior arquipélago flúvio-marítimo do mundo durante o programa Abrace o Marajó. O projeto, idealizado e liderado pela então ministra de Direitos Humanos do governo Jair Bolsonaro, Damares Alves, foi revogado pelo governo Lula, sob suspeita de irregularidades. Segundo o MPF (Ministério Público Federal), Damares usou fake news para justificar o programa: afirmou, sem provas, que no Marajó as meninas seriam sexualmente exploradas porque não usam calcinhas, seriam sequestradas e teriam os dentes arrancados. Senadora atualmente, ela é alvo de ação sobre o assunto.
Durante este programa, Renato e Cristiane Cardoso falaram sobre o artigo de uma pesquisa com mais de 300 casais que se envolveram em algum tipo de traição e que aponta os seis lugares mais comuns onde os casos de traição acontecem. Na oportunidade, eles apontaram quais foram esses lugares e, sobretudo, comentaram sobre cada um deles.É possível?Na sequência, a aluna Paola disse que é crente desde o berço. Acontece que ela se separou do marido, pois foi conquistada por um irmão e pastor de sua igreja. Ela tem dois filhos do primeiro relacionamento e está sofrendo muito, pois, logo após o novo casamento, começaram as brigas, e ele está fazendo com que ela sofra demais. Além disso, há muito ciúme, ofensas e xingamentos por parte dele. Além disso, qualquer briga é motivo para ele ir para a casa da mãe dele.Paola não sabe o que fazer. Segundo a aluna, ela caiu em si e percebeu a gravidade do que fez, arrependendo-se muito. Contudo, como já está casada, não sabe como proceder. Ela tem lutado para que o casamento dê certo. A aluna sabe que as desconfianças por parte dele decorrem de tudo o que aconteceu. Paola pediu ajuda e perguntou se Deus pode perdoá-la e abençoá-la neste segundo relacionamento ou se o divórcio é a melhor escolha.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (08):O governo de Donald Trump reagiu a declarações do Itamaraty sobre a possibilidade de uma ação militar dos Estados Unidos contra o Brasil após a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Um porta-voz do Departamento de Estado classificou como “absurda” a posição do Ministério das Relações Exteriores e afirmou que os EUA adotam medidas com base em suas prerrogativas soberanas no combate ao narcoterrorismo. O Comando Central dos Estados Unidos confirmou o início de novos ataques contra o Irã após o presidente Donald Trump considerar encerrada a trégua no conflito. Segundo as Forças Armadas americanas, a ofensiva busca reduzir a capacidade iraniana de ameaçar a navegação no Estreito de Ormuz e ocorre em meio à nova escalada das tensões no Oriente Médio. A Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, no Distrito Federal. A ação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes para localizar armas, munições e registros de armamentos. Segundo a defesa de Bolsonaro, nada foi encontrado, enquanto o senador Flávio Bolsonaro classificou a operação como constrangedora e afirmou que se trata de uma “cortina de fumaça”. O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) criticou a postura do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas discussões sobre as tarifas dos Estados Unidos. Caiado classificou a posição do adversário como “inaceitável” e afirmou que a candidatura do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro pode favorecer a reeleição do presidente Lula (PT). Nova pesquisa Gerp/AESP mostra Flávio Bolsonaro com 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno contra Lula (PT), que aparece com 42%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. O levantamento também apontou os principais problemas do país que podem influenciar o voto dos eleitores, como segurança, corrupção e saúde. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira mostra o presidente Lula (PT) e o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) empatados com 35% das intenções de voto em um cenário de primeiro turno no estado de São Paulo. O levantamento também aponta que o petista registra 51% de rejeição entre os eleitores paulistas, enquanto Flávio aparece com 43%. O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha anunciou a desistência da disputa por uma vaga no Senado. A decisão ocorre após ele deixar o governo do DF para concorrer nas eleições deste ano e em meio às investigações envolvendo o Banco Master e o BRB. O pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) afirmou que pretende suspender o pagamento do Bolsa Família para beneficiários que recusarem repetidamente propostas de emprego. Durante evento em Brasília, Zema também defendeu novas exigências relacionadas à conclusão dos estudos e propôs um bônus de R$ 5 mil como incentivo para a entrada no mercado de trabalho. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.