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No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
El músico eumés Luis Blanco será el invitado de esta semana en el programa Músicas de Ferrolterra. Su trayectoria comienza en 1983, cuando, con tan solo cinco años, inicia su aprendizaje musical tocando la flauta dulce bajo la guía de su padre. Dos años más tarde comienza sus estudios de solfeo con el maestro Xosé Paz Fernández, integrándose en el grupo infantil Folerpiñas, con el que participa en varias ediciones del festival Cantareliña. Durante las décadas de los 80 y 90 amplía su formación en solfeo, canto coral y guitarra clásica en el Conservatorio de A Coruña. Tras su paso por Folerpiñas, funda los grupos Los Sinnombre y Tíquets, y forma parte de los coros Sotto Vocce e Intermezzo, con el que gana en 2001 el concurso de villancicos de El Corte Inglés con Noite Fermosa. En 2007 crea el grupo Vagalume, dedicado a actuaciones en eventos, y más tarde estudia piano en la Escuela Charamela de Pontedeume. A partir de 2011 se centra en la composición mediante herramientas digitales, retomando su actividad en directo en 2016 con Los Últimos y, posteriormente, con el proyecto Todo el largo verano, junto a Alberto Amigo. En 2022 ambos forman un dúo para interpretar sus propias composiciones, y desde 2023 Blanco trabaja en su proyecto personal Lublanrey, cuyo disco Insomnio verá la luz próximamente. Actualmente, en 2025, Luis Blanco continúa desarrollando este proyecto, consolidando una carrera marcada por la constancia, la creatividad y una profunda pasión por la música.
El músico eumés Luis Blanco será el invitado de esta semana en el programa Músicas de Ferrolterra. Su trayectoria comienza en 1983, cuando, con tan solo cinco años, inicia su aprendizaje musical tocando la flauta dulce bajo la guía de su padre. Dos años más tarde comienza sus estudios de solfeo con el maestro Xosé Paz Fernández, integrándose en el grupo infantil Folerpiñas, con el que participa en varias ediciones del festival Cantareliña. Durante las décadas de los 80 y 90 amplía su formación en solfeo, canto coral y guitarra clásica en el Conservatorio de A Coruña. Tras su paso por Folerpiñas, funda los grupos Los Sinnombre y Tíquets, y forma parte de los coros Sotto Vocce e Intermezzo, con el que gana en 2001 el concurso de villancicos de El Corte Inglés con Noite Fermosa. En 2007 crea el grupo Vagalume, dedicado a actuaciones en eventos, y más tarde estudia piano en la Escuela Charamela de Pontedeume. A partir de 2011 se centra en la composición mediante herramientas digitales, retomando su actividad en directo en 2016 con Los Últimos y, posteriormente, con el proyecto Todo el largo verano, junto a Alberto Amigo. En 2022 ambos forman un dúo para interpretar sus propias composiciones, y desde 2023 Blanco trabaja en su proyecto personal Lublanrey, cuyo disco Insomnio verá la luz próximamente. Actualmente, en 2025, Luis Blanco continúa desarrollando este proyecto, consolidando una carrera marcada por la constancia, la creatividad y una profunda pasión por la música.
El músico eumés Luis Blanco será el invitado de esta semana en el programa Músicas de Ferrolterra. Su trayectoria comienza en 1983, cuando, con tan solo cinco años, inicia su aprendizaje musical tocando la flauta dulce bajo la guía de su padre. Dos años más tarde comienza sus estudios de solfeo con el maestro Xosé Paz Fernández, integrándose en el grupo infantil Folerpiñas, con el que participa en varias ediciones del festival Cantareliña. Durante las décadas de los 80 y 90 amplía su formación en solfeo, canto coral y guitarra clásica en el Conservatorio de A Coruña. Tras su paso por Folerpiñas, funda los grupos Los Sinnombre y Tíquets, y forma parte de los coros Sotto Vocce e Intermezzo, con el que gana en 2001 el concurso de villancicos de El Corte Inglés con Noite Fermosa. En 2007 crea el grupo Vagalume, dedicado a actuaciones en eventos, y más tarde estudia piano en la Escuela Charamela de Pontedeume. A partir de 2011 se centra en la composición mediante herramientas digitales, retomando su actividad en directo en 2016 con Los Últimos y, posteriormente, con el proyecto Todo el largo verano, junto a Alberto Amigo. En 2022 ambos forman un dúo para interpretar sus propias composiciones, y desde 2023 Blanco trabaja en su proyecto personal Lublanrey, cuyo disco Insomnio verá la luz próximamente. Actualmente, en 2025, Luis Blanco continúa desarrollando este proyecto, consolidando una carrera marcada por la constancia, la creatividad y una profunda pasión por la música.
El músico eumés Luis Blanco será el invitado de esta semana en el programa Músicas de Ferrolterra. Su trayectoria comienza en 1983, cuando, con tan solo cinco años, inicia su aprendizaje musical tocando la flauta dulce bajo la guía de su padre. Dos años más tarde comienza sus estudios de solfeo con el maestro Xosé Paz Fernández, integrándose en el grupo infantil Folerpiñas, con el que participa en varias ediciones del festival Cantareliña. Durante las décadas de los 80 y 90 amplía su formación en solfeo, canto coral y guitarra clásica en el Conservatorio de A Coruña. Tras su paso por Folerpiñas, funda los grupos Los Sinnombre y Tíquets, y forma parte de los coros Sotto Vocce e Intermezzo, con el que gana en 2001 el concurso de villancicos de El Corte Inglés con Noite Fermosa. En 2007 crea el grupo Vagalume, dedicado a actuaciones en eventos, y más tarde estudia piano en la Escuela Charamela de Pontedeume. A partir de 2011 se centra en la composición mediante herramientas digitales, retomando su actividad en directo en 2016 con Los Últimos y, posteriormente, con el proyecto Todo el largo verano, junto a Alberto Amigo. En 2022 ambos forman un dúo para interpretar sus propias composiciones, y desde 2023 Blanco trabaja en su proyecto personal Lublanrey, cuyo disco Insomnio verá la luz próximamente. Actualmente, en 2025, Luis Blanco continúa desarrollando este proyecto, consolidando una carrera marcada por la constancia, la creatividad y una profunda pasión por la música.
El músico de Pontedeume Luis Blanco será el invitado de esta semana en el programa Músicas e Ferrolterra. Su trayectoria comienza en 1983, cuando, con tan solo cinco años, inicia su aprendizaje musical tocando la flauta dulce bajo la guía de su padre. Dos años más tarde comienza sus estudios de solfeo con el maestro Xosé Paz Fernández, integrándose en el grupo infantil Folerpiñas, con el que participa en varias ediciones del festival Cantareliña. Durante las décadas de los 80 y 90 amplía su formación en solfeo, canto coral y guitarra clásica en el Conservatorio de A Coruña. Tras su paso por Folerpiñas, funda los grupos Los Sinnombre y Tíquets, y forma parte de los coros Sotto Vocce e Intermezzo, con el que gana en 2001 el concurso de villancicos de El Corte Inglés con Noite Fermosa. En 2007 crea el grupo Vagalume, dedicado a actuaciones en eventos, y más tarde estudia piano en la Escuela Charamela de Pontedeume. A partir de 2011 se centra en la composición mediante herramientas digitales, retomando su actividad en directo en 2016 con Los Últimos y, posteriormente, con el proyecto Todo el largo verano, junto a Alberto Amigo. En 2022 ambos forman un dúo para interpretar sus propias composiciones, y desde 2023 Blanco trabaja en su proyecto personal Lublanrey, cuyo disco Insomnio verá la luz próximamente. Actualmente, en 2025, Luis Blanco continúa desarrollando este proyecto, consolidando una carrera marcada por la constancia, la creatividad y una profunda pasión por la música.
HOY POR HOY Vigo & Baixo Miño especial DEPORTE DE VIGO desde Balaidos.Programa especial desde el exterior de la grada de Tribuna del estadio de Balaídos para hablar del deporte local y su trabajo con la base. Entrevistamos a Bea Fernández (Patín Vagalume), Gustavo Falque (Coruxo FC), David Posada (Correndo por Vigo), Sergio González (CB Seis do Nadal), Javier Abalde (Balonmano Lavadores) y Paula García (Maniotas Gimnasia Rítmica). Con el alcalde Abel Caballero hablamos de Vigo como sede del Mundial 2030 y de la reforma de Balaídos.
No episódio de hoje, vamos contar a história de uma das mais importantes coleções editoriais brasileiras, que mudou a forma como uma (ou mais) gerações de leitores fosse formada no Brasil. Venha ouvir e conhecer!Patrocinador: drinko
O Autores e Livros Dose Extra desta semana presta uma homenagem ao escritor paulista Marcos Rey, pelo centenário de seu nascimento. No programa, Anderson Mendanha e Ana Beatriz Santos conversam sobre a história do autor, sua participação na Coleção Vaga-Lume e sobre seus principais livros. Marcos Rey, pseudônimo de Edmundo Donato, nasceu em São Paulo, cidade que serviu de cenário para os seus contos e romances, em 1925. Estreou em 1953, com a novela Um Gato no Triângulo. Sete anos depois, publicou o romance Café na Cama, um dos best-sellers dos anos 60. Depois, vieram Entre sem Bater, O Enterro da Cafetina, Memórias de um Gigolô, O Último Mamífero do Martinelli e muitos outros. Autor de uma vasta produção de obras literárias e audiovisuais, Rey assumiu o ofício de escrever o tempo todo, passando a viver de seus textos e criações. Destacou-se pela qualidade de seus contos e romances de realismo urbano, captando e recriando a atmosfera da grande cidade e de seus personagens, incluindo a aristocracia, a classe média e a vida noturna.
Se você é fãda icônica série Vaga-Lume ou está curioso para conhecer esses clássicos daliteratura juvenil brasileira, esta playlist é para você! Aqui, mergulhamos emresenhas detalhadas de cada livro, explorando os enredos cativantes, ospersonagens inesquecíveis e as lições que marcaram gerações. De "A IlhaPerdida" a "O Escaravelho do Diabo", revisitamos essas históriasque continuam encantando leitores de todas as idades. Prepare-se para relembrarou descobrir o que faz da série Vaga-Lume um tesouro da nossa literatura!
Release Yourself with world renowned DJ, Producer, Radio and Podcast host Roger Sanchez. More Roger Sanchez on http://rogersanchez.com Roger Sanchez Live In The Mix from Vagalume, Tulum, Mexico*Please note this show may contains curse words and offensive language*
Uma das minhas lembranças de infância favoritas: toda semana, minha mãe me levava numa livraria e eu ganhava um dos títulos da série Vaga Lume. Eram livros gostosos de ler, coloridos, com ilustrações, muita ação e personagens interessantes... Coisa perfeita para aquela época em que não havia um décimo das opções de lazer disponíveis para as crianças de hoje em dia. Bateu saudade dessa época e eu fui pesquisar mais sobre a coleção: quando surgiu, quantos exemplares vendeu, o que fez ela virar um sucesso, como escolhiam os autores... E reuni tudo aqui, pra você matar a saudade e entender um pouco mais sobre esse fenômeno que movimentou gerações. ======================= APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho. Use o cupom ALVINO, na evino, ganhe 10% de desconto nas suas compras e ajude o APRENDA EM 5 MINUTOS a se manter no ar Edição dos episódios em vídeo: André Glasner http://instagram.com/andreglasner Direção de arte: Dorien Barretto https://www.instagram.com/dorienbarretto66/ Fotografia: Daniela Toviansky https://www.instagram.com/dtoviansky/ Narração da vinheta: Mônica Marli https://www.instagram.com/monicamarli/ Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendavideocast http://instagram.com/alvaroleme Comercial e parcerias: contato@alvaroleme.com.br ================ Quer saber mais? Confira as fontes que consultei para elaborar o roteiro deste episódio! - Quem é Jiro Takahashi, criador das coleções Vaga-Lume e Para Gostar de Ler Por Laura Mattos, Folha de S. Paulo - Jiro Takahashi, o editor que criou a Coleção Vaga-Lume e transformou a leitura no Brasil Por Ademir Luiz e Carlos Augusto Silva, Revista Bula - Série Vaga-Lume: os 50 anos da coleção que estimulou prazer da leitura em milhões de jovens Por André Bernardo, BBC
Welcome to a new CHUS episode, recorded live at Vagalume in Tulum during the "Slave To The Rhythm" show. CHUS is playing all our latest releases from Stereo and Redolent Music. Don't miss these bombs—showtime!
Jiro Takahashi é um dos maiores nomes da história do mercado editorial brasileiro. Já faz quase 60 anos que Jiro se dedica à edição de livros. Nessas décadas, passou por editoras como Ática, Nova Fronteira, Ediouro, Editora do Brasil e Global, além de ter sido um dos fundadores da Estação Liberdade. Muita gente fundamental na literatura brasileira passou pelas suas mãos. Clarice Lispector e Carlos Drummond de Andrade, por exemplo. Murilo Rubião, um dos meus favoritos, foi revelado num dos muitos trabalhos de Jiro. Ele fala sobre o peculiar autor de “O Pirotécnico Zacarias” no papo a seguir. Jiro costuma ser lembrado sobretudo pelas coleções que ajudou a criar. Ele é uma das cabeças por trás de tesouros da história literária brasileira, como a Nosso Tempo, a Para Gostar de Ler e sobretudo a Coleção Vaga-Lume. Sim, também conversamos sobre bastidores dessa série de livros pensados para jovens que até hoje mexe com as melhores lembranças de muitos leitores. No começo de maio, Jiro Takahashi recebeu o troféu Contribuição ao Mercado Editorial do Prêmio PublishNews. É mais um reconhecimento pela admirável carreira. O papel de um editor, os caminhos para a formação dos leitores e alguns dos livros fundamentais da vida de Jiro também foram assuntos da nossa conversa. * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ **A foto de Jiro usada na arte do podcast foi feita por Jedson Santos para o Publishnews
“Pequenos textos, contos, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…”
Enjoy this week's episode with LINDA ROMANAZZI. L Ι Ν D Λ R O M Λ Ν Λ Ζ Ζ Ι is a nomadic DJ and producer who expresses herself through sound and tells the story of her life through beats in all forms. She has been collecting music for over two decades from every corner of the world she has traveled that she is now incorporating in her creative DJ sets. Linda can count 20+ years as a DJ first in her native Stockholm and later in Paris that was her home for 13 years while playing at the capitals clubs and events such as Hôtel Costes, Le Baron, Favst, Raspoutine and Le Carmen. Parallel she developed nightlife concepts and worked in PR and events. Linda is since 2019 the music curator and resident DJ of bohemian resort Boho Club Marbella where she has been in charge of creating the musical identity, sound design & DJ bookings. She released her EP the Beginning Of eternity with Cafe De Anatolia in June 2023 and is currently working on a new EP to be released soon among with 4 singles together with Walther music on the label Music for dreams. She also held a residency at Coya Marbella the whole season of 2023 and has held prestigious DJ residencies for over two decades in: Tulum, Ibiza, Marbella, Paris and Stockholm, sharing the decks with; Elif, Unders, The Soul Brothers, Oveous, Eli Fola, J Pool, Lemurian, D'Witches, MoM & Alvaro Suarez to name a few. Linda is also a regular in Ibiza and has been coming to the island since 2010, She played at Sunset Ashram every season since 2018 and she did the closing together with The legendary Bahramji in 2020. She also regularly plays at places like IT Ibiza and Vybe club. Since 2019 she is dividing her time between Tulum and Spain playing and headlining all main venues such as: Soulful festival Tulum, Tulum Crypto Fest, Music Under The Stars New Years edition with Pourangi, Ten Ibiza, Vagalume, IT Tulum, Gitano Beach & Gitano, Sunset Ashram (Ibiza) or Boho Experience with Camilo Franco. After three very successful seasons in Tulum headlining both Tulum Crypto fest and Ekumal Eko Fair 2023 she has been one of Tulum's most booked DJ's in her genre, she is going back for a forth season in Tulum which is already fully booked and with an exciting new residency once a week at Selina's downtown Tulum. Linda plays a perfect blend of electronic music merging sounds of organic & deep house with layers of melodic, afro house, electronica and indie dance. Her sets are a journey from mystical, feminine to uptempo & clubby, always with high vibrations to elevate and move you from deep inside. Enjoy this Afro Melodic Journey with LINDA ROMANAZZI including Alain Fanegas, Iban Mendoza- Moon River on Redolent! 01. Anja (BE), Samm (BE) - Does It Matter (Anja Remix) 02. Lazarusman, Hyenah - Not Enough 03. Nina Kraviz - Tarde (Meloko & Utli Remix) 04. IGGGY - Take a Request? 05. Adam Ten - Spring Girl 06. Inamo - La Llama feat.Nina Indigo 07. Karma Fields, Kah-loh, Associanu - It Girl (Doorly Remix) 08. Evan Mars -Sababah 09. Alain Fanegas, Iban Mendoza - Moon River [Redolent] 10. Greenage - Dirty Talk 11. Linda Romanazzi - In this Lifetime This show is syndicated & distributed exclusively by Syndicast. If you are a radio station interested in airing the show or would like to distribute your podcast / radio show please register here: https://syndicast.co.uk/distribution/registration
Você vai assistir uma fábula contada pelo Pastor @Juanribe Pagliarin que tem uma grande moral ao final. Junte sua família e assista a história do Vaga-lume e a serpente! É só acessar pelo seu app de podcast. Redes Sociais de Juanribe Pagliarin: ➡️Instagram: https://www.instagram.com/juanribe/ ➡️Facebook: https://www.facebook.com/juanribe ➡️Twitter: https://twitter.com/juanribe ➡️Youtube: https://www.youtube.com/juanribe ➡️TikTok: https://www.tiktok.com/tag/juanribe ➡️Podcast: https://anchor.fm/juanribe-pagliarin .
Já parou pra pensar sobre quanto tempo você já gastou usando o celular? É até provável que você esteja olhando pra sua tela agora mesmo. Fato é que os smartphones se tornaram um item indispensável na rotina da maioria das pessoas. Mas até que ponto a tecnologia deixa de ser um benefício e passa a trazer prejuízos para a saúde, tanto mental quanto física. Já percebeu o quanto nós dependemos do celular? No episódio de hoje vamos conversar um pouco como essa dependência dos smartphones pode, não só afetar nossa saúde de diversas formas, mas também influenciar direta ou indiretamente a forma como nos relacionamos com outras pessoas. Roteiro, locução e edição por Marcos Andrade.Coordenadoria técnica por Roque Bezerra e Peter Lobo. Colaboração de monitoria por Vinícius Graton. E orientação do professor Áureo Mafra de Moraes. As músicas e os áudios de terceiros desse programa foram utilizados para fins exclusivamente educacionais e sem nenhum intuito lucrativo.
El gran autor leonés vuelve al género de la narrativa ocho años después...
El gran autor leonés vuelve al género de la narrativa ocho años después...
Submit your track, mix for repost or premiere? ➩promo@8day.ca Stream our Playlist on Spotify: bit.ly/8daymtl ♩ ♪ ♫ ∞ ♥ Download this mix for free here:
Uma linda mensagem de vida do padre Dirceu Reis - 05/09/2023
Vagalume, Llamazares El viento conoce mi nombre, Allende --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/on-air-ediciones/message
“Una reflexión sobre la pasión de escribir en un envoltorio de novela de suspense y sobre la vida secreta que todos tenemos.”
Volvemos a la Feria del Libro de Madrid a pocas horas del término de la 82 edición para charlar con Julio Llamazares, que nos presenta Vagalume (Ed. Alfaguara), su nueva novela, en la que reflexiona sobre los motivos que empujan a escribir a partir de la peripecia de un autor que lo hace en secreto. Luego Javier Lostalé nos sugiere un puñado de lecturas que incluye a una debutante furiosa, a un "raro insólito", a un autor joven pero sobradamente preparado y a una clásica en un registro diferente al que nos tiene acostumbrados. En la sección de Ignacio Elguero hablamos de los retos a los que se enfrentan los editores independientes con José María Arizcun, fundador de la editorial y de la librería Miraguano, que lleva cuarenta años al pie del cañón y acaba de ser galardonado con el Premio de Honor a la Bibliodiversidad. Y terminamos en compañía de Mariano Peyrou, que nos recomienda un puñado de escrituras excéntricas: Todos los pájaros que vimos (Ed. Eolas), el primer poemario de la argentina Tes Nehuén, Retrato de mi doble (Ed Siruela), novela del malogrado escritor búlgaro Georgi Márkov, Los sin hueso (Ed. Cuadernos del vigía), libro de aforismos de Andrea López Montero, y Voy a salir por la ventana (Ed. Hojas de hierba), antología poética del casi desconocido escritor beat Harold Norse. Todo esto aderezado con las prescripciones lectoras de algunos de los libreros que han participado en esta Feria del Libro de Madrid. Escuchar audio
[Literatura Brasileira] Resenha do livro "O invasor", de Marçal Aquino. O texto escrito está nesse link. Você se lembra da coleção Vagalume, e do livro "Os meninos da rua Quinze"? E do incrível filme "O cheiro do Ralo", com Selton Melo? Pois tem dedo do Marçal Aquino nessas e em muitas outras obras. Essa novela é tudo o que você precisa para ler nas férias: uma história curta, mas intensa, cheia de emoções e reviravoltas. Vai que eu garanto! Se quiser comprar o livro, clique aqui. Lembrando que você pode ouvir todos os episódios, fazer comentários e comprar o livro nesse link: www.minhaestantecolorida.com
¡Este es un episodio de pura inspiración, motivación ejemplo y aprendizajes! Aquí no hay teoría, pero si muchos recorridos en la vida de Ruben Vagalume que trae muchos aprendizajes e inspiración. Hablamos de la vida real y la importancia de tener una dirección, el mindset correcto, la disciplina adecuada la gratitud y la capacidad de dar como filosofías dé vida. Vagalume es un emprendedor innato una personota con el corazón más grande del mundo que si bien no nació en una familia privilegiada, es una de esas personas que logro usar las dificultades a su favor para ser la persona que es hoy en día. Espero que este episodio te inspire tanto que cree un impacto en tú vida. Si quieres seguir a vagalume para seguir inspirándote lo puedes hacer en Instagram: @rubenvagalume Tiktok: @rubenvagalume Y si quieres seguir al tanto de otros episodios como también contenido de valor que te puede ayudar en tú proceso de transformación y conexión sígueme en: Instagram: https://www.instagram.com/valedery/ YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCXqa... Tiktok: @valedery111 --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/de-mente/message Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/de-mente/support
A la cuarta va la vencida: primera pista de la segunda palabra. Cuestión de piel con Ana Molina. Gastronomía con Pedro Subijana. Entrevista a Julio Llamazares que presenta el libro “Vagalume” Escuchar audio
Julio Llamazares, guionista de cine y escritor de títulos como 'La lluvia amarilla' o 'El rio del olvido' no puede dejar de crear y nos trae su nueva obra ''Vagalume' que en gallego significa luciernaga y si las luciernagas dan luz según el autor «Un escritor es una luz en la noche» . En la novela nos encontraremos una historia sobre las tres vidas que todos tenemos: la pública, la privada y la secreta. Escuchar audio
Recorded at Animo Opening at Vagalume Tulum on 22nd of January 2023 Subscribe to listen to Techno music, Tech House music, Deep House, Acid Techno, and Minimal Techno for FREE.
Nesta edição, o palestrante de vendas Diego Maia compartilha seu ponto de vista sobre comportamento dentro da empresa.COMPARTILHE este episódio com sua equipe comercial!*****O Bóra Voar com Diego Maia é um dos primeiros podcasts do Brasil: está no ar diariamente desde 2009 em diversas emissoras de rádio.Diego Maia é o palestrante motivacional de vendas mais contratado do Brasil.Considerado um dos 10 melhores palestrantes de vendas do país, Diego Maia é escritor, empresário, Ceo do Grupo CDPV e investidor. O podcast BóraVoar é um oferecimento de:Rio Othon Palace: hospede-se em um cartão postalAcademia de Vendas: a elite das vendas se encontra aqui. V3 Rental: incríveis casas de férias no Rio de Janeiro e em Búzios. Você pode se interessar por estes conteúdos:As 10 Palestras do Diego Maia mais contratadas pelas empresas As 21 melhores frases motivacionais do Diego MaiaOs 10 palestrantes de vendas mais famosos no Brasil e no MundoPalestra motivacional de vendas: o que é e como funcionaOs 10 melhores podcasts de vendasDiego Maia, palestrante de vendas.
Avidor is a team of a Danish lady, Daniella Bjarnhof, and a Mexican man, Sergio Aradya Avila, combining our melodic, progressive, beautiful sounds in the music they create. They have performed separately at festivals such as ADE, Atmosphere, Vision Quest, Sun Reload, Fantastic, Sould Tech, Dream, Selenic Soul Fest, Vagalume, Bonbonniere, Berlin Love Parade, Omega Festival, Tale of Sun, World Pride, etc. They have performed separately with artist like Boris Brejcha, Sebastian Leger, Pan-Pot, Edu Imbernon, Matador, Township Rebellion, Rodriguez Jr., Lily Palmer, Nakadia, Rafael Cerato, Joachim Pastor, Colessio, Marco Faraone, Hidden Empire, Elif, Citizen Kain, Miss Melera, Olivier Weiter, Animal Picnic, Dizharmonia, ENAI, 19:26, Browncoat and more! 2022 they performed at different venues all around Mexico City and since working from each part of the world produced music that is now released and unreleased on UV Noir, Freegrant Music, Mir Music, Polyptych, and now FSOE. Their tracks are played over 30.000 times on spotify and featured in the biggest progressive house and trance channels and podcasts all over the world from Aly & FIla FSOE radio to Cosmic Gate and Rauschhaus. Avidor links: https://open.spotify.com/artist/4dp7tM3qvhLoBHTXUaoxAY?si=CZub4dWNQdmQF_ZtNMxSJA&nd=1 https://www.instagram.com/avidor_music/ https://soundcloud.com/avidormusic https://www.youtube.com/channel/UCm4yJnBVQOpzQKWOf7EFyZw Daniella Bjarnhof lInks: www.soundcloud.com/daniellabjarnhof www.instagram.com/daniellabjarnhof_music https://www.youtube.com/channel/UCm4yJnBVQOpzQKWOf7EFyZw https://open.spotify.com/artist/6xZWiDt1cixnA3Z73jI6F9 Sergio Avila Links: https://open.spotify.com/artist/0hHZLn8gmStQN6paocjWvw https://soundcloud.com/sergioaavil
Resultado de um rico processo de participação e pressão social, em especial das bibliotecas comunitárias das periferias de São Paulo, em 2015, foi sancionada a Lei 16.333 que institui o PMLLLB de São Paulo. Um dos méritos do plano foi a criação do conselho municipal composto por integrantes da sociedade civil e por representantes do poder público que fiscaliza, promove discussões e articula demandas regionais e setoriais. O amplo envolvimento da sociedade civil na construção do plano é esmiuçado na dissertação: “Política pública de leitura e participação social: o processo de construção do plano de São Paulo”, de Ricardo Queiroz (2016). Contudo, passados quase sete anos, sua implementação é um desafio. A maior cidade do país ainda não conseguiu garantir em seu orçamento anual os recursos necessários para tirar a proposta do papel. Os desafios para tornar o plano uma realidade em todo o território nacional, pela necessária retomada da Política Nacional de Leitura e Escrita – PNLE, são discutidos por José Castilho, Julia Santos e Ricardo Queiroz, em um potente bate-papo com Márcia Licá e Viviane Peixoto. Confira! PARTICIPAÇÃO: Ricardo Queiroz, bibliotecário pela FESPSP e mestre em Ciência da Informação e Documentação pela USP. Atualmente, é funcionário estatutário da Prefeitura de São Bernardo do Campo e professor na pós-graduação do Instituto Vera Cruz. Tem experiência na área de Educação e Cultura, com ênfase em políticas públicas, gestão e mediação cultural e da informação José Castilho, doutor em Filosofia e professor aposentado da FCL-Unesp, dirigiu a Editora Unesp por 27 anos, foi presidente da Associação Brasileira de Editoras Universitárias e da Asociación de Editoriales Universitarias de América Latina y el Caribe em três mandatos. Foi diretor geral da Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo e secretário executivo do PNLL (MinC e MEC) de 2006-2011 e 2013-2016. Integrante da Rede LEQT. Julia Santos, bibliotecária, gestora cultural e mediadora de leitura na Biblioteca Comunitária Espaço Jovem Alexandre Araújo Chaves. Integra a RNBC e a Rede LiteraSampa. Foi conselheira do PMLLLB de São Paulo no biênio 2020-2021. Integrante da Rede LEQT. APRESENTAÇÃO: Viviane Peixoto, co-Idealizadora e Mediadora de Leitura da B. C. do Arvoredo, em Porto Alegre, articuladora da rede Beabah, integrante do Grupo de Trabalho de Incidência em Políticas Públicas da RNBC e Beabah. Formadora do Programa Entre-Redes. Integrante da Coalizão Direitos Valem Mais. Márcia Licá, tocantinense, pedagoda e pós-graduada em literatura crítica para crianças e jovens. Atua há mais de 20 anos na área da educação e no engajamento comunitário. É pesquisadora e ativista do livro, leitura literária, formação de mediadores e bibliotecas comunitárias. Coordena a produz conteúdo na Associação Vaga Lume. É cofundadora da Coletiva. Integrante da Rede LEQT. MAIS INFORMAÇÕES: Conheça a situação dos planos do livro e da leitura no país no Mapeamento feito pela Rede LEQT em 2020. CRÉDITOS: Apresentação: Márcia Licá e Viviane Peixoto. Direção e Produção: Gabriel Razo, Val Rocha, Elis Fernandes e Clarissa Roberta, Neide Almeida e GTs Comunicação e Territórios. REALIZAÇÃO: Rede LEQT, Vozes Daqui de Parelheiros, IBEAC e CPDC. APOIO GIFE
Nossa host Sally entrevistou, o escritor e roteirista, mestre em literatura brasileira e vencedor de dois prêmios Jabuti! Luiz Antônio Aguiar. Que é um dos criadores da Coleção Vagalume e participou na produção de vários quadrinhos que incentivaram a leitura de clássicos brasileiros que se comprovam ainda muito atuais dentro nosso tempo, aproveitem e Feliz dia das crianças. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/entre-sumarios/message
Estamos fazendo a leitura do Livro Espiritismo para crianças - estórias com fulcro no envolvimento amoroso de Jesus e também para o crescimento moral e intelectual de nossas crianças. Este livro, Espiritismo para crianças, contem estórias ditadas por espíritos amigos psicografas por Célia Xavier Camargo, compilado por Clarice Delongue Carreira e traz o conhecimento moral, evangelizador, uma mensagem cristã, que visa o despertar da consciência e dos corações infantis. Agradecemos a sua presença e esperamos que você tenha gostado. Então, se você gostou, mande um alô nas nossas redes sociais, do facebook e instagram com o nome celppiceli Visite nosso site www.celp-picelli.com.br Quer nos doar um cafezinho? Faz um PIX 37.965.614/0001-18
Na estorinha do dia 22 de Agosto, Glaydson Botelho conta a estória "A Serpente E Vagalume?". Acesse aqui o conteúdo completo! Mirante fm, toda nossa!!!
A PARTIR DE HOJE, AS HISTORINHAS FARÃO PARTE DE UM PODCAST NOVO...SOMENTE PARA CRIANÇAS - CELP PICELLI KID´S Estamos fazendo a leitura do Livro Espiritismo para crianças - estórias com fulcro no envolvimento amoroso de Jesus e também para o crescimento moral e intelectual de nossas crianças. Este livro, Espiritismo para crianças, contem estórias ditadas por espíritos amigos psicografas por Célia Xavier Camargo, compilado por Clarice Delongue Carreira e traz o conhecimento moral, evangelizador, uma mensagem cristã, que visa o despertar da consciência e dos corações infantis. Agradecemos a sua presença e esperamos que você tenha gostado. Então, se você gostou, mande um alô nas nossas redes sociais, do facebook e instagram com o nome celppiceli Visite nosso site www.celp-picelli.com.br Quer nos doar um cafezinho? Faz um PIX 37.965.614/0001-18
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FreedomB (https://soundcloud.com/freedomb) [at] Vagalume Tulum [ Live - Special ] © artwork by Jim aka Bock&Fuchs ➲ contact ✉ info@bockundfuchs.com So heute Morgen war der alljährliche Bodenfrost im Februar, gefolgt von schöner Frühlingssonne. Passende Musik gibts direkt aus Mexiko von FreedomB. --- Schön sonnengetränkter Sound mit Disco, Funk und House Anleihen. Macht definitiv Spaß und große Lust auf den Sommer. Danke für diesen Mitschnitt. ____________________________ Anbei noch ein kleiner Beitrag von FreedomB: Was sind deine musikalischen Einflüsse? Was ist dein musikalischer Hintergrund? Disco, Funky & House Musik. Ich habe nie Musik studiert. Ich habe auch keine Ahnung von Musiktheorie. Leidenschaft und Geschmack für gute Musik wären die Zutaten für mein Menu. Was macht deiner Meinung nach eine gute Afterhour aus? In einem einzigen Satz: HOUSE MUSIC ALL LIFE LONG. Welche Gedanken magst du uns zu deinem Mix mit auf den Weg geben? Ich wollte die Wärme und die tropische Atmosphäre von Tulum zu all den Menschen bringen, die in Europa leider nicht in die Clubs gehen können und wegen des Winters ein bisschen traurig sind. Zum Rhythmus der HOUSE MUSIC ein bisschen Freude und Lächeln zu verbreiten. Bei Mitschnitten von Gigs: Wie hast du den Gig empfunden? Es war eine gute Erfahrung, der Ort ist fantastisch und obwohl nicht viele Leute da waren, weil am Tag zuvor eine sehr wichtige Veranstaltung in Tulum stattfand, der Circo Loco, waren meine Freunde da und das war für mich mehr als genug. --------------------------------------------------------------- ✘ FreedomB (Hottrax / Knee Deep In Sound / Sola / Repopulate Mars / Toolroom -// Berlin) SC - https://soundcloud.com/freedomb Insta - https://www.instagram.com/freedom_b_/
Imaginem um besouro se transformando em um vagalume para poder anunciar: Uma Criança do Céu veio a Terra.
Melodic & Organic House Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Muitas vezes, desejamos dividir com pessoas que estão à nossa volta nossas conquistas. Mas será que isto é sábio? Ouça este podcast “O Vagalume e a Serpente”, contada pelo idealizador do Ministério dos Pregadores do Telhado, Pastor Juanribe Pagliarin, e descubra a resposta a esta pergunta. Compartilhe esta mensagem com seus amigos e conhecidos!!!
Neste programa, Giselle Camargo conversa com Jiro Takahashi, criador da coleção Vaga-lume, que é mestre em Linguística - Semiótica. Jiro é um dos nomes mais importantes da história editorial brasileira, acumulando 50 anos de atuação em várias editoras do país.
Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume. Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.
Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vagalume. Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.
EU CONFUNDI UM VAGA-LUME COM UM ACIDENTE DE AVIÃO foi escrito por Vinicius Mahier e publicado pela Macondo Edições em 2021 ✷ este é um programa de literatura com poesia e trechos de livros. são recomendações sucintas e breves exemplares da literatura contemporânea. escrito, apresentado e editado por andre aguiar. uma produção Leituras.org — mais resenhas: http://www.leituras.org — siga: http://instagram.com/leiturasorg — contato: andre@leituras.org
Neste episódio, o professor Rony Leal fala sobre uma das mais deliciosas narrativas policiais juvenis escritas no Brasil. "O Mistério do Cinco Estrelas", de Marcos Rey, arrebata uma multidão de leitores até hoje porque é inteligente, perspicaz e lança observações argutas acerca de problemas sociais que ainda hoje assolam a sociedade. Na conversa, também falamos um pouco sobre o mercado editorial brasileiro e a célebre Coleção Vaga-Lume. Tem muito mais aqui nesse episódio do Mil e Uma! Mil e Uma histórias, Mil e Uma linguagens!
O Coletive Som completa um ano de vida e para comemorar um ano de existência trazemos uma figura querida e importante para a cultura de Gravataí/RS, um homem a serviço da Cultura: Sandro Ferreira. Sandro nasceu em Porto Alegre nos anos 70 e como gosta de salientar é um representante da geração X segundo Zygmunt Bauman . Mora em Gravataí há 30 anos, apaixonado por quadrinhos se alfabetizou nas páginas de gibis. Por influência do pai começou a ler Tex e Zagor, depois na escola por influência dos professores conheceu a saudosa Coleção Vaga Lume da Editora Ática, depois foi um pulo para Júlio Verne, Isaac Asimov e Érico Veríssimo entre outros. Trabalhou durante anos na iniciativa privada, formou-se em Língua Portuguesa e desde 2015 é servidor público na cidade de Gravataí, atuando na Biblioteca Pública Municipal Monteiro Lobato de Gravataí . Venha comemora um ano de Coletive Som escutando o Sandro e depois de uma passadinha na Biblioteca para pegar um bom livro. Apresentação: Patrícia Maciel e Luciano Xaba Roteiro: Jorginho e Patrícia Maciel Edição: Luciano Xaba Poesia: Walter Sete lida por Daniel Souza Arte da capa: Jorginho Produção Artística; Jorginho Produção: ColetiveArts e Oldie Nerd Operador Técnico: Jéssica Miranda Galeria de Arte : Exposição Percursos Traçados Vídeo do Coletive: Apelidado Tio Isa
Yoshitoshi Radio, the new radio show from Sharam, puts a strong emphasis on Yoshitoshi, the label that Sharam has helmed for over twenty years and which to this day operates on the cutting edge of dance music. Comprised of live DJ sets, studio mixes, and guest mixes from Yoshitoshi artists, the program serves up underground house and techno mixes packed to the brim with promos, exclusive material, and world premieres. You heard it first on Yoshitoshi Radio. Sharam - Live at Vagalume Tulum
Neste episódio, conversamos com Hugo Camarate, idealizador do bloco carnavalesco "Vagalume o verde", que completou 15 anos. Como sabemos, não tivemos o carnaval no Brasil por motivos óbvios, pois estamos atravessando uma pandemia mundial do Covid-19 desde 2020. Hugo falou sobre a sua relação com o carnaval e sobre o surgimento do bloco que tem em sua origem a questão da sustentabilidade e a defesa do defesa do meio ambiente. O bloco, ainda, celebra a relação com a comunidade do Horto no Jardim Botânico e a sua ascenstralidade. Confira!
Lembra da Coleção Vaga Lume? E das histórias dos Irmãos Encrenca? Os Iconoclastas abrem o baú da memória e conversam sobre os livros que fizeram nossa vontade de ler e conhecer o mundo. Nos interlúdios musicais, Daft Punk. Corre lá! --- Support this podcast: https://anchor.fm/iconoclastas-podcast/support
[Cult] A Série Vaga Lume é uma coleção de livros brasileiros voltada para o público infanto-juvenil, lançada pela Editora Ática. Ao longo do tempo sofreu alterações no formato. Suas capas eram clássicas e marcaram época. E se você quiser dar sua sugestão de tema para os próximos podcast, envie uma mensagem para mim no meu Telegram @valcirperes. Agora aperte o play. The "Vaga Lume" Series is a collection of Brazilian books aimed at children and adolescents, launched by Editora Ática. Over time it has undergone changes in format. Their covers were classic and marked an era. And if you want to give your suggestion for the next podcast, send me a message on my Telegram @valcirperes. Now press play.
Os invejosos são como sapos e os Vagalumes
FALA NERDAIADA! HOJE VOCÊ VAI CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE O VAGALULE. NOSSO CANAL DO YOUTUBE: https://www.youtube.com/watch?v=auotWRet5e0 NOSSO INSTAGRAM: https://www.instagram.com/allnerdss/ NOSSO TWITTER: https://twitter.com/allnerdss ARTE DA VITRINE: Estagiário NARRAÇÃO DA INTRODUÇÃO: Élcio Sodré, Shiryu de Dragão
Histórias para Dormir | Euiancoski para Crianças | Podcast Infantil
>> Episódio de História do Folclore do Amapá: A Lenda do Vagalume na versão de Jéssica Iancoski.Conta sobre como Lori, um jovem indígena, se apaixonou por Morã, Deusa do Mal, e acabou se transformando em um Vagalume.Acesse https://www.jessicaiancoski.com/ebook para ganhar um ebook de história infantil para colorir.
Neste episódio do O Chá Com O Pimenta, o Pimenta Sushiman, rapper e praticante de Jiu-Jitsu, Arthur Cena, tripulante do pérola negra, piadista, jogador de baralho, que também tem um Podcast, em Portugal, Jeferson Nonato, temakeiro, analista SAP B1, praiero, do Brasil, e o André Reis, arquiteto de soluções Microsoft, especialista em T.I, blogueiro, chef de cozinha amador, de Portugal, se reuniram para mais um bate papo leve, divertido, diversificado e informativo Os temas principais são: Turismo, promoções e festas nesses tempos, indicadores de leitura, Black Friday e e-Games Mas rolou de tudo! Um longo bate papo sobre coleções e clássicos literários, teorias da conspiração em torno do Apanhador no Campo de Centeio, infância regada à Coleção Vaga-Lume, A Ilíada, Dom Quixote, filmes clássicos, Pixels, Sexto Sentido, Como Eu Era Antes de Você, Depois de Você, A Revolução dos Bichos, O Capital Passamos por LoL (League Of Legends), CS (Couter Striker), arcades antigos KOF, como estão sendo formados os times para os campenatos, fizemos uma analogia com carreiras esportivas, os eventos nas arenas esportivas, Allianz Park Rolou até uma breve descrição sobre o mapa dos transportes da região metropolitana de São Paulo Promoções, descontos, histórias, produtos e ações referentes à Black Friday Promoções sobre passagens aéreas e rodoviárias, hotéis, pousadas, hostels, eventos festivos no Natal e no Ano Novo Como sempre dicas culturais, gastronômicas, piadas, histórias, recados e a nossa busca insana para fazer a semana de vocês mais alegre Bóra lá!? Siga as nossa rede sociais: @anderson_rodriguesjj, @arthurcenas, @jefersonnonato (Twitter), @jefersonnonatodecarvalho (Instagram), Jeferson Nonato de Carvalho (Facebook, Youtube e Linkedin), @andrereys Se inscreva no Canal do Youtube Chá Com O PimentaMande suas dúvidas, críticas e sugestões para chacomopimenta@gmail.com --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pimentapodcast/message
Na 56ª edição do podcast da Página Cinco: - O teatro e a crítica teatral de Edgar Allan Poe por Jéssica Jardim, autora de "Dramaturgos, Críticos e Ratos" (Unesp): http://editoraunesp.com.br/catalogo/9786557140130,dramaturgos-criticos-e-ratos - "Aké: Os Anos de Infância", as memórias de Wole Soyinka (Kapulana). - "O Homem que Sabia Javanês", de Lima Barreto, em áudio. - "Nossa Senhora D'Aqui", de Luci Collin (Arte & Letra), "Quéreas & Calírroe", de Cáriton de Afrodísias (34), e "Os Evangelhos - Uma Tradução" (Mnema/ Ateliê Editorial) nos lançamentos. Nesses dias, na Página Cinco, tivemos: - A Coleção Vaga-Lume voltando a dar sinal de luz: https://www.uol.com.br/splash/colunas/pagina-cinco/2020/10/27/com-livros-ineditos-colecao-vaga-lume-volta-a-emitir-alguma-luz.htm - Resenha de "Diário da Catástrofe Brasileira - O Inimaginável foi Eleito", de Ricardo Lísias: https://www.uol.com.br/splash/colunas/pagina-cinco/2020/10/28/qual-e-a-responsabilidade-de-artistas-e-intelectuais-na-derrocada-do-pais.htm - Perfil do editor Thiê Alves, famoso nas redes como Thiê Rock: https://www.uol.com.br/splash/colunas/pagina-cinco/2020/10/29/fa-da-natureza-e-editor-de-livros-um-thie-rock-que-voce-nao-conhece.htm O podcast da Página Cinco está disponível no Spotify - https://open.spotify.com/show/6QAoDVp8uQgzklw30rlPgH -, no iTunes - https://podcasts.apple.com/br/podcast/podcast-p%C3%A1gina-cinco/id1495082898 - no Deezer - https://www.deezer.com/show/478952 -, no SoundCloud - https://soundcloud.com/paginacinco - e no Youtube - https://www.youtube.com/channel/UClccqes0_XPegOwEJKgFe-A
O programa de hoje é sobre o livro O Escaravelho do Diabo de Lucia Machado de Almeida, o livro fez parte da coleção Vagalume e incialmente foi publicado na revista O Cruzeiro. Sem muitas delongas vamos ler mais um livro de uma escritora brasileira, um ótimo episódio à todos. Link da Revista O cruzeiro: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=003581&pagfis=88308 Contato: e-mail: dropscastdc@gmail.com site: dropscastblog.wordpress.com instagram.com/dropscast facebook.com/dropscastt
#14 A cobra e o vagalume
Ouvintes do TVMCAST, nesse episódio trazemos uma reflexão sobre a influência estrangeira em nossos trabalhos artísticos e o preconceito de alguns brasileiros em consumir obras nacionais. No nosso bloco de indicações, recomendamos: A série de 91 livros chamada Vagalume, o escritor e podcaster Afonso Solano, te convidamos a esplorar o senário da música BR, A Mixtape do produtor Dr.J(Pensamentos em forma de batidas), O curta-metragem O dia de Jerusa (dirigido por Viviane Ferreira), O longa 2 Coelhos (dirigido por Afonso Poyart), O grupo musical pop Quebrada Queer, E o Fotógrafo Walter Firmo. Rogério desse ep: Flavii Vieira. Edição de áudio: Paloma Batista Capa: Tai Alves Se você é um ouvinte do Tavaimaginando Cast, ou chegou agora segue a gente na plataforma que você está ouvindo esse podcast por favor, e também no Instagram @Taviimaginando e twitter @Tavaimaginando. --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app Support this podcast: https://anchor.fm/tavaimaginando-cast/support
https://plenarinho.leg.br/sala_leitura/ouca-uma-historia --- Support this podcast: https://anchor.fm/historiainfantil/support
O padre Dirceu fala sobre estar sempre brilhando, pois o que não faltam são serpentes querendo nos atrapalhar, mas não tenha medo, Deus está conosco.
Hoje, respondo uma ouvinte que entrou em contato comigo aqui no Facebook relatando o que parece ser uma ‘trash' aventura profissional.Confira agora mesmo o podcast de hoje com Diego Maia, o palestrante de vendas mais contratado do Brasil!#BoraVoar?
Esta história é usada como inspiração nas escolas Waldorf na época do Natal enquanto percorrem o calendário do Advento, trazendo o brilho, encantamento da anunciação do nascimento de Jesus. As nossas histórias estão em 432hz. O que isso significa: que ela está numa frequência terapêutica segundo a física quântica. Acelerando os efeitos . Esta história está no Livro: Portais Dourados - As festas do Ano na Pedagogia Waldorf. Estamos no Facebook: universoonirico Instagram: @ouniversoonirico Narração: Bianca Vasques Música:Borrtex_-_01_-_Early_Morning Edição de áudio: Os Editores oseditores.com.br/ #contacaodehistoria #metaforasterapeuticas #biancavasques #universoonirico #biancarvasques #biancavasquespsicoterapeuta #biancavasquespsicopedagoga #pnlsistêmicaequantica #historiasquanticas #ovagalume #pedagogiawaldorf
Ouça todos os dias uma mensagem de positividade!
É Dia das Crianças na 13ª edição do Resumo da Ópera! Pra comemorarmos, contamos a história do quadrinista brasileiro Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, obra que até hoje faz parte do imaginário infantil. A saga Harry Potter também foi marcante pra muita gente, por isso aproveitamos pra falar um pouquinho do bruxo mais famoso da atualidade. Também contamos a história da Coleção Vagalume, série de livros que reuniu e criou clássicos da literatura infanto-juvenil. A trilha sonora do programa ficou por conta de Space Jam – O Jogo do século, filme que juntou Michael Jordan e os Looney Toones. E teve mais: falamos dos principais lançamentos infanto-juvenis desse ano e explicamos a técnica stop-motion, usada por grandes estúdios de animação.
Quando foi a última vez que viu um Vaga-Lume? Pode onde andam? Eles estão desaparecendo? Não sei se você notou, mas os vaga-lumes, abelhas, borboletas e anfíbios estão desaparecendo no a cada dia mais. As razões exatas para isso não são muito claras, mas três possibilidades principais certamente podem ser mencionadas: perda do habitat natural, aumento de produtos químicos tóxicos e poluição luminosa. E nesse Tricotando recebemos a particapação brilhante (viram o que eu fiz) do Lucas Camargos, diretamento do Dragões de Garagem para tentar descobrir onde eles estão e qual é a nossa influência nessas mudanças que estão acontecendo. Twitter: twitter.com/TricotandoCast Instagram: https://www.instagram.com/tricotandocast Facebook: www.facebook.com/TricotandoCast Mande emails para: tricotandocast@gmail.com Acompanhe o Dragões de Garagem Podcast Dragões de Garagem Dragões de Garagem no Youtube Dragões de Garagem no Instagram Dragões de Garagem no Facebook Playlist do Tricotando Críticas, elogios e sugestões são muito bem-vindas
As convidadas que falariam conosco, tiveram um imprevisto e elas tiveram que improvisar! Apresentado por Julia Ourique e Monica Possel, nesse episódio o comentário é sobre tudo: filmes, vida pessoal, política, Rio de Janeiro e tudo o mais que passou pela cabeça das duas. Entre os destaques do episódio está o recém-descoberto Niilismo de Monica, que bate de frente com a esperança unicornial de Julia. No quadro "O Que Tem Pra Hoje?", Monica Possel indica o single "Vagalume", de Marcelo Rizzati, com participação da Monica nos vocais (https://youtu.be/xmYgZmib4yc); Já a dica da Julia Ourique é uma receita (!) de uma sobremesa muito fácil. Os detalhes estão no nosso Medium: https://medium.com/@academicasdobar/ Para entrar em contato com as apresentadoras, envie e-mail para academicasdobar@gmail.com
Na empresa e na vida, você age como uma COBRA ou VAGA-LUME?Descubra agora mesmo em mais uma edição do 'Mundo Empresarial' com Diego Maia, um dos palestrantes de vendas mais contratados do Brasil!#BóraVoar
O segundo capítulo do livro da Coleção Vagalume banido da lista de leituras de uma turma de sexto ano.
Esse livro da Coleção Vagalume conta a história de Marcão, o filho mais velho de uma família que precisa exilar-se durante a ditadura militar.
Trabalhar com cobra é pior do que pedir as contas e ficar sem sacar o FGTS!
Porque trabalhar com cobra é pior do que pedir as contas e ficar sem sacar o FGTS.
Oompa Loompa Loompa Deedee, agora vai começar o QueIssoAssim! É com muito açúcar no sangue que trazemos mais um episódio de um filme clássico da Sessão da Tarde. Hoje, Brunão Wonka, Artur Charlie e Vovô Zitos Joe entram na Fantástica Fábrica de Chocolate para revelar todos os segredos da criação de Roald Dahl. Neste programa aprenda a sair da pauta pela tangente, grite com as crianças, seja escolhido para o papel da sua vida, tenha medo dos Oompa Loompas e desvende em quem foram baseados os personagens do filme! In Memorian Fábio Fat Frog Ayçar. Descanse em paz, querido amigo. Edição: Brunão Vitrine: Artur Bonifácio FICHA TÉCNICA https://filmow.com/a-fantastica-fabrica-de-chocolate-t2022/ SEJA UM PATRÃO DO REFIL https://www.patreon.com/refil https://www.padrim.com.br/refil ASSINE O FEED http://portalrefil.com.br/feed
Intrigas e fofocas comprometem e muito o ambiente corporativo. Mas há uma solução para este problema: afastar-se de pessoas negativas é sempre uma delas.
Oferecemos um pouco de nossa extrema erudição sobre assuntos que passam pelo fim do dinheiro, um espirro inusitado, a criação da raça que dominará a galáxia e os novos heróis da Coleção Vagalume.E o que você tem a dizer?Deixe seu feedback acessando o post deste podcast, ou mande um e-mail para contato@jogabilida.deLinks Comentados: Contribua com nosso Patreon ou Padrim Siga-nos no Twitter: Jogabilidade Assine: Canal do Youtube Blocos do Podcast: Pergunta 1 - 2:36 Pergunta 2 - 10:40 Pergunta 3 - 15:33 Pergunta 4 - 23:26 Pergunta 5 - 30:02 Pergunta 6 - 35:57 Pergunta 7 - 40:53 Trilha do Podcast: "Tiger Balm" por Bob Bradley/Noel Dennis "Early Summer" por Miami Nights 1984 "Last Embrace" por Makeup and Vanity Set "Dust" por M.O.O.N. "Elevator of Love" por Miami Nights 1984 "Turing Sequence" por Makeup and Vanity Set "Plus Four" por M.O.O.N. "On the Run" por Miami Nights 1984 "Memory Cycle" por Makeup and Vanity Set "Delay" por M.O.O.N. "Sunset Cruise" por Miami Nights 1984 "Senses Dynamics" por Makeup and Vanity Set
E temos mais um Fate Masters. Um pouco menos Fate e mais Master nesse podcast. Hoje vamos falar sobre pesquisa e preparação de uma aventura: o que levar em conta, como pesquisar, a importância do realismo e das informações corretas na manutenção da suspensão de descrença e do clima do cenário, como levar em consideração fontes, pedindo ajuda e como utilizar tudo isso no final da conta em sua mesa, na hora que você for colocar as coisas para andar. Damos dicas de o que buscar, onde buscar, como escrever suas aventuras e como utilizar tudo a sua disposição, inclusive com ferramentas online para consulta e agregar informações. Pedimos desculpa pelos problemas de áudio. Tivemos alguns problemas de captação e edição. Como dica não citada: Despreparado, Nunca! pela Pensamento Coletivo. Por fim, uma errata: quando o Mr. Mickey menciona que o New York Giants era chamado de New York Highlanders, na verdade era o New York Yankees Lembrem-se: qualquer dúvidas, críticas, sugestões e opiniões você pode enviar na comunidade do Google+ do Fate Masters, na comunidade do Facebook do Fate (com a hashtag #fatemasters), e pelo email fatemasterspodcast@gmail.com Além disso, temos agora nosso Espaço no Google Space para você ouvinte comentar, trocar idéias, sugerir pautas e tudo mais. Link para o programa em MP3 Participantes: Fábio Emilio Costa Rafael Sant’Anna Meyer Luiz Cavalheiro Duração: 73min Cronologia do Podcast: 00:00:11 - Abertura 00:01:29 - “Mecânica ou Regras? O que é mais importante?” 00:10:56 - Onde e como começar a buscar informações? - use as referências indicadas no seu cenário e procure fóruns adequados (com a etiqueta adequada) 00:24:48 - Se prepare, pesquise e passe o que você já sabe… Mesmo que seja apenas o que você obteve no Google 00:27:40 - Uma pessoa que você segue por motivos aleatórios pode ser a chave para obter informações! 00:34:22 - “Imagens, Imagens…“ Sempre bom ter imagens 00:36:50 - Como usar as informações obtidas anteriormente para montar suas aventuras 00:42:49 - Evite generalizações idiotas! Histórias são contadas sobre ótica e possuem viés! 00:48:01 - Dicas para armazenar esse conteúdo 00:50:30 - Juntando tudo para Narrar sua aventura! Trocando imagens e gerenciando informações de maneira tecnológica… E como isso não funciona em Horror. 00:57:39 - As vantagens de ter tudo preparado previamente e carregado em seu celular (ou pasta) 00:59:34 - Não ABUSE de espaço ou se SUPER-PREPARE! 01:03:33 - Narrativa e Jogo tem importância igual… 01:05:35 - Considerações Finais… E nada disso é lavrado em pedra! Links Relacionados: Coleção Vagalume New York Yankees Os Karas Classeur StackEdit Mindomo Arxiv NoteHub Tom Swift Goonies Crise dos Mísseis de Cuba EpubBooks Projeto Gutenberg Neuromancer Monalisa overdrive Reconhecimento de Padrões Ghost in the Shell Akira Blade Runner Mass Effect A Máquina Diferencial (Gibson) Heinlein Enigma do Horizonte Sur La Lune Fairy Tales Anne Rice Snow Drop Como editar textos em Markdown IPTables Comitê de Atividades Anti-Americanas Macartismo Rage across the Amazon Dom Casmurro Turtl Evernote Google Keep Google Spaces Dropbox Caravanserai FateSRD Sobre Outline Netiqueta Como Fazer Perguntas Inteligentes Link para a comunidade do Google+ do Fate Masters Comente esse post no site do Fate Masters! Assine no iTunes Trilha Sonora do Podcast: Ambient Pills por Zeropage Ambient Pills Update por Zeropage
Bom dia, boa tarde, bom momento, Brasil! Tá no ar mais um episódio literário do podcast mais livrinho do Brasil! Hoje Daniel Bayer, João Carvalho e Rafael Mordente matam a saudade de uma das coleções de livros mais queridas dos jovens brasileiros: A COLEÇÃO VAGA-LUME! Além de falar um pouco sobre o que O post Decrépitos 66 – Coleção Vaga-lume e a Primeira Leitura apareceu primeiro em Decrépitos™.
Muitos jovens entraram no mundo da literatura graças a uma grande coleção de livros nacionais lançada desde a década de 70. Assim, confiram Fer, Cabeça, Drih e Seiji comentando tudo sobre a série Vaga-Lume. Boa diversão a todos.
Salve vós, galerada! Bem-vindos ao PontoCast. No episódio de hoje, Erik sem C, Jão, Justen e o convidado Matheus (vindo diretamente do Papo de Taberna) falam sobre suas lembranças literárias nostálgicas, suas experiências dentro de bibliotecas, sobre a saudosa Coleção Vaga-Lume, dentre outros assuntos. Algo mudou na relação das pessoas com a biblioteca? Qual é o […] O post PontoCast #24 – Nos Tempos de Biblioteca apareceu primeiro em .
Guerreiros, em guarda! Nesta nova missão, Marcos Moreira (@marvincosmo), Rafael Motta (@RalfMotta) e Fábio Moreira (@facosmo), trazem o 6º episódio da 2ª temporada de Gotham, que tá pegando fogo!
Guerreiros, em guarda! Nesta nova missão, Fábio Moreira (@facosmo), Marcos Moreira (@marvincosmo) e Rafael Motta (@RalfMotta) mostram que, no 5º episódio da 2ª temporada de Gotham, uma nova vilã vai surgir pra botar fogo nesse circo!
Olá Cabulosos do meu Brasil Baronil e Booklovers de todo mundo! Neste capítulo Lucien o Bibliotecário e Lucas Ferraz recebem Bruno Alves de Daniel Constatine para falarem sobre um das coleções mais amadas pelos leitores: a Coleção Vagalume. Lançada pela editora Ática na década de 70, livros como O Escaravelho do Diabo, A Ilha Perdida, […]
Olá Cabulosos do meu Brasil Baronil e Booklovers de todo mundo! Neste capítulo Lucien o Bibliotecário e Lucas Ferraz recebem Bruno Alves de Daniel Constatine para falarem sobre um das coleções mais amadas pelos leitores: a Coleção Vagalume. Lançada pela editora Ática na década de 70, livros como O Escaravelho do Diabo, A Ilha Perdida, […]
Para o episódio de hoje nós reviramos nossas estantes empoeiradas em busca de algumas das mais importantes páginas da formação de nosso gosto, não só o literário, mas também o cultural. Diogo Sales e Roberto Feliciano abrem as portas da biblioteca para um papo com Benito Vasques e Victor Farinelli sobre a icônica Série Vaga-Lume, que tanto fez por nós em pleno fim da infância e começo da adolescência. Descubra quem acompanhou um empolgante campeonato de vôlei estudantil no Perú, o que dois meninos faziam perdidos em uma Serra misteriosa, o que unia crianças exiladas em plena ditadura e conheça figuras marcantes como O Bugre do chapéu de anta, Simão e seus amigos um-dois-três-quatro-cinco, Spharion, Tonico, Carniça e tantos outros. E responda pra gente: qual seu livro preferido nessa coleção? E se não foi essa, quais os livros que o fizeram começar a ler?
RESUBIDO el 24-IX-2013 Programa especial subtitulado "A las chicas también les gusta el Prog", con el fin de demostrar que los géneros rock-progresivos están afortunadamente dejando de ser mayoritariamente de gusto masculino. Hablaremos de bandas con músicos femeninos y contaremos con la presencia de dos invitadas de lujo: Diana García y Elena Muñoz, que se unirán a nuestra habitual Eden J Garrido y nos hablarán de cómo fue su acercamiento al género, sus bandas favoritas y lo que significa para ellas haber descubierto un estilo musical que antes les era desconocido. Dedicaremos también una sección de Forgotten Songs a Albion, una banda polaca desgraciadamente ya disuelta con cantante femenina. También hablaremos y escucharemos el primer trabajo de una banda madrileña que promete mucho, llamada Absente H. Su disco, que sallió hace pocos meses se llama "Vagalume" y cuenta con la presencia de dos músicos femeninas. Y también os traemos una gran noticia: un adelanto de lo que va a ser el grandísimo nuevo álbum de los catalanes Harvest. Un disco lleno de enorme calidad y gran belleza musical y del cual os traemos en primicia uno de sus mejores temas. Mucha música, anécdotas y momentos divertidos, todo ello en compañía de David Pintos, Ricardo Hernández y Fernándo Medina.
RESUBIDO el 24-IX-2013 Programa especial subtitulado "A las chicas también les gusta el Prog", con el fin de demostrar que los géneros rock-progresivos están afortunadamente dejando de ser mayoritariamente de gusto masculino. Hablaremos de bandas con músicos femeninos y contaremos con la presencia de dos invitadas de lujo: Diana García y Elena Muñoz, que se unirán a nuestra habitual Eden J Garrido y nos hablarán de cómo fue su acercamiento al género, sus bandas favoritas y lo que significa para ellas haber descubierto un estilo musical que antes les era desconocido. Dedicaremos también una sección de Forgotten Songs a Albion, una banda polaca desgraciadamente ya disuelta con cantante femenina. También hablaremos y escucharemos el primer trabajo de una banda madrileña que promete mucho, llamada Absente H. Su disco, que sallió hace pocos meses se llama "Vagalume" y cuenta con la presencia de dos músicos femeninas. Y también os traemos una gran noticia: un adelanto de lo que va a ser el grandísimo nuevo álbum de los catalanes Harvest. Un disco lleno de enorme calidad y gran belleza musical y del cual os traemos en primicia uno de sus mejores temas. Mucha música, anécdotas y momentos divertidos, todo ello en compañía de David Pintos, Ricardo Hernández y Fernándo Medina.
Fala Galera Renegada!! Beleza? Está no ar mais um Renegados Cast!! E no Episódio de hoje vamos falar das obras literárias que marcaram a nossa infância! Relembre a velha coleção Vagalume, veja quais foram as primeiras leituras dos podcasters e entenda como se estrutura um bom livro infantil! Duração: 90 minutos Participantes: Bob, Bruno, Cido, […]
Depois de falar muita bobagem no último episódio, Eduardo Sales Filho, Maira Moraes, Lucio Luiz, Flavio Soares e Dr. Tapioca resolveram tirar onda de alfabetizados e convidaram os consagrados escritores Fabio Barreto e Eduardo Spohr para bater um papo sobre seus hábitos de leitura. No programa de hoje, saiba quem leva um carrinho de compras pra bienal do livro, entenda qual é o mérito da saga Crepúsculo, descubra quais foram os primeiros livros que estes gordos leram em suas vidas, acompanhe um debate sério sobre o futuro do mercado editorial depois da chegada do Kindle, relembre os clássicos da Coleção Vaga-Lume e fique com raiva do Lucio porque ele lê rápido demais! Prepare-se para rir e aprender, pois o Podcast Papo de Gordo está começando!
Depois de falar muita bobagem no último episódio, Eduardo Sales Filho, Maira Moraes, Lucio Luiz, Flavio Soares e Dr. Tapioca resolveram tirar onda de alfabetizados e convidaram os consagrados escritores Fabio Barreto e Eduardo Spohr para bater um papo sobre seus hábitos de leitura. No programa de hoje, saiba quem leva um carrinho de compras pra bienal do livro, entenda qual é o mérito da saga Crepúsculo, descubra quais foram os primeiros livros que estes gordos leram em suas vidas, acompanhe um debate sério sobre o futuro do mercado editorial depois da chegada do Kindle, relembre os clássicos da Coleção Vaga-Lume e fique com raiva do Lucio porque ele lê rápido demais! Prepare-se para rir e aprender, pois o Podcast Papo de Gordo está começando!
Programa especial subtitulado "A las chicas también les gusta el Prog", con el fin de demostrar que los géneros rock-progresivos están afortunadamente dejando de ser mayoritariamente de gusto masculino. Hablaremos de bandas con músicos femeninos y contaremos con la presencia de dos invitadas de lujo: Diana García y Elena Muñoz, que se unirán a nuestra habitual Eden J Garrido y nos hablarán de cómo fue su acercamiento al género, sus bandas favoritas y lo que significa para ellas haber descubierto un estilo musical que antes les era desconocido. Dedicaremos también una sección de Forgotten Songs a Albion, una banda polaca desgraciadamente ya disuelta con cantante femenina. También hablaremos y escucharemos el primer trabajo de una banda madrileña que promete mucho, llamada Absente H. Su disco, que sallió hace pocos meses se llama "Vagalume" y cuenta con la presencia de dos músicos femeninas. Y también os traemos una gran noticia: un adelanto de lo que va a ser el grandísimo nuevo álbum de los catalanes Harvest. Un disco lleno de enorme calidad y gran belleza musical y del cual os traemos en primicia uno de sus mejores temas. Mucha música, anécdotas y momentos divertidos, todo ello en compañía de David Pintos, Ricardo Hernández y Fernándo Medina.
Programa especial subtitulado "A las chicas también les gusta el Prog", con el fin de demostrar que los géneros rock-progresivos están afortunadamente dejando de ser mayoritariamente de gusto masculino. Hablaremos de bandas con músicos femeninos y contaremos con la presencia de dos invitadas de lujo: Diana García y Elena Muñoz, que se unirán a nuestra habitual Eden J Garrido y nos hablarán de cómo fue su acercamiento al género, sus bandas favoritas y lo que significa para ellas haber descubierto un estilo musical que antes les era desconocido. Dedicaremos también una sección de Forgotten Songs a Albion, una banda polaca desgraciadamente ya disuelta con cantante femenina. También hablaremos y escucharemos el primer trabajo de una banda madrileña que promete mucho, llamada Absente H. Su disco, que sallió hace pocos meses se llama "Vagalume" y cuenta con la presencia de dos músicos femeninas. Y también os traemos una gran noticia: un adelanto de lo que va a ser el grandísimo nuevo álbum de los catalanes Harvest. Un disco lleno de enorme calidad y gran belleza musical y del cual os traemos en primicia uno de sus mejores temas. Mucha música, anécdotas y momentos divertidos, todo ello en compañía de David Pintos, Ricardo Hernández y Fernándo Medina.
O podcast da semana começa com uma frase do escritor brasileiro Zalkind Piatigórski: Se deres as costas à luz nada mais verás do que a tua própria sombra.?Fala a verdade, você tem alguém que te dá uma luz quando a vida te coloca no escuro? Gente que brilha quando é precisa? Gente-vagalume? O quê? Nunca ouviu falar de gente assim? Ah, então acompanhe este nosso cafezinho Na trilha sonora, olha só: Raízes Caboclas, Yamandu Costa, os portugueses Mesa e Rui Reininho, Wilson Sideral, Naldo Luiz, Tangos e Tragédias e Hebe Camargo. Apresentação de Luciano Pires.