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NESTA EDIÇÃO. Mesmo após acordo de paz, retomada massiva das exportações pelo Estreito de Ormuz ainda pode demorar e suprimento global de petróleo deve seguir restrito. Petrobras confirma investimento em planta de BioQAV e diesel renovável em Cubatão (SP). Consumo de energia durante jogo do Brasil contra Haiti foi até 9,6% menor que em dia típico. Brasil atinge marca de 25 mil pontos de recarga para veículos elétricos. ***Locução gerada por IA
A guerra no Oriente Médio fragmentou o mercado global de gasolina e criou dinâmicas regionais de precificação distintas. Compradores de combustível na América Latina e em outras regiões são forçados a gerenciar melhor seus riscos com ferramentas de arbitragem geográfica e de qualidade, como os escaladores de RVP e octanagem. Ouça as discussões sobre essas tendências entre Nazareno Ferrero, gerente sênior de desenvolvimento de negócios da Argus em Buenos Aires, e Camila Fontana, chefe adjunta da redação em São Paulo. Os tópicos discutidos neste episódio incluem: Fluxos de gasolina e padrões de preços antes e depois da guerra Referências globais de preços Ásia passa de equilibrada para deficitária em gasolina Europa e Costa do Golfo ganham importância como fornecedores globais Uso de escaladores de RVP e octanagem nas decisões de negociação
Discussões climáticas estão em um momento de transição, com alguns países querendo cada vez mais foco em combustíveis fósseis e menos em emissões, enquanto outros seguem resistentes a essa mudança. Acompanhe a conversa entre Camila Fontana, chefe adjunta da redação da Argus no Brasil, e o editor Lucas Parolin. Alguns dos tópicos deste episódio: Foco anterior no papel das emissões de carbono no aquecimento global Acordos das COP e gargalos de implementação União de países pela transição para longe dos combustíveis fósseis Combate a aspectos econômicos que dificultam a transição Fluxos comerciais e exportação de emissões Incentivos aos biocombustíveis
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pelo promotor de Justiça Iverson Bueno, participou, nesta quinta-feira, 17, de uma reunião da comissão de implantação do Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente (Caica), cuja inauguração está prevista para maio deste ano.
Já se perguntou como os estoques de carbono são medidos por meio do sensoriamento remoto?
Neste episódio abordamos sobre o ciclo do carbono por Sensoriamento Remoto, mas focamos nos fluxos, os estoques ficam para o próximo episódio.Mas, além disso, temos uma notícia emocionante: Christhian está partindo para o Reino Unido para realizar uma pesquisa inovadora! O que isso significa para a ciência brasileira?A jornada de Christhian destaca a importância da colaboração global na ciência. Ao compartilhar conhecimento e experiências no exterior, podemos aprimorar nossas próprias práticas aqui no Brasil.Enquanto ele dá esse salto, somos lembrados do incrível talento que o Brasil tem a oferecer — vamos comemorar e apoiar uns aos outros!Que oportunidades você aproveitou recentemente? Vamos nos inspirar mutuamente!Vale a pena conferir o episódio completo!Um grande abraço!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria Especializada de Defesa da Saúde, realizou nesta segunda-feira, 23, uma visita à Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), em Rio Branco. A agenda teve como finalidade promover um realinhamento das agendas institucionais, reconhecer a estrutura, os serviços oferecidos e as perspectivas de ampliação do atendimento à população usuária do Sistema Único de Saúde (SUS).
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível, realizou, na última quarta-feira, 5, uma reunião com a Polícia Civil do Estado do Acre, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Criança e ao Adolescente (DECAV).
O cenário econômico global passa por uma transição com o que está sendo chamado de “nova ordem mundial”. As novas decisões impactam as cadeias de produção e valor. O Brasil, a União Europeia e os países asiáticos se organizam para ganhar espaço de mercado. Além disso, os riscos e as oportunidades abrem caminho também para que as empresas se adaptem e aproveitem os novos mercados. Assim também ocorrem com os investimentos e com as novas formas de tecnologia, como IA, robotização e stablecoins. O economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa, faz uma análise desse momento e do que acompanhou nos bastidores de Davos, durante o Fórum Econômico Mundial. A conversa é com Priscila Forbes, banker do Bradesco Global Private Bank. Confira! #geopolítica, fragmentaçãoglobal, IA, stablecoins, economiaglobalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Sobre Economia Politica da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo "Fluxos de Atenção e Construção do Pensamento crítico: considerações sobre comunicação para mudança social." de Cinthya Pires de Oliveira, que discute formas de abordagem para a construção do pensamento critico e reflexivo sobre a democratização do acesso a comunicação. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral. Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral. Entre em contato conosco: Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com Siga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
O mercado global de gás liquefeito de petróleo vem se reorganizando diante das tensões comerciais que impactaram os fluxos do GLP exportado dos Estados Unidos para os grandes centros consumidores da Ásia. Na América Latina, vários países desenvolvem projetos de infraestrutura e a Argentina pode se tornar uma fornecedora importante de gás a partir do campo de Vaca Muerta. Saiba mais ouvindo a entrevista de Vanessa Viola, vice-presidente executiva da Argus para a América Latina e head global de GLP, a Camila Fontana, chefe adjunta de redação da Argus no Brasil.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher (Caop Mulher) e da 13ª Promotoria Criminal Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a mulher, participou na última quarta-feira, 3, de uma reunião com representantes da Patrulha Maria da Penha (PMP) para tratar dos fluxos da rede de proteção e de situação de risco iminente de feminicídio.
Neste episódio do Product Guru's, Paulo Chiodi recebe Cheila Portela, cofundadora da Prototipe AI, para uma conversa prática e profunda sobre prototipação de agentes de inteligência artificial (IA). Com muito bom humor e clareza, Cheila explica como times de produto e UX podem criar agentes de IA funcionais e eficientes sem escrever uma linha de código, focando em comportamentos, instruções e orquestração, não em programação. A conversa revela os erros mais comuns cometidos na criação desses agentes e oferece insights sobre como lidar com a natureza probabilística das LLMs, garantindo resultados consistentes mesmo sem domínio técnico profundo.Ao longo do episódio, Cheila compartilha cases reais, mostra a ferramenta Prototipe AI na prática, e revela como estruturar fluxos com memória, lógica condicional e chamadas de API de forma simples e eficaz. O papo também aborda a importância de métricas como custo por execução e taxa de aprovação e desconstrói a ilusão de que criar agentes em ferramentas como N8N em “5 minutos” é suficiente para produção real. Se você trabalha com produtos digitais, IA generativa ou busca formas reais de inovar com eficiência, este episódio é essencial.// Onde encontrar a convidada: Cheila Portela | Cofounder @ Prototipe AIhttps://www.linkedin.com/in/cheilaportela/// Conteúdos mencionados:Prototipe AI - https://www.prototipe.ai//// Recado Importante: O futuro dos produtos digitais já começou e a Inteligência Artificial é parte do time.A PM3 acaba de lançar a Formação em Gestão de Produtos de IA: um curso pensado para Product Managers que querem criar, delegar e inovar com mais inteligência. Muito além dos prompts: você vai aprender a liderar produtos baseados em IA, dominar temas como Machine Learning, Deep Learning e IA Generativa, e aplicar novas formas de discovery, experimentação e validação.Prepare-se para o mercado que mais cresce no mundo e torne-se o PM que lidera a transformação.Acesse o link e saiba mais: https://go.pm3.com.br/ProductGurus-AI-Specialist/// Outros parceiros:Codando sem Codar - A maior comunidade de Vibe Coding do Brasil https://codandosemcodar.com.br/?utm_campaign=pg_podcastCurling - Do treinamento à criação de soluções com IA, estamos em cada etapa. https://www.usecurling.com/// Nesse episódio abordamos:• Prototipar agentes de IA é diferente de prototipar telas por causa da natureza probabilística das LLMs.• Agentes de IA podem ser construídos sem código, usando ferramentas especializadas.• Processos repetitivos e estruturados são ideais para aplicar IA inicialmente.• Ferramentas como Zapier e N8N são úteis, mas não substituem plataformas de prototipação.• O maior desafio é arquitetar bem os prompts e fluxos, não escrever código.• Testes e iteração com feedback são essenciais para atingir bons resultados.• Métricas como custo por execução e taxa de aprovação são cruciais.• Prototipação ajuda a evitar retrabalho e código desperdiçado.• Ferramentas próprias como Prototip.ai aceleram o processo e organizam o ciclo de feedback.• A área de produto tende a liderar esse processo, mas hoje a demanda vem mais da tecnologia./// Capítulos00:00 Abertura 01:40 Origem do nome “Prototipe.ai”02:30 Diferença entre prototipar tela e prototipar agente de IA05:20 Recados06:55 Primeiros passos para quem quer prototipar um agente de IA09:45 Quando (não) usar ferramentas como N8N e Zapier12:10 Exemplo prático de automação com agentes no RH15:10 Demonstração da ferramenta Prototipe.ai17:50 Como testar, ajustar e iterar o comportamento dos agentes22:00 Estrutura de agentes conversacionais e máquina de estados25:10 Fluxos com memória, lógica e integração via API32:10 Métricas para mensurar sucesso de protótipos de IA36:52 Diferença entre prototipar e já ir para produção41:22 Quem mais se beneficia com o uso da Prototipe.ai44:10 Equilíbrio entre fidelidade e velocidade no protótipo47:30 Como encontrar a Cheila e conhecer a plataforma
Talk2Biz PodcastEpisódio 238Estratégia Digital: a importância dos fluxos
Proposta de redação escrita: DESAFIOS PARA REDUZIR OS ACIDENTES DE TRÂNSITO EM PERÍODOS DE GRANDES FLUXOS Mais temas de redação: http://bit.ly/cursos-de-redacao-e-temas Cursos de redação: http://bit.ly/cursos-de-redacao-e-temas
Ouça o que movimentou o mercado nesta terça-feira.
Faz mais de 30 anos que o antropólogo Eduardo Bronzidio pesquisa as interações entre os humanos e o ambiente na Amazônia. Seus estudos junto a comunidades indígenas e ribeirinhas, mas também urbanas, nas cidades amazônicas, acabam de ser reconhecidos pelo mais importante prêmio internacional para as ciências ambientais, o Tyler Prize. Lúcia Müzell, da RFI em ParisPela primeira vez desde a sua criação, em 1973, o "Nobel ambiental” é atribuído a cientistas latino-americanos – Bronzidio dividiu a premiação com a ecóloga argentina Sandra Días. "A gente tenta trazer a realidade que é vivida no chão por essas populações. Não só suas contribuições, mostrando o valor dos seus conhecimentos, o valor das suas atividades e tecnologias para a economia regional e a conservação da região. Mas também trazer os problemas que enfrentam, suas carências, as pressões que sofrem”, salienta o brasileiro.E é com preocupação que o cientista, professor da Unicamp e da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, vê o andamento do projeto do governo federal de abrir uma nova frente de exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas. Em entrevista à RFI, Bronzidio constata que, assim como em Brasília, o plano desperta paixões contraditórias na região. "A reação das pessoas é aquela que a gente encontra em muitas situações parecidas, onde se cria uma polarização entre, por exemplo, meio ambiente e emprego. Acaba criando divisões e simplificações do problema. É uma tática muito antiga de avançar esse tipo de agenda, na qual se colocam dicotomias que na verdade são simplificações de um problema maior, pela carência da região e a insolvência, na verdade, dos municípios”, afirma. Como antropólogo, entretanto, é a configuração natural da Amazônia que mais o preocupa, frente à possibilidade de um acidente que leve a derramamento de óleo no Delta do Amazonas. Ele explica que a pluma do rio alcança a costa do Pará, Maranhão e Amapá e sobe para as Guianas, com um forte sistema de marés que invade, diariamente, territórios adentro. “A vida nessa região é regrada por maré. É um esquema de pulsação ali onde eu fico imaginando que a escala de um desastre de derramamento de óleo de explosão da exploração, como aconteceu no Golfo do México”, afirma. “Ela pode ter uma distribuição numa escala gigantesca por causa desse fluxo de maré. Então, eu tenho a preocupação em particular pelo tipo de risco, que é muito diferente dos tipos de risco que se tem em outras plataformas costeiras isoladas”, indica.Eduardo Bronzidio foi copresidente do relatório de Avaliação Global sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos do IPBES, da ONU. O documento foi um dos que embasou o acordo de Kunming-Montreal de preservação da Biodiversidade, com metas para 2030.Leia abaixo os principais trechos da entrevista. A sua vitória a este prêmio ilustra uma mudança de paradigma: dois pesquisadores latino americanos vencem pela primeira vez o Tyler Prize. Você fez carreira compreendendo e interpretando os conhecimentos dos povos tradicionais da Amazônia. Indiretamente, ribeirinhos e os indígenas são também vencedores? Os conhecimentos deles são de fato mais reconhecidos pela ciência mundial?Eu espero que todos se sintam reconhecidos, porque o que a gente tenta fazer, ao longo de 30 e poucos anos, é trazer a realidade vivida no chão por essas populações. Não só suas contribuições para uma região como a Amazônia, e também a nível global, mas os problemas que enfrentam, suas carências, as pressões que sofrem. Então, eu espero que isso se reflita também e que muitos se sintam agraciados com parte desse prêmio, porque muito do que aprendi vem deles. Uma das suas áreas de estudo é como os povos tradicionais cuidam, produzem, vivem na Amazônia sem destruí-la. O desenvolvimento de uma bioeconomia amazônica é central, inclusive para ajudar a preservar esse imenso território, e será levada pelo Brasil na COP30 em Belém. É possível e é desejável dar escala às produções locais?Eu acho que, por um lado, já existe uma escala dessa sociobioeconomia, porém ela é estatisticamente invisível. Nós temos um problema de contabilidade, de realmente compreender quem faz a economia da região, quem produz alimentos, dá emprego, maneja e protege as florestas. Quem está produzindo uma infinidade, trazendo uma infinidade da biodiversidade regional para populações da região, nacional e internacionalmente. A gente precisa reconhecer essas escalas, dar apoio para que elas se mantenham. A maneira que eu vejo isso é como que a gente pode ajudar a consolidar e avançar o que já é feito, nos lugares onde acontecem, e fazer com que eles tenham também uma sustentabilidade econômica. Hoje, um dos maiores problemas das economias, mesmo as mais bem sucedidas – seja no açaí e de outros frutos como cacau, seja no manejo pesqueiro ou manejo sustentável de florestas – é que elas geram produtos que têm imenso valor, porém, elas têm a menor fatia do rendimento econômico. Conseguir abrir caminhos de mercados na região e fora da região, onde o rendimento se torne mais para onde está sendo produzido, para as comunidades, para os municípios, é tão importante quanto a escala que ela pode ganhar, do ponto de vista de extensão.O que torna essa economia local invisível? São as camadas que existem entre esses produtores e onde vão parar as produções deles? Eu acho que tem várias questões históricas, sociais, culturais e econômicas que constroem essa invisibilidade. Uma é no reconhecimento dessas populações ribeirinhas, quilombolas, indígenas e produtores de pequena escala como agentes ativos da economia regional.Muitas vezes, a gente fala e pensa como se fossem anacrônicos, como se fossem tecnologias que estão aí ainda resistindo, mas que deveriam ter ficado para trás. A gente tem uma visão de inclusão e de transformação social que, na verdade, exclui essas populações dessa trajetória do desenvolvimento, que é tão arraigada na maneira que a gente pensa na economia e no desenvolvimento nacional. Elas são populações ativas, estão contribuindo, produzindo alimentos e todo tipo de recurso para exportação, mas não necessariamente são vistas como esses atores ativos que são.O outro aspecto é a invisibilidade estatística. Nós não temos nem bons dados, nem categorias apropriadas para realmente saber entender a escala dessas economias. Eu digo escala em termos de manejo, do produto que geram e em termos dos empregos. Essa deficiência acaba invisibilizando muito dessa economia que está acontecendo na floresta. A gente não sabe realmente o peso dela e isso acaba tendo outras implicações. Ao visibilizar, não se pensa em políticas públicas que realmente possam alavancar essa economia já existente. Também se tem carência de extensão rural, carência logística, dependência de intermediários. Você tem uma série de problemas que tira a riqueza que elas produzem das áreas, das pessoas e das localidades onde são produzidas.Essas economias geram economias bilionárias, porém, elas passam em uma outra parte da invisibilidade. Elas passam por cadeias informais fragmentadas, entre mãos de produtores, intermediários, corporações, uma série de condições subjacentes a essa não-visibilidade. Sobre esse aspecto que você mencionou da carência logística, muitas organizações ambientalistas buscam combater projetos nesse sentido, porque alegam que redes criminosas que atuam por ali também vão acabar se beneficiando – talvez até mais do que as comunidades locais. Você concorda? Logística é um tema difícil, porque já motiva visões e emoções na cabeça das pessoas que estão geralmente ligados a obras grandes, de impacto, ou a grandes setores. Essa é uma maneira de logística, mas a gente não precisa de logística só dessa maneira. Se a gente pega os últimos 30 anos, você vê um avanço muito grande numa série de passos: o reconhecimento territorial de populações indígenas, áreas de uso sustentável de reservas extrativistas, reforma agrária. Você tem um grande avanço no sentido de consolidar áreas com direitos onde se manejam, se constroem essas economias.Se teve, num primeiro momento, muito investimento nos sistemas produtivos, como um modelo de desenvolvimento. Isso avançou bastante. Porém, com o tempo, foi se vendo que esses avanços acabam sendo limitados por questão de gestão e de acesso a mercado. A gente conseguiu muitos avanços na área de produção, de manejo sustentável, de restauração. Conseguiu bastante avanço na parte de organização social, de formação de associações de cooperativas, e progressivamente avanços na área de acesso ao mercado.Hoje, o que a gente tem notado trabalhando em várias partes da região, com comunidades que estão baseadas na produção de frutos ou produtos essenciais à floresta, como óleos, madeira, produtos da pesca, é que a conta não fecha. Você tem um produto valiosíssimo, que tem um mercado que paga muito e é um produto inclusivo, onde populações locais, mulheres, homens, associações, cooperativas estão produzindo, mas você tem entre esses dois uma deficiência muito grande.Todos esses esforços de sustentar esses territórios, que têm sido tão importantes na região para bloquear o desmatamento, manter a saúde dos rios e da floresta, acabam, sim, sendo desafiados nesse momento. O custo de produção acaba sendo alto pelas questões de contexto local. O custo de comercialização acaba sendo altíssimo e, dependendo de intermediário, também por essas carências.E aí você também tem uma falta de outras logísticas que permitem alcançar mercados intermediários, por exemplo, de armazenamento, câmara fria. Então, eu acho que é realmente uma área onde precisa se colocar esforço.Nós documentamos centenas de milhares de iniciativas locais nos últimos anos, e isso só foi a ponta do iceberg. Tem milhares de iniciativas na região que estão ali, avançando, mas precisam de um apoio mais consolidado na parte de acesso ao mercado, na parte de crédito, na parte de extensão rural também.Na Europa, mas não só, existe a ideia de que a Amazônia deveria ser um santuário do mundo, pela sua floresta abundante, sua riqueza biodiversa. Mas a gente sabe que isso não vai acontecer – pelo contrário, sem um plano de desenvolvimento, atividades ilegais e predadoras da floresta proliferam. A visão da região como um santuário não é só europeia. No Brasil também é parte das ideias. Eu acho que a gente tem um legado histórico de imaginários da Amazônia e eles continuam sendo muito mais fortes do que a realidade da Amazônia. Você tem vários imaginários que vêm desde o Eldorado ao imaginário do pulmão do mundo. O imaginário da cesta de commodities que vai alavancar o desenvolvimento nacional, o do agro tecnológico, de uma grande monocultura regional exportando commodities para o mundo.A região tem vários imaginários que são ainda predominantes, de como a gente vê a região e a sua população. Eles escondem uma realidade e, ao escondê-la, fica muito difícil você pensar em caminhos de desenvolvimento, porque é uma ideia de desenvolvimento regional que é feita distante da realidade. É uma ideia que não vai nem refletir os ensejos da população local, nem lidar com os problemas de lá.Leia tambémFloresta desmatada para abrir avenida: obras em Belém para a COP30 falham na sustentabilidadeO problema, por exemplo, do imaginário do santuário, da floresta intocável, é que nem leva em consideração os milênios de manejo e domesticação daquela floresta por populações, que hoje transferem essa floresta rica para a gente. Rica em muitas espécies domesticadas que geram riqueza no mundo inteiro, mas esse imaginário desconsidera a cultura da floresta amazônica, e também desconsidera a escala de degradação que se atingiu na Amazônia e que, dependendo de onde você olha, você vai achar até 50% da região numa escala degradada.Eu acho que a gente precisa repensar o que é um santuário, no sentido de valorizar a floresta que está lá: manter a saúde do ecossistema de rios saudáveis, florestas saudáveis e populações saudáveis.Que caminhos você vê para um desenvolvimento sustentável da região amazônica, inclusive das áreas urbanas que, em sua maioria, são marcadas por uma pobreza grande, déficits importantes de infraestruturas mínimas para as populações? A primeira questão para a gente ver o futuro da Amazônia é encarar a realidade dela. É encarar que os nossos imaginários não representam essa realidade. Só assim a gente pode pensar num desenvolvimento sustentado que começa a lidar com os problemas da região.A outra é que para pensar o futuro da região, a gente primeiro tem que encarar a coevolução das várias frentes de desenvolvimento que hoje estão criando fricções umas com as outras, e a realidade urbana que se evoluiu nesses últimos 30 anos. Não dá para pensar em desenvolvimento regional isolando da transformação da paisagem rural, indígena e da paisagem urbana.Desde os anos 1990, você tem um enorme avanço na região, que é reconhecimento de direitos territoriais, de populações indígenas, populações rurais tradicionais e rurais em geral, em áreas indígenas, reservas extrativistas, áreas de uso sustentável e algumas áreas protegidas. Só no Brasil são mais ou menos 45% da região que estão nessas áreas. Foi um avanço gigante, que serviu para controlar o desmatamento e para garantir o direito das populações da região.Esse modelo, que eu chamo modelo de nível único, de nível territorial, chegou num limite para partes da região, porque essas áreas que são muito bem governadas por dentro, pelas comunidades que estão lá, estão sendo erodidas por fora. Hoje você tem toda a parte sul da bacia, uma situação de formação de ilhas de biodiversidade, de diversidade cultural, onde o sistema bem sucedido de governança interna não pode lidar com os problemas externos.Em todas aquelas ótimas florestas protegidas, aquele limite bem claro onde o desmatamento começa, você tem ilhas protegidas que estão recebendo de fora poluição de pesticida, rios sedimentados, mercúrio, fumaça, fogo que escapa e entra nessas áreas, além do crime organizado e da economia ilegal, que saiu do controle na região nos últimos anos.Então, para pensar o desenvolvimento regional, temos que pensar no desenvolvimento para conectividade, onde a saúde ambiental da região está dependendo muito mais de atores dentro de uma reserva do que uma ponte social, que se cria entre diferentes atores para que se mantenha a conectividade da paisagem e dos rios, e se controle a distribuição dos impactos da região.Teria que pensar um desenvolvimento que encara essa realidade e tenta criar um contrato comum, que hoje nós não temos. Você tem a polarização de populações indígenas tradicionais, do agro e outras populações, e do outro lado, toda a questão urbana.Que tipo de cidades precisamos visar na Amazônia para preservá-la? A região, do ponto de vista urbano, hoje é completamente diferente do que era há 20 ou 30 anos. Não só você tem uma grande expansão de novas áreas urbanas a partir da Constituição de 1988, mas teve uma transformação na maneira de articulação dessas áreas.Nós fizemos uma análise publicada há muitos anos sobre a articulação urbana da região nos anos 2000, na qual a gente mostra que era uma urbanização desarticulada: você tinha centros urbanos regionais que tinham suas áreas satélites e formam uma rede urbana de um centro maior até as vilas rurais. Hoje em dia, já tem uma articulação em boa parte da bacia entre esses grupos de centros urbanos. Criou-se uma conexão por estradas e outros mecanismos, e essa rede continua se expandindo. Ela está articulando toda a ocupação regional e a distribuição dos impactos na região. Então, temos que pensar de uma maneira conjunta entre as áreas mais protegidas, diferentes tipos de áreas com diferentes grupos indígenas.Essas áreas agrárias e as áreas urbanas estão conectadas. O impacto que sai de uma está indo para outra. E dentro de todos esses imaginários que a gente está falando da Amazônia, um que não cabe em lugar nenhum é o urbano. Ele acaba sendo o mais invisível e é onde os maiores problemas, de certa maneira, estão.Você já trabalhou a questão da possibilidade de exploração de petróleo na Foz do Amazonas? Como as comunidades locais e urbanas percebem esse projeto? Com medo ou entusiasmo? É visto como uma ameaça ou uma oportunidade?Eu nunca trabalhei diretamente com a questão de óleo na região. Acompanhei por um tempo que eu tive alunos trabalhando no Equador, inclusive em comunidade indígena. Lá tem uma história muito impactante do óleo. Eu acho que a gente precisa lembrar dessas histórias de outras regiões que foram impactadas pelo mesmo processo que está acontecendo agora, para a gente pensar nas implicações de óleo para Amazônia.A reação das pessoas que eu tenho acesso é aquela que a gente encontra em muitas situações parecidas, onde se cria uma polarização entre, por exemplo, meio ambiente e emprego, ou as necessidades básicas de um município. É uma maneira de levar essas questões que acaba criando divisões e simplificações do problema. Eu acho que isso tem acontecido bastante na região. É uma tática muito antiga de avançar esse tipo de agenda, na qual se colocam dicotomias que na verdade são simplificações de um problema maior, pela carência da região e pela insolvência dos municípios.Tem muitas dúvidas também. As pessoas estão vendo projetos de milagres e desenvolvimento há 50 anos. As pessoas não são tão inocentes de que essas grandes ideias farão um milagre, resolvam problemas que são estruturais na região. Então, é um momento difícil. Eu me sinto bastante preocupado com esse tipo de investimento, porque é uma energia enorme para investir em mais emissões, para investir em exploração de óleo, quando a gente tem a oportunidade de pensar em alternativas e outros caminhos e realmente enfrentar a mudança climática com o corte de emissões. Sobretudo para alguém como você, que conhece tão bem os outros potenciais invisíveis da Amazônia, como você mencionava. Exatamente, toda a economia que tem e que pode ser alavancada para gerar uma grande economia, que não é gerada. Hoje, as riquezas bilionárias das regiões passam por cima dos municípios. Não se consegue captar imposto, não se consegue processar e agregar valor nos lugares onde elas são produzidas.Agora, o que me preocupa são os riscos potenciais associados a vazamento e outros problemas, que a gente vê tão frequentemente em tanto lugares. Nesse tipo de contexto, como é aquela região do Delta do Amazonas e aquela plataforma costeira, é uma região muito particular por causa da pluma do rio e do alcance que ela tem. Ela pega todo o Salgado, da costa paraense para costa maranhense, pega toda a região costeira do Amapá e sobe para as Guianas. Ela é uma pluma de uma influência gigantesca no contexto regional continental.Nessa pluma você também tem um sistema de maré dos mais fortes que existem. A vida nessa região é regrada por maré. É uma vida onde, duas vezes por dia, a maré entra e sobe dois metros, senão três metros. A maré entra na região tanto pelo Canal Norte como pelo Canal Sul, embaixo do Marajó, o Tocantins e outros rios, e adentra até atrás do Marajó.É um esquema de pulsação que eu fico imaginando que a escala de um desastre de derramamento de óleo, de explosão da exploração, como aconteceu no Golfo do México, pode ter uma distribuição gigantesca por causa desse fluxo de maré. Ela vai impactar não só grandes regiões de manguezais na costa do Amapá e na costa do Salgado, que são viveiros da ecologia pesqueira da região, como vai se penetrar ali por todas as cidades, igarapés e rios, onde as pessoas dependem da água para tudo e onde toda a economia funciona em torno da água.Eu tenho a preocupação em particular pelo tipo de risco, que é muito diferente dos tipos de risco que se tem em outras plataformas costeiras isoladas, por exemplo. Eu acho que ali na região você tem esse risco acentuado.Você, como antropólogo, tem acompanhado o aumento dessas pressões humanas sobre a Amazônia e os seus recursos nas últimas décadas. Em paralelo, as pesquisas climáticas sobre o ponto de não retorno da floresta alertam sobre o grande risco que ela já corre. Que futuro você visualiza para a Amazônia? Consegue olhar para frente com otimismo?Eu tento ter pelo menos o que eu chamo de otimismo crítico. Eu tenho um olhar otimista na floresta porque eu trabalho no chão, com comunidades, com associações, com cooperativas e com organizações que estão lá lutando e fazendo a diferença, e conseguindo resultados no dia a dia. Eu nem me sinto numa posição de não ter esperança.Quando pessoas que estão enfrentando situações muito difíceis, muito mais carentes, estão lá buscando soluções e buscando caminhos para a região, eu me sinto privilegiado de poder ver, acompanhar e participar. E isso me dá essa energia, me dá um encorajamento de que, sim, nós temos soluções para Amazônia.As soluções já estão lá. Em muitos casos, a gente precisa abrir a copa da floresta, ver essas soluções e dar força para que elas ganhem mais escala, que saiam daqueles, em muitos casos, nichos isolados, numa paisagem cercada de tudo que é contrário, para ser parte dominante dessas paisagens.Sobre o ponto biofísico de inflexão, é uma realidade que está se aproximando muito rapidamente da região, que vem dessa coevolução de forças ocupando a paisagem e que hoje estão tendo fricções umas com as outras. Acontece que esse processo de ocupação foi não só criando áreas abertas imensas, quebrando a chamada bomba d'água da floresta e do clima da Amazônia. Isso volta ao ponto que eu estava falando, da importância de a gente pensar numa Amazônia pela conectividade. É restaurando áreas, e eu acho que a gente tem que privilegiar a conectividade dos rios e a saúde deles, que conectam esses vários sistemas de uso e governança da terra, buscando restaurar a fragmentação da floresta também.Tem oportunidades de se buscar uma restauração mais produtiva. A improdutividade da maioria dos pastos da região é o dominante na região. Boa parte dos 60% de áreas desmatadas que estão em pasto são extremamente improdutivas. A gente recentemente fez uma análise desses pastos, onde a produtividade por hectare chega a ser uma cabeça por hectare, às vezes menos. As melhores estão em 1,4 ou 1,5 por hectare. São terras extremamente improdutivas que têm valor como terra, e que também podem ser sujeitos a transições que a levem a ser mais produtivas.Também precisa que se regenere áreas, que se cumpra a lei de áreas de preservação permanente. Tem muitos caminhos que podem reconciliar esses esforços, mas eu acho que antes de tudo, a gente precisa garantir os avanços que foram feitos: garantir a integridade das áreas indígenas, das reservas extrativistas, das áreas protegidas, das áreas de usos sustentáveis, que hoje estão extremamente ameaçadas.
O quanto sua empresa está olhando para a sustentabilidade nas operações? Neste Enzimas, Bárbara Villar, executiva de Design, levanta uma importante discussão sobre a demanda por experiências mais sustentáveis e ainda mostra como o design pode ser a chave para transformar as cadeias produtivas tradicionais. Além disso, ela compartilha frameworks práticos para integrar responsabilidade socioambiental, desde a concepção dos produtos até sua operação e comercialização. Ficou curioso? Então, dê o play! Quer conversar com Os Agilistas? É só mandar sua dúvida/sugestão na nossa página do Linkedin ou pelo e-mail osagilistas@dtidigital.com.br que nós responderemos em um de nossos conteúdos! Nos acompanhe pelas redes sociais e assine a nossa newsletter que chega todo mês com os assuntos quentes do mundo dos negócios através do site.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Isaías 55:10-11 • Jean Daniel Mathez • 8 de Dezembro, 2024
A pintura "A Noite Estrelada" de Vincent Van Gogh revela conceitos físicos que só podem ser observados com equipamentos modernos de mapeamento. Neste episódio, vamos mergulhar na ciência dos fluxos turbulentos capturada por ele há quase 200 anos. Referências: CNN Science: Turbulent skies of Vincent Van Gogh's ‘The Starry Night' align with a scientific theory, study finds Revista Smithsonian: The Starry Night' Accurately Depicts a Scientific Theory That Wasn't Described Until Years After van Gogh's Death Physics of Fluids: Hidden turbulence in van Gogh's The Starry Night featured VEM PRO ESPAÇO! Praça da Liberdade, 700 Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350 Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383 NOSSOS LINKS: Blog do Espaço Calendário Astronômico Instagram Twitter Facebook
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão
Sessão de Enroscos, por Paula Quintão
Davy Wittock leads the Flux Business Development team. Flux is a decentralized Web3 cloud infrastructure comprised of user-operated, scalable and globally distributed computational nodes. Why you should listen Flux is a decentralized cloud infrastructure designed to provide scalable and reliable services for blockchain applications and other web services. Built to address the growing need for decentralized computing resources, Flux offers a robust platform that enables developers to deploy, manage, and scale applications across a network of nodes. This infrastructure is powered by the FluxOS, an operating system that manages node operations and resource allocation efficiently. By utilizing FluxOS, developers can deploy Dockerized applications, which are easily scalable and highly resilient to failures. One of the key features of Flux is its incentivized node operation model. Node operators are rewarded with FLUX tokens, the native cryptocurrency of the platform, for contributing computational resources to the network. This incentivization ensures a robust and reliable network of nodes, promoting decentralization and reducing the risk of single points of failure. Flux also supports interoperability with other blockchains, making it a versatile choice for developers. The platform's flexible architecture and comprehensive toolset empower developers to create innovative applications without being constrained by traditional cloud infrastructure limitations. Supporting links Stabull Finance Flux Andy on Twitter Brave New Coin on Twitter Brave New Coin If you enjoyed the show please subscribe to the Crypto Conversation and give us a 5-star rating and a positive review in whatever podcast app you are using.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Autor do podcast: Vitor Vieira Ferreira, membro bolsista do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Podcast sobre o artigo “Democracia em vertigem: reflexões sobre os fluxos de atenção e ações coletivas para mudança social na internet”, publicado na Liinc em Revista em 2022. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral. Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral. Conheça o nosso grupo de pesquisa! Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2 Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featured Página no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura Instagram: @epcc.brasil Email: coloquio.epcc@gmail.com
Esta nova versão traz inovações significativas que ampliam suas funcionalidades e melhoram a experiência do usuário. Entre as novidades, destaca-se o CoPilot PRO, um assistente de IA com 30 funções predefinidas que pode atuar em diversas áreas, agora disponível no aplicativo móvel. Os novos Canais permitem separar informações por assunto, integrados aos fluxos de trabalho, diferindo dos chats convencionais. A ferramenta Bitrix24 Sync introduz capacidades avançadas de videochamadas, incluindo compartilhamento de telas e gravação sem limite de tempo. A nova funcionalidade Fluxos facilita a definição e distribuição de tarefas dentro da equipe, enquanto o Check-in no trabalho, exclusivo do aplicativo móvel, promove a integração da equipe remotamente. No CRM, foram adicionadas Atividades universais e integração oficial com o WhatsApp para melhor comunicação com clientes. A Assinatura eletrônica para RH simplifica a assinatura de documentos dentro da plataforma. O Criador de BI oferece novos relatórios padrão e configurações de permissões de acesso detalhadas. Além disso, a Automação agora permite a execução de tarefas em vários fluxos de trabalho simultaneamente no aplicativo móvel. Em resumo, o Bitrix24 Supernova aprimora significativamente a experiência do usuário com novas funcionalidades e maior eficiência na gestão empresarial. Saiba mais em: https://helpdesk.bitrix24.com.br/open/21490396/
Neste episódio, exploramos o tema da complexidade na gestão de produtos, inspirados pelas ideias do novo livro de David Pereira. Discutimos os desafios práticos enfrentados por gestores de produtos, desde a escolha de frameworks até o impacto da complexidade nos resultados empresariais. David, com sua vasta experiência internacional, oferece insights valiosos sobre como simplificar processos e focar em estratégias que realmente entregam valor ao cliente e ao negócio. Se você busca maneiras de melhorar a gestão de produtos em sua empresa, este episódio é imperdível. /// Nesse episódio abordamos: • A complexidade é um desafio crescente nas empresas modernas. • Estratégias para simplificar a gestão de produtos são essenciais. • A importância de focar no que realmente agrega valor ao negócio e ao cliente. • O excesso de frameworks pode complicar mais do que ajudar. • A conexão entre teoria e prática no uso de metodologias ágeis. • O papel crucial da comunicação e colaboração em equipe. /// Onde encontrar os convidados:David Pereira | CEO @ omoqo GmbH // Livro indicado: https://amzn.to/4bYRTMB /// Capítulos 00:39 Discussão sobre a complexidade nas empresas 01:57 A escolha de frameworks e ferramentas 03:08 Problemas com a abundância de frameworks 05:56 A complexidade na gestão de produtos 07:37 Principais desafios para gerentes de produtos 08:03 Fluxos de trabalho coordenativos vs. colaborativos 09:22 Integrando Discovery e Delivery 10:05 Práticas de gestão de fluxos de trabalho 11:22 Diferença entre coordenativo e colaborativo 12:13 Estratégias para a colaboração efetiva 14:11 Discussão sobre metodologias ágeis e sua eficácia 15:28 Explorando a resistência à mudança e a insegurança 16:22 As falhas no ensino de metodologias ágeis 17:16 A perda da essência ágil através de certificações 18:42 Crítica à indústria de certificações 19:10 Foco excessivo em ferramentas 20:04 Estratégias para lidar com mentalidades projetuais 21:50 Discussão sobre liderança e confiança na gestão de produtos 22:22 A importância do Product Manager durante a pandemia 24:26 Novos caminhos e liderança para gerentes de produtos 25:02 Como a pandemia moldou a liderança em produtos 25:53 O papel da liderança segundo Simon Sinek 26:12 Discussão sobre a função prática dos Product Managers 26:34 Iniciativas de liderança e discussões estratégicas 27:04 Integração entre gestão de projetos e produtos 28:06 Exploração de armadilhas comuns na gestão de produtos 28:32 Discussão sobre opiniões versus evidências em roadmaps 29:19 Análise de uma sugestão de venda guiada e sua validação 30:06 Reflexão sobre a relevância do público-alvo 31:23 Estratégias para limpeza e organização de backlogs 35:01 Balanceamento entre descoberta e entrega eficiente 36:06 Estratégias para um Discovery eficaz e rápido 37:07 A importância de validar ideias rapidamente 39:34 Aumento do compromisso e validação de interesse de mercado 40:20 Teste da viabilidade de mercado de uma ideia 41:09 Integração entre Discovery e delivery 42:28 Simplificação do processo de Discovery 43:28 A prática de Discovery na Europa e suas peculiaridades 44:22 Diferenças culturais na abordagem ao Discovery 45:38 Análise e ajustes de funcionalidades com base no feedback do cliente 46:19 Discussão sobre a importância da colaboração entre equipes 47:16 Aproveitando os insights da área de atendimento ao cliente 48:33 Melhoria na experiência do cliente e eficiência operacional 49:48 Descobertas rápidas para aprimoramento do produto 50:33 Discussão sobre o papel do Customer Service na melhoria do produto 52:19 Estratégias para descomplicar relações e processos 53:54 Compartilhamento de responsabilidades e objetivos 56:53 Encerramento /// Oferecimento Tera — Um novo futuro para sua carreira.Acesse: https://somostera.com/#cursos use o cupom de desconto PRODUCT_GURUS para desconto exclusivo. Amplitude — A maior plataforma de Product Analytics do mundoEbook sobre Product Analytics: https://bit.ly/47MCSuP
Na última sexta-feira (19), o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, realizou uma reunião para alinhar os atendimentos de saúde mental aos cidadãos de Sena Madureira.
DIA 14 DE ABRIL ÀS 16 HORAS VENHA ASSISTIR O SPACE TODAY AO VIVO NO TEATRO GAZETA NA AVENIDA PAULISTA EM SÃO PAULO COM A APRESENTAÇÃO - SERÁ QUE ESTAMOS SOZINHOS? INGRESSOS DISPONÍVEIS NO LINK ABAIXO: https://bileto.sympla.com.br/event/91890/d/244709/s/1668211 ESTÃO ABERTAS AS MATRÍCULAS PARA A PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO SPACE TODAY, ATÉ DIA 9 DE ABRIL PREÇO ESPECIAL, MATRICULE-SE AGORA: https://academyspace.com.br/ LINK PARA SE TORNAR PREMIUM NO SPACE TODAY PLUS: https://spacetodayplus.com.br/premium/ Em um anúncio inovador na 55ª Conferência de Ciência Lunar e Planetária realizada em The Woodlands, Texas, os cientistas revelaram a descoberta de um vulcão gigante e uma possível camada de gelo glacial enterrado na parte oriental de Marte 'Província vulcânica de Tharsis, perto do equador do planeta. Observado repetidamente por naves espaciais em órbita de Marte desde a Mariner 9 em 1971 - mas profundamente erodido e irreconhecível, o vulcão gigante esteve escondido à vista de todos durante décadas numa das regiões mais emblemáticas de Marte, na fronteira entre o labirinto fortemente fracturado. Noctis Labyrinthus (Labirinto da Noite) e os desfiladeiros monumentais de Valles Marineris. Provisoriamente designado “vulcão Noctis” enquanto se aguarda um nome oficial, a estrutura está centrada em 7° 35' S, 93° 55' W. Atinge +9.022 metros (29.600 pés) de altitude e se estende por 450 quilômetros (280 milhas) de largura. O tamanho gigantesco do vulcão e a complexa história de modificações indicam que ele está ativo há muito tempo. Na sua parte sudeste encontra-se um depósito vulcânico fino e recente, sob o qual o gelo glaciar provavelmente ainda está presente. Esta combinação de um vulcão gigante e uma possível descoberta de gelo glaciar é significativa, pois aponta para um novo local excitante para estudar a evolução geológica de Marte ao longo do tempo, procurar vida e explorar com robôs e humanos no futuro. “Estávamos examinando a geologia de uma área onde encontramos restos de uma geleira no ano passado, quando percebemos que estávamos dentro de um vulcão enorme e profundamente erodido”, disse o Dr. Pascal Lee, cientista planetário do Instituto SETI e do Instituto Mars. baseado no Ames Research Center da NASA e principal autor do estudo . Várias pistas, juntas, revelam a natureza vulcânica da confusão de planaltos e desfiladeiros em camadas nesta parte oriental de Noctis Labyrinthus. A área central do cume é marcada por várias mesas elevadas formando um arco, atingindo uma altura regional e descendo em declive longe da área do cume. As suaves encostas exteriores estendem-se até 225 quilómetros (140 milhas) de distância em diferentes direcções. Um remanescente de caldeira – os restos de uma cratera vulcânica desmoronada que já abrigou um lago de lava – pode ser visto perto do centro da estrutura. Fluxos de lava, depósitos piroclásticos (feitos de materiais particulados vulcânicos como cinzas, cinzas, pedra-pomes e tefra) e depósitos minerais hidratados ocorrem em diversas áreas dentro do perímetro da estrutura. FONTE: https://www.seti.org/press-release/giant-volcano-discovered-mars #MARS #VOLCANO #LIFE
Hoje vamos falar sobre menstruação! Vou falar da relação de ferro baixo e sangramentos intensos, medidas e suplementos para acalmar sintomas de TPM, de dores menstruais e de como diminuir a intensidade do fluxo para aquelas que parecem estar se esvaindo em sangue mensalmente.Também vou falar da conexão de laticínios e sintomas menstruais, da influência de histamina e heparina no seu fluxo menstrual e o que fazer se você tem enxaquecas intensas durante o período e como identificar que suplementos tomar. Para saber mais, acesse https://isabelafortes.com.br/ e me siga no Instagram https://www.instagram.com/fortes_isabela/ Produção: Wepod
Veio aí, o primeiro TallerCast de 2024!
Fluxos migratórios irregulares em direção à Europa continuam a aumentar. 2024 será um ano de desafios para África, mas também de crescimento económico. Novo episódio da radionovela do Learning by Ear - Aprender de Ouvido.
Como entender um serviço de uma forma completa e não apenas como uma tecnologia que vai dar conta de todos os fluxos? Neste Enzimas, Diulia Almada, nossa host e Head de Design na dti digital, traz essa reflexão sobre a importância de olhar além da tecnologia quando vamos resolver um problema. Ficou curioso? Então, dá o play! Quer conversar com Os Agilistas? É só mandar sua dúvida/sugestão para @osagilistas no Instagram ou pelo e-mail osagilistas@dtidigital.com.br que nós responderemos em um de nossos conteúdos! Nos acompanhe pelas redes sociais e assine a nossa newsletter que chega todo mês com os assuntos quentes do agilismo através do site. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Autora do podcast: Cintia Augustinha dos Santos Freire, bolsista do Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na Área da Cultura (PIPC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Podcast sobre o artigo “Novos fluxos do audiovisual e as audiências na América Latina - Entrevista com Prof. Joseph Straubhaar, do pesquisador Adilson Vaz Cabral Filho. Coordenação do canal: Dra. Eula DTCabral Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula DTCabral Conheça nosso grupo de pesquisa Site: https://pesquisaicfcrb.wixsite.com/epcc Canal no Youtube - EPCC Brasil: https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx- hiw/featured Página no Facebook - EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura. Página no Instagram - EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura.
"Imigrantes enfrentam terrível falta de humanidade” essa fala recente do papa em um evento ganhou nossa atenção. É triste reconhecer certos acontecimentos desumanos que pairam em nossa civilização ainda nesse século, onde esperávamos ter "evoluído"nesse aspecto, não?! Como nossas reflexões não costumam ser guardadas só para a gente, trouxemos alguns pontos delas, acrescidas de nosso conhecimento em intercultura, para dividir com vocês. Como a competência intercultural pode contribuir nos fluxos migratórios atuais? Partilhem com a gente seus pensamentos sobre isso.
edição de 4 julho 2023
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Autora do podcast: Cintia Augustinha dos Santos Freire, bolsista do Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na Área da Cultura (PIPC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Podcast sobre o artigo “Além do imperialismo da mídia: Os desafios de teorizar fluxos globais de TV" do pesquisador Joseph Straubhaare publicado em 2022, pela MATRIZES. Coordenação do canal: Dra. Eula DTCabral Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula DTCabral Conheça nosso grupo de pesquisa Site: https://pesquisaicfcrb.wixsite.com/epcc Canal no Youtube - EPCC Brasil: https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx- hiw/featured Página no Facebook - EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura. Página no Instagram - EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura.
Os grandes fluxos migratórios regionais: Ásia, América do Norte e Europa --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/pedro-mendes-ju00fanior/message
O novo episódio do podcast Rádio Decidendi já está no ar e traz uma palestra do Secretário Executivo da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, Fabiano Tesolin, sobre as características da relevância no âmbito do STJ e os possíveis fluxos procedimentais internos e processuais. Fabiano Tesolin ressaltou que não é possível negar a importância do sistema da repercussão geral para o STF – que já acumula 15 anos na gestão dessa sistemática –, mas ponderou que o STJ tem especificidades que precisam ser consideradas na regulamentação da relevância. Segundo Tesolin, do ponto de vista teórico, é possível a aplicação da relevância pelo STJ também na esfera penal, mas apenas em recursos especiais, e não em processos como habeas corpus. A explanação foi feita durante o seminário Relevância das Questões de Direito Federal Infraconstitucional, evento que foi promovido pelo Superior Tribunal de Justiça, para aprofundar o estudo teórico e prático sobre a relevância da questão federal após a promulgação da Emenda Constitucional 125/2022. Podcast O Rádio Decidendi é produzido pela Coordenadoria de TV e Rádio do STJ, em parceria com o Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e Ações Coletivas (Nugepnac) do Tribunal. Com periodicidade quinzenal, o podcast traz entrevistas sobre temas definidos à luz dos recursos repetitivos. O podcast já está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio. Você ainda pode conferi-lo na programação da Rádio Justiça (104,7 FM- Brasília/DF) às sextas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 10h30. O novo episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio, como Spotify e SoundCloud.
O novo episódio do podcast Rádio Decidendi já está no ar e traz uma palestra do assessor-chefe do Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e de Ações Coletivas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marcelo Marchiori, sobre as características da relevância no âmbito do STJ e os possíveis fluxos procedimentais internos e processuais. Marcelo Marchiori considera que a arguição de relevância não deverá ser apenas um filtro, mas uma técnica de julgamento, com a formação de precedentes vinculantes e a criação de temas jurídicos específicos. Ele destacou que a ideia é criar teses que afirmem a relevância da questão federal, e também uma espécie de "jurisprudência negativa", nos casos em que o STJ explicitamente não reconhecer a relevância. De acordo com o assessor-chefe, essa tese de não admissão da relevância da questão federal será importante também para a segunda instância, pois, quando a presidência do tribunal local negar seguimento a recurso em razão do pronunciamento do STJ no regime da relevância (seja positivo ou negativo), não caberia mais agravo em recurso especial, mas apenas o agravo interno à própria corte de segundo grau. Marchiori ainda ressaltou que há uma grande tendência de que as questões de relevância sejam levadas para as seções especializadas do STJ e para a Corte Especial, o que deve gerar uma reorganização do trabalho dos colegiados, em especial das turmas. A explanação foi feita durante o seminário Relevância das Questões de Direito Federal Infraconstitucional, evento que foi promovido pelo Superior Tribunal de Justiça, para aprofundar o estudo teórico e prático sobre a relevância da questão federal após a promulgação da Emenda Constitucional 125/2022. Podcast O Rádio Decidendi é produzido pela Coordenadoria de TV e Rádio do STJ, em parceria com o Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e Ações Coletivas (Nugepnac) do Tribunal. Com periodicidade quinzenal, o podcast traz entrevistas sobre temas definidos à luz dos recursos repetitivos. O podcast já está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio. Você ainda pode conferi-lo na programação da Rádio Justiça (104,7 FM- Brasília/DF) às sextas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 10h30. O novo episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio, como Spotify e SoundCloud.
Neste episódio o Ricardo trás nos um dos métodos mais usados para descobrir o justo valor de um instrumento financeiro, neste casa uma ação da Adidas, o modelo de Fluxos de Caixa Descontados! Este é um dos métodos que podes usar para, durante a tua pesquisa, tentar perceber se o ativo porque te interessas esta com uma avaliação interessante. Nunca é demais lembrar que este é apenas um exercício e embora exprimamos a nossa opinião, não estamos de qualquer forma a incentivar que comprem a ação sem fazerem a vossa própria pesquisa! Podes seguir-nos na Etoro procurando pelo nick MercadoMoraLado ou no link abaixo para ver em direto a performance da carteira: https://www.etoro.com/people/mercadomoralado Se estás à procura da tua próxima ideia de investimento ou pura e simplesmente te queres manter atualizado sobre a bolsa de valores e os mercados financeiros, nós somos o programa certo para ti! Se gostas deste conteúdo, por favor, deixa um like e subscreve o canal para não perder os novos vídeos semanais! Importante recordar que tudo o que é dito neste podcast são opções pessoais, os instrumentos financeiros são de elevado risco e o risco deve ser gerido pelo utilizador, assim, as nossas recomendações não devem ser tidas como único fundamento de investimento e recomendamos aos nossos ouvintes que façam a própria análise e se entenderem partilhar a sua opinião nos comentários! Que o Mercado esteja convosco!
Análise do cenário do dia com o economista Pedro Renault.
Cloud computing is dominated by big tech giants such as Amazon, Google, Microsoft, and IBM and is considered to be an investment-intensive sector. However, a Web3 project is disrupting the industry with the next generation of scalable decentralized cloud infrastructure. Flux offers a scalable decentralized cloud infrastructure that allows you to develop, manage, and spawn your applications on multiple servers at once. Flux provides the critical, high-availability infrastructure for Web3 projects. Its ecosystem consists of Fluxnodes' decentralized infrastructure, the FluxOS cloud operating system, a Zelcore self-custody multi-asset wallet, a blockchain app suite, and the Flux blockchain for on-chain governance, economics, and parallel assets to provide interoperability with other blockchains and DeFi access. Join Flux's Co-founder & CSO Daniel Keller in a fireside chat hosted by Cardstack's Founding Director Chris Tse on July 13, 2022 at 9:00 am EDT. In this interactive session, they will discuss how Flux is disrupting a market dominated by big tech. Agenda The fireside chat will focus on these central points: What is decentralized cloud computing and why does it matter? The vision behind Flux Other tools of the Flux ecosystem such as Fluxnode, FluxOS, the wallet, and the blockchain suite Challenges in building a decentralized cloud computing network Flux's vision for the Web3 ecosystem What's next for Flux
A ameaça foi agravada com taxas altas de inflação e as consequências da guerra na Ucrânia. Uma parceria da Agência Radioweb e da Rádio ONU News.
Você sempre quis entender os conceitos básicos da hemodiálise? Como é feito o banho de diálise e como ocorre a passagem de escórias e eletrólitos? Quanto de água que se usa numa sessão? Como é a escolha pelo sítio de punção do cateter de diálise? Vem com Dr Lucas Luz nesse episódio para não ter mais dúvidas sobre o básico da hemodiálise 00:00 - 0:55 Introdução 0:56 - 2:24 Conceito de difusão 2:25 - 3:55 Fluxos de sangue e de banho 3:56 - 9:54 Acesso vascular 9:55 - 12:00 Ultrafiltração 12:01 - 13:50 Anticoagulação 13:51 - 16:25 Banho de diálise 16:26 - 17:52 Conclusão
Você sabia que é possível reduzir o tempo de conversão de um cliente e aumentar a quantidade de novos clientes, usando os Fluxos de Automação do Mailtop? E que você pode ainda criar um relacionamento com seus clientes fazendo com que ele compre novamente de você e até mesmo indique sua empresa para outras pessoas?
Se o estoque da sua operação é o seu cofre, gerenciar as entradas e saídas de produto é fundamental. Para falar sobre Fluxos e Processos de Estoque, Antônio Filho, sócio e fundador da Nero Gelato. Esse episódio é um oferecimento de K-otrine da Bayer. Para mais informações, acesse o link abaixo: https://bit.ly/3uOq2w2
Gestão dos Fluxos Logísticos – Rastreabilidade e visibilidade nas operações de Supply chain com a Flowls - O Gabriel é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina e MBA pela Fundação Getúlio Vargas. Foi consultor na KJET, Engenheiro Mecânico na Locguel e também Nielsen Engenharia, e atualmente é CEO na Quattro engenharia 4.0 e na Flowls.A Anna é formada em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina e MBA pela Fundação Getúlio Vargas. Trabalhou como Gerente de Logística e Diretora de Operações na Address S.A, é membro do Movimento Transformação Logística e também do Lide Futuro e atualmente é COO da Quattro Engenharia 4.0 e da Flowls.Se você estiver ouvindo esse episódio pelo Spotify não esqueça de clicar no botão “seguir”, se você estiver ouvindo pelo Apple Podcasts deixe 5 estrelas e comentário que eu leio todos. Me adiciona também no