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Ganhe quem ganhar o Mundial de Futebol, foi Vozinha e os seus companheiros da estreante da seleção de Cabo Verde quem entregou mais aos fãs de todo o mundo. Em breve, um documentário vai contar a história dela, uma produção que nasceu em Portugal, mas que se alargou ao Brasil, quando o cantor Seu Jorge decidiu abraçar o projeto e entregar a sua voz à narração. Neste episódio do Expresso da Manhã, Seu Jorge explica-nos como nasceu a sua ligação ao país e ao documentário, explica como “a Cultura é ponte” para a diplomacia e de que forma Cabo Verde pode aproveitar esta vitória imensa, tão importante para o país como as canções de Cesária Évora, para construir um futuro. Este episódio é moderado por David Dinis e tem a sonoplastia de João Luís Amorim e Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Chegou ao Parlamento eleito pela Madeira, representando o estreante JPP. Diz que “tremia como varas verdes”, que não tem “qualquer preconceito” em elogiar o Governo “quando merece” e que não lhe passa pela cabeça “chamar incompetente a alguém”, porque parte do princípio que sabe menos do que outros. Em dia de Estado da Nação, Filipe Sousa vem ao Expresso da Manhã, dizer o que o pouco tempo que terá no debate não lhe permitirá transmitir. E tem alguns alertas a fazer a Montenegro. A moderação deste episódio é de David Dinis, a sonoplastia é de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tem 30 anos de carreira, é um dos escritores portugueses mais prestigiados, de hoje e de sempre. Valter Hugo Mãe está a apresentar pelo país o seu mais recente livro: “O século dos Imbecis” é a fábula de uma vila, uma casa e um homem que bastam para falar de um século inteiro. Neste Expresso da Manhã, ouvimos o autor, que marca a atualidade em duas penadas: a da muito rica literatura portuguesa e a da vida pública e política, a nossa e a do mundo. Este episódio tem moderação de David Dinis e sonoplastia de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na noite de terça-feira, os EUA voltaram a atacar o Irão, depois de ataques pontuais iranianos no Estreito de Ormuz. Donald Trump ameaça mesmo não voltar a negociar — deixando o mundo em suspenso e os mercados de regresso às subidas de preços. Neste Expresso da Manhã, procuramos os motivos do reacender do conflito, analisamos os dois cenários centrais e as hipóteses reais de resolução final. Com comentários de Catarina Maldonado Vasconcelos e sonoplastia de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eliminada nos oitavos de final do Mundial de futebol, a seleção portuguesa vai mudar de mãos: o presidente da FPP quer Jorge Jesus no comando da equipa, um perfil tão polémico quanto experiente para a caminhada que deve levar até ao próximo Mundial, organizado também por Portugal em 2030. Neste Expresso da Manhã, João Rosado olha para os pontos fortes e mais fracos da opção, com moderação de David Dinis. A sonoplastia é de João Martins e Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério da Educação adiou a divulgação dos resultados dos exames nacionais, prejudicando pais, alunos e também as escolas. Neste Expresso da Manhã, falamos de causas e das consequências. Este Expresso da Manhã tem comentários de Rita Ferreira e moderação de David Dinis. A sonoplastia é de Salomé Rita e Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ex-ministro da Solidariedade, que esteve na origem do Rendimento Mínimo Garantido, não tem dúvidas que a PSU é um retrocesso no combate à pobreza. E, mesmo antes de serem conhecidos todos os detalhes, não acredita que venha reforçar o valor dos apoios ou a sua abrangência. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e Paulo Pedroso, ex-ministro da Solidariedade. A gravação é de Gustavo Carvalho e a edição de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jerry Seinfeld vai estrear-se em Portugal. O humorista americano é o cabeça de cartaz da primeira edição do Commedia À La Carte Fest, que acontece de 29 de outubro a 1 de novembro. A atuação de Seinfeld será na MEO Arena, e é um exclusivo na Europa. O festival vai ocupar salas por toda a cidade de Lisboa. Herman José, Inês Aires Pereira são alguns dos destaques nacionais. No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho recebe César Mourão, programador e um dos fundadores do festival. O humorista narra o longo processo até receberem o “Sim” de Seinfeld; revela novidades do cartaz, como a presença do artista plástico Vhils; e explica que o festival vai ocupar Lisboa a partir do Parque Mayer, com programação gratuita ainda por anunciar. Este é o último episódio do Humor À Primeira Vista antes de uma pausa para férias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Michelle Wolf, Sam Morril, Chris D’Elia, Bumba na Fofinha, Guilherme Duarte, o grupo Tons de Comédia, Os Primos e o podcast Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira. São estes alguns dos principais nomes da segunda edição do Worten Mock Fest. O festival volta a ocupar o Cinema São Jorge, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, de 28 a 30 de agosto. O ano passado, de acordo com a organização, mais de 10 mil pessoas encheram sessões de comédia com Daniel Sloss, Jim Jefferies, Rafinha Bastos e muitos outros humoristas. O que é que muda na segunda edição? O que trouxe o Mock Fest ao meio da comédia português? No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho conversa com Henrique Mota Lourenço, co-fundador e programador do festival, e o humorista Rodrigo Correia, que vai ser o apresentador do stand-up internacional no palco Jump in the Pool. Recordam os melhores momentos da primeira edição, apresentam as novidades e deixam já desejos para o próximo ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em julho de 2025, Stephen Colbert anunciou que a “CBS” ia acabar com o “The Late Show”: não apenas trocar de apresentador, mas eliminar o formato da grelha de programas. O late-night foi de Dave Letterman durante vinte e dois anos e chegou ao fim a 21 de maio, com Colbert ao comando há quase onze. Para a história fica um desfecho atribulado: o humorista tornou-se um dos mais ativos críticos de Donald Trump. A “CBS” decidiu cancelar o programa numa altura em que precisava da aprovação do presidente norte-americano para um negócio importante. Surgiram notícias de que o “The Late Show” perdia 40 milhões de dólares por ano, mas Colbert contesta esses números e as audiências mostram que era o late-night show mais visto do país. No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho foi tentar perceber o que é ou não verdade e se o fim da linha para Colbert pode ser apenas o início do fim de vários late-night shows.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já em digressão com “Verificando Se Você É Humano”, oficialmente o primeiro solo de stand-up da carreira, Ricardo Araújo Pereira está de regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho. Na primeira parte da conversa, falaram sobre a construção do espetáculo, os métodos de escrita e a pose na comédia. Nesta segunda parte, Ricardo Araújo Pereira discute a teoria que divide os humoristas entre “céticos” e “líricos”, aborda o caso que levou o jornal satírico “The Onion” a subverter uma plataforma americana de teorias da conspiração, aponta o tom humorístico como uma boa forma de os deputados lidarem com o discurso do Chega no Parlamento e revela o (pouco) que já tem pensado para a sua reforma.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo Pereira estreou o espectáculo “Verificando se Você é Humano”, que vai percorrer o pais e sair além fronteiras. Dezenas de milhar de pessoas vão poder ao vivo o comediante português de maior sucesso no século XXI. Não é coisa pouca e nós, com a ajuda de João Miguel Salvador e Gustavo Carvalho, fomos saber se não é uma máquina que anda por aí ou mesmo um daqueles deuses que os humanos gostam de criar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Araújo Pereira estreou o espectáculo “Verificando se Você é Humano”, que vai percorrer o pais e sair além fronteiras. Dezenas de milhar de pessoas vão poder ao vivo o comediante português de maior sucesso no século XXI. Não é coisa pouca e nós, com a ajuda de João Miguel Salvador e Gustavo Carvalho, fomos saber se não é uma máquina que anda por aí ou mesmo um daqueles deuses que os humanos gostam de criar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de vários anos a rejeitar voltar a fazer stand-up, incluindo em declarações ao Humor À Primeira Vista, Ricardo Araújo Pereira cedeu à insistência e já está em digressão com “Verificando Se Você É Humano”. Trata-se de, oficialmente, o primeiro solo da carreira, apesar de até se ter destacado quando subia a palco no “Levanta-te e Ri”. O humorista já atuou no Porto, segue-se a MEO Arena em Lisboa, a 5 e 6 de junho, em sessões esgotadas. No mesmo mês, vai aos arquipélagos da Madeira e Açores. Promete mais datas pelo país na segunda metade do ano e ir ao estrangeiro no futuro. No regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, a conversa é feita em duas partes. O humorista explica como preparou o seu regresso ao stand-up, reage a uma atuação antiga no “Levanta-te e Ri” e rejeita ter uma pose como humorista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As eleições locais de 7 de maio foram mesmo o banho de sangue que se esperava para o governante Partido Trabalhista. Menos de dois anos depois de subir ao poder, Keir Starmer é cada vez mais empurrado para a porta de saída, visto como o principal culpado do desaire nas urnas. Aguentará o primeiro-ministro? Ninguém melhor para explicar o que se passa do que a Francisca Ferreira Marques, correspondente do Expresso em Londres. É a convidada deste episódio, conduzido pelo editor da secção internacional, Pedro Cordeiro, com os cuidados técnicos do Gustavo Carvalho e João Luís Amorim.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2023, tornou-se o primeiro humorista português a apresentar um solo no Fringe Festival, em Edimburgo. O espetáculo, “What If”, apresentava-nos André de Freitas: criado na Costa da Caparica, os sonhos de vingar na comédia levaram-no a viajar pelo mundo. Primeiro estabeleceu-se no Reino Unido, agora tem a bússola apontada aos EUA. Mudou-se para Nova Iorque e após alguns meses tornou-se o primeiro comediante português a passar a audição e tornar-se regular na mítica Comedy Cellar. Um, se não mesmo o mais, importante clube de comédia no mundo. André de Freitas prepara-se para uma nova digressão europeia com “Public Display of Affection”. Estreia-se no Reino Unido e passa ainda por mais 13 países, incluindo Portugal: Porto, Coimbra e Lisboa, já no mês de junho. No regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, o humorista narra todo o processo de se tornar um comediante da Comedy Cellar; relata alguns dos encontros com grandes humoristas em Nova Iorque, como Andrew Schulz e Ray Romano; recorda a primeira vez que foi aos EUA, em que apesar de ter feito algumas atuações, acabou “sem dinheiro e a dormir no carro” e apresenta ainda uma plataforma que criou para facilitar a gestão de carreira dos humoristas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual é a relação entre o que nos faz rir e a disciplina que atormenta mais alunos na escola? Cláudia Custódio é professora catedrática de Finanças, no Imperial College, em Londres, mas decidiu investigar sobre “Riso, Humor e… Matemática”. É este o nome do seu livro, publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Para lá da relação entre a matemática e o humor, apresenta os superpoderes de um herói cómico — o desapego e o fatalismo —, aborda “Seinfeld” para falar de Economia e até de cabeças decapitadas para distinguir os vários tipos de riso. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica que os ratos, os elefantes e alguns pássaros também conseguem rir, recorda o momento em que um pensamento intrusivo humorístico ia sendo posto em prática numa “entrevista de emprego” e revela alguns dados que indicam um “crescimento exponencial” das vendas de bilhetes para espetáculos de comédia em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A 3 de outubro de 2025 conhecemos a sentença do extenso caso Anjos vs. Joana Marques. A banda processou a humorista em mais de 1 milhão de euros com base num vídeo humorístico publicado nas redes sociais. Em causa estava a interpretação do hino nacional pelos irmãos Rosado, numa prova de MotoGP em Portimão, intercalada com reações do júri do programa “Ídolos”, a que Joana Marques pertencia. Os cantores alegaram que o vídeo propagava desinformação, que manipulava a atuação e responsabilizavam-na pelos comentários e danos patrimoniais. No final, houve a absolvição total. Sérgio e Nelson acabaram apenas por chamar a atenção para um vídeo que já estava esquecido pelo público em geral e a sentença deixou claro que “não ficou provado que foi a publicação da Ré que deu origem à polémica que afetou a vida e o negócio” dos queixosos. A sentença ficou manchada apenas por ter ficado provado que Joana Marques é influencer e também radiologista. Factos de que tentará recuperar no seu novo espetáculo, “Em Sede Própria”. Já anda pelo país a contar o seu lado deste processo: só entre Porto e Lisboa tem mais de 17 sessões esgotadas em grandes salas das cidades. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, revela que já tinha salas reservadas para apresentar “Em Sede Própria” antes de começar o julgamento com os Anjos, promete fazer um projeto com a amiga Bumba na Fofinha “nem que seja na reforma” e comenta pela primeira vez as recentes declarações polémicas de Cristina Ferreira, sublinhando que a apresentadora “tem uma relação complicada com a liberdade de expressão” e que encontra “uma espécie de machismo” em várias das suas intervenções.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fundou um clube de futsal em Santarém e uma religião à volta do guarda-redes Neno. Estudou jornalismo, tornou-se revisor de texto e no meio de uma vida cheia de acasos absurdos veio acabar como humorista. Sérgio Fernandes é um dos guionistas do “Conteúdo do Batáguas”. Por ter pouca vontade de subir a palco e estar sem vagar para a ribalta, foi obrigado pela equipa a montar um espetáculo a solo: “Graças a Neno”, estreia-se em maio e levará Pastor Serjão e os Devotos de Neno a Porto, Lisboa e, claro, Guimarães. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, Sérgio Fernandes explica a origem do Vitória Clube de Santarém e da sua religião, revela alguns dos inimagináveis livros que já teve de rever e um que acabou por escrever para um famoso apresentador da nossa praça. Conta ainda uma piada pela qual teve de lutar para que entrasse no “Conteúdo do Batáguas” e promete que “amanhã” é que vai mesmo começar a escrever o espetáculo “Graças a Neno”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma piada que fez sobre Portugal viralizou nas redes sociais. Vidura Bandara Rajapaksa satirizava o facto de ainda sermos “relativamente pobres”, apesar de termos colonizado o Sri Lanka, país onde o humorista nasceu. Viveu nos EUA, Malásia e Alemanha, antes de se fixar em Londres. Até há pouco tempo era engenheiro de profissão, só agora conseguiu dedicar-se totalmente à comédia, apesar de já ter três espetáculos a solo no YouTube. No início deste ano, em janeiro, atuou no Porto, enquanto preparava um novo espetáculo. Agora o humorista cingalês traz “The Paradise Gothic Tour” ao Casino de Lisboa, a 13 de abril. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica como surgiu a piada viral sobre Portugal, narra as dificuldades que enfrentou até conseguir viver da comédia e revela como deu a volta ao conselho de censura, quando regressou ao Sri Lanka para fazer stand-up comedy. A conversa neste episódio é em inglês.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desta vez é diferente. Numa carreira marcada pelas anedotas, Fernando Rocha estreia o primeiro solo de stand-up comedy. “Rocha n’ Roll” é uma viagem pelos 50 anos da vida do humorista, num espetáculo mais pessoal do que nunca. É esta a nova fase da carreira, após o fim do projeto “Pi100Pé”, o ano passado. O solo de stand-up já está na estrada, passou por Guimarães e Almada, seguem-se várias cidades em Portugal e no estrangeiro. De regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, — desta vez gravado em Rio Tinto, nos escritórios da sua produtora, Fly Produções — o humorista explica porque decidiu colocar as “anedotas de lado” neste espetáculo, revela os episódios em que fez uma senhora urinar e um senhor sentir falta de ar devido as suas anedotas e recorda uma grande surpresa numa viagem a Nova Iorque.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há mais de seis anos deu-lhe para fazer o primeiro espetáculo de stand-up da carreira. Após ter começado a escrever humor em blogs, Ana Garcia Martins estabeleceu uma forte presença no digital, sendo conhecida como “A Pipoca Mais Doce”. Para além de vários podcasts de sucesso, é autora de “Ninguém POD Comigo”, nas manhãs da RFM. E se no palco tudo começou quando foi convidada para participar num roast, o regresso à stand-up acontece com “Insuficiente”, um espetáculo pessoal, em que vai abordar assuntos que não discute quer com amigos próximos, quer com a própria terapeuta. Neste seu segundo solo, atua pela primeira vez nos Coliseus de Porto e Lisboa, já em abril. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica porque esteve afastada dos palcos durante seus anos, aponta o sarcasmo como uma “técnica de sobrevivência” e admite que já não quer saber do reconhecimento dos seus colegas humoristas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ex-secretário de Estado que fez a reforma laboral dos anos da troika conta como é fazer uma reforma laboral e explica a necessidade de a fazer agora. Mas não está otimista sobre o desfecho das negociações. Este episódio teve moderação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e contou com a participação de Pedro Martins, professor da Nova SBE e ex-secretário de Estado do Emprego. A gravação foi de Gustavo Carvalho e a edição esteve a cargo de João Martins.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando passou por Portugal em 2025, Raphael Ghanem fez mais de 20 espetáculos, durante 10 dias para mais de 29 mil espetadores. Em 2026, volta a Portugal para fazer rir ainda mais pessoas, já que esgotou recentemente duas sessões no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Na digressão “Se é que você me entende 2.0”, o comediante brasileiro mostra o seu stand-up, mas também as interações com o público que são absolutamente virais nas redes sociais. Tendo começado como ator, participou em novelas, mas a vontade de fazer comédia em palco estava sempre presente. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, revela como passou de “não conseguir vender bilhetes” para “vender tudo” após aparecer na televisão, para voltar a não vender nada “três meses depois”, explica por que razão convidou a humorista Luana do Bem para participar nos seus espetáculo e conta a história de como esteve para comprar uma casa em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pela segunda vez na história, e pela segunda vez consecutiva, um filme em língua portuguesa concorre para Melhor Filme. “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, conta a história de um pai que foge da opressão, no Brasil, tentando escapar do país com o filho devido à perseguição da ditadura militar. Wagner Moura depois de ter sido o primeiro brasileiro a vencer Melhor Ator em Cannes, está também nomeado para Óscar. “Sinners” conseguiu 16 nomeações, é o filme mais nomeado de sempre da história dos Óscares. Ryan Coogler mistura géneros e gémeos, Michael B. Jordan interpreta os irmãos Smoke e Stack, que regressam a casa para montar um juke joint, mas o poder da música atrai personagens indesejadas. “One Battle After Another” é considerado o favorito a vencer Melhor Filme. Paul Thomas Anderson acompanha um grupo de revolucionários e as suas dores de crescimento quando um inimigo regressa anos mais tarde. Leonardo DiCaprio volta a estar nomeado. Sean Penn, Benicio Del Toro e Teyana Taylor são hipóteses para Melhor Ator e Atriz Secundário, a revelação Chase Infiniti não foi nomeada. Em “Hamnet” conhecemos a família Shakespeare: William e Agnes, vindos de famílias disfuncionais, tentam não replicar o que aprenderam com os seus três filhos. Quando a morte atinge a família, Agnes e William têm de lidar com a perda, cada um da sua forma. Chloe Zhao pode ser eleita novamente Melhor Realizadora, depois de Nomadland. Jessie Buckley é uma das favoritas a Melhor Atriz. “Marty Supreme” pode ser a consagração de Timothée Chalamet como Melhor Ator. No filme frenético de Josh Safdie, nomeado também para Melhor Realizador, Chalamet interpreta Marty Mauser, um fura-vidas com o sonho de ser uma estrela mundial de pingue-pongue, que não olha a custos para chegar onde quer. Joachim Trier está nomeado para Melhor Realizador e Melhor Argumento Original, com “Sentimental Value”. Também nomeado para Melhor Filme Internacional, é a submissão da Noruega. Stellan Skarsgård interpreta um realizador de cinema, cuja separação matrimonial o afastou das filhas. Quando há uma casa de infância para vender, as dificuldades de reconciliação são evidentes. Renate Reinsve pode ganhar o Óscar de Melhor Atriz, Skarsgård o de Melhor Ator Secundário. “Train Dreams”, de Clint Bentley, corre por fora, mas leva nomeação para Melhor Filme e até Melhor Fotografia, com Adolpho Veloso a ser o primeiro brasileiro na história nomeado nesta categoria. Seguimos a vida trágica de um lenhador, sempre entre trabalhos longe de casa, mas com muita vontade de ser um pai de família. “Frankenstein” é a interpretação do clássico sobre um cientista e a sua criação pouco ortodoxa por Guillermo Del Toro. Além de muitas categorias técnicas, Jacob Elordi concorre a Melhor Ator Secundário. “Bugonia” volta a valer uma nomeação de Melhor Atriz a Emma Stone. O filme de Yorgos Lanthimos é um remake de “Save the Green Planet”, filme sul-coreano. Emma Stone é a CEO de uma empresa poderosa raptada por dois jovens mergulhados em teorias da conspiração, que acreditam ter encontrado uma extraterrestre que quer destruir o planeta. Por fim, “F1” está nomeado em várias categorias técnicas, mas surpreendeu ao também entrar na corrida para Melhor Filme. Brad Pitt é um piloto irreverente que regressa a uma equipa disfuncional da Fórmula 1 para tentar ajudar um amigo e ex-colega de equipa. No final desta semana, domingo, vamos conhecer os vencedores dos Óscares 2026. A cerimónia vai ser novamente apresentada pelo humorista Conan O’Brien. No Humor À Primeira Vista, Gustavo Carvalho conversa com Filipa Amaro, realizadora e argumentista de séries como “Frágil” e “Emília”. Discutem os seus favoritos, destacando a vertente experimental de Paul Thomas Anderson, a mistura de géneros de “Sinners”, mas criticando a falta de conflito e a “manipulação emocional excessiva” em “Hamnet”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2026, para celebrar 30 anos de carreira e 20 anos do programa “Vai Tudo Abaixo”, Jel apresenta um novo solo de stand-up: “Quem te viu e quem te vê”. Já com inúmeros projetos de comédia, este é apenas o segundo solo da carreira do tio, que já está na estrada. Promete revelar histórias inéditas sobre os bastidores e recuperar personagens que marcaram a sua carreira: de Carlinhos, o Machista Gay, aos Homens da Luta, os revolucionários burgueses, até ao mais recente Tio Jel. De regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica porque não sacraliza a comédia, apesar de ter sido “uma realizadora de sonhos”; revela que chegou a vender um carro para gravar um videoclipe; e defende que hoje, mais importante do que ter piada, para fazer comédia profissionalmente o que mais importa “é a empatia, é as pessoas gostarem de ti”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estava a estudar para ser advogado, mas um sketch que enviou para as Produções Fictícias mudou-lhe o rumo da carreira. Acabou mesmo a escrever para Herman José, a ser guionista do “Contra-Informação” e da “Conversa da Treta”. E entre a convivência com os melhores atores cómicos do país foi aprendendo o jeito e passou também a subir a palco. Primeiro no “Levanta-te e Ri”, depois em palcos com os Cebola Mol, seguiu-se o teatro, a televisão e até o cinema. Já com muitos anos de comédia nas costas, Eduardo Madeira decide agora provar que é “Grande Entre os Assassinos”. É o nome do novo espetáculo de stand-up comedy, que vai levar para a estrada a partir março. Quer mostrar que ainda tem a mira afinada para disparar piadas pelo país, partilhando histórias verídicas, num registo “confessional, pessoal e duro”. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, afirma que se está “a borrifar” se é processado por pessoas de quem vai falar no seu novo espetáculo. “Há pessoas de quem eu não quero ter a autorização para dizer o que vou dizer”, explica o humorista. Recorda ainda a ida da RTP para a TVI e a “muita porrada” que levou dos fãs pela mudança de canal. Elogia “o foco” e o “ritmo avassalador” da nova geração de stand-up comedians e antecipa que daqui a “dez anos a comédia será completamente das mulheres”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Stephen Colbert, o apresentador do “The Late Show”, acusa a CBS de proibir a transmissão de uma entrevista com um candidato democrata ao Senado, depois do sector jurídico do canal lhe ter dito que não o podia fazer sem convidar igualmente os adversários. A imposição do canal surge depois da Comissão Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês, equivalente à ERC portuguesa), por pressão de Donald Trump, querer estender a regra que garante o mesmo tempo de antena a todos os candidatos aos late-night shows, até agora isentos. Os Estados Unidos chegam assim a uma conversa que se fez em Portugal, no final de 2022, a propósito de uma queixa pelo facto do representante do Chega não ter sido convidado para o programa de Ricardo Araújo Pereira, “Isto É Gozar Com Quem Trabalha”. Neste episódio, conversamos com Gustavo Carvalho, autor do podcast “Humor À Primeira Vista”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Stephen Colbert, o apresentador do “The Late Show”, acusa a CBS de proibir a transmissão de uma entrevista com um candidato democrata ao Senado, depois do sector jurídico do canal lhe ter dito que não o podia fazer sem convidar igualmente os adversários. A imposição do canal surge depois da Comissão Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês, equivalente à ERC portuguesa), por pressão de Donald Trump, querer estender a regra que garante o mesmo tempo de antena a todos os candidatos aos late-night shows, até agora isentos. Os Estados Unidos chegam assim a uma conversa que se fez em Portugal, no final de 2022, a propósito de uma queixa pelo facto do representante do Chega não ter sido convidado para o programa de Ricardo Araújo Pereira, “Isto É Gozar Com Quem Trabalha”. Neste episódio, conversamos com Gustavo Carvalho, autor do podcast “Humor À Primeira Vista”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A um ano de lançar um novo espetáculo de stand-up comedy, decidiu começar a documentar todo processo no podcast “Má Ideia”, escrevendo piadas em direto e revelando algumas das inseguranças durante a criação. Em março estreia-se “Amigável”, o quinto solo da carreira de Guilherme Fonseca. Há mais de 20 anos a fazer comédia em palco, tem também uma carreira invejável como guionista — continua a ser um dos guionistas de “Isto é Gozar com Quem Trabalha”. Na quarta vez que passa pelo Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica por que razão a “pedinchice” de vender bilhetes o deixa “desconfortável”, antecipa a atuação na MEO Arena, na abertura do espetáculo de Ricardo Araújo Pereira e considera “inacreditável” que não existam em Portugal programas como os panel shows britânicos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2021, disse no Humor À Primeira que gostava de humor sobre vigas de madeira, mas infelizmente ainda não lançou nenhum podcast sobre carpintaria. Vítor Sá esteve muito ocupado nos últimos cinco anos a criar outros podcasts: é um dos humoristas de “Cubinho”, de “Prata da Casa” e ainda tem o seu podcast a solo, “Desnorte”. Em princípio, na maioria dos momentos da sua vida está com um microfone à frente. Ou a conduzir entre Porto e Lisboa. Ou a conduzir entre Porto em Lisboa com um microfone à frente. É também um dos guionistas do “Conteúdo do Batáguas” e agora lança o segundo solo da carreira, mas o primeiro em que vai em digressão pelo país. Chama-se “Arraial”, é uma homenagem a todas as festas de aldeia onde passou muito tempo e ganhou muitas histórias. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda o momento em que, em plena atuação, revelou aos pais que se tinha despedido para se dedicar à comédia; revela que mentia quando o convidavam para fazer stand-up em Lisboa, dizendo que estava por perto para aproveitar a oportunidade, quando na verdade estava a quase 300 quilómetros; e explica como consegue viver perto do Porto, mas trabalhar semanalmente em Lisboa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
John Mendes jantava num restaurante, durante uma atuação de Fernando Rocha. O humorista do Porto perguntou se alguém do público tinha vontade de experimentar fazer rir quem ali estava. Tímido, mas com muita vontade, John Mendes deu um passo em frente e tropeçou mesmo antes de subir a palco pela primeira vez. Quase oito anos depois, o humorista de Barcelos tem já uma grande base de seguidores nas redes sociais. Está de momento em digressão, com o espetáculo de stand-up “Isto não passa na TV”. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica porque não perdeu a esperança no “humor popular”, recorda o período em que conciliava a comédia com dois trabalhos e elogia o público das comunidades portuguesas no estrangeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Adam Rowe esgota teatros e arenas no Reino Unido, mas decidiu vir atuar a Portugal para cerca de 40 pessoas. Natural de Liverpool, começou a fazer stand-up em 2010, com apenas 18 anos. É um dos melhores humoristas emergentes no Reino Unido: já abriu espetáculos para Bill Burr, Shane Gillis e Andrew Schulz. Estreou-se em Portugal a 30 de agosto de 2025, no Worten Mock Fest, dia em que este episódio foi gravado. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, elogia o percurso do humorista e amigo Daniel Sloss, explica porque aceita abrir os espetáculos de humoristas que vendem menos bilhetes do que ele e teoriza sobre a eficácia dos podcasts na criação de público. A conversa neste episódio é feita em inglês.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando a sobrinha a viu a fazer stand-up comedy, foi dizer aos colegas na escola que tinha “ido ver a tia ao circo.” Depois de “Demasiado”, em 2022, Mónica Vale de Gato regressa aos palcos. Nestes últimos anos esteve ocupada: casou, foi mãe, continuou a crescer nas redes sociais, mas garante que continua sem saber preencher o IRS. A humorista, orgulhosamente da Linha de Sintra, está agora em digressão com “Próxima Paragem”, segundo solo de stand-up da carreira. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda os tempos de escola na Linha de Sintra e as amizades com Danilo Pereira, Papillon e Bispo; explica as dificuldades de construir o segundo espetáculo e aborda as dificuldades de produzir um solo de forma independente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conhecemo-la como atriz, chegou a ser apresentadora, despontou a fazer-nos rir. Tanto nos diretos de Bruno Nogueira durante pandemia; no espetáculo “Nem a Ponta do Mindinho”, com Raquel Tillo; na peça “Plim”, com Salvador Martinha e João Maria; como nas participações no “Taskmaster”. Agora pela primeira vez a solo, num formato aproximado a stand-up comedy, Inês Aires Pereira apresenta “Namastê”. Após um período conturbado na vida pessoal e profissional, um retiro espiritual no Brasil despertou a ideia para o espetáculo. Já esgotou por quatro vezes o Coliseu de Lisboa, e outras três o Coliseu do Porto. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica que encontrou um propósito no espetáculo “Namastê”, devido ao “feedback de muitas mulheres”, agradece a ajuda de Salvador Martinha, elogia Gabriela Barros e seleciona o seu painel de concorrentes ideal para uma nova temporada do Taskmaster.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Venezuela é hoje uma sombra do que já foi. No curto prazo, a margem para produzir mais petróleo é limitada. E para crescer vai ter de investir muito. Este episódio teve moderação de João Vieira Pereira, diretor do Expresso, e contou com a participação de João Silvestre, editor executivo do Expresso, e Carlos Gomes da Silva, especialista em energia e ex-CEO da Galp. A edição esteve a cargo de Tomás Delfim e Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Está a chegar o fim do ano, começam a surgir listas de Melhores do Ano, mas a comédia continua a ficar, como habitualmente, de fora. É especialmente estranho num ano em que uma humorista foi a tribunal por uma piada, tivemos o primeiro festival internacional de comédia em Portugal e a stand-up comedy voltou a esgotar arenas pelo país. No Humor À Primeira Vista, elegemos o que para nós foi a melhor comédia nacional nos palcos, no digital, na televisão e os acontecimentos do ano. Também os destaques internacionais, e uma previsão para 2026. Para esta tarefa injusta, Gustavo Carvalho convida Ana Marta Ferreira, produtora de música e artes de palco da RTP, autora do projeto Hiena e grande fã de comédia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Porta dos Fundos regressa em grande a Portugal. De 13 a 18 de dezembro, no Centro Cultural de Belém e no Cinema São Jorge, acontece o “Festival Porta dos Fundos”. Fábio Porchat vai estrear-se no “Portátil”, espetáculo de improviso já familiar aos portugueses, e traz o programa “Que História É Essa, Porchat?” pela primeira vez ao vivo no país. As estreias não ficam por aqui. Também “Não importa”, o podcast de Gregório Duvivier e João Vicente de Castro vai ter episódios ao vivo com vários convidados. No espírito natalício, alguns dos melhores especiais de natal que o coletivo brasileiro tem apresentado ao longo dos anos vão ser exibidos. O produtor Hugo Nóbrega, da H2N, está desde sempre na retaguarda dos espetáculos Porta dos Fundos em Portugal e é um dos responsáveis pela existência deste festival. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda a surpresa do Porchat e companhia quando perceberam que tinham muito sucesso em Portugal, revela como convenceu Gregório Duvivier a estrear “O Céu da Língua” em Portugal e recorda as histórias de tentar trazer humoristas como Dave Chappelle e Louis C.K. ao nosso país.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Sócrates está envolvido em processos judiciais há mais de dez anos. O ex-primeiro-ministro é acusado de crime de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal. Desde 2014 que ouvimos falar da Operação Marquês, que só este ano começou a ser julgada. Entre vários avanços e recuos, já vimos de tudo um pouco acontecer ao longo deste processo. Desde conflitos entre juízes, entregas de pizza em direto, amigos mesmo muito amigos, até a uns meses passados numa prisão em Évora. Cada novo acontecimento deste caso é quase uma caricatura de si próprio. Eis que surge agora um musical que o satiriza: “Sr. Engenheiro — alegadamente um musical” conta a história de um primeiro-ministro que queria muito uma casa em Paris. É a nova criação de Henrique Dias, argumentista, co-autor de “Pôr-do-Sol” e mais recentemente de “FELP”. Apesar de já ter adaptado uns quantos musicais, é a primeira vez que cria um de raíz. O musical estreia no dia das mentiras e é uma grande aposta da produtora UAU para 2026. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, Henrique Dias esclarece porque fez um musical para falar sobre o processo que envolve José Sócrates, explica como passou a gostar de musicais, expõe os medos na criação de “FELP” depois do sucesso de “Pôr-do-Sol” e aborda um caso recente em que viu uma piada sobre o 25 de abril ser censurada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na segunda parte de um episódio especial do Humor À Primeira Vista com Herman José, o humorista conversa com Gustavo Carvalho sobre o caso Anjos vs. Joana Marques, o rol de estrelas que recebia no “Herman SIC” e conta a história de como quase conheceu uma das grandes atrizes de Hollywood. Herman José celebrou, nos últimos tempos, 70 anos de vida, 50 de carreira e 40 do mítico programa “O Tal Canal” e recorda alguns dos casos em que se arrependeu de piadas que contou, e outros em que acabou mesmo por pedir desculpa por as ter dito. Revela ainda se a vontade de destruir objetos com uma caçadeira permanece, como fez na “Roda da Sorte”, e explica porque invadiu o palco do Coliseu de Lisboa para dar um abraço a John Cleese.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos últimos tempos Herman José celebrou 70 anos de vida, 50 anos de carreira e 40 anos do mítico programa “O Tal Canal”. O “25 de abril do humor em Portugal”, como alguns lhe chamam, trouxe a modernidade à comédia no país, muito influenciado por Monty Python. Os sucessos na televisão marcaram o público, que na altura ainda estava a descobrir as cores. Várias são as frases que entraram no vocabulário quotidiano dos portugueses: “eu é mais bolos”, “não havia necessidade”, entre outras. Com o passar do tempo tornaram-se expressões que parece que sempre existiram e ninguém inventou, mas eis o autor: Herman José. Atualmente continua na RTP 1, com o programa “Cá por Casa”, e insiste em subir em palco, mesmo com um ombro fraturado e um tendão de aquiles rebentado, como foi o caso neste mês de junho, na Lourinhã, antes de um concerto. Num episódio especial de duas partes do Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, recorda o “burnout total” que sofreu ao trabalhar diariamente na rádio, critica o humor preguiçoso “que apanha boleia da juventude”, realça a “química” que sentiu ao trabalhar com Vasco Pereira Coutinho, explica a origem do seu instinto de sobrevivência e revela os tempos em que deu explicações “de tudo” e o truque para que os seus alunos tivessem “resultados fantásticos”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Montenegro disse que o PS se vai tornar uma “força política irrelevante”, porque perdeu o chão e não percebe o povo. A verdade é que o eleitorado socialista é o mais velho, sem penetração significativa entre os jovens, e com uma acentuada perda das elites. Enquanto se perspetiva uma derrota nas autárquicas e não se prevê uma vitória nas presidenciais, o que pode fazer José Luís Carneiro para evitar uma erosão irrecuperável? Os comentários são de João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, de Eunice Lourenço, editora de Política, David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Gustavo Carvalho e a ilustração da autoria de Carlos Paes. Sugestões: Podcast de Ezra Kelin, no “The New York Times”, com o conservador Ben Shapiro, sobre o tema “Temos de viver juntos”: Aqui e aqui. Artigo de John Burn-Murdoch no Financial Times com o título “Did the political establishment pave the way for Trump and Farage?”, sobre o estudo Political Representation Gaps and Populism, que sugere que os políticos mainstream abriram caminho para a direita populista. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Faltam 14 mil profissionais ao SNS para que deixem de ser precisos tarefeiros e horas extra, sem prejudicar os serviços. Perante os pagamentos muitos altos e outras desigualdades que criam tensões no sistema público de saúde, o Governo quer agora implementar medidas. A editora de sociedade, Rita Ferreira, explica como — e as dificuldades que pode enfrentar. Este episódio tem a sonoplastia de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O processo judicial conhecido como Tutti-Frutti levou Moedas a tirar todos os acusados no partido das suas listas. Mas, apesar disso e de a direção nacional do partido terem tentado controlar o processo, o presidente da concelhia de Lisboa do PSD conseguiu até reforçar a sua influência. Vítor Matos, jornalista do Expresso, conta como e o que resulta daqui. Este episódio tem sonoplastia de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os casos repetem-se: aldeias cercadas pelas chamas, defendidas apenas pelos seus habitantes, sem a ajuda dos bombeiros. Vítor Andrade é jornalista do Expresso. Tem uma casa e família em Bendada, concelho do Sabugal, para onde vai sempre em agosto, por precaução. Esta semana os fogos voltaram lá e o jornalista acabou, com os seus, a defender a aldeia. Neste Expresso da Manhã conta-nos tudo, na primeira pessoa. Este episódio tem sonoplastia do Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois do Alasca com Putin, foram horas na Casa Branca com Zelensky e vários líderes europeus, os mais poderosos e os amigos de Trump. Pela primeira vez podemos falar de negociações de paz, com o Presidente americano a mediar a conflito. Mas as dúvidas permanecem: podem os aliados confiar no mediador? Vamos, afinal, celebrar uma vitória de Trump? Este episódio tem comentários de Ana França e sonoplastia de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A decisão do Tribunal Constitucional sobre a lei de estrangeiros veio dar razão a várias das dúvidas levantadas pelo Presidente da República, que tinha enviado o diploma para o Palácio Ratton. Pelo meio, Marcelo até tinha admitido não usar o veto político, avisando o Governo de que será julgado pela história. O Tribunal permitiu a Marcelo um veto por inconstitucionalidade e o Presidente já devolveu o diploma ao Parlamento, mas os juízes dividiram-se e com estrondo. A esquerda aplaudiu a decisão. O Governo garante que vai assumir as responsabilidades. Na Comissão Política desta semana, debatemos a estratégia do Presidente, a divisão dos juízes e os efeitos na imagem do Tribunal Constitucional, mas também na alteração da legislação. A moderação é de Eunice Lourenço, editora de política do Expresso, com os comentários de o comissário residente Vítor Matos, o subdiretor de informação da SIC Martim Silva, e o diretor do Expresso, João Vieira Pereira. A ilustração é de Carlos Paes e a sonoplastia é de Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Montenegro diz que o seu Governo é um exemplo de “moderação”, mas encostou à direita na imigração e nacionalidade – ponto de partida para a Comissão Política desta semana, onde também se debate o início de funções de José Luís Carneiro como líder do PS. Na Comissão Política, tentamos ler os primeiros sinais da legislatura com David Dinis, Paula Caeiro Varela e João Pedro Henriques. A moderação é de Eunice Lourenço, a sonoplastia de Gustavo Carvalho e a ilustração com Carlos Paes, com ajuda de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os problemas no INEM voltam à superfície, oito meses depois de Ana Paula Martins ter assumido a tutela do organismo — e sem que a reforma prometida venha à luz do dia. O mesmo acontece com as urgências de obstetrícia da Grande Lisboa. A ministra resistirá? E os doentes? Neste Expresso da Manhã, conversamos com Rita Ferreira, editora de Sociedade do Expresso. A sonoplastia é do Gustavo Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O resultado da Madeira não parece ser transponível para a República, mas há um ponto em comum com as legislativas de maio: a idoneidade do chefe do Governo estará em avaliação. Apesar de todo o dramatismo pré-queda do Governo, no entanto, ainda há uma maioria absoluta de eleitores indecisos, segundo a sondagem ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC. Mesmo assim, o Governo e Luís Montenegro parecem menos penalizados do que as oposições, nomeadamente o PS e Pedro Nuno Santos. O que sairá daqui? Qual será a melhor estratégia? Este episódio da Comissão Polítca conta com os comentários dos jornalista do Expresso Rita Dinis e João Pedro Henriques e da editora de Política, Eunice Lourenço, com a moderação de Vítor Matos. O trabalho de sonoplastia é da responsabilidade de Gustavo Carvalho e a ilustração é da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.