loose term for painters and artistic movements based in Paris during the early 20th century
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90 minutes sur le terrain, des milliards en jeu : la Coupe du monde débute en Amérique. Derrière la passion des supporters, le football est devenu une industrie mondiale portée par les droits TV, le sponsoring, les transferts records et des enjeux économiques colossaux.Avec les auteurs du livre Foot Business - Les trente glorieuses, éditions Odile Jacob :- Luc Arrondel, économiste, directeur de recherche au CNRS et chercheur à Paris School of Economics- Richard Duhautois, économiste, chercheur au CNAMRetrouvez tous nos contenus, articles et épisodes sur rcf.frSi vous avez apprécié cet épisode, participez à sa production en soutenant RCF.Vous pouvez également laisser un commentaire ou une note afin de nous aider à le faire rayonner sur la plateforme.Retrouvez d'autres contenus d'économie et société ci-dessous :Silence, on crie : https://audmns.com/jqOozgUOù va la vie ? La bioéthique en podcast : https://audmns.com/UuYCdISContre courant : https://audmns.com/swImDAMAu bonheur des herbes : https://audmns.com/XPVizmQSacré patrimoine : https://audmns.com/TNJhOETEnfin, n'hésitez pas à vous abonner pour ne manquer aucun nouvel épisode.À bientôt à l'écoute de RCF sur les ondes ou sur rcf.fr !Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Elon Musk is on the verge of becoming a trillionaire. Right now Musk's wealth is currently around $825 billion US — more than double what it was a year earlier. Only 22 countries currently boast economies larger than Musk's net worth, but he's catching up. In the third episode of our series The Billionaire Age we investigate how Musk and his fellow billionaires are trying to take over the world. And if they succeed, what will this mean for the rest of us?Listen to more episodes in this series:Listen to Part One: How did we get here?Listen to Part Two: Disney heiress on the dangers of extreme wealthGuests in this episode:Ingrid Robeyns is a philosopher and economist. She is the chair in Ethics of Intuitions at Utrecht University, and the author of Limitarianism: The Case Against Extreme Wealth.Lucas Chancel is an economist and the co-director of The World Inequality Lab. He's also a professor at the Paris School of Economics.Gabriel Zucman is an economist and the co-director of The World Inequality Lab. He's also a professor at the Paris School of Economics and the University of California, Berkeley.Nitin Bharti is an economist and lecturer at the University of Western Australia. He is also the South and South-East Asia coordinator at the World Inequality Lab.Lars Osberg is an economics professor at Dalhousie University, in Halifax, Nova Scotia. His latest book is The Scandalous Rise of Inequality in Canada.Abigail Disney is an American film producer, philanthropist and social activist. She is a member of Patriotic Millionaires which advocates for higher taxes on the wealthy.Paul Krugman is an economist and the winner of the 2008 Nobel Memorial Prize in Economic Sciences.Tim Wu is a legal scholar and professor at Columbia Law School. He is also a contributing opinion writer at the New York Times. His latest book is The Age of Extraction: How Tech Platforms Conquered the Economy and Threaten Our Future Prosperity.Nick Hanauer is an entrepreneur and venture capitalist. He co-authored the book, Corporate Bullsh*t: Exposing The Lies and Half-Truths that Protect Profit, Power and Wealth in America, with Joan Walsh and Donald Cohen. He also hosts the podcast Pitchfork Economics.Guido Alfani is a professor of economic history at Bocconi University in Milan, Italy. His latest book is As Gods Among Men: A History of the Rich in the West.
O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.
C dans l'air du 2 juin 2026 - Trump - Netanyahou : les dessous d'un clashLe ton est de nouveau monté, lundi soir, entre Donald Trump et son allié Benjamin Netanyahou. Alors qu'il peine à trouver un accord avec l'Iran, et que Téhéran a fait de l'arrêt des combats au Liban une condition préalable à tout accord, le président américain s'est emporté contre son homologue israélien qui avait annoncé quelques heures plus tôt élargir ses opérations dans le sud du Liban, et dans la banlieue sud de Beyrouth. « T'es complètement cinglé », aurait lâché Donald Trump au téléphone, dans des propos rapportés par le média israélien Axios. Sur son réseau Truth social, le locataire de la Maison Blanche s'est ensuite montré rassurant, évoquant échange « très productif » et expliquant avoir convaincu son homologue israélien d'arrêter son offensive : « Il n'y aura pas de troupes à Beyrouth et toutes les troupes qui étaient en route pour Beyrouth ont déjà fait demi-tour ». Pour Trump, trouver un accord avec l'Iran est devenu une véritable obsession. Le président américain veut laisser sa marque dans l'Histoire, et il entend bien mettre les bouchées doubles cet été. En marge de l'ouverture de la Coupe du monde de football, le président prépare son 80e anniversaire le 14 juin et les 250 ans de l'Indépendance américaine qui doivent commencer le 25 juin. Mais la « grande fête patriotique » souhaitée par Donald Trump accumule les déboires, à commencer par les défections en cascade de musiciens qui affirment ne pas avoir été mis au courant de la teneur politique de l'événement. Reste aussi la construction de la nouvelle salle de bal de la Maison Blanche voulue par Donald Trump, mais qui fait polémique. Le président s'est bien gardé de demander l'autorisation au Congrès pour entamer les travaux de ce projet faramineux à 400 millions de dollars. Qui va le financer : le contribuable américain ou de riches mécènes ? Le milliardaire continue d'entretenir la confusion. En quoi l'offensive israélienne contre le Hezbollah au Liban contrecarre-t-elle les plans de Donald Trump avec l'Iran ? Pourquoi le déploiement de l'IA dans les opérations militaires américaines divise ? Et que disent les obsessions de grandeur de Donald Trump sur son rapport au pouvoir ? Nos experts :- Général Dominique TRINQUAND - Ancien chef de la mission militaire française auprès de l'ONU, auteur de « D'un monde à l'autre »- Frédéric ENCEL - Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Paris et Paris School of Business, auteur de « La guerre mondiale n'aura pas lieu » - Nicole BACHARAN - Historienne et politologue, spécialiste des Etats-Unis, auteur de « Requiem pour le monde libre » - Isabelle LASSERRE - Correspondante diplomatique - Le Figaro, spécialiste des questions de stratégie et de géopolitiquePRESENTATION : Caroline Roux - Aurélie Casse - REDIFFUSION : du lundi au vendredi vers 23h40.PRODUCTION DES PODCASTS: Jean-Christophe ThiéfineRÉALISATION : Nicolas Ferraro, Bruno Piney, Franck Broqua, Alexandre Langeard, Corentin Son, Benoît LemoinePRODUCTION : France Télévisions / Maximal ProductionsRetrouvez C DANS L'AIR sur internet & les réseaux :INTERNET : francetv.frFACEBOOK : https://www.facebook.com/Cdanslairf5TWITTER : https://twitter.com/cdanslairINSTAGRAM :https://www.instagram.com/cdanslair/
C dans l'air du 2 juin 2026 - Trump - Netanyahou : les dessous d'un clashNos experts :- Général Dominique TRINQUAND - Ancien chef de la mission militaire française auprès de l'ONU, auteur de « D'un monde à l'autre »- Frédéric ENCEL - Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Paris et Paris School of Business, auteur de « La guerre mondiale n'aura pas lieu » - Nicole BACHARAN - Historienne et politologue, spécialiste des Etats-Unis, auteur de « Requiem pour le monde libre » - Isabelle LASSERRE - Correspondante diplomatique - Le Figaro, spécialiste des questions de stratégie et de géopolitique
durée : 00:12:24 - Les Enjeux internationaux - par : Guillaume Erner - Le 12 juin prochain, SpaceX entrera en Bourse. OpenAI et Anthropic devraient bientôt lui emboîter le pas. Pourquoi ces mastodontes de la "tech" et de l'IA franchissent-ils le pas maintenant ? Quels sont les risques pour les marchés et pour les investisseurs particuliers ? - réalisation : Félicie Faugère, Mathilde Thon-Fourcade - invités : Éric Monnet Économiste, professeur à la Paris School of Economics (PSE) et directeur d'études à l'École des hautes études en sciences sociales (EHESS) Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
La Coupe du Monde débute dans trois semaines exactement. Parmi les polémiques dont la compétition fait l'objet, figure le prix des places. Celles-ci peuvent s'élever à plusieurs milliers d'euros. Une tendance à la hausse observée également dans les clubs professionnels, notamment en Angleterre considérée comme le pays de naissance du football. Cette évolution menace-t-elle la popularité du football ? Qui sont les supporters d'aujourd'hui ? Pour en débattre : - Luc Arrondel, directeur de recherche au CNRS, professeur à Paris School of Economics (PSE), co-auteur du livre Foot Business : les trente glorieuses, éditions Odile Jacob, sortie le 27 mai 2026 - François da Rocha Carneiro, historien du sport, auteur du livre Un peuple et son football, une histoire sociale, éditions du Détour - Killian Bertrand, globe-trotter des stades de football, auteur du livre Le chant des stades.
La Coupe du Monde débute dans trois semaines exactement. Parmi les polémiques dont la compétition fait l'objet, figure le prix des places. Celles-ci peuvent s'élever à plusieurs milliers d'euros. Une tendance à la hausse observée également dans les clubs professionnels, notamment en Angleterre considérée comme le pays de naissance du football. Cette évolution menace-t-elle la popularité du football ? Qui sont les supporters d'aujourd'hui ? Pour en débattre : - Luc Arrondel, directeur de recherche au CNRS, professeur à Paris School of Economics (PSE), co-auteur du livre Foot Business : les trente glorieuses, éditions Odile Jacob, sortie le 27 mai 2026 - François da Rocha Carneiro, historien du sport, auteur du livre Un peuple et son football, une histoire sociale, éditions du Détour - Killian Bertrand, globe-trotter des stades de football, auteur du livre Le chant des stades.
C dans l'air l'invité du 15 mai 2026 avec Frédéric Encel, docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Paris et Paris School of Business, auteur de La guerre mondiale n'aura pas lieu. Donald Trump a quitté la Chine aujourd'hui après un sommet de deux jours entre les deux plus grandes puissances mondiales. Au menu des discussions : accords commerciaux, guerre au Moyen-Orient, nucléaire iranien et bien sur l'épineuse question de Taïwan. Alors quel bilan tirer de cette rencontre ? Qui ressort gagnant de cette visite à Pékin ?Notre invité, docteur en géopolitique, analysera les enjeux et les conséquences de ce sommet tant attendu. Donald Trump assure que son homologue chinois lui a proposé son aide pour débloquer la situation dans le détroit d'Ormuz. Se dirige-t-on vers une sortie de crise au Moyen-Orient ? Que peut faire la Chine pour aider sur le dossier du nucléaire iranien ? Reste la question de Taïwan... Xi Jinping n'a pas manqué de mettre en garde le président américain : si la question était mal traitée les deux pays pourraient entrer en conflit.
C dans l'air du 1er mai 2026 - Flambée du pétrole : qui profite de la crise ? Les prix du pétrole ont de nouveau flambé jeudi après que la Maison-Blanche a évoqué un blocus prolongé du détroit d'Ormuz. La perspective d'un blocage de cet axe stratégique pendant « des mois » affole les marchés… mais profite à certains. Tandis que les prix à la pompe s'envolent, les traders et les compagnies pétrolières voient leurs bénéfices exploser.Selon Greenpeace, les groupes européens auraient engrangé plus de 80 millions d'euros de « surprofits » par jour depuis le début de la guerre en Iran. TotalEnergies illustre cette dynamique : le groupe a publié un bénéfice net trimestriel de 5,8 milliards de dollars, en hausse de 51 % sur un an. Son PDG, Patrick Pouyanné, revendique une « capacité à capter la hausse des prix ».Mais ces résultats suscitent la polémique et relancent le débat sur la taxation des superprofits. Le Premier ministre, Sébastien Lecornu, a appelé le pétrolier à « redistribuer d'une manière ou d'une autre » d'éventuels profits « exceptionnels ». Le groupe a rapidement et vivement répondu qu'il procédait déjà à une redistribution via le plafonnement des prix mis en place depuis février. Face à la pression, l'entreprise a confirmé jeudi son intention de « poursuivre » ce plafonnement des prix à la pompe « tant que la crise durera ». Un geste salué par l'exécutif, mais jugé trop flou par ses détracteurs. Le PS a déposé une proposition de loi visant à instaurer une surtaxe de 20 % sur les bénéfices exceptionnels des majors pétrolières, estimant qu'elle pourrait rapporter 2 milliards d'euros par an à l'État.La question dépasse la France. Cinq pays européens — Allemagne, Espagne, Autriche, Italie et Portugal — plaident pour que Bruxelles active une taxation des surprofits énergétiques afin de soutenir les consommateurs face à l'inflation. Paris, pour l'heure, n'a pas tranché.Pendant ce temps, aux États-Unis, les États pétroliers, comme le Texas, tirent clairement leur épingle du jeu : les exportations américaines atteignent des niveaux records. Une dynamique encouragée par Donald Trump, qui cherche à repositionner son pays comme fournisseur énergétique incontournable. Parallèlement, l'industrie américaine de défense signale un bond de ses commandes et des signatures de contrats au premier trimestre. Le secteur avait déjà connu en 2025 une forte croissance, sous l'effet des guerres en Ukraine et à Gaza, d'incursions russes dans des espaces aériens européens, de manœuvres militaires chinoises près de Taïwan ou encore de tensions en mer Rouge. Ce regain de tensions pousse les pays du monde entier à accroître leurs réserves d'armements et d'équipements militaires. L'Allemagne, premier soutien militaire et financier de l'Ukraine, a débloqué un fonds spécial de 100 milliards d'euros pour renforcer sa défense et, depuis le début de la guerre, son industrie de l'armement est en plein essor.Mais si certains secteurs tirent leur épingle du jeu, l'économie mondiale est sous pression et l'inflation grimpe. En France, elle s'élève à 2,2 % sur un an en avril, et certains aliments voient leurs prix s'envoler. C'est le cas du poisson. Entre la raréfaction de l'offre et l'envolée des prix du carburant liée au contexte géopolitique, mareyeurs et poissonniers tirent la sonnette d'alarme.Nos experts :- Philippe DESSERTINE - Economiste, directeur de l'Institut de Haute Finance et auteur de L'Horizon des possibles- Gaëlle MACKE - Directrice déléguée de la rédaction de Challenges- Stéphanie VILLERS - Économiste au cabinet de conseil PWC- Thomas PORCHER - Économiste, professeur d'économie à la Paris School of Business et auteur de Les débats de l'éco
C dans l'air du 1er mai 2026 - Flambée du pétrole : qui profite de la crise ? Nos experts :- Philippe DESSERTINE - Economiste, directeur de l'Institut de Haute Finance et auteur de L'Horizon des possibles- Gaëlle MACKE - Directrice déléguée de la rédaction de Challenges- Stéphanie VILLERS - Économiste au cabinet de conseil PWC- Thomas PORCHER - Économiste, professeur d'économie à la Paris School of Business et auteur de Les débats de l'éco
C dans l'air du 22 avril 2026 - Trump et l'arme nucléaire...anatomie d'une rumeurNos experts :- Général Dominique TRINQUAND - Ancien chef de la mission militaire française auprès de l'ONU, auteur de D'un monde à l'autre - Frédéric ENCEL- - Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Paris et Paris School of Business, auteur de La guerre mondiale n'aura pas lieu - Maya KHADRA - Enseignante et éditorialiste internationale - La revue politique et parlementaire- Romuald SCIORA - Directeur de l'Observatoire politique et géostratégique des États-Unis -IRIS- Paul GOGO ( en duplex) - Journaliste indépendant –Ancien correspondant à Moscou
C dans l'air du 22 avril 2026 - Trump et l'arme nucléaire...anatomie d'une rumeurC'est un nouveau revirement du président américain, lui qui avait encore jugé en début de semaine « hautement improbable » une prolongation du cessez-le-feu. Finalement, Donald Trump a décidé unilatéralement mardi de prolonger jusqu'à nouvel ordre la trêve en cours avec l'Iran, affirmant sur son réseau social attendre que les différents courants du régime iranien, sécuritaires et politiques, parviennent à une « proposition unifiée ».Mais pour l'heure, les pourparlers entre Téhéran et Washington semblent au point mort. Le vice-président américain JD Vance, qui devait de nouveau partir pour le Pakistan pour un deuxième round de négociations, est resté aux États-Unis. L'Iran, en l'état, refuse d'envoyer une délégation à Islamabad pour y participer, exigeant la fin du blocus américain de ses ports.Parallèlement, sur Internet, depuis quelques heures, des internautes multiplient les moqueries contre le président américain sur les réseaux sociaux en Chine, après que ce dernier a laissé entendre que la Chine avait permis à l'Iran de reconstituer son stock d'armement. Les réseaux sociaux sont pourtant très contrôlés par les autorités chinoises. Toutefois, le clip généré par IA humiliant Donald Trump et les nombreux posts se moquant de lui n'ont pas été censurés.Aux États-Unis, la communication erratique du président américain fait également des remous, et alors que le conflit au Moyen-Orient s'enlise, une rumeur est devenue virale : le président américain aurait tenté d'activer les codes nucléaires avant d'en être empêché par le général Dan Caine. C'est en tout cas ce qu'a affirmé Larry Johnson, ancien analyste de la CIA, invité d'un podcast animé par un ancien juge. Toutefois, il n'existe pour l'instant aucune preuve d'une telle altercation entre Donald Trump et son chef d'état-major des armées. L'initiateur de la rumeur, Larry Johnson, a lui-même admis sur son blog « ne pas savoir si cela est vrai ».Bien que l'incident des codes nucléaires ne soit absolument pas étayé, il interroge néanmoins : qui pourrait s'opposer à un tel ordre présidentiel ? Qui conseille Donald Trump ? Comment sont prises les décisions actuellement au sein de l'administration américaine ?Avec la guerre en Iran de plus en plus coûteuse pour les États-Unis, et de plus en plus impopulaire également, la presse américaine s'interroge ces derniers jours. Une enquête du Wall Street Journal, dans les coulisses de l'administration Trump, relate l'entrée en guerre décidée par Donald Trump en dépit des réserves exprimées autour de lui. Autre exemple qui montre la méfiance grandissante d'une partie de son administration : des conseillers auraient empêché sa présence au centre de commandement lors de l'opération de sauvetage des pilotes américains en Iran, l'estimant contre-productive, rapporte le WSJ.La Maison-Blanche a contesté cette version, mais cette mise à l'écart soulève des doutes jusque dans son camp quant à la capacité de Donald Trump à exercer pleinement ses fonctions présidentielles.Nos experts :- Général Dominique TRINQUAND - Ancien chef de la mission militaire française auprès de l'ONU, auteur de D'un monde à l'autre - Frédéric ENCEL- - Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Paris et Paris School of Business, auteur de La guerre mondiale n'aura pas lieu - Maya KHADRA - Enseignante et éditorialiste internationale - La revue politique et parlementaire- Romuald SCIORA - Directeur de l'Observatoire politique et géostratégique des États-Unis -IRIS- Paul GOGO ( en duplex) - Journaliste indépendant –Ancien correspondant à Moscou
Le réchauffement climatique accélère-t-il les violences ou l'insécurité dans le monde?Sécheresses, inondations, canicules, récoltes désastreuses, déplacements de population : une analyse de l'université de Stanford, tirée de plus de 60 études partout dans le monde, a montré que lors de ces chocs climatiques, les violences progressent nettement. D'environ 4 % pour les agressions et les crimes, et jusqu'à 14 % pour les émeutes ou les conflits armés. Depuis quelques années, une idée s'impose dans le débat public : "le réchauffement climatique est un facteur d'instabilité". Mais de quelle violence parle-t-on vraiment ? Et quelles solutions existent déjà pour prévenir l'escalade ?Invités: Oliver Vanden Eynde, directeur de recherche au CNRS et professeur à la Paris School of Economics; François Gemenne, codirecteur de l'Observatoire Défense et Climat; Anne Xuan Nguyen, chargée de recherche au Groupe de recherche et d'information sur la paix et la sécurité.Réalisation : Maxime Mamet avec Michaëla Cancela KiefferDoublages : Laure Brumont, Gildas Le Roux, Leo Huisman.La Semaine sur le fil est le podcast hebdomadaire de l'AFP. Vous avez des commentaires ? Ecrivez-nous à podcast@afp.com. Si vous aimez, abonnez-vous, parlez de nous autour de vous et laissez-nous plein d'étoiles sur votre plateforme de podcasts préférée pour mieux faire connaître notre programme. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Um estudo divulgado nesta terça-feira (14) pelo Observatório Fiscal Internacional, em Paris, verificou que a América Latina é a segunda região mais desigual do mundo em termos de concentração de riqueza, e que os mecanismos para tornar mais equilibrado o sistema tributário de sete países da região são insuficientes. O relatório foi encomendado pelo governo do Brasil, que exerce a presidência rotativa da Plataforma Tributária Latino-Americana e do Caribe (PTLac). Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os países analisados foram Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, México, Colômbia e Peru. Em comum, todos adotam pouca progressividade nos impostos e diminuição da carga tributária efetiva sobre os ultrarricos. A concentração da riqueza nas mãos de poucos é ainda mais evidente no topo da pirâmide, entre o 1% mais rico da população. “Nos últimos 25 anos, a riqueza dos bilionários na região aumentou seis vezes e, no caso do Brasil, sete vezes, o que representa um aumento de mais de três vezes o crescimento da economia no mesmo período”, salienta Vicente Silva, um dos coordenadores do estudo. “Sabemos que a concentração econômica não só afeta o crescimento dos países, como também tem efeitos muito adversos sobre a própria democracia.” Os pesquisadores, ligados à Paris School of Economics e sob a supervisão do economista Gabriel Zucman, concluíram que os sistemas tributários em vigor são incapazes de corrigir as desigualdades, ao serem projetados para taxar principalmente o consumo e o trabalho, em vez do capital. O resultado é que os 50% mais pobres pagam mais impostos do que o 1% mais rico. “No caso do Brasil, essa regressividade no topo da pirâmide é muito acentuada. O brasileiro médio paga cerca de 42% de sua renda em impostos, enquanto o 0,01% mais rico paga 19%”, nota Silva. Imposto Mínimo Efetivo sobre a Riqueza O estudo analisou diferentes alternativas para diminuir os desequilíbrios: aumentar o imposto de renda em 50% nessa faixa de renda, elevar ou ampliar o imposto sobre heranças, fortalecer o combate à sonegação fiscal, entre outras. Na prática, entretanto, nenhuma seria tão eficaz quanto a criação de um novo instrumento, específico para essa camada da população. “A razão é muito simples: os super-ricos podem estruturar seu patrimônio para ter uma renda tributável muito baixa. Portanto, qualquer medida que vise incidir sobre a renda não será eficaz”, explica o pesquisador chileno. “A nossa proposta de um Imposto Mínimo sobre a Riqueza incide sobre o patrimônio, que é uma base muito mais estável e menos manipulável do que a renda. Não importa se você declarar renda zero: todos os anos o Estado cobrará um mínimo sobre seus ativos”, completa. O imposto mínimo sugerido é de 2% sobre os patrimônios acima de US$ 100 milhões. Apenas 3.000 pessoas seriam atingidas, de um total de 500 milhões de habitantes nos sete países analisados. O potencial de arrecadação chega a US$ 24 bilhões por ano. Evasão fiscal Os pesquisadores também sugerem a adoção de cláusulas “anti-saída”, para evitar a evasão fiscal. A medida consistiria em continuar a exigir o pagamento de impostos no país onde ocorreu o enriquecimento, durante um certo período de tempo após uma eventual troca de país de residência. Mas Vicente Silva aponta que, na prática, os dados mostram que os ricos não vão embora se um imposto dessa natureza é aplicado. “Pessoas de alto patrimônio líquido têm seus negócios em seu país, possuem redes de contatos, influência, reconhecimento, conhecem o setor, têm vínculo com o país, além de suas famílias. Existem diversos fatores que as fazem permanecer em seus países”, detalha. “Portanto, as evidências mostram que aquelas que saem são muito, muito poucas.” O relatório busca embasar a adoção de reformas tributárias na região. O texto salienta que muitos dos obstáculos técnicos para rastrear a riqueza e a evasão fiscal já foram vencidos nos últimos anos, em parte graças ao aumento da cooperação internacional nessa área. Assim, a barreira política tende a ser o principal empecilho para a adoção de sistemas mais progressivos, ressalta o documento. “A solução reside em um esforço político determinado para garantir que os ultrarricos contribuam pelo menos tanto quanto o resto da população. Não se trata de retornar aos impostos sobre a riqueza do passado, mas sim de uma nova geração de reformas concebidas para corrigir falhas e arrecadar a receita substancial de que a região necessita urgentemente”, escreveu Gabriel Zucman.
C dans l'air du 1er avril 2026 - Trump menace de « quitter l'Iran »...et l'OTAN !Nos experts :- Général François CHAUVANCY - Rédacteur en chef de la revue Défense de l'Union-IHEDN, l'Institut des hautes études de défense nationale- Frédéric ENCEL - Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Paris et à la Paris School of Business, auteur de La guerre mondiale n'aura pas lieu aux Editions Odile Jacob- Laure MANDEVILLE - grand reporter au Figaro- Mélissa BELL - journaliste, correspondante à Paris pour CNN- Marie BILLON (en duplex de Londres )- correspondante en Grande-Bretagne pour la radio RTL
C dans l'air du 1er avril 2026 - Trump menace de « quitter l'Iran »...et l'OTAN !Plus d'un mois après le début de la guerre au Moyen-Orient, alors que la fermeture du détroit d'Ormuz par le régime des Mollahs entraîne un ralentissement de l'économie mondiale, le président des États-Unis s'en est pris aux Français « qui ne nous aident pas », aux Européens « incapables de se battre », au Royaume-Uni, ainsi qu'à l'OTAN « qui ne sert à rien »…Dans un message publié hier sur son réseau social, Donald Trump a même affirmé que la France avait refusé le survol de son territoire à des avions américains et s'était montrée « très peu coopérative » face à celui qu'il appelle « le boucher d'Iran » : « les États-Unis s'en souviendront », a-t-il ajouté. Le président américain a également déclaré que son pays quitterait l'Iran « très bientôt », « dans deux ou trois semaines », laissant la France et les autres pays « se débrouiller tout seuls » avec le détroit d'Ormuz.Un peu plus tard, sur Fox News, les États-Unis, par la voix de Marco Rubio, ont par ailleurs menacé de réévaluer leur engagement dans l'OTAN face au refus de certains alliés européens de soutenir leurs opérations militaires. « L'OTAN fonctionne à sens unique », a assuré le secrétaire d'État. « Nous allons devoir réexaminer cette relation. Il faudra l'examiner attentivement après la fin du conflit. »L'OTAN est en réalité dans le viseur des États-Unis depuis plusieurs mois — c'est l'une des obsessions de Donald Trump. Mais envisage-t-il sérieusement un retrait des États-Unis de l'OTAN ? Et quel rôle joue la Russie dans cette guerre au Moyen-Orient ?En marge d'une réunion du G7, le 26 mars dernier, la cheffe de la diplomatie de l'Union européenne, Kaja Kallas, a affirmé l'existence d'une aide russe à l'Iran dans le cadre du conflit. « Nous constatons que la Russie aide l'Iran sur le plan du renseignement pour cibler des Américains, pour tuer des Américains, et qu'elle fournit également des drones afin que ce pays puisse attaquer ses voisins ainsi que des bases militaires américaines », a-t-elle déclaré. Le président ukrainien Volodymyr Zelensky, lui aussi, se dit persuadé de cette aide de Moscou à Téhéran et affirme détenir des « preuves irréfutables ».Parallèlement, en réponse à l'affolement des marchés mondiaux — qui a déjà provoqué des hausses de prix à la pompe, aux États-Unis comme en Europe —, Donald Trump a décidé, mi-mars, de lever une partie des sanctions américaines sur le pétrole russe pour une durée de trente jours. La mesure concerne les barils stockés sur des navires depuis la mise en place des sanctions. Les Européens ont critiqué cette décision et maintenu leurs propres sanctions, alors que, sur le terrain, depuis dix jours, l'Ukraine multiplie les attaques contre les infrastructures clés de l'exportation de pétrole brut russe. L'objectif de Kiev est de limiter le surcroît de recettes que Moscou tire de la flambée des cours.Alors, qui sont les gagnants et les perdants de la guerre au Moyen-Orient ? Donald Trump va-t-il finalement opter pour une sortie rapide du conflit ? Quid de l'OTAN ? Enfin, Emmanuel Macron a convoqué ces dernières semaines plusieurs conseils de défense : comment fonctionne ce dispositif ?Nos experts :- Général François CHAUVANCY - Rédacteur en chef de la revue Défense de l'Union-IHEDN, l'Institut des hautes études de défense nationale- Frédéric ENCEL - Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Paris et à la Paris School of Business, auteur de La guerre mondiale n'aura pas lieu aux Editions Odile Jacob- Laure MANDEVILLE - grand reporter au Figaro- Mélissa BELL - journaliste, correspondante à Paris pour CNN- Marie BILLON (en duplex de Londres )- correspondante en Grande-Bretagne pour la radio RTL
There are 19 centibillionaires and a growing list of 3,000 billionaires worldwide. So it might not surprise you that the richest one per cent possesses nearly half of the world's wealth. History has never seen such an extreme concentration of wealth. Some economists argue the battle of the 21st century is between oligarchy and democracy. How did we get here? IDEAS begins a four-part documentary series The Billionaire Age.Guests in this episode:Ingrid Robeyns is a philosopher and economist. She is the chair in Ethics of Instutions at Utrecht University and the author of Limitarianism: The Case Against Extreme Wealth.Lucas Chancel is the co-director of The World Inequality Lab and a professor at the Paris School of Economics.Gabriel Zucman is also the co-director of The World Inequality Lab. He is a professor at the Paris School of Economics and the University of California, Berkeley.Nitin Bharti is an economist and lecturer at The University of Western Australia. He is the South and South Asia coordinator at the World Inequality Lab.Lars Osberg is an economics professor at Dalhousie University, in Halifax, Nova Scotia. His latest book is The Scandalous Rise of Inequality in Canada.Abigail Disney is an American film producer, philanthropist and social activist. She is a member of Patriotic Millionaires which advocates for higher taxes on the wealthy.Paul Krugman is an American economist and the winner of the 2008 Nobel Memorial Prize in Economic Sciences.Tim Wu is a Canadian/American legal scholar and a professor at Columbia Law School. He is also a contributing opinion writer at the New York Times. His latest book is The Age of Extraction: How Tech Platforms Conquered the Economy and Threaten Our Future Prosperity.Nick Hanauer is an American entrepreneur and venture capitalist. He co-authored his latest book with Joan Walsh and Donald Cohen, Corporate Bullsh*t: Exposing The Lies and Half-Truths that Protect Profit, Power and Wealth in America. And he hosts the podcast: Pitchfork Economics.Guido Alfani is a professor of economic history at Bocconi University, Milan, Italy. His latest book is As Gods Among Men: A History of the Rich in the West.
durée : 00:09:33 - Le sept neuf - par : Benjamin Duhamel - Frédéric Encel, géopolitologue, professeur à la Paris School of Business et maître de conférences à Sciences Po Paris, analyse les négociations annoncées par Donald Trump avec l'Iran et les objectifs du président américain dans la région. - invités : Frédéric Encel Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:09:33 - L'invité de 7h50 - par : Benjamin Duhamel - Frédéric Encel, géopolitologue, professeur à la Paris School of Business et maître de conférences à Sciences Po Paris, analyse les négociations annoncées par Donald Trump avec l'Iran et les objectifs du président américain dans la région. - invités : Frédéric Encel - Frédéric Encel : Docteur en géopolitique, maître de conférences à Sciences Po Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Manlio Graziano"Come si va in guerra"Propaganda, interessi, ideologie: cosa infiamma lo scontro tra potenzeMondadori Editorewww.mondadori.itIn un'epoca in cui si parla sempre più spesso di guerra – persino di un possibile conflitto mondiale o nucleare – il rischio più subdolo è la sua banalizzazione. Da una parte il riarmo di molti paesi suscita ansia, dall'altra le immagini di città rase al suolo e le dichiarazioni infuocate producono assuefazione. In questo clima, il segretario generale della NATO Mark Rutte invita a adottare un wartime mindset, a prepararsi mentalmente al conflitto che potrebbe attenderci. Per non lasciarsi travolgere, è necessario porsi una domanda: come si va in guerra? Partendo dall'esperienza storica, Manlio Graziano esplora i meccanismi di manipolazione psicologica e ideologica che spingono individui e società non solo ad accettare la guerra, ma perfino a invocarla. Dalla costruzione del nemico all'illusione rassicurante di essere sempre dalla parte del giusto, dalle dinamiche identitarie alla potenza emotiva della paura, il libro indaga come il conflitto trovi terreno fertile nei nostri automatismi mentali. Parallelamente, Graziano ricostruisce il processo di deterioramento degli equilibri internazionali: l'erosione della cooperazione tra grandi potenze, l'esplosione di crisi regionali, il moltiplicarsi dei «governi degli incapaci» che non possono che aggravare la situazione. Ci offre così una chiave storica per interpretare gli attuali rapporti di forza, gli interessi economici, le visioni del mondo che alimentano lo scontro e trasformano un conflitto tra grandi potenze in un esito pensabile, persino plausibile. Il risultato è un saggio essenziale per orientarsi nel presente e guardare al futuro con più consapevolezza. Con rigore, ampiezza di sguardo e la necessaria distanza critica, Graziano ci accompagna dentro la seduzione della guerra per mostrarci come ci siamo arrivati, e come possiamo ancora resisterle.Manlio Graziano, analista geopolitico, è stato docente alla Paris School of International Affairs di SciencesPo, alla Sorbona e all'American Graduate School. Insegna all'Università Bicocca di Milano, al Geneva Institute of Geopolitical Studies e all'Université ouverte di Versailles. Dirige il Nicholas Spykman International Center for Geopolitical Analysis, scrive sul «Corriere della Sera», «Appunti di Stefano Feltri», «Gnosis» e «International Affairs Forum». È autore di numerosi saggi e monografie, tradotti in varie lingue, tra cui: Italia senza nazione? (2007), Guerra santa e santa alleanza (2015), L'isola al centro del mondo (2018), Geopolitica (2019), Geopolitica della paura (2021). Da Mondadori ha pubblicato Disordine mondiale (2024).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
C dans l'air l'invité du 9 mars 2026 avec Thomas Porcher, économiste, professeur d'économie à la Paris School of Business, auteur de Les débats de l'éco, publié aux éditions Plon, coécrit avec Dominique Seux. Le prix du brut s'est envolé. Il a même flambé temporairement de plus de 28%, avant de redescendre après l'annonce d'un recours envisagé aux réserves stratégiques de pétrole par les pays du G7. Depuis le début de la guerre, le gazole a augmenté le plus rapidement, grimpant de plus de 15%. Le carburant routier le plus utilisé en France se vendait vendredi à 2 euros le litre en moyenne, contre autour de 1,72 euro le 27 février, veille des premières frappes israélo-américaines sur l'Iran, selon les chiffres du gouvernement vendredi. Devant cette situation qui touche les automobilistes directement au portefeuille, le gouvernement a pour l'instant écarté l'idée de nouvelles aides à l'achat de carburant.
Cette semaine, nous recevons Arancha González Laya, ancienne ministre espagnole des Affaires étrangères et actuelle doyenne de la Paris School of International Affairs à Sciences Po. Elle revient sur le conflit au Moyen-Orient et le risque d'embrasement de la région ainsi que sur la brouille diplomatique entre les États-Unis et l'Espagne, seul pays européen à avoir ouvertement condamné les frappes américaines et israéliennes comme une violation du droit international.
Dans cet épisode de Connected Mate, PPC reçoit Eric Briones, directeur général du Journal du Luxe et cofondateur de la Paris School of Luxury, pour explorer un sujet brûlant : le rapport ambivalent du luxe à l'intelligence artificielle.LVMH ne teste plus, ils industrialisent à grande échelle : 40 000 utilisateurs mensuels, 1,5 million de requêtes IA, 75 maisons connectées. Chez Dior, on traque le “consumer pulse” en temps réel. Piana scanne le corps pour mieux vendre. Pendant ce temps, la contrefaçon explose à 2,5 millions de signalements. Le paradoxe ? 72 % des créatifs ne veulent pas d'IA dans la création.Dans un dialogue sans filtre, PPC et Eric Briones abordent :Les vrais usages de l'IA dans les maisons de luxe (réparation, transmission, prévision).Le malaise créatif autour des campagnes générées par IA (exemple de Valentino, Vogue).Pourquoi le luxe refuse d'être "soumis à l'IA"… tout en l'intégrant massivement.Le rôle central de l'humanité, de l'oralité et de la singularité à l'ère des algorithmes.Et cette question vertigineuse : l'IA va-t-elle sauver le luxe ou le rendre indifférenciable ?Un échange lucide, provocateur et inspirant sur l'avenir d'un secteur en pleine renaissance digitale.Pour suivre les actualités de ce podcast, abonnez-vous gratuitement à la newsletter écrite avec amour et garantie sans spam https://bonjourppc.substack.com Et pour découvrir l'ouvrage de PPC préfacé par Serge Papin, rdv ici Réinventez votre entreprise à l'ère de l'IAHébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Après plusieurs jours de pression maximale de Donald Trump, un sommet d'urgence de l'Union européenne se tient ce jeudi soir à Bruxelles. Objectif : tenter d'apporter une réponse commune aux menaces du Président américain visant les pays qui s'opposeraient à sa volonté d'acquérir le Groenland. A-t-on atteint un point de rupture entre l'UE et les Etats-Unis ? Comment les 27 peuvent-ils réagir ? Sortiront-ils renforcés du bras de fer avec Donald Trump ? Pour en débattre : - Patrick Martin Genier, enseignant à Sciences-Po, spécialiste des questions européennes et internationales, auteur du livre «L'Europe a-t-elle un avenir ?», éditions Studyrama - Arancha González Laya, juriste et économiste, doyenne de la Paris School of International Affairs à Sciences Po Paris, ancienne ministre espagnole des Affaires étrangères - Céline Spector, professeure de Philosophie politique à Sorbonne Université, autrice du livre No démos ? Souveraineté et démocratie à l'épreuve de l'Europe, éditions Seuil.
Après plusieurs jours de pression maximale de Donald Trump, un sommet d'urgence de l'Union européenne se tient ce jeudi soir à Bruxelles. Objectif : tenter d'apporter une réponse commune aux menaces du Président américain visant les pays qui s'opposeraient à sa volonté d'acquérir le Groenland. A-t-on atteint un point de rupture entre l'UE et les Etats-Unis ? Comment les 27 peuvent-ils réagir ? Sortiront-ils renforcés du bras de fer avec Donald Trump ? Pour en débattre : - Patrick Martin Genier, enseignant à Sciences-Po, spécialiste des questions européennes et internationales, auteur du livre «L'Europe a-t-elle un avenir ?», éditions Studyrama - Arancha González Laya, juriste et économiste, doyenne de la Paris School of International Affairs à Sciences Po Paris, ancienne ministre espagnole des Affaires étrangères - Céline Spector, professeure de Philosophie politique à Sorbonne Université, autrice du livre No démos ? Souveraineté et démocratie à l'épreuve de l'Europe, éditions Seuil.
durée : 00:26:30 - Entendez-vous l'éco ? - par : Aliette Hovine - À l'heure où les stablecoins, jetons numériques adossés principalement au dollar, bénéficient d'un soutien politique aux États-Unis, l'idée d'une privatisation de la monnaie renforce la défense d'une monnaie comme service public et comme instrument de la souveraineté des États. - invités : Valentine Floriani Doctorante en sociologie à l'IDHES (Université Paris-Saclay) ; Éric Monnet Économiste, professeur à la Paris School of Economics (PSE) et directeur d'études à l'École des hautes études en sciences sociales (EHESS)
durée : 00:59:15 - Entendez-vous l'éco ? - par : Aliette Hovine - A l'heure où les cryptomonnaies américaines se diffusent en Europe, nous reviendrons sur les enjeux de la mise en place d'un euro numérique. Direction ensuite les Etats-Unis, où le second épisode de notre série "Vivre la dette" se penche sur les origines de la dépendance au crédit. - invités : Valentine Floriani Doctorante en sociologie à l'IDHES (Université Paris-Saclay) ; Éric Monnet Économiste, professeur à la Paris School of Economics (PSE) et directeur d'études à l'École des hautes études en sciences sociales (EHESS); Simon Bittmann Socio-économiste, professeur à Paris Dauphine, auteur de “Working for Debt: Banks, Loan Sharks, and the Origins of Financial Exploitation in the United States” (Columbia University Press 2024)
durée : 00:58:58 - Affaires étrangères - par : Christine Ockrent - Entre remise en question de l'hégémonie du dollar, montée en puissance des cryptomonnaies et ambitions chinoises, la géo-finance redessine les rapports de force. Sommes-nous entrés dans une nouvelle ère monétaire ? - réalisation : Luc-Jean Reynaud - invités : Hélène Rey Économiste, professeur à la London Business School; Éric Monnet Économiste, professeur à la Paris School of Economics (PSE) et directeur d'études à l'École des hautes études en sciences sociales (EHESS); Olivier Blanchard Économiste français
C dans l'air du 14 novembre 2025 - Budget: dépenses partout, économies nulle partNos experts : - CÉCILE CORNUDET - Éditorialiste politique - Les Echos - NATHALIE SAINT-CRICQ - Éditorialiste politique - France Télévisions- EMMANUEL DUTEIL - Directeur de la rédaction - L'Usine Nouvelle - THOMAS PORCHER - Économiste, professeur à la Paris School of Business
C dans l'air du 14 novembre 2025 - Budget: dépenses partout, économies nulle partLe budget va-t-il être voté à l'Assemblée nationale ? Déjà très serré, le calendrier des discussions budgétaires a été rendu encore plus complexe par la décision du gouvernement de ne pas faire siéger les députés au cours du week-end. La gauche a immédiatement dénoncé cette décision, certains députés accusant l'exécutif de chercher à empêcher la tenue d'un vote.Sur la partie du budget de l'État consacrée aux recettes, un vote était initialement prévu lundi prochain. Mais « au rythme auquel nous avançons, il est évident que lundi nous ne terminerons pas les 1 900 amendements » restants sur ce premier volet, a déclaré jeudi le ministre des Relations avec le Parlement, Laurent Panifous. D'autre part, « nous devons également tenir compte de la fatigue qui existe chez les députés, chez les collaborateurs, chez les administrateurs » de l'Assemblée, a-t-il ajouté dans l'hémicycle, précisant avoir été « saisi » par plusieurs groupes sur la question. Les débats ne se poursuivront donc pas « samedi et dimanche », a-t-il annoncé, mais reprendront lundi dès 9 h, au lieu du milieu de journée.Cette décision est jugée « inacceptable » par la cheffe des députés écologistes, Cyrielle Chatelain, qui a accusé l'exécutif « d'organiser […] le fait que cette assemblée ne puisse pas se prononcer sur le budget ». « Ne prenez pas prétexte de la fatigue des uns et des autres pour nous empêcher de pouvoir voter sur le budget de l'État », a abondé le coordinateur de La France insoumise, Manuel Bompard.L'ensemble du texte doit être transmis au Sénat le 23 novembre à minuit, selon les délais constitutionnels. S'il semble clair que les députés n'auront pas le temps d'aller au bout, un vote sur la seule partie “recettes” n'est pas non plus assuré.Faute de temps, les députés n'ont déjà pas voté le projet de loi de financement de la Sécurité sociale. Les débats ont été interrompus à l'Assemblée nationale dans la nuit du mercredi 12 au jeudi 13 novembre, et c'est le texte modifié par les amendements des députés qui va être examiné par le Sénat à partir de la semaine prochaine. Et pour le ministre du Travail, le compte n'y est pas. D'un « déficit de 17,5 milliards d'euros » prévu initialement par le gouvernement, les députés sont passés à un déficit « d'environ 24,3 milliards d'euros », a expliqué Jean-Pierre Farandou dans les colonnes du Parisien. À ce stade, « il nous manque beaucoup d'économies que l'on a du mal à faire voter », a-t-il reconnu.Selon les calculs du rapporteur général de la commission des Affaires sociales, Thibault Bazin (LR), les changements apportés par l'Assemblée nationale au projet de budget de la Sécurité sociale pour 2026 creuseraient son déficit de 6,8 milliards d'euros.Parmi ces amendements figure le rejet d'une taxe exceptionnelle sur les contrats des complémentaires santé, le maintien des exonérations de cotisations pour les apprentis, la suspension de la réforme des retraites de 2023, la suppression du gel des pensions…Autant de points qui ont suscité une levée de boucliers ces dernières semaines, notamment chez les retraités qui ont, fait rare, manifesté la semaine dernière dans les rues de France. Nous sommes allés à la rencontre de plusieurs retraités qui ont manifesté le 6 novembre dernier à Granville, dans la Manche.La colère gagne également les agriculteurs qui se disent à nouveau prêts à se mobiliser après les propos d'Emmanuel Macron sur le Mercosur. Ces derniers sont vent debout contre le traité de libre-échange en discussion entre l'Europe et les pays d'Amérique latine, qu'ils jugent néfaste pour eux. Reportage ce soir chez un exploitant agricole à Lens-Lestang.Nos experts : - CÉCILE CORNUDET - Éditorialiste politique - Les Echos - NATHALIE SAINT-CRICQ - Éditorialiste politique - France Télévisions- EMMANUEL DUTEIL - Directeur de la rédaction - L'Usine Nouvelle - THOMAS PORCHER - Économiste, professeur à la Paris School of Business
C dans l'air du 14 novembre 2025 - Budget: dépenses partout, économies nulle partNos experts : - CÉCILE CORNUDET - Éditorialiste politique - Les Echos - NATHALIE SAINT-CRICQ - Éditorialiste politique - France Télévisions- EMMANUEL DUTEIL - Directeur de la rédaction - L'Usine Nouvelle - THOMAS PORCHER - Économiste, professeur à la Paris School of Business
Fluent Fiction - French: Mysteries Beneath Ivy: The Secret Treasure of Paris School Find the full episode transcript, vocabulary words, and more:fluentfiction.com/fr/episode/2025-11-14-23-34-02-fr Story Transcript:Fr: L'automne avait peint l'école en rouge et or.En: The autumn had painted the school in red and gold.Fr: Le pensionnat, niché au cœur de Paris, était un lieu de mystère.En: The boarding school, nestled in the heart of Paris, was a place of mystery.Fr: Les murs couverts de lierre semblaient murmurer des secrets de temps anciens.En: The ivy-covered walls seemed to whisper secrets from ancient times.Fr: Étienne, un élève curieux, passait son temps libre dans la grande bibliothèque.En: Étienne, a curious student, spent his free time in the large library.Fr: Cet endroit était son refuge, un monde rempli d'histoires et d'aventures.En: This place was his refuge, a world filled with stories and adventures.Fr: Un jour, tandis qu'il explorait les rayonnages poussiéreux, Étienne découvrit un livre vieux et délaissé.En: One day, while he was exploring the dusty shelves, Étienne discovered an old and neglected book.Fr: En l'ouvrant, une feuille de papier glissa doucement sur le sol.En: Upon opening it, a piece of paper gently slid to the floor.Fr: Étienne ramassa le papier avec soin.En: Étienne carefully picked up the paper.Fr: Il y avait une note, écrite à la main, qui disait simplement : "Cherchez où la tour touche le ciel."En: There was a note, handwritten, which simply said: "Seek where the tower touches the sky."Fr: Étienne sentit un frisson d'excitation.En: Étienne felt a thrill of excitement.Fr: Il savait qu'il devait découvrir la vérité derrière ce message.En: He knew he had to discover the truth behind this message.Fr: Mais la bibliothèque était immense et le livre très ancien.En: But the library was immense and the book very ancient.Fr: Étienne réalisa qu'il avait besoin d'aide.En: Étienne realized he needed help.Fr: Il chercha Chloé, une camarade du club de débat, et Martin, son colocataire qui aimait les énigmes.En: He sought out Chloé, a fellow member of the debate club, and Martin, his roommate who loved puzzles.Fr: "Chloé, Martin, j'ai besoin de votre aide," dit-il, montrant le papier.En: "Chloé, Martin, I need your help," he said, showing the paper.Fr: Chloé lut la note et dit : "C'est intriguant.En: Chloé read the note and said, "This is intriguing.Fr: Ça ressemble à une énigme."En: It sounds like a riddle."Fr: Martin ajouta : "Oui, mais il est dangereux d'explorer des zones interdites de l'école."En: Martin added, "Yes, but it's dangerous to explore forbidden areas of the school."Fr: Malgré les règles strictes de l'école, le trio décida de mener l'enquête.En: Despite the strict rules of the school, the trio decided to conduct the investigation.Fr: Ils commencèrent à chercher des indices.En: They began to search for clues.Fr: La bibliothèque était vaste, pleine de recoins secrets.En: The library was vast, full of hidden corners.Fr: En cherchant, ils découvrirent une porte menant aux archives réservées de l'école.En: While searching, they discovered a door leading to the school's restricted archives.Fr: Avec prudence, ils pénétrèrent dans les archives.En: With caution, they entered the archives.Fr: L'endroit était sombre et poussiéreux.En: The place was dark and dusty.Fr: Là, ils trouvèrent un vieux document caché sous une pile de livres.En: There, they found an old document hidden beneath a pile of books.Fr: Le document révélait une histoire fascinante sur une ancienne chasse au trésor, organisée par un ancien directeur de l'école il y a plus de cent ans.En: The document revealed a fascinating story about an ancient treasure hunt organized by a former headmaster of the school over a hundred years ago.Fr: Étienne, Chloé et Martin réussirent à décoder le message final : le trésor était caché dans le jardin de l'école, près d'une tour ancienne.En: Étienne, Chloé, and Martin managed to decode the final message: the treasure was hidden in the school garden, near an old tower.Fr: Excités, ils se rendirent au jardin.En: Excited, they went to the garden.Fr: Après quelques recherches, ils découvrirent une boîte en métal, délicatement scellée sous une dalle de pierre.En: After some searching, they discovered a metal box, delicately sealed beneath a stone slab.Fr: L'intérieur contenait des objets précieux et une lettre du directeur.En: Inside were precious objects and a letter from the headmaster.Fr: Il expliquait que le trésor était destiné à ceux qui avaient la curiosité et le courage de chercher la vérité.En: It explained that the treasure was meant for those with the curiosity and courage to seek the truth.Fr: Étienne sentit sa confiance grandir.En: Étienne felt his confidence grow.Fr: Il avait non seulement résolu un mystère, mais aussi tissé des liens plus forts avec Chloé et Martin.En: He had not only solved a mystery but also strengthened his bonds with Chloé and Martin.Fr: L'aventure avait changé Étienne.En: The adventure had changed Étienne.Fr: Il était toujours le jeune curieux qu'il avait été, mais maintenant, il savait qu'avec de l'aide et de la persévérance, il pouvait accomplir l'impossible.En: He was still the curious young person he had been, but now he knew that with help and perseverance, he could accomplish the impossible.Fr: Le trésor était juste le début de leurs aventures à l'école.En: The treasure was just the beginning of their adventures at the school.Fr: Et les murs anciens murmuraient de nouvelles histoires à découvrir.En: And the ancient walls whispered of new stories to discover. Vocabulary Words:the autumn: l'automnethe boarding school: le pensionnatthe ivy: le lierrethe refuge: le refugedusty: poussiéreuxneglected: délaisséthe thrill: le frissonthe truth: la véritéthe fellow: le camaradethe riddle: l'énigmethe clues: les indicesthe restricted archives: les archives réservéesthe pile: la pilethe treasure hunt: la chasse au trésorthe headmaster: le directeurthe clue: l'indicesealed: scelléethe slab: la dallethe curiosity: la curiositéthe courage: le couragethe bond: le lienthe perseverance: la persévérancethe adventure: l'aventurethe puzzle: l'énigmethe excitement: l'excitationthe stone: la pierrethe secret: le secretthe ancient times: les temps anciensthe corner: le recointhe document: le document
¿En qué consiste el concepto de "destrucción creativa", acuñado por Philippe Aghion? Los planteamientos del nuevo Premio Nobel de Economía 2025 es lo que aborda Alfredo Joignant con Guillermo Larraín, Doctor en Economía de la Paris School of Economics e Ingeniero Comercial de la Universidad Católica, en un nuevo capítulo de la séptima temporada de Hay Algo Allá Afuera.
C dans l'air l'invité du 15 octobre 2025 avec Olivier Blanchard, professeur émérite au MIT (Boston) et à la Paris School of economics, ancien économiste en chef du FMI.Sébastien Lecornu a annoncé mardi devant l'Assemblée nationale la suspension de la réforme des retraites, symbole de la présidence Macron. Lors de sa déclaration de politique générale, il a proposé la suspension de la réforme des retraites «jusqu'à l'élection présidentielle» de 2027, qui portera sur la mesure d'âge et la durée de cotisation, comme demandé par le PS, et proposé une conférence sociale sur «les retraites et le travail». «Aucun relèvement de l'âge n'interviendra à partir de maintenant jusqu'à janvier 2028, comme l'avait précisément demandé la CFDT. En complément, la durée d'assurance sera elle aussi suspendue et restera à 170 trimestres jusqu'à janvier 2028», a indiqué le Premier ministre. Selon Sébastien Lecornu, «le coût de la suspension pour notre système de retraite est de 400 millions d'euros en 2026 et de 1,8 milliard d'euros en 2027». Il a affirmé que «cette suspension bénéficiera à terme à 3,5 millions de Français».La réforme «devra donc être compensée financièrement, y compris par des mesures d'économies» et ne pourra «pas se faire au prix d'un déficit accru», a toutefois prévenu Sébastien Lecornu, qui a souligné sa volonté de préserver «la crédibilité de notre pays» aux yeux des «prêteurs sur les marchés financiers».Olivier Blanchard, ancien économiste en chef du FMI et professeur émérite au MIT, à Boston, et à la Paris School of economics, est notre invité. Il réagira à la suspension de la réforme des retraites, et analysera les conséquences pour le déficit, alors que le FMI annonce une prévision de croissance de 0,7% pour la France en 2025. Il nous donnera aussi ses préconisations en terme de justice fiscale et de taxation des plus riches, le jour où le socialiste Olivier Faure annonce qu'il souhaite proposer la taxe Zucman sous forme d'amendement au budget.
C dans l'air du 15 octobre 2025 - Lecornu : la censure s'éloigne... jusqu'à quand ? LES EXPERTS :- François ECALLE - Ancien rapporteur général de la Cour des Comptes, président de Fipeco- Brigitte BOUCHER - Journaliste politique à Franceinfo TV- Sylvie PIERRE-BROSSOLETTE - Éditorialiste politique au Point- Thomas PORCHER – Économiste, professeur à la Paris School of Business, auteur du Vacataire
C dans l'air du 15 octobre 2025 - Lecornu : la censure s'éloigne... jusqu'à quand ? Sébastien Lecornu a-t-il sauvé sa peau ? Le Premier ministre a en tout cas convaincu les socialistes de ne pas voter la censure. Hier après-midi, dans son discours de politique générale, le chef du gouvernement a en effet répondu aux exigeances du PS en suspendant la réforme des retraites, et en confirmation la non-utilisation du 49.3.Sans les socialistes, la motion de censure déposée par les insoumis ne devrait donc pas être adoptée. Mais les dissidents, PS ou républicains (ceux-ci digèrent mal cette victoire de la gauche, même si leur parti appelle à ne pas censurer) pourraient permettre d'atteindre les 289 voix nécessaires pour faire tomber le gouvernement. Le compte sera donc serré. Réponse demain matin.En attendant, on en sait plus sur les mesures du budget 2026 proposé par Lecornu. La suppression de l'abattement de 10% sur les retraites est l'un des points principaux.Un abattement forfaitaire de 2000 euros devrait le remplacer et ce, dans l'objectif d'améliorer la situation des retraités les plus modestes, en mettant davantage à contribution les plus aisés. C dans l'air est allé à la rencontre de l'économiste Maxime Sbaihi, favorable à cette suppression. Selon lui, le système français souffre d'une iniquité générationnelle dont les actifs sont les grands perdants.Pendant ce temps, certains patrons de PME ont de plus en plus de difficultés. Prix de l'énergie, inflation, guerre commerciale… La multiplication des chocs conjoncturels menace l'activité de milliers d'entreprises. C dans l'air a suivi un plaquiste et cuisiniste de Troyes, dans l'Aube. Les deux ont parfois du mal à trouver des clients, et à augmenter le salaire de leurs employés...Alors, les motions de censure déposées ont-elles encore des chances d'être adoptées ? La suppression de l'abattement de 10% sur les retraites est-elle une mesure juste ? Comment les PME font-elles face au contexte économique tendu ? LES EXPERTS :- François ECALLE - Ancien rapporteur général de la Cour des Comptes, président de Fipeco- Brigitte BOUCHER - Journaliste politique à Franceinfo TV- Sylvie PIERRE-BROSSOLETTE - Éditorialiste politique au Point- Thomas PORCHER – Économiste, professeur à la Paris School of Business, auteur du Vacataire
In the second of our episodes based on the topics discussed at the conference “Addressing the Risks and Responses to Climate Overshoot”, organised by the AXA Research Fund, CEPR, and Paris School of Economics, Tim Phillips talks to Matthias Kalkuhl of the University of Potsdam about how to remove carbon from the atmosphere. The innovative technologies that might be able to do this in the future need investment now – so one idea is for firms to buy the right to emit carbon now, as long as they commit to remove carbon when mature technology exists. But to administer this, Europe would need a dedicated Carbon Central Bank. Who would be in charge of it, how would it work, and is any politician brave enough to set it up?
En Columnistas de Mesa Central, Iván Valenzuela y Kike Mujica conversan con Hernán Larraín y Ximena Jara sobre la relación de la izquierda con las fuerzas de orden público, a raíz de los polémicas declaraciones de Carolina Tohá en la Paris School of International Affairs de Sciences Po.
In the first of two podcasts recorded at the conference “Addressing the Risks and Responses to Climate Overshoot”, organised by the AXA Research Fund, CEPR, and Paris School of Economics, Tim Phillips talks to Franck Courchamp of the University of Paris-Saclay about an aspect of climate change that is rarely talked about, increasingly important, and very costly. When plants or animals move, or are moved, to a place they don't belong, there is a risk of damage to natural habitats and an economic cost too. So how do we estimate the size of this risk, and what can we do about it?
Brazil's Congress is discussing a proposal for income tax reform. Backed by the Lula administration, the bill seeks to make the country's system more progressive. But just how unequal are taxes in Brazil? This week, we host economist Davi Bhering, who co-authored a Paris School of Economics study on Brazil's tax income system. In our newly released episode of the Explaining Brazil podcast, he unpacks: Why Brazil's income inequality may be higher than previously estimated.How the Brazilian system's regressivity compares to other countries.Why his findings may indicate that global inequality is higher than anticipated.Send us your feedback
Brazil's Congress is discussing a proposal for income tax reform. Backed by the Lula administration, the bill seeks to make the country's system more progressive. But just how unequal are taxes in Brazil? This week, we host economist Davi Bhering, who co-authored a Paris School of Economics study on Brazil's tax income system. In our newly released episode of the Explaining Brazil podcast, he unpacks: Why Brazil's income inequality may be higher than previously estimated.How the Brazilian system's regressivity compares to other countries.Why his findings may indicate that global inequality is higher than anticipated.Listen to the full episode on Apple Podcasts, Spotify or on The Brazilian Report.Send us your feedbackSupport the show
C dans l'air du 4 septembre 2025 - Faut-il plus taxer les riches ?En cette rentrée, la question revient en force dans le débat politique. Et cette fois, c'est le Parti socialiste qui remet le sujet sur la table en proposant d'inclure la taxe Zucman au budget 2026, sur lequel le gouvernement promet de faire des compromis, alors qu'il se trouve sur la sellette à l'approche d'un vote de confiance prévu le 8 septembre.Mais de quoi parle-t-on ? Qu'est-ce que la taxe Zucman, au cœur du contre-budget du PS ? Adoptée à l'Assemblée nationale en février dernier (par 116 voix contre 39), puis rejetée au Sénat en juin, cette mesure, inspirée des travaux de l'économiste Gabriel Zucman (qui lui a donné son nom), propose un impôt plancher sur la fortune (IPF) équivalent à 2 % du patrimoine net des ultra-riches dépassant 100 millions d'euros — soit 0,01 % des contribuables, environ 1 800 foyers français. Avec à la clé : entre 15 et 25 milliards de recettes supplémentaires.Soutenue par la gauche, contestée par la droite et l'extrême droite, la mise en œuvre de cette taxe soulève de nombreux débats depuis des semaines.Cet été, sept prix Nobel d'économie ont apporté leur soutien à la mesure : Daron Acemoglu (2024), George Akerlof (2001), Abhijit Banerjee (2019), Esther Duflo (2019), Simon Johnson (2024), Paul Krugman (2008) et Joseph Stiglitz (2001), réunis dans une tribune du Monde parue en juillet. D'autres, en revanche, comme le président du Medef, Patrick Martin, évoquent la menace de l'exil fiscal.Parallèlement, alors qu'une vague historique de transmissions se profile, les propositions de réforme de l'impôt sur les successions se multiplient. Dans un entretien accordé aux Échos, la présidente de l'Assemblée nationale, Yaël Braun-Pivet (Renaissance), évoque la nécessité de ne pas « exclure d'emblée toute hausse d'impôts » et de « se pencher sur la taxation des "super-héritages" ». L'élue des Yvelines explique : « 0,1 % des héritiers reçoivent des montants supérieurs à 13 millions d'euros et ne paient en moyenne que 10 % de droits de succession. »Aujourd'hui, près de la moitié des ménages français ne touche pas d'héritage. Parmi ceux qui en bénéficient, 87 % ne paient aucun droit de succession (chaque parent peut donner jusqu'à 100 000 euros par enfant sans qu'il y ait de droits de donation à payer). Au-dessus, le taux moyen d'imposition effectif sur les successions en France est d'environ 5 %.Autre sujet dans le débat : le train de vie des élus. En réponse à de nombreux messages de Français, le Premier ministre a promis de passer au crible et de supprimer d'éventuels avantages indus dont bénéficieraient les responsables politiques. Il a confié une mission à l'ex-député socialiste René Dosière pour les identifier.LES EXPERTS :- EMMANUEL DUTEIL - Directeur de la rédaction - L'Usine Nouvelle - THOMAS PORCHER - Économiste, professeur à la Paris School of Business, auteur de Le vacataire - RAPHAËLLE BACQUÉ - Grand reporter - Le Monde , auteure de Successions - CAROLINE MICHEL-AGUIRRE - Grand reporter au service France – Nouvel Obs
C dans l'air du 4 septembre 2025 - Faut-il plus taxer les riches ?LES EXPERTS :- EMMANUEL DUTEIL - Directeur de la rédaction - L'Usine Nouvelle - THOMAS PORCHER - Économiste, professeur à la Paris School of Business, auteur de Le vacataire - RAPHAËLLE BACQUÉ - Grand reporter - Le Monde , auteure de Successions - CAROLINE MICHEL-AGUIRRE - Grand reporter au service France – Nouvel Obs
Il detonatore della crisi francese sarà il voto di fiducia all'Assemblea nazionale, previsto per l'8 settembre. Il primo ministro François Bayrou si gioca le ultime carte per far passare misure finanziarie che dovrebbero consentire un taglio della spesa per circa 44 miliardi. Misure osteggiate sia a destra, sia a sinistra. Un fuoco di sbarramento che isola sempre più il presidente Emmanuel Macron, erode la sua già esigua compagine parlamentare e potrebbe portare per la seconda volta in pochi mesi ad elezioni anticipate, senza escludere peraltro le dimissioni dello stesso presidente. Gli esponenti più moderati della sinistra, così come il Rassemblement national, hanno già detto chiaramente che non sosterranno il governo. Gli investitori temono un ennesimo crollo del governo. Il CAC 40, l'indice di riferimento di Parigi, ha registrato già diverse cadute nei giorni scorsi. Il tasso di interesse dei titoli di Stato francesi a dieci anni è ora tra i più alti dell'eurozona. Ha già superato quelli di Grecia e Portogallo, due paesi al centro dell'ultima crisi finanziaria, e si avvicina a quello dell'Italia. Ma il nostro Paese oggi è visto con maggiore favore dai mercati, in compagnia di Grecia e Spagna. Ne parliamo con Paolo Guerrieri, docente di Economia alla Paris School of International Affairs, Sciences-Po (Parigi).Da Venerdì la cinquantunesima edizione del Forum Teha La cinquantunesima edizione del Forum Teha (The European House Ambrosetti) si apre venerdì, fino a domenica, e cercherà di mettere a fuoco gli scenari geopolitici, economici, tecnologici e sociali non solo dell'Italia, con la presenza di 9 Governi (Albania, Arabia Saudita, Irlanda, Italia, Portogallo, Qatar, Spagna, Stati Uniti, Turchia), dei principali ministri del Governo italiano, di 5 Commissari Europei e l'EU Rapporteur per il Single Market. Ad aprire i lavori, subito dopo i saluti di Valerio De Molli, è previsto un intervento del Presidente dell'Ucraina Volodymyr Zelensky in videoconference. Ad ascoltarlo in sala ci sarà, tra gli altri, Antonio Tajani, vice Presidente del Consiglio dei Ministri dell'Italia e Ministro degli Affari Esteri e della Cooperazione Internazionale dell'Italia. Il messaggio del Presidente della Repubblica Italiana, Sergio Mattarella, arriverà sabato mattina, nella giornata dedicata all'Europa, durante la quale si parlerà anche di difesa e sicurezza; domenica, nella tradizionale sessione dell'Agenda per l'Italia dedicata alle opposizioni, interverranno Elly Schlein, Giuseppe Conte, Angelo Bonelli, Carlo Calenda e Matteo Renzi. Tra i ministri presenti alla tre giorni, oltre a Tajani, Maria Chiara Carrozza, Giuseppe Valditara, Marina Calderone, Matteo Salvini, Paolo Zangrillo, Carlo Nordio e Adolfo Urso per concludere con l'intervento di Giancarlo Giorgetti. Approfondiamo il tema con Valerio De Molli, Managing Partner & CEO di The European House - Ambrosetti.
C dans l'air du 25 août 2025 – "Bloquons tout", dette...La France entre dans le durUne conférence de presse avant un automne délicat. François Bayrou répondra aux journalistes cet après-midi, en amont d'une rentrée politique qu'il sait périlleuse, marquée par la préparation du budget 2026 et les appels à bloquer le pays le 10 septembre – appels soutenus par la gauche et une partie des syndicats. Jean-Luc Mélenchon en appelle à une grève générale. « Nous déposerons la motion de censure pour faire tomber M. Bayrou le 23 septembre » a-t-il déjà planifié. Le Rassemblement national a prévenu qu'il n'hésitera pas à faire tomber le gouvernement si la copie n'est pas revue.Tout pourrait se jouer lors de la rentrée parlementaire, qui aura lieu le 22 septembre. Les débats autour du budget et de ses quarante-quatre milliards d'économies s'annoncent en effet houleux. Cette cure de rigueur passe par le gel des dépenses de l'Etat et la suppression de deux jours fériés. Le Premier ministre voudrait également réformer une nouvelle fois l'assurance chômage. Des mesures qui font l'unanimité contre elles. Les syndicats agitent le spectre de journées de mobilisation. 70% des Français y seraient favorables.Mais ce qui inquiète le gouvernement est l'ampleur que pourrait prendre le mouvement #BloquonsTout, qui prévoit de mettre le pays à l'arrêt le 10 septembre. Ce mouvement, qui a émergé au sein l'extrême-droite et dans les sphères complotistes, séduit maintenant la gauche. C dans l'air est allé à la rencontre d'anciens Gilets Jaunes de Besançon. Financièrement pris à la gorge, ils prévoient de se mobiliser avec autant de ferveur qu'en 2018.Pendant ce temps, au Sénat, une commission d'enquête s'est penchée sur les missions des agences de l'Etat (France Travail, Ademe, etc), souvent accusées de trop coûter. Mais après cinq mois de travail, la sénatrice LR Christine Lavarde, rapporteure de la Commission, n'identifie que 540 millions d'euros d'économies possibles pour le budget 2026, loin des cinq milliards proposés par Laurent Wauquiez.Alors, face au risque de censure, Bayrou devra-t-il revoir son budget ? Jusqu'où ira le mouvement Bloquons Tout ? Les agences de l'Etat coûtent-elle trop cher ?LES EXPERTS :Philippe DESSERTINE- Directeur de l'institut de Haute financeCaroline MICHEL-AGUIRRE- Grand reporter au magazine L'ObsLaurence DE NERVAUX - Directrice générale de Destin communThomas PORCHER - Économiste, professeur à la Paris School of Business
C dans l'air du 25 août 2025 – "Bloquons tout", dette...La France entre dans le durLES EXPERTS :Philippe DESSERTINE- Directeur de l'institut de Haute financeCaroline MICHEL-AGUIRRE- Grand reporter au magazine L'ObsLaurence DE NERVAUX - Directrice générale de Destin communThomas PORCHER - Économiste, professeur à la Paris School of Business
In this Berkeley Talks episode, economist Gabriel Zucman discusses how wealth inequality and billionaire wealth has soared in recent decades, prompting the need for a global minimum tax of 2% on billionaires. “The key benefit of a global minimum tax on billionaires is not only that it would generate substantial revenue for governments worldwide — about $250 billion a year — but also, and maybe most importantly, that it would restore a sense of fairness,” says Zucman, a UC Berkeley summer research professor and director of the Stone Center on Wealth and Income Inequality's Summer Institute. Today, billionaires pay only about 0.2% of their wealth in taxes, says Zucman, because they often structure their wealth to minimize taxable income through control over corporate dividends, delaying capital gains and using holding company structures, among other methods. The 2% tax rate proposal is a modest one, he argues, and would merely ensure that billionaires, comprising about 3,000 families around the world, pay at least as high an effective tax rate as those in the middle class.“For the first time in decades,” he continues, “billionaires would pay at least the same effective tax rate as nurses, teachers or secretaries, ending a situation where, in many countries, the very richest pay less than the middle class. It's a modest, pragmatic reform, but it would make a big difference for our democracies and social cohesion.”Zucman spoke at Berkeley on June 23 as part of the campus's annual Stone Lecture series. Now a professor of economics at the Paris School of Economics, Zucman previously served on the Berkeley faculty for a decade, first as an assistant professor of economics and then as founding director of the Stone Center on Wealth and Income Inequality. He co-authored the 2019 book The Triumph of Injustice: How the Rich Dodge Taxes and How to Make Them Pay with Berkeley economics professor Emmanuel Saez. Watch a video of his lecture, followed by a Q&A.Listen to the episode and read the transcript on UC Berkeley News (news.berkeley.edu/podcasts).Music by HoliznaCC0.Photo courtesy of UC Berkeley. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
C dans l'air du 8 juillet 2025 : Budget : attention, ça va faire mal...François Bayrou s'est rendu à Chartres ce mardi pour présenter la nouvelle réforme de l'administration territoriale de l'État. L'idée est d'octroyer davantage de pouvoir aux 133 préfets de l'Hexagone, leur conférant ainsi une autorité plus importante que celle des agences de l'État et des directions générales publiques, afin de simplifier l'action des pouvoirs publics, dans l'espoir de faire des économies. "Les préfets ont pour responsabilité de faire travailler ensemble ceux qui travaillent pour l'État", a expliqué le Premier ministre. "C'est une légitimité nouvelle donnée à la décentralisation. Les élus n'auront plus qu'un seul interlocuteur. C'est un moyen de rendre la dépense publique plus efficace. Cette nouvelle organisation de l'action publique est une manière de rendre plus efficace l'utilisation de l'argent", a ajouté le chef du gouvernement, qui alerte depuis des semaines sur la nécessité de redresser les finances publiques.François Bayrou a d'ailleurs insisté sur le fait que la France "est en danger mortel. Cela va demander des efforts à tout le monde", a-t-il une nouvelle fois reconnu à huit jours de dévoiler les grandes lignes du budget 2026.Après avoir consulté pendant des semaines, Bercy a rendu sa copie. Il revient désormais au Premier ministre d'effectuer les derniers arbitrages pour dégager 40 milliards d'euros d'économies. Année blanche, instauration d'une TVA sociale, baisse des dépenses de la Sécurité sociale, création d'une "taxe Zucman", rabotage des niches fiscales et crédits d'impôt… Plusieurs pistes ont déjà été lancées.Alors, que va décider François Bayrou ? Où trouver les 40 milliards d'euros ? Certains, à droite et à l'extrême droite, appellent à prendre exemple sur les politiques mises en œuvre par Javier Milei en Argentine et Giorgia Meloni en Italie. Mais quel est le bilan de la "politique de la tronçonneuse" de Javier Milei ? Comment l'Italie a-t-elle redressé ses comptes publics ? Depuis vendredi 4 juillet, "la France emprunte à des taux plus élevés que l'Italie", a glissé le ministre de l'Économie Eric Lombard afin d'alerter les Français sur le remboursement de la dette de l'Etat.LES EXPERTS :- Dominique Seux - Directeur délégué de la rédaction - Les Echos- François Ecalle - Ancien magistrat à la Cour des comptes et président du site spécialisé dans la gestion des finances publiques Fipeco - Anne de Guigné - Journaliste au service économie - Le Figaro- Thomas Porcher - Économiste, professeur à la Paris School of Business
C dans l'air du 8 juillet 2025 : Budget : attention, ça va faire mal...LES EXPERTS :- Dominique Seux - Directeur délégué de la rédaction - Les Echos- François Ecalle - Ancien magistrat à la Cour des comptes et président du site spécialisé dans la gestion des finances publiques Fipeco - Anne de Guigné - Journaliste au service économie - Le Figaro- Thomas Porcher - Économiste, professeur à la Paris School of Business