Podcasts about ryszard kapuscinski

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ryszard kapuscinski

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Takin A Walk
Dream Walks :Inspiring Conversations: Buzz Knight Discusses Creative Journeys with Legendary Artists and Writers

Takin A Walk

Play Episode Listen Later May 8, 2026 3:40 Transcription Available


What if you could take a walk with the legends who shaped music and literature? Join host Buzz Knight on this captivating episode of takin' a walk-Dream Walks, where we explore the profound connections between creativity and inspiration through the eyes of our incredible guests. Each conversation is a journey into the minds of artists who reflect on their aspirations to walk with the icons that have influenced their lives and careers. From the soulful reminiscences of Taj Mahal, who shares his experiences opening for legendary musicians, to Carl Newman’s admiration for Brian Eno’s unparalleled creativity, this episode is a treasure trove of music history insights. As we delve deeper, Bob Mould draws on the wisdom of mentors like William Burroughs and Jello Biafra, illustrating how these figures shaped his artistic path. Brian Coleman pays homage to the late Polish writer Ryszard Kapuscinski, highlighting the cross-pollination between literature and the music journey. The conversations culminate in a powerful discussion about the cultural impact of Jimi Hendrix, a figure whose legacy continues to resonate in the american music landscape. Each guest's choice to walk with these legendary artists emphasizes the importance of mentorship and inspiration in their creative journeys. This episode of takin' a walk Dream Walks, not only celebrates the music legends who have left an indelible mark on our culture but also serves as a reminder of the emotional healing that music can bring. Buzz Knight expertly navigates these discussions, making it a must-listen for anyone interested in the stories behind songs and the creative journeys of indie artists and legendary musicians. Whether you're a fan of classic rock history, jazz music, or the rich tapestry of nashville music history, this Dream Walksepisode is packed with inspiring music stories and musician storytelling that will resonate with your own music history lessons. Tune in to discover how these iconic figures have shaped the music history podcasts landscape and what we can learn from their journeys. Don’t miss out on this enriching experience—join Buzz Knight as he takes you on a walk through the music roots and influences that have defined generations. Support the show: https://takinawalk.com/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Crónicas Lunares
Ryszard #Kapuscinski - El Sha o la desmentura del poder, El mundo de hoy, El imperio, Ebano, Los cínicos no sirven para este oficio (Biblioterapia)

Crónicas Lunares

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 23:24


Estos libros de Kapuściński son potentísimos en biblioterapia: "El Sha" y "El Imperio" ayudan a procesar dinámicas de poder y abuso, reduciendo ansiedad ante autoridad y fomentando asertividad; "Ébano" y "El mundo de hoy" cultivan empatía intercultural y autoconocimiento, ideales para superar aislamiento o prejuicios; "Los cínicos..." fortalece la ética personal y resiliencia ante cinismo moderno, promoviendo propósito vital. Leerlos genera catarsis, normaliza la complejidad humana y estimula reflexiones diarias que construyen mayor conciencia emocional y moral. Recomiendo sesiones para integrar sus insights: transforman la lectura en herramienta de crecimiento personal y literario. Si deseas profundizar en alguna, estoy a tu disposición.Biblioterapia: https://www.youtube.com/playlist?list=PL1nofNLSFFB_GFrHbu2Yhgy0vkcr3o7yz"Crónicas Lunares di Sun" es un podcast cultural presentado por Irving Sun, que abarca una variedad de temas, desde la literatura y análisis de libros hasta discusiones sobre actualidad y personajes históricos. Se difunde en múltiples plataformas como Ivoox, Apple Podcast, Spotify y YouTube, donde también ofrece contenido en video, incluyendo reflexiones sobre temas como la meditación y la filosofía teosófica. Los episodios exploran textos y conceptos complejos, buscando fomentar la reflexión y el autoconocimiento entre su audiencia, los "Lunares", quienes pueden interactuar y apoyar el programa a través de comentarios, redes sociales y donaciones. AVISO LEGAL: Los cuentos, poemas, fragmentos de novelas, ensayos y todo contenido literario que aparece en Crónicas Lunares di Sun podrían estar protegidos por derecho de autor (copyright). Si por alguna razón los propietarios no están conformes con el uso de ellos por favor escribirnos al correo electrónico cronicaslunares.sun@hotmail.com y nos encargaremos de borrarlo inmediatamente. Si te gusta lo que escuchas y deseas apoyarnos puedes dejar tu donación en PayPal, ahí nos encuentras como @IrvingSun  https://paypal.me/IrvingSun?country.x=MX&locale.x=es_XC  Síguenos en:  Telegram: Crónicas Lunares di Sun  ⁠Crónicas Lunares di Sun - YouTube⁠ ⁠https://t.me/joinchat/QFjDxu9fqR8uf3eR⁠  ⁠https://www.facebook.com/cronicalunar/?modal=admin_todo_tour⁠  ⁠Crónicas Lunares (@cronicaslunares.sun) • Fotos y videos de Instagram⁠  ⁠https://twitter.com/isun_g1⁠  ⁠https://www.google.com/podcasts?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy9lODVmOWY0L3BvZGNhc3QvcnNz⁠  ⁠https://open.spotify.com/show/4x2gFdKw3FeoaAORteQomp⁠  https://mx.ivoox.com/es/s_p2_759303_1.html⁠ https://tunein.com/user/gnivrinavi/favorites⁠ ORTOLARRY:  - NORTE 9 #175 ESQ. OTE 164. COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION. CDMX - NORTE 17# 211-A COLONIA MOCTEZUMA SEGUNDA SECCION C.P 15530 ALCALDIA VENUSTIANO  Teléfonos: 5557860648, 5524158512. Whatsapp: 5561075125 

Enterrados no Jardim
A intensidade dos condenados. Uma conversa com Victor Barros

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 230:50


Desta vez, tivemos de nos ficar pelos trabalhos preparatórios, já que este texto, que costuma ser redigido depois, teve de ser apressado, vindo antes, e a previsão é que Victor Barros (cabo-verdiano, historiador doutorado pela Universidade de Coimbra, com uma tese sobre a construção da memória do império português nas colónias em África, investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e autor de vários artigos sobre Amílcar Cabral) se tenha juntado a nós para discutirmos as questões do colonialismo, o papel de Cabral como figura sediciosa decisiva para aquele enredo revoltoso que viria a encorajar a nossa própria luta de libertação, fazendo estalar o regime desde as colónias portuguesas até à metrópole, permitindo um raro momento de combate político em que chegou a supor-se que Portugal pudesse ser uma responsabilidade comum, e não um assunto decidido por muito poucos, com uma cultura reservada à contemplação dos seus interesses. Mas agora, aqui, e para os efeitos deste exercício, que nunca se quis ficar por um descritivo dos episódios, antes uma contribuição acessória, um devaneio ulterior, desta vez, e para permitir uma leitura das linhas de tensão que organizam, hoje, a única verdadeira fractura no nosso campo político, vamo-nos ficar por um exercício de colagem de dois textos. Começamos pelo longo excerto de um ensaio de Vivian Abenshushan, em Escritos para Desocupados, quando recorda que no Génesis, Adão e Eva tentaram repartir de modo equitativo a penitência da chamada divisão do trabalho – entre os seus filhos: Caim obteria a propriedade de toda a terra; Abel seria dono de todo o gado. Um deles dedicar-se-ia ao cultivo; o outro, à pastorícia. É provável que os irmãos tivessem pouco tempo livre para pregarem partidas e brincarem juntos na encosta do vasto campo, algo que a longo prazo teria ajudado a criar um vínculo entre eles, evitando assim o desenlace fratricida. Um dia, Abel e Caim fizeram as suas oferendas a Deus (um deles sacrificou um carneiro; o outro ofereceu um fruto da terra), mas Deus, sempre insondável, só aceitou a oferenda de Abel. Furioso, Caim matou, como toda a gente sabe, o seu irmão. As interpretações deste episódio sangrento não se fizeram esperar. De entre todas elas, há uma que aponta para o nascimento de um antagonismo ancestral: aquele que existe entre trabalhadores e ociosos. Assim o indicam as raízes dos seus nomes: Caim (do árabe gain, «o ferreiro») poderia ser identificado com o homo faber, o homem que fabrica ferramentas, aquele que exerce a sua vontade transformadora sobre a matéria. Ele forja o arado para lavrar e também o martelo para acertar o golpe. Tem uma mão equipada, uma mão presa ao trabalho, uma mão plena. Raras vezes essa mão se põe a tamborilar. Ela é puro músculo: abre sulcos, aplana a terra, subjuga brotos, edifica. É a mão do trabalhador. Graças à ferramenta, essa extensão incisiva do corpo, Caim e os seus descendentes conseguem dominar as vastidões selvagens e criar um novo mundo artificial. São os construtores das primeiras cidades, mais tarde associadas à corrupção e à perda de sentido espiritual. A alma de Caim é sedentária; enraíza-se na terra que cultiva, funda os costumes, adquire direitos sobre o solo. Assim o expressa outra raiz do seu nome, a proveniente do verbo hebraico kanah: adquirir, subjugar. Caim é, então, obter, possuir e, portanto, governar ou o proprietário, o que possui, e também o praticante das artes da tecnologia necessárias para abrir caminhos e conquistar. Nele, convergem as forças contraditórias da civilização: a ferramenta e a arma, a invenção criadora e a violência. Abel, do hebraico hebel: alento, sopro, nada, pertence, por seu turno, à estirpe dos nómadas, dos que se deslocam continuamente como o ar. Em vez de assentar como o agricultor, move-se por onde o seu rebanho o leva. Abel não depende de nenhum lugar concreto, pois o seu sustento vai com ele para toda a parte. E multiplica-se sem necessidade de trabalhar! Na primeira repartição laboral da humanidade, coube ao pastor o lado menos áspero, menos sujeito aos rigores do clima e ao esforço físico da vida agrária. Talvez por isso, contrariamente a Caim, Abel não se extenue. É mais livre, mais leve e tem muito tempo para a ociosidade. Sempre que os seus animais encontram o sítio exacto para se alimentarem, ele descobre-se no meio de um tempo vazio, distendido, o tempo que o homo ludens dedica aos seus jogos e meditações. Ei-lo auto-absorto à sombra das árvores, vendo as horas a passar como se não existissem. Opõe-se totalmente ao tempo programado de Caim, tempo associado à produção, ao cultivo e ao trabalho, um tempo útil em torno do qual a vida se ordena. Abel é um habitante natural do ócio, ser tranquilo e errabundo, cioso da sua autonomia, alheio às hierarquias da aldeia. Nele, não germinou a vontade de domínio, nem a ambição de poder. (E quiçá por isso que São João e Cristo o consideram «um justo».) Como não lhe interessa deixar marca – ele é apenas um sopro, efémero como a própria vida –, a sua existência alijou propósitos e a sua única ocupação é ver. Enquanto escuta o adejar do vento ou observa o cortejo dos pássaros, Abel vigia o seu rebanho. Necessita de abrir bem os olhos e compreende que isso é outrossim contemplação: habitar o mundo com o olhar. Essa destreza ocular, treinada sem esforço nas tardes do seu tempo livre, torna-se numa forma de observação distinta, o nascimento da especulação intelectual e do temperamento artístico. Abel sentou-se a pensar pela sua própria cabeça; o seu ócio é uma forma de reflexão e, talvez, também de melancolia. E não havia sido este o pecado dos seus progenitores, o desejo de saber? Ah, o ócio, mãe de todos os vícios! Certamente, Caim também sentiria uma inveja secreta pelo ocioso. Por que razão, ao contrário dele, o pastor de ovelhas evidencia tanto prazer enquanto realiza as suas actividades diárias? Quiçá porque, na sua transumância, Abel se mantenha longe do fardo da civilização e dos seus múltiplos artifícios. Na cidade de Caim, cada edifício se faz acompanhar de novas tarefas, a correria quotidiana duplica-se, o peso das cargas triplica e o suplício dos escravos não tem fim. «Raça de Caim» – escreveu Baudelaire –, «a tua tarefa ainda não se cumpriu o bastante». A grande calamidade das cidades é que nelas nunca deixa de se trabalhar. Merece a busca pelo conforto tanta inquietação, tanto esgotamento? Se o ócio é o propósito final do trabalho, porque não se entregar a ele simplesmente, sem remorsos? É isso o que faz Abel, uma vez satisfeitas as suas necessidades primárias. Abel poderia ser o símbolo de toda a uma estirpe amante da simplicidade, refractária à fama ou à riqueza, esses fardos da vida oficial. Sendo nómada, leva dentro de si a sua choça e as suas posses; não acumula, não se deixa prender ao peso da vida material; ele prefere flutuar, como o fazem os seus pensamentos ao entardecer. Algo dessa leveza, uma leveza malquista segundo a estirpe de Caim, sobrevive no luftmensch, palavra iídiche que designa pejorativamente o vagabundo, o homem improdutivo, sem trabalho nem salário fixo, dedicado a perder tempo e a fazer conjecturas. Perdido entre livros e divagações, o luftmensch é literalmente um «homem dos ares», «um homem flutuante». A que aspira? Para onde se dirige? Como Abel, este ocioso não tem planos nem projectos, é um filho errante que angustia sempre a sua mãe. Se Caim representa a técnica e a responsabilidade da idade adulta, o seu irmão, por sua vez, é um tratante, um adolescente livre de deveres. Caim é pragmático; Abel, gárrulo. Um ama a pachorrice; o outro crê na diligência como profissão de fé. Em tudo parecem espíritos contrários. E as duas formas de habitar o espaço a que deram origem, sedentários e nómadas, representam duas formas, talvez irreconciliáveis, de encarar os dilemas da sobrevivência: sucumbir ao peso do trabalho em nome do progresso, ou aprender a viver em nome da própria vida. É curioso que Deus tenha desdenhado de Caim precisamente porque, no seu sacrifício, procedia por simples apego ao dever, em vez de o fazer por generosidade, por amor genuíno, como Abel. (Se considerarmos a explicação de São João, Deus procurava os homens e não as coisas que eles faziam com as mãos, do mesmo modo que preferia o que crescia naturalmente em lugar daquilo que se obtinha através de impulsos gananciosos, como o arado com que se obriga a terra a germinar para logo lucrar com o seu fruto.) Quanta ira terá palpitado nas têmporas do agricultor ao ver, ao fim do dia de trabalho, o seu irmão, o ocioso, a ser premiado! Aquilo era, de facto, razão para o matar. E, assim, num assomo de fúria destrutiva, o homo faber liquida de vez o homo ludens. Que temos aqui? A forma como o trabalho reprime enfim a propensão para o lúdico, inclinação que só pode causar intranquilidade e desconfiança num mundo que levou a sua loucura ao ponto de considerar a própria existência como um castigo. Num mundo assim, a penitência termina com o jogo; a obrigação, com o prazer. E a esquiva possibilidade de fazer do trabalho uma coisa alegre, ou, pelo menos, passageira – após a qual o homem poderia dedicar-se ao que bem lhe aprouvesse –, tornou-se inviável para a grande massa de pessoas sobre as quais recaíram as funções mais servis e rotineiras. É uma pena que tenha sido a estirpe de Caim a servir de inspiração a numerosas gerações posteriores dedicadas ao trabalho compulsivo, chegando até Benjamin Franklin, que definiu o homem, no século XVIII, precisamente como «o animal que fabrica ferramentas», tendo banido da sua agenda a possibilidade de descansar. «Não perder tempo; manter-se sempre ocupado com algo útil; suprimir todas as acções desnecessárias», eram tais as notas mais altas do seu hino, o hino do homo faber, que fez do tempo o principal recurso a administrar: «Pensa que tempo é dinheiro. Quem puder ganhar diariamente dez xelins com o seu trabalho, e se tiver dedicado metade do dia a passear ou a bocejar no seu quarto, embora apenas dedique seis pence às suas diversões, na verdade gastou, ou melhor, desbaratou, mais cinco xelins.» Quanta razão tinha Vaneigem quando escreveu: «As necessidades da economia ajustam-se ao lúdico. Nas transacções financeiras, tudo é sério; não se brinca com o dinheiro.» É neste ponto em que estamos. Somos todos da raça de Caim, e se de algum modo ainda nos é possível assinalar que nem tudo está perdido, é só na medida em que nos restam os bárbaros. A redenção que nos resta está na hostilidade. O difícil é manter-se leal a esta, recolher-se em si mesmo para recuperar essa voltagem direccionada contra o mundo que fez de nós seres que vivem para as suas medições, para contabilizar, fazer os seus ganhos, e obterem algum tipo de purificação por meio do consumo. Hoje, é este que nos consome. Eis, por fim, o predador inescapável. Esse estado de embotamento, a razão trocada pela frivolidade publicitária, as almas baixando o preço, vendendo-se por atacado, indistinguíveis de toda essa mercadoria desesperada e amiúde obscena a que nos entregamos sem reservas, com os nossos anseios dominados pela promoção de uma cultura homogénea ao seu nível mais rasteiro, e esse desprezo subliminar pelo pensamento e pela escrita, num ambiente asfixiante e cheio de falsas pretensões, cada um disputando o seu quinhão neste deserto mediatizado, rendidos ao “monstruoso dispositivo da distracção” (Adorno). E seria interessante pensar como o fascismo se impõe dentro desta disciplina do trabalho, à medida que aquelas pessoas que se reconhecem inúteis, são chamadas a colocar-se ao serviço da violência sistemática e persecutória do Estado. Assim emerge, como Ryszard Kapuscinski notou, em Andanças com Heródoto, uma substância pouco definida, fluida, que forma bairros inteiros de pessoas sem uma posição, uma classificação ou um destino bem definido. Em qualquer momento aquela gente pode formar uma multidão, turba, que tem opinião sobre tudo, tem tempo para tudo, quer participar em algo, significar algo, mas ninguém lhes liga, nem ninguém precisa deles. Toda a ditadura parasita sobre esse magma anónimo. Nem precisa de manter um dispendioso exército de polícias profissionais. Basta procurar aquela gente que anda em busca de qualquer coisita na vida. Dar-lhes a ilusão de que podem ser úteis para alguma coisa, que alguém conta com eles, que foram seleccionados, que podem significar algo. As duas partes tiram proveito dessa relação: o homem da rua, ao servir a ditadura, identifica-se com o poder, sentindo-se alguém sério e importante, e como geralmente tem no cadastro alguns roubos, brigas, burlas agora sente-se impune. A ditadura, pelo seu lado, tem nele um agente-tentáculo barato, quase gratuito e, ao mesmo tempo, dedicado e omnipresente. Muitas vezes até seria difícil chamá-lo agente, já que é só alguém que quer ser visto pelas autoridades e zela por que isso aconteça, É sempre prestável, assinalando assim a sua existência.

La ContraHistoria
El colapso de la URSS

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 93:05


La disolución de la Unión de Repúblicas Socialistas Soviéticas constituye uno de los acontecimientos más trascendentales del siglo XX, comparable en magnitud a las dos guerras mundiales o a la Revolución bolchevique que dio origen al propio Estado soviético en 1917. En apenas seis años, entre 1985 y 1991, un imperio que se extendía desde el Báltico hasta el Pacífico y que había mantenido en vilo al mundo entero durante las más de cuatro décadas de Guerra Fría se desmoronó sin que mediase una guerra convencional, una invasión exterior o una revolución. Lo que hubo fue algo más complejo: una combinación de reformas mal calculadas, presiones económicas insostenibles, el despertar de nacionalismos largo tiempo reprimidos y una élite dirigente que había perdido la fe en su propio proyecto. Todo comenzó con la llegada de Mijaíl Gorbachov al poder en marzo de 1985. Gorbachov era un hombre joven para los estándares del Kremlin, enérgico y convencido de que el sistema soviético podía reformarse desde dentro sin necesidad de abandonar el socialismo. Sus dos grandes programas, la perestroika y la glasnost, pretendían modernizar la economía y abrir un espacio de transparencia informativa. Lo que Gorbachov no previó fue que ambas reformas, lejos de fortalecer al Estado, terminarían por acabar con él. El proceso no fue uniforme ni predecible. Las repúblicas bálticas (Estonia, Letonia y Lituania) fueron las primeras en independizarse. En el Cáucaso, la violencia étnica entre armenios y azeríes preludió que la coexistencia de los tiempos de la URSS saltaría por los aires. Moldavia, Ucrania y Bielorrusia siguieron caminos más lentos pero igualmente irreversibles. En Asia Central, las tensiones adoptaron formas distintas, se produjeron algunos enfrentamientos étnicos y la clase dirigente de la época soviética sobrevivió cambiando de chaqueta. Las huelgas de los mineros del Donbás y de Siberia en 1989 pusieron de manifiesto que el descontento no se limitaba a las periferias nacionales, sino que había calado también en el corazón de la clase obrera rusa, aquella que supuestamente era la base del régimen. La crisis alcanzó su punto de no retorno en 1991. Boris Yeltsin, elegido presidente de la Federación Rusa, se convirtió en el principal rival interno de Gorbachov. El intento de golpe de Estado de agosto de 1991, protagonizado por un grupo de inmovilistas del Partido y de su aparato de seguridad, terminó en un fracaso estrepitoso que aceleró el proceso de disolución. Tras el golpe fallido, las repúblicas soviéticas declararon su independencia una tras otra, como fichas de dominó cayendo sobre un tablero que ya nadie controlaba. El 25 de diciembre de 1991, Gorbachov dimitió como presidente de la URSS y la bandera roja con la hoz y el martillo fue arriada del Kremlin por última vez. La Unión Soviética había dejado de existir. Las consecuencias fueron enormes y perduran hasta hoy. Económicamente, la transición resultó caótica y dolorosa. Los conflictos postsoviéticos (desde Chechenia hasta Transnistria pasando por Nagorno-Karabaj y Georgia) se mantuvieron encendidos durante décadas y aún no han terminado del todo. La historiografía ha debatido extensamente las causas de la caída. Unos insisten en el peso de los factores estructurales, otros señalan las decisiones personales de Gorbachov, y no faltan quienes apuntan al papel decisivo de la presión internacional y la carrera armamentística. Lo cierto es que la disolución de la URSS cambió el mapa del mundo y sus efectos siguen configurando la geopolítica del siglo XXI. En El ContraSello: 0:00 Introducción 4:08 El colapso de la URSS 33:20 O2 - http://o2online.es/ 1:25:09 Los mercenarios Bibliografía: - "El fin del "Homo sovieticus" de Svetlana Aleksiévich - https://amzn.to/47TGYnC - "Imperium" de Ryszard Kapuscinski - https://amzn.to/4dx5Xkk - "La tumba de Lenin" de David Remnick - https://amzn.to/4lERYec - "Armageddon Averted" de Stephen Kotkin - https://amzn.to/4snVcWn · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva #FernandoDiazVillanueva #urss #comunismo Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

CLM Activa Radio
CIERRA EL LIBRO AL SALIR 24-2-2026 Una enfermedad incurable

CLM Activa Radio

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 56:55


Ya en el aire, el decimonono episodio de Cierra el libro al salir, el de nuestra enfermedad incurable. Podéis encontrar todos los capítulos en las siguientes plataformas: Anchor: https://is.gd/2NtWpC Ivoox: https://is.gd/N7ZRLF Google: https://is.gd/QPSxqF Spotify: https://is.gd/HgJODw Apple: https://is.gd/ronrw0 Spreaker: https://is.gd/tcF9JV Youtube: https://is.gd/lIEI9e En este episodio especial de Cierra el libro al salir, correspondiente al mes de julio de 2020, os invitamos a viajar más allá de la nueva normalidad a través de estos cuatro libros: 0:00 Presentación. 5:00 Viajes con Heródoto, de Ryszard Kapuscinski. 22:00 Guía de hoteles inventados, de Óscar Sipán. 40:00 Salvaje, de Cheryl Strayed 49:10 Atlas de islas remotas, de Judith Schalansky 55:30 Despedida y cierre. Puedes comprar los libros de los que te hablamos donde te apetezca, pero nosotros te sugerimos que lo hagas a través de una pequeña librería y que te dejes aconsejar por los libreros. La sintonía del programa es de Charles Matuschewski y los arreglos de nuestras voces de Elmar Geissler. Las cortinillas animadas son de Jara Vicente. Cualquier sugerencia o crítica, incluso malintencionada, nos la podéis enviar a hola@cierraellibroalsalir.com. Búscanos en facebook (sobre todo), o en twitter o en instagram o en youtube, prometemos contestar de inmediato. Esto es todo por esta vez. Dentro de un mes, otro episodio. ¡Ah!, no olvidéis cerrar el libro al salir.

Podcaliptus Bonbon
11 X 09 La cónica periodística: Ryszard Kapuscinski, Manu Leguineche. - Acceso anticipado

Podcaliptus Bonbon

Play Episode Listen Later Nov 10, 2024 49:05


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! En el pódcast de hoy hablamos de un género, la crónica, que hermana a dos disciplinas que no siempre acaban de entenderse: la historia y el periodismo. Para ello nos acercamos a la obra de los periodistas Kapuscinski y Leguineche, quienes tenían muchos puntos en común. Recomendamos obras, leemos fragmentos y, básico de la buena crónica, las enmarcamos en su contexto histórico. Como siempre, esperamos que os guste :-) Fotografía con licencia CC por Lubik vía Wikipedia. La música tiene licencia Creative Commons ("Into the Storm" por Brandon Lew) o está cedida (cierre por el gran Almirante Stargazer, director del fantabuloso podcast "Torpedo Rojo"). Puedes seguir nuestras andanzas y participar en nuestra web, el portal cultural podcaliptus.com ; nuestro canal de YouTube "Podcaliptus Bonbon", muro de Facebook y Twitter @podcaliptus. ¡Os esperamos! :-) ENLACES DE INTERÉS: —Película de animación, basada en algunas de las experiencias de Kapuscinski en África, "Un día más con vida". Vía RTVE play: https://www.rtve.es/television/20231126/dia-mas-con-vida-kapuscinski-cine/2082853.shtml —Documental y mesa redonda "Manu Leguineche, un alma libre": https://www.youtube.com/watch?v=Te-NOrnt3v4 —Pódcast sobre la filosofía de Ortega y Gasset: https://www.ivoox.com/filosofia-tambien-es-para-verano-ortega-audios-mp3_rf_132595602_1.html —Pódcast sobre la historia de los partidos políticos en época contemporánea: https://www.ivoox.com/podcaliptus-7-x-18-la-historia-los-audios-mp3_rf_65406842_1.htmlEscucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Podcaliptus Bonbon. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/157530

Via lliure - Il·lustres execrables
Ryszard Kapuscinski

Via lliure - Il·lustres execrables

Play Episode Listen Later Sep 30, 2023 27:31


Ryszard Kapuscinski

ryszard kapuscinski
Escala en París
La revista ‘Ojo vulgar', contracultura en papel frente a un mundo digital

Escala en París

Play Episode Listen Later May 17, 2023 13:22


En el marco de las Semanas de América Latina y el Caribe que se celebran en toda Francia hasta el 10 de junio, les hablamos de la revista ‘Ojo Vulgar' de arte y cultura que acaba de publicar su tercer número ‘Raros'. Un magazine que ha nacido en Francia, en español y en francés, y que camina a contracorriente en un mundo cada vez más digitalizado. Los artífices de esta publicación ofrecen una plataforma en la que se entrelazan las vanguardias y los nuevos artistas con los exponentes clásicos tanto de Europa como de Latinoamérica.“Pretendemos hacer un puente, no sólo de unión, sino también de toda la influencia que puede tener la cultura y el arte latinoamericano en Europa, que se conoce menos, y evidentemente el europeo en Latinoamérica”, nos explica Natalia Vélez, directora de ‘Ojo Vulgar'. Una especie de recorrido en el que se pueden cruzar en sus páginas el cineasta sueco Ingmar Bergman y el escritor y Doctor en Estudios Hispánicos Alexander Ortega, quien dirige en esta revista la sección ‘Lázaro, arte y cultura', título que responde a la referencia bíblica de “Lázaro, levántate y anda”. “Se trata de resucitar y darle un nuevo espacio a lo que están haciendo los latinoamericanos en París, esta gente invisible, esta gente que está haciendo poesía, esta gente que está haciendo teatro, que son muchísimos, porque precisamente hay latinoamericanos que siguen creando el mito de París sobre el arte y la cultura”, nos explica este colombiano originario de Barranquilla.Con una edición muy cuidada y un grafismo surrealista, sus artífices han querido volver al papel como una forma de cultura alternativa en plena era digital donde lo que impera no es el gusto de la lectura sosegada sino el puro clic a los videos de Tiktok. “El papel, más allá de ser un medio muy poético y de antaño y de vanguardia, logra crear en este momento una contracultura nuevamente en el mundo digital”, aclara Vélez. Este “ojo fisgón, tan insolente” busca no sólo exponer sino también impactar, provocar y cuestionar. Su último número se llama ‘Raros' e indaga sobre el concepto de las identidades y de la diversidad.   En esta edición ocupa un lugar especial Alexander Ortega, autor también de la crónica ‘La noche de los hombres espejo' (Editions de Fallois, 2021) del que se puede leer un extracto en la revista. Ortega, gran admirador del periodista y escritor polaco Ryszard Kapuscinski, se interesa especialmente por las identidades sexuales y de género, pero no sólo. “En esta crónica exploro el punto de vista de un periodista que se va a una fiesta y le hace la entrevista a un ‘escort'. ¿Qué puede decirnos un ‘escort' sobre la identidad y sobre la sexualidad? Entonces es a través de un recorrido por diferentes imaginarios o los clichés del mundo gay. ¿Pero qué hay detrás del cliché? ¿Cuáles son esas grandes verdades?”, se pregunta el escritor. ¿Por qué en 2023 estamos tan obsesionados con la identidad? “Yo pienso que la identidad siempre ha obsesionado a la humanidad, o sea, saber quiénes somos en el mundo. Yo creo que la identidad es hablar sobre lo humano. Yo en mi crónica no hago ninguna reivindicación política, sino preguntas que me hago como latinoamericano en París”, explica Alexander Ortega. “Cito ‘La enfermedad mortal' de (Soren) Kierkegaard (filósofo danés), la desesperación es la enfermedad mortal y creo que, de alguna manera, como decía Alex, la identidad siempre ha sido una obsesión en el hombre, de saber quién es y de pronto de no querer ser quién es, hay una especie de fluidez que angustia”, nos dice Natalia Vélez.#EscalaenParís también está en redes sociales. Coordinación editorial: Ana María Ospina. Realización: Jérémie Besset, Steven Helsly y Tiffanie Menta. 

RNZ: Afternoons with Jesse Mulligan
Book review with Anna Rankin

RNZ: Afternoons with Jesse Mulligan

Play Episode Listen Later Apr 11, 2023 7:51


Today's book critic is Anna Rankin, who speaks to Charlotte Ryan about The Soccer War by polish journalist, Ryszard Kapuscinski.

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Global Podd
Rysk identitet: Vad händer efter kriget?

Global Podd

Play Episode Listen Later Dec 11, 2022 25:46


Vad händer med Ryssland och den ryska identiteten den dag kriget är över? Kommer landets minoriteter att resa sig och imperiet falla sönder? Nyligen träffades ryska aktivister på en konferens i Berlin. I avsnitt 119 av Global Podd berättar rysslandskännare Stefan Ingvarsson om de diskussioner som nu förs kring ett framtida Ryssland. Redan i början av 1990-talet skriv den polske journalisten Ryszard Kapuscinski boken Imperiet om det Sovjetiska imperiets sammanbrott. Nu handlar det Sovjetunionens arvtagare Ryssland. Det pågående anfallskriget mot Ukraina har satt fingerat på Rysslands roll som stormakt och inte minst – vad rysk identitet egentligen innebär. När kretsen runt Putin bestämde sig för att invadera Ukraina lyfte man locket på en mängd diskussioner ring vad som egentligen är Ryssland, dess identitet, tidigare koloniala krig och förtrycket av minoriteter. Många ser dagens krig mot Ukraina som en förlängning av de koloniala krig Ryssland förde på 180-talet.  I början av december samlades ryska aktivister (både från landet och från exilen) till en fredskonferens i Berlin. Stefan Ingvarsson var med. Här berättar han om de diskussioner som just nu förs bland ryska oppositionella. Medverkande: Stefan Ingvarsson, analytiker på Centrum för Östeuropastudier vid Utrikespolitiska institutet. Programledare: David Isaksson.

Cuento contigo
4x02. La Isla de Man, Carlos Caggiani en San Francisco y Kapuscinski camino a Cumasi

Cuento contigo

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 105:22


En esta edición de Cuento Contigo, mi estimado Victor Ávila Lázaro, una institución en lo que respecta al mundo de la competición en general y al TT de la Isla de Man en particular, te cuenta su viaje hasta llegar al lugar. Luego te da algo de información por si te quieres acercar al lugar. Carlos Caggiani continúa su aventura junto a Manuel, esta vez en San Francisco, allí consiguen un trabajo que les permitirá continuar viaje por este vasto país que es EE.UU Finalmente mi adorado Ryszard Kapuscinski, repite en el programa y repite continente. Un viaje en autobús a Cumasi, le permite palpar la vida del habitante de Ghana, se mete en su piel y observa con ojo crítico los cambios que se están produciendo en el país una vez descolonizado. Música: Maldita dulzura cover: No hablan del membrillo. Vetusta Morla sabe hacer canciones románticas sin que se te piquen las muelas. All along the wachtower cover: Jimi Hendrix, otro que murió joven después de una borrachera de órdago. La tienda donde compraba las guitarras quebró después de su muerte. Living on a prayer cover: Cuando a Bon Jovi parecía que le hacía falta una ducha. ¿Te acuerdas de la bufanda?, me da dentera pensar en ella. It´s no good cover: Depeche Mode. La carta de un fan pirado que recibió David Gahan. ¿A que parece una canción de amor y devoción? Pues no. Lovefool cover: The cardigans. Les gusta hacerse los suecos y la Nina, igual te derrite con esta melodía que se lanza a conducir en plan kamikaze por una autopista americana.

The Seen and the Unseen - hosted by Amit Varma
Ep 277: The Rooted Cosmopolitanism of Sugata Srinivasaraju

The Seen and the Unseen - hosted by Amit Varma

Play Episode Listen Later May 16, 2022 318:26


He grew up breathing Kannada literature -- and he also embraced the globalised world. Sugata Srinivasaraju joins Amit Varma in episode 277 of The Seen and the Unseen to discuss this confluence of the old and the new, the near and the far, his society and the world.  Also check out: 1. Sugata Srinivasaraju in Outlook, ToI/Mumbai Mirror, New Indian Express, The Wire, Mint, Twitter and his own website. 2. Furrows in a Field -- Sugata Srinivasaraju. 3. Pickles from Home: The Worlds of a Bilingual -- Sugata Srinivasaraju. 4. Keeping Faith with the Mother Tongue -- Sugata Srinivasaraju. 5. Sugata Srinivasaraju on his father, Chi Srinivasaraju: 1, 2, 3. 6. Maharashtra Politics Unscrambled -- Episode 151 of The Seen and the Unseen (w Sujata Anandan). 7. Dodda Alada Mara (Big Banyan Tree). 8. GP Rajarathnam, AR Krishnashastry, P Lankesh and KS Nissar Ahmed on Wikipedia. 9. The Tell Me Why series of encyclopedias -- Arkady Leokum. 10. Stendhal, Honoré de Balzac, Victor Hugo and Charles Baudelaire on Amazon. 11. Rayaru Bandaru Mavana Manege -- The KS Narasimhaswamy poem Sugata translated. 12. Phoenix and Four Other Mime Plays -- Chi Srinivasaraju (translated by Sugata Srinivasaraju, who tweeted about it here.). 13. Ahobala Shankara, V Seetharamaiah, Roland Barthes, Michel Foucault, Jacques Derrida, KV Narayana, Noam Chomsky, DR Nagaraj, Jorge Luis Borges and Tejaswini Niranjana. 14. Lawrence Weschler on how Akumal Ramachander discovered Harold Shapinsky. 15. AK Ramanujan and Gopalakrishna Adiga. 16. The Penguin Book of Socialist Verse -- Edited by Alan Bold. 17. Gandhi as Mahatma: Gorakhpur District, Eastern UP, 1921-22 -- Shahid Amin. 18. Kraurya -- Girish Kasaravalli. 19. Deconstructing Derrida -- Sugata Srinivasaraju. 20. Yaava Mohana Murali -- Gopalakrishna Adiga's poem turned into a song. 21. Ram Guha Reflects on His Life -- Episode 266 of The Seen and the Unseen. 22. Understanding Gandhi. Part 1: Mohandas — Episode 104 of The Seen and the Unseen (w Ram Guha). 23. Understanding Gandhi. Part 2: Mahatma — Episode 105 of The Seen and the Unseen (w Ram Guha). 24. Modern South India: A History from the 17th Century to our Times -- Rajmohan Gandhi. 25. Ki Ram Nagaraja at Book Brahma. 26. A Map of Misreading -- Harold Bloom. 27. The Singer of Tales -- Albert Lord and David Elmer. 28. ಪಂಪ ಭಾರತ ದೀಪಿಕೆ: Pampa Bharatha Deepike -- DL Narasimhachar. 29. The Open Eyes: A Journey Through Karnakata -- Dom Moraes. 30. Dom Moraes on DR Bendre's love for numbers. 31. DR Bendre, Kuvempu, Shamba Joshi, MM Kalburgi, Shivaram Karanth, VK Gokak and Chandrashekhar Patil. 32. Da Baa Kulkarni, Sriranga, Nabaneeta Dev Sen, Bhisham Sahni, Kartar Singh Duggal and HY Sharada Prasad. 33. His Will Was His God -- Sugata Srinivasaraju on HY Sharada Prasad. 34. Jeremy Seabrook on Amazon. 35. Aakar Patel Is Full of Hope -- Episode 270 of The Seen and the Unseen. 36. The Rise and Fall of the Bilingual Intellectual — Ramachandra Guha. 37. The Life and Times of Mrinal Pande -- Episode 263 of The Seen and the Unseen. 38. Sara Rai Inhales Literature -- Episode 255 of The Seen and the Unseen. 39. The Art of Translation -- Episode 168 of The Seen and the Unseen (w Arunava Sinha). 40. Negotiating Two Worlds, Bilingualism As A Cultural Idea -- Sugata Srinivasaraju delivers the HY Sharada Prasad Memorial Lecture. 41. Karunaalu Baa Belake -- A Kannada version of 'Lead, Kindly Light'. 42. Liberal impulses of our regional languages -- Sugata Srinivasaraju. 43. Why Resisting Hindi is No Longer Enough -- Sugata Srinivasaraju. 44, The Indianness of Indian Food -- Episode 95 of The Seen and the Unseen (w Vikram Doctor). 45. Steven Van Zandt: Springsteen, the death of rock and Van Morrison on Covid — Richard Purden. 46. Roam Research and Zettelkasten. 47. Sixteen Stormy Days — Tripurdaman Singh. 48. The First Assault on Our Constitution — Episode 194 of The Seen and the Unseen (w Tripurdaman Singh). 49. Nehru's Debates -- Episode 262 of The Seen and the Unseen (w Tripurdaman Singh and Adeel Hussain). 50. Speaking of Siva -- Ak Ramanujan's translations of the Vacanas. 51. Not Waving but Drowning -- Stevie Smith. 52. Pictures on a Page -- Harold Evans. 53. Notes From Another India -- Jeremy Seabrook. 54. Good Times, Bad Times -- Harold Evans. 55. John Pilger on Amazon. 56. Sugata Srinivasaraju's pieces in Outlook in 2005 on the Infosys land scam: 1, 2. 57. ‘Bellary Is Mine' -- Sugata Srinivasaraju. 58. Deca Log: 1995-2005. A history in ten-and-a-half chapters, through the eyes of Outlook -- Sugata Srinivasaraju. 59. The Sanjay Story: From Anand Bhavan To Amethi -- Vinod Mehta. 60. Lucknow Boy: A Memoir -- Vinod Mehta. 61. Remembering Mr. Shawn's New Yorker -- Ved Mehta. 62. Off the Record: Untold Stories from a Reporter's Diary -- Ajith Pillai. 63. A Town Offers Its Shoulder -- Sugata Srinivasaraju. 64. Superforecasting: The Art and Science of Prediction -- Philip Tetlock and Dan Gardner. 65. Dhanya Rajendran Fights the Gaze -- Episode 267 of The Seen and the Unseen. 66. The Story of an Income Tax Search — Dhanya Rajendran on Instagram. 67. George Plimpton, 76; 'Paper Lion' author, longtime literary editor, amateur athlete -- David Mehegan. 68. Does The Paris Review Get a Second Act? -- Charles McGrath on literary magazines as "showcases of idealism." 69. My Father's Suitcase -- Orhan Pamuk's Nobel Prize lecture. 70. Gandhi's Assassin: The Making of Nathuram Godse and His Idea of India -- Dhirendra K Jha. 71. Harmony in the Boudoir -- Mark Strand. 72. Of Human Bondage -- W Somerset Maugham. 73. Man's Worldly Goods -- Leo Huberman. 74. Autobiography -- Bertrand Russell. 75. Graham Greene, Joseph Conrad, Gabriel Garcia Marquez, Jorge Luis Borges, Honoré de Balzac, Gustave Flaubert, Victor Hugo, Charles Dickens and George Orwell on Amazon. 76. Madame Bovary -- Gustave Flaubert. 77. Reflections on Gandhi -- George Orwell. 78. The Tyranny of Merit -- Michael Sandel. 79. Home in the World: A Memoir -- Amartya Sen. 80. Living to Tell the Tale -- Gabriel Garcia Marquez. 81. Ayodhya - The Dark Night and Ascetic Games by Dhirendra Jha. 82. Team of Rivals -- Doris Kearns Goodwin. 83. My Last Sigh -- Luis Bunuel. 84. Interview with History -- Oriana Fallaci. 85. Ryszard Kapuscinski on Amazon. 86. Journalism as Literature -- Salman Rushdie on Ryszard Kapuscinski. 87. Mallikarjun Mansur, Bhimsen Joshi and Kumar Gandharva on Spotify. 88. Vachanas sung by Mallikarjun Mansur and Basavaraja Rajguru. 89. Outlander, Knightfall and Money Heist on Netflix. 90. Sugata Srinivasaraju's Twitter thread on the songs of DR Bendre. This episode is sponsored by The Desi Crime Podcast. You'll find them on all podcast apps. Check out Amit's online course, The Art of Clear Writing. And subscribe to The India Uncut Newsletter. It's free! The illustration for this episode is by Nishant Jain aka Sneaky Artist. Check out his work on Twitter, Instagram and Substack.

Roteirices
166 – Islamofobia e fascismo, com Felipe Puncha

Roteirices

Play Episode Listen Later Jan 5, 2022 129:08


Se tudo o que você acha que sabe sobre os muçulmanos e o Islã está baseado nos filmes e séries feitos em Hollywood, então é muito provável que você não faça a menor ideia do que é o Islã, e de quem são os muçulmanos. É claro que não é só isso, mas o sentimento de medo, repugnância e satanização da religião tem a ver com a desinformação e atuação de grupos de ódio supremacistas e de extrema direita que projetam nos muçulmanos uma ameaça a um estilo de vida que evoca um suposto passado glorioso. Mas, no fim das contas, esse sentimento de ódio é a famosa islamofobia, que está cada vez mais associada a células neofascistas em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil, onde esses grupos têm crescido de maneira preocupante. Para falar sobre o assunto, Carlos Alberto Jr. entrevista Felipe Puncha. Links Felipe Puncha escreve o primeiro capítulo do livro Religião, política e sociedade: http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/680 Livro “O xá dos xás": https://www.amazon.com.br/xá-dos-xás-Ryszard-Kapuscinski/dp/8535920188/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=ÅMÅŽÕÑ&crid=QJ2ZCQRTUP0N&keywords=o+xá+dos+xás&qid=1641410205&sprefix=o+xá+dos+x%2Caps%2C235&sr=8-1 Felipe Puncha no ViraCasacas: https://viracasacas.wordpress.com/2021/10/05/243-tradicionalismo-isla-e-a-direita-com-muhammad-puncha/ Link filme Syriana: https://youtu.be/2txkFRKrlCk Link para o canal do Roteirices no YouTube: https://youtube.com/playlist?list=PLWcnLFszvII9KdvOv7I1zY483cDdw68Cv Link para o Roteirices no Twitter: https://twitter.com/Roteirices_pod Link para apoiar o Roteirices no Catarse: https://www.catarse.me/roteirices_podcast?ref=user_contributed&project_id=138437&project_user_id=178775 Código para apoiar o Roteirices no PIX: carlosalbertojr1569@gmail.com Contato: roteirices@gmail.com --- Support this podcast: https://anchor.fm/carlos-alberto-jr/support

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Leggere allarga la vita
Ryszard Kapuscinski - In viaggio con Erodoto

Leggere allarga la vita

Play Episode Listen Later Nov 13, 2021 2:54


viaggio ryszard kapuscinski erodoto
Lado B do Esporte
#15 - A Guerra do Futebol

Lado B do Esporte

Play Episode Listen Later Aug 22, 2021 13:15


No décimo quinto episódio do Lado B do Esporte contamos a história da Guerra do Futebol, um conflito armado entre El Salvador e Honduras que ocorreu em 1969 enquanto aconteciam as partidas das eliminatórias para a Copa do Mundo de 1970. O episódio trás um panorama do que acontecia na região naquela época e como o futebol estava relacionado com o conflito, confira! Links e Informações Pedimos desculpas pela qualidade do áudio deste episódio, acabamos tendo problema na gravação oficial e acabou sobrando para o backup. A partir do episódio 16 a qualidade já está melhor. O livro do autor polonês Ryszard Kapuscinski, "A Guerra do Futebol", conta mais detalhes sobre o conflito entre El Salvador e Honduras. É válido acrescentar que algumas passagens do livro são fictícias mas vale para ilustrar bem o que foi a Guerra do Futebol.

¿Cuál es tu libro?
"Ébano", de Ryszard Kapuscinski 051201cualestulibro

¿Cuál es tu libro?

Play Episode Listen Later Jun 2, 2021 3:12


África desde la perspectiva de Ryszard Kapuscinski: "Ébano". Es el libro que nos recomienda Javier Hernández, estudiante de Periodismo.

periodismo bano javier hern ryszard kapuscinski
Ponto Final, Parágrafo
Episódio 43 - Paulo Moura

Ponto Final, Parágrafo

Play Episode Listen Later Apr 23, 2021 102:49


Jornalista muitíssimo premiado, escritor muitíssimo publicado e professor universitário muitíssimo capacitado, Paulo Moura é nosso convidado no dia mundial do livro e dos direitos de autor. Falamos sobre o mais recente livro do escritor, “Hipnose”, o primeiro livro de ficção de Paulo Moura, que aborda o que são as perceções de grupo que temos. O escritor revela-nos um pouco sobre o novo livro “Cidades do Sol” e falamos de Jornalismo literário com “Os Comediantes”, de Graham Greene; “A Fogueira das Vaidades”, de Tom Wolfe (pai do Novo Jornalismo) e “Império”, de Ryszard Kapuscinski. Ler e assinar a newsletter do podcast: https://www.getrevue.co/profile/magdacruz Considera contribuir no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafo Segue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e Facebook Produção, apresentação e edição: Magda Cruz Design: Ana Lopes Genérico: Nuno Viegas

Contando Historias
"El imperio" 100813CONTANDOHISTORIAS

Contando Historias

Play Episode Listen Later Apr 13, 2021 1:26


Fragmento de "Imperio", de Ryszard Kapuscinski. Una adaptación de Javier Velilla.

imperio fragmento el imperio ryszard kapuscinski
Contando Historias
"El imperio" 100813CONTANDOHISTORIAS

Contando Historias

Play Episode Listen Later Apr 13, 2021 1:26


Fragmento de "Imperio", de Ryszard Kapuscinski. Una adaptación de Javier Velilla.

imperio fragmento el imperio ryszard kapuscinski
Les Nuits de France Culture
La Nuit rêvée de Jane Evelyn Atwood (7/9) : Kapuscinski : "Le reportage littéraire exprime toute la richesse et la profondeur du monde"

Les Nuits de France Culture

Play Episode Listen Later Apr 13, 2021 54:59


durée : 00:54:59 - Les Nuits de France Culture - par : Philippe Garbit, Albane Penaranda, Mathilde Wagman - Dans l'émission "Cause commune", Brice Couturier recevait, en 2003, Ryszard Kapuscinski, journaliste-écrivain polonais légendaire. - réalisation : Virginie Mourthé - invités : Ryszard Kapuscinski

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Patio de Butacas
Cine Terror: Halloween y la Segunda Guerra Mundial 181026patiodebutacas

Patio de Butacas

Play Episode Listen Later Mar 29, 2021 7:48


"El fotógrafo de Mauthausen" y "La sociedad literaria y el pastel de piel de patata" nos llevan a la 2ª GM. Además, el terror continúa con "La noche de Halloween" y "Pesadillas 2". Por otro lado, "Quién te cantará" de Carlos Vermut y "Un día más con vida" sobre Ryszard Kapuscinski.

Patio de Butacas
Cine Terror: Halloween y la Segunda Guerra Mundial 181026patiodebutacas

Patio de Butacas

Play Episode Listen Later Mar 29, 2021 7:48


"El fotógrafo de Mauthausen" y "La sociedad literaria y el pastel de piel de patata" nos llevan a la 2ª GM. Además, el terror continúa con "La noche de Halloween" y "Pesadillas 2". Por otro lado, "Quién te cantará" de Carlos Vermut y "Un día más con vida" sobre Ryszard Kapuscinski.

Knowledge = Power
Travels with Herodotus - Ryszard Kapuściński

Knowledge = Power

Play Episode Listen Later Mar 28, 2021 603:59


From renowned journalist Ryszard Kapuscinski comes this intimate account of his years in the field, traveling for the first time beyond the Iron Curtain to India, China, Ethiopia, and other exotic locales. In the 1950s, Kapuscinski finished university in Poland and became a foreign correspondent, hoping to go abroad - perhaps to Czechoslovakia. Instead he was sent to India - the first stop on a decades-long tour of the world that took him from Iran to El Salvador and from Angola to Armenia. Revisiting his memories of traveling the globe with a copy of Herodotus's The Histories in tow, Kapuscinski describes his awakening to the intricacies and idiosyncrasies of new environments and how the words of the Greek historiographer helped shape his own view of an increasingly globalized world. Written with supreme eloquence and a constant eye to the global undercurrents that shaped the latter half of the 20th century, Travels with Herodotus is an exceptional chronicle of one man's journey across continents.

Volumen
Volumen. Episodio 57 "Los cínicos no sirven para este oficio” de Ryszard Kapuscinski y “Los perales tienen la flor blanca” de Gerbrand Bakker.

Volumen

Play Episode Listen Later Mar 11, 2021 9:26


Nuevo episodio de Volumen, un podcast de reseñas literarias. En esta emisión "Los cínicos no sirven para este oficio” de Ryszard Kapuscinski @AnagramaEditor @anagramaeditor y “Los perales tienen la flor blanca” de Gerbrand Bakker @editorialdualidad Voz y realización @mariancollante

Un día de libros
38. La literatura de viajes. Con Lola Escudero

Un día de libros

Play Episode Listen Later Jan 31, 2021 41:10


La literatura de viajes existe desde siempre, desde que hombres y mujeres se lanzaron a los caminos y decidieron dejar por escrito sus vivencias. Lola Escudero es Directora de Comunicación en Geoplaneta, Lonely Planet y Lunwerg, Secretaria General de la Sociedad Geográfica Española y viajera incansable. Con ella recorremos los confines del mundo, conocemos los libros más importantes de viajes e incluso nos adentramos en las guías de viajes y las gastronómicas. En este episodio os planteo un viaje a través de las palabras y de la literatura. Libros mencionados: “Ébano”, “El imperio”, “Viajes con Herodoto”, de Ryszard Kapuscinski “El antropólogo inocente”, de Nigel Barley “El camino más corto”, de Manuel Leguineche “Trilogía de África”, de Javier Reverte “Viajeras intrépidas y aventureras”, de Cristina Morató “Viaje de Egeria: El primer relato de una viajera hispana”, de Carlos Pascual Gil (Autor, Traductor), Egeria (Autor original) “Viajes con Charley: En busca de Estados Unidos”, de John Steinbeck “Hacia los confines del mundo”, de Harry Thompson “Mal de altura” y “Hacia rutas salvajes”, de Jon Krakauer “Krakauer esencial: Reflexiones sobre el riesgo y la condición humana”, de de Jon Krakauer , Alberto Delgado Castro, et ál. “Atlas de los exploradores españoles”, de la Sociedad Geográfica Española “Atrapados en el hielo: La legendaria expedición a la Antártida de Shackleton”, de Caroline Alexander “Millones de pasos”, de Carolina Reymúndez “Océano África”, de Xavier Aldekoa “Oriente Medio, Oriente roto: Tras las huellas de una herida abierta”, de Mikel Ayestaran “La guía del nómada digital: El manual práctico que te inspirará y te ayudará a cambiar tu vida y a trabajar viajando”, de Joe Bindloss Guías de Lonely Planet Para proponerse como guía de viajes: https://www.lonelyplanet.com/

LAS BOLAS DEL ENGRUDO
Episodio 21: Ryszard Kapuscinski "Un dia más con vida" fragmento /Asaf Avidan "lost horse"

LAS BOLAS DEL ENGRUDO

Play Episode Listen Later Oct 19, 2020 48:49


Crónica "Dios de luciérnagas"https://elhuevocojo.com/?p=3780&fbclid=IwAR1gCCwe1CZl342dRZd1d6yTb61Uqd6PGbAPM00NrKUKE2oIjryq2XYZxlghttps://elhuevocojo.com/Asaf Avidanshttps://www.youtube.com/watch?v=cuopxMYqsXYhttps://open.spotify.com/artist/7t51dSX8ZkKC7VoKRd0lME?si=SEratya0QwyRUVI4IyT-TA 

lost horses dios fragmento cronicas asaf avidan ryszard kapuscinski
Hotel Jorge Juan
Hab. 237: Cosas que nos hacen decir 'wow', con Javier Cañada

Hotel Jorge Juan

Play Episode Listen Later Sep 24, 2020 70:21


Javier Cañada, diseñador y socio del Instituto Tramontana, es una persona con muchas inquietudes y al que le gustan las cosas bien hechas. Con él hablamos sobre diseño para mejorar nuestro día a día, de por qué importan los detalles y de esas cosas que van a cambiar (o están cambiando) nuestro mundo y que nos van a hacer decir 'wow'. También charlamos sobre Antonia Font, Dieter Rams y Scarlett Johansson, sobre tarjetas de seguridad de los aviones, El Corte Inglés, Ulm, Cádiz y Kapuscinski. Como siempre, donde siempre: en el Hotel Jorge Juan. Pongan el cartel de 'No Molestar'.Notas del podcast:- Antonia Font - En s'estiu: https://open.spotify.com/track/5dpoGuFGb01syYB4ZXcgk8?si=Z2v0lb9qRvCetuuqgH_XRg - "La ilusión de la seguridad" - El Club de la Lucha: https://youtu.be/cho2GijKpBY - Instituto Tramontana: https://www.tramontana.net/ - Nebraska - Bruce Springsteen: https://open.spotify.com/album/6yskFQZNlLYhkchAxELHi6?si=60ZTf9qfSUeoKF0m6Vc_1A - Fatiga de videollamada: https://www.weforum.org/agenda/2020/05/zoom-fatigue-video-conferencing-coronavirus/ - Entre la utilidad y el deleite - Javier Cañada: https://youtu.be/-Z4NzUNY7To - Ébano - Ryszard Kapuscinski: https://www.anagrama-ed.es/autor/kapuscinski-ryszard-573 - En movimiento - Oliver Sacks: https://www.anagrama-ed.es/libro/argumentos/en-movimiento/9788433963956/A_492

Libertad Radio 105.5
Libroteca ➡️ Ébano de Ryszard Kapuscinski

Libertad Radio 105.5

Play Episode Listen Later Sep 15, 2020 8:16


Cada lunes 09.45hs en Mañanas Urbanas Natalia Urban recomienda un Libro / Escritor y trae novedades del mundo de la literatura.

cada bano ryszard kapuscinski
Les Nuits de France Culture
La Nuit rêvée de Jane Evelyn Atwood (7/9) : Kapuscinski : "Le reportage littéraire exprime toute la richesse et la profondeur du monde"

Les Nuits de France Culture

Play Episode Listen Later Sep 13, 2020 54:59


durée : 00:54:59 - Les Nuits de France Culture - par : Philippe Garbit, Albane Penaranda, Mathilde Wagman - Dans l'émission "Cause commune", Brice Couturier recevait, en 2003, Ryszard Kapuscinski, journaliste-écrivain polonais légendaire. - réalisation : Virginie Mourthé - invités : Ryszard Kapuscinski

toute du monde litt reportage nuit la nuit atwood france culture richesse les nuits profondeur exprime ryszard kapuscinski kapuscinski rve philippe garbit mathilde wagman dans
Les Nuits de France Culture
La Nuit rêvée de Jane Evelyn Atwood (5/9) : Jane Evelyn Atwood 2/3 : "Une photographie réussie est une photo qui m'émeut tout simplement"

Les Nuits de France Culture

Play Episode Listen Later Sep 13, 2020 32:00


durée : 00:32:00 - Les Nuits de France Culture - par : Philippe Garbit, Albane Penaranda, Mathilde Wagman - Deuxième entretien de la "Nuit rêvée" de Jane Evelyn Atwood avec Albane Penaranda. Présentant les archives qu'elle a choisies, la photographe évoque son travail de photographe, et des personnalités qui l'ont marquée, que l'on entendra cette nuit, comme Daniel Defert ou Ryszard Kapuscinski. - réalisation : Virginie Mourthé - invités : Jane Evelyn Atwood Photographe

El Mundo al Revés
EDITORIAL| Que el periodismo no nos tape lo importante

El Mundo al Revés

Play Episode Listen Later Aug 30, 2020 5:19


“Para ejercer el periodismo, ante todo, hay que ser buenos seres humanos. Si se es una buena persona se puede intentar comprender a los demás”, decía el periodista polaco Ryszard Kapuscinski. ¿Qué pasa si analizamos a los medios hegemónicos de Argentina bajo esta definición?

CQPodcast
Los Fedayines en Palestina, historias de desplazados

CQPodcast

Play Episode Listen Later Jul 15, 2020 10:42


Matías Mosquera nos trajo algunos pasajes de Cristo con Fusil al Hombro, una de las tantas crónicas del corresponsal definitivo: Ryszard Kapuscinski. El polaco anduvo en los 70 por Palestina y por eso lo valoramos tanto, por andar por el mundo poniéndole voz, y escuchando, a los que no tienen voz, una práctica que tan bien nos vendría en estos tiempos de tanto antagonismo.

Cierra el libro al salir
Una enfermedad incurable

Cierra el libro al salir

Play Episode Listen Later Jul 5, 2020 56:55


Ya en el aire, el decimonono episodio de Cierra el libro al salir, el de nuestra enfermedad incurable. Podéis encontrar todos los capítulos en las siguientes plataformas: Anchor: https://is.gd/2NtWpC Ivoox: https://is.gd/N7ZRLF Google: https://is.gd/QPSxqF Spotify: https://is.gd/HgJODw Apple: https://is.gd/ronrw0 Spreaker: https://is.gd/tcF9JV Youtube: https://is.gd/lIEI9e En este episodio especial de Cierra el libro al salir, correspondiente al mes de julio de 2020, os invitamos a viajar más allá de la nueva normalidad a través de estos cuatro libros: 0:00 Presentación. 5:00 Viajes con Heródoto, de Ryszard Kapuscinski. 22:00 Guía de hoteles inventados, de Óscar Sipán. 40:00 Salvaje, de Cheryl Strayed 49:10 Atlas de islas remotas, de Judith Schalansky 55:30 Despedida y cierre. Puedes comprar los libros de los que te hablamos donde te apetezca, pero nosotros te sugerimos que lo hagas a través de una pequeña librería y que te dejes aconsejar por los libreros. La sintonía del programa es de Charles Matuschewski y los arreglos de nuestras voces de Elmar Geissler. Las cortinillas animadas son de Jara Vicente. Cualquier sugerencia o crítica, incluso malintencionada, nos la podéis enviar a hola@cierraellibroalsalir.com. Búscanos en facebook (sobre todo), o en twitter o en instagram o en youtube, prometemos contestar de inmediato. Esto es todo por esta vez. Dentro de un mes, otro episodio. ¡Ah!, no olvidéis cerrar el libro al salir.

Besuricata
47 Construir productos con Ana Asuero de Aplazame

Besuricata

Play Episode Listen Later Apr 7, 2020 52:00


Nota: Este episodio fue grabado el pasado 3 de marzo, antes de todo el lío del COVID-19. Hoy hablamos con la CPO y CMO de Aplazame, Ana Asuero. Aprendemos un poco más acerca de las FINTECH y nos cuenta la creación y desarrollo de Aplazame, la financiación instantánea para compras online. Algunos temas que hemos hablado: Construcción de productos honestos.Diseño neutral. Ayudar a entender la información mediante el diseño.Creación de productos honestos.Conversaciones con los usuarios para crear y mejorar nuestro producto.Automatización de tareas de marketing.Algoritmos de fraude y cálculo de riesgo.Hacer lo que nos apasiona y nunca dejar de aprender.Entender las dinámicas más que entender las herramientas. Formarse en capacidades. Las tres preguntas: Un libro:"Radical Candor" de Kim Scott"El sueño de África (Trilogía de África 1)" de Javier Reverte."Vagabundo en África (Trilogía de África 2)" de Javier Reverte."Los caminos perdidos de África (Trilogía de África 3)" de Javier Reverte."Ébano" de Ryszard Kapuscinski. Una canción:Sinfonía Nº9 "Nuevo mundo" de Dvorak https://www.youtube.com/watch?v=pGdtkUiKaA8 Invitad@s:Isabel Inés de La nave nodriza. Puedes seguirnos por la calle o en Twitter. Tenemos abierta una campaña en Aixeta.cat donde puedes ayudarnos económicamente si te gusta lo que hacemos. Nota importante: Algunos de los enlaces de este post pueden contener enlaces de afiliado de Amazon, cuyos ingresos utilizamos para mantener y mejorar la calidad de este podcast. Si te apetece echarnos un cable puedes hacer tus compras en Amazon desde aquí 🙌

Notícia no Seu Tempo
Caderno 2: novo filme de Paolo Virzi, Van Gogh – A Sombra do Invisível, melhor longa do Anima Mundi 2019

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 30, 2019 2:41


Confira os destaques do Caderno 2 desta terça-feira (30/07/19)See omnystudio.com/listener for privacy information.

Demasiado Humano
Episodio 11 T4: El Viaje.

Demasiado Humano

Play Episode Listen Later May 21, 2019 99:07


En la décima emisión de #DemasiadoHumano de la temporada 2019 hablamos del viaje. Le pedimos a les oyentes que nos respondan ¿Cuál es tu viaje ideal? Entrevistamos a la periodista Liliana Villanueva sobre el tema del día y nos dijo: “El viajero se entrega a la sorpresa del viaje, el lugar lo modifica íntimamente. Cuando vuelve a casa, se enfrenta a su propia cultura con una mirada crítica.” Analizamos la película “Perdidos en Tokyo” y como siempre charlamos sobre libros. En esta edición: “Galveston” la novela de Nic Pizzolatto (Editorial Salamandra) y las crónicas de viaje “Ébano” de Ryszard Kapuscinski.

Demasiado Humano
Episodio 11 T4: El Viaje.

Demasiado Humano

Play Episode Listen Later May 21, 2019 99:07


En la décima emisión de #DemasiadoHumano de la temporada 2019 hablamos del viaje. Le pedimos a les oyentes que nos respondan ¿Cuál es tu viaje ideal? Entrevistamos a la periodista Liliana Villanueva sobre el tema del día y nos dijo: “El viajero se entrega a la sorpresa del viaje, el lugar lo modifica íntimamente. Cuando vuelve a casa, se enfrenta a su propia cultura con una mirada crítica.” Analizamos la película “Perdidos en Tokyo” y como siempre charlamos sobre libros. En esta edición: “Galveston” la novela de Nic Pizzolatto (Editorial Salamandra) y las crónicas de viaje “Ébano” de Ryszard Kapuscinski.

De la Urbe
Del café al micrófono con el periodista Luis Fernando Gómez

De la Urbe

Play Episode Listen Later May 6, 2019 28:23


“Para ser periodista primero hay que ser buena persona ante todo” Ryszard Kapuscinski. Esta frase describe a Luis Fernando Gómez, un profesional con muchísima experiencia y sobretodo una gran persona. Con él conversamos acerca de su trayectoria como periodista, algunas de sus anécdotas radiales y su experiencia como docente. Podcast y fotografía por: Mateo Ortiz Valencia mateo.ortizv@udea.edu.co

Three Percent Podcast
BONUS EPISODE: Antonia Lloyd-Jones and Sean Bye on Polish Reportage

Three Percent Podcast

Play Episode Listen Later Apr 11, 2019 47:42


  As part of Nonfiction in Translation Month at Three Percent, Polish translators Antonia Lloyd-Jones and Sean Bye came on the podcast to explain Polish Reportage, talk about some key figures and forthcoming books, and more or less introduce Open Letter's new nonfiction line. Some of the titles mentioned on this podcast include: Dancing Bears by Witold Szablowski (trans. by Antonia) Foucault in Warsaw by Remigiusz Ryziński (trans. by Sean) Nobody Leaves: Impressions of Poland by Ryszard Kapuscinski (trans. by ?? not on Penguin's site or Amazon) Chasing the King of Hearts by Hannah Krall (trans. by Philip Boehm) Roosters Crow, Dogs Whine by Wojciech Tochman (Antonia is working on a sample) History of a Disappearance by Filip Springer (trans. by Sean) You can find Antonia here, and Sean on the Cedilla & Co. website. The intro/outro music on this episode is from "On the Luna" by Foals. You can also follow Open Letter and Chad on Twitter and Instagram (OL, Chad) for book and baseball talk. If you don’t already subscribe to the Three Percent Podcast you can find us on iTunes, Stitcher, and other places. Or you can always subscribe by adding our feed directly into your favorite podcast app: http://threepercent.libsyn.com/rss

Paraíso Perdido
Ébano, Ryszard Kapuscinski

Paraíso Perdido

Play Episode Listen Later Feb 15, 2019 5:58


bano ryszard kapuscinski
The Vault
Ryszard Kapuscinski: Herodotus

The Vault

Play Episode Listen Later Jan 22, 2019 23:34


In 2004, journalist Ryszard Kapuscinski gave a luncheon lecture about the Greek historian Herodotus. He described Herodotus as the “first reporter,” a globalist who traveled to the edges of the known world to learn about how people other than the Greeks lived. In Herodotus's Histories Kapuscinski finds the origins of modern reportage itself. An expanded version of the lecture was published in 2007 as Travels With Herodotus. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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Telón y Cuenta Nueva
T2.- Programa 32 (13/10/2018)

Telón y Cuenta Nueva

Play Episode Listen Later Oct 13, 2018 72:53


Llegamos un sábado más a los estudios de Inforadio UCM desde Ciencias de la Información UCM con toda la actualidad del teatro, la música, el cine y mucho humor. Iniciamos la segunda quincena de octubre entrevistando a Blanca Oteyza y su obra 'Tiza' en los Teatros Luchana de Madrid. Seguimos con nuestras secciones habituales de TEATRO MUSICAL con 'Supercalifrigilístico' una obra que transporta a la niñera más famosa del mundo 'Mary Poppins' al pleno siglo XXI en el Teatro Arlequín Gran Vía. En DRAMEDIA hablamos de 'Perfectos Desconocidos' en el Teatro Reina Victoria y 'Pagagnini' que vuelve a la capital de la mano de Ara Malikian. En SABÍAS QUÉ rememoramos el éxito de Disney Pixar 'Los Increíbles' y en CON BREVEDAD elegimos el mejor microrrelato de la semana ¿cuál saldrá victorioso? Seguimos con DIME QUÉ LEES y el más que recomendable libro 'El imperio' del gran Ryszard Kapuscinski. Nos acercamos al final del programa introduciéndonos en la entradas del Teatro Gayarre de Pamplona y aprendiendo un poco más sobre la mítica instantánea de TheBeatles en la portada de 'Abbey Road' en VEO VEO. Para terminar, EN LA PUNTA DE LA LENGUA y VERSIONANDO QUE ES GERUNDIO con la mítica 'Mamma Mía' ¿con qué versión te quedas? ¡TE ESPERAMOS! Recordad que todo nuestro contenido lo encontraréis en la web > telonyctanueva.wordpress.com

O Livro do dia
Edição de 13 de Novembro 2017 - "Ébano", de Ryszard Kapuscinski

O Livro do dia

Play Episode Listen Later Nov 12, 2017


Edição de 13 de Novembro 2017 - "Ébano", de Ryszard Kapuscinski

novembro bano ryszard kapuscinski
Bildningsbyrån
Kapuscinski - journalisten och sanningen

Bildningsbyrån

Play Episode Listen Later Oct 4, 2017 29:30


Journalisten och författaren Ryszard Kapuscinski föddes 1932 i Polen. Som korrespondent bevakade han krig och revolutioner över hela världen, framförallt i Afrika. Istället för att intervjua makthavare lyssnade han på folket som drabbats av kolonialism, inbördeskrig och giriga krigsherrar. Kapuscinski inspirerade journalister världen över och vann flera priser. Men faktagranskare ifrågasätter sanningshalten i hans reportage. Vi får höra olika röster om Kapuscinski och om huruvida han tummade på sanningen.

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Bildningsbyrån
Kapuscinski - journalisten och sanningen

Bildningsbyrån

Play Episode Listen Later Oct 4, 2017 29:34


Journalisten och författaren Ryszard Kapuscinski föddes 1932 i Polen. Som korrespondent bevakade han krig och revolutioner över hela världen, framförallt i Afrika. Istället för att intervjua makthavare lyssnade han på folket som drabbats av kolonialism, inbördeskrig och giriga krigsherrar. Kapuscinski inspirerade journalister världen över och vann flera priser. Men faktagranskare ifrågasätter sanningshalten i hans reportage. Vi får höra olika röster om Kapuscinski och om huruvida han tummade på sanningen.

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ARCHIVIO WIKIRADIO 2011-2015
WIKIRADIO del 05/05/2014 - RYSZARD KAPUSCINSKI raccontato da Francesco Cataluccio

ARCHIVIO WIKIRADIO 2011-2015

Play Episode Listen Later May 5, 2014 28:57


RYSZARD KAPUSCINSKI raccontato da Francesco Cataluccio

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Front Row Weekly
FR: J K Rowling; Muse; Ashley Jensen

Front Row Weekly

Play Episode Listen Later Sep 28, 2012 59:13


J K Rowling talks about her new novel; Matt Bellamy and Dom Howard from Muse; three playwrights on how they have adapted Shakespeare, Moliere and Ibsen to an Indian setting; actress Ashley Jensen; reporter Ryszard Kapuscinski discussed.

Arts & Ideas
Night Waves - Ryszard Kapuscinski

Arts & Ideas

Play Episode Listen Later Sep 21, 2012 45:01


As a new biography of Ryszard Kapuscinski is released, the author Artur Domoslawski and Channel 4 International editor Lindsey Hilsum join Anne McElvoy to discuss the greatness and failings of the iconic Polish writer. New Generation Thinker Jonathan Healey discusses the history of the concept of the ‘undeserving poor'. Susannah Clapp reviews Mademoiselle Julie at the Barbican, starring Juliette Binoche. And Artistic Director Tom Morris shows Anne around the magnificently restored Bristol Old Vic Theatre.

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Front Row: Archive 2012
Untouchable review, Louise Wener interview, Ryszard Kapuscinski biography

Front Row: Archive 2012

Play Episode Listen Later Sep 21, 2012 28:32


With Kirsty Lang. Untouchable, a French comedy film about a wealthy disabled man and his young impoverished carer, has proved an unlikely hit across Europe, even taking more than Avatar in some countries. Critic Agnes Poirier explains its unexpected popularity and delivers her verdict. Shout To The Top is a new music drama coming to BBC Radio 2, about a young girl band starting out in the 1980s. Writers Roy Boulter, drummer of The Farm, and Louise Wener, former singer with the Britpop band Sleeper, discuss how they set about creating radio drama and how far they drew on their own experiences of the music industry. The Polish journalist Ryszard Kapuscinski was one of the most influential eyewitness reporters of the 20th century. Artur Domoslawski has written a new biography which examines the complex relationship between fact and fiction in Kapuscinski's work. He describes his feelings when he realised that he was going to have to be critical of his friend, whom he greatly admired. As Radio 4 broadcasts the 10 short stories competing for the £15,000 BBC International Short Story Award, Front Row talks to each of the writers. Today, Miroslav Penkov discusses East Of The West, which will be broadcast on Monday at 3.30pm. Producer Stephen Hughes.

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Contando Historias

Fragmento de "Imperio", de Ryszard Kapuscinski. Una adaptaci

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Medierna
Hemlös död och svassande journalister

Medierna

Play Episode Listen Later Feb 27, 2010 34:46


Metro kritiseras för artikel om hemlösas dödTidningen Metro i Göteborg berättar i en artikel om hur fler hemlösa än vanligt dör i kylan. Detta har lett till starka reaktioner bland många som arbetar med hemlösa, som inte allas känner igen bilden, utan tvärtemot hävdar att ingen dött på grund av kylan, och att det handlar om mytbildning som skadar arbetet för de hemlösa. Men tidningens nyhetschef vidhåller att man har rätt och att det bara handlar om olika bilder av verkligheten. Motorjournalister svassar för SaabSaab-affären är i hamn. Men det finns fortfarande många oklarheter kring framtiden för företaget och frågan är om det verkligen är journalisternas roll att jubla. Motorjournalisternas klubb får kritik för att svassa för SAAB sedan styrelsen skrivit ett blommigt gratulationsbrev till Saabs vd Jan Åke Jonsson. Google redan näst störst på svenska annonsmarknadenGoogle är redan, efter bara fem år i landet, näst störst på den svenska marknaden för annonser. Det är en milstolpe i förändringen av hela mediemarknaden, där företag som Google tjänar pengar utan att behöva ta några kostnader för innehåll som lockar besökare, till skillnad från de traditionella medieföretagen. Googles Sverigechef Stina Honkamaa replikerar att Google vill jobba i symbios med medierna och ge dem både intäkter och besökare.Institut ska rädda polsk reportagetraditionPolen har en lång och stolt tradition av reportageskrivande. Världsnamn som Ryszard Kapuscinski och Hanna Krall har inspirerat många polska reportrar, bland andra Wojciech Tochman och Wojciech Jagielski, som var på Sverigebesök i veckan. Men nu har tiderna förändrats, berättar de, och det polska reportageskrivandet har hamnat i ekonomisk kris. Tidningarna har inte längre råd att på samma sätt skicka ut reportrar i världen på djuplodande reportage, och förlagen betalar inte tillräckliga arvoden för att man ska ha råd att skriva reportageböcker. Ett nytt icke-statligt reportage-institut har därför inrättats, för att stödja ambitiösa reportrar ekonomiskt. Lyssna på alla avsnitt i Sveriges Radio Play.