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#BÉSAMEENLAMAÑANA Cada año la Asociación Lucha Contra el Cáncer Infantil (ALCCI) lanza la Campaña Nacional de Educación y Detección Temprana del Cáncer Infantil, en conjunto con el Hospital Nacional de Niños y el Ministerio de Educación Pública (MEP) con el objetivo de compartir el mensaje que un diagnóstico a tiempo puede salvar vidas. ¿Qué tanto sabés del cáncer infantil? Te invitamos a escuchar una entrevista llena de esperanza, de información importante y buenas noticias nos acompañas la Dra. Gabriela Soto, Jefa del Departamento de Hemato-Oncología del Hospital Nacional de Niños y Lucrecia Carvajal, Mercadeo de AlCCI.
-El presidente Donald Trump afirmó que cree posible un acuerdo diplomático con Cuba. -La congresista María Elvira Salazar reacciona ante posible encausamiento federal de Raúl Castro. -Preso político Wilfrido Rodríguez Piloto es trasladado al Hospital Nacional tras más de 20 días en huelga de hambre.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta décimas primeiras legislativas contam com cinco formações políticas, entre elas o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS), que concorre em seis dos 13 círculos eleitorais. Jónica Brito Tavares, líder do PTS, defende a diversificação da economia através da economia azul e a descentralização do desenvolvimento entre as ilhas. O partido propõe ainda o reforço da transparência, a melhoria dos serviços públicos, a valorização da diáspora e uma aposta na prevenção das alterações climáticas e no reforço da participação cívica. O partido afirma que não concorre para governar, mas para eleger deputados. Qual é o objectivo político concreto nestas eleições? Estas eleições são eleições para eleger deputados. A figura do Governo e do Primeiro-Ministro é consequência dos resultados dessas eleições. Por isso, o PTS tem uma mensagem que é concorrente a deputados para os assentos parlamentares de que Cabo Verde dispõe: os 72 lugares. Apresentam-se como um partido jovem. Que medidas propõe o PTS para responder ao desemprego jovem em Cabo Verde? Propomos a valorização da mão-de-obra jovem. Hoje temos jovens que, apesar de terem uma formação académica sólida, não se revêem no retorno do investimento que fizeram nas suas vidas, que lhes permita viver. Falamos da valorização, da diversificação de opções de emprego, de oportunidades concretas, transparentes e iguais para todos. Uma maior aposta na formação? A educação sempre foi um factor de mudança de vida na história de Cabo Verde e hoje não é diferente. Os jovens apostam cada vez mais na formação, mas também entendemos que esta formação deve ser direccionada para a realidade do país. Formações no âmbito da economia azul. Fala-se tanto da zona económica exclusiva, da economia azul, mas não se apresenta um plano concreto de como a população de Cabo Verde, principalmente sendo uma população jovem, beneficiará desta economia azul. Quais são os entraves para o desenvolvimento da economia azul? No país, temos jovens pescadores que ainda trabalham de forma bastante artesanal, enfrentando enormes dificuldades para garantir um rendimento digno. É uma actividade que continua a exigir muito sacrifício, com pouca valorização e limitado apoio técnico e financeiro. Por outro lado, existem também jovens empresários que procuram inovar e empreender em áreas ligadas aos desportos aquáticos e à economia do mar. No entanto, muitos acabam por desistir a meio do caminho devido à falta de atenção, acompanhamento e apoio efectivo por parte do Governo cabo-verdiano, sobretudo no que diz respeito à criação de garantias, acesso a financiamento e condições para ampliar o seu campo de actuação. O PTS propõe o fim desta burocracia? O Parlamento é um lugar onde se pode questionar e exigir transparência e exigir que as promessas eleitorais não fiquem pelo período de campanhas eleitorais. Que saiam do papel e cheguem a cada canto de Cabo Verde, de Santo Antão à Brava. Face à dependência do turismo e das remessas enviadas pelos imigrantes: como é que pode Cabo Verde diversificar a economia? A economia azul é uma das opções. O cabo-verdiano sente falta de aproveitar melhor o mar que tem. Temos acordos internacionais e há países que tiram proveito do nosso mar. Mas qual é a percentagem de cabo-verdianos que está, de facto, a beneficiar deste território que temos? Falamos também da diversificação económica e da aposta na produção nacional. A dependência externa tem constituído um bloqueio ao potencial de desenvolvimento de Cabo Verde. Defendemos uma forte aposta na agricultura. Hoje, temos pessoas formadas e com capacidade para impulsionar este sector. Fala-se muito do digital, e essa deve ser uma aposta estratégica de Cabo Verde. Quando pensamos no digital, pensamos em tecnologia, inovação e modernização. Acreditamos que a aposta na tecnologia, em benefício da agricultura, da pecuária, da transformação industrial e até do turismo verde sustentável - que hoje já apresenta alguma dinâmica em ilhas como Santo Antão e Santiago - ainda não tem recebido a devida atenção e equidade por parte dos sucessivos governos. Apesar dos avanços no sector dasaúde, persistem desigualdades entre ilhas. Que soluções defende o PTS para garantir um acesso equitativo? Os avanços neste sector são visíveis. No entanto, o facto de existir uma forte centralização no Hospital Nacional, na Praia, tem criado limitações, sobretudo devido à condição arquipelágica do país. As dificuldades inerentes às deslocações para aceder a estes serviços acabam por sobrecarregar a estrutura nacional de saúde. Temos conhecimento de que já foram apresentadas, por duas vezes, propostas para a construção de um novo hospital nacional. Contudo, isso, por si só, não basta. É necessário descentralizar os serviços de saúde e levá-los a outras ilhas, apostando em infra-estruturas equivalentes e com o mesmo nível de qualidade em ilhas com capacidade para acolhê-las. O objectivo deve ser criar uma rede mais equilibrada e acessível, especialmente em regiões estrategicamente mais próximas de outras ilhas. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PTS para descentralizar o poder em Cabo Verde? Falamos aqui de dar mais poder às ilhas, através da criação de instituições e agências que possam trabalhar, com base em estudos e dados concretos, para uma melhor redistribuição do rendimento. Defendemos também a criação de uma agência voltada para o equilíbrio territorial, que tenha como missão promover maior justiça territorial e criar oportunidades mais equitativas entre as ilhas. Sabemos que a dimensão e as particularidades de cada ilha deverão ser tidas em conta nesse processo. O PTS defende a descentralização política, económica e social, para que todas as ilhas se sintam parte integrante do desenvolvimento do país. Os transportes continuam a ser um grande desafio em Cabo Verde. Que propostas apresenta o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Defendemos uma maior transparência no sector. Ao longo dos anos, têm-se verificado várias situações relacionadas com processos de privatização que, na prática, não têm dado uma resposta eficaz. No final das contas, acaba por ser o financiamento público a cobrir as falhas deixadas pelos operadores privados, que não conseguem responder de forma adequada às necessidades do país. Para nós, é fundamental que o Estado assuma um papel central neste sector. Acreditamos que o sector privado é importante em qualquer economia, mas, no caso de Cabo Verde, o Governo deve reconhecer que a ligação interilhas é uma questão de sobrevivência para a população cabo-verdiana. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A diáspora cabo-verdiana é a nossa 11.ª ilha. Temos mais cabo-verdianos fora do país do que dentro dele. Por isso, defendemos o mapeamento da diáspora e uma diplomacia orientada para a protecção e valorização das comunidades cabo-verdianas no exterior. Falamos também da capacidade diplomática de Cabo Verde para negociar melhores condições de integração dos nossos emigrantes, sobretudo num contexto internacional em que a migração enfrenta crescentes tentativas de limitação, contrariando esta ideia de cidadão global com a qual o cabo-verdiano sempre se identificou. Defendemos ainda que a diáspora tenha um papel mais activo e representativo nas estruturas e instituições nacionais. Propomos a criação de um conselho de concertação social que integre representantes da diáspora e defendemos que o projecto do Conselho Nacional das Comunidades deixe de estar apenas no papel e passe efectivamente à prática. O objectivo é garantir que a nossa emigração esteja integrada não só fora do país, mas também na vida institucional e no desenvolvimento de Cabo Verde. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lidar com este flagelo? Cabo Verde é particularmente vulnerável às alterações climáticas devido à sua condição insular. Tivemos recentemente um episódio que demonstrou que o país não está imune a este flagelo. Propomos medidas de prevenção, sobretudo para reduzir o impacto das mudanças climáticas e evitar que estas continuem a representar tragédias para o povo cabo-verdiano. Devemos apostar em melhores condições de habitação e no aumento do rendimento das famílias, para que as pessoas possam preparar-se melhor para estas calamidades. Falo, por exemplo, de medidas concretas para combater a erosão dos solos e proteger o território nacional. Perante os actuais conflitos internacionais, nomeadamente a guerra no Médio Oriente, qual deve ser o posicionamento de Cabo Verde? Cabo Verde deve ontinuar a trabalhar com os parceiros, no sentido de reforçar a nossa diplomacia, mas, essencialmente, ter em conta que é preciso fazer um trabalho em casa, ouvindo os cidadãos para aproveitar sempre da melhor forma as questões externas. Cabo Verde não tem um posicionamento ou enquadramento directo, mas acreditamos que está claro: a história mundial mostra-nos que a paz é sempre o melhor caminho. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios que se colocam a Cabo Verde? E de que forma podem ser enfrentados? A transparência e a boa governação são desafios fundamentais. É também necessário aproximar os cidadãos da vida política, sobretudo num país em que os dados estatísticos mostram que quase 50% da população se abstém de votar. Isso revela que muitos eleitores já não acreditam que o seu voto tenha o devido peso ou impacto nas decisões do país. Por isso, é essencial reforçar a confiança nas instituições e promover uma maior participação cívica. A dimensão humana nunca deve ser esquecida. O PTS defende uma política centrada nas pessoas, em que o objetivo coletivo também respeite e represente as individualidades inerentes à condição humana.
Uno de nuestros científicos de cabecera, Pere Estupinyà, estrena libro, '¿Qué quieres ser de mayor?´ (editorial Debate) un ensayo innovador que proporciona muchas claves para afrontar el paso de los años con ilusión. A continuación, hablamos de lesiones medulares con Borja Quiroga, nefrólogo de La Princesa, y parte del equipo médico del Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo.
Nos visitan Silvia Ceruelo, directora médica y médico rehabilitador, y Antonio Oliviero, neurólogo y jefe del área de Neurología, del Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo, un centro público de referencia nacional e internacional especializado en el tratamiento e investigación de lesiones medulares. No faltan a la cita Javier Sampedro y Pere Estupinyà.
Uno de nuestros científicos de cabecera, Pere Estupinyà, estrena libro, '¿Qué quieres ser de mayor?´ (editorial Debate) un ensayo innovador que proporciona muchas claves para afrontar el paso de los años con ilusión. A continuación, hablamos de lesiones medulares con Borja Quiroga, nefrólogo de La Princesa, y parte del equipo médico del Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo.
Esta semana Diego comenta el estado de las relaciones entre la presidenta electa y el Poder Judicial, tras el intercambio de mensajes entre Laura Fernández y Orlando Aguirre. Además, analiza el caso del más reciente extraditable, Carlos Manuel Solórzano Campos (conocido como “Chanchita” o “Wakanda”), su relación con el diputado oficialista electo José Miguel Villalobos, quien además ya anunció sus aspiraciones de este de integrar la Comisión de Seguridad y Narcotráfico de la próxima Asamblea.Costa Rica PuedeEl Banco de Sangre del Hospital Calderón Guardia está llevando la donación de sangre directamente a las comunidades con su programa de colectas extramuros. La idea es simple: que usted no tenga que ir al hospital, sino que la donación llegue a su barrio, su trabajo o su comunidad. Gracias a esta estrategia ya realizaron 67 jornadas el año pasado y han logrado sostener reservas clave para cirugías, trasplantes, emergencias y tratamientos oncológicos.La UNED avanza en la publicación de un libro físico con relatos tradicionales del pueblo bribri, recopilados durante más de una década en Talamanca. El proyecto busca preservar la tradición oral, la lengua y la cosmovisión indígena, acercando estos conocimientos a nuevas generaciones.El Día de las Buenas Acciones abrió su convocatoria 2026 en Costa Rica con la meta de movilizar voluntariado y beneficiar a más de 25.000 personas en todo el país. La iniciativa impulsada por la Fundación Construyendo Sonrisas invita a organizaciones y ciudadanía a sumarse con proyectos solidarios en áreas como educación, ambiente y bienestar comunitario.La periodista costarricense Sol Acuña Zamora impulsa el proyecto Conexión Cacao, una iniciativa que conecta América Latina y África a través del arte y el periodismo. La propuesta busca visibilizar nuevas narrativas culturales y tender puentes entre regiones que comparten historia, creatividad y desafíos comunes.La Asociación Pro-Hospital Nacional de Niños recaudó $171.500 en su torneo anual de golf para equipamiento médico del Hospital Nacional de Niños. Los fondos se destinarán a áreas como cardiología, cuidados intensivos y oncología pediátrica, fortaleciendo la atención de pacientes en todo el país.Agenda CulturalEl Museo del Jade tendrá promoción 2x1 en entradas para nacionales el 30 y 31 de marzo y 1 de abril, en horario regular. Además, el museo presenta la exposición Mucho más que Verde, sobre los orígenes del jade en Costa Rica, ideal para una salida cultural en Semana Santa.El Museo Dr. Rafael Ángel Calderón Guardia presenta la exposición “Los cuadros de mi vida” del artista Ricardo Jiménez Salazar, con más de 55 obras que recorren su trayectoria. La muestra estará abierta hasta el 18 de mayo, con entrada gratuita, en una invitación a explorar el paisaje y la identidad desde el arte. La obra “Madre carajo” llegará al Teatro de las Artes del 9 al 12 de abril, con una propuesta escénica basada en historias de mujeres trans en Costa Rica. La puesta en escena aborda temas como maternidad, identidad y discriminación, en un montaje que apuesta por ampliar la representación en el teatro nacional. https://delfino.cr/2026/03/madre-carajo-llegara-al-teatro-de-las-artes-con-historias-de-mujeres-trans-en-costa-ricaEl Festival Internacional de las Artes entra en su recta final con una agenda cargada de conciertos, teatro, danza y espectáculos en distintos puntos del país. El cierre, este fin de semana, incluye presentaciones internacionales y actividades gratuitas que convierten la ciudad en un gran escenario cultural.
Por muy cuesta arriba que sea la vida cotidiana, todo está bien cuando los pequeños de la casa están bien. Todo cambia radicalmente cuando la salud falla. Para todos, sí, pero especialmente cuando le sucede a los más chicos. Por eso es que la atención integral de niñas y niños hospitalizados es epicentral. Por ventura en esta construcción continua de nuestra democracia y nuestro estado social, contamos con el Hospital Nacional de Niños, el querido centro Dr. Carlos Salazar Herrera. Pero para quienes "vienen de lejos" el hospital no es toda la solución. Por ello, desde hace 40 años contamos con un albergue que brinda hospedaje, alimentación y apoyo integral a las familias que deben acompañar a sus hijos durante el tratamiento médico, porque la presencia in situ de los padres es tan importante como las medicinas y procedimientos que se les aplican. Se llama "La Posada del Alivio". Pero la casa que alberga esta gran obra de apoyo esta viejita y necesita ser remozada. Por eso, la Asociación Pro-Hospital de Niños inició una campaña de recolección de fondos cuya meta es recaudar $1.5 millones para demolerla y reconstruirla completamente, duplicar su capacidad, mejorar y ampliar sus servicios. Y por eso en este día especial conversamos con Dra. Olga Arguedas, exdirectora del HNN y con Dixiana Camacho, administradora de la Posada.
Antonio vive en Espinardo (Murcia), en las casas baratas. Es el mayor de nueve hermanos. Trabajaba como vendedor ambulante hasta que en 2021, un día se desplomó. Un desmayo marcado por el alcohol que le produjo una grave lesión medular. “Hay que llevar mucho cuidado con la bebida, con las drogas y con todo lo que hay alrededor de nosotros”, aconseja.Pero lo que podría haber sido el final, se convirtió en un nuevo comienzo. Tras pasar nueve meses en el Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo, regresó a Murcia y decidió seguir luchando. Acude al JC1 a diario para continuar la rehabilitación por su cuenta. “Tengo mucha ilusión por vivir y seguir”, subraya. “Esta vida es muy mala, y es muy buena si sabes llevarla: es un fandanguito, y hay que saber bailarlo”, sentencia.Luis Alcázar lo entrevista en la piscina pequeña del complejo.
La BBC visitó el Hospital Nacional de Suweida, donde el personal afirma que los pacientes fueron asesinados por las fuerzas del gobierno sirio.
La Dra. Ana Valeria Aguirre, investigadora del Hospital Nacional de Rehabilitación MedStar, entrevista a la Dra. Carter Denny, Neuróloga Vascular e investigadora clínica de MedStar y la Universidad de Georgetown, sobre el artículo "Seguridad, viabilidad y eficacia de la estimulación transcutánea del nervio tibial en la vejiga neurogénica con lesión aguda de la médula espinal: un ensayo piloto aleatorizado de control". En este episodio las Doctoras analizaran este tipo de intervención, que consiste en la estimulación del nervio tibial, utilizada en otras poblaciones, y cómo se utiliza actualmente para mejorar la función vesical en personas con vejiga neurogénica. Para acceder a este artículo de la revista, haga clic aquí: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S1094715921019917?via%3Dihub https://bladderbuzzpodcast.buzzsprout.com/1290071/episodes/10293954-journal-article-safety-feasibility-and-efficacy-of-transcaternity-tibial-nerve-stimulation-in-acute-spinal-cord-injury-neurogenic-bladder Safety, Feasibility, and Efficacy of Transcutaneous Tibial Nerve Stimulation in Acute Spinal Cord Injury Neurogenic Bladder: A Randomized Control Pilot Trial - ScienceDirect
En una escenificación de tres tiempos y cinco videos el presidente de la República, Rodrigo Chaves Robles, presentó su tercer informe a la nación ante la Asamblea Legislativa. Primer acto: “El preocupante pasado”. Aquí acudió al ya habitual expediente de la captura de las instituciones por parte de las “élites” que las usaron para cometer actos de corrupción, también al archivo del abandono de acciones de los gobiernos anteriores, al descrédito de los poderes Legislativo y Judicial, de la Contraloría General de la República, de la Fiscalía General y al desprestigio de los partidos políticos. Segundo acto: “El pujante presente por el que hemos trabajado muy duro y sin tregua”. En esta parte se adjudicó obras públicas iniciadas y muy avanzadas por otras administraciones como la culminación de la Circunvalación Norte, el Hospital de Puntarenas, la Torre de la Esperanza del Hospital Nacional de Niños, la ruta 32, y obviamente, eso sí, la mejora de los datos macroeconómicos y los resultados fiscales, consecuencia de la reforma fiscal que el país enfrentó en el 2018. Chaves presentó su valoración de una situación nacional en la que “la justicia social dejó de ser un discurso” y aseguró que “la calidad de vida de hoy era imposible de alcanzar” de modo que enmarcó lo que valoró como increíbles e históricos logros en, salud, educación, infraestructura, economía y hasta en seguridad ciudadana. Tercer acto: “Quiero hablar del futuro de esta Patria” Aquí aprovechó para afirmar nuevamente sus ya conocidas intenciones para alcanzar la continuidad de su proyecto político con al menos 38 diputados en la próxima administración. Según dijo, ya no se trata de rescatar las instituciones, que han fallado, sino de rescatar al pueblo que ayude a enmendar y corregir el rumbo del país, para acabar con una Fiscalía corrupta, una Contraloría obstruccionista y los otros dos poderes de la República “repudiados y responsables de una poderosa red de cuido”. Para poner en perspectiva este informe conversamos con el politólogo, Sergio Araya.
Gran novillada benéfica en Toledo con lluvia y barro a favor del Hospital Nacional de Parapléjicos con Marco Pérez y Pedro Rufo a hombros con utreros encastados de Montealto. Especialmente destacada la actuación de Marco Pérez, muy cuajado a las puertas de la Feria de Abril de Sevilla y de San Isidro. Alejandro Talavante y Pablo Aguado, por la Puerta Grande en la Corrida Extraordinaria de Primavera de Pozoblanco. Actividades de la Real Unión de Criadores de Toros de Lidia en la Feria SICampo del Hipódromo de la Zarzuela de Madrid. Detenido el alcalde de Zahara de los Atunes por intentar parar la instalación de la plaza de toros para el festival que va a rendir homenaje a Paquirri. Vuelven los toros a la radio pública valenciana. Prohibición de las corridas de toros en el estado mexicano de Michoacán. Presentación del libro "Cuéntame un toro", escrito por el periodista de Tendido Cero de La 2 de TVE Manuel Valera.Escuchar audio
Luis Herrero entrevista al doctor Antonio Oliviero, jefe de Neurología del Hospital Nacional de Parapléjicos.
El refrán popular dice que el tiempo perdido hasta los santos lo lloran. Pero tratándose de un hospital especializado en adultos mayores (el único para todo un país) el tiempo perdido podría conducirnos no solo a una eventual desgracia, sino que desde ya, dado el envejecimiento de la población, deviene en un fuerte deterioro en la calidad de servicios que recibe esta población. Nuestro Hospital Nacional de Geriatría y Gerontología Dr. Raúl Blanco Cervantes, ya llegó a una edad en la que requiere una urgente intervención mayor para que pueda seguir operando como lo ha hecho desde 1958. Cuando en octubre del 2023 la entonces presidenta de la CCSS, Marta Esquivel, anunció la paralización del portafolio de inversiones, truncó el camino en el que estaba incluido el nuevo Blanco Cervantes como tercero en prioridad nacional. Ante esto se tuvo que presentar un recurso de amparo, al cual se le ha ido añadiendo más información que evidencia las condiciones totalmente inadecuadas para su labor. Fue hasta la semana pasada, tras meses de no sesionar, que la directiva de la Caja acordó por fin declarar de interés público la compra de los terrenos. El proyecto total valorado en $200 millones incluye la expropiación de terrenos, la construcción de una torre nueva para servicios de emergencia, laboratorio, radiología, farmacia y hospitalización, entre otros, así como derrumbar la actual edificación y levantar allí otra para albergar la administración, la consulta externa, el hospital de día y los servicios ambulatorios. Para añadir más congoja a la situación, el pasado 7 de febrero el Cuerpo de Bomberos entregó los resultados de una inspección que arrojó 38 alarmas por atender, 15 de las cuales resultan críticas, y, por tanto, tienen a la población adulta mayor y al personal en grave riesgo ante posibles incendios. Tal es la situación que paradójicamente el hospital ni siquiera cumple con los requisitos obligatorios de la Ley 7,600 (acondicionamiento de espacios para personas con discapacidad). Para apoyar la imperiosa necesidad de este urgente proyecto país conversaremos mañana con Alicia Avendaño, presidenta de la junta de salud y con Fabián Trejos, director ejecutivo de la Asociación Gerontológica Costarricense, AGECO.
Claudia Moreno aprovecha el 11F para visitar el Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo
Aunque pasamos un tercio de nuestra vida durmiendo, el sueño sigue siendo --en gran medida-- un misterio. En ese periodo podemos disfrutar de ensoñaciones plácidas, sufrir con pesadillas, e --incluso-- darnos cuenta de lo que estamos soñando, aunque estemos dormidos. Son los llamados sueños lúcidos, objeto de estudio en los últimos años. Hemos entrevistado a Guglielmo Foffani, coordinador científico en el Centro Integral de Neurociencias HM CINAC e investigador en el Hospital Nacional de Parapléjicos. Amanda López nos ha informado del hallazgo, por primera vez, de un sistema binario de agujeros negros interactuando con una nube de gas. Con testimonios de Josefa Masegosa e Isabel Márquez, investigadoras del Instituto de Astrofísica de Andalucía (CSIC) y autoras del estudio. En el centenario del libro "El origen de la vida", de Aleksandr Oparin, Carlos Briones nos ha hablado de un nuevo estudio sobre los coacervados, los sistemas precelulares que, según el científico ruso, se formaron en la Tierra primitiva. Álvaro Martínez del Pozo ha dedicado su sección de moléculas imprescindibles para la vida a la quercetina, un compuesto natural presente en muchos vegetales, con propiedades antioxidantes y --curiosamente-- responsable del dolor de cabeza que sufren algunas personas después de beber vino tinto. Con Jesús Pérez Gil hemos conocido unas proteínas intrínsecamente desordenadas que podrían estar relacionadas con trastornos como el autismo. Escuchar audio
Aunque pasamos un tercio de nuestra vida durmiendo, el sueño sigue siendo --en gran medida-- un misterio. En ese periodo podemos disfrutar de ensoñaciones plácidas, sufrir con pesadillas, e --incluso-- darnos cuenta de lo que estamos soñando, aunque estemos dormidos. Son los llamados sueños lúcidos, objeto de estudio en los últimos años. Hemos entrevistado a Guglielmo Foffani, coordinador científico en el Centro Integral de Neurociencias HM CINAC e investigador en el Hospital Nacional de Parapléjicos. Amanda López nos ha informado del hallazgo, por primera vez, de un sistema binario de agujeros negros interactuando con una nube de gas. Con testimonios de Josefa Masegosa e Isabel Márquez, investigadoras del Instituto de Astrofísica de Andalucía (CSIC) y autoras del estudio. En el centenario del libro "El origen de la vida", de Aleksandr Oparin, Carlos Briones nos ha hablado de un nuevo estudio sobre los coacervados, los sistemas precelulares que, según el científico ruso, se formaron en la Tierra primitiva. Álvaro Martínez del Pozo ha dedicado su sección de moléculas imprescindibles para la vida a la quercetina, un compuesto natural presente en muchos vegetales, con propiedades antioxidantes y --curiosamente-- responsable del dolor de cabeza que sufren algunas personas después de beber vino tinto. Con Jesús Pérez Gil hemos conocido unas proteínas intrínsecamente desordenadas que podrían estar relacionadas con trastornos como el autismo. Escuchar audio
En este episodio nos acompañan: la Dra. Diana Palami Antunez es Médica, Especialista en Medicina Preventiva y Maestra en Salud Pública con Área de Concentración en Epidemiología por el Instituto Nacional de Salud Pública. Cuenta también con Diplomados en Formación Docente, TIC en Educación y Evaluación de Políticas y Programas Públicos. Además, se ha desempeñado como investigadora en la UNAM, EN EL INSP y en Centro médico ABC Previamente ocupó el puesto de Directora de Planificación Implementación y Evaluación Oncológica en México en la Comisión Coordinadora de Institutos Nacionales de Salud y Hospitales de Alta Especialidad (CCINSHAE), Directora del Hospital Nacional Homeopático y Titular de División de los Hospitales Estatales de Alta Especialidad en la Coordinación de Hospitales de Alta Especialidad y Programas Especiales de IMSS-BIENESTAR. Actualmente, es la Titular de la Coordinación del Hospital Regional de Alta Especialidad de Ixtapaluca dependiente de los Servicios de Salud del IMSS-BIENESTAR. Dra. Amparo Vera Cerda • Médico Cirujano Especialista en Medicina Preventiva con mención honorífica por el Instituto Nacional de Salud Pública • Maestra en Salud Pública con concentración en Epidemiología con mención honorífica por el Instituto Nacional de Salud adscrita a la Unidad de Planeación y Calidad del Hospital Nacional de Homeopatía e invitada como auditora externa de procesos de acreditación de Establecimientos de atención médica en CCINSHAE y Líder de Proyecto Médico en la División de Hospitales Estatales de Alta Especialidad de IMSS BIENESTAR. Actualmente es encargada de la Subdirección de Gestión de la Calidad y Seguridad del paciente del Hospital Regional de Alta Especialidad de Ixtapaluca. • Maestra del Diplomado de Calidad en los servicios de Salud impartida por Acceso en Salud. A.C • Colaboradora para la actualización de Guías de Práctica Clínica a nivel nacional.
El Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo cumple 50 años. Josep Cuní y su equipo de 'Las mañanas de RNE', se desplazan hasta allí para hablar con sus profesionales y sus pacientes. Hablamos con la directora médica del centro, Silvia Ceruelo, testigo de la evolución tecnológica que ha experimentado el hospital en las últimas décadas, así de cómo ha ido cambiando el perfil de los pacientes. Conocemos las historias de superación de pacientes como Luis, Sergio y Daniel y nos acercamos a lugares claves del hospital como el gimnasio, donde charlamos con Fernando López, responsable de Fisioterapia, y al laboratorio, donde nos atiende, Eduardo Molina, coordinador de investigación. Profundizamos en la importancia del apoyo psicológico con Carlos Delgado, psicólogo clínico. También hablamos con Eva Moral, atleta paralímpica que pasó hace 11 años por el Hospital.Escuchar audio
Episodio: Ansiedad y Uso de Sustancias
Hoy hablamos sobre Influenza.
Referente de la salud pública de Costa Rica, la sola mención de su nombre es motivo de orgullo nacional, ya que durante seis décadas ha ido evolucionando en la atención pediátrica desde la desnutrición y las enfermedades infecciosas hasta subespecialidades y cirugías de alta complejidad como los trasplantes y las malformaciones congénitas. El Hospital Nacional de Niños, Dr. Carlos Sáenz Herrera, es un ícono. El año pasado atendió 104 mil urgencias y 150 mil consultas externas. Registró una tasa de mortalidad hospitalaria de 1.6% y la estancia promedio fue de 7.5 días. En mayo pasado celebró 60 años como un centro hospitalario con reconocimiento regional, con un mejoramiento en su espacio físico, equipamiento de alta tecnología, especializando a su personal y estableciendo hitos en la protección de la salud de nuestra niñez. Ahora llega a los 61 años aun con la deuda de la Torre de Cuidados Críticos. El cumpleaños coincide con el inicio de la época lluviosa en la que se disparan las infecciones respiratorias que llevan al límite de capacidad a sus calificados equipos. Para repasar oportunidades y desafíos de este emblemático hospital conversaremos mañana con su director, Dr. Carlos Jiménez Herrera, y con la jefa del Departamento de Medicina, Dra. Lydiana Ávila.
Llegamos a este 34º episodio de la temporada con un tema que nos traslada al Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo. Junto al doctor Andrés Barriga, Jefe de Cirugía Ortopédica y Traumatología en este centro, y al doctor Luis María Romero, hablaremos de los pacientes traumáticos, de su rehabilitación y evolución, del funcionamiento multidisciplinar de este Hospital, etc.
¿Hay alguien que puede decir que no ha tenido cerca en las últimas semanas a algún amigo, compañero o familiar con una gripe marca diablo? El segundo boletín epidemiólogo del Ministerio de Salud de este año nos evidencia lo que estamos atravesando: 345 casos de covid-19 (un aumento del 12 % respecto del primer reporte), 2.567 casos de infecciones respiratorias agudas y 30.649 reportes por dengue. Y hablamos solo de casos reportados, porque la inmensa mayoría pasa debajo del radar. A finales del año pasado enfrentamos un pico alto de menores de edad con problemas respiratorios, que saturó el Hospital Nacional de Niños y mientras atendíamos esa situación, la Organización Mundial de la Salud advirtió que el “coronavirus seguía mutando y matando”, por lo que no se podía bajar la guardia, ya que las variantes ómicron y JN1, se transmiten con mayor facilidad. ¿Cómo debemos actuar frente a esta realidad, más allá de la vigilancia epidemiológica de los especialistas? ¿Qué hacemos si no tenemos vacunas disponibles? ¿Cómo proceder por nuestra propia cuenta a falta de campañas de promoción de medidas sanitarias personales y comunitarias? Para repasar acerca de este tema de salud pública conversaremos con el epidemiólogo, Juan José Romero.
Los trastornos alimentarios no deben tomarse a la ligera ya que son enfermedades muy graves que pueden afectar la salud física y mental de pacientes desde la edad pediátrica. Son problemas sobre la percepción de la comida y el peso y de no ser tratados a tiempo, pueden afectar la salud y en algunos casos llegar hasta la muerte. Para hablar sobre la anorexia y otros trastornos de la conducta alimentaria, nos acompaña la Dra. Daniela Carvajal Riggioni. La Dra. Daniela Carvajal Riggioni es Pediatra, Diplomada en Desarrollo y Salud Integral del Adolescente. Además, es Jefe de la Clínica de Adolescentes del Hospital Nacional de Niños de Costa Rica desde el año 2016. La Dra. Daniela Carvajal Riggioni es Directora Médica de Teen Clinic en Costa Rica, Profesora Universitaria del pregrado de Medicina del posgrado de Pediatría y Medicina Familiar. También es profesora del posgrado de la subespecialidad de Psiquiatría Infanto Juvenil y pregrado de medicina de la Universidad de Costa Rica. Investigadora activa en temas relacionados con la Adolescencia en Costa Rica. Ponente en múltiples congresos nacionales e internacionales. Miembro activa de la Asociación Costarricense de Pediatría, de la Asociación Pro Desarrollo Saludable de la Adolescencia y Juventud de Costa Rica y de CODAJIC. Miembro de la Junta Directiva del Comité de Adolescencia de la Asociación Latinoamericana de Pediatría, ALAPE, desde 2019. Es miembro activo de la IADEP The International Association of Eating Disorders Professionals Foundation. ¿Tienes algún comentario sobre este episodio o sugerencias de temas para un futuro podcast? Escríbenos a pediatrasenlinea@childrenscolorado.org.
A las puertas de la celebración de los cincuenta años de vida del Hospital Nacional de Parapléjicos, Documentos RNE dedica este capítulo a profundizar en el conocimiento de este centro público especializado en lesión medular, inaugurado en 1974, y que se ha convertido en una referencia internacional en su tratamiento. Nuestros compañeros Juan Ballesteros y Samuel Alarcón han realizado una visita a este hospital, ubicado en Toledo, para hablar con profesionales y pacientes y trazar una completa fotografía sonora de su vida; tanto de su actividad, como de las historias personales de superación y esperanza. Recorremos con nuestros micrófonos las distintas áreas que lo integran: desde la UCI a actividades complementarias como las deportivas, pasando, entre otras, por la fisioterapia, la terapia ocupacional, el apoyo psicológico o la investigación. Y, además, recordamos cómo fueron los primeros pasos de este centro en el que, precisamente, se sueña con caminar. Lo hacemos con médicos que son una auténtica institución en la lesión medular, como los ya jubilados, Alberto de Pinto (creador del área de Rehabilitación Sexual y Reproductiva del hospital y parapléjico); o Jesús Mazaira, paraplejista que se formó junto al prestigioso doctor Ludwig Guttmann y que implantó, en Toledo, el primer marcapasos diafragmático de Europa. Hablamos también con la enfermera jubilada Ana María Laza Alonso, coordinadora del libro El Hospital Nacional de Parapléjicos visto por sus profesionales de los primeros quince años. 1974-1989. Para describir el hospital actual, gestionado desde 2002 por la Comunidad de Castilla-La Mancha, entrevistamos, entre otras personas, a su directora, Sagrario de la Azuela; a Mónica Alcobendas, Jefa de la Sección de Rehabilitación; a Claudia Gamborreta, Jefa de la UCI; a Carlos Delgado, psicólogo clínico; o a Eduardo Molina, coordinador de Investigación del HNP. Paralelamente, contamos con los valiosos testimonios de un buen número de lesionados medulares que nos narran cómo es su proceso de rehabilitación física y mental. Uno de ellos, Iván Díaz, fue paciente de este hospital en el que trataron su tetraplejia incompleta y ahora es monitor del programa Volver a conducir, gracias al cual otros enfermos obtienen el carné de conducir para vehículos adaptados. También contamos con el testimonio de Fernando Sande, tetrapléjico a quien el doctor Mazaira implantó el primer marcapasos diafragmático hace más de cuarenta años. Por otra parte, José Miguel López Agudo, monitor deportivo del HNP desde hace tres décadas, nos subraya el papel destacado de la práctica deportiva en pacientes que han pasado por este centro antes de conseguir incluso alguna que otra medalla paralímpica. Con guion de Juan Ballesteros y realización de Samuel Alarcón y Miguel Ángel Coleto, el documental sonoro, Hospital Nacional de parapléjicos. La vida sobre ruedas, combina el conocimiento científico y técnico de la lesión medular con la fuerza emocional de algunas de las historias particulares que consiguen que empaticemos con una realidad de la que podemos formar parte en cualquier momento. Escuchar audio
Hoy hablamos del aumento de los "vapeadores" en Costa Rica.
De Guatemala viajamos directamente a la capital de Estados Unidos, Washington D.C, a la Conferencia Nacional de la Academia Americana de Pediatría (AAP), del 20 al 24 octubre para estar presentes en la exhibición más grande de pediatría del mundo. Este episodio se lo dedicamos a los factores ambientales que afectan la salud infantil y que son responsables de un sin fin de síntomas respiratorios como la tos, sibilancias, rinitis. Además, aprenderemos qué personas se encuentran en riesgo de desarrollar neumonías que requieren hospitalización e incluso cuidados intensivos. El Dr. Manuel Soto Martínez es neumólogo pediatra, estudió en Costa Rica de donde es originario, y realizó la subespecialidad de neumología pediátrica y en medicina del sueño en el Royal´s Children's Hospital en Melbourne, Australia. Cuenta con una maestría en Epidemiología Aplicada Salud y posgrado en Nutrición en Niños. Entre sus funciones se encuentran: Jefe de la Unidad de Terapia Respiratoria del Hospital Nacional de Niños "Carlos Sáenz Herrera", Profesor de Pediatría en pre-grado y posgrado de la Universidad de Costa Rica, Miembro del Comité Coordinador Posgrado Pediatría - Universidad de Costa Rica. También es Miembro del grupo REACH (Respiratory infections Advisory Council in Children), Coordinador Guías ARIA (Allergic Rhinitis and its Impact Asthma) para Costa Rica. Cuenta con más de 70 publicaciones indexadas. La contaminación ambiental ha sido también una de sus líneas de investigación en los últimos años. Instragram: @puntalitos.pediatricos @manuel_sotomartinez ¿Tienes algún comentario sobre este episodio o sugerencias de temas para un futuro podcast? Escríbenos a pediatrasenlinea@childrenscolorado.org.
Pasar lista a las alertas sanitarias emitidas las últimas semanas en el país nos pone de frente a los riesgos e implicaciones de salud comunitaria que estamos enfrentando. Un repaso que nos debe ocupar, más que preocupar, apunta a la baja de los índices de vacunación que ha caído en promedios peligrosos; por otro lado, no hay información acerca de hospitalizaciones y fallecimientos por covid-19; la Unidad de Cuidados Intensivos del Hospital Nacional de Niños está al 214% de ocupación por virus respiratorios y 10.236 casos de dengue reportados a setiembre, parece que se siguen extendiendo. A este panorama se sumó el fin de semana la alerta por contaminación de agua en el populoso cantón josefino de Alajuelita, que aun cuando fue descartada este lunes, mantiene ocupados a los equipos de salud y las familias de la zona por el brote de diarreas detectado. A la lista hay que agregar la falta de resolución por la severa crisis de contaminación del plaguicida clorotalonil en Oreamuno de Cartago. Para ampliar acerca de nuestros desafíos sanitarios inmediatos conversamos con el epidemiólogo, Juan José Romero.
Hablamos de las crisis respiratorias en niños y niñas que vive el hospital.
Hablamos del estado general de lo que está pasando en el Hospital de Niños con los virus respiratorios.
Llegamos al 25º episodio de la temporada junto al Dr. Andrés Barriga, Jefe de COT del Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo y Coordinador del Grupo de Actualización de la Organización Médica-Colegial del Nomenclátor, para hablar precisamente de esta clasificación terminológica. ¿Se utiliza sólo en medicina privada? ¿Abarca todas las especialidades? ¿Es el Nomenclátor de Traumatología el más largo? Hablamos de esto y mucho más en el capítulo de hoy.
Uno de los grandes retos de la medicina es la reparación de una médula espinal seccionada. En los últimos años se han producido grandes avances en este campo, algunos espectaculares, aunque lamentablemente son pocos los pacientes que pueden beneficiarse de ellos. El proyecto europeo Piezo4Spine, liderado por españoles, financiará con 3,5 millones de euros el uso de nanotecnología y nuevos materiales para la regeneración de los nervios. Hemos entrevistado a la directora y coordinadora del proyecto a nivel internacional, Concepción Serrano, investigadora del Instituto de Ciencia de los Materiales del CSIC, y a Juliana MartinsRosa, jefa del Grupo de Circuitos Neuronales en el Hospital Nacional de Parapléjicos. El núcleo interno de la Tierra es una bola caliente y densa de hierro sólido de unos 2.500 km de diámetro, situado a unos 5.000 km de profundidad. Un equipo de científicos chinos ha analizado decenas de terremotos y ha llegado a la conclusión de que ese giro se ha frenado e incluso que podría haber cambiado el sentido de la rotación. Jesús Martínez Frías nos ha explicado en que ha consistido la investigación y las posibles conclusiones. Hemos informado de la concesión del premio Fronteras del Conocimiento en Biología y Biomedicinaa David Baker, Demis Hassabis y John Jumper por revolucionar el estudio y diseño de proteínas con la Inteligencia Artificial (AlphaFold2RoseTTAFold). Enrique Sacristán nos ha informado del proyecto europeoDestination Earth, en el que participa el Centro Nacional de Supercomputación-BSC, para desarrollar gemelos digitales de la Tierra, con testimonio de Francisco Doblas, y de un artículo publicado en Science que revelan una tendencia preocupante: las estrellas del cielo nocturno son cada vez más difíciles de ver debido al rápido aumento de la luz artificial de nuestros pueblos y ciudades. Lluís Montoliu nos ha hablado de la alta cualificación que requiere la experimentación con animales de laboratorio y la necesidad de renovar las licencias este mes de abril. Javier Cacho nos ha contado el conflicto que durante varias décadas enfrentó a Canadá y Dinamarca por la isla Hans. Fue conocido como la “guerra del whisky” y se solucionó mediante un acuerdo de co-soberanía en 2022. Escuchar audio
Covid en nuestros niños y niñas en este momento. ¿Qué está pasando con la variante Omicron HBB1.5?
Tasa de mortalidad infantil aumenta en 10,4% durante 2021.
Editorial. "De un robusto sistema de Seguridad Social pasamos a un debilitado esquema de atención, que aún así continúa, por un lado dando hermosos frutos y por otro deshumanizándose cada día. Vemos las dos cosas ir de la mano. El sacrificio que hace el Hospital Nacional de Niños por atender tantos infantes desprotegidos, o el bonito trabajo que se realiza en muchos EBAIS en materia de salud preventiva, o bien de médicos que individualmente luchan por dar lo mejor de sí en los diversos hospitales por la seguridad social del país, son cosas meritorias..." #larevistacr www.larevista.cr
Juan de los Reyes es responsable del Grupo de Neurofisiología Experimental y Circuitos Neuronales del Hospital Nacional de ParapléjicosEscucha ahora 'Fin de Semana'. "Fin de Semana" es un programa presentado por Cristina López Schlichting, prestigiosa comunicadora de radio y articulista en prensa, es un magazine que se emite en COPE, los sábados y domingos, de 10.00 a 14.00 horas. A lo largo de sus cuatro horas de duración, Fin de Semana ofrece otra visión, más humana y reposada, de la actualidad reciente, a la vez que reserva espacio para historias novedosas y sorprendentes; para reportajes y entrevistas en profundidad; para propuestas de ocio que invitan a disfrutar de los días de descanso con el mejor humor y garantías de éxito.Siempre, de la mano y la voz de Cristina López Schlichting, en cuyo dilatado currículum vitae se incluyen sus labores de articulista y reportera en los principales periódicos de España (ABC, El Mundo o La Razón o su papel de tertuliana de televisión. Asimismo, la periodista madrileña es conocida y reconocida por la claridad y valentía de sus posicionamientos editoriales, inspirados en la defensa de los valores cristianos o los derechos de las personas.Entre los colaboradores habituales de Fin de semana, sobresalen nombres como los de Carmen Lomana, que nos sumerge en su prisma de la realidad con "La...
Hospital Nacional de Niños. Situación de los niños de Costa Rica ante el impacto de los virus.
Hospital Nacional de Niños llegó ayer a su cifra récord de hospitalizaciones de todo el 2022 por infecciones respiratorios graves.
Suspender el curso lectivo por cuatro días en todo el país podría haber sido una medida útil para ayudar a bajar el contagio de infecciones respiratorias agudas en niños, niñas y adolescentes. Podría, sí. Pero definitivamente, el criterio experto señala que la medida de manera aislada, anunciada atropelladamente y sin el conjunto de otras acciones y especialmente de una campaña a padres y encargados adultos, no conduce lamentablemente más que a un perjuicio a la comunidad estudiantil que profundiza los menoscabos y debilidades de un curso lectivo que está muy lejos de apuntalar la necesidad de revertir los déficits que arrastramos desde el 2018 en el sistema, especialmente el público. No hay duda que la salud es el bien supremo a proteger. Por lo tanto, no es de recibo decir que si se cuestiona la decisión del Ministerio de Salud de interrumpir el curso como se hizo el lunes en la noche, sin coordinación y sin diseminación informativa alguna, es porque no se avala la necesidad de disminuir la severidad del pico infeccioso multicausal que por varios meses viene afectando a los menores de edad. Pero resulta que de acuerdo con el criterio experto -entre otros- de la directora del Hospital Nacional de Niños, la Dra. Olga Arguedas, la medida hubiera resultado certera siempre y cuando se hubiera acompañado de la obligatoriedad del uso de mascarillas en espacios cerrados y transporte público para toda la población, retomar con fuerza la campaña de lavado de manos, proteger a los niños del contacto con personas enfermas y, muy importante también, reforzar la coordinación entre el mismo Ministerio de Salud y la CCSS en el tema de la vacunación. Ese era el paquete necesario. Pero no se implementó. Siendo así, tenemos un curso lectivo suspendido en todo el país, como una medida sanitaria sin mayor soporte ni sustento. Y la afectación, una vez más, es para más de un millón de estudiantes y particularmente para los más vulnerables, como los que reciben asistencia de los comedores escolares. Sobre este tema que nos atañe a todos, conversamos con el ex ministro de Educación Pública Francisco Antonio Pacheco.
Repletos. Así están los salones de internamiento dedicados a pequeños pacientes con males respiratorios en el Hospital Nacional de Niños. La crisis se viene agudizando desde hace semanas debido tanto a Covid-19 como a otras infecciones respiratorias y este martes la ocupación de camas llegó al 102 %. Según confirmó la directora del centro infantil, hay 81 chiquitos internados, de los cuales 12 tienen Covid-19 y 69 otros virus. De ese total de niños, 16 están graves, es decir en condición muy delicada (4 con covid crítico y 12 no covid) Se trata, por tanto, de un pico de infecciones respiratorias agudas graves multicausales que obligó a poner en marcha un plan de contingencia para ampliar la disponibilidad de camas para la atención de aquellos que se complican. Algo muy relevante, según nos explicó la Dra. Arguedas es que “es la primera vez en la historia que nos toca un pico respiratorio simultáneo por covid, asociado a un pico por otros virus respiratorios que nunca habían sido los protagonistas principales”. El asunto es que antes del 2020 teníamos infecciones respiratorias en el segundo semestre del año en niños de hasta dos años por virus sincitial (o sincicial). Eso se aplacó por las regulaciones de protección en los años 20 y 21, pero ahora con la liberación de medidas, se produjo una explosión de otras infecciones respiratorias en asocio con el impacto del Covid-19 en niños no vacunados. ¿Cuáles son las medidas concretas a implementar para proteger a los más chicos hoy tan vulnerables? Tomando en cuenta que la temporada de lluvias se advierte tan severa para los próximos tres meses, ¿la situación podría empeorar? ¿Por qué muchos padres decidieron no vacunar a sus hijos pequeños, incluso estando ellos ya vacunados? Y para las otras infecciones respiratorias no covid, ¿sirven los mismos protocolos que aprendimos? ¿Qué más podemos hacer desde las familias, los centros de enseñanza y las comunidades? Todas las preguntas sobre los padecimientos respiratorios de los más pequeños, las evacuamos con la Dra. Olga Arguedas, Directora del HNN.
Hospital Nacional de Niños está saturado por infecciones respiratorias
Declaran alerta sanitaria ante aumento de infecciones respiratorias en niños, informa el Ministerio de Salud.
Sobre los extraños casos de Hepatitis que han estado afectando niños a nivel mundial
En el programa Chayo Contigo la Dra. Rosario Busquets nos platica de:- Mi papá le ha sido infiel a mi mamá desde hace varios años y no sé cómo llevar la situación. Yo lo he descubierto tres veces pero solamente una vez mis hermanos y yo lo hablamos con mi mamá, ella decidió quedarse como amigos y no separarse. El tiempo hizo que siguieran juntos como esposos y según mi papá ya no lo iba a hacer y quería estar bien con mi mamá. Hace dos años al inicio de la pandemia llegó un hermano que estaba en prisión y está en la casa ahora con un brazalete, eso ha hecho que tengamos muchos problemas en casa porque es una persona conflictiva, es bipolar, y aunque mi papá ya hizo de todo para que salga libre, tenemos que esperar cuatro meses más a que termine su sentencia. En estos últimos años yo le he descubierto a mi papá más infidelidades, ahora con otra mujer, es una persona que se le nota cuando miente, tener 67 años y quiere seguir haciendo esas cosas. Yo lo he hablado con mis hermanos y tomamos la decisión de esperar a que mi hermano termine su sentencia para hablarlo. A mi mamá le detectaron cáncer y las cosas se han complicado. Yo voy a terapia para perdonar a mi padre pero los celos como hijo a veces me regresan y no puedo hablarlo con muchas personas. Mi psicóloga me da su opinión pocas veces. ¿Cómo puedo superar la infidelidad de un padre?, ¿debería dejar que mi papá siga? Creo que mi mamá también se da cuenta pero no quiere afrontar la realidad.- Tengo a mi mejor amiga de 27 años, soltera y sin hijos, se enamoró de un señor más grande, que ya pasa los 40 y ya con hijos. Yo no tengo nada contra la diferencia de edades, sin embargo, ella me platica que no salen, se ven por tiempos por la responsabilidad de él con los hijos, estos ya son grandes, pero el más chico aún estudia y a veces la veo triste por esta situación. Ella me dice que está enamorada de él y honestamente sí se le nota, pero cuando no se ven o tienen algún desacuerdo y me cuenta, se pone triste, pero no a un nivel normal, siento que hasta se deprime. Él es respetuoso con ella y también se ve que la quiere, pero me ha contado que el si le ha dicho que debería estar con alguien mejor que él. He tratado de hablar con ella por la tristeza que le genera no estar con él. Llevan ya más de dos años de estar así y veo que cada día le afecta más. Mi amiga es muy bonita y no sé cómo hacerle entender que aunque se amen no es normal que se deprima por cualquier situación o malentendido. Siempre termina por buscarlo porque él actúa como si no le perjudicara aunque sí le duela. Me preocupa la tristeza que le da a mi amiga.- Tengo un hijo de 13 años, no sé qué hacer en el sentido de lo que estamos viviendo en estos momentos de escuela virtual, ya que siento que a mi hijo no le ha interesado en lo más mínimo entrar a clase, cumplir con los horarios de entrada y salida, con las tareas es un problema también. Ya hablé con el explicando la importancia de la escuela, pero siento que le entra por un oído y le sale por el otro. Lo he dejado si usar su tableta o teléfono, pero ni así. Siempre ha sido un niño muy distraído en todo, le cuesta acatar órdenes, ser limpio, ordenado en su recámara, se distrae con mucha facilidad. Se que no he sido buena poniendo límites, pero la verdad es que no sé qué hacer al respecto.- Soy un hombre de 40 años, me asumo como bisexual. Vivo con mis padres desde hace 10 años que falleció mi expareja por VIH, condición que también se me diagnosticó hace 15 años y prácticamente desde que murió mi pareja mi vida ha sido un desastre. Después de haber tenido un trabajo estable en una institución financiera durante años y tener un puesto que me permitía tener una condición económica desahogada, ahora estoy desempleado, no consigo colocarme en nada que me guste, y recaí en las adicciones y ahora soy consumidor de metanfetaminas, lo cual me suministro de forma intravenosa ya que es la única manera que puedo tener relaciones sexuales sin tener cargos de conciencia, debido a que fui violentado en repetidas ocasiones desde niño. Dejé las drogas durante el tiempo que mantuve mi relación que fueron 5 años con dicha pareja y lo que detonó la recaída fue sentirme solo y sin motivación. He tenido intentos de suicidio, he pedido ayuda psicológica y en terapia mi terapeuta me recomienda ingresar al Hospital Nacional de Psiquiatría y yo no sé si vivo en una realidad diferente a la de los demás, y de cierta forma sé que las drogas me hacen ver la realidad distorsionada, pero yo percibo que aún dentro de la paranoia hay un punto que nos hace saber qué es verdad y qué es fantasía. necesito ayuda, yo no le veo sentido a nada y por más que me esfuerzo no puedo salir del hoyo en el que estoy.- Ayer me sentí identificada con el tema de las madres tóxicas porque precisamente tiene que ver con que mi matrimonio esté llegando a su fin. Tengo 29 años y mi aún esposo tiene 31, duramos 8 años de noviazgo y llevamos 3 años de casados sin hijos. Desgraciadamente desde que nos casamos tuve problemas con su madre y sus hermanas por temas de apoyo económico en la boda. Siento que no he podido superar esa humillación que nos hicieron pasar a mi y a mi mamá. En el primer año su mamá no dejaba de actuar como si el no estuviera casado pidiéndole favores y queriendo ir con nosotros a todos lados, hasta que tuvimos demasiados problemas él y yo y puso un límite en eso. El segundo año fue peor, ya que peleábamos constantemente por celos por parte de él, no le gusta salir con mis amigos del trabajo ni con los de la universidad porque me revisó algunas veces mi teléfono y vio que mis amigos me llamaban, y mis amigos a veces me dicen guapa, flaca o cosas así y sentía que ya todo el mundo pretendían tener algo conmigo. Dejé de ir a muchos lugares por él. A veces cuando llego a tarde me deja a fuera y me tengo que ir a dormir a casa de mis papás, lo que me hace pensar que no le preocupa lo que me pase. Me desespera que no cambie, que siga con los mismos hábitos. Me dijo que me fuera un mes con mi madre porque nos enojamos; van dos semanas y no me hablado, es muy orgulloso y seguro no lo hará. Estoy confundida porque creo que nuestro matrimonio ya no le interesa. No sé qué hacer, necesito ayuda.- Al parecer tengo un problema con la pornografía que me ha causado problemas en mi matrimonio y con mi esposa. Amo mucho a mi esposa, nunca le he sido ni le sería infiel, sin embargo, la pornografía podría ser interpretada como una falta de respeto hacia ella o una forma de engañarla ya que me descubrió viendo estos videos en dos ocasiones. En contados momentos llegamos a ver pornografía juntos y yo me sentía incómodo sobre lo que ella fuera a pensar de mis gustos, incluso durante el juego no denotaba las características físicas que eran de mi predilección para evitar que ella piense que me interesan las chicas reales que tienen ese atractivo físico. En dos ocasiones durante nuestro noviazgo notó que volteé a ver a una chica que me llamó la atención, era obvio que se molestara porque estábamos juntos, pero con la pornografía son fantasías y supuestos que nunca ocurrirían. No le he dado motivos para pensar que esté viendo a alguien más, por lo tanto no sé si al estar viendo estos videos esté actuando de una manera inadecuada cuando ya tengo esposa y no tendría que verlos. Admito que cuando estoy estresado lo he hecho, no sé si necesito algún tipo de terapia para dejar de ver este tipo de videos antes situaciones de estrés.- ¿Revisar el celular se puede considerar un acto de desconfianza, o es bueno para una relación sana?- ¿Cómo ayudarnos cuando se termina una relación de pareja?
Sobre los casos de Covid y los recientes fallecimientos de 3 niños por causas relacionadas.
Tres personas paralíticas, con la médula espinal completamente seccionada, han conseguido andar con la ayuda de un dispositivo eléctrico que es capaz de estimular y controlar los distintos grupos musculares. Un gran avance desarrollado por científicos suizos que hemos analizado con Juan de los Reyes Aguilar, investigador del Grupo de Neurofisiología Experimental y Circuitos Neuronales del Hospital Nacional de Parapléjicos de Toledo. -Hemos informado de un nuevo récord de energía de fusión logrado por un experimento europeo en el reactor JET, en Oxford; de la concesión del Premio Fundación BBVA Fronteras del Conocimiento en Tecnologías de la Información y la Comunicación al ingeniero israelí Judea Pearl por sentar las bases de la Inteligencia Artificial moderna; de la decisión de la UE de invertir 45.000 millones de euros hasta 2030 para cuadruplicar su producción de chips; de un estudio que revela que los chimpancés no solo se curan sus heridas sino también la de los otros congéneres, y de una investigación que reduce en un 20% el contenido de agua dulce almacenado en los glaciares del planeta. Ana Iglesias Mialaret nos ha contado que las olas de calor marinas están arrasando los corales del Mediterráneo según un estudio del CSIC (con testimonios de Joaquim Garrabou, del Instituto de Ciencias del Mar). En su recorrido por la obra de Ramón y Cajal, su escuela y su legado, Fernando de Castro nos ha hablado de los discípulos de Pío del Río Hortega, discípulo a su vez de nuestro premio Nobel. Con Montse Villar nos hemos asomado a las galaxias activas, aquellas que contienen agujeros negros supermasivos en su interior, para conocer cómo se comportan estos objetos y cómo influyen en su vecindario estelar. Escuchar audio
En este episodio tenemos como expositor al Dr Jaime Ulloa Gil, especialista en Ortopedia y Traumatología en el Hospital San Juan de Dios y Hospital Nacional de Niños de Costa Rica y subespecialista en Medicina del Deporte en The Cleveland Clinic y trabajó para este mismo centro como Director Médico Regional del programa HealthLink. Actualmente ofrece el servicio de consultas médicas en línea. En este episodio el Dr Ulloa realiza una revisión del tema de Lesiones de Ligamentos de Rodilla. Al inicio realiza un repaso de la anatomía y fisiología de los ligamentos de la articulación de la rodilla, posteriormente se expone un caso clínico de un deportista de alto rendimiento y se aborda a fondo el tema con el objetivo de que al finalizarlo quede una revisión completa y provechosa.
En este episodio tenemos como expositora a la Dra Karla Castro, especialista en Cirugía Cardiovascular Pediátrica, realizó su especialidad en Cirugía Pediátrica en el Hospital Nacional de Niños y la subespecialidad en Cirugía Cardiovascular Congénita en Holanda, además de una Estancia Formativa en Trasplante Cardiovascular en España y un Diplomado en ECMO en Francia. Actualmente la Dra Castro es Médico Asistente del Servicio de Cirugía Cardiovascular en el Hospital Nacional de Niños de Costa Rica.El tema que la Dra expondrá en este episodio es Cardiopatías Congénitas, primeramente se expondrá un Caso Clínico, y posteriormente abordará de manera esquemática el tema.