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The right six words can do more for your brand than 60,000 forgettable words. In this episode of Sharkpreneur, Kevin Harrington and Seth Greene interview Bill Schley, CEO and Founder of The Brand Titans USP Master Programs, who explains how microscripts help businesses communicate their unique value in a sentence or fewer. Drawing on lessons from the legendary advertising agency Ted Bates, Bill shares the five rules for an effective unique selling proposition and how to turn that positioning into a memorable problem-solution story. He also reveals why the most powerful brand messages are concise, believable, repeatable, and clearly differentiated from the competition. Key Takeaways:→ An effective brand must clearly communicate what the business does that no one else can. → Branding has little value if it fails to meaningfully differentiate a company from its competitors. → The differentiating benefit must be important to the customer and relevant to a real need. → Microscripts are short, memorable phrases that are easy to understand, remember, and repeat.→ A strong brand story should clearly present a problem, introduce the solution, and explain how the world changes as a result. Bill Schley is an award-winning branding expert, New York Times bestselling author, and lifelong entrepreneur. He is the originator of the Micro-Script concept in brand communications and is credited by celebrated marketers as the #1 USP expert in the world. His USP-centered brands have generated over $1.5 billion in documented new-business valuation and brand equity across companies ranging from global giants to acquired startups. Bill began his career as a writer at the legendary Ted Bates Advertising Agency, the original Mad Men agency in New York, where he won a National Effie Award for sales-effective advertising. His highly acclaimed books on branding and marketing are taught by experts worldwide. In addition to his latest book, The Micro-Script Rules: How to Tell Your Story and Differentiate Your Brand in a Sentence or Less, he is the author of The UnStoppables, a New York Times bestseller; Why Johnny Can't Brand, which won Strategy+Business Magazine's Top 5 Marketing Books of the Year award; and The Power of 10, an Amazon bestseller. Connect With BillWebsite: https://brandtitans.com/LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/billschley/
Convidada: Cristina Pecequilo, doutora em Ciência Política pela USP, professora de Relações Internacionais da Unifesp e comentarista da rádio CBN. O presidente dos Estados Unidos afirmou que esta segunda-feira (24) seria o “Dia D” da guerra econômica que está promovendo contra o Irã. E o Departamento do Tesouro americano de fato anunciou sanções contra pessoas e organizações ligadas ao regime de Teerã e ameaçou fazer o mesmo com países que mantenham qualquer transação econômica com o Irã. O governo iraniano reagiu e afirmou que parceiros comerciais como China e Rússia estão a seu lado. Já nesta terça-feira (25), o Canadá anunciou que irá promover um tarifaço em retaliação às tarifas impostas por Trump aos produtos canadenses – serão alíquotas de até 50% em cerca de 700 produtos importados dos EUA, um impacto de quase R$ 20 bilhões. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Cristina Pecequilo, especialista em relações internacionais. Cristina descreve como o primeiro-ministro canadense Mark Carney enfrentou Trump sob a lógica do “dólar por dólar” e os efeitos do atrito para as economias dos dois países. Ela também explica a tentativa americana de sufocar o Irã com sanções comerciais – e o que Teerã planeja fazer como reação.
Diese Woche sprechen Florian Gschwandtner & Martin Kaswurm über die Highlights vom BTM-Event und geben einen kleinen Rewind. Mit dabei: Verena Pausder (Unternehmerin & Investorin), die klar macht warum Krisenzeiten Unternehmerzeiten sind, warum „all in“ der einzige Weg ist & was es bedeutet von 100 auf 0 zu gehen, sowie Karin Teigl (Unternehmerin & Influencerin) die zeigt wie Authentizität ihr größter USP wurde, wie sie 6 Wochen Bestseller-Autorin war, €250.000 Umsatz & 10 Mio. Reach generiert hat & was wirklich dahinter steckt und vieles mehr. Florian Gschwandtner & Martin Kaswurm sprechen über: 00:03:17 Verena Pausder: Krisenzeiten sind Unternehmerzeiten – über Mut, Innovation und Verantwortung 00:32:22 Karin Teigl: Träum dich mutig Disclaimer Werbepartner: hello again Dev House Austria Instagram: btm_podcastcom TikTok: btm_podcastcom Links zum Nachlesen: Hier geht's zum AI Masterclass Zugang Zusammen mit Familux haben wir da was für euch: Den Code „BTM“ im Online-Buchungsfeld eingeben & Sparen. Einlösbar in allen Familux Resorts (nicht nur im Dachsteinkönig). Mindestaufenthalt 3 Nächte, alle Zeiträume, auch Schulferien & Hauptsaison und als Goodie gibt es einen 100€ Gutschein für Getränke (werden vor Check-out in Abzug gebracht, keine Barablöse möglich). Gültig ab sofort bis 31.12.2026 Feedback & Hörerfragen immer gerne an info@btm-podcast.com
Convidados: Henrique Ribeiro, psiquiatra, psicoterapeuta e supervisor do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital das Clínicas, da USP; e Monalisa Barros, psicóloga, pesquisadora especialista em luto e professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. A França aprovou nesta quarta-feira (19) a lei que vem sendo chamada de “Ajuda para morrer” depois de um intenso debate de quatro anos. Na prática, agora os franceses têm respaldo legal para recorrer à eutanásia ou outros modelos de morte assistida. Mais de dez países já autorizam procedimentos como esse, inclusive vizinhos da América do Sul, como Argentina, Colômbia, Equador e Uruguai. No Brasil, qualquer tipo de morte assistida é proibido e uma pesquisa Datafolha divulgada nesta semana mostra que a maior parte da população se posiciona contra a prática: a rejeição chega até a 60% dos entrevistados, mas, quando perguntados sobre a interrupção de tratamentos que apenas prolongam a vida artificialmente, o resultado é um empate. Neste episódio, Natuza Nery conversa com dois especialistas em luto e cuidados paliativos. Primeiro, ela entrevista o médico Henrique Ribeiro, que explica como se dá esse tipo de procedimento e avalia sua realização em um contexto brasileiro. Depois, a entrevista é com a psicóloga Monalisa Barros, que analisa as condições humanas que influenciam essa decisão. Também neste episódio, Luciana Dadalto, pesquisadora e presidente da associação Eu Decido, relata um caso de morte assistida que ela acompanhou na Suíça em 2019.
No 3 em 1 desta segunda-feira (17), o destaque foi que os candidatos ao Palácio do Planalto deram o pontapé inicial nas campanhas no último domingo (16). Os presidenciáveis apostaram em locais simbólicos para reunirem seus eleitorados. O atual presidente Lula (PT) iniciou sua campanha em São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista, e o senador Flávio Bolsonaro (PL) discursou em Copacabana, reduto eleitoral do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Reportagem: Bruno Pinheiro. O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) iniciou sua campanha participando de uma carreata por cidades do interior de Goiás. Neste pontapé inicial, Caiado focou no tema da segurança pública e se vendeu como uma terceira via. Reportagem: Misael Mainetti. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) iniciou a campanha na cidade de Montes Claros e defendeu a pauta da Segurança Pública. Renan Santos (Missão) iniciou a campanha reunindo apoiadores em frente à Faculdade de Direito da USP em São Paulo, também focando na segurança pública. O cessar fogo entre Estados Unidos e Irã chegou ao fim nesta segunda-feira (17). A data também marca o prazo previsto no memorando de entendimento firmado em junho para os países chegarem a um acordo de paz. Apesar disso, as tensões entre os países continuam. Reportagem: Elizeu Caetano. O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cancelou a agenda de campanha na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Flávio iria discursar e participar de uma motociata com apoiadores. A cidade de Juiz de Fora foi marcada pelo atentado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018. Reportagem: Rodrigo Costa. O Presidente Lula (PT) e o Presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (União) realizaram o primeiro encontro público após a reaproximação que marcou o fim do período de atritos entre os dois. Os líderes viajaram juntos ao Amapá, estado do senador Davi Alcolumbre, para visitarem o navio sonda da Petrobrás, que auxilia as pesquisas da empresa sobre a presença de petróleo na Foz do Rio Amazonas. Reportagem: Beatriz Souza. O governo norte-americano discutiu a possibilidade da aplicação de novas sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A possível imposição ocorre frente à investigação aberta pelo ministro contra Raimundo Cutrim, apontado como fonte do jornalista Luís Pablo. Reportagem: Matheus Dias. Uma pesquisa da BTG/Nexus trouxe as intenções de voto do eleitorado para os presidenciáveis. A pesquisa aponta um cenário de empate técnico no segundo turno entre o atual presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com o petista liderando com diferença de três pontos percentuais. O cenário eleitoral para o governo de Pernambuco está dividido. Uma pesquisa da Real Time Big Data apontou que os candidatos Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) empatam nas intenções de votos tanto no primeiro quanto no segundo turno. O Ministro da Fazenda Dario Durigan defendeu a política fiscal do governo Lula. Durigan afirmou que o governo já incutiu travas no aumento dos gastos obrigatórios, o que irá trazer alívio nas despesas federais. O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 17,3 bilhões. O grupo já demitiu mais de 3 mil colaboradores e pode fechar trezentas lojas físicas. Segundo o grupo, a dívida é proveniente dos elevados investimentos em tecnologia e aos impactos da pandemia. Reportagem: Misael Mainetti. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No segundo programa da série que celebra os 75 anos de Elba Ramalho - completados neste dia 17 -, Vira e Mexe traza a cantora paraibana cantando xotes, uma variação mais lenta do forró. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 15 e 17 de agosto de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
A cantata Klagt, Kinder, klagt es aller Welt, “Lamentai, filhos, lamentai isso a todo o mundo” (BWV 244a), também conhecida como Köthener Trauermusik, “Música de Luto de Cöthen”, foi composta em 1729 para os funerais do príncipe Leopold von Anhalt-Cöthen, a quem Bach servira como diretor de música quando atuou na corte de Cöthen, entre 1717 e 1723. Com quatro partes, 24 movimentos e mais de uma hora de duração, essa cantata está baseada principalmente na Paixão Segundo São Mateus (BWV 244), da qual são extraídos nada menos que dez movimentos, além de dez recitativos. A obra reutiliza ainda dois movimentos da cantata Lass, Fürstin, lass noch einen Strahl, “Deixa, princesa, deixa ainda um raio” (BWV 198), composta para os funerais da Princesa-Eleitora da Saxônia Christiane Eberhardine, e um movimento da Missa em Si Menor (BWV 232). Entre os movimentos extraídos da Paixão Segundo São Mateus está a famosa ária para Erbarme dich, mein Gott, “Apieda-te, meu Deus”. Na Paixão, a ária expressa o profundamente tocante pedido de perdão a Deus do apóstolo Pedro após negar Jesus três vezes. Na cantata, esse pedido de perdão se transforma numa igualmente pungente súplica pela ajuda divina em meio à dor pela morte do príncipe, nestes termos: Toma-me, Deus, no meio dos meus dias/ Protege-me/ O jugo cai sobre minha alma miseravelmente/ Toma-me, Deus, no meio dos meus dias. Essa ária é ouvida nesta edição de Manhã com Bach, que apresenta as duas primeiras partes da cantata. As partes 3 e 4 serão exibidas no próximo programa. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 15 e 16 de agosto de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Full show notes: https://bengreenfieldlife.com/blackseedoil In this episode with Dr. Michael Murray, one of the most respected figures in natural medicine and the formulator of ThymoQuin®, you'll discover the science behind black seed oil: what thymoquinone actually is, why the full spectrum of the seed's compounds matters more than chasing a single active ingredient, and why it may be the most powerful adaptogen yet measured for lowering cortisol, dropping the stress hormone 22 to 44% in stressed people. You'll hear how it supports your gut by calming harmful bacteria without wiping out the good ones, the surprising dose range where it helps rather than harms your microbiome, and its effects on inflammation, metabolic health, blood pressure, blood sugar, sleep, and candida. Dr. Murray also explains what makes his USP-monographed ThymoQuin different from ordinary black seed oil, why keeping free fatty acids low keeps it active, how to spot adulterated products, and the simple daily protocol he follows himself at 68. It's a grounded, myth-busting look at one of the oldest plant medicines on earth. Episode Sponsors: Just Thrive: The Gut Essentials Bundle pairs a probiotic clinically proven to arrive 100% alive in your gut with Digestive Bitters, 12 science-backed herbs that support digestion and GLP-1 production. Visit justthrivehealth.com/BEN and save 20% with code BEN, or get a full refund if you don't notice a difference. Tecton Ketones: Bioidentical D-beta-hydroxybutyrate (BHB), the same ketone your body makes in ketosis, for clean cognitive support and stable energy with no conversion step. Visit tectonketones.com/ben and use code BEN for 16% off your first order. Young Goose: Cutting-edge skincare that supports your skin's cellular health. Visit younggoose.com and use code BGF10 for 10% off. Sunlighten: Patented infrared sauna technology delivering near-, mid-, and far-infrared wavelengths to reduce inflammation, boost mitochondrial function, and enhance detox and recovery. Save up to $1,600 at get.sunlighten.com/ben with code BEN. Nuchido: Nuchido TIME+ is a science-backed supplement that optimizes your body's NAD metabolism across multiple pathways to support energy, cognition, recovery, and vitality. Visit BenGreenfieldLife.com/Nuchido and use code BEN20 to save 20%. BON CHARGE: A holistic wellness brand whose products help you sleep better, recover faster, balance hormones, and reduce inflammation. Go to boncharge.com/GREENFIELD and use code GREENFIELD to save 15%.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Send us Fan MailWe invented a device that does almost everything, became hopelessly attached to it, and have now created an entire industry devoted to taking it away from us. In this episode of Mike & Blaine, we dive deep into the booming economy of "disconnection." From phone-free bars, restaurants, concerts, and schools to high-end digital detox retreats, we analyze whether any of us can survive a simple dinner without checking a notification—and more importantly, how entrepreneurs are turning our collective lack of discipline into a profitable business model.We debate whether locking up smartphones creates richer customer conversations or merely turns bartenders and venue staff into middle-school principals. Beyond the behavioral economics, we explore the strategic business tactics behind selling silence, privacy, and borrowed self-control.Business & Strategy Key Takeaways:Monetizing Friction: How forcing customers to unplug creates a high-value, premium experience people will pay extra for.Customer Dwell Time: Why removing digital distractions increases engagement, lengthens visits, and boosts total spend in hospitality and retail.Differentiation in a Noisy Market: Using phone-free policies as a unique selling proposition (USP) to build intense brand loyalty.Operational Reality: Managing the fine line between policy enforcement and delivering top-tier customer service.Grab a beer, hide your screen time report, and join us before one of us gets distracted halfway through the episode!Watch on YouTube: https://youtu.be/s___KWkcQQALove the show? Visit mikeandblaine.com to buy us a beer and keep the taps running!We want to hear from you! beer@mikeandblaine.comListen to all our episodes at mikeandblaine.comLearn about:Cash Flow Mike who trains CPAs to provide effective advisory to their clients at cashflowmike.comDryrun Cash Flow Forecasting for the office of the CFO where they get finance teams out of spreadsheets at dryrun.comThanks to our Beer Sponsors:Karen Hairston from 3S Smart ConsultingCPA Larry Weinstein, the Cash Flow Cowboy from Houston TexasNeighbor PatDevinTrey Milton#PhoneFree #DigitalDetox #Smartphones #CustomerExperience #DigitalWellness #BusinessStrategy #Entrepreneurship #SmallBusiness #CustomerLoyalty #Monetization #BehavioralEconomics #Apple #Samsung #Google #Meta #Verizon #ATT #Yondr #MikeAndBlaineSupport the showCatch more episodes, see our sponsors and get in touch at https://mikeandblaine.com/
Neste episódio, o entrevistado é Victor Marques Caldeira, pesquisador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP. Ele é autor da tese "O planejamento na sociedade de elite brasileira: o caso do metrô na reprodução do espaço na metrópole de São Paulo", orientada pelo professor Nuno Fonseca
Antonio Rabàdan é Doutor em Design Estratégico pela Unisinos-RS; Mestre em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (FASM-SP); Pós-Graduado em Negócios e Marketing de Luxo Contemporâneo pela ESPM-SP; Bacharel em Moda e Tecnólogo em Moda e Estilo pela Universidade de Caxias do Sul. Atualmente está em pós doutoramento investigando a Passarela Performática na ECA da USP.Grande experiência na área da moda, atuando na produção de desfiles e eventos, editoriais de revistas e campanhas fotográficas. Recebeu prêmios nacionais, como o Açorianos e o Tibicuera, de teatro, e prêmios internacionais, como o Mário Rui Gonçalves Internacional, pelo figurino do espetáculo “Vanessa Quer Voar”, em Portugal.Foi Professor titular e Professor visitante em instituições como UFRGS, Feevale, Senac-RS, Senai-RS, UCS, UCPEL e Univates e, atualmente, é Professor Doutor nos cursos de Design e de Comunicação e Publicidade da ESPM-SP e ministra as disciplinas de Mercado e Produção de Moda; Varejo de Moda e Visual Merchandising; Prototipagem Criativa; Coolhanting; Narrativas de Espetáculos; Moda Autoral; Pesquisa e Tendência de Produto e Semiótica.Release:“O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, ganhou em 1998 uma montagem radicalmente visual, grotesca e circense através da direção de Zé Adão Barbosa e da Cia. das Índias, em Porto Alegre.A encenação partia de um teatro físico, imagético e de forte construção plástica. A estética do espetáculo buscava um estado permanente de exagero e artificialidade, aproximando-se da palhaçaria, do grotesco e da escultura viva.A cena era composta por grandes painéis pintados manualmente pelo artista plástico Zezé Kronbauer. Esses painéis funcionavam como enormes quadros móveis que criavam diferentes atmosferas e espacialidades ao longo do espetáculo. Para movimentá-los, foi desenvolvido um sistema mecânico rudimentar construído a partir do maquinário de uma máquina de lavar roupas. Em determinados momentos da encenação, os painéis despencavam sobre os atores, provocando instabilidade visual e física, reforçando a sensação de colapso político e moral presente no texto.Outro elemento fundamental da cenografia era um grande sofá multifuncional que se transformava constantemente durante a peça: chaise, mesa, plataforma, cama e estrutura cênica. Esse único objeto assumia diferentes funções dramatúrgicas e operava como eixo central da movimentação dos atores.O figurino, também assinado por Antonio Rabadan, antecipava discussões que hoje se aproximam do upcycling e da ressignificação têxtil.Naquele momento, ainda em processo de descoberta enquanto ator, cenógrafo e figurinista, Rabàdan desenvolveu os figurinos inicialmente como desenhos idealizados. Porém, diante das limitações financeiras comuns às produções teatrais independentes da época, tornou-se impossível executar as peças utilizando materiais novos.A solução encontrada transformou-se no principal conceito do figurino.Junto da figurinista e costureira Titi Lopes, roupas usadas, tecidos domésticos, peças antigas e aviamentos foram completamente desmontados, separados e reconstruídos manualmente para formar novas superfícies têxteis. O processo envolvia desconstruir roupas já existentes para recriar tecidos híbridos que posteriormente davam origem aos figurinos do espetáculo. Antonio Rabàdan recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Figurino pelo espetáculo.Ficha Técnica:Texto: Nicolai GogolDireção: Zé Adão BarbosaMontagem: Cia. das ÍndiasDiretora Assistente: Jaqueline PinzonCenário: Antonio RabadanAssistente de Cenografia: Juliana RivetCriação de Painéis: Zezé KronbauerFigurinos: Antonio RabadanDesenhos de Figurino: Luciana ChavesConfecção de Figurinos: Titi Lopes e Mada OliveiraEnchimentos: Janine GomesChapéus: Juliana KunzBijuterias: Cigana SallyCabeças: Antonio RabadanMaquiagem: Zé Adão BarbosaIluminação: Fernando OchoaSonoplastia: Eduardo ManeraCriação Gráfica: Alessandro SalvatoriFotografia: Myra GonçalvesDivulgação: Renato Campão
O diretor mais badalado da atualidade, o britânico Christopher Nolan, no auge da sua carreira resolveu filmar um poema épico de mais de 2.500 anos atrás, a base da narrativa ocidental, a Odisseia. O que poderia sair disso? Convidamos a Ludimila Gonçalves, convenientemente esposa do Denis e mestranda em Estudos Clássicos pela USP, para entender a Odisseia. Tentamos ler as entrelinhas do filme para ver que a história pode ter um tema ainda mais importante do que a volta para casa.Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessaMande seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!...NESTE EPISÓDIO-Você ainda pode ver “A Odisseia” de Christopher Nolan nos cinemas brasileiros.-Rafael Brunhara, professor de língua e literatura grega da USP, fez um texto comentando as principais diferenças entre as traduções em português da Odisseia. É um bom guia para que quiser se arriscar no poema. -Neste ano saiu também um guia de leitura da Odisseia, pela professora da USP Giuliana Ragusa. Pode ser um bom companheiro para qualquer tradução escolhida. -Muitos dos comentários usados no episódio de Nolan sobre o próprio filme foram tirados da ótima entrevista de 18 minutos que ele deu para a podcaster chinesa Zhong Shu, em Beijing. -Uma das muitas críticas a falar da ligação do filme com a Idade do Bronze foi a de Bret Devereaux, na Foreign Policy.-O livro sobre a Idade do Bronze que citamos no podcast é o “1177 A.C. - O ano em que a civilização entrou em colapso”, de Eric Cline. ...AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.
If you cannot answer why a customer should buy from you instead of your competitor, your sales strategy is failing.Many business owners think claiming they have great service or decades of experience is enough to secure a deal. The reality is that these points are standard expectations, not reasons to choose you. When your entire competitive advantage relies on subjective claims, you end up fighting a losing battle for every new lead.This analysis examines why those common pitches fail to land with today's buyers. You will learn to strip away the fluff and build a unique selling proposition that actually forces a prospect to notice your business. We break down how to stop relying on generic promises and start highlighting the specific value that makes your company the only logical choice for customer acquisition.Subscribe for weekly business growth strategy breakdowns, and comment below with the biggest challenge you face when trying to differentiate your brand from competitors.About Brad SugarsInternationally known as one of the most influential entrepreneurs, Brad Sugars is a bestselling author, keynote speaker, and the #1 business coach in the world. Over the course of his 30-year career as an entrepreneur, Brad has become the CEO of 9+ companies and is the owner of the multimillion-dollar franchise ActionCOACH®. As a husband and father of five, Brad is equally as passionate about his family as he is about business. That's why, Brad is a strong advocate for building a business that works without you – so you can spend more time doing what really matters to you. Over the years of starting, scaling and selling many businesses, Brad has earned his fair share of scars. Being an entrepreneur is not an easy road. But if you can learn from those who have gone before you, it becomes a lot easier than going at it alone.Please click here to learn more about Brad Sugars: https://bradsugars.com/Build a Business That Gives You More Time, Money & Life: Get The $100M Playbook: https://go.bradsugars.com/100m-playbook-ebook
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 108º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio, da TV, da publicidade e do teatro. Nascido em São Paulo-SP, na Moóca, nosso convidado, desde pequeno, gostava muito de ouvir rádio, ganhou da mãe um pequeno gravador portátil onde registrava as músicas e os programas de rádio AM que gostava, o que o inspirou tempos depois a fazer um curso de radialismo no SENAC-SP, e no seu TCC optou por produzir um programa inspirado em novelas policiais do tipo que ele ouvia na sua juventude. Fez um curso de teatro, foi trabalhar com teatro de bonecos, onde fazia variadas vozes e acabou indo fazer um teste na Rádio Cultura, tentou Jovem Pan, mas sem sucesso até que surgiu um teste na Rádio Eldorado, que por sinal era sua rádio preferida e foi contratado como folguista. Com o tempo foi trabalhar também na TV Cultura, onde fazia vozes de personagens em documentário e depois passou a fazer as narrações, e acumulou também o emprego de locutor na Rádio Cultura. Quem vai contar essa história de sucesso é Fernão Lacerda. A conversa aconteceu em julho de 2026 e você vai ficar sabendo que ele voltou a fazer um curso de teatro, e trabalhou por muitos anos com o Grupo Tapa, fez vários comerciais como ator e também como locutor, e passou pela Antena 1, Rádio USP e a Rádio Interna da AgriShow. Atualmente, depois de fazer chamadas para o Discovery Channel e Fox Sports, faz as chamadas da ESPN. Com a gente, e pra vocês, o FERNÃO LACERDA! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De acordo com dados do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), as famílias brasileiras perderam mais de R$ 62,5 bilhões com apostas on-line, as chamadas bets, em 2025. José Luis Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), argumenta que as perdas financeiras das famílias brasileiras com apostas esportivas revelam uma falha na formulação de políticas públicas. Segundo ele, o principal problema é a “desconexão” entre as políticas pensadas para um ser humano ideal e o comportamento real das pessoas. A partir disso, Portella defende que as restrições às bets deveriam ter sido implementadas antes da expansão do problema, e não apenas depois que as apostas já estavam disseminadas. Outro ponto levantado pelo especialista é o impacto social das apostas. Portella relaciona o dinheiro perdido nas bets a problemas como endividamento, insegurança alimentar e questões de saúde mental, especialmente quando recursos destinados às necessidades familiares são utilizados em apostas.
De Guarapuava, no Paraná, Ericson é advogado e consultor em Direito Público, com ênfase no Direito das comunicações. Doutor em Direito pela USP. Co-fundador e Diretor-Presidente da Associação Civil Monitor Ambiental Antirruídos com a missão de promover o direito as cidades limpas, saudáveis e sustentáveis, livres de poluição sonora. É autor dos e-books “Direito a cidades livres de poluição sonora” e “Condomínios saudáveis e sustentáveis, livres de ruídos excessivos e poluição ambiental sonora.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e 0e1 Arquitetos.
Ever told a buyer you're different and watched them shrug? Being different means nothing until you explain why it matters to them.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (10): A primeira rodada de debates eleitorais aconteceu neste domingo (09) na TV Bandeirantes, mas algo chamou a atenção do público: alguns candidatos escolheram não participar dos debates. No Rio de Janeiro, o líder das pesquisas, Eduardo Paes (PSD) não apareceu, assim como no Paraná, em que o ex-juíz Sérgio Moro (PL) também não deu as caras. Afinal, quem não vai ao debate foge do embate? A votação da PEC que prevê o fim da escala 6x1 deve ficar apenas para depois das eleições, realizadas em outubro. A pauta, vista como polêmica e com potencial para favorecer a reeleição do presidente Lula (PT) , está travada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), após desavenças com o Planalto. O calendário das campanhas também dificulta a votação, uma vez que os parlamentares passam bastante tempo em seus redutos eleitorais. O presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, concede uma entrevista exclusiva ao Morning Show falando sobre eleições, vice de Flávio Bolsonaro (PL), composição de alianças entre partidos de direita, relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e briga entre Flávio e Michelle Bolsonaro (PL). O primeiro debate entre os candidatos ao Governo de São Paulo colocou em confronto direto o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-ministro Fernando Haddad (PT) na noite deste domingo (09). Durante o embate, cobranças sobre segurança pública, privatizações e economia marcaram o tom do encontro. Ao ser pressionado sobre seu padrinho político, Tarcísio declarou gratidão a Jair Bolsonaro (PL), mas cobrou que a oposição supere a disputa de 2018 e adote um foco voltado para a gestão estadual. A postura do governador buscou distanciar o debate das controvérsias nacionais da família Bolsonaro para focar nos resultados de seu governo. O candidato ao Governo do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD), decidiu recusar os convites para debates e sabatinas realizados antes do período oficial de campanha, marcado para começar no dia 16 de agosto. A coordenação da campanha teria orientado Paes que a ida ao programa poderia prejudicar sua liderança na corrida eleitoral. Com a decisão, Paes ficou ausente do primeiro encontro e tornou-se o principal alvo de críticas e ataques dos adversários. O ex-juíz e candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro (PL), decidiu não ir ao debate eleitoral acusando outros partidos de combinarem para ataca-lo. Já na Bahia, o debate pegou fogo quando o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) acusou o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), de racismo. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo desabafando após não poder passar o dia dos pais com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar humanitária. No registro, o senador critica a decisão judicial que barrou as visitas ao pai. As visitas dos filhos de Bolsonaro foram suspensas por 90 dias pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes após a divulgação de uma carta de Jair por Flávio. O Dr. Paulo Hoff, professor de oncologia na USP, explica a implementação de um novo teste genético que detecta risco de câncer de mama pelo SUS. Em um primeiro momento o procedimento estará disponível apenas para pessoas que já tiveram a doença. O ex-marido da ativista Maria da Penha, Marco Antônio Heredia Viveros, foi preso neste domingo (09), em Natal, no Rio Grande do Norte, por descumprir uma medida protetiva contra a ativista e duas das três filhas deles. O Ministério Público do Ceará pediu a prisão após Marco Antônio conceder uma entrevista à TV Record falando sobre a tentativa de feminicídio que cometeu contra a ex-mulher. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
A edição desta segunda-feira traz uma reportagem sobre como, em um cenário marcado pelo excesso de informações e pela circulação de conteúdos sem respaldo científico nas redes sociais, um projeto da USP tem levado a pais, mães e outros cuidadores orientações baseadas em evidências sobre o desenvolvimento infantil típico e atípico
O professor Luiz Eduardo Anelli coordena o projeto USP nas Escolas no Instituto de Estudos Avançados
Today's Topics:1. Sound Signature Review 6.233 – Otter Creek Labs Infinity 556K on the MK18 with three different end caps. Bonus silencer tone study for PEW Science Members. How does the OCL Infinity technology behave when it has a more dedicated bore for the 5.56 cartridge? Any improvements over the larger 30 caliber Infinity? Technical discussion with an advanced analysis of “tone” physics that are always included in the Suppression Rating. (00:09:44)a. Intro and recap of this monster project (00:16:09)b. Infinity 556K general overview (00:17:35)c. Infinity 556K silencer design and functional physics (00:27:04)d. Three Hazard Maps in Silencer Hazard Map Brief 8.1.30 (00:38:18)e. High level performance discussion and “tone” – why does it matter? (00:45:06)f. Performance Comparisons and Overall thoughts (01:04:40)2. Wright Armory i-DOT on the USP 45 Tactical. Worth it? Initial thoughts on daily carry with this interesting option to modernize your beloved HK USP. (01:11:50)Sponsored by Legion Athletics and the PEW Science Laboratory!Legion Athletics: use code pewscience for BOGO off your entire first order and 20% cash back always!
No primeiro episódio da nova temporada do podcast, Renata Ceribelli discute sobre padrões de beleza com a jornalista Mariliz Pereira Jorge e psicóloga Vanessa Tomasini, especialista em transtornos alimentares pela USP.
É difícil ver a traição como algo que não seja ruim ou imoral. Mas e se a traição for algo inescapável ou até mesmo positiva para a saúde de um relacionamento? É sobre isso que gira o episódio desta semana do Podcast da Semana, que recebe o psicanalista Lucas Bulamah para conversar sobre sexo.“O sexual, por excelência, não pode caber numa relação amorosa, monogâmica. Ele não faz parte da relação. O sexual é, por excelência, traição, ele necessariamente tem que estar fora da relação. E a relação é protegida por essa busca, esse deslocamento do sujeito para um outro lugar, um outro analista, um amante, que visa proteger esse espaço de harmonia, esse espaço de familiaridade que é a relação principal, monogâmica, o casamento, o namoro”, afirma a Gama.Doutor em psicologia clínica pela USP, o psicólogo e psicanalista está lançando “Do Amor e seu Avesso: Uma apologia da traição” (Paidós), em que as razões da traição, algo que pode ser menos complicado que os acordos da não monogamia. Neste livro de ensaios, ele mescla conceitos da psicanálise, com filmes, letras e música e a própria experiência clínica.Na conversa que você ouve nas plataformas de áudio, Lucas fala sobre os acordos de um casamento, sobre caos e prazer e diz que para trair, muitas vezes, não é preciso nem fazer sexo. “A traição prescinde do ato, do corpo de delito. É o que resgata no sujeito algum tipo de circulação erótica”, diz na entrevista.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima
Até pouco tempo atrás, a ideia de uma inteligência artificial tomando decisões inesperadas e escapando do comportamento previsto parecia assunto de filmes de ficção científica. Mas o avanço dos chamados agentes de IA, capazes de planejar, agir e interagir com sistemas digitais de forma cada vez mais autônoma, está tornando esse debate bastante concreto. Um episódio recente envolvendo um modelo da OpenAI, durante testes de segurança, levantou questionamentos importantes sobre os limites dessa tecnologia, os riscos para as empresas e a necessidade de novas formas de governança e controle. Durante testes fechados, o modelo conseguiu achar formas de fugir do controle, planejou e executou, por conta própria, um ataque cibernético contra uma outra empresa. O caso representa uma exceção ou antecipa desafios de proteção e controles rígidos que acompanharão a próxima geração de inteligências artificiais? É sobre esse cenário e seus impactos para os negócios, a inovação e a sociedade que o apresentador Daniel Gonzales conversa, nesta edição do Start, com o professor Marcos Barretto, da Fundação Vanzolini e da Escola Politécnica da USP, um dos maiores pesquisadores brasileiros do tema, que estuda a IA desde a década de 1980. O programa vai ao ar nas plataformas digitais do Estadão, todas as quartas-feiras, e também no canal Estadão Analisa, aos sábados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quais foram os principais destaques científicos, avanços regulatórios e mudanças em condutas médicas nos últimos dias? Nesta edição de resumo semanal do Afya News, analisamos os avanços da terapia genética personalizada no tratamento de formas raras de epilepsia (gene SCN2A) e a sanção da Estratégia Nacional do Complexo Econômico-Industrial da Saúde para fortalecer a produção de insumos no Brasil. Discutimos também o estudo sobre o risco de neoplasia trofoblástica após mola gestacional em mulheres com histórico de cesariana, o novo consenso clínico sobre a inexistência de dose segura de álcool, os alertas da OMS para metas de HIV e hepatites até 2030, a descoberta da USP sobre a função imune dos barorreceptores e os debates sobre a exposição aos microplásticos. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/01-08-2026
A história judaica entre o marxismo e o sionismo | Arlene Clemesha | Programa 20 Minutos
Carlos Seraphim é endocrinologista formado pela USP, com doutorado e pós doutorado na USP e pesquisador na área de Endocrinologia.AS MELHORES PARTES DOS PODCASTS: Cortes do Lutz: https://www.youtube.com/@CortesdoLutzOFICIAL/LINKS DO EPISÓDIO:Insta do Carlos: https://www.instagram.com/dr.carlosseraphimCanal do Carlos: https://www.youtube.com/@endocrinoetalksMais Informações: https://linktr.ee/dr.carlosseraphimPUBLICIDADE:Entre em contato: comercial@lutzpodcast.comREDES SOCIAIS:Instagram do Lutz: https://instagram.com/lutzloboInstagram do Podcast: https://instagram.com/lutzpodcast
Como as descobertas em neuroimunologia, as novas aprovações para faixas etárias jovens e as pesquisas em longevidade impactam a prática médica? Neste episódio do Afya News, analisamos a decisão da Anvisa de ampliar o uso dos imunobiológicos belimumabe e ocrelizumabe para o manejo de lúpus eritematoso sistêmico e esclerose múltipla em pacientes pediátricos elegíveis. Discutimos também o estudo conduzido pela USP revelando que os barorreceptores arteriais atuam na detecção de sinais de inflamação sistêmica. Por fim, apresentamos no Radar as investigações sobre os fatores genéticos, imunológicos e de microbioma de supercentenários brasileiros que podem indicar caminhos para o envelhecimento saudável. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/30-07-2026
Neste episódio, a entrevistada é professora Maria Lucia Refinetti, pesquisadora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP. Ela é organizadora do livro "A produção da casa e da cidade no Brasil contemporâneo" que faz um balanço das políticas habitacionais brasileiras nas últimas décadas
José Luís Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados, discute o impacto da inteligência artificial na implementação de políticas públicas
O Roda Viva recebe, nesta segunda-feira (27), o psiquiatra e professor Hermano Tavares, coordenador do Ambulatório do Jogo Patológico do Hospital das Clínicas da USP. Livre-docente pela Universidade de São Paulo e com pós-doutorado em Jogo Patológico pela Universidade de Calgary, no Canadá, o especialista é uma das maiores autoridades do país no estudo de dependências comportamentais e transtornos do impulso. Diante do avanço avassalador das apostas on-line no Brasil, o programa discute a explosão desse fenômeno, os sérios riscos de dependência e os impactos financeiros que abalam as famílias.Apresentado por Ernesto Paglia, o Roda Viva vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, no canal da TV Cultura e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #HermanoTavares
Até que ponto é possível construir a maneira como queremos envelhecer? Para a neurocientista e psicóloga Sharon Sanz Simon, entrevistada deste episódio, o importante é pensar que o envelhecimento é algo que começa hoje, nas nossas escolhas relacionadas à saúde e bem-estar que fazemos a cada dia.Sharon Sanz Simon é professora e pesquisadora do Krieger Klein Alzheimer's Research Center, da Universidade Rutgers (EUA), onde dirige o EngAGING Lab. Doutora pela Faculdade de Medicina da USP, foi fellow em Harvard e fez pós-doutorado na Universidade Columbia.Em seu livro "Longevidade Hoje: o que a neurociência e a psicologia falam sobre envelhecer bem em qualquer idade" (Fósforo, 2026), escrito em parceria com Ilana Pinsky, ela parte de dados científicos para apresentar o envelhecimento como um processo que se constrói ao longo de toda a vida.Na conversa com Gama, ela trata da relação entre demência, Alzheimer e a passagem dos anos, sobre os caminhos possíveis que a ciência indica para uma manutenção da nossa memória, da importância de se manter uma comunidade e como lidar com o envelhecimento daqueles que amamos – e de nós mesmos.
Quais foram as principais descobertas científicas e mudanças regulatórias que impactaram a medicina nos últimos dias?Neste episódio do Afya News, fazemos um balanço dos acontecimentos mais relevantes, incluindo a chegada da edaravona à rede pública para o tratamento da ELA e as revelações sobre a atuação de células musculares em vacinas de RNAm. Repassamos o desenvolvimento do diagnóstico rápido da USP contra superbactérias em ambiente hospitalar, as evidências entre saúde bucal e calcificação cardíaca e os consensos sobre novas terapias antienxaquecosas. Além disso, analisamos o papel de moduladores metabólicos no controle de impulsos e as orientações sobre governança executiva no uso de IA clínica. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/25-07-2026
De que maneira os novos testes rápidos e as tecnologias de ponta impactam a segurança do paciente e as condutas em ambiente hospitalar? Neste episódio do Afya News, apresentamos a descoberta da USP de um teste que detecta superbactérias em seis horas na UTI, agilizando decisões de isolamento e o uso racional de leitos. Abordamos também a importância da governança contínua em inteligência artificial hospitalar, destacando por que a supervisão direta de algoritmos é crucial para a segurança clínica e operacional. Por fim, detalhamos no Radar como a nanotecnologia está revolucionando a imunoterapia e o uso de células CAR-T contra o câncer. O Afya News apresenta notícias da medicina com informação confiável e atualizada no seu tempo. Criado pela Afya, o maior hub de educação e soluções para a prática médica do Brasil, nosso propósito é transformar a saúde junto com quem tem a medicina como vocação.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/23-07-2026
Monumentos em São Paulo: professora da USP analisa o potencial crítico e os riscos da privatização do espaço público
Estudo realizado na Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Design (FAU) da USP analisou o fenômeno dos "puxadinhos" em conjuntos habitacionais brasileiros
Algumas das luas de Júpiter e Saturno têm sido objetos de interesse da astrobiologia há tempos. Novas missões estão a caminho para explorar alguns desses satélites e procurar condições de habitabilidade que podem estar em grandes oceanos debaixo da superfície. Aqui na Terra, o estudo de organismos que vivem e se reproduzem em ambientes considerados extremos, os extremófilos, pode ajudar a entender como a vida pode se adaptar a condições de temperatura extremamente baixa, entre outros estressores. Para tratar do tema, o repórter Danilo Albergaria conversou com as pesquisadoras Amanda Bendia e Maria Eduarda Nascimento, ambas do Instituto Oceanográfico da USP, Rosaly Lopes, da NASA e Douglas Galante, do Instituto de Geociências, também da USP. Este é o terceiro episódio de uma série produzida pelo Danilo, com apoio do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. _________________ Roteiro Danilo: Nos dois primeiros episódios do podcast Oxigênio dedicados à astrobiologia, falamos da busca por vida em exoplanetas e em Marte. Desde os anos 60, Marte foi o objeto que mais capturou as atenções dos cientistas interessados em entender se a vida pode ter surgido e persistido em outros lugares do sistema solar. Mas esse panorama tem mudado nas últimas décadas. Desde as missões Galileo e Cassini, algumas das luas que orbitam Júpiter e Saturno entraram no rol de mundos com potencial de oferecer condições habitáveis à vida como a conhecemos. Novas missões espaciais estão a caminho ou em fase final de preparação para explorar algumas das luas dos gigantes gasosos. Entre os seus objetivos está entender melhor as potenciais condições de habitabilidade nos grandes oceanos debaixo da superfície dessas luas – ou seja, os cientistas querem saber se esses lugares oferecem condições suficientes para que seres vivos sobrevivam. Nesse episódio, eu entrevistei quatro cientistas que trabalham direta ou indiretamente com isso. Com eles, vamos explorar o que sabemos – e o que ainda não sabemos – sobre as luas geladas do sistema solar. Será que pode existir vida nesses lugares? É isso o que muita gente que pesquisa astrobiologia quer saber. [Vinheta] Danilo: Algumas das missões mais importantes da exploração espacial do presente e do futuro próximo estão destinadas às luas de Júpiter e Saturno. Vamos falar primeiro das que vão explorar a vizinhança de Júpiter. A sonda JUICE, acrônimo para “explorador das luas geladas de Júpiter” em inglês, foi lançada pela ESA (a agência espacial europeia) em 2023 para explorar Ganimedes, Calisto e Europa, três das quatro luas de Júpiter chamadas de galileanas. O quarteto foi observado pela primeira vez há mais de 400 anos por Galileu Galilei. A não ser pela nossa própria Lua, nenhuma lua do sistema solar é visível a olho nu. Galileu foi o primeiro a observar as luas de Júpiter usando um telescópio, invenção recente que tinha sido aprimorada por ele. As luas galileanas de Júpiter são relativamente grandes. Embora ainda sejam objetos bem menores do que a Terra, Ganimedes e Calisto são um pouco maiores do que a nossa Lua, enquanto a Europa é um pouco menor. A quarta lua, a Io – um verdadeiro inferno vulcânico, e que não estava no radar de estudos da missão de 2023 como as demais, é praticamente do mesmo tamanho da nossa Lua. A JUICE está a caminho do sistema joviano, ou seja, Júpiter e suas luas, mas ainda se encontra na vizinhança da Terra. Ela deve se aproximar de novo de nós para pegar embalo com a gravidade do nosso planeta, que vai estilingar a sonda para o sistema solar externo. A JUICE deve chegar aos arredores de Júpiter em julho de 2031. Outra sonda, a Europa Clipper, da NASA, foi lançada em outubro de 2024 para investigar, como o nome sugere, a lua Europa, a mais interessante das luas de Júpiter. A estilingada da Europa Clipper, ao passar perto da Terra, vai acontecer um pouco depois da passagem da JUICE – vai ser em dezembro de 2026, mas a Clipper deve chegar antes à vizinhança de Júpiter, em abril de 2030. A Clipper vai orbitar Júpiter e passar bem pertinho da superfície de Europa umas 50 vezes. Além das duas missões ocidentais, a China está planejando lançar uma sonda em 2029 para chegar a Júpiter em 2035 e explorar as luas Calisto e Ganimedes. Por que tanto interesse nessas grandes luas de Júpiter? Como eu já indiquei no começo do episódio, existem muitos indícios e evidências indiretas de que Europa, Calisto e Ganimedes têm enormes oceanos debaixo de uma espessa superfície gelada. A estimativa é de que cada uma dessas três luas tenha corpos de água líquida maiores do que todos os oceanos terrestres. Conversei sobre isso com o Douglas Galante, professor do Instituto de Geociências da USP e um dos pioneiros da astrobiologia no Brasil – ele é vice-coordenador do AstroLab, da USP, o primeiro laboratório dedicado à pesquisa em astrobiologia no país, fundado em 2011 por Douglas, pelo químico Fabio Rodrigues, atual coordenador do laboratório, e pelo Ivan Paulino-Lima, que hoje é pesquisador na NASA. Douglas: Uma coisa sempre interessante quando a gente pensa nessas luas geladas que eu sempre falo é que a gente adora falar que a Terra é o planeta água, algo que ficou popularizado, e a gente esquece de pensar que nessas luas de Júpiter e Saturno a gente tem mais água do que aqui na Terra. É em cada uma delas. Então a gente é muito presunçoso. Europa, os modelos mostram que ela pode ter um oceano de 100 quilômetros de profundidade. A gente não consegue imaginar o que são 100 quilômetros. O ponto mais profundo aqui na Terra, da Fossa das Marinas, são 11 quilômetros. Imagina 10 vezes mais. Danilo: Ganimedes, a maior lua de todo o sistema solar, deve ter um oceano seis vezes maior do que todos os oceanos da Terra combinados. Mas esses enormes corpos de água líquida não estão na superfície das luas, e sim debaixo de superfícies congeladas que podem chegar a centenas de quilômetros de espessura. Júpiter está cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra, e o frio a essa distância do Sol impossibilita a existência de água líquida na superfície das luas. O Douglas chamou a atenção para o fato de que essas luas estendem possível habitabilidade para além da região em que a Terra orbita, mais próxima do Sol e que permite água líquida na superfície. Douglas: Mas o que eu acho super interessante, que eu sempre coloco, é que as luas dão um indicativo de habitabilidade que é maior do que a gente conhecia. Quando a gente olha os conceitos de habitabilidade tradicionais, que definem a zona de habitabilidade estelar, que é a presença de água líquida na superfície, as luas são ambientes crípticos que obtêm energia para manutenção da água líquida a partir da interação gravitacional com seus planetas hospedeiros. Danilo: Ok, mas se a superfície é gelada demais para ter água líquida, como esses oceanos podem existir? A explicação é a seguinte: o decaimento radioativo dos elementos que formam o núcleo das luas gera calor considerável de forma mais ou menos constante, parecido com o que acontece com o núcleo da Terra. Mas isso é só parte da explicação. Entra, então, o chamado “aquecimento de maré”. Conforme a lua se desloca na órbita do planeta gigante, a atração gravitacional do planeta não é uniforme: como a órbita não é circular, mas elíptica (ou “ovalada”), as luas às vezes estão um pouco mais perto e às vezes um pouco mais longe do planeta. Isso produz um efeito de “estica e puxa” que estica e comprime a lua, e isso gera calor entre as suas camadas internas. Também entra aí o fato de que as órbitas de Ganimedes, Io e Europa estão em ressonância, ou seja, enquanto a Io completa uma volta, a Europa completa duas, e a Ganimedes, quatro, o que aumenta a excentricidade de suas órbitas (ou seja, estica um pouco a elipse). Nesse processo, a própria variação na distância entre as luas gera uma interação gravitacional que contribui para o efeito de aquecimento de maré. Além disso, a provável presença de sais nos oceanos faz com que o ponto de congelamento diminua, mantendo a água em estado líquido. A JUICE e a Europa Clipper serão importantes para entender melhor as superfícies das luas e colher dados indiretos que indiquem algumas características desses oceanos, incluindo informações sobre se eles oferecem condições habitáveis para a vida como a conhecemos. Água líquida é uma das condições necessárias. Mas como os cientistas vão fazer para saber o que mais pode haver nesses oceanos? [Música] Danilo: Para entender como os cientistas vão fazer para saber mais sobre as luas geladas, eu conversei com a Rosaly Lopes, que é diretora de ciências planetárias do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Ela teve atuação importante na missão Galileo, que explorou as luas de Júpiter entre 1995 e 2003. Rosaly: Eu trabalhei na missão Galileo e a missão Galileo foi que descobriu que a Ganimedes e a Europa tinham oceanos de água líquida debaixo de uma crosta de gelo, principalmente Europa. Aí o pessoal fica muito entusiasmado porque Europa, nós sabemos que tem calor no interior, tem sinais de criovulcanismo, criovulcanismo é o vulcanismo que traz essa água líquida do interior para a superfície. E são três coisas essenciais para existir vida, vida como a nossa: água, energia, como calor, como vulcanismo, e material orgânico. Nós não sabemos muito sobre o material orgânico em Europa. Sabemos mais em Encélado e Titã, por exemplo. Eu também trabalhei na missão Cassini. Mas a missão que está indo agora para a Europa vai estudar justamente os depósitos da superfície para ver se é material orgânico ou não. Danilo: Encélado e Titã são luas de Saturno, e a Cassini foi a missão da NASA que explorou o sistema saturniano entre 2004 e 2017. Vamos falar delas daqui a pouco. Por ora, o que a Rosaly falou sobre possível criovulcanismo (ou vulcanismo gelado) em Europa é importante porque pode ser um dos mecanismos pelos quais parte do oceano do interior poderia ser expelida em enormes plumas de vapor de água e gelo. Não é algo completamente diferente de vulcões expelindo o magma do manto terrestre para a superfície. A Europa Clipper carrega instrumentos capazes de fazer medições que vão ser usadas para distinguir se essas plumas contêm material vindo do oceano profundo ou de pequenos reservatórios mais próximos da superfície. As pistas de criovulcanismo na superfície incluem anomalias de temperatura em determinadas regiões – mais quentes do que o esperado – além da presença de características que lembram fluxos de erupções ou de derretimento de geleiras aqui na Terra. Aliás, junto com a ausência de crateras de impacto de grande porte, isso indica que a superfície de Europa é jovem, devendo ter entre 50 e 100 milhões de anos. Em comparação, a superfície de Marte e da nossa Lua, formadas há bilhões de anos, tem muitas dessas grandes crateras, o que indica que a superfície não se renova. Ao examinar a superfície de Europa com a Clipper, os cientistas vão poder fazer inferências sobre seu interior. Mas a sonda não vai pousar na superfície da lua. Em vez disso, ela vai orbitar Júpiter e fazer 44 rasantes sobre Europa. Douglas: Na verdade, ela não vai nem orbitar a Lua, ela vai ficar fazendo flybys em volta da Lua, vai fazer rasantes na Lua, e quando ela faz esses rasantes, ela faz uma série de imagens de alta resolução, faz medidas espectroscópicas para medir a composição, mas ela não vai, de fato, acessar diretamente o potencial oceano líquido que existe ali debaixo. E daí todo mundo pergunta, mas porque a gente não simplesmente pousa na superfície da Lua, faz um furo, mede a água e vê o que tem ali e pega um atum europeano, sei lá. Então isso é uma coisa complicada, porque o oceano de Europa tem 100 km de profundidade. A crosta, a gente fala que é uma crosta fina, mas fina, de 10 km de espessura. A gente tem que lembrar que as calotas polares aqui no nosso planeta têm de 4 a 4,5 quilômetros de profundidade. Danilo: Pesquisadores estão explorando a potencial habitabilidade de oceanos de subsuperfície das luas analisando os seres vivos encontrados em condições muito adversas, extremas. A Amanda Bendia é professora do Instituto Oceanográfico da USP e coordenadora do ExtreMar, o Laboratório de Extremófilos Marinhos do instituto. Extremófilos são microrganismos capazes de viver em condições extremas e a Amanda é especialista em extremófilos marinhos de ilhas vulcânicas da Antártida. Lá existem fumarolas submarinas habitadas por micróbios adaptados a um ambiente com variação extrema de temperatura. Ela destaca o problema de conceber como microrganismos poderiam se adaptar às pressões muito altas que o oceano de Europa deve ter. Amanda: Aqui na Terra, falando de extremófilos, a gente já encontrou vida nos mais extremos possíveis, desde a profundidade máxima do oceano até a mais alta atmosfera. Só que a profundidade máxima do nosso oceano é perto de 11 quilômetros, que fica naquela região das fossas marianas. Em Europa, é estimado que o ponto mais fundo seja ali perto de 100 quilômetros, então é 10 vezes quase mais profundo do que a nossa maior profundidade. Então, é um desafio a gente tentar entender como uma forma de vida ali poderia sobreviver a uma alta pressão como essa. Danilo: A Maria Eduarda Nascimento é doutoranda orientada pela Amanda, também no Instituto Oceanográfico da USP. A pesquisa dela envolve criar modelos computacionais para entender como possíveis comunidades de microrganismos poderiam subsistir no interior de oceanos de subsuperfície de luas geladas por meio de quimiolitoautotrofia – que é um nome sofisticado para descrever como alguns micróbios aqui na Terra se alimentam de compostos inorgânicos – como minerais e rochas – sem precisar de oxigênio e da luz do Sol. Os oceanos das luas geladas podem estar em contato com um interior quente e isso, dependendo dos elementos e compostos disponíveis, pode sustentar vida microbiana quimiolitoautotrófica. A gente vai falar disso daqui a pouco, porque a Maria também conversou comigo sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Maria: Ela tem o REASON, que é um radar para ver o quão grande é essa crosta de gelo e a estrutura. Ele tem um magnetômetro que é pela deformação no campo magnético que a gente sabe que tem um oceano, que a água salgada do mar acaba mexendo nesse campo eletromagnético, que a gente sabe que os elétrons da água salgada criam essa deformação no campo. Então a gente tem esse, que daí vai dizer quanto profundo é, vai dizer quão realmente muito profundo é. Qual é a salinidade? Vai ter um espectrômetro de massa também na Europa Clipper, então vai analisar esses gases na atmosfera por espectrometria. Danilo: A Clipper não vai ter como procurar diretamente por sinais de vida, buscando bioassinaturas, mas vai ser capaz de colher dados que vão poder indicar se o oceano é habitável ou não. Morando há décadas nos Estados Unidos, a Rosaly fala das bioassinaturas no inglês, biosignatures. Ela também falou sobre alguns dos instrumentos da Europa Clipper. Rosaly: Tem um que nós chamamos MASPEX, que é um espectrômetro de massa. Ele vai poder analisar gases perto de Europa. Se tiver pluma trazendo material do interior, isso vai ser uma beleza. Se não tiver pluma, aí depende de quanto material deve ter saído do interior. Também tem um Surface Dust Analyzer, que pode analisar partículas de poeira, dust é poeira. E existem sempre em todos os planetas e luas pequenos impactos de micrometeoritos e que estão colocando para fora partículas da superfície de Europa. Então, esse instrumento vai analisar a composição dessas partículas. E também, se tiver pluma no interior, colocando material para a superfície, também esse instrumento vai ser muito importante. Nós vamos saber, por exemplo, mais sobre a espessura da crosta de gelo, se tem plumas trazendo material do interior para a superfície, se tem depósitos dentro da crosta de gelo que são, digamos, líquidos, que em vez de estar abaixo no oceano, estão mais perto da superfície. Está saindo algum material e nós sabemos que tem composição e cor diferente em umas regiões que chamam de Chaos Terrains, regiões caóticas, onde mais material veio do interior. E poder analisar a composição desse material, se tem material orgânico ou não. Então, [a sonda] vai também nos dizer muito mais sobre a lua Europa. Mas não é uma missão para detectar a vida, nem biosignature. Danilo: Diferentemente da Clipper, a JUICE (lançada pela ESA, a agência espacial europeia) não vai prospectar somente Europa, mas também Ganimedes e Calisto. Na verdade, o foco principal da missão da agência espacial europeia é a maior lua de todo o sistema solar, Ganimedes, a única que tem campo magnético próprio. A sonda vai orbitar essa grande lua, mirando entender sua estrutura interna, buscando mais informações sobre a extensão de sua crosta gelada, o volume de seu oceano, e caracterizar seu campo magnético. A sonda também vai fazer rasantes sobre Europa e Calisto para identificar locais mais interessantes para o pouso de futuras missões. O objetivo declarado da missão é entender as condições de habitabilidade oferecidas pelas três luas jovianas. Mas, claro, as luas de Júpiter não são as únicas que interessam para a astrobiologia. [Música] Danilo: Orbitando Saturno estão dois mundos que vêm chamando a atenção dos pesquisadores interessados na busca por vida fora da Terra há décadas: Titã e Encélado. Titã é a maior lua de Saturno – no sistema solar, ela só é menor do que a Ganimedes. Vamos falar de Titã daqui a pouco. Encélado é uma lua pequena – ela ainda tem tamanho mais do que suficiente para, com a própria gravidade, ter se tornado um objeto redondo, mas tem 15% do diâmetro da nossa Lua. A superfície dela, congelada, quase inteiramente branca com detalhes azulados, foi observada de perto pela primeira vez em 1980 e 81 quando as sondas Voyager visitaram o sistema saturniano. Se já era intrigante, Encélado se tornou um dos objetos mais interessantes do sistema solar com os indícios de que ela, também, possui um oceano de subsuperfície. A sonda Cassini, que começou a explorar o sistema de Saturno em 2004, observou Encélado ejetando plumas de materiais que devem compor esse oceano. Em três oportunidades, em 2008, 2012 e 2015, a Cassini deu rasantes – a uns 50 quilômetros de distância da superfície de Encélado – passando pelas plumas para analisar o que tinha ali. A Rosaly, que trabalhou na missão, falou um pouco sobre os achados. Rosaly: Encélado, o que é muito interessante é que esse líquido está em contato direto com o interior, a crosta do interior, porque foram detectados sais na pluma. Então, quer dizer que esse material está vindo direto do oceano. E nós sabemos que o oceano está em contato com o interior, que tem material orgânico também, sílica. Então, esse material está vindo direto do oceano até a superfície e você pode, digamos, colher esse material, voar pela pluma e colher o material. Danilo: Com a Cassini, descobrimos indícios de que o oceano de Encélado tem materiais orgânicos e os seis elementos químicos essenciais para a vida: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre. Eu também pedi para a Amanda explorar um pouco mais o que sabemos do oceano de Encélado a partir das plumas. Ela vai mencionar algo muito importante: as fontes hidrotermais. Amanda: lá em Encélado é legal que tem umas plumas que são ejetadas em direção à superfície. E aí a Cassini passou de rasante nessas plumas que ficam geralmente ali no Polo Sul, de Encélado, e detectaram partículas de sílica. Esse tipo de partícula só poderia ser formado em temperaturas altas. Então, eles começaram aí uma discussão de que teriam fontes hidrotermais no fundo do oceano de Encélado. Isso é muito entusiasmante, porque a vida aqui na Terra, uma das grandes hipóteses, que é uma das mais aceitas pela comunidade científica, é que a vida teria se originado em fontes hidrotermais do oceano primitivo da Terra. Porque tem todos esses componentes químicos que geram um gradiente químico. A vida poderia obter energia, produzir energia a partir desse gradiente. Danilo: Até a década de 1970 ninguém sabia da existência das fontes hidrotermais no fundo dos oceanos terrestres. A crosta terrestre tem fissuras. Quando essas fissuras estão no assoalho oceânico, a água entra em contato com o magma próximo, o que gera verdadeiras chaminés, fumarolas. Nessas fontes, na escuridão do fundo oceânico, ecossistemas inteiros existem graças a microrganismos que conseguem produzir sua própria matéria orgânica a partir de substâncias inorgânicas, como compostos de enxofre, nitrogênio e ferro. A Amanda e a Maria falaram um pouco deles. Amanda: Tem não só micro-organismos bem específicos desses ambientes, mas até animais associados, porque os microrganismos sustentam a vida nesses locais, porque eles fazem um tipo de metabolismo que chama quimiossíntese. Que é um tipo de metabolismo que a gente tem todas as evidências de que era o metabolismo das primeiras formas de vida que existiram aqui. Eles conseguem obter energia a partir desses compostos químicos à base de enxofre, por exemplo. E aí, a partir dessa energia, eles conseguem fixar o CO2, que nem as plantas fazem a partir da luz. Fixam CO2 para produzir as moléculas orgânicas, eles conseguem, a partir da energia dessas rochas, desses compostos inorgânicos, fixar esse carbono e produzir, sintetizar essas moléculas orgânicas, então são produtores primários do fundo do oceano que sustentam a vida nesse oceano profundo. Então essas fontes hidrotermais são como se fossem oásis para essa vida de ambiente extremo em mar profundo. Maria: Eles estão lá respirando nitrogênio, respirando ferro, outros elementos. Então eles demonstram que essas similaridades, considerando o tempo também, por exemplo, Enceladus acredita que esse oceano esteja mais ou menos presente há um bilhão de anos, é tempo para a vida conseguir se adaptar a esse ambiente. Então, é plausível imaginar que se a gente tem um substrato quimiossintético, como por exemplo para a nossa vida aqui nas fontes hidrotermais, é plausível a gente imaginar que nesses outros mundos, onde existem essas condições alienígenas parecidas com o que a gente tem aqui, também exista vida. Danilo: Além disso, o metano está entre os materiais orgânicos detectados em Encélado. Isso é mais um motivo para entusiasmo com o potencial de habitabilidade do oceano de Encélado. Amanda: Mas o legal do metano é que eles viram que provavelmente naquela camada fria de gelo tem clatrato de metano nas fissuras. Porque tem vários modelos que mostram a formação desse tipo de clatrato de metano, que são moléculas de metano que em volta tem moléculas de água congeladas, resumindo. E aqui na Terra a gente tem condições de oceano profundo e de subsuperfície pela alta pressão. Em temperatura baixa, a gente também tem hidrato de metano, que é abundante em algumas regiões de mar profundo, em subsuperfície. E aí, aqui na Terra, a gente tem nessas regiões de subsuperfície, eventualmente esse clatrato de metano pode vir mais em direção à superfície e exsudar esse metano. E a gente tem uma rica diversidade de arqueias que conseguem utilizar esse metano, arqueias e bactérias também, mas a gente vê que tem especificamente arqueias que conseguem metabolizar esse metano, consumir esse metano, são chamadas de metanotróficas. E aí é um grupo que hoje a gente já sabe que está espalhado na Terra, em todas as regiões de exsudação de metano, e que é muito adaptado a conseguir… Utilizar esse metano para obter energia nesses ambientes. Então a gente sabe que o metano também é um indicativo superlegal como uma fonte de energia para um possível metabolismo metanotrófico. [Música] Danilo: Eu não consigo decidir qual dessas luas é a mais interessante, mas eu sei que primeira a ter despertado minha curiosidade desde que li o livro Pálido Ponto Azul, do astrônomo Carl Sagan, é Titã. Então, vamos, finalmente, falar dela, a maior lua de Saturno. Titã foi observada pela primeira vez pelo astrônomo holandês Christian Huygens, com um telescópio que ele mesmo projetou, em 1655. Essa, que é a segunda maior lua do sistema solar, tem uma característica muito peculiar: Titã tem uma atmosfera muito espessa, e é tão densa que a pressão atmosférica em sua superfície é 50% maior do que a da Terra. Quando a sonda Voyager 1 passou pelo sistema saturniano em 1980, pela primeira vez os seres humanos puderam ver que a atmosfera de Titã oculta a superfície no espectro da luz visível. A Voyager também conseguiu caracterizar a atmosfera, composta principalmente de nitrogênio, com traços de metano e a presença de algo que vem semeando a imaginação de muita gente: moléculas orgânicas complexas. A sonda Cassini levou consigo um módulo nomeado em homenagem ao Christian Huygens. Quando a Cassini chegou perto de Titã, ela soltou a Huygens em direção à lua. Em janeiro de 2005, a Huygens desceu pela atmosfera muito densa de Titã, abriu um paraquedas e pousou. Por pouco mais de uma hora, a Huygens conseguiu fazer imagens da superfície, confirmando uma suspeita antiga dos astrônomos: como a Terra, Titã tem líquido estável na superfície. Mas não é água. Com temperatura média por volta de 180 graus Celsius negativos, a superfície de Titã tem lagos de hidrocarbonetos, ou seja, matéria orgânica. São lagos de metano e etano em estado líquido. Chove metano em Titã. Como? O Douglas explica. Douglas: Nessas temperaturas, o etano e o metano que fazem a atmosfera já conseguem ser condensados. Todo mundo já viu aqui um botijão de cozinha, de butano, butano propano, que dentro do botijão o gás está líquido. Você abre a torneirinha ali, a mangueira, sai líquido. E ele prontamente, quando chega na atmosfera, ele expande e forma gás. Então, quando você comprime gases, eles podem condensar e se tornar líquidos. Eles mudam de fase. A mesma coisa acontece lá. Com a alta pressão lá, a pressão é duas vezes a pressão aqui da Terra. E baixa temperatura, eles condensam, formam líquido. Então, ela tem oceanos, rios, lagos de metano e etano. E lentamente esse metano e etano vão evaporando, indo para a atmosfera. Na alta atmosfera eles se condensam de novo e formam nuvens. E essas nuvens podem chover ou nevar metano e etano. Então você tem um ciclo hidrológico, metanológico, completo de ciclagem de metano e etano na superfície. Danilo: Quando esse material orgânico abundante em Titã interage com a radiação ultravioleta do Sol, ela forma polímeros orgânicos – moléculas compostas de cadeias muito extensas de carbono e hidrogênio. O Sagan deu o nome de tolinas para essas macromoléculas orgânicas muito abundantes em Titã. Douglas: Além disso, tem essas tolinas que formam hidrocarbonetos mais complexos. Por isso que normalmente o próprio [Carl] Sagan dizia isso: Titã pode não ser o melhor lugar para a vida como a gente conhece, mas pode existir alguma coisa de vida como a gente não conhece. Acima de tudo ela é um excelente laboratório de química prebiótica, porque você tem esse monte de moléculas orgânicas se formando, se complexificando e interagindo que pode dar os primeiros passos. Então grande parte das missões para ir para Titã ou para estudar Titã estão relacionadas com essa parte de química prebiótica. Esse é o principal argumento. Mas a própria missão que talvez vá em 2028, a Dragonfly, ela tem a proposta de procurar as duas coisas, de procurar resquícios, presença de água líquida, porque existe alguma água na superfície, mas normalmente na forma de gelo, ela vai buscar esse gelo e buscar por eventuais sinais de vida como a gente conhece, vida baseada em célula, coisas que a gente conhece. Danilo: A Dragonfly é uma missão da NASA em fase final de preparação. É uma espécie de drone do tamanho de um carro pequeno que vai explorar Titã. Deve até mesmo ser capaz de fazer pequenos voos pela atmosfera da lua. O lançamento da Dragonfly está previsto para julho de 2028 e a ela deve chegar em Titã em 2034. O que ela poderia encontrar lá, que seja de interesse astrobiológico? Será que Titã não poderia ter algum tipo de vida muito diferente da terrestre, com um maquinário bioquímico diferente? Douglas: A gente não conhece nada aqui na Terra que viva e que tenha metabolismo nessas temperaturas baixas, mas é cogitado. A Dragonfly também vai procurar por indícios de vida como a gente não conhece, algum desequilíbrio químico, alguma bioassinatura termodinâmica que possa indicar algum tipo de vida como a gente não conhece. Danilo: Procurar pelo tipo de vida que a gente conhece, a terrestre, já é um desafio – se é que algo do tipo da vida terrestre existe fora da Terra. Um desafio ainda maior é procurar por vida como a gente não conhece. Tem muita coisa que a gente não sabe sobre a própria vida terrestre – como ela surgiu, por exemplo. Mas isso é o que sabemos que não sabemos – em outras palavras: é o desconhecido conhecido. Quando falamos em vida como não conhecemos, deve haver um espaço ainda maior de possibilidades que ignoramos e que nem sequer conseguimos conceber. É uma forma de ignorância dupla: nem sequer sabemos o que não sabemos. No próximo episódio, vamos voltar para a nossa vizinhança do sistema solar e olhar para um planeta gêmeo da Terra: Vênus. Ambos têm praticamente o mesmo tamanho, mas Vênus é um verdadeiro inferno, com uma superfície quente a ponto de derreter chumbo. Seria possível haver qualquer coisa viva lá? Na superfície, muito provavelmente não. Mas nas nuvens mais altas, a temperatura é bem mais amena. Em 2020, cientistas alegaram ter detectado fosfina, que aqui na Terra é produzida por seres vivos, uma possível bioassinatura nas nuvens altas de Vênus. Isso reacendeu o interesse astrobiológico no nosso vizinho infernal e novas missões estão em desenvolvimento para explorar a atmosfera ultradensa de Vênus. A pesquisa, o roteiro, a produção e a narração foram feitas por mim, Danilo Albergaria. A revisão do episódio foi da Simone Pallone, coordenadora do Oxigênio. A edição de áudio é do Guilherme Lopes, aluno do curso de Midialogia e estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa, a Cocen. As vinhetas do Oxigênio foram criadas por Elias Mendez. Este podcast foi produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, para divulgação do projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se gostou deste episódio, indique para seus amigos e amigas. [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
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The sports drinks (and functional hydration market) is undergoing a massive structural shift, driven by corporate price wars, format innovations, and a literal beverage “real estate crisis” happening inside your local convenience store.In this market breakdown, I'll analyze the aggressive defense strategies of legacy CPG titans and the rapid rise of format-disrupting (and cross-category) insurgents. While early viral sensations like PRIME face historic post-hype cycle collapses, incumbent leader Gatorade (PepsiCo) has reversed its pricing strategy to aggressively capture volume growth, forcing Coca-Cola's BodyArmor and Powerade to defend higher price points.Also, I'll dive deeper into the operational and distribution mechanics behind the market's newest giants:How Electrolit leveraged a Keurig Dr Pepper (KDP) partnership to cross $750M in annual salesHow Unilever's Liquid I.V. bypassed traditional bottling constraints to scale a $1B powder supplement empire.Why convenience store category managers are aggressively reallocating cooler real estate away from slow-moving sports drinks in favor of high-turn energy portfolios.Listen to understand why basic electrolyte replenishment is no longer a viable unique selling proposition (USP), and how occasion-based multi-functionality is rewriting the beverage playbook.MARKET ANALYSIS BRIEF: Are you seeing a permanent channel shift toward powdered stick packs in your local markets, or will ready-to-drink format innovations claw back the market share? Drop your categorical insights and observations in the comments below.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Estatístico, Mestre e Doutor em Estatística, Coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC, João Ricardo Sato. Só vem! >> OUÇA (82min 13s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * João Ricardo Sato é Professor Titular da Universidade Federal do ABC. Por cinco anos, foi coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos, unidade estratégica vinculada diretamente à reitoria da UFABC que tem como objetivo a realização de atividades em equipes interdisciplinares voltadas para a pesquisa, ensino e extensão na área de neurociências e cognição. Linha de pesquisa atual é interação entre neurociências e ciências exatas, com principal foco no neurodesenvolvimento, bases neurais de transtornos psiquiátricos, conectividade cerebral, inteligência artificial e processamento de sinais neurais. Formou-se no Bacharelado em Estatística pela USP em 2002, tendo concluído três iniciações científicas como bolsista PIBIC/CNPQ na área de séries temporais financeiras, com o intuito de atuar no mercado financeiro. No doutorado que se iniciou em 2004, decidiu focar sua pesquisa no desenvolvimento de novos métodos estatísticos para modelar a conectividade cerebral por meio de sinais de ressonância magnética funcional. Este trabalho interdisciplinar realizou-se sob a orientação de um docente do Departamento de Estatística um docente da Faculdade de Medicina da USP. Em 2006, realizou estágio de pesquisa (doutorado-sanduíche) no Instituto de Psiquiatria do Kings College London, onde integrou técnicas computacionais de aprendizado de máquina à sua linha de pesquisa. Após a conclusão do doutorado em 2007, atuou como consultor estatístico e pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, também atuou como professor no curso de pós-graduação lato sensu da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo. Em janeiro de 2009, foi contratado pela UFABC para o cargo de professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição. Em julho de 2009 tornou-se o coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos (NCSC). Os docentes associados ao NCSC foram a equipe idealizadora do Bacharelado em Neurociências (pioneiro no Brasil) e do programa de pós-graduação em Neurociências e Cognição da UFABC. Esta equipe também foi responsável por todo o planejamento da infra-estrutura para pesquisa científica em neurociências, hoje disponível no primeiro andar do Bloco Delta no Campus de São Bernardo do Campo. Atualmente é coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913813209624175 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Show Notes: Andreia Fernandes, founder of the Portfolio Career Institute, explains that the term "portfolio career" was coined by Charles Handy in 1994, and it emphasizes working in different roles and contexts. Defining a Portfolio Career Andreia adds that portfolio careers involve using different skills in various contexts, such as a mathematician working in both a school and an insurance company. She highlights that portfolio careers are not just about diversifying income streams but also aligning with one's values and being purpose-driven. The Portfolio Career Program Andreia describes the stages of her cohort program for pursuing a portfolio career. She emphasizes the importance of community and peer exchange in her program, sharing an example of two bankers with different career paths. The program starts with understanding one's strengths, purpose, and limitations, and includes evaluating whether a portfolio career is the right fit. Andreia mentions that some participants are clear about their goals, while others are unsure and need guidance to explore new paths. Designing a Career Andreia discusses the importance of self-reflection and specific exercises in her program, such as the Ikigai principle. She introduces the portfolio career canvas, a framework she developed with a scientific background to help participants design their careers. The canvas includes elements like portfolio career metrics, learning journey, network building, and revenue streams. Andreia explains that participants need to consider what would make them regret having a portfolio career and adjust their plans accordingly. Stages of the Portfolio Career Program Andreia explains the next stages of the program, focusing on activating networks and positioning oneself in the market. She shares her own experience of having a portfolio career, including entrepreneurial ventures, lecturing, and executive coaching. Andreia emphasizes the importance of having a unique selling proposition (USP) and positioning oneself in the right environment. She provides examples of her clients' success stories, such as a banker who became a lecturer and project manager. How the Program Helps Participants When asked about common strands in portfolio careers, and Andreia mentions that there are no limits to what one can do. Andreia shares an example of a white-collar worker who wanted to produce something with their hands, such as brewing beer or working with wood. She discusses the concept of strategic diversifiers, who have two passions and want to follow different streams to balance their energy. Andreia highlights the importance of learning and knowledge sharing in portfolio careers, especially in the knowledge economy. How the Program Impacts Careers Andreia shares examples of participants who have gone through her cohort and the impact it had on their careers. She mentions a banker who became a lecturer and project manager, exploring new areas outside of risk management. Another participant, an employer for seven and a half years, strengthened her current activity by exploring new business models. Andreia emphasizes that the program helps participants design their future and make informed decisions about their careers. For those who want to learn more about Andreia's coaching and the Portfolio Career Institute, Andreia offers upcoming events and webinars where potential participants can meet her and learn about her approach. Andreia encourages listeners to visit the website for more information and to contact her directly for further inquiries. Timestamps: 0:02: Defining a Portfolio Career 02:50: Program Structure and Community Support 06:51: Self-Reflection and Exercises 13:16: Activating Networks and Positioning 14:36: Common Strands in Portfolio Careers 19:52: Impact of Cohort Participants 20:56: Resources and Contact Information This episode on Umbrex: https://umbrex.com/unleashed/episode-655-andreia-fernandes-portfolio-careers-the-future-of-work/ Links: Company website: https://go.portfoliocareerinstitute.com/en Andreia on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/andreiarfernandes/ PFCI on LinkedIn https://www.linkedin.com/company/portfolio-career-institute-pfci/ PFCI on Insta: https://www.instagram.com/portfoliocareerpfci/ Unleashed is produced by Umbrex, which has a mission of connecting independent management consultants with one another, creating opportunities for members to meet, build relationships, and share lessons learned. Learn more at www.umbrex.com. *AI generated timestamps and show notes.
Confused about which vitamins and supplements are actually worth your money? Dr. Vickie takes you into her own "mini medical school" to break down what she and her physician colleagues really take and why. In this episode: Why the decades-long advice to take calcium + vitamin D got walked back, and what the risks turned out to be The difference between a vitamin (your body needs it) and a supplement (a manufactured product) and why that distinction matters The 4 facts everyone should know before buying a supplement, including why potency can vary wildly bottle to bottle How to spot third-party verified supplements (look for NSF International or USP) What the COSMOS study really found about multivitamins, brain health, and aging, including the sub-studies that didn't confirm the benefit Why creatine is having a moment with doctors, not just bodybuilders Magnesium, fish oil, and fiber supplements: when they help and when food beats the pill The one supplement every woman of childbearing age should be taking, even without a pregnancy planned A caution on high-dose vitamin A and E Evidence-based, no fear-mongering, no sales pitch, just what the research actually shows.
In today's Cloud Wars Minute, I look at how reasoning-focused AI will strengthen SAP Joule agents with enterprise-grade security and governance. Highlights 00:03 — SAP has partnered with Giotto.ai to explore the integration of Giotto.ai's AI reasoning capabilities into SAP Joule agents. Now, for some background, Giotto.ai is a Swiss AI company that has developed compact, reasoning-focused AI models designed for deployment in secure and controlled enterprise environments. 00:25 — Quick recap here: reasoning-focused AI models are designed not just to generate answers, but to really work through problems in a more structured and logical way before giving a response. The partnership will initially focus on pilot projects aimed at enhancing SAP Joule agents in enterprise scenarios that require structured reasoning, reliability, and integration with enterprise data. 00:50 — The collaboration will also serve as an opportunity for Giotto.ai to validate its technology in demanding real-world business environments. According to CEO Aldo Podestà, the partnership will demonstrate the practical value of the company's reasoning-focused models in an enterprise setting. 01:10 — For SAP, the collaboration provides an opportunity to explore how reasoning-focused AI can enhance its enterprise agents, particularly in use cases that require dependable decision support and close integration with the business data processes available there. 01:29 — For SAP customers, the partnership could result in AI agents that provide more reliable recommendations, better decision support, and greater automation of more complex business processes, critically, and this is the USP of Giotto .ai critically, while maintaining enterprise-grade security and governance. Visit Cloud Wars for more.
Convidada: Vera Iaconelli, psicanalista, doutora em Psicologia pela USP, diretora do Instituto Gerar de Psicanálise e escritora. São raros os momentos em que um país inteiro olha para o mesmo lugar. Neste ano, isso irá acontecer duas vezes. A primeira já passou: os torcedores brasileiros acompanharam a trajetória da Seleção na Copa do Mundo, que acabou com a derrota de 2 a 1 para a Noruega nas oitavas-de-final. A próxima será em outubro, quando milhões de eleitores forem às urnas para escolherem seus representantes – entre eles o presidente da República. São dois eventos que mobilizam sentimentos diversos dentro do país: podem unir e podem rachar completamente a sociedade, e têm capacidade de gerar pertencimento, raiva, decepção ou euforia. E o conjunto dessas emoções ajuda a explicar o que é o Brasil. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a psicanalista Vera Iaconelli sobre como o país encara a Copa do Mundo e as eleições de outubro. Vera também explica por que defende que o Brasil deve encarar o divã e reflete sobre a construção da sociedade brasileira e as violências que instituíram algumas das nossas desigualdades.
Convidadas: Carla Boin, advogada de família, professora da USP e presidente da Comissão de Justiça Restaurativa da OAB-SP, e Mariene Ramos, pesquisadora da Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Cerca de 11 milhões de mulheres criam sozinhas seus filhos e filhas no Brasil. A lei determina que os genitores dessas crianças e adolescentes têm responsabilidades afetivas e financeiras, mas essa não é a realidade em muitos casos: 1,7 milhão de crianças sequer têm o nome do pai nas certidões de nascimento e há mais de 600 mil processos de pensão alimentícia em andamento no país. Nessa semana, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que pode reduzir a inadimplência nos pagamentos a partir de um mecanismo de cobrança automática: o Pix Pensão Alimentícia, que agora aguarda a sanção do presidente Lula. Neste episódio, Natuza Nery entrevista duas mulheres que estudam esta pauta. Primeiro, ela conversa com a advogada Carla Boin sobre o que diz a legislação a respeito do direito à pensão alimentícia e sobre o que muda com a nova lei. Depois, a pesquisadora Mariene Ramos detalha sua pesquisa sobre o universo das mães solo no Brasil.
Filho de argentinos, ele nasceu em Buenos Aires mas se mudou para o Rio de Janeiro ainda bebê. Aprendeu a andar de bicicleta bem cedo e nas viagens frequentes a Búzios com a família, costumava remar ou tentava velejar. Sua mãe era antropóloga, historiadora e mantinha um laboratório fotográfico em casa. Ainda criança, assistia às revelações de fotografias em preto e branco e fez suas primeiras fotos durante shows e atividades do dia a dia. Já morando em Sao Paulo, na adolescência passou a fotografar os amigos andando de skate. Sua primeira imagem publicada saiu na revista Yeah Skate. Mais tarde, ingressou no curso de Biologia da USP, mas interrompeu a graduação quando se mudou para os Estados Unidos. Durante os dois anos em que viveu por lá, adquiriu seus primeiros equipamentos profissionais, cobriu o Campeonato Mundial de Balonismo no Novo México, e começou a enviar fotografias para publicações brasileiras. De volta ao Brasil, participou da cobertura do Rock in Rio II. Uma das imagens produzidas durante o evento foi publicada na capa da revista Trip. A partir daí, passou a colaborar com diferentes veículos editoriais e direcionou seu trabalho para esportes, viagens, aventura e comportamento. Em 1995 e 1997, acompanhou uma equipe brasileira na Race Across America. Em 1998, cobriu uma das maiores corridas de aventura do mundo, o Raid Gauloises e o primeiro evento da modalidade no Brasil, a EMA. Ao longo dos anos seguintes, documentou campeonatos mundiais de triathlon, provas de corrida de aventura, mountain bike, rafting, dezenas de edições do Ironman Brasil e diversos outros eventos esportivos no Brasil e no exterior. Paralelamente ao trabalho editorial, realizou expedições próprias. Pedalou pelo Salar de Uyuni, desceu a Estrada da Morte na Bolívia, remou no Alasca, cruzou dunas do Saara em uma expedição de sandboard, participou de campanhas da Sea Shepherd na Antártida e no Canadá e realizou travessias de bicicleta e caiaque em diferentes regiões do continente americano. Ao longo de mais de três décadas de carreira, teve trabalhos publicados em jornais, revistas e livros no Brasil e no exterior. Expôs em cidades como Berlim, Innsbruck, Florença e Filadélfia. É autor dos livros Cruzando a América em Duas Rodas e Imagens de Uma Expedição, além de coautor de Graffiti Brasil. Conosco aqui, o fotógrafo apaixonado por viagens, expedições, natureza e manifestações culturais, movido pela curiosidade de ver de perto e entender o mundo através da fotografia, o portenho Ignácio Aronovich. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Fisiologia, ciência e os bastidores do Tour mais quente da história Muito se fala de peso de bike, watts, aerodinâmica e estratégia de prova, mas um dos fatores que pode decidir o Tour de France 2026 é outro - e a maioria dos ciclistas amadores não leva a sério: o calor. Neste episódio do Gregario Cycling Podcast, o Dr. Rafa Santos, que já foi Head of Medical da INEOS e ainda faz parte do corpo médico da equipe, mostra por que o calor extremo pode custar tanto quanto qualquer variável de performance. Especialista em medicina esportiva pela USP, com passagem pelo centro de alta performance Aspetar (Catar), Rafa Santos está na INEOS desde 2019 e cuida da saúde de nomes como Egan Bernal, Filippo Ganna e Joshua Tarling. Seu próxio desafio com o time será a Vuelta a España, competição em que as temperaturas extremas são o padrão. No episódio, ele explica: - os impactos fisiológicos do calor; - como a equipe antecipa, mede e promove adaptações a esse impacto em tempo real, dentro e fora da prova; e - ensina o que o ciclista amador pode aplicar sozinho para treinar e competir com mais segurança no calor. Você estava curioso para saber por que os atletas da Netcompany INEOS estavam com os braços mergulhados em caixas de água antes da primeira etapa? A resposta também está neste episódio. Confira! Não esquece de se inscrever no canal, porque vem muito mais conteúdo técnico por aqui!
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Biomédica, Mestra e Doutora em Psicobiologia, com pós-doutorado no NIH dos EUA, Karina Possa Abrahão. Só vem! >> OUÇA (95min 03s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Karina Possa Abrahão é formada em Biomedicina pela Universidade Federal de São Paulo (2005), possui mestrado (2008) e doutorado (2012) em Psicobiologia também UNIFESP. Entre 2010 e 2011, fez um doutorado sanduíche na Wake Forest University, EUA. Fez seu primeiro pós-doutoramento no Departamento de Farmacologia da USP e depois passou mais 5 anos como Pós-doutora no NIH (2013-2018), EUA. Essa formação propiciou uma vasta experiência no estudo de comportamentos impulsivos, formação de hábito e tomada de decisão, além do uso de animais transgênicos e técnicas de eletrofisiologia e fotometria para a compreenssão da função dos Núcleos da Base e dos efeitos neurobiológicos do álcool. Tem vasta experiência da área de Psicobiologia e Neurofisiologia. Atualmente é Professora Adjunta do Departamento de Fisiologia da UNIFESP e orienta pelo programa de pós-graduação em Psicobiologia da mesma instituição. Tem interesse na área de neurobiologia da tomada de decisão, sobretudo as escolhas arriscadas, e como o álcool pode afetar esses comportamentos. Utiliza técnicas de farmacologia, imunofluorescência, eletrofisiologia celular, optogenética, quimiogenética, fotometria e comportamento para desvendar a cascata de eventos neurais associadas às escolhas arriscadas. Sempre buscou integrar o desenvolvimento científico à comunicação científica, tendo fundado diferentes canais de divulgação como o Prisma Científico, o Eureka Brasil e, mais atualmente, o NeuroAthens. Site do laboratório: abrahaolab.com Bem recentemente, começou um trabalho dentro da FAPESP (FUndação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo), como assessora científica interna. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1245502652994136 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Convidados: Carlos Nobre, climatologista e cientista sênior da USP, ele integrou o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007; e Lincoln Muniz Alves, coordenador-geral do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, pesquisador do INPE e autor-líder do IPCC. Os sinais já são assustadores: uma onda de calor sem precedentes na Europa e as temperaturas mais altas já registradas nos oceanos. O alerta é de que isso pode ser apenas o início dos impactos que o El Niño terá ao redor do planeta – a Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA estima que o fenômeno climático tem 68% de probabilidade de ser “muito forte” e climatologistas afirmam que este pode ser o mais poderoso dos últimos 140 anos. No Brasil, o fenômeno deve provocar mais chuvas na região Sul e estiagem nas regiões Norte e Nordeste, além de aumentar a temperatura em praticamente todo o território, principalmente entre novembro e janeiro. O Governo Federal anunciou um pacote de quase R$ 10 bilhões e um sistema nacional de alerta para lidar com as áreas mais vulneráveis. Eventos climáticos extremos são cíclicos, mas os cientistas alertam que eles estão ocorrendo com mais frequência e com mais potência. E o motivo disso são as mudanças climáticas provocadas pela ação humana. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois especialistas em clima. Primeiro, ela conversa com Carlos Nobre sobre o momento que o planeta vive no que diz respeito às mudanças climáticas. Nobre aponta quem são os responsáveis para enfrentar o desafio climático e o que pode ser feito. Depois, participa o pesquisador do INPE Lincoln Alves, que detalha de que modo o El Niño vai atingir o território brasileiro.